segunda-feira, 19 de agosto de 2019

América-MG 2 x 1 Cuiabá-MT

Apesar do baixo desempenho, a vitória por por 2 a 1, na busca para sair da zona de rebaixamento, pode ser considerada goleada, devido aos erros de planejamento, a fim de conquistar o acesso para a Série A e até o tricampeonato da Série B.

Valeu pela determinação, pelo imprevisto favorável e principalmente pelos três pontos conquistados.

Mas defeitos físicos, táticos e técnicos foram repetidos.

A jogada do gol sofrido foi parecida com o lance descrito no pré-jogo,  que já ocorreu várias vezes no Mineiro, com Fernando Leal.

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Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/08/pre-jogo-america-mg-x-cuiaba-mt.html

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A diferença foi que França, meia-atacante de lado, em vez do lateral, vacilou no início da jogada, quando deu muito espaço para Paulinho, lateral-esquerdo do Cuiabá, fazer o lançamento para Gilmar aproveitar o mal posicionamento do Ricardo Silva e João Paulo, e cabecear para o gol.

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As intervenções do Jori descristas no Superesportes também evidenciaram a inconsistência defensiva:

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"Na reta final do primeiro tempo, o Cuiabá teve duas boas chances. O goleiro Jori, do Coelho, apareceu bem ao defender as finalizações de Felipe Marques e Rodolfo."

"Aos 32 minutos, Jori fez defesa difícil em arremate de Júnior Todinho. Depois, o goleiro trabalhou em sucessivas tentativas de lançamentos para a grande área e ajudou o América a segurar o importante resultado no Horto."

"Goleiro Jori fez três boas defesas e ajudou a segurar vantagem"

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/17/noticia_america_mg,1757306/america-vence-cuiaba-no-horto-e-segue-recuperacao-na-serie-b.shtml

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Leandro Silva e João Paulo se destacaram na tarefa ofensiva, pelas assistências feitas para os gols do Viçosa e Berola. Leandro Silva ainda teve oportunidade para fazer um gol, num cruzamento do Matheusinho.

Paulão foi mais regular pelo lado direito da zaga.

Ricardo Silva parou de acompanhar o adversário no gol sofrido e tem dificuldades para sair jogando com o pé esquerdo.

Faltou qualidade criativa sem a presença de um meia centralizado.

Juninho e Maranhão são dinâmicos, ocupadores de espaços e voluntariosos, mas pouco criativos.

O número de passes certos foi muito baixo.

Zé Ricardo acertou 21 passes e errou 3. Na maioria dos jogos, acerta no mínimo 30 passes, quando é pouco participativo.

Juninho acertou 12 e errou 2.

Maranhão acertou 17 e errou 3.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva e diminuiu a força ofensiva.

Sem a participação efetiva dos meios-campistas na distribuição das jogadas, houve muitos lançamentos.

Foram 14 lançamentos certos e 41 errados.

Em consequência, só duas finalizações certas e três erradas, contra 6 certas e 6 erradas do adversário.

Felipe Azevedo possivelmente seria o titular, mas foi vetado.

O imprevisto colaborou na escalação do Berola desde o início do jogo.

Berola participou da jogada do primeiro gol, contou com a sorte para fazer o segundo, acertou uma finalização, 4 passes certos, 1 errado, e 4 perdas da posse de bola.

Viçosa marcou um gol, sofreu a falta que originou o gol do Berola, fez uma assistência para finalização errada do Juninho, perdeu 5 vezes a posse de bola e foi participativo no combate.

Matheusinho começou a jogada do primeiro gol, quando quebrou a linha de compactação pelo lado esquerdo e passou para Berola tocar para Leandro Silva fazer o cruzamento para Viçosa. Fez uma assistência para finalização, acertou 17 passes, errou 3 e perdeu duas vezes a posse de bola.

Bilu deveria ter entrado no lugar do Berola porque é mais agudo.

A entrada do França, para fazer a recomposição defensiva, chamou o adversário, o time perdeu poder de marcação e ofensivo.

Diego Ferreira entrou para tentar consertar o erro provocado pela entrada do França.

Geovane novamente nada acrescentou.

Destaque para as importantes defesas do Jori, para a força ofensiva do Berola, e para o poder de decisão e participação do Viçosa.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Berola (França), Viçosa (Diego Ferreira), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Cuiabá:
Victor Souza;
Toty, Leandro Souza (Ednei), Anderson Conceição, Paulinho;
Djavan (Gilmar), Escobar e Alê;
Felipe Marques (Caio Dantas), Júnior Todinho e Rodolfo
Técnico: Itamar Schulle

Gols: Júnior Viçosa, Berola

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Cuiabá-MT

Consistência defensiva, intensidade competitiva e eficiência ofensiva devem ser a meta de alto desempenho do time americano, a fim de vencer o jogo sem depender da sorte.

Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.

Ainda as falhas de marcação na recomposição defensiva dos meias-atacantes e volantes adiantados.

Devido ao início de campanha ruim e da inconsistência defensiva, talvez a escalação do experiente Fernando Leal seja mais amenizadora, até para preservar o potencial do sub-23 Jori.

Embora seja bastante promissor, Jori está na fase em que se sofrer gol de pênalti será criticado.

Diego Ferreira e Leandro Silva, pela direita, João Paulo e Sávio, pela esquerda, são mais produtivos na tarefa ofensiva do que defensiva.

Talvez Diego Ferreira seja mais intenso para defender e atacar do que Leandro Silva, mas o rendimento cai no segundo tempo.

Escalar dois laterais sub-23 neste momento crítico de sair da zona de rebaixamento pode ser arriscado.

Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares pelo chão e pelo alto.

Ricardo Silva ainda tem dificuldades na saída de bola com o pé esquerdo.

Sem a contratação de um quarto-zagueiro, Lima passou a ser esperança da qualificação defensiva, pelo menos na saída de bola.

Com a utilização de três volantes, o meio-de-campo fica mais marcador, porém menos criativo e ineficiente nas finalizações, sem a presença de um meia centralizado.

Juninho e Maranhão compartilham características e funções parecidas.

Ambos carecem melhorar a qualidade no passe, finalizações e assistências, mas são dinâmicos, ocupadores de espaço e bem preparados fisicamente.

Juninho poderia fazer a recomposição pelo lado direito.

Maranhão também poderia colaborar mais na marcação pela esquerda.

A distribuição tática ficaria mais equilibrada e qualificada com dois volantes e um meia centralizado.

Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais avançado, na posição que se destacou na base pelo passe vertical, poder de finalização e lançamentos em profundidade.

É bom lembrar, que Christian e Zé Ricardo formaram na base uma dupla bastante dinâmica, mas nenhum deles foi primeiro volante.

Com dois volantes, Michel Bastos e Toscano seriam opções para meia centralizado.

Toscano poderia começar o jogo porque está com mais ritmo, mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.

Outra possibilidade futura é Michel Bastos e meia-centralizado e Toscano de centroavante.

O imprevisto colaborou no aumento da efetividade ofensiva, na vitória sobre o Londrina por 4 a 3.

Viçosa voltou a ser titular porque Belusso machucou contra o Paraná.

A entrada do Berola durante o intervalo foi motivada pelas dores sentidas pelo Felipe Azevedo.

Berola e Viçosa foram os destaques.

O trio titular ofensivo deveria ser Berola, o americano com mais assistências para gols, Viçosa, o artilheiro da equipe, e Matheusinho, o líder de assistências  do time com a bola rolando para finalizações.

As tentativas de utilizar Berola e Felipe Azevedo, desde o início de uma partida. provocaram a necessidade de mudanças no segundo tempo devido a queda de rendimento físico.

Apesar da limitação na recomposição defensiva, Berola é mais agudo que Felipe Azevedo, chama a responsabilidade e parte pra cima.

Matheusinho precisa ter mais eficiência nas finalizações, mas é bastante participativo na recomposição, na distribuição das jogadas e nas assistências para finalização.

Felipe Azevedo é mais finalizador pelo centro.

Bilu é opção de velocidade e impetuosidade.

Viçosa é mais decisivo que Belusso, além de colaborar na bola alta defensiva.

Possível escalação, na formação básica 4-3-3:
Fernando Leal (Jori);
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Juninho (Toscano), Zé Ricardo, Maranhão (Michel Bastos);
Berola (Bilu), Viçosa, Matheusinho

Possibilidades de escalação, na formação básica 4-2-3-1

Fernando Leal (Jori)
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Berola (Bilu), Toscano (Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano)

América x Cuiabá
sábado, 19h, Arena do Coelhão.
Acredita, América!
Vamos vencer, Coelhão!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

América-MG 4 x 3 Londrina-PR

Atitude vencedora, determinação e eficiência ofensiva no segundo tempo superaram os erros defensivos, táticos e técnicos.

Embora nem sempre seja possível, devido ao maior desgaste físico provocado pelo esforço excessivo, quando faltar técnica, a força de vontade deve ser o diferencial competitivo, na busca obstinada pela vitória.

Zé Ricardo foi o retrato perfeito da superação americana.

No primeiro gol sofrido, errou o passe no campo ofensivo e gerou contra-ataque, sem recuperação do setor defensivo.

Mas teve personalidade para continuar participativo no jogo e ainda garantir a vitória, ao marcar o quarto gol.

O coração na ponta da chuteira prevaleceu.

No segundo e terceiro gols:

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"A bola sobrou para Safira, que finalizou. O chute desviou, bateu no peito do volante Willian Maranhão, do América, e morreu nas redes de Jori: 2 a 1."

"Mais uma vez, não deu tempo de comemorar. O Londrina saiu jogando, Higor Leite lançou para Paulinho Moccelin, que ganhou de Sávio na velocidade e tocou na saída de Jori: 3 a 3."

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/06/noticia_america_mg,1603478/em-jogo-de-sete-gols-america-vence-londrina-e-deixa-o-z4-da-serie-b.shtml

Felipe Minto
@felipeminto1

"Mas ontem o Sávio falhou feio no terceiro gol do Londrina... falta confiança pra ser lançado logo de cara"

Comentarista do programa Bate papo esportivo , TV Horizonte, canal 30 HD
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Destaque também para o poder criativo e decisivo do trio ofensivo do segundo tempo, formado pelo Berola, Viçosa e Matheusinho.

Berola fez assistências para Viçosa, sofrer o pênalti e marcar o gol de cabeça, mais duas assistências para finalização, acertou uma finalização e fez jogadas rápidas de infiltração.

Viçosa sofreu o pênalti, foi decisivo ao marcar dois gols, fez duas assistências para finalização e finalizou 4 vezes.

Matheusinho fez assistência para gol do Zé Ricardo, foi o que mais fez assistências para finalização (5), acertou uma finalização, 26 passes certos e 1 errado.

No primeiro tempo, Felipe Azevedo acertou duas finalizações, porém as jogadas ofensivas foram mais pela esquerda com Matheusinho.

A entrada do Berola foi fundamental, porque chamou a responsabilidade, ao partir pra cima avacoelhando geral e abrir espaços para Viçosa e Matheusinho.

De acordo com Footstats, nos cinco primeiros jogos sob o comando do Felipe Conceição,  Vila Nova 1 x 1 América, América 0 x 0 Oeste, América 0 x 1 Atlético-GO, Ponte Preta 0 x 1 América, Paraná 0 x 0 América, o time americano fez 72 finalizações, 19 certas e 53 erradas.

Os adversários finalizaram 49 vezes, 16 certas e 33 erradas.

Marcou 2 gols e sofreu dois gols.

Média baixa de gols marcados e sofridos.

Muita finalização, mas pouca eficiência.

Na vitória sobre o Londrina,  a eficácia ofensiva aumentou bastante na segunda etapa, mas a deficiência defensiva permaneceu.

Foram 12 finalizações certas e 7 erradas, contra 5 certas e 6 erradas do adversário.

Quatro gols marcados (um no primeiro tempo e três no segundo, e três sofridos.

Vale destacar a presença do acaso.

Possivelmente Viçosa começou o jogo devido ao afastamento médico do Belusso.

Possivelmente Berola entrou durante o intervalo porque Felipe Azevedo sentiu desgaste físico.

Berola e Viçosa foram fundamentais no aumento da produtividade e eficiência ofensiva.

Mesmo assim, ainda faltou um meia centralizado, Toscano ou Michel Bastos, para qualificar a troca de passes no campo ofensivo, aumentar o poder de finalização e de decisão, principalmente contra adversários mais bem compactados.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Pedrão, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa (Luiz Fernando), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição.

Londrina:
Matheus Albino;
Raí Ramos, Marcondes (Sílvio), Augusto e Breno;
Denner (Bruno Paulista), Anderson Leite (França), Higor Leite;
Safira, Paulinho Moccelin e Anderson Oliveira
Técnico: Alemão

Gols: Paulão, Viçosa (2), Zé Ricardo

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Londrina-PR

O time americano foi mal planejado para conquistar o acesso para a Série A e disputar o título da Série B, mas tem potencial para evitar o rebaixamento.

Ainda assim, falta encontrar o ponto de equilíbrio entre consistência defensiva e eficiência ofensiva.

Independentemente da escalação do experiente Fernando Leal ou dos sub-23 Jori e Thiago, o setor defensivo carece ser mais consistente, contra adversários mais ofensivos.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas João Paulo é produtivo no campo ofensivo.

Talvez Diego Ferreira seja mais intenso que Leandro Silva para defender e atacar.

Paulão e Ricardo Silva são irregulares no combate individual e no posicionamento para interceptar os cruzamentos pelo alto e pelo chão. Deveriam disputar a posição de zagueiro-central.

Ricardo Silva, na posição de quarto-zagueiro, tem dificuldades para fazer lançamentos de pé esquerdo.

O sub-23 Pedrão, em fase de aprimoramento e oscilação, pareceu ter imposição física, velocidade de recomposição e impulsão.

Lima possivelmente seja qualificado na posição de quarto-zagueiro, mas a recuperação física está muito demorada.

Na falta de quarto-zagueiro, Roger deveria ser reintegrado, porque está mais pronto que Sabino.

Sabino tem mais potencial para ser volante.

Luizão do Sub-20 tem potencial na posição de zagueiro central.

João Cubas treinou mais no time principal do que jogou no Sub-20.

Entre jogar no sub-20 e só completar treino no principal, é preferível ter ritmo de jogo na base.

Luisão, Flávio, Pedro e Sabino e outros do sub-20 devem transitar, mas sem deixar de jogar pelo sub-20, em vez de só treinar no principal.

A dupla de volantes poderia ser formada pelo Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais no campo ofensivo, porque tem qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.

Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.

O injustiçado Christian parou de ter oportunidades.

Aliás, Euler, Christian e Zé Ricardo formaram o trio de volantes bastante dinâmicos, competitivos e combativos sob o comando do Milagres no sub-20.

Luiz Fernando, Christian e Zé Ricardo, com sequência de jogos, poderão formar um tripé qualificado na marcação, na troca de passes e com poder de finalização.

A utilização de três volantes pelo Felipe Conceição evidencia a inconsistência defensiva e a falta de confiança num meia-atacante centralizado.

Michel Bastos ninguém sabe ninguém viu.

Toscano, na posição de meia-atacante de lado, foi titular absoluto no Mineiro e rendeu pouco.

Mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol Brasileiro, deveria ter mais chances na função de meia-centralizado ou até falso 9 nesta Série B, porque tem poder de criação, finalização e decisão.

Felipe Azevedo, Geovane e Matheusinho são alternativas.

Pelo menos um deles poderia jogar até com os três volantes.

Berola, Bilu, Felipe Azevedo e Matheusinho são opções de meias-atacantes de lado.

Ademir parou de ser relacionado. Deveria jogar pelo lado esquerdo, a fim de buscar a linha de fundo e fazer cruzamento com o pé esquerdo.

Preferencialmente quem for escalado deve jogar mais próximo do meia-centralizado e do centroavante.

Viçosa foi mais participativo e combativo no Mineiro do que decisivo.

Possível time na formação básica 4-3-3:

Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando (Maranhão), Zé Ricardo, Juninho (Christian)
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Viçosa), Matheusinho (Berola, Bilu)

Possibilidades de mudanças no 4-1-2-1-2

Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando;
Zé Ricardo, Christian;
Toscano;
Berola (Bilu, Matheusinho), Viçosa (Felipe Azevedo)

No 4-2-3-1

Jori (Fernando Leal)
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Bilu, Toscano, Matheusinho;
Viçosa (Felipe Azevedo)

América x Londrina
terça-feira, 21h30, Arena do Coelhão
Acredita, América!
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

domingo, 4 de agosto de 2019

Paraná-PR 0 x 0 América-MG

O time americano desperdiçou grande oportunidade de conquistar a vitória fora de casa, a fim de recompensar pontos perdidos nas primeiras rodadas.

Apesar do pênalti não marcado no Berola, faltou eficiência nas finalizações.

De acordo com o Footstats, foram só 3 finalizações certas e 10 erradas.

Belusso, Felipe Azevedo e Viçosa acertaram as conclusões.

Matheusinho (3) e João Paulo (2) foram os que mais fizeram assistências para finalização.

Embora sejam esforçados, participativos e com intensidade na movimentação, Juninho e Maranhão são limitados na criação, na troca de passes e na finalização.

Juninho ainda deu o azar de atrapalhar uma finalização do Matheusinho.

Maranhão desperdiçou a melhor chance do jogo, ao finalizar de pé direito uma assistência do Felipe Azevedo.

Possivelmente o acerto nas finalizações seria maior, se houvesse um meia-atacante centralizado, para facilitar a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante.

Talvez Toscano, desde o início do jogo, porque tem mais poder de criação, finalização e decisão do que Juninho e Maranhão.

Ou a entrada, do Berola ou Bilu e Geovane ou Toscano, antes dos 25 minutos, do segundo tempo.

Se no elenco faltar um meia centralizado qualificado para ser titular, vai ser preciso contratar.

Caso a preferência do Felipe Conceição seja pelo volante em vez de meia-atacante, também será preciso contratar um volante mais capacitado na tarefa ofensiva, devido a não utilização do injustiçado Christian.

No setor defensivo, Diego Ferreira, especificamente neste jogo, pareceu com mais intensidade do que  Leandro Silva para defender e atacar.

Felipe Azevedo. muito longe da área e do Belusso, foi o que mais errou passes (10) e mais perdeu a posse de bola (7).

João Paulo, escolhido o melhor em campo pela Itatiaia, foi driblado com facilidade pelo adversário, mas foi bastante participativo e produtivo na tarefa ofensiva. Acertou 35 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certos, 2 errados, duas assistências para finalização, uma finalização errada e 5 desarmes.

posse de bola: 48 x 52
finalização certa: 1 x 3
finalização errada: 6 x 10

Paraná:
Thiago Rodrigues;
Éder Sciola, Eduardo Bauermann, Rodolfo, Guilherme Santos;
Luiz Otávio, Itaqui (Caio Monteiro), João Pedro, Fernando Neto;
Rodrigo Porto (Alesson), Jenison (Rafael Furtado)
Técnico: Matheus Costa

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Felipe Azevedo, Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Pré-jogo Paraná-PR x América-MG

A inconsistência do setor defensivo é um dos principais defeitos crônicos da equipe americana, desde o Campeonato Mineiro e Copa do Brasil.

Fernando Leal alternou bons e maus momentos.

Leandro Silva e João Paulo foram ineficientes na marcação.

Paulão e Jussani mantiveram a irregularidade no combate individual, demonstraram baixa velocidade de recomposição e erros de posicionamento nos cruzamentos pelo alto e pelo chão.

Muitos adversários infiltraram com facilidade na área americana ou ficaram desmarcados para finalizar as assistências e cruzamentos recebidos.

Os defeitos da defesa americana continuaram na Série B.

Airton foi contratado para não jogar.

Glauco foi liberado para reforçar o Oeste.

O sub-23 Thiago, em fase de aprimoramento e oscilação, pouco acrescentou.

Apesar da recuperação demorada do Fernando Leal e a não utilização do Airton e Thiago, a diretoria americana optou por não contratar outro goleiro.

Aliás, em vez dos dois goleiros contratados poderia ter optado por contratar um mais experiente e ainda aproveitar o Glauco.

Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, sem o suporte técnico de uma defesa sólida, deve continuar no gol, até a volta do Fernando Leal e/ou a contratação de um goleiro mais experiente que Airton e Thiago ou a contratação de reforços para solidificar a defesa.

Existe a necessidade de um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade de recomposição e imposição física, e pelo menos um lateral marcador.

Lima saiu, voltou para o D.M. e está muito tempo sem jogar.

O jogo contra o Paraná será uma boa oportunidade para o sub-23 Diego Ferreira demonstrar potencial na marcação.

Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central. Ambos carecem ficar mais bem posicionados nos cruzamentos.

Ricardo Silva precisa evitar erros nos lançamentos de pé esquerdo.

João Paulo é mais produtivo na tarefa ofensiva.

Sávio também pareceu mais ofensivo do que defensivo.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas reduziu a eficiência ofensiva.

Contra a Ponte Preta, houve falhas de marcação na origem dos cruzamentos e erros de posicionamento dos zagueiros.

Jori foi obrigado a fazer pelo menos quatro importantes defesas.

Ainda as oportunidades desperdiçadas com os adversários desmarcados.

Com os 3 volantes escalados, os três atacantes ficaram distantes um do outro.

Matheusinho, aberto pela direita, longe do Belusso.

Felipe Azevedo, pela esquerda,  distante do Belusso.

Faltou um meia centralizado para fazer a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante, porque Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.

Felipe Azevedo é lento e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva. É mais produtivo e eficiente, avançado pelo centro.

Para usar três volantes, talvez seja mais interessante escalar Toscano de meia-centralizado na formação de losango, e mais dois atacantes avançados.

Mais a possibilidade da escalação do Luiz Fernando, que pareceu bom marcador, e utilização do Zé Ricardo mais avançado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, assistências e poder de finalização.

Bilu, Viçosa e Toscano precisam jogar mais tempo juntos.

Preferencialmente, mais próximos um do outro.

Possibilidades de escalação na formação básica, 4-2-3-1

Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando (Juninho, Maranhão), Zé Ricardo;
Bilu (Berola, Matheusinho), Toscano (Felipe Azevedo, Matheusinho), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Toscano)

Possibilidades de escalação na formação básica, 4-1-2-1-2
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando;
Juninho (Maranhão), Zé Ricardo;
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Matheusinho)

Paraná x América
sábado, 17h, Vila Capanema
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Ponte Preta-SP 0 x 1 América-MG

A vitória por 1 a 0 pode ser considerada goleada, devido a péssima campanha provocada pelos erros de planejamento e formação da equipe, a fim de conquistar o acesso para Série A, e até o tricampeonato da Série B.

Valeu pela competitividade, pela determinação e principalmente pelos três pontos conquistados.

Ainda assim,  defeitos táticos e técnicos foram repetidos, a vontade superou a qualidade e o acaso prevaleceu.

A expulsão do Magrão e Matheus Vargas mais o pênalti do Felipe Azevedo não marcado facilitaram o resultado positivo.

Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, falhou ao rebater para frente uma finalização, mas fez quatro importantes intervenções e foi escolhido o goleiro da rodada pelo Futebol Interior:

"Jori foi um dos destaques do América Mineiro na vitória diante da Ponte Preta por 1 a 0. O goleiro fez grandes defesas e foi essencial para que o Coelho surpreendesse o adversário em pleno Moisés Lucarelli."

https://www.futebolinterior.com.br/futebol/Selecoes-da-Rodada/noticias/2019-07/selecao-da-serie-b-vem-com-penatacampeao-brasileiro-e-tecnico-japones?fbclid=IwAR1bakgHo5cTrBTQPk5_PlDmlhrzh5t9XTrVkQcvb60VoP93wnSp04l_zt0

É bom destacar que o tempo de amadurecimento do goleiro é maior do que um jogador de linha sub-23.

O lado esquerdo, com Ricardo Silva, João Paulo, Maranhão e Felipe Azevedo, mais avançado, foi envolvido com facilidade pelos adversários.

Ricardo Silva, na função de quarto zagueiro, errou na saída de bola e nas cobranças de faltas.

Paulão foi mais regular pelo alto do que pelo chão.

Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa e no ataque.

De acordo com o Footstats. Diego Ferreira e Matheusinho formaram a dupla mais interativa do time, com 13 passes trocados entre eles.

Zé Ricardo, novamente, se destacou pela participação na marcação, na distribuição das jogadas e pela finalização certa.

Juninho e Maranhão são bastante esforçados, correm o campo todo, mas limitados nas finalizações, lançamentos e passes.

Matheusinho foi um dos mais participativos no primeiro tempo, mas muito distante do Belusso e sem a presença de um meia-centralizado para facilitar a troca de passes. Acertou 20 passes, errou 4, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada.

Belusso, muito isolado, fez duas finalizações perigosas.

Felipe Azevedo, também distante do Belusso e sem a presença de um meia-atacante centralizado, e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva de meia-atacante de lado, comprovou que mais avançado pelo centro é mais produtivo, eficiente e decisivo,  Fez o gol da vitória, acertou 15 passes, errou 7, fez duas assistências para finalização e duas finalizações certas.

Bilu, Viçosa e Toscano demonstraram que deveriam ter sido mais bem aproveitados durante os jogos, até entre os titulares.

A transpiração superou a inspiração, mas vale destacar as quatro defesas do Ivan, em duas finalizações do Belusso, numa do Zé Ricardo e numa cabeçada do Paulão.

Apesar da fragilidade do setor defensivo, a distribuição tática ficou mais equilibrada e o time mais bem esboçado, com a entrada de um meia-atacante, Toscano, no lugar de um volante, Maranhão.

Dados Footstats:

Primeiro tempo:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 5 x 3
finalizações erradas: 8 x 2

Fim de jogo:
posse de bola: 49 x 51
finalizações certas: 6 x 7
finalizações erradas: 13 x 6

Ponte Preta:
Ivan;
Diego Renan, Renan Fonseca, Airton, Guilherme Guedes;
Édson, Camilo (Tiago Real), Magrão;
Marcondele (Tiago Marques), Roger (Alex Maranhão), Matheus Vargas;
Técnico: Jorginho.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Toscano;
Matheusinho (Bilu), Belusso (Viçosa), Felipe Azevedo
Técnico: Felipe Conceição.

Gol: Felipe Azevedo

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"