quinta-feira, 14 de junho de 2018

América-MG 0 x 0 Chapecoense-SC

A limitação qualitativa da equipe americana, ampliada pelo desgaste físico provocado pelo excesso de jogos seguidos, reduziu a força do futebol coletivo, competitivo e combativo do Coelhão.

Embora o confronto tenha sido equilibrado e nivelado por baixo, o time americano buscou a repetição da ideia de jogo**, mas com muitas perdas da posse de bola, sem poder de decisão no primeiro tempo, de criação no segundo.

Foram 11 finalizações do América (3 certas e 8 erradas), contra 10 conclusões da Chapecoense (3 certas, 7 erradas).

As duas finalizações mais perigosas do adversário foram em falhas individuais dos americanos.

Na primeira, Leandro Donizete parou no lance, em vez de combater Wellington Paulista, que finalizou com perigo para defesa do Jori.

Na segunda, Magrão errou o recuo para Juninho, que ficou vendido na jogada, Bruno Silva ganhou na corrida e finalizou para a defesa salvadora do Jori.

Apesar do erro, Magrão, improvisado na lateral, foi o que mais acertou passes.

A queda de rendimento do Serginho, nos três últimos jogos contra Atlético, Grêmio e Chapecoense, evidenciou o esgotamento físico da equipe, a falta de opções para revezar e a necessidade de contratar reforços.*

Ruy parece sem condições de jogar até 45 minutos.

Capixaba e Renan Oliveira não justificaram a presença na equipe.

Juninho foi mais participativo e produtivo que Serginho.

Ademir aumentou a velocidade ofensiva, mas não a eficiência. Talvez tivesse sido mais produtivo e eficaz ter entrado no segundo tempo.

Em comparação aos jogos anteriores, a produtividade do Aylon e Marquinhos foi inferior a do criticado Luan.

Pelo apresentado nas 12 primeiras rodadas, Aderlan e Luan seriam os titulares, com Ademir de primeira opção,  devido a necessidade de reforço muscular para jogar os 90 minutos mais acréscimos.

Destaque para Jori *** pelas duas defesas salvadoras.

Dados Footstats:
posse de bola: 49 x 51
finalizações certas: 3 x 3
finalizações erradas: 8 x 7
passes certos: 367 x 349
passes errados: 43 x 26
cruzamentos certos: 6 x 4
cruzamentos errados: 25 x 26

Jori: falhou na quicada de uma bola, mas fez duas defesas salvadoras

Norberto: pouco produtivo no apoio, acertou 2 cruzamentos, errou 3 e perdeu 4 vezes a posse de bola.

Messias e Matheus Ferraz: mantiveram a segurança defensiva.

Magrão: improvisado na lateral, errou um recuo de bola que quase originou o gol do adversário, mas acertou 59 passes, errou 9, fez 3 lançamentos certos, 1 errado, duas assistências para finalizações.

Leandro Donizete: participativo na troca de passes, acertou 51, errou 3, fez um lançamento certo

Juninho: acertou 37 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certo, duas assistências para finalizações, 1 cruzamento certo.

Aylon: repetiu a oscilação. acertou 22 passes, fez duas assistências para finalização, uma conclusão certa e duas erradas.

Serginho: sem poder de criação, de decisão e finalização, acertou 24 passes, errou 7 e perdeu 6 vezes a posse de bola.

Ademir: muita velocidade, mas pouca eficiência, acertou 15 passes, errou 1, fez duas finalizações erradas e perdeu 6 vezes a posse de bola. Tem potencial para ser aproveitado durante os jogos.

Judivan: Ainda sem ritmo de jogo, acertou 12 passes, fez duas assistências para finalizações, duas finalizações certas e uma errada. Possivelmente estará mais bem preparado fisicamente depois da Copa do Mundo.

Maquinhos: repetiu os erros na tomada de decisão e perdeu 4 vezes a posse de bola.

Ruy: aparentemente sem condições físicas para jogar 45 minutos.

América
Jori;
Norberto, Matheus Ferraz, Messias, Magrão;
Leandro Donizete e Juninho;
Aylon (Ruy), Serginho, Ademir (Marquinhos);
Judivan (Rafael Moura)
Técnico: Enderson Moreira

Chapecoense:
Jandrei;
Eduardo Oliveira, Rafael Thyere, Douglas e Bruno Pacheco;
Márcio Araújo, Elicarlos, Luiz Antônio (Amaral) e Héctor Canteros (Bruno Silva);
Leandro Pereira (Vinicius) e Wellington Paulista
Técnico: Gilson Kleina

Cartões amarelos: Magrão, Leandro Donizete, Marquinhos e Messias

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Marco Antônio
------------------------

*
Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.


***Aliás, Glauco, uma das primeiras vítimas da inconsistência defensiva, que começa pelo poder de marcação principalmente dos meias-atacantes de lado, foi destaque no Brasileirão de aspirantes, contra o Coritiba.

Jori também tem grande potencial.

Vale lembrar, que João Ricardo foi contestado por torcedores, quando retornou a condição de titular no lugar do Jori.


terça-feira, 12 de junho de 2018

Pré-jogo América-MG x Chapecoense-SC

A equipe americana , com todos os jogadores a disposição, já é bastante limitada tecnicamente.

Entre os titulares, faltam atletas qualificados, padrão Série A, para fazer a diferença.

Com os desfalques e o desgaste físico provocado pela sequência de jogos, a limitação é aumentada.

A vantagem competitiva para buscar a vitória, contra adversários mais bem qualificados ou do mesmo nível técnico, é a força do futebol coletivo o modelo de jogo definido. **

Ainda existe necessidade de reforços* para qualificar os time titular na busca da permanência na Série A.

No período da Copa do Mundo, com possíveis contratados, treinar uma postura mais reativa para enfrentar os adversários mais capacitados.

Mas para ser reativo, será preciso a contratação de pelo menos um meia-atacante de lado, driblador, habilidoso e veloz para ser a válvula de escape.

Por enquanto, a solução é enfrentar a Chapecoense, com quem puder ser escalado, pelo Enderson Moreira.

Fernando Leal, por ter mais experiência na orientação do setor defensivo, deveria ser o titular. Mesmo assim, poderá falhar, devido a posição de goleiro*** ser de alto risco e a falha da marcação começar pelo centroavante.

Norberto, Messias, Matheus Ferraz ou Rafael Lima e Magrão deverão formar a primeira linha defensiva, que segundo o Renato Gaúcho é uma linha alta, caracterizando a postura ofensiva americana.

Leandro Donizete mais Christian ou Zé Ricardo deveriam formar a dupla de volantes.

O esforçado Juninho é participativo no combate, mas ineficiente no passe vertical.

Marquinhos, Serginho e Aylon ou Ademir formariam a linha ofensiva dos três meias.

Ademir, Aylon e Marquinhos precisam acertar mais as tomadas de decisão, fazer a recomposição e ser agudos, com poder de finalização.

Talvez Ademir e Marquinhos estejam sem o condicionamento físico ideal para jogar dois tempos.

Judivan poderia ser alternativa para jogar pelo lado direito.

O rendimento do Serginho caiu nos dois últimos jogos. Precisa manter a regularidade durante os dois tempos, com poder de criação, decisão e finalização.

Ruy, que parece fora de forma física, e Wesley são opções dos meias-centralizados.

Rafael Moura seria o centroavante; Aylon, opção de substituição. Quem jogar precisa ser participativo no combate e decisivo nas finalizações.

Possível time e sugestões de mudanças na formação básica do 4-2-3-1
Fernando Leal (Jori);
Norberto, Messias, Matheus Ferraz ou Rafael Lima, Magrão;
Leandro Donizete, Christian ou Zé Ricardo;
Marquinhos (Aylon, Judivan), Serginho (Ruy, Wesley), Aylon (Ademir);
Rafael Moura (Aylon);

América x Chapecoense
quarta-feira, 16h, Arena do Coelhão
vamos buscar a vitória!

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Marco Antônio
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*
Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.


***Aliás, Glauco, uma das primeiras vítimas da inconsistência defensiva, que começa pelo poder de marcação principalmente dos meias-atacantes de lado, foi destaque no Brasileirão de aspirantes, contra o Coritiba.

Jori também tem grande potencial.

Vale lembrar, que João Ricardo foi contestado por torcedores, quando retornou a condição de titular no lugar do Jori.


segunda-feira, 11 de junho de 2018

Grêmio-RS 1 x 0 América-MG

Mais uma derrota caracterizada pela limitação do futebol coletivo do América, contra um time com jogadores mais bem qualificados tecnicamente.

Cícero, pela precisão do lançamento, e Everton, pela velocidade e habilidade na definição da jogada, fizeram a diferença n resultado.

Jori, igual ao João Ricardo contra o Vasco e Palmeiras, foi criticado pelo gol sofrido.

Mas a falha começou com a perda de posse do Aylon, ao tentar um lance de efeito, depois na falta de marcação no Cícero, que teve liberdade para fazer o lançamento para Everton ganhar na velocidade do Juninho, na recomposição, do Aderlan, que havia cobrado uma falta pelo lado esquerdo do ataque.

Uma situação é o goleiro falhar quando a bola é defensável, outra coisa é não fazer defesa salvadora para evitar o gol, quando a vantagem é toda do atacante adversário, principalmente se estiver desmarcado.

A posse de bola gremista (61%) contra (39%) do América representou parte da superioridade técnica do adversário.

Ainda assim, principalmente devido a manutenção da ideia de jogo ** e competitividade dos jogadores americanos, foram 9 finalizações do América (3 certas e 6 erradas) contra 10 conclusões do Grêmio (5 certas e 5 erradas).

A projeção da necessidade prioritária dos reforços continua*, mas o ideal seria até acrescentar laterais.

Dados Footstats

posse de bola: 61 x 39
finalizações certas: 5 x 3
finalizações erradas: 5 x 6
passes certos: 505 x 295
passes errados 43 x 45
cruzamentos certos 8 x 2
cruzamentos errados 19 x 10

Jori: ficou no mano a mano com Everton desmarcado. Se fica no gol, aumentaria a facilidade para Everton finalizar.  Fez uma defesa salvadora no segundo tempo, numa finalização do Everton. A bola no travessão, resvalou antes do Messias, que tirou o goleiro da jogada.

Aderlan e Giovanni se limitaram mais na marcação, com poucas ultrapassagens. Quando Aderlan avançou para bater a falta pelo lado esquerdo do ataque, o time sofreu o gol.

Messias e Matheus Ferraz mantiveram a consistência defensiva pelo centro.

Juninho e Christian defenderam e atacaram. Juninho 25 passes certos e 4 errados. Christian 29 certos e 1 errado.

Ademir pouco acrescentou. Acertou 10 passes, errou 1, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada. Tem potencial para ser trabalhado e aproveitado durante alguns jogos.

Serginho sem poder de criação, finalização e decisão, igual contra o Atlético.

Magrão foi o mais participativo, com 37 passes certos, 4 errados, uma finalização certa, uma errada.

Aylon 19 passes certos, duas assistências para finalizações, uma finalização certa.

Rafael Moura fez uma finalização certa.

Wesley nada acrescentou.

Grêmio:
Marcelo Grohe;
Léo Moura, Bressan, Kannemann e Cortez;
Arthur, Cícero, Lima (Thaciano) e Luan (Kaio);
André (Jael) e Everton
Técnico: Renato Portaluppi

América:
Jori;
Aderlan, Messias, Matheus Ferraz e Giovanni (Rafael Moura);
Christian, Juninho;
Ademir (Marquinhos, Serginho, Magrão
Aylon (Wesley)
Técnico: Enderson Moreira
gol Everton

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Marco Antônio
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Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.

sábado, 9 de junho de 2018

Pré-jogo Grêmio-RS x América-MG

Na fase pré-copa, faltam dois jogos para o término da desgastante sequência dos jogos pela Copa do Brasil e pelo Brasileirão.

Equipes com peças de reposição mais qualificadas promoveram o revezamento a fim de minimizar o desgaste.

Ainda assim, muitas oscilaram, inclusive o Grêmio, com 16 pontos na competição. Três a mais que o América.

Com poucas opções para revezar, as mudanças americanas foram mais obrigatórias do que planejadas.

Em tese, uma das poucas vantagens competitivas do América foi a manutenção da ideia de jogo** definida pelo Enderson Moreira e absorvida pelos jogadores.

Na prática, a eficiência na execução da força do futebol coletivo americano, sem muitos destaques individuais, depende até da qualidade individual dos adversários, que na maioria dos confrontos é bem superior a dos jogadores americanos.

Entre os titulares do América, talvez só Messias esteja preparado para disputar a titularidade, nos chamados clubes grandes da primeira divisão.

Em contra-partida, a maioria dos titulares e até reservas desses clubes grandes poderia ser titulares destacados no América.

Por exemplo, Leandro Donizete, não aproveitado no Santos, e titular absoluto no Coelhão.

Para enfrentar o Grêmio, o modelo de jogo deve ser repetido.

Talvez seja interessante a escalação do Fernando Leal porque tem mais experiência na orientação do setor defensivo. Mesmo assim, poderá falhar, devido a posição de goleiro ser de alto risco.

Aliás, Glauco, uma das primeiras vítimas da inconsistência defensiva, que começa pelo poder de marcação principalmente dos meias-atacantes de lado, foi destaque no Brasileirão de aspirantes, contra o Coritiba.

Jori também tem grande potencial.

Vale lembrar, que João Ricardo foi contestado por torcedores, quando retornou a condição de titular no lugar do Jori.

Aderlan, Messias, Matheus Ferraz ou Rafael Lima, e Giovanni poderão formar a primeira defensiva.

Os laterais precisam estreitar o posicionamento defensivo dentro da área, quando a jogada estiver no lado oposto.

Aderlan pareceu ter mais dificuldade na marcação e na saída de bola do que Norberto, mas tem resistência para defender e atacar em alta intensidade.

Sem Leandro Donizete, a dupla de volantes construtores poderia ser formada pelo Christian e Zé Ricardo, que jogam de uma intermediária a outra, com qualidade na saída de bola, lançamentos e finalizações.

Juninho poderá ser mais produtivo, caso jogue recuado, sem necessidade de avançar tanto, na função de volante destruidor.

Aylon e Marquinhos são opções de meia-atacante para o lado direito.

Ademir, Aylon e Magrão são opções para esquerda.

Pelo trabalho de fortalecimento muscular realizado no Ademir, talvez seja mais produtivo o jogador entrar durante o jogo para enfrentar o adversário mais cansado.

O escalado deve fazer a recomposição para colaborar com os laterais na marcação e também ser ofensivo com poder de finalização.

Serginho precisa manter a regularidade produtiva, com poder de criação, finalização e decisão, nos dois tempos.

Se Ruy estivesse mais bem condicionado fisicamente, poderia ser alternativa para começar a partida.

Wesley é alternativa para função de meia-centralizado.

Renan Oliveira carece justificar a permanência na equipe.

Rafael Moura será o centroavante, com a missão de imposição física sobre os marcadores, poder de finalização e decisão.

A projeção da necessidade de reforços continua.

Possível time e sugestões de mudanças na formação básica do 4-2-3-1

Fernando Leal (Jori);
Aderlan, Messias, Matheus Ferraz (Rafael Lima), Giovanni;
Christian (Juninho), Zé Ricardo (Juninho)
Marquinhos (Aylon), Serginho (Ruy, Wesley), Aylon (Ademir, Magrão)
Rafael Moura (Aylon)

Grêmio x América
domingo, 16h, Arena do Grêmio
vamos jogar pra vencer, Coelhô!
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Marco Antônio
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Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.

sexta-feira, 8 de junho de 2018

América-MG 1 x 3 Atlético-MG

A força do futebol coletivo, competitivo e combativo nem sempre será suficiente para superar as qualidades dos adversários.

Apesar de a ideia de jogo**, utilizada pelo Enderson Moreira desde a disputa e conquista da Série B, ter sido repetida, houve falhas na execução, devido as limitações da equipe americana, aumentadas pelo desgaste físico, provocado pela sequência de jogos, e a capacidade individual dos jogadores adversários.

Cazares, Ricardo Oliveira e Róger Guedes fizeram a diferença para o Atlético conquistar a vitória.

Coincidentemente, jogam nas posições da projeção de reforços para o Coelhão permanecer na Série A*. Talvez também seja necessário reavaliar o poder de marcação dos laterais.

O América buscou fazer a proposta do jogo, mas o setor defensivo ficou vulnerável, principalmente pelo lado direito, com as ultrapassagens do Norberto e sem a recomposição do Aylon.

Os três gols sofridos foram pelo lado direito defensivo americano, com ou sem a presença do Norberto no lance, que não tem velocidade de recomposição nem altura e impulsão para disputar bola pelo alto. Por isso a importância da escalação do Aderlan, a fim de dividir a dupla função defensiva-ofensiva.

Baixa intensidade para recompor e contra-atacar, baixo poder criativo e ineficiência nas finalizações foram dificultadores na execução das jogadas defensivas e ofensivas.

Até Serginho, um dos poucos destaques individuais do time no Brasileiro, rendeu menos do que deveria render.

Destaque para Messias, pelo gol marcado.

Ainda assim, foram 3 finalizações certas e 9 erradas do América, contra 4 certas e 5 erradas do Atlético, que foi mais reativo do que propositivo.

posse de bola: 46 x 54
finalizações certas: 3 x 4
finalizações erradas: 9 x 5
passes certos: 367 x 401
passes errados: 39 x 30
cruzamentos certos:  4 x 5
cruzamentos errados 29 x 12

Jori: Tentou antecipar a saída no segundo gol, porém mais méritos para o Cazares, pelo domínio da  bola na recepção do lançamento, do drible e precisão na finalização.

Norberto: Apesar de não ter velocidade de recomposição, avançou mais do que o necessário.

Messias e Matheus Ferraz: Envolvidos quando ficaram muito expostos, mas mesmo assim mantiveram a segurança defensiva pelo centro.

Giovanni: Não acompanhou Blanco na jogada do primeiro gol, mas foi participativo na troca de passes. Acertou 66, errou 5.

Leandro Donizete: Não acompanhou Roger Guedes na jogada do primeiro gol. tem baixa velocidade de recomposição, mas foi participativo na troca de passes. Acertou 57, errou 6.

Chistian: Embora o segundo gol tenha sido méritos do Cazares, foi envolvido na jogada, mas participativo na defesa e no ataque. Acertou 29 passes, errou 4, fez um lançamento certo e uma assistência para finalização. Dentro da área, a vantagem é toda do atacante, quando está com a bola dominada no mano a mano contra o defensor.  Messias também foi envolvido pelo Tomás Andrade, em lance parecido no segundo tempo.

Aylon: participativo ofensivamente, mas sem fazer a recomposição e sem poder de finalização.  Acertou 27 passes, fez 3 assistências para finalizações.

Serginho: Só apareceu efetivamente no cruzamento para o gol do Messias. Sem poder de criação, finalização e decisão. Acertou 28 passes, errou 8, fez duas assistências para finalizações e perdeu 4 vezes a posse de bola e gerou contra-ataques.

Luan: Acertou 26 passes, errou 1 e perdeu 7 vezes a posse de bola

Judivan: totalmente sem ritmo de jogo,  acertou 4 passes, errou 2, perdeu 5 vezes a posse de bola e fez 3 finalizações erradas.

Adermir: aumentou a velocidade ofensiva, mas sem eficiência nos complementos das jogadas. Acertou 9 passes e fez uma assistência para finalização.

Marquinhos: pouco acrescentou. Três passes certos e uma finalização.

Ruy: sem tempo, mas pareceu fora de forma

América
Jori;
Norberto, Matheus Ferraz, Messias e Giovanni;
Leandro Donizete (Ruy) e Christian;
Aylon, Serginho e Luan (Marquinhos);
Judivan (Ademir)
Técnico: Enderson Moreira

Atlético
Victor;
Patric, Leonardo Silva, Gabriel e Juninho (Bremer);
Adilson, Gustavo Blanco,
Luan (Tomás Andrade) e Cazares (Elias);
Róger Guedes e Ricardo Oliveira
Técnico: Thiago Larghi

Gols: Messias, Ricardo Oliveira, Cazares e Tomás Andrade,
Cartões amarelos: Norberto e Serginho

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Marco Antônio
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Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.

quarta-feira, 6 de junho de 2018

Pré-jogo: América-MG x Atlético-MG

Depois das nove primeiras rodadas do Brasileirão, o time americano ainda busca o ponto de equilíbrio entre defender e atacar, próximo da máxima perfeição, de acordo com a qualidade técnica do adversário.

O Coelhão está no G6 dos gols marcardos e no Z4 dos sofridos.

Com 13 gols marcados, o América divide a quarta colocação com o Palmeiras. Flamengo é o primeiro com 16 gols.

Em relação aos sofridos, é o terceiro que mais levou gols (14).

Vale destacar que, a consistência defensiva também depende do poder de marcação dos 3 meias-atacantes e do centroavante.

A ideia de jogo ** definida pelo Enderson Moreira, durante a disputa e conquista da Série B 2017, deve ser utilizada para buscar a vitória contra o Atlético.

Aliás, o time atleticano, que explora as jogadas ofensivas pelos lados, foi o que mais finalizou nesta Série A. Marcou 14 gols, mas sofreu 13, mas é bastante limitado na defesa, com Patric, Leo Silva e sem Fábio Santos.

Norberto, bem fisicamente, Messias, Matheus Ferraz e Giovanni, bem fisicamente, deverão formar a primeira linha defensiva.

Aderlan é opção de substituição para o lugar do Norberto; Magrão, para o lugar do Giovanni.

Leandro Donizete, bem fisicamente, e Christian deveriam formar a dupla de volantes.

Juninho e Zé Ricardo seriam alternativas de reposição.

Aderlan, mas participativo na marcação e Aylon, mais participativo no ataque, são opções de meia-atacante de lado, pela direita.

Luan, mais participativo na marcação, e Ademir, com potencial para entrar no segundo tempo, partir pra cima do Patric e aumentar a força ofensiva, são opções de meia-atacante pelo lado esquerdo.

Talvez Ademir, que passou por um processo para ganhar massa muscular, ainda não esteja preparado fisicamente para jogar os 90 minutos.

Magrão, por colaborar no combate e auxiliar Giovanni na marcação, é opção para o lugar do Luan.

Serginho, destaque e artilheiro do time no Brasileirão, deverá ser o meia centralizado, com poder de criação, finalização e decisão durante os dois tempos.

Ruy, bem condicionado fisicamente, também tem poder de criação, finalização e decisão.

Aylon e Judivan são opções de centroavante, mas Aylon parece mais bem preparado fisicamente, com mais ritmo de jogo, poder de finalização e decisão.

A projeção de reforços continua. *

Possível time e sugestões de mudanças na formação básica do 4-2-3-1
Jori;
Norberto, Messias, Matheus Ferraz, Giovanni;
Leandro Donizete (Juninho), Christian;
Aderlan (Aylon), Serginho, Luan (Ademir, Aylon, Magrão);
Aylon (Judivan)

América x Atlético
quinta-feira, 21h, Arena do Coelhão
vamos buscar a vitória, Coelhô!

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Marco Antônio
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Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

**
- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.

segunda-feira, 4 de junho de 2018

América-MG 3 x 1 Atlético-PR

Apesar dos desfalques e do desgaste físico provocado pelos jogos seguidos, a ideia de jogo** utilizada pelo Enderson Moreira, desde a disputa e conquista da Série B 2017, foi repetida e bem executada pelo time americano, contra um adversário organizado taticamente, mas sem grandes destaques individuais.

Houve falhas defensivas na saída de bola, na abertura da barreira e na jogada da finalização do Thiago Heleno no travessão.

A superioridade ofensiva foi americana, com 20 finalizações (8 certas e 12 erradas), contra 7 conclusões do adversário (3 certas e 4 erradas).

Christian e Aylon se destacaram pela participação nos dois gols do Serginho, e Aylon pelas 5 assistências para finalizações.

O principal destaque foi Serginho, pela manutenção do poder de criação, finalização e decisão, durante os dois tempos do jogo.

Ainda assim, a projeção de reforços continua.*

Dados Footstats
posse de bola: 44 x 56
finalizações certas: 8 x 3
finalizações erradas: 12 x 4
passes certos: 323 x 473
passes errados: 33 x 44
cruzamentos certos: 8 x 5
cruzamentos errados: 17 x 15

Jori: no gol sofrido, a abertura da barreira prejudicou o tempo de reação do goleiro. Só foi exigido numa finalização de longa distância do Thiago Carleto. Precisa melhorar a devolução com os pés na bola recuada.

Norberto: Participativo na defesa e ataque, acertou 40 passes, errou 5, uma assistência para finalização.

Messias: Forçou o passe no início da jogada que originou o gol atleticano, mas manteve a segurança defensiva.

Matheus Ferraz: perdeu a disputa para Thiago Heleno, na finalização feita no travessão, mas manteve a segurança defensiva.

Carlinhos: participativo na defesa e ataque, Fez 4 finalizações, uma certa e 3 erradas.

Juninho: aumentou o número de passes certos. Acertou 35, errou 3, fez 2 lançamentos errados e duas assistências para finalizações.

Christian: fez os lançamentos nas jogadas dos dois primeiros gols, acertou 30 passes, errou 5, e fez duas finalizações erradas.

Aylon: fez a assistência para o segundo gol do Serginho, 5 assistências para finalizações, acertou 30 passes, errou 7,  duas finalizações erradas. Poderia ter revezado o posicionamento com Judivan. Embora o cruzamento para Serginho no segundo gol tenha sido pelo lado esquerdo, pareceu que deve ser mais utilizado ofensivamente pela direita ou talvez na função de centroavante.

Serginho: manteve a regularidade produtiva durante os dois tempos, marcou dois gols, participou da jogada do terceiro, acertou 27 passes, errou 3, fez 3 assistências para finalizações, 4 conclusões certas e 3 erradas.

Magrão: 3 assistência para finalização, uma finalização certa, 23 passes certos, 2 errados, 2 cruzamentos certos, 3 errados.

Judivan: pouco participativo, 5 passes certos e 1 errado, e assistência para o primeiro gol do Serginho

Giovanni: menos participativo que nas partidas anteriores, 16 passes certos, 1 errado.

Ademir: demonstrou potencial para ser utilizado mais vezes durante os jogos, marcou um gol, acertou 4 passes, errou 1 lançamento e 1 cruzamento.

Aderlan: fez a assistência para o gol do Ademir, duas assistências para finalizações, acertou 6 passes, errou 1.

América:
Jori;
Norberto, Matheus Ferraz, Messias e Carlinhos (Giovanni);
Christian e Juninho;
Aylon, Serginho, (Ademir);
Judivan (Aderlan).
Técnico: Enderson Moreira

Atlético-PR:
Felipe Alves;
Wanderson (Raphael Veiga), Thiago Heleno e José Ivaldo;
Matheus Rossetto (Bérgson), Camacho,
Lucho González e Thiago Carleto (Renan Lodi;
Nikão, Guilherme e Pablo.
Técnico: Fernando Diniz

Gols: Thiago Carleto, Serginho(2) e Ademir

Cartões amarelos: Matheus Ferraz

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Marco Antônio
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Ainda existe a necessidade de reforços qualificados para sequência do Brasileirão.

Será preciso contratar pelo menos três jogadores para aumentar o potencial agressivo e decisivo do time titular:

- Um meia centralizado.
- Um centroavante.
- Um atacante de lado.

Todos com experiência vitoriosa na primeira divisão, qualidade técnica, intensidade, velocidade, força, poder de finalização e decisão.

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- Independentemente de quem seja escalado, do adversário e da condição de visitante ou mandante, o time americano é bastante organizado taticamente, na maioria dos jogos disputados.

- Apesar dos erros de execução é até da qualidade dos adversários, tenta buscar o controle do jogo, por meio da valorização da posse de bola ofensiva.

- Com a bola, basicamente são 3 jogadores no início da transição, 4 na segunda linha e 3 mais avançados. Mais as flutuações ofensivas, inclusive dos laterais.

- Com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada, a primeira linha defensiva fica com 4 jogadores, a segunda com 2 volantes, a terceira com 3 meias, e mais a frente 1 centroavante.

- Na formação defensiva compactada, a primeira linha com 4, a segunda também com 4, e os 2 mais um pouco mais avançados, o meia centralizado e o centroavante, antes da linha do meio-de-campo.