segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

América 0 x 0 Cruzeiro

Contra um adversário mais bem qualificado, descansado e considerado umas das melhores equipes do futebol brasileiro, o time americano, em processo de reconstrução, manteve a distribuição tática*, a competitividade e a busca pelo controle do jogo.

Houve bastante equilibrio, com superioridade americanas nos lances de efeito, e de acordo com o Footstas pequena superação na posse de bola e maior acerto nas finalizações.

A posse de bola americana foi 50,4% contra 49,6% cruzeirense.

Foram 10 finalizações do América, 5 certas e 5 erradas, enquanto o Cruzeiro fez 7 finalizações, uma certa e 6 erradas.

Fernando Leal foi pouco exigido. O único lance mais perigoso foi uma cabeçada para fora do Raniel.

Aliás, quem fez as duas defesas mais importantes do jogo foi Fábio, em chutes de longa distância do Zé Ricardo e Felipe Azevedo.

Na maioria das jogadas disputadas pelo primeira linha defensiva, Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo levaram vantagem sobre os adversários.

Foi a melhor partida da dupla de zagueiros e principalmente do Diego Jussani, que rendeu abaixo do esperado nos jogos anteriores.

Juninho repetiu a voluntariedade, combateu e até finalizou de longa distância.

Neto Berola se destacou pelos dribles em jogadas individuais, mas precisa jogar mais para o time. Talvez tivesse sido mais mais produtivo e eficiente se tivesse entrado no segundo tempo.

Matheusinho carece melhorar a eficiência nas finalizações, mas mostrou habilidade e ousadia na caneta no Egídio, flutuou bastante e foi participativo no combate, na troca de passes e nos cruzamentos.

Toscano, pelo lado esquerdo, rendeu menos do que pode render. Na função de meia-atacante de lado,  tem baixa velocidade de recomposição e transição. Poderá ser mais produtivo se jogar centralizado, infiltrar na área e aumentar o poder de finalização. A produtividade também deverá ser proporcional a readaptação ao futebol brasileiro, depois de três temporadas no futebol asiático.

Júnior Viçosa conduziu a bola em excesso nos contra-ataques, mas foi bastante dinâmico e participativo inclusive no combate defensivo.

Felipe Azevedo participou da recomposição, da troca de passes e acertou uma finalização.

França e Jonatas Belusso tiveram pouco tempo para participar do jogo.

Pelo menos a entrada do França, talvez no lugar do Toscano, poderia ter sido feita antes.

Apesar do aumento da segurança defensiva do Paulão e Jussani, dos dribles desconcertantes do Berola, da caneta do Matheusinho, o destaque do jogo novamente foi Zé Ricardo.

Zé Ricardo, o dono do meio-de-campo, manteve a regularidade produtiva nos dois tempos, participou da marcação, da troca de passes e finalizou.

Ainda assim, tem total capacidade para na posição de volante ser mais produtivo na função de armador, com passes verticais para finalizações, lançamentos em profundidade e finalizações.

América:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Neto Berola (Felipe Azevedo), Matheusinho (França), Toscano (França);
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)
Técnico: Givanildo

Cruzeiro:
Fábio;
Edílson, Dedé, Leo e Egídio; Henrique, Lucas Silva (Ariel Cabral), Robinho, Rodriguinho e Marquinhos Gabriel (Rafinha); Raniel (Sassá)
Técnico: Mano Menezes

*

- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Ronaldo e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo
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Marco Antônio
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sábado, 16 de fevereiro de 2019

América-MG: Pré-jogo Cruzeiro

Givanildo deverá optar pela repetição da formação do time considerado titular.

Uma das dúvidas deve ser entre Felipe Azevedo ou Neto Berola para começar a partida.

Felipe Azevedo deveria iniciar o jogo porque parece mais bem preparado fisicamente para jogar mais tempo em alta intensidade.

Neto Berola seria opção durante do segundo tempo.

Embora o futebol possibilite que Neto Berola comece e seja decisivo no primeiro tempo.

Outra opção de mudança seria funcional, com a utilização do Christian no lugar do Toscano, a fim de aumentar a força de marcação no meio-campo e intensidade na recomposição e transição.

Aliás, se o setor defensivo apresentou sintomas de vulnerabilidade contra adversários pouco qualificados, possivelmente as dificuldades defensivas dos laterais, principalmente dos zagueiros, e dos extremos na recomposição serão maiores no clássico contra o Cruzeiro.

Leandro Silva e João Paulo são bem mais produtivos e eficientes na tarefa ofensiva.

Paulão e Diego Jussani foram envolvidos com facilidade no combate individual fora da área, nos cruzamentos rasteiros e aéreos.

Neto Berola tem pouca resistência física para defender e atacar em alta intensidade. É mais produtivo no terço final.

Talvez Felipe Azevedo tenha capacidade para recompor.

Toscano tem baixa velocidade para executar a dupla função defensiva-ofensiva. A produtividade ofensiva é proporcional a aproximação da área adversária.

Matheusinho recuar para marcar lateral é um desperdício. Sem posição fixa, mas com infiltrações na área, poderá ser mais produtivo e eficiente partindo com a bola dominada em direção ao gol.

Ainda assim, a distribuição tática*, a busca pelo controle do jogo, com posse de bola ofensiva, a competitividade e recomposição defensiva deverão ser metas de desempenho.

Zé Ricardo tem capacidade para defender e ser mais construtor de jogadas, por meio de assistências verticais para finalizações, lançamentos em profundidade e chutes de longa distância.

O competitivo Juninho deveria guardar mais a posição antes do meio-de-campo para fazer a cobertura de um dos meias-atacantes de lado e até do lateral. Quando avançar ser mais eficiente no complemento das jogadas.

Júnior Viçosa deve repetir a movimentação, a fim de executar a função de pivô, trocar passes e também entrar na área para finalizar.

Ademir, pela esquerda, França e Jônatas Belusso também são opções.

Possível time e sugestões na formação básica 4-2-3-1
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Azevedo (Neto Berola), Toscano (Christian, França, Ademir), Matheusinho (Ademir);
Júnior Viçosa (Jônatas Belusso)

América x Cruzeiro
domingo, 17h, Arena do Coelhão
vamos vencer!

*

- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Ronaldo e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

São Raimundo-RR 0 x 0 América-MG

Apesar de Fernando Leal ter se destacado contra um time pouco qualificado, a meta de resultado do time americano foi cumprida, porque na Copa do Brasil o sistema é eliminatório.

Neste caso, o resultado é mais importante do que o desempenho.

O empate fora de casa classificou o Coelhão para a segunda fase e rendeu R$ 1.150.000,00.

Em condições normais para a prática do futebol, possivelmente o desempenho dos comandados pelo Givanildo teria sido satisfatório e a vitória conquistada com goleada.

Em outras competições, Mineiro e principalmente Série B, o que deve ser avaliado pelo Givanildo, Comissão Técnica e Diretoria é o possível desgaste físico e queda de rendimento provocados pela manutenção do time em jogos seguidos, sem opção de revezamento, inclusive entre os relacionados.

A escalação do Neto Berola deveria ser mais programada. Poderá ser mais interessante utilizar o jogador em determinados jogos durante o segundo tempo.

Toscano, depois de três temporadas no futebol oriental, está em processo de readaptação física, mas tem capacidade para potencializar o desempenho.

Talvez tivesse sido mais produtiva a escalação de jogadores menos utilizados no Mineiro.

França precisa ser avaliado desde o início de uma partida. Ele e Jonatas Belusso poderiam ter começado o jogo.

Ademir poderia ter jogado pelo lado esquerdo.

Ainda opções do Ronaldo, Pedrão, Christian, Morelli.

Mas valeu pela classificação.

São Raimundo-RR:
Diego Cerqueira;
Luã, Paulinho, Alan Caruaru e André Arruda (Kayo Fernando) ;
Belão, Anderson (Matheus Tomaz), Ygor e Ricardinho; Marcos Felipe (Yan) e Clebson Monga
Técnico: Chiquinho Viana

América-MG:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Diego Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Neto Berola (França), Toscano (Christian), Matheusinho;
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)
Técnico: Givanildo Oliveira

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

América-MG: Pré-jogo São Raimundo

A busca da perfeição por meio da repetição é uma facilitadora para acelerar o entrosamento do time em processo de reconstrução  mas durante a sequência das competições, poderá aumentar a possibilidade de mudanças obrigatórias, devido ao desgaste físico provocado pela sequência de jogos, suspensões e contusões.

Por exemplo, a condição física do Neto Berola para enfrentar o Cruzeiro no próximo domingo, depois de dois jogos seguidos e viagem em curto espaço de tempo.

Embora neste caso, o Felipe Azevedo, que não foi relacionado para o jogo da Copa do Brasil, ficará a disposição.

Contra o São Raimundo, Givanildo deverá optar pela formação que começou o jogo contra a URT.

As principais adversidades possivelmente serão o cansaço da viagem e talvez as condições do estádio, mas o esquema tático*, a postura ofensiva e a competitividade deverão ser repetidos.

De acordo com as circunstâncias do jogo, poderá ser interessante a utilização do Ademir, Christian e França, durante maior tempo ou a utilização do Toscano, de segundo volante, formando uma linha de 4 com Neto Berola ou França, pela direita, Matheusinho, mais centralizado, e Ademir aberto pela esquerda.

Leandro Silva e João Paulo deverão repetir a produtividade na tarefa ofensiva.

Paulão e principalmente Diego Jussani precisam melhorar o posicionamento defensivo nos cruzamentos, aumentar o poder de combate e desarme, fora da área.

Pedrão também deveria ser mais testado.

O voluntarioso Juninho carece ser mais produtivo na parte ofensiva.

Zé Ricardo tem capacidade de exercer mais funções de construtor de jogadas, por meio de assistências verticais para finalizações, lançamentos em profundidade e finalizações.

Neto Berola parece ter capacidade para jogar em alta intensidade durante um tempo.

França é opção para o segundo tempo ou para começar.

Toscano poderá ser mais criativo, finalizador e decisivo pelo centro, com infiltrações na área.

Matheusinho deve ter liberdade para flutuar, mas precisa infiltrar mais vezes dentro da área e ser mais eficiente nas finalizações.

Ademir deveria ser utilizado aberto pela ponta esquerda, a fim de buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Júnior Viçosa deve repetir a movimentação, o poder de finalização e decisão.

Jônatas Belusso é opção de reposição ou para começar o jogo.

Possível escalação e sugestões de mudanças na formação básica 4-2-3-1

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani (Pedrão), João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Christian);
Neto Berola (França, Felipinho), Toscano (França, Ademir), Matheusinho;
Júnior Viçosa (Jônatas Belusso)

no 4-1-4-1:
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani (Pedrão), João Paulo;
Zé Ricardo;
Neto Berola (França), Toscano, Matheusinho, França (Ademir);
Júnior Viçosa (Jônatas Belusso)

São Raimundo x América
quarta-feira, 21h30, Roberto Marinho, Boa Vista, Roraima.
vamos vencer, Coelhão!

*
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Ronaldo e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

América 3 x 1 URT

Apesar do resultado vitorioso e da manutenção da liderança do Mineiro, o time americano repetiu sintomas de fragilidade defensiva, contra outro adversário pouco qualificado.

Diego Jussani, Leandro Silva e Paulão estão mal posicionados nos cruzamentos rasteiros e pelo alto.

Neste jogo e nos anteriores, quando Paulão e Jussani saíram da área para fazer o combate individual, foram envolvidos com facilidade, principalmente Jussani, que está sem velocidade de recuperação e sem tempo de bola.

Leandro Silva e João Paulo apresentaram dificuldades na tarefa defensiva, embora sejam bastante produtivos e eficientes no apoio.

A recomposição dos extremos vai precisar ser mais eficiente contra adversários mais qualificados e velozes.

No gol em contra-ataque da URT,  talvez por erro de posicionamento e função, Toscano era o mais recuado pela direita, a frente do Juninho Potiguar, mas foi ultrapassado pelo adversário, que infiltrou na grande área livre de marcação.

Aliás, a produtividade do Toscano está reduzida pelos lados, longe da área, e aumentada pelo centro, quando troca passes ou faz assistências ou infiltrações área para finalizar.

Matheusinho também está mais produtivo e eficiente quando parte pelo centro com a bola dominada e entra na área para driblar ou fazer assistências para finalização ou finalizar.

Quanto mais próximos da área Matheusinho e Toscano jogarem, maior será o poder de criação, decisão e finalização.

Givanildo e comissão técnica precisam encontrar o melhor posicionamento para os dois meias-atacantes ou pontas de lança desempenharem as funções com maior aproveitamento.

Destaque para o poder de decisão do Neto Berola e a regularidade produtiva do Zé Ricardo, durante a maior parte dos 90 minutos mais acréscimos.

Embora a básica distribuição tática* e a postura ofensiva tenham sido repetidas, o nível de competitividade caiu um pouco, em determinados momentos da partida.

Fernando Leal fez uma defesa salvadora numa cabeçada do Kaio Wilker, livre de marcação.

Leandro Silva falhou no posicionamento defensivo na cabeçada do Kaio, mas participou das jogadas do primeiro e terceiro gols.

João Paulo deveria ter feito mais ultrapassagens e cruzamentos precisos.

O voluntarioso Juninho foi pouco produtivo e eficiente ofensivamente.

Matheusinho mostrou talento na tentativa do chapéu estiloso impedido com falta e no cruzamento preciso para o segundo gol do Berola.

Neto Berola demonstrou que poderá ser útil durante um tempo de jogo.

Júnior Viçosa executou bem a função de um centroavante dinâmico, com bastante movimentação para buscar a bola, jogar pelos lados e infiltrar na área para finalizar.

França novamente entrou bem durante a partida e fez assistência precisa para o gol do Júnior Viçosa.

Christian poderia ter entrado antes no lugar do Juninho.

Ademir poderia ter entrado antes no lugar do Toscano para jogar aberto pela esquerda, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos precisos com o pé esquerdo.

América:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Neto Berola (França),  Toscano (Ademir), Matheusinho (Christian);
Júnior Viçosa.
Técnico: Givanildo

URT:
Marcão;
Rodney, Gladstone, Marcos Vinícius e Djalma Silva;
Diogo Orlando (Bruno Aquino);
Juninho Potiguar (Kaio Wilker), Derly e Cascata (Gilson);
Carrara e Reis.
Técnico: Ito Roque

Gols: Neto Berola (2), Júnior Viçosa.

*

- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Rafael Oller, Ronaldo e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo

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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

América-MG: Pré-jogo URT

Depois do jogo contra a URT, o Coelhão vai enfrentar o São Raimundo, quarta-feira em Roraima, pela Copa do Brasil, e o Cruzeiro, domingo, na sequência do Mineiro.

Manter a escalação do time considerado titular ou revezar os escalados deve ser o dilema, mais da comissão técnica do que do Givanildo, que habitualmente prefere priorizar o próximo jogo e optar por não mexer no time que está ganhando.

Ainda mais que, grande parte da torcida cobra resultado em prazo.

Talvez fosse interessante promover a estreia do Pedro, escalar Jônatas Belusso desde o início e Wesley Pacheco ser opção de substituição, porque Diego Jussani e Júnior Viçosa estão com dois amarelos e poderão desfalcar o time no clássico.

Aliás, Diego Jussani foi envolvido com facilidade no combate direto pelo chão, demonstrou baixa velocidade de recomposição defensiva e teve falhas de posicionamento nos cruzamentos aéreos e rasteiros.

Vulnerabilidade do setor defensivo e baixo poder de marcação dos extremos na recomposição são possíveis pontos críticos, que foram pouco testados devido a baixa qualidade ofensiva dos adversários.

Contra adversários mais ofensivos e qualificados, será necessária uma maior recomposição defensiva dos extremos avançados, mas por enquanto atacaram muito mais do que defenderam.

Ainda falta um meia-atacante pelo lado esquerdo mais produtivo e eficiente para executar a dupla função defensiva-ofensiva.

Toscano precisa encontrar o melhor posicionamento, centralizado, próximo do Matheusinho e com infiltrações na grande área a fim de aumentar o poder de finalização e decisão.

Independentemente da escalação, a distribuição tática*, a postura ofensiva e a competitividade deverão ser repetidas.

Leandro Silva e João Paulo foram mais produtivos na tarefa ofensiva.

Paulão parece estar mais bem preparado do que Diego Jussani, mas também precisa melhorar o posicionamento nos cruzamentos rasteiros e pelo alto.

Zé Ricardo, na posição de volante, tem total capacidade de assumir a função de armador do time, se fizer mais assistências verticais para finalizações, lançamentos em profundidade e ser mais finalizador.

Juninho precisa ser mais produtivo no campo ofensivo nos dois tempos, principalmente contra times mais compactados.

Outra opção de mudança contra adversários mais recuados, é a troca do Juninho pelo Christian ou por um ponta esquerda, Ademir ou Berola ou França, com Felipe Azevedo aberto no outro lado, e Matheusinho e Toscano mais próximos pelo centro.

Matheusinho e Toscano têm mais perfil do antigo ponta de lança camisa 10, que partia com a bola dominada para cima da defesa adversária, a fim de driblar ou passar ou finalizar.

Felipe Azevedo precisa ter mais poder de decisão, mas demonstrou poder ofensivo nas assistências e finalizações.

Ademir deveria ser utilizado aberto pela ponta esquerda, a fim de buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

França tem mais facilidade para jogar pelos dois lados. Vai precisar ter o mesmo desempenho, quando começar jogando.

Neto Berola deve ser mais produtivo e eficiente se entrar durante o jogo e atuar no campo ofensivo.

Júnior Viçosa executou a função de pivô,  participou da troca de passes, finalizou e marcou gols. Precisa aumentar a média de um gol marcado em cada três jogos.

Jônatas Belusso deveria ser testado desde o começo de uma partida.

Possível escalação e sugestões de mudanças na formação básica 4-2-3-1

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani (Pedrão), João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Christian);
Felipe Azevedo (Neto Berola, França, Felipinho), Toscano (Neto Berola, França, Ademir, Rafael Oller), Matheusinho (Neto Berola, Rafael Oller);
Júnior Viçosa (Jônatas Belusso)

no 4-1-4-1:
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani (Pedrão), João Paulo;
Zé Ricardo;
Felipe Azevedo, Toscano, Matheusinho, Neto Berola (Ademir, França);
Júnior Viçosa (Jônatas Belusso)

América x URT
sábado, 21h, Arena do Coelhão
vamos vencer, América!

*
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Rafael Oller, Ronaldo e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo

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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Patrocinense 0 x 0 América

A organização tática, a busca pelo controle do jogo e a competitividade foram repetidas, mas faltou mais jogadas individuais, apoio dos laterais, poder de finalização e decisão para conquistar a vitória fora de casa.

Apesar da posse de bola ofensiva do time americano, o adversário teve pelo menos duas chances para marcar, em jogadas de cruzamentos para dentro da área.

Aliás, a vulnerabilidade do setor defensivo contra adversários pouco ofensivos é bastante preocupante.

Diego Jussani foi o mais envolvido com facilidade, nas poucas jogadas em que precisou sair da grande área para fazer o combate individual e nos cruzamentos pelo alto e pelo chão. Possivelmente a desvantagem competitiva será maior, quando enfrentar jogadores mais bem qualificados do Atlético e Cruzeiro.

Por ter jogado praticamente quase todo o segundo tempo no campo do adversário, talvez tivesse sido mais interessante a substituição do Juninho pelo Ademir ou Berola ou França, a fim de formar uma linha ofensiva, com Felipe Azevedo, aberto no outro extremo, Matheusinho e Toscano centralizados, e Júnior Viçosa ou Jônatas Beluso mais adiantado.

Outra opção seria a entrada do Ademir ou Berola ou França no lugar do Toscano, porque estava pouco participativo no jogo, apesar de ter aumentado a produtividade na parte final.

Mesmo assim, o empate pode ser considerado bom resultado, devido ao desgaste provocado pela sequência de jogos, longas viagens de ônibus, falta de tempo para treinar uma equipe em processo de reconstrução e até condição de visitante.

Ainda houve dois possíveis pênaltis não marcados e um gol invalidado.

Destaque para Felipe Azevedo,  pelas finalizações e pelas assistências.

Fernando Leal fez uma grande defesa.

Leandro Silva e João Paulo poderiam ter apoiado mais, a fim de aumentar a força ofensiva, a amplitude de jogo e descompactar a defesa adversária.

Paulão precisa se posicionar melhor na bola aérea defensiva.

Zé Ricardo participou da marcação, da saída de bola, da troca de passes no setor ofensivo. Tem capacidade para forçar o passe vertical e voltar a ser finalizador.

Juninho é bastante competitivo, mas pouco produtivo ofensivamente contra adversários mais compactados.

Matheusinho participou da troca de passe e poderia ter feito um golaço depois da sequência de chapéus.

Toscano apareceu mais nos minutos finais do segundo tempo.

Júnior Viçosa fez um gol em possível impedimento.

Jônatas Belusso não pegou na bola.

Patrocinense:
Júlio César; Kellyton, Betão, Diego Borges e Ian Barreto;
Bruno Moreno, Tony Galego, Davi e Dedê (Fernando);
Felipe Alves (Otacílio Neto) (Val Barreto) e Pavani
Técnico: Wellington Fajardo

América:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Azevedo, Toscano, Matheusinho;
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)
Técnico: Givanildo

*
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.

- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.

- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

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