segunda-feira, 16 de março de 2020

Patrocinense 0 x 1 América

Apesar do baixo desempenho, o resultado foi excelente.

Sem demonstrar futebol convincente, o time americano venceu, manteve a liderança invicta da competição e conquistou antecipadamente a classificação para a semifinal do Mineiro.

Flávio, no lugar do Zé Ricardo, suspenso, foi uma alteração obrigatória.

Rickson, no lugar do Diego Ferreira, e Leo Passos, no lugar do Ademir, possivelmente foram mudanças mais necessárias, devido ao desgaste físico dos considerados titulares, do que opcionais.

Vale repetir, que o desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens seria menor, e as opções de substituição, com ritmo de jogo, seriam maiores, se houvesse pelo menos uma mudança opcional entre os titulares e uma entre os substitutos, em cada jogo do Mineiro.

Flávio, sub-20 em fase de evolução de oscilação, sem ritmo de jogo, rendeu menos do que pode render na posição de primeiro volante.

Rickson, sub-23 improvisado na lateral, pouco acrescentou.

Talvez tivesse sido mais interessante a utilização do Thalys, sub-20. que por enquanto foi promovido para não jogar, na lateral.

Leo Passos, também sub-23, se destacou pelo poder de decisão.

Aliás, Leo Passos, embora esteja na fase de evolução e oscilação, e Matheusinho são os que mais se aproximam da necessidade de um meia-centralizado, embora também sejam opções para os lados, com poder de criação, decisão e finalização.

Ainda o sub-20 João Gabriel, com menos rodagem.

Com Felipe Conceição, o time americano utilizou dois volantes mais avançados, Juninho e Maranhão, praticamente na função de meias atacantes, a fim de fazer a marcação alta e forçar o erro do adversário na saída de bola.

No jogo contra o São Bento, Flávio, que tem mais potencial de primeiro volante, foi utilizado mais avançado na função de meia atacante, e foi improdutivo nas assistências e nas finalizações.

Este ano, Alê e Juninho são os meios-campistas mais avançados.

Alê tem mais qualidade na bola longa, através de lançamentos.

Juninho força o erro do adversário na saída de bola.

Mas Alê e Juninho são pouco assistentes e finalizadores.

Alê fez três gols, mas finalizou pouco.

No gol contra o Patrocinense, Juninho e Leo Passos marcaram a saída de bola, o que evidenciou a marcação alta feita pelo Juninho, no campo do adversário.

Praticamente só o Zé Ricardo, jogou de primeiro volante nos outros jogos, o que aumentou os espaços para jogadas de contra-ataque.

Esse engrenagem defensiva-ofensiva do meio-de-campo é uma das necessidades de melhoria durante a paralisação das competições.

A maior utilização do Leo Passos e/ou Matheusinho no lugar do Alê ou Juninho deveria ser experimentada.

Zé Ricardo, um pouco mais avançado na função de segundo volante, igual se destacou na base, e Juninho, mas recuado, na cobertura dos laterais e proteção aos zagueiros, é outra opção.

Uma mudança tática, que bem trabalhada, futuramente poderá ser bastante interessante foi a entrada do Joseph, para formar uma linha defensiva com Lucas Kal e Eduardo Bauerman.

A utilização de três zagueiros poderá transformar os laterais em alas, a fim de diminuir a fragilidade defensiva pelos lados e aproveitar o potencial ofensivo do Diego Ferreira, Leandro Silva, Ronaldo e Thalys, pela direita, e principalmente do João Paulo, Lucas Luan e Sávio, pela esquerda.

Luisão, que também subiu para não ser aproveitado, é opção para formar o trio defensivo.

Embora a movimentação ofensiva com troca constante de posição seja interessante, ainda existe a necessidade de utilizar um centroavante, com mais presença de área, entre os titulares ou durante os jogos, de acordo com as circunstâncias da partida, a fim de aumentar a vantagem competitiva do time americano sobre o adversário.

Vitão, outro sub-20 promovido para não jogar, deveria ser mais utilizado.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares.

Patrocinense:
Luiz Miguel;
Marcelo, Alisson, Felipe Gregory e Pedro Rosa;
Léo Costa (Jayme), Alemão, Diego Luís (Daniel Menezes) e Giba (Rafael Gladiador);
Rodney e Paulo Renê
Técnico: Thiago Oliveira

América na distribuição básica 4-1-2-3 com variação para 4-1-4-1.

Airton;
Rickson, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Flávio;
Juninho e Alê (Joseph);
Rodolfo, Léo Passos (Lucas Luan), Felipe Augusto (Ademir)
Técnico: Lisca
Gol: Léo Passos

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sábado, 14 de março de 2020

Pré-jogo Patrocinense x América

Nas primeiras oito rodadas do Mineiro, as poucas mudanças feitas entre os titulares do time americano foram por contusão e lesão.

Faltaram alterações opcionais, a fim de preparar melhor a equipe para sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e principalmente disputar a Série B.

Substituições durante os jogos foram repetidas e outras realizadas depois dos 40 minutos.

Carlos Alberto entrou aos 43 do segundo tempo, contra o Coimbra.

Contra o Boa, Vitão entrou aos 42 do segundo tempo.

Oportunidades que nada acrescentaram na evolução dos promovidos da base, em processo de desenvolvimento físico, tático e técnico.

Jori, Matheusinho e Zé Ricardo foram treinados no sub-20 pelo Milagres, que saiu do América no início de 2017.

Com Fred Pacheco no comando técnico em 2018, a base perdeu um ano no desenvolvimento.

Em 2019 e 2020, atletas em formação do sub-20 foram promovidos, desfalcaram e provocaram queda de desempenho nas competições disputadas pelos comandados do Paulo Ricardo no Brasileiro e Mineiro, e pouco jogaram ou não foram utilizados no principal.

https://avacoelhada.blogspot.com/2020/01/transicao-x-desempenho-do-sub-20-x.html

Quanto mais vezes jogarem, mais bem preparados vão ficar.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares.

Para enfrentar o Patrocinense, na casa do adversário, as opções de revezamento estão reduzidas, porque os considerados reservas estão com pouca rodagem.

Apesar do desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens entre eles, escalar muitos jogadores de uma vez, inexperientes ou não, sem entrosamento e sem ritmo de jogo é uma aposta bastante arriscada.

Jori, 23 anos, é o goleiro um pouco mais experiente para substituir Airton.

Joseph tem mais experiência para ser escalado na zaga no lugar do Lucas Kal ou Eduardo Bauermann ou jogar na função de primeiro volante.

Os sub-23 Flávio, Geovane, Leo Passos e Rickson, em fase de desenvolvimento e oscilação, são opções entre os que jogaram mais vezes.

Flávio deve substituir Zé Ricardo, suspenso.

Rickson é opção para o lugar do Juninho ou ser improvisado na lateral.

Mas a improvisação na lateral, complica o aproveitamento do Thalys, que deixou de jogar pelo sub-20, para não ser aproveitado no principal.

Geovane é opção para segundo volante ou meia-esquerda, mas precisa ser mais finalizador.

Leo Passos é alternativa para o lugar do Ademir ou Juninho ou Alê.

Flávio, Geovane e Juninho jogaram mais vezes juntos no ano passado.

Falta um meia centralizado com mais poder nas assistências e nas finalizações do que Alê e Juninho, os meios-campistas mais avançados e próximos da intermediária adversária.

Em tese, Leo Passos é o que mais se aproxima dessa função ofensiva.

Alê tem mais qualidade na bola longa e na distribuição das jogadas.

Juninho, na maração alta, força o erro do adversário e na transição ocupa os espaços.

Entre os que menos jogaram, Luisão é opção de zagueiro com qualidade na marcação.

João Cubas jogou poucas vezes no principal e no sub-20.

Thalys é opção para a lateral ou fazer a dobra pela direita.

Embora Lucas Luan tenha mais potencial para jogar no meio-de-campo, é opção para lateral esquerda.

João Gabriel é alternativa de meia criativo, decisivo e finalizador.

Carlos Alberto é opção de ponta direita, que infiltra pela diagonal para finalizar ou parte pra cima, busca a linha de fundo e faz o cruzamento.

Vitão é artilheiro definidor com presença de área.

Talvez seja interessante utilizar Rodolfo de atacante de lado, com Vitão de centroavante referência.

Bem treinado e com ritmo de jogo, um trio ofensivo formado pelo Carlos Alberto, Vitão e Rodolfo poderá ser uma alternativa com bastante poder de finalização e decisão.

Possível escalação na formação básica 4-1-2-3

Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Flávio;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Augusto

Possíveis mudanças na formação básica 4-1-2-3

Jori;
Thalys (Rickson), Luisão,  Joseph (João Cubas), Lucas Luan;
Flávio;
Leo Passos (Rickson),  Geovane (João Gabriel, Lucas Luan)
Carlos Alberto, Vitão, João Gabriel (Lucas Luan)

Patrocinense x América
domingo, 16h,  Pedro Alves do Nascimento
vamos vencer, Coelhão!

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quinta-feira, 12 de março de 2020

Ferroviária-SP 0 x 0 América-MG

O time da Ferroviária buscou o controle do jogo, criou e desperdiçou mais oportunidades que o time americano.

A queda de desempenho, contra o Boa e a Ferroviária-SP, pode ter sido provocada pela sequência de jogos, contra Tombense, Operário-PR, Boa, Ferroviária-SP, e viagens entre eles.

Mas o desgaste seria menor se houvesse mais mudanças opcionais entre titulares e substitutos, desde a primeira rodada do Mineiro, a fim de preservar os considerados titulares, dar mais ritmo de jogo aos promovidos da base e contratados, e preparar melhor a equipe para a sequência do Mineiro, da Copa do Brasil e para disputar a Série B.

Sem o condicionamento físico ideal, faltou intensidade na transição ofensiva.

Alê, Sávio e Zé Ricardo, principais responsáveis pelas distribuição das jogadas, foram pouco produtivos.

Faltaram ultrapassagens dos laterais,  especialmente do Sávio, principal passador do time, para trocar passes com Zé Ricardo e fazer triangulações pela esquerda com Alê e Felipe Augusto.

Fragilidade defensiva do Diego Ferreira e Sávio, baixo poder de assistência, criação e finalização, do Alê e Juninho, na função de meios-campistas mais avançados pelo centro, baixa eficiência e produtividade ofensiva do Ademir, Felipe Augusto e Rodolfo, falta de um centroavante definidor, e ineficiência na bola parada prevaleceram.

Os sub-23 Geovane e Leo Passos, em fase de evolução e oscilação igual aos nossos pratas da casa, pouco acrescentaram.

Rickson tem teve tempo de tocar na bola.

Destaque para Airton, que novamente fez defesas importantes, num jogo decisivo.

Ferroviária:
Saulo;
Lucas Mendes (Alisson), Max, Elton e Bruno Recife (Caio Rangel);
Tony, Mazinho e Claudinho; Patrick Brey,
Henan e Hygor
Técnico: Sérgio Soares

América:
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Geovane);
Ademir (Léo Passos), Rodolfo, Felipe Augusto (Rickson)
Técnico: Lisca

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quarta-feira, 11 de março de 2020

Pré-jogo Ferroviária-SP x América-MG

Se o time americano mantiver a consistência defensiva, principalmente os laterais, possivelmente será mais proveitoso o adversário sair para o jogo, porque vai ceder espaços para a transição ofensiva americana em alta velocidade, com bastante intensidade, triangulações pelos lados e troca constante de posições.

Airton ou Jori terá oportunidade, em caso de necessidade, de fazer defesas importantes, num jogo decisivo.

A dupla missão defensiva-ofensiva dos laterais é complicada.

Ainda mais para o Sávio, que sem abrir mão da marcação do Caio Rangel, talvez o adversário mais agudo e qualificado pelo lado, vai precisar fazer ultrapassagens, a fim de participar da tarefa ofensiva, na qual é mais eficiente e produtivo nos passes, e nas assistências para gol e para finalização.

Diego Ferreira carece aumentar o poder defensivo e a eficiência e produtividade ofensiva.

A formação do meio-de-campo, só com o Zé Ricardo, mais recuado, e Alê e Juninho, mais avançados, poderá facilitar as jogadas de contra-ataque do adversário.

Zé Ricardo, o meio-campista mais participativo no combate, no desarme e na distribuição das jogadas, quando avança, tem potencial no passe vertical e nas finalizações.

Alê e Juninho vão precisar ser mais participativos, , na recomposição defensiva, para colaborar com Zé Ricardo e os laterais na marcação, e na transição ofensiva, Alê deverá aproveitar a qualidade na bola longa e na troca de passes, enquanto Juninho explora a ocupação dos espaços, pelo centro ou pelo lado.

Aliás, Juninho poderia revezar mais com o Zé Ricardo ou jogar um pouco mais recuado.

No lado direito ofensivo, Ademir é opção de velocidade para realizar cruzamentos ou infiltrar na diagonal e finalizar, e pela esquerda, com mais facilidade, buscar a linha de fundo em alta velocidade e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Mais uma oportunidade para Felipe Augusto demonstrar evolução com a sequência de jogos, aumentar a eficiência nas finalizações, ser mais decisivo e um dos destaques ofensivos do time.

Embora seja bastante dinâmico, e participativo na disputa de bola e nas assistências, Rodolfo também precisa ter mais poder de decisão.

Ademir, Felipe Augusto e Rodolfo deverão realizar trocas constantes de posição.

O aproveitamento nas jogadas aéreas, em lances de bola parada ou rolando, e nas cobranças de faltas, carece ser melhorado.

Alê e Sávio deverão dividir a responsabilidade das cobranças de escanteios.

Até iego Ferreira também ser utilizado na cobrança de escanteio pelo lado direito ofensivo.

Alê, Felipe Augusto, Sávio e Zé Ricardo são opções para as cobranças de falta.

Flávio, primeiro volante, Geovane, segundo volante e meia-esquerda, Joseph, zagueiro, Leo Passos, meia-atacante, Lucas Luan, lateral, mas preferencialmente meio-campista, e Vitão, centroavante definidor, devem ser as principais opções de substituição.

Falta um meia-atacante mais ofensivo pelo centro e um centroavante com mais presença de área.

Leo Passos, em fase de evolução e oscilação igual aos pratas da casa do Coelhãozinho, poderá ser alternativa para aumentar o poder ofensivo pelos lados ou pelo centro.

Vitão é opção de centroavante definidor.

Carlos Alberto, ponta direita que parte pra cima avacoelhando geral, Luisão, zagueiro de marcação, João Gabriel, meio campista com poder de criação e finalização, e Thalys, lateral direito com perfil de meio-campista, estariam mais bem preparados se tivessem participado mais vezes dos jogos do Mineiro.

Possível formação na distribuição básica 4-1-2-3

Airton ou Jori;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauerman, Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Augusto

Possível mudança de posicionamento no 4-1-2-3
Juninho;
Zé Ricardo, Alê

No 4-2-1-3
Juninho, Zé Ricardo;
Alê;

Ferroviária x América
quarta-feira, 19h15, Estádio Fonte Luminosa
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segunda-feira, 9 de março de 2020

América 1 x 1 Boa

A queda de rendimento do time americano pode ter sido provocada pelo desgaste físico, devido a falta de revezamento, sequência de jogos e viagens.

Mesmo assim, inferioridade numérica, durante  aproximadamente 30 minutos no segundo tempo, com a expulsão do Zé Ricardo até a contusão de um adversário depois da terceira substituição, a perda da posse de bola pelo Ademir, ao receber de costas um passe forçado de cabeça pelo Diego Ferreira, na origem da jogada do gol de empate, e principalmente as quatro oportunidades de gols desperdiçadas pelo Ademir, Felipe Augusto, Leo Passos e Rodolfo facilitaram o empate.

Aliás, Felipe Augusto desperdiçou com o pé direito e Leo Passos com o esquerdo.

Faltou a presença do acaso, no lance do Felipe Augusto, que em vários lances parecidos, a bola, mesmo sem a intenção do finalizador, passa entre as pernas do goleiro, ou mais tranquilidade para o Felipe Augusto tomar a decisão mais acertada e fazer o gol.

Este gol, mudaria a história do jogo.

Mas defeitos de posicionamento e função foram repetidos.

A utilização de um só volante, Zé Ricardo, mais recuado, e Alê e Juninho, mais avançados e próximos da intermediária adversária, aumenta os espaços para as jogadas de contra-ataque.

Alê e Juninho, cada um fez uma assistência para finalização, Alê fez uma finalização errada e Juninho não finalizou.

Ainda falta pelo menos um meia-centralizado mais ofensivo, com mais poder de finalização e decisão, porque Alê é mais produtivo na bola longa e na distribuição das jogadas, e Juninho é mais ocupador de espaço e mais proveitoso, quando na marcação alta, força o erro do adversário na saída de bola.

Talvez tivesse sido mais vantajoso, Leo Passos, em fase de evolução e oscilação, ter começado o jogo ou ter entrado antes, porque tem características mais ofensivas.

Embora a movimentação intensiva, ultrapassagens e triangulações pelos lados e troca constante de posição sejam importantes, a presença de um centroavante referência para fazer o pivô e definir as jogadas também é um diferencial competitivo.

Rodolfo tem mais perfil de centroavante de mobilidade ou segundo atacante. Foi mais produtivo e eficiente neste confronto pelas assistências do que pela definição das jogadas.

A improdutividade na jogada aérea, em lances de bola parada ou rolando, também continuou.

Ademir de cabeça desperdiçou uma chance de gol, numa assistência do Felipe Augusto.

Alê não tem o perfil de pisar na área frequentemente, ainda mais para cabecear.

Felipe Augusto, o avançado mais alto, joga mais pelos lados.

Rodolfo é baixo para disputar lances pelo alto.

Na bola parada, as poucas opções são Lucas Kal e Eduardo Bauermann.

Diego Ferreira, Alê e Sávio deveriam revezar as cobranças nos lances de bola parada.

As substituições deveriam ter sido feitas no intervalo e até os 35 minutos do segundo tempo.

Zé Ricardo, com uma cartão amarelo e na condição de volante mais recuado e marcador, deveria ter sido substituído no intervalo pelo Flávio ou ter trocado de posição com Juninho.

Leo Passos deveria ter entrado no intervalo ou aos 15 do segundo tempo.

Vitão, em vez de uma substituição improdutiva aos 42 do segundo tempo, deveria ter entrado no máximo até os 35 do segundo tempo.

Foi o jogo com mais reclamações dos torcedores americanos, em relação a diferença de critério na distribuição dos amarelos e nas faltas marcadas.

De acordo com o Footstats:

Sávio, mais uma vez, foi o principal passador do time americano, com 60 passes certos e 8 errados.

Do meio para a frente, Alê acertou 32, errou 2, Zé Ricardo 30 certos, 3 errados, Juninho 25 certos, 6 errados, Felipe Augusto 22 certos, 1 errado, Rodolfo 18 certos, 7 errados e Ademir 12 certos, 9 errados.

Sávio fez uma assistência para gol, e três para finalizações.

Felipe Augusto errou uma finalização de pé direito, mas demonstrou evolução ao marcar mais um gol, fazer 3 assistências e ser o americano que mais finalizou, com 6 finalizações.

Rodolfo fez 3 finalizações erradas e duas assistências para finalização.

Ademir fez uma assistência para a finalização do Felipe Augusto.

Destaque para a participação do Sávio, nos passes e nas assistências para finalização e para gol, e para Felipe Augusto, pelas assistências para finalização, pelas finalizações e pelo gol marcado.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Flávio);
Ademir (Léo Passos), Rodolfo, Felipe Augusto (Vitão)
Técnico: Lisca

Boa:
Renan Rocha;
Yuri, Wesley, Henrique Moura e Ferreira (Chiquinho);
Caio César (Gindre), Nonoca, Cesinha (Denis Custódio), Carlinhos e Claudeci;
Jefferson
Técnico: Nedo Xavier

Gol Felipe Augusto

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sábado, 7 de março de 2020

Pré-jogo América x Boa

Equipes feitas para vencer conquistam objetivos e títulos.

Peças de reposição poderão ser fundamentais na sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e na preparação da equipe para disputar a Série B.

Nas próximas semanas, o time americano vai enfrentar uma maratona de jogos e viagens entres eles.

As chances de mudanças, por obrigação ou opção, serão maiores.

Mudar por opção vai preservar quem está mais desgastado, dar ritmo de jogo para quem atuou pouco ou nem isso, e principalmente preparar melhor os pratas da casa para ser mais bem aproveitados na Série B, a fim de minimizar a necessidade de contratações, que deverão ser pontuais.

Quando Matheusinho for liberado pelo DM, vai aumentar as possibilidades de alterações entre os titulares e substitutos, na posição de meia-atacante de lado ou centralizado.

Leo Passos, sem ser na posição de centroavante, parece ter superado Geovane, entre as primeiras opções de substituição, porque tem características mais ofensivas pelo lado ou pelo centro.

Aliás, ainda falta entre os titulares um meia-atacante pelo centro, com qualidades ofensivas nas assistências e finalizações.

Os meios-campistas mais centralizados pelo centro são Alê e Juninho.

Alê tem mais qualidade na distribuição das jogadas e na bola longa, através de lançamentos e viradas de jogo.

O poder ofensivo americano deverá aumentar com Leo Passos ou Matheusinho, mais avançado pelo centro ou um deles pelo centro e outro pelo lado, próximos do Rodolfo, e Alê mais recuado, mas com constante troca de posição entre eles.

Flávio, Geovane e João Paulo foram um pouco mais utilizados durante os jogos.

A transformação do Flávio em novo Christian, que deixou de ser escalado para jogar com Zé Ricardo, deve ser evitada.

Flávio pode ser escalado na função de primeiro volante e formar dupla com Zé Ricardo, na função de segundo volante, mais avançado e participativo nas jogadas ofensivas.

Geovane é alternativa na função de segundo volante ou meia-atacante pelo centro,  com características muitos semelhantes ao João Gabriel e Lucas Luan, que apesar de treinar de lateral e zagueiro, tem mais potencial no meio-de-campo.

João Paulo é opção de eficiência na bola parada e na distribuição das jogadas pelo lado esquerdo.

A escalação do João Paulo na lateral esquerda poderá transformar Sávio em opção de meia-atacante de lado, mas participando da recomposição defensiva e reforçando a marcação.

Entre os considerados titulares, Diego Ferreira ainda carece diminuir os espaços na marcação e ser mais produtivo e eficiente na tarefa ofensiva, mas está em processo de evolução, com a sequência de jogos.

Lucas Kal e Eduardo Bauermman parecem ter formado uma dupla de zaga próxima da perfeição.

Ainda assim, João Cubas, caso esteja no principal, Luisão e Joseph precisam ter ritmo de jogo, para estarem mais bem preparados no caso de uma eventual necessidade.

Zé Ricardo está jogando de uma intermediária a outra. Sem deixar de ser participativo no combate, no desarme e na saída de bola. voltou a jogar mais ofensivamente, igual se destacou na base pelo poder de criação e finalização.

O voluntarioso Juninho, na função de meio-campista mais avançado, na mesma linha do Alê, carece acertar mais vezes lançamentos, igual ao feito para Felipe Augusto, no início da jogada do primeiro gol contra o Operário-PR, ser mais assistente e finalizador, ou trocar mais vezes de posição com Zé Ricardo, para exercer a função de primeiro volante, ou explorar as jogadas em profundidade pelo lado direito.

Ademir é alternativa de velocidade pelas pontas. Deveria jogar mais vezes pela esquerda, para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos precisos com o pé esquerdo. Quando infiltra para finalizar, aumenta o poder de decisão.

Rodolfo é um centroavante com mais perfil de segundo atacante, que faz pouco a referência,  mas tem bastante mobilidade e poder de decisão.

Oportunidade para Felipe Augusto evoluir, transformar o poder de finalização em decisão e ser um dos artilheiros do time.

Entre os outros pratas da casa promovidos para não jogar ou ser pouco utilizado estão Carlos Alberto, João Gabriel, Lucas Luan, Luisão, Thalys e Vitão.

Dependendo das circunstâncias deste jogo ou nos próximos do Mineiro, talvez seja interessante utilizar Juninho ou Thalys, na lateral, Carlos Alberto, pela direita, ou Vitão de centroavante, ou João Gabriel ou Lucas Luan de meia-atacante de lado.

Ainda Joseph, que pode ser usado na zaga ou primeiro volante, e Rickson, de primeiro ou segundo volante.

O aproveitamento da jogada aérea, com bola parada ou rolando, ainda precisa ser aumentado.

As substituições precisam ser feitas com mais tempo para o substituto jogar.

Destaque para a competitividade, velocidade de recomposição e transição, intensidade, troca constante de posição do meio para a frente e ultrapassagens dos laterais.

Possível escalação na formação básica 4-1-2-3
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Augusto

Possíveis mudanças na formação básica 4-1-2-3
Airton;
Diego Ferreira (Juninho, Thalys), Lucas Kal, Eduardo Bauermann (Joseph), Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo (Flávio)
Juninho (Leo Passos), Alê (Geovane, João Cabriel, Lucas Luan)
Ademir (Carlos Alberto, Leo Passos), Rodolfo (Vitão), Felipe Augusto (João Paulo, Vitão)

Possíveis mudanças na formação básica 4-1-2-3
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Juninho (Flávio);
Zé Ricardo,  Alê;
Ademir (Leo Passos), Rodolfo, Felipe Augusto (João Paulo)

Airton;
Juninho, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Leo Passos, Alê (Geovane, João Gabriel, Lucas Luan)
Ademir (Carlos Alberto), Rodolfo, Felipe Augusto (Vitão)

América x Boa
domingo, 16h, Arena do Coelhão.
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sexta-feira, 6 de março de 2020

Operário-PR 0 x 2 América-MG

Apesar do primeiro tempo bastante inofensivo, sem criatividade e intensidade, o time americano no segundo tempo aumentou a força ofensiva, fez dois gols, controlou o jogo e criou chances para ampliar o placar.

No primeiro tempo, Diego Ferreira e Sávio fizeram poucas ultrapassagens, Zé Ricardo pouco avançou, Alê e Juninho, meios-campistas mais avançados, tiveram pouco poder de criação e finalização, e Ademir, Felipe Augusto e Rodolfo quase nada finalizaram.

Ademir, Diego Ferreira e Juninho, pela direita, e Alê, Felipe Augusto e Sávio, pela esquerda, ficaram distantes um do outro, e com poucas trocas de posição.

Rodolfo, sem jogadas pelos lados e aproximação do Alê e Juninho, ficou muito isolado.

As poucas tentativas ofensivas foram lançamentos do Alê e Sávio para Felipe Augusto.

Na segunda etapa, a intensidade foi maior, a postura mais ofensiva e a troca de posição mais dinâmica, eficiente e envolvente.

No primeiro gol, Rodolfo, na intermediária, tocou para Juninho, deslocado no lado esquerdo, fazer o lançamento para Felipe Augusto, deslocado no lado direito, fazer assistência de cabeça para a definição de Rodolfo.

No segundo gol, Ademir tabelou com Zé Ricardo, avançado pela direita, recebeu na frente e fez cruzamento entre Zé Ricardo e Rodolfo, que ajeitou para Felipe Augusto, pela esquerda, finalizar.

Pela qualidade técnica do Alê, faltou mais produtividade ofensiva dele.

Airton fez duas defesas importantes num jogo decisivo.

Diego Ferreira, com a sequência de jogos, está em processo de evolução.

Leo Passos também foi participativo na troca de posição pelos lados.

A dobra João Paulo e Sávio, novamente, pareceu bastante promissora.

Destaque para a segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, a participação defensiva-ofensiva do Zé Ricardo no segundo tempo, e para Felipe Augusto e Rodolfo, pela troca de assistências nos gols e pelos gols feitos por eles.

Operário-PR:
André Luiz;
Sávio, Bonfim (Douglas Nascimento, Sosa e Pablo;
Jardel (Cleyton), Fábio e Tomás Bastos;
Douglas Coutinho, Jefinho e Bustamante (Lucas Batatinha)
Técnico: Gerson Gusmão

América:
Airton;
Diego Ferreira, Eduardo Bauermann, Lucas Kal e Sávio;
Zé Ricardo, Juninho e Alê (Flávio, aos 47/2°T);
Ademir (Léo Passos), Rodolfo e Felipe Augusto (João Paulo)
Técnico: Lisca

Gols: Rodolfo, Felipe Augusto

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quarta-feira, 4 de março de 2020

Pré-jogo Operário-PR x América-MG

A busca pelo alto rendimento é a essência da superação, até no quem dando certo.

Embora os acertos no campeonato Mineiro superem os erros, tanto é que lidera a competição, ainda assim, o time americano precisa melhorar o desempenho, a fim de aumentar as possibilidades de passar de fase na Copa do Brasil, ser campeão estadual, e ficar mais bem preparado para disputar a Série B e conquistar o acesso.

O confronto contra o Operário=PR. será oportunidade para Airton, em caso de necessidade, se destacar num jogo decisivo.

Diego Ferreira precisa marcar o adversário mais de perto, ser mais efetivo e produtivo na tarefa ofensiva.

Juninho, avançado na função de meia de ligação, poderá se destacar ao forçar o erro do adversário na saída de bola  e/ou fazer assistências e/ou fazer o gol.

Mas, possivelmente deve ser mais produtivo se jogar mais recuado, na função de volante, para colaborar com o Diego Ferreira na marcação pela lateral, fazer ultrapassagens pelo lado direito e diminuir os espaços gerados para contra-ataque, quando Zé Ricardo é o único volante recuado.

Outra opção seria revezar mais com Zé Ricardo, que jogaria mais avançado, igual se destacou na base pelo poder de criação e finalização.

Alê finalizou pouco, mas demonstrou qualidade na distribuição das jogadas, foi supereficiente nas finalizações e nos lançamentos. Deveria finalizar mais e fazer mais assistências, quando estiver próximo da intermediária adversária.

Aliás, Alê, Sávio e Zé Ricardo são os principais articuladores do time americano.

Apesar de ter finalizado muito, Felipe Augusto carece ser mais eficiente nas finalizações.

Talvez seja mais decisivo se revezar com Ademir pelos lados e com Rodolfo pelo centro.

Ademir, pela esquerda, terá mais facilidade para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo.

Rodolfo é mais produtivo na função de atacante de lado do que centroavante referência para fazer o pivô.

O aproveitamento na bola aérea e na parada também necessita melhorar.

As opções de substituição estão reduzidas, porque houve poucas mudanças entre os titulares e substitutos nos jogos do Mineiro.

Joseph para a zagueiro, João Paulo, para lateral esquerda com o avanço do Sávio, Flávio, para volante, Leo Passos e Geovane, para meias-atacantes são opções entre os que atuaram um pouco mais.

Com ritmo de jogo, Thalys seria alternativa para a lateral direita, Carlos Alberto para a ponta direita, João Gabriel e Lucas Luan para a meia-esquerda, e Vitão para centroavante definidor, com Rodolfo pelo lado.

Possíveis mudanças de funções na formação básica 4-2-1-3
Airton;
Diego Ferreira (Juninho), Lucas Kal, Eduardo Baermann, Sávio;
Juninho (Flávio), Zé Ricardo;
Alê;
Ademir (Leo Passos, Vitão), Rodolfo e Felipe Augusto (João Paulo)

ou no 4-1-4-1
Juninho;
Ademir (Leo Passos, Vitão), Zé Ricardo, Alê, Felipe Augusto (João Paulo);
Rodolfo

ou no 4-1-2-3
Juninho;
Zé Ricardo, Alê;
Ademir (Leo Passos, Vitão), Rodolfo, Felipe Augusto (João Paulo)

Operário-PR x América-MG
quinta-feira, 20h, Germano Krüger
Vamos vencer, Coelhão!

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