sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Transição x Desempenho do sub-20 x Aproveitamento no Principal

A transição deve ser mais bem planejada e principalmente executada.

Ainda mais no primeiro passo, antes dos 20 anos, a fim de evitar a queda de rendimento do time sub-20 e o atraso no desenvolvimento do promovido, sem oportunidades de jogo no time principal.

Entre jogar mais vezes no sub-20 e só treinar no principal, é preferível ter mais ritmo de jogo na base.

Em 2019, o desfalque dos promovidos, sem chances ou pouco utilizados no principal, prejudicou o desempenho do Coelhãozinho no Brasileiro, Copa do Brasil e Mineiro.

Flávio, 19 anos,  com poder de desarme e qualidade no passe na função de primeiro e segundo volante, foi mais bem aproveitado, com 14 jogos. Mas é arriscado ser transformado em novo Christian e ter menos chances que os contratados, principalmente com Zé Ricardo mais avançado ou ambos na mesma linha com dois volantes.

João Cubas, 19 anos, no principal desde 2018, com Givanildo, dois jogos com Felipe Conceição em 2019, e número muito reduzido de jogos pela base. Talvez menos de dez jogos.

João Gabriel, 19 anos, mistura de volante e meia, destaque da Copinha em 2019, com poder de criação e finalização, subiu para não jogar.

Lucas Luan, 20 anos, merecedor de chances no meio de campo para a frente, entrou durante uma partida de lateral esquerdo.

Luisão, 20 anos,  central com poder de marcação, capitão do time, subiu para não jogar.

Sabino, 20 anos, mal aproveitado fora da posição de volante no principal, também subiu e entrou num clássico contra Atlético,  escalado pelo Givanildo, na posição de zagueiro e com o time perdendo. Depois parou de ter oportunidades.

Thalys, 20 anos, subiu em 2019 para não jogar, e retornou ao sub-20 para disputar a Copinha.

 Vitão, 20 anos, centroavante definidor.

Ainda, Pedro, que subiu depois da Copa São Paulo, e não foi aproveitado antes da lesão, e Ronaldo, que entrou num clássico, em situação emergencial, escalado pelo Givanildo.

Este ano,  Flávio, João Cubas, João Gabriel e Vitão poderiam ter disputado a Copinha, mas continuaram efetivados no principal.

Mais Carlos Alberto, 17 anos, deveria ter subido do sub-17 para o 20 mais aprimorado nos complementos das jogadas, mas é bastante promissor, com a característica de partir para cima,  driblar na vertical, buscar a linha de fundo para fazer o cruzamento ou infiltrar pela diagonal para finalizar.

Se a maioria dos promovidos realmente tiver chances programadas na temporada, em vez de só entrar em situações desfavoráveis nos clássicos ou emergenciais, devido a lesões e suspensões dos considerados titulares, a meta de desempenho e aproveitamento dos pratas da casa será  satisfatória, independentemente da queda de desempenho do time sub-20.

Vale mais um jogador do sub-20 jogar pelo principal do que o time sub-20 fazer uma boa campanha nas competições.

Mas se a promoção for só para fazer propaganda de um DNA formador para completar treino, sem ser aproveitador de fato, vai evidenciar a necessidade de repensar o processo da transição, até entre as categorias da base.

O DNA aproveitador é mais importante do que o formador.

Aliás, se no segundo passo da transição, entre 20 e 23 anos, o processo já deixa a desejar, no primeiro passo é mais complicado.

O ideal seria voltar a disputa o Brasileiro sub-23, mas cometer o erro de contratar em excesso para dispensar depois.

Na Copa São Paulo 2020, a equipe foi montada no fim do ano passado para disputar a competição.

O jogo contra o Volta Redonda foi o primeiro oficial deste time, desfalcado dos citados com idade sub-20, com poucos titulares do ano passado, muitos promovidos do sub-17 e sem um centroavante.

Paulo Ricardo, o mais qualificado técnico da base, durante os três jogos oficiais desta equipe em 2020, buscou a melhor formação e fez mudanças de posicionamento e entre os titulares.

Mas a maioria dos sub-17 deveria ter chegado ao sub-20 mais bem preparados nos fundamentos do passe, cruzamento e finalização.

Esta falha no aprimoramento do sub-17 precisa ser acertada.

Os atletas em formação devem ser promovidos mais prontos, em termos dos fundamentos básicos, do sub-15 para o sub-17 e principalmente do sub-17 para o sub-20.

Kawê, 17 anos, na primeira copinha, apesar de ter finalizado pouco, teve boa participação ofensiva nos dribles e nas assistências.

Ainda os outros promovidos do sub-17, Matheus Felipe e Diogo, laterais com perfil de meia-atacantes, Leo Tortura, primeiro volante distribuidor de jogadas, Matheus Henrique, mistura de volante e meia que joga de uma intermediária a outra e Renato, 16 anos, com potencial para ser utilizado de meia-atacante de lado ou centralizado ou centroavante, mas deveria ser trabalhado para ser o meia-armador pelo centnro, o camisa 10 do time, e PH, centroavante artilheiro.

Na falta de centroavante para disputar a Copinha, PH e Renato deveriam ter sido mais utilizados.

Entre os remanescentes do sub-20, Einstein, 18 anos, Gustavo,  18 anos, depois da promoção do Luisão,  Thalys, antes de ser promovido, e Guilherme Pira, 19 anos, foram os que jogaram mais vezes entre os titulares em 2019.

O revezamento de goleiros atrasou o desenvolvimento do Elzo, 19 anos, que estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes.

Elzo, elogiado pelo comentarista do Mycujoo, deveria ser o goleiro titular em 2020 e um goleiro mais novo ser o reserva.

A posição de Einstein e Thalys  precisa ser definida.

Felipinho jogou de lateral e meia-atacante desde o sub-17, depois subiu e não aproveitado.

Talvez Einstein seja mais lateral do que meia atacante e Thalys mais meia atacante, de lado ou pelo centro,  do que lateral.

Gustavo tem grande potencial para ser firmar na zaga.

O comentarista do Mycujoo também elogiou mais Carlos Junio, 18 anos, de quarto-zagueiro do que de lateral-esquerdo.

Vitor Hugo, 18 anos, outro elogiado, precisa jogar mais vezes.

Matheus Santos, 19 anos, mais um elogiado pelo comentarista,  foi utilizado de volante nesta copinha e jogou melhor do que mais avançado, como foi escalado em 2019, mas pelo porte físico parece ter mais potencial para ser um excelente zagueiro ou até centroavante, caso seja bom finalizador.

Gustavinho, 18 anos, deveria ter sido mais bem trabalhado no sub-17 no fundamento da finalização, mas tem grande potencial na criação das jogadas.

Gabriel de Paula, 19 anos, atrasou o desenvolvimento devido a lesão sofrida no ano passado.

Guilherme Pira, 19 anos, também é atacante de lado, que parte pra cima, busca a linha de fundo para fazer cruzamento ou infiltra na diagonal para finalizar.

Apesar da eliminação na primeira fase da copinha, as possibilidades de evolução, sob o comando do Paulo Ricardo, dos nascidos em 2001 e principalmente dos promovidos do sub-17, são promissoras.

Ainda assim, além da necessidade de chegar ao sub-20 mais bem trabalhado nos fundamentos básicos, falta um gerente técnico para acompanhar a transição no principal e os jogos da base, e um psicólogo  exclusivo para a base, e o real aproveitamento dos pratas da casa no time principal.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Copa São Paulo: América 0 x 1 Volta Redonda

Apesar da visibilidade, a Copa São Paulo é uma competição problemática para as categorias de base, porque é realizada em janeiro, quando as equipes começam a ser formadas para a temporada.

O time sub-20 americano de 2019 é  praticamente outro time em relação ao montado para a disputar a Copinha.

A equipe atual é formada por poucos 2.000 e por muitos que jogaram pelo sub-17 em 2019.

Ainda mais sem contar com Carlos Alberto, Flávio, João Cubas, João Gabriel e Vitão, promovidos para o principal, e Einstein, em fase de testes no Al Nasr.

Embora sejam merecedores, os promissores atletas, em fase de evolução e oscilação, vão precisar ter chances reais de jogar pelo principal, a fim de justificar na prática a promoção e o desfalque na base.

O DNA deve ser formador, mas principalmente aproveitador dos pratas da casa, essência do América Futebol Clube.

Entre os promovidos em 2019, Flávio foi utilizado pelo Felipe Conceição, até mais avançado, numa linha de quatro meias, onde é menos produtivo do que na posição de primeiro volante, enquanto Zé Ricardo, que nas categorias de base se destacou mais adiantado, ainda não foi escalado na posição que se destacou na base.

Luisão não teve chances.

João Cubas e Vitão entraram em situações emergenciais, em vez de programadas.

Lucas Luan tem potencial para jogar no meio-de-campo.

João Gabriel tem poder de criação, decisão e finalização.

Carlos Alberto, 17 anos, que jogou pelo sub-20 e subiu para o principal este ano, deveria ser mais eficiente nos cruzamentos e finalizações, mas tem características parecidas com as dos antigos pontas direitas, que partem pra cima, driblam na vertical, buscam a linha de fundo para fazer os cruzamentos

Aliás, embora os promovidos pelo sub-17 sejam bastante promissores, deveriam estar mais prontos em relação aos fundamentos básicos dos cruzamentos, finalizações e passes.

Muito potencial para pouco desenvolvimento.

A metodologia de treinamentos do sub-15 e sub-17 deve ser modificada e o critério do gerente responsável por avaliar o trabalho das comissões técnicas ser mais rigoroso, a fim dos promovidos chegarem mais prontos ao sub-20 e as contratações serem minimizadas, principalmente de quem está no último ano do júnior.

Mesmo assim, o rendimento contra o Volta Redonda poderia ter sido maior.

O rodízio de goleiros feito no ano passado prejudicou principalmente o desenvolvimento do Elzo, que estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes em 2019.

Thalys jogou mais vezes na função de lateral do que meia-atacante.

O time titular começou o jogo com Lucas Gabriel de lateral, Thalys, de meia-atacante pelo lado, e terminou sem nenhum lateral, com Matheus Peres, improvisado na posição e sem a utilização do Matheus Felipe.

Gustavo parece ser o zagueiro mais pronto.

Se Carlos Junio tivesse jogado mais vezes na lateral-esquerda em 2019, Lucas Luan poderia ter sido mais bem aproveitado no meio-de-campo, mas Carlos Junio parece ser mais quarto-zagueiro do que lateral.

Diogo, um dos armadores do sub-17 na posição de lateral esquerdo, nem foi relacionado.  Ele e Matheus Felipe deveriam ser trabalhados para jogar mais avançado pelo lado ou pelo centro.

Vitor Hugo, que subiu para o principal no início de 2019, depois foi para o Corinthians e retornou, não jogou.

Matheus Santos jogou poucas ou nenhuma vez de volante titular no ano passado. Talvez se firme na posição de primeiro volante, mas por enquanto o rendimento está abaixo do Sabino, que deixou de ser aproveitado no principal. Pelo porte físico, Matheus Santos parece mais zagueiro ou centroavante, caso seja bom finalizador.

O promissor primeiro volante Leo Tortura nem viajou.

Gabriel de Paula, mesmo jogando poucas vezes em 2019 deviso a lesão,  deveria ser titular porque tem experiência na Copinha.

Gustavinho precisa ter mais poder de finalização, mas tem grande potencial para ser o armador do time, pelo lado ou pelo centro.

Guilherme Pira e Osmar são dois atacantes de lado, que partem pra cima, buscam a linha de fundo para fazer os cruzamentos ou infiltram pela diagonal para finalizar.

Sem centroavante, talvez tivesse sido mais eficiente a improvisação do Guilherme Pira ou a utilização do PH ou outro da posição ou até testar o Matheus Santos, pelo porte físico.

Vale destacar a presença na equipe dos promissores, Kawê, atacante de lado, Matheus Henrique, mistura de volante e meia, e Renato, 16 anos, meia-atacante, também vindos do sub-17.

Enfim, é uma equipe nova, com muitos jogadores promissores vindos do sub-17 e desfalcada dos sub-20 que foram para o principal.

Mas estes desfalques só vão se justificar se os promovidos forem escalados pelo Felipe Conceição, caso contrário será só para tentar demonstrar que o trabalho da base foi bem feito.

Robson;
Lucas Gabriel (Osmar), Gustavo, Zé Vítor e Carlos Junio;
Matheus Santos, Gabriel (Elzo);
Thalys, Lucas Morais (PH), Gustavinho (Kawê), Guilherme Pira (Gabriel de Paula) Gustavinho (Kawê).

Técnico Paulo Ricardo

sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

Números do time americano na Série B 2019

De acordo com Footstas, os 15 primeiros jogadores americanos pontuadores pelo Índice Geral foram:

João Paulo 199,75
Matheusinho 166,49
Viçosa 160,38
Zé Ricardo 140,48
Ricardo Silva 127,56
Airton 75,71
Sávio 73,2
Juninho 69,31
Leandro Silva 69,11
Felipe Azevedo 66.02
Jori 54,34
Lucas Kal 52,5
Berola 52
Flávio 51,15
Paulão 46,58

Os 5 primeiros em assistências para gols
João Paulo 6
Viçosa 5
Berola 3
Juninho 3
Sávio 3

Sávio, com maior média

Os 5 primeiros em assistências para finalização
João Paulo 50
Matheusinho 48
Juninho 44
Viçosa 34
Felipe Azevedo 28

Sávio, com maior média

Os 5 primeiros em finalização
Felipe Azevedo 69
Viçosa 65
Matheusinho 57
Juninho 43
Maranhão 32

Viçosa, com maior média

Os 5 primeiros com mais finalizações certas
Felipe Azevedo 31
Viçosa 24
Juninho 19
Matheusinho 16
Belusso 11

Os 5 primeiros com finalizações erradas
Viçosa 41
Matheusinho 41
Felipe Azevedo 38
Juninho 24
Maranhão 23

Os 5 primeiros com mais gols
Viçosa 7
Matheusinho 6
Juninho 5
Ricardo Silva 5
Felipe Azevedo, Flávio, Leandro Silva 2

Gols sofridos
Jori 14
Airton 12
Thiago 6

Defesas simples
Airton 26
Jori 22

Defesas difíceis
Jori 12
Airton 11

Os 5 primeiros com mais desarmes
Zé Ricardo 86
Leandro Silva 79
João Paulo 74
Maranhão 66
Juninho 63

Os 5 primeiros com mais dribles
Matheusinho 54
Berola 19
Diego Ferreira 24
Juninho 16
Felipe Azevedo 14

Os 5 primeiros passadores
Leandro Silva 1203
João Paulo 1188
Zé Ricardo 1136
Juninho 1112
Ricardo Silva 1013

Sávio, Lucas Kal e Zé Ricardo, melhores médias

Os 5 primeiros em passes certos
Zé Ricardo 1014
João Paulo 1010
Ricardo Silva 958
Juninho 928
Leandro Silva 893

Os 5 primeiros em passes errados
Leandro Silva 310
Juninho 184
João Paulo 178
Diego Ferreira 138
Viçosa 138

Os 5 primeiros lançadores
Jori 175
João Paulo 167
Paulão 150
Airton 135
Leandro Silva 111

Os 5 primeiros em lançamentos certos
João Paulo 62
Jori 59
Paulão 52
Airton 35
Leandro Silva 34

Os 5 primeiros lançamentos errados
Jori 116
João Paulo 105
Airton 100
Pauão 98
Leandro Silva 77

Os 5 primeiros em posse de bola
Leandro Silva
João Paulo
Matheusinho
Paulão
Juninho

Os 5 primeiros em viradas de bola
João Paulo 14
Zé Ricardo 10
Leandro Silva 10
Felipe Azevedo 8
Ricardo Silva 8

Os 5 primeiros em rebatidas
Ricardo Silva 193
Leandro Silva 149
Paulão 142
João Paulo 87
Lucas Kal 78

Os 5 primeiros em cruzamentos
João Paulo 247
Matheusinho 72
Sávio 72
Leandro Silva 68
Juninho 65

Os 5 primeiros em interceptação
Leandro Silva 22
Juninho 22
Zé Ricardo 17
Diego Ferreira 16
João Paulo 14

Os 5 primeiros com perda de posse
Felipe Azevedo 164
Viçosa 152
Matheusinho 145
Juninho 121
Diego Ferreira 85


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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

América 1 x 2 São Bento - Campeonato de três fases.

A participação americana na Série B 2019 pode ser dividida em três fases: a inicial sob o comando do Givanildo e Barbieri, a da reação durante a competição e a da possibilidade de conquistar o acesso, sob o comando do Felipe Conceição.

Na fase inicial, o desperdício do campeonato Mineiro a fim de preparar uma equipe competitiva, bem condicionada fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade, e a falta de reforços solicitados pelo Givanildo prejudicaram o rendimento do time, nas duas primeiras rodadas da Série B, e provocaram a queda do técnico.

Nos dois primeiros jogos, contra Operário-PR e Botafogo-SP, o time americano jogou com dois centroavantes, Belusso e Viçosa, e nenhum meia-centralizado, o que evidenciou falha na formação da equipe.

Vale lembrar o pré-jogo:

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/america-mg-pre-jogo-operario-pr.html

E o pós-jogo Operário-PR 1 x 0 América

https://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/operario-pr-1-x-0-america-mg.html

Barbieri foi contratado e demitido após sete jogos.

As contratações do Barbieri, Luiz Fernando,  Michel Bastos e Thiago fazem fazem parte dos erros na remontagem da equipe durante a competição.

A recuperação americana, sob o comando do Felipe Conceição foi necessária para reparar os danos provocados pelos erros de planejamento para disputar a Série B.

Embora o objetivo inicial fosse evitar a queda para a Série C, numa incrível reação, o time saiu da vice-lanterna e criou possibilidades de entrar no G4.

Pré-jogo Vila Nova x América:
http://avacoelhada.blogspot.com/2019/07/pre-jogo-vila-nova-go-x-america-mg.html

Mas na maioria das vitórias conquistadas, os resultados superaram os desempenho.

Predominou a força do futebol coletivo, competitivo e determinado, a eficiência na bola parada e presença do imprevisto favorável.

Boselli e Elias foram contratados para não jogar.

Lima ficou mais tempo no DM do que a disposição.

Berola e Pedrão se lesionaram e reforços qualificados deixaram de ser contratados.

Apesar de Berola suportar meio tempo, depois da lesão dele, mais um meia-atacante de lado deveria ter sido contratado porque Ademir continuou sem ser aproveitado, Bilu parou de ser utilizado e França não aproveitou as oportunidades.

Possivelmente mais pontos seriam conquistados com a contratação de um meia-atacante de lado com poder de assistência, decisão e finalização, a fim de evitar a improdutiva improvisação do Diego Ferreira no campo ofensivo, e a lentidão e ineficiência do Felipe Azevedo nas finalizações.

Aliás, se Diego Ferreira foi escalado devido ao baixo poder de marcação do Leandro Silva na marcação, outro lateral mais marcador também deveria ter sido contratado, em vez de escalar dois para executar a função de um.

A tomada de decisão deveria ter sido por reforçar a equipe, inclusive contratar também um meia centralizado, porque Geovani ainda é sub-21, em processo de oscilação, e Toscano parou de ser aproveitado.

Ainda assim, a reação criou possibilidades de entrar no G4, contra a Ponte Preta e Paraná, dentro de casa, e de confirmar o acesso, contra o São Bento, também na Arena do Coelhão.

Mas nesta terceira fase, as chances de entrar no G4 foram desperdiçadas contra a Ponte Preta e o Paraná.

Pós-jogo América 0 x 2 Paraná:

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/11/america-0-x-2-parana.html

Na penúltima rodada, Brasil e Atlético-GO empataram, o América venceu o Guarani e entrou no G4.

Bastaria vencer o São Bento, dentro de casa, para não depender de resultados desfavoráveis do Atlético-GO e Coritiba.

Mas neste jogo decisivo contra o São Bento, em que se faltasse técnica teria de ser na raça, Leandro Silva repetiu a ineficácia na tarefa defensiva.

Leandro Silva foi incapaz de ter feito a falta tática ou o desarme, na jogada do segundo gol sofrido, quando o adversário partiu antes do meio-de-campo e levou a bola até a linha de fundo.

Ademir, pouco utilizado no Mineiro e na Série B, reapareceu.

Flávio, João Cubas e Vitão, não utilizados no Mineiro nem Copa do Brasil , foram escalados neste jogo.

Toscano, com poder de finalização, não foi utilizado.

Estariam mais bem preparados se tivessem sido mais bem aproveitados desde o Mineiro, na Copa do Brasil e durante a Série B.

Os sub-23 deveriam ter participado do Brasileirão de Aspirantes.

Bilu, com bastante poder ofensivo, parou de ser até relacionado.

Viçosa caiu de produção depois de ter machucado a costela e continuou a ser escalado.

Do mesmo modo que começou a Série B, terminou a competição sem um meia-atacante centralizado entre os titulares.

Enfim, a reação durante a competição sob o comando do Felipe Conceição, com muito empenho dos jogadores, foi extraordinária, livrou o time da Série C e criou chances de terminar no G4.

Mas num campeonato de pontos corridos prevalece a regularidade e resistência durante as 38 rodadas.

Times ganham jogos.

Equipes bem formadas conquistam objetivos.

Quando a meta de desempenho voltou a ser conquistar o acesso, faltou pouco, mas os erros de planejamento na formação e remontagem da equipe superaram o acerto na escolha do Felipe Conceição para comandar a reação durante a competição.

Destaque para a torcida americana que pintou o Independência, por dentro e por fora, de verde e preto.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, João Cubas, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo;
Felipe Azevedo, Juninho, Flávio (Ademir), Matheusinho;
Viçosa (Vitão).
Técnico: Felipe Conceição

São Bento:
Paulo Vitor;
Marcos Martins, Alisson, Eduardo e Mansur;
Juliano, Fábio Bahia e Fernandes (Doriva);
Caio Rangel (Paulinho Bóia), Minho (Lucas Lima) e Guilherme Romão.
Técnico: Marcelo Cordeiro.

Gols: Juninho

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sexta-feira, 29 de novembro de 2019

Pré-jogo América-MG x São Bento-SP

Vamos vencer, Coelhão! Acredita, América!

O time de guerreiros comandados pelo Felipe Conceição está muito próximo de confirmar o acesso e entrar para história do futebol brasileiro, até mundial, devido a espetacular superação americana durante a competição.

Apesar de falta pouco, nada ainda foi conquistado.

É preciso manter o foco, a força do futebol coletivo, competitivo e determinado, jogar com atitude vencedora e paixão por vencer.

As condições favoráveis superam as desfavoráveis, mas se faltar técnica, que seja na disposição, na raça, na vontade e na sorte.

A distribuição tática mais utilizada, com e sem a bola, deverá ser próxima do 4-1-4-1, sem contar as variações posicionais.

No gol, o sempre bem posicionado Airton.

Leandro Silva e Sávio são laterais mais produtivos e eficientes na tarefa ofensiva, principalmente Sávio através das triangulações com Matheusinho e na eficiência na bola parada, e Leandro Silva nas finalizações pelo chão e nas bolas de cabeça dentro da área adversária.

Lucas Kal tem qualidade no combate, na marcação e no passe.

A juventude do João Cubas e Luisão e a experiência do Lima são opções extremas para a zaga.

Luizão, zagueiro central e capitão do sub-20, tem qualidade na marcação.

João Cubas, quarto-zagueiro canhoto, estreou com gol no time profissional.

Lima, central e quarto-zagueiro, está sem ritmo de jogo.

Pedrão sumiu do noticiário.

Sabino, quando subiu, treinou de zagueiro, mas tem grande potencial de primeiro volante.

Inclusive Flávio, improvisado na zaga, também é possível.

O ideal será Felipe Conceição optar pelo mais bem preparado no momento, o acaso novamente prevalecer e o substituto do Ricardo Silva fazer o gol da classificação.

Zé Ricardo, praticamente o único volante, é o principal distribuidor de jogadas no campo defensivo e ofensivo, tem capacidade para jogar mais avançado, ser mais finalizador e decisivo.

A linha de quatro meias-atacantes deverá ser formada pelo Felipe Conceição, Juninho, Flávio ou Geovane ou Toscano, e Matheusinho.

Felipe Azevedo carece ser mais efetivo nas finalizações.

Juninho precisa aumentar o número de passes certos, continuar eficiente nas finalizações e principalmente na ocupação dos espaços entre as intermediárias.

Flávio tem mais potencial na função de primeiro volante, com qualidade na marcação, no desarme e no passe.

Talvez seja interessante utilizar Toscano, devido ao poder de criação, finalização e decisão.

Matheusinho, partindo pra cima avacoelhando geral, tem qualidade no drible, nas assistências e está em processo de melhoria contínua nas finalizações.

Viçosa, assistente, batalhador, finalizador e marcador, poderá ser mais decisivo se pisar mais dentro da área.

Ademir é opção de velocidade.

Bilu é agudo, chama a responsabilidade e finaliza.

Geovane é opção para aumentar o dinamismo, mas precisa ser mais finalizador e eficiente.

João Gabriel é bastante promissor na função de meia-atacante pelo centro ou pelo lado.

Embora Lucas Luan seja utilizado na lateral-esquerda, também tem mais potencial para jogar de meia-atacante centralizado ou pela ponta.

Vitão é alternativa de centroavante definidor dentro da área.

Talvez João Paulo, alternativa para fazer dobra na esquerda e até de meia esquerda.

Mais Thalys para a lateral-direita.

Possível escalação na formação básica 4-1-4-1

Airton;

Leandro Silva, Luizão, Lucas Kal, Sávio;
ou
Leandro Siva, Lucas Kal, João Cubas (Flávio, Lima, Pedrão,  Sabino), Sávio;

Zé Ricardo;

Felipe Azevedo (Ademir, Bilu), Juninho, Flávio (Toscano), Matheusinho;
Viçosa (Vitão)

América x São Bento
sábado, 16h30, Independência
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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domingo, 24 de novembro de 2019

Guarani-SP 0 x 1 América-MG

O repertório dos comandados pelo Felipe Conceição foi parecido com o demonstrado durante a superação americana,  de lanterna ao G4, e com grandes possibilidades de contra o São Bento, dentro de casa, confirmar o acesso para a primeira na divisão.

Futebol muito mais eficiente, organizado e pragmático do que convincente, espetacular e exuberante.

Mais a presença do acaso.

Faltou a repetição da eficiência na bola parada, que poderia ter sido efetivada, caso o pênalti no Ricardo Silva, em lance de cobrança de falta, tivesse sido marcado e convertido.

De acordo com o Footstats, foram 4 finalizações certas e 8 erradas, contra nenhuma certa e 6 erradas.

Entre as 4 consideradas certas, uma foi do do Ademir, no lance do gol.

Aliás, a jogada do gol começou num lançamento preciso do Zé Ricardo para o domínio perfeito do Sávio.

Sávio dominou, passou para Juninho fazer a infiltração e tocar para Toscano ser protegido pelo acaso.

A bola chutada pelo Toscano no adversário foi transformada em assistência para Ademir finalizar de pé esquerdo em cima do goleiro, e no rebote, passar de pé direito para Vitão fazer o gol da vitória.

Ademir, Vitão e Toscando, os três jogadores que entraram durante o jogo, participaram do complemento desta jogada.

A distribuição tática mais utilizada ficou próxima do 4-1-4-1, sem contar as variações com e sema bola.

Airton não foi exigido.

Diego Ferreira e principalmente Sávio repetiram a intensidade pelos lados.

Diego Ferreira acertou 37 passes, errou 10, fez uma assistência para finalização, uma finalização errada e 2 cruzamentos errados.

Sávio acertou 64 passes, errou 9, fez duas assistências para finalização, 3 cruzamentos certos e 6 errados.

Lucas Kal, preciso no passe, e Ricardo Silva mantiveram a segurança defensiva.

Lucas Kal acertou 48 passes, não errou nenhum, e fez 6 rebatidas.

Ricardo Silva acertou 35 passes, errou 1.

Zé Ricardo, praticamente o único na posição de volante, voltou a ser o principal distribuidor de jogadas no campo defensivo e ofensivo, fez uma finalização errada, uma assistência para finalização, 41 passes certos, 3 errados, 4 desarmes,  2 lançamentos certos e 2 errados.

A segunda linha de 4 foi formada pelo Felipe Conceição, Juninho, Flávio e Matheusinho.

Felipe Azevedo acertou uma finalização perigosa de longa distância, mas continuou ineficiente nas conclusões, com baixa velocidade para defender e atacar, fez duas finalizações erradas, 22 passes certos, 4 errados, 1 cruzamento certo e 3 errados.

Juninho fez uma assistência para finalização, uma finalização certa, 24 passes certos, 7 errados e nenhum desarme.

Flávio acertou 25 passes, errou 2, fez 5 desarmes,  e duas interceptações.

Matheusinho fez uma assistência para finalização, duas finalizações erradas, 27 passes certos, 7 errados.

O lado direito, principalmente no primeiro tempo, com Diego Ferreira, Juninho e Felipe Azevedo foi pouco produtivo.

Sávio, Flávio e Matheusinho foram mais participativos na troca de passes pela esquerda.

Em determinados momentos do segundo tempo, Flávio jogou pela meia direita e Juninho na meia esquerda.

Viçosa, longe da área, fez uma assistência para finalização,  12 passes certos e 5 errados.

Vitão, com potencial de centroavante artilheiro definidor com presença de área e imposição física, marcou o gol da vitória, fez uma finalização errada, 7 passes certos e 2 errados.

Ademir fez uma finalização errada e na jogada do gol uma certa e uma assistência para gol.

Toscano, que estaria mais bem condicionado se tivesse jogado mais vezes,  participou da jogada do gol.

Talvez tivesse sido mais interessante a troca de posicionamento entre Flávio e Zé Ricardo, e a entrada do Ademir no lugar do Felipe Azevedo em vez do Matheusinho.

Embora o diferencial competitivo seja a força do futebol coletivo, destaque individual para Lucas Kal, Zé Ricardo, Sávio, Vitão, pelo gol, e Felipe Conceição, pela entrada do Ademir, Vitão e Toscano.

Sávio, Diego Ferreira e Matheusinho tiveram mais posse de bola.

Sávio, Lucas Kal e Zé Ricardo, os que mais acertaram passes.

Sávio foi o que mais acertou e o que mais errou cruzamentos.

Sávio, com duas assistências, foi o que mais fez assistências para finalização.

Flávio e Zé Ricardo, os que mais desarmaram.

Vamos subir, Coelhão.

Acredita, América!

Guarani:
Jefferson Paulino;
Lenon (Pedro Acorsi), Bruno Silva, Luiz Gustavo, Bidu;
Felipe Guedes (Nando), Arthur Rezende, Lucas Crispim e Rondinelly;
Davó (Renan )e Diego Cardoso.
Técnico: Thiago Carpini.

América:
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Ricardo Silva, Sávio;
Zé Ricardo;
Felipe Azevedo, Juninho, Flávio (Toscano), Matheusinho (Ademir);
Viçosa (Vitão).
Técnico: Felipe Conceição.

Gol: Vitão

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sexta-feira, 22 de novembro de 2019

Pré-jogo Guarani-SP x América-MG

Vamos subir, Coelhão.

Acredita, América!

A força do futebol coletivo, competitivo e determinado predominou na reação americana.

Os comandados pelo Felipe Conceição demonstraram atitude vencedora para superar condições adversas, sair da lanterna e disputar vaga no G4.

Contra o Guarani, fora de casa, na penúltima rodada da Série B, será possível entrar em definitivo no G4 e depois confirmar o acesso na última rodada, dentro de casa, contra o São Bento.

O ideal será a potencialização emocional, física, tática e técnica, ainda assim contar com a sorte.

Mas se faltar técnica, que seja recompensada pela paixão por vencer, com o coração na ponta da chuteira, a fim de consolidar a campanha de recuperação.

A distribuição tática mais utilizada deve ser próxima do 4-1-4-1.

Airton está sempre muito bem posicionado.

Diego Ferreira, Lucas Kal, Ricardo Silva e Sávio formarão a primeira linha defensiva.

Apesar do baixo poder de marcação, Diego Ferreira e principalmente Sávio são bastante intensos na dupla função defensiva-ofensiva.

Diego Ferreira muito melhor de lateral-direito do que meia-atacante improvisado.

Sávio superparticipativo nas assistências para gol, na posse de bola e no passe.

Lucas Kal e Ricardo Silva formaram a última e melhor dupla de zagueiros.

Zé Ricardo, praticamente o único volante, é o principal distribuidor de jogadas no campo defensivo e ofensivo. Tem capacidade para jogar mais avançado, ser mais assistente e finalizador.

A segunda linha de quatro deve ser formada pelo Felipe Azevedo, Juninho, Flávio ou Geovane ou Toscano, e Matheusinho.

Na função de meia-atacante de lado, Felipe Azevedo, carece suportar os dois tempos em alta intensidade, ser mais efetivo nas finalizações e participativo na troca de passes.

Ademir tem velocidade, mas parou de ser utilizado.

Bilu estaria com mais ritmo de jogo se tivesse jogado mais vezes.

França foi improdutivo quando jogou.

O voluntarioso Juninho, na função de meia-direita, aumentou o número de passes certos e a eficiência nas finalizações, nos dois últimos jogos.

Geovane jogou mal pela beirada, mas pelo centro demonstrou dinamismo e participativo na troca de passes com Sávio e Matheusinho. Precisa ser mais finalizador e decisivo.

Toscano também estaria mais preparado fisicamente se tivesse jogado mais vezes, porque é criativo, finalizador e decisivo.

Flávio foi utilizado mais avançado, com qualidade no passe e poder de finalização, mas talvez seja interessante inverter a posição com Zé Ricardo.

Matheusinho, com a sequência de jogos, no primeiro ano do segundo passo da transição, está em processo de melhoria contínua nas assistências, dribles, finalizações e gols.

Viçosa, assistente, batalhador e finalizador, poderá ser mais decisivo de jogar mais avançado.

João Gabriel e Lucas Luan deveriam ser opções para a função de meia-atacante pelo centro ou pelo lado.

Ainda o artilheiro Vitão, de acordo com a circunstância do jogo.

Possível time na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Ricardo Silva, Sávio;
Zé Ricardo (Flávio);
Felipe Azevedo (Bilu, Ademir), Juninho, Flávio (Zé Ricardo, Geovane, Toscano), Matheusinho;
Viçosa

Guarani x América
sexta-feira, 21h30, Brinco de Ouro da Princesa
Vamos vencer, Coelhão!
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