domingo, 29 de setembro de 2019

Coritiba-PR 2 x 1 América-MG

Apesar do resultado, o desempenho do time americano foi o suficiente para pelo menos empatar o jogo e até conquistar a vitória, mas o imprevisto favoreceu o adversário.

O primeiro acaso desfavorável foi a não marcação do pênalti no Ricardo Silva, aos 12 minutos do primeiro tempo.

A história do confronto seria outra se a penalidade máxima fosse marcada e convertida.

Neste caso, na busca do empate, o adversário possivelmente ficaria mais exposto e os comandados pelo Felipe Conceição teriam mais facilidade para explorar as jogadas de contra-ataque.

Talvez nem o lance de pênalti do Leandro Siva em cima do Rodrigão tivesse acontecido.

A segunda eventualidade foi quando o domínio errado do Robson e o escorregão do Airton facilitaram a conclusão da jogada do primeiro gol.

O terceiro imprevisto foi o erro do árbitro, ao marcar pênalti inexistente do Ricardo Silva na disputa da bola.

Mas ainda assim, também houve escolhas equivocadas entre os relacionados, erros técnicos e táticos do time americano.

Leandro Silva deixou de acompanhar Robson no primeiro gol.

Pedrão demorou a ser substituído e também não fez a recomposição defensiva no primeiro gol sofrido.

O lado direito ofensivo, com Diego Ferreira e Juninho foi improdutivo no campo ofensivo

Diego Ferreira repetiu a improdutividade ofensiva dos jogos anteriores, teve pouca posse de bola, acertou 7 passes, errou 5, fez 2 cruzamentos errados e perdeu 4 vezes a posse da bola.

Com ausência do Berola, faltou um meia-atacante de lado velocista entre os relacionados.

França não justificou as oportunidades recebidas.

Se Ademir e Bilu não tiverem condições nem para ficar no banco e Diego Ferreira for considerado titular, será preciso contratar um meia-atacante de lado qualificado, velocista e bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade.

Zé Ricardo, em condições plenas,  é titular de primeiro volante, porque está mais pronto que o promissor Flávio, e preferencialmente de segundo ou terceiro volante, porque é mais completo no combate, desarme, marcação, lançamento, finalização e passe do que Juninho e Maranhão.

Aliás, Maranhão foi mais produtivo que Juninho.

Quando Maranhão saiu aos 35 do segundo tempo, havia acertado 23 passes, errado 5, feito duas finalizações erradas, 3 desarmes e uma perda de posse.

Juninho terminou o jogo com  com 20 passes certos, 9 errados, uma finalização errada, 5 desarmes,  e 5 perdas de posse.

A mudança deveria ter sido a saída do Juninho, antes dos 30 minutos do segundo tempo.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Toscano, em vez do Geovane, porque Toscano tem mais poder de finalização.

Boselli, Geovane e Toscano são praticamente três jogadores para mesma posição de meia centralizado.

Sabino poderia ter sido relacionado para ser opção de primeiro volante.

Belusso e Elias sumiram.

De acordo com Footstats:

Posse de bola: 47% x 53%
Finalizações certas: 3 x 3
Finalizações erradas: 4 x 12

Felipe Azevedo, Maranhão e Viçosa foram os que mais finalizaram.

João Paulo, Maranhão e Matheusinho, os mais participativos na troca de passes no campo ofensivo pelo lado esquerdo.

João Paulo e Matheusinho, os que mais fizeram assistências para finalização.

Leandro Silva, Matheusinho e João Paulo, os que mais tiveram posse de bola.

João Paulo, Leandro Silva, Ricardo Silva e Matheusinho, os que mais acertaram passes.

João Paulo e Juninho, os que mais desarmaram.

Flávio, Leandro Silva, Matheusinho e Viçosa, os que mais receberam falta.

Destaque para João Paulo. Fez uma assistência para gol, 7 para finalização, uma finalização certa, uma errada, acertou 45 passes, errou 8, 5 desarmes certos, 4 cruzamentos certos, 5 errados, 3 lançamentos certos, 2 errados,

Depois do João Paulo, Matheusinho foi o mais produtivo, fez duas assistências para finalização, acertou 37 passes, errou 1, fez 1 desarme certo.

Viçosa também foi bastante participativo no primeiro combate e nas finalizações.

Lucas Kal demonstrou qualidade no passe: 35 certos, 2 errados.

Ricardo Silva acertou 38 passes e errou 3.

Coritiba:
Alex Muralha;
Diogo Mateus, Romércio, Sabino e Patrick Brey;
Matheus Sales, Juan Alano, Giovanni (Wellissol, e Robson;
Rodrigão (Igor Jesus) e Kelvin (Serginho)
Técnico: Jorginho

América:
Airton;
Leandro Silva, Pedrão (Lucas Kal), Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio, Juninho, Maranhão (Geovane);
Diego Ferreira (Felipe Azevedo), Viçosa, Matheusinho

Técnico: Felipe Conceição

Gols: Robson,Sabino,Ricardo Silva

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Pré-jogo Coritiba-PR x América-MG

De acordo com Footstats, o time americano, nos 12 jogos invictos sob o comando do Felipe Conceição, é o primeiro em aproveitamento, o segundo melhor ataque, a segunda melhor defesa, o quarto em finalizações certas e o vigésimo em finalizações certas sofridas.

Nas oito vitórias conquistadas nesta série invicta, só contra o Londrina teve mais posse de bola.

A força do futebol coletivo, competitivo e determinado prevaleceu.

Mas se a defesa ficou mais consistente o ataque ficou mais esporádico.

Possivelmente contra o Coritiba, na casa do adversário, os comandados pelo Felipe Conceição também terão menos posse de bola, menos controle do jogo e menos jogadas trabalhadas para finalizações.

As jogadas mais ofensivas deverão ser em contra-ataques, iniciados pelo Diego Ferreira ou Juninho ou Matheusinho ou Viçosa, em lances de bola parada, e nas ultrapassagens do Leandro Silva, Maranhão e João Paulo.

O esforço provocado pelas arrancadas desde o campo defensivo poderá provocar um maior desgaste físico no momento de finalizar e principalmente no segundo tempo.

Uma possibilidade de variação, a fim de buscar o equilíbrio básico entre defender e atacar com a máxima eficiência, será a escalação de um meia atacante de lado, Bilu ou Felipe Azevedo no lugar do Diego Ferreira, e/ou um meia-centralizado, Geovane ou Toscano, no lugar de um volante.

Airton permanece no gol.

Thiago será o reserva devido a lesão do Jori.

Leandro Silva e João Paulo precisam aumentar a eficiência no combate individual, mas são produtivos e eficientes na tarefa ofensiva.

O apoio do João Paulo poderá aumentar a produtividade ofensiva do Matheusinho.

Pedrão e Ricardo Silva necessitam manter a regularidade defensiva e aumentar o índice de acerto na saída de bola e nos lançamentos.

Flávio e Zé Ricardo são opções de volantes mais qualificados na saída de bola, na distribuição das jogadas e na finalização.

Juninho e Maranhão são dinâmicos, intensos, carregadores de bola, mas carecem ser mais eficientes na troca de passes e nas finalizações.

A imposição física é o diferencial competitivo do Maranhão nos desarmes, principalmente no campo defensivo.

Diego Ferreira participa da recomposição defensiva pelo lado, mas precisa ser mais finalizador e acertar mais passes e cruzamentos.

Viçosa colabora no primeiro combate,  volta para marcar, inicia contra-ataque no campo defensivo. Será mais finalizador e definidor se receber mais assistências e cruzamentos para finalizar.

Matheusinho participa da dupla função defensiva-ofensiva pelo lado, da troca de passes e das assistências para finalização. Será mais criativo se houver mais opções para trocar passes e fazer assistências.

Geovane e Toscano são opções para meia centralizado.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão.

Felipe Azevedo e Bilu são opções para meia-atacante de lado.

Bilu é mais agudo, parte pra cima e finaliza.

De acordo com as circunstâncias do jogo e do desgaste do Viçosa, talvez seja interessante utilizar Vitão no segundo tempo, na função de centroavante.

Possível escalação na formação básica 4-3-3

Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio (Zé Ricardo), Juninho (Zé Ricardo), Maranhão (Zé Ricardo);
Diego Ferreira (Felipe Azevedo, Bilu), Viçosa, Matheusinho

Possível mudança na formação básica 4-3-3

Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio, Zé Ricardo, Maranhão (Juninho);
Bilu, Viçosa, Matheusinho

Possível mudança na formação básica 4-2-3-1

Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo (Flãvio), Maranhão (Flávio, Juninho);
Bilu, Toscano, Matheusinho;
Viçosa

Coritiba x América
sábado, 16h30, Couto Pereira
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

América-MG 2 x 0 Brasil-RS

Coelhão, sem freio, avacoelhou geral.

Conquistou mais três pontos, manteve a reação americana na Série B e completou 12 jogos de invencibilidade.

Apesar dos erros de planejamento, que levaram o time ao último lugar, méritos para todos os envolvidos, Comissão Técnica, Conselho de Administração, funcionários, jogadores e torcedores, na recuperação, afastamento do Z4 e aproximação do G4.

Vale a pena repetir que, Viçosa é a personificação dentro de campo desta campanha.

De desacreditado e removido do grupo a artilheiro do time.

Perdeu o pênalti contra o Brasil-RS, mas teve poder de reação, marcou um gol, fez assistência para Matheusinho marcar o segundo, duas assistências para finalização, duas finalizações certas, três erradas, recebeu cinco faltas, participou do primeiro combate.

É o artilheiro americano da temporada, com 4 gols no Mineiro e 6 no Brasileiro.

Por estas e outras, merece ter o contrato renovado para 2020.

O promissor Matheusinho, em fase de aprimoramento e oscilação, participou ativamente da recomposição defensiva, sofreu pênalti, marcou um gol e se tivesse finalizado na diagonal poderia ter feito mais um, depois de dominar e driblar com facilidades dois marcadores.

Após o atraso no desenvolvimento profissional devido a cirurgia no joelho, está no primeiro ano do segundo passo da transição do sub-23.

É o vice-artilheiro americano da temporada, com 3 gols no Mineiro e 3 no Brasileiro.

Airton fez uma defesa difícil, 13 passes certos, 1 errado, 3 lançamentos certos, 9 errados,

Pedrão acertou 27 passes, errou 3, fez 3 lançamentos errados e 7 rebatidas.

Lucas Kal acertou 32 passes, errou 1, fez 4 lançamentos errados e 6 rebatidas.

Flávio fez uma assistência para finalização, 20 passes certos, 2 errados,

Mas não é porque venceu está tudo certo nem porque perdeu está tudo errado.

O aumento da recomposição solidificou a defesa, mas provocou desgaste físico e desvantagem numérica na transição ofensiva.

Leandro Silva e João Paulo fizeram poucas ultrapassagens para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, até porque Leandro Silva tem 31 anos e João Paulo 33.

Os únicos dois cruzamentos certos do time americano foram feitos pelo João Paulo.

Leandro Silva fez um errado.

Diego Ferreira foi pouco produtivo na tarefa ofensiva, fez uma assistência para finalização, uma finalização errada, 14 passes certos, 3 errados e errou 3 cruzamentos.

Juninho e Maranhão são mais carregadores de bola do que construtores de jogadas e finalizadores eficientes.

Aliás, Maranhão também evoluiu durante a competição, principalmente no combate devido a imposição física.

Juninho fez duas assistências para finalização e uma finalização certa.

Maranhão acertou uma assistência para finalização e fez uma finalização errada.

Berola, Matheusinho e Viçosa foram válvulas de escape nos contra-ataques, mas partiram do campo defensivo e sem muitas opções para tabelar.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Vitão, em vez do França, que novamente nada acrescentou, na função de centroavante.

Bilu poderia ter entrado no lugar do Berola, porque tem características ofensivas parecidas, é mais agudo e tem mais velocidade do que Felipe Azevedo.

Ainda assim, o domínio sobre o adversário foi quase completo, principalmente nas oportunidades aproveitadas, e na diferença entre o número de finalizações feitas e sofridas.

Foram 9 finalizações certas, 8 erradas, contra uma certa e 6 erradas.

Dados Footstats:

Posse de bola: 38% x 62%
Finalizações certas: 9 x 1
Finalizações erradas: 8 x 6
Passes certos: 237 x 393
Passes errados: 40 x 40
Desarmes certos: 9 x 15
Cruzamentos certos: 2 x 5
Cruzamentos errados: 8 x 12
Lançamentos certos: 7 x 17
Lançamentos errados: 25 x 23

América, na formação básica 4-3-3:
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Lucas Kal, João Paulo;
Flávio, Juninho e Maranhão;
Diego Ferreira (Berola,Felipe Azevedo), Viçosa (França), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Brasil-RS
Carlos Eduardo;
Ricardo Luz, Leandro Camilo, Bruno Aguiar, Willian Formiga (Carlos Jatobá;
Leandro Leite (Cristian), Eduardo Person e Diogo Oliveira;
Murilo Rangel, Rodrigo Alves (Juba), Guilherme Queiroz
Técnico: Bolívar

Gols: Júnior Viçosa, Matheusinho

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.


segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Pré-jogo América-MG x Brasil-RS

O time americano deve buscar o equilíbrio entre o aumento da consistência defensiva e da força ofensiva, a fim de conquistar mais três pontos, manter a reação americana e ampliar a série invicta para 12 jogos.

Na vitória sobre o Sport por 2 a 0, as defesas do Airton e o gol salvo pelo Ricardo Silva foram resultantes de falhas no posicionamento defensivo.

Os dois gols marcados em lances de bola parada representaram a baixa produtividade na construção das jogadas ofensivas.

Retorno do João Paulo, a utilização de um meia-atacante de lado desde o início e de um meia-centralizado durante o jogo são possibilidades de mudanças.

Airton deve ser mantido no gol.

Apesar do potencial ofensivo e de maior eficiência nas rebatidas, Leandro Silva precisa melhorar o combate individual e o posicionamento nos lançamentos dos adversários em profundidade.

Devido a utilização de três volantes mais o Diego Ferreira para fazer a recomposição defensiva, o início da transição mais utilizado deve ser por meio de lançamentos do Pedrão e Ricardo Silva.

Pedrão necessita manter a regularidade defensiva e aumentar a eficiência no passe curto e longo.

Ricardo Silva também carece melhorar os lançamentos com o pé esquerdo.

Na ausência do Paulão, que deveria ser reintegrado, um fato novo será uma possível necessidade de aproveitamento do recém contratado Lucas Kal, em caso de contusão, lesão ou suspensão de um dos zagueiros.

João Paulo, pouco eficiente na marcação, mas bastante produtivo na tarefa ofensiva e na troca de passes com Matheusinho, deve retornar ao time titular.

Flávio demonstrou grande potencial de evolução. Tem qualidade no passe, na distribuição das jogadas, no poder de desarme e de finalização.

Nos próximos jogos, poderá formar uma dupla de volantes bastante qualificada, com Zé Ricardo, em fase de liberação do DM,  mais avançado.

Juninho e Maranhão são parecidos na intensidade, na ocupação de espaços, no bote feito no campo ofensivo, mas precisam ser mais eficientes nos passes agudos e nas finalizações.

Maranhão tem mais imposição física para combater e desarmar. Poderá reforçar a marcação no campo defensivo, com a entrada de um meia-centralizado mais qualificado, a fim de aumentar ainda mais a força ofensiva, com a utilização de dois meias-atacantes de lado e um centroavante.

Bilu, Berola, Felipe Azevedo e Matheusinho deveriam ser as principais opções para meias-atacantes de lados.

Embora bastante voluntarioso, principalmente na recomposição defensiva, Diego Ferreira tem menos qualidade ofensiva que os meias-atacantes.

Bilu, Berola são mais agudos, chamam a responsabilidade, partem pra cima e finalizam.

Felipe Azevedo é mais finalizador quando infiltra pela diagonal, mas tem baixa velocidade para defender e atacar pelos lados e falta ser mais eficiente nas finalizações.

Matheusinho tem potencial ofensivo na troca de passes, nas assistências para finalização, mas precisa ter ambição de artilheiro e aumentar a eficiência nas conclusões, inclusive voltar a bater as faltas frontais.

Toscano é opção para começar ou entrar durante o jogo, porque tem poder de criação, finalização e decisão.

Talvez seja boa oportunidade para Boselli entrar no segundo tempo, de acordo com as circunstâncias da partida.

Viçosa é bastante participativo no primeiro combate, na bola aérea defensiva, mas dependente das assistências e cruzamentos para finalização.

Vale lembrar que Berola, Viçosa e Matheusinho formaram um trio ofensivo produtivo, eficiente e decisivo.

Possível time na formação básica 4-3-3

Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio, Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Berola,Bilu, Felipe Azevedo), Viçosa, Matheusinho


Possível mudança na formação básica 4-2-3-1
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio, Maranhão (Juninho);
Bilu (Berola), Toscano (Boselli), Matheusinho;
Viçosa

América-MG x Brasil-RS
terça-feira, 20h30, Arena do Coelhão
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sábado, 21 de setembro de 2019

Sport-PE 0 x 2 América-MG

Impulsionado pela força do futebol coletivo, competitivo e determinado, o time americano,  sob o comando do Felipe Conceição, contou com a presença do acaso, conquistou mais três pontos, manteve a reação no campeonato e aumentou para 11 jogos a sequência de invencibilidade na Série B.

No primeiro tempo, foram duas finalizações certas e três eradas, contra duas erradas e nenhuma errada.

Sem os principais passadores, Paulão, Zé Ricardo e João Paulo, e sem um meia centralizado, as tentativas de transição ofensiva foram mais pelo lado direito, com Leandro Silva e Diego Ferreira.

Sávio fez poucas ultrapassagens e Matheusinho ficou bastante isolado na esquerda.

A melhor oportunidade foi uma finalização sem força do Juninho.

A consistência defensiva americana anulou as tentativas ofensivas do adversário, inclusive com a participação do Diego Ferreira na recomposição pelo lado direito e do Viçosa no primeiro combate.

Na segunda etapa, foram 4 finalizações certas e 4 erradas, contra 7 erradas e 4 certas.

O imprevisto favorável apareceu nos dois gols marcados em lances de bola parada e na participação do Airton.

No primeiro, Sávio, substituto do João Paulo, bateu a falta, a bola sobrou para Flávio, substituto do Zé Ricardo, finalizar na trave e Pedrão, substituto do Paulão, antecipar ao goleiro para empurrar para dentro.

No segundo, Sávio bateu o escanteio com precisão na cabeça do Leandro Silva.

Airton, escalado contra o Cricíuma, devido ao cansaço muscular do Jori, e mantido no time, fez defesas importantes.

No total da partida, foram 6 finalizações certas e 7 erradas, contra 4 certas e 9 erradas.

Leandro Silva, Pedrão e Ricardo Silva mantiveram a segurança defensiva na maioria das jogadas.

Sávio apareceu nos lances de bola parada e na troca de passes. Foi o americano que mais acertou passes.

Flávio e Maranhão se destacaram pelo combate e desarme. 

Maranhão foi o que mais desarmou.

Viçosa foi bastante participativo no primeiro combate.

Até o empate fora de casa poderia ser considerado bom resultado, devido as circunstâncias provocadas pela baixa produtividade no início da competição.

Vencer por diferença de um gol seria considerado goleada.

A vitória por 2 gols de diferença foi bastante convincente e aumentou a série invicta.

Airton: 12 passes certos, nenhum errado, 3 lançamentos certos, 8 errados, duas defesas simples, uma difícil e 4 rebatidas.

Leandro Silva: 1 gol, 27 passes certos, 16 errados,  4 desarmes, 10 rebatidas.

Pedrão: 1 gol, 28 passes certos, 3 errados,  2 desarmes, 4 rebatidas

Ricardo Silva: 26 passes certos, 1 errado, 2 desarmes, 9 rebatidas, e uma defesa difícil, quando salvou um gol.

Sávio: um assistência para gol, uma assistência para finalização, 33 passes certos, 7 errados,  2 desarmes.

Flávio: uma assistência para finalização, uma finalização certa, uma finalização errada,  21 passes certos,  5 errados,  1 desarme

Juninho:  uma finalização certa, 17 passes certos, 4 errados,  0 desarme, 6 perdas de posse.

Maranhão: duas finalizações erradas,  22 passes certos, 1 errado, 5 desarmes, 7 perdas de posse.

Diego Ferreira: uma finalização errada, 11 passes certos, 4 errados, 3 desarmes,

Viçosa: uma assistência para finalização, uma finalização certa, duas erradas,  15 passes certos, 4 errados

Matheusinho: uma assistência para finalização, 12 passes certos, 1 errado, 1 desarme,

Felipe Azevedo: uma finalização errada, 12 passes certos, 2 errados.

Lucas Luan: estreou bem no time principal, fez duas assistências para finalização e 1 lançamento certo.

Sport:
Mailson;
Norberto, Rafael Thyere, Adryelson, Sander;
Marcão (William Farias), Charles e Leandrinho (Léo Artur);
Marcinho, Hernane Brocador (Elton), Guilherme
Técnico: Guto Ferreira

América:
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, Sávio (Lucas Luan);
Flávio, Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Toscano), Viçosa, Matheusinho (Felipe Azevedo)
Técnico: Felipe Conceição

Gols: Pedrão, Leandro Silva

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado.

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Pré-jogo Sport-PE x América-MG

Na reação americana, prevaleceu a força do futebol coletivo, competitivo e determinado.

Na rodada 23, o desempenho físico, tático e técnico do time americano ainda precisa ser aprimorado.

Quanto mais vezes jogar bem e o imprevisto for favorável, maiores serão as possibilidades de conquistar um maior número de vitórias.

Para enfrentar o Sport, na casa do adversário, existem indefinições no gol, na zaga, na lateral-esquerda, no meio-de-campo e no ataque.

Se baixar a marcação, poderá chamar o adversário.

Deve ser mais interessante buscar o controle do jogo, com posse de bola ofensiva.

O ideal sempre é vencer, mas num campeonato de resistência, no fim das contas, um ponto conquistado poderá fazer a diferença.

Apesar de ser um jogo de alto risco para o goleiro escolhido, talvez a melhor escolha seja o retorno do Jori, porque está com mais ritmo de jogo e Airton foi pouco exigido contra o Criciúma.

As necessidades de aprimoramento do Jori são conhecidas. As reações do Airton durante a partida ainda não.

Aliás, a falta de ritmo de jogo, o baixo poder de marcação e pouca experiência são entraves na escalação do Sávio para substituir João Paulo.

Embora menos eficiente na marcação, João Paulo é bastante participativo na troca de passes, nas assistências para finalizações e gols marcados.

Lucas Luan também tem potencial na distribuição das jogadas.

Talvez seja interessante improvisar Maranhão na função de lateral esquerdo.

A ausência do Paulão representa a presença do acaso.

Inicialmente, um imprevisto desfavorável, porque na Série B, Paulão aumentou a regularidade produtiva e melhorou o posicionamento defensivo nos cruzamentos pelo alto e pelo chão.

Pedrão tem potencial, mas também é sub-23, em fase de desenvolvimento e oscilação, e precisa acertar mais os lançamentos.

Ricardo Silva carece aprimorar a saída de bola com o pé esquerdo.

Poderia até inverter os lados, com Ricardo Silva, na direita, e Pedrão, na esquerda.

No meio-de-campo, existe o revezamento entre um terceiro volante ou um meia-centralizado.

A escalação de três volantes poderá dificultar a construção das jogadas ofensivas.

Se Zé Ricardo for liberado pelo DM, as opções iniciais para formar o trio de volantes são Zé Ricardo, Juninho e Maranhão.

Apesar do dinamismo, do esforço e da ocupação do espaços, Juninho e Maranhão precisam melhorar a eficiência nas finalizações.

Maranhão, no campo defensivo, tem imposição física no combate, nos desarmes e na marcação.

Flávio. Morelli e Sabino são opções de primeiro volante.

Toscano é a principal opção de meia centralizado porque tem poder de criação, finalização e decisão.

Possivelmente será melhor Boselli estrear na Arena do Coelhão.

Berola é opção ofensiva para começar o jogo ou entrar no intervalo.

Felipe Azevedo também tem fôlego para só um tempo. Precisa ser mais efetivo nas finalizações.

Bilu deveria ser reaproveitado, porque é agudo, parte pra cima e finaliza.

Matheusinho, no primeiro ano do segundo passo da transição, é opção qualificada para jogar pelos dois lados e até pelo centro, com a entrada de um meia-atacante de lado.

Ademir é opção de velocidade.

Viçosa é bastante participativo fora da área no primeiro combate e na colaboração da bola aérea defensiva. Na área adversária, é dependente das assistências e dos cruzamentos recebidos, mas tem poder de finalização e decisão.

Berola, Viçosa e Matheusinho formaram o trio mais ofensivo, produtivo e eficiente.

Hernane e principalmente Guilherme são os mais finalizadores do time adversário.

Possível time na distribuição básica 4-3-3

Jori;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, Sávio (Lucas Luan, Maranhão);
Zé Ricardo (Flávio), Juninho (Flávio), Maranhão (Flávio);
Bilu (Berola), Viçosa, Matheusinho


Possível time na distribuição básica 4-2-3-1
Jori;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, Sávio (Lucas Luan, Maranhão);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino), Maranhão (Juninho , Flávio, Sabino);
Bilu (Berola), Toscano (Boselli), Matheusinho;
Viçosa

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado.

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

domingo, 15 de setembro de 2019

Brasileiro Sub-20: América 1 x 1 Cruzeiro

O Coelhãozinho desperdiçou uma grande oportunidade de ter vencido o Cruzeiro Sub-20.

Na maior parte do tempo, os comandados pelo Paulo Ricardo buscaram o controle do jogo, com posse de bola ofensiva, mas com baixo poder de finalização e prejudicado pelos critérios da artitragem.

Antes do 5 minutos, Carlos Alberto aproveitou uma jogada de contra-ataque em alta velocidade pelo lado direito, invadiu a grande área, ganhou a bola do zagueiro adversário e empurrou para o gol, mas equivocadamente foi marcada falta do americano na disputa de bola com o cruzeirense.

Mais ou menos aos 20 minutos do primeiro tempo, Guilherme Borges foi empurrado dentro da área.

Aos 30 minutos, Carlos Alberto bagunçou o lateral-direito deles, invadiu a grande área, teve a camisa quase arrancada e nada foi marcado.

No segundo tempo, Gustavinho sofreu duas faltas violentas feitas por jogadores diferentes, mas que deveriam resultar em vermelho direto ou pelo menos a expulsão na segunda falta, devido a sequência de jogadas violentas.

O questionamento histórico é se os critérios da arbitragem também seriam utilizados em lances semelhantes favoráveis ao Atlético e Cruzeiro.

A distribuição básica do time americano ficou próxima de um 4-3-3, sem contar as variações com e sem a bola.

Einstein e Lucas Luan, dois laterais participativos na tarefa ofensiva, Gustavo e Zé Vitor, dois zagueiros novatos, Sabino, Renan e Guilherme Borges, três volantes marcadores, e Carlos Alberto, Guilherme Pira e Osmar, três atacantes dribladores, que partem para cima e finalizadores.

O revezamento questionável dos goleiros continuou.

Robson foi o titular neste jogo.

Einstein muito dinâmico, intenso e veloz.

Lucas Luan tem qualidade no passe. Poderia ser testado mais vezes no meio-de-campo.

Gustavo e Zé Vitor formaram a dupla de zaga.

Talvez seja interessante escalar Zé Vitor na lateral esquerda, a fim de aprimorar a velocidade de recomposição defensiva e o combate individual.

Sabino, com muita personalidade, tomou conta do meio-de-campo. Na função de volante, na qual tem mais potencial do que zagueiro, combateu, desarmou e fez lançamentos. Falta ser mais finalizador.

Renan também carece finalizar mais, fazer mais lançamentos em produtividade e dar passes mais verticais.

Guilherme Borges é competitivo, focado e muito qualificado no combate, no desarme e no passe. Precisa ter mais poder de finalização, pisar na grande área. Parece ter potencial para exercer a função de meia-atacante centralizado.

Carlos Alberto lembra ponta-direita antigo, que parte pra cima, busca a linha de fundo e faz cruzamentos. Falta padronizar e qualificar mais os cruzamentos.

Guilherme Pira, na função de centroavante, fez um golaço de pé esquerdo. Batalhador, driblador, finalizador e naturalmente com a necessidade de aprimorar a tomada de decisão e a eficiência nas finalizações.

Osmar também é ponta driblador, que parte pra cima e busca a linha de fundo. Passou a impressão de render mais pela pela esquerda. Necessita finalizar mais.

Gustavinho e João Gabriel entraram no segundo tempo.

João Victor, recém contratado do Santa Cruz-RN, estreou.

O promissor Felipe Clemente não foi relacionado.

América:
Robson;
Einstein, Gustavo (Guilherme Ferreira), Zé Vitor, Lucas Luan;
Sabino, Guilherme Borges (João Victor), Renan;
Carlos Alberto (Gustavinho), Guilherme Pira, Osmar (João Gabriel)
Técnico Paulo Ricardo.
Gol Guilherme Pira

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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

América-MG 2 x 1 Criciúma-SC

Os três pontos conquistados, a manutenção da reação americana sob o comando do Felipe Conceição e o golaço do Matheusinho superaram a queda de desempenho do time americano no segundo tempo.

De acordo com Footstats, o América, no primeiro tempo, teve 47% de posse de bola, fez duas finalizações certas e 5 erradas.

O adversário teve 53% de posse de bola, nenhuma finalização certa e duas erradas.

No segundo tempo,  talvez pelo desgaste físico provocado pelos jogos seguidos mais viagem entre eles, o rendimento americano caiu bastante.

Só uma finalização certa, uma errada e 37% de posse de bola.

Contra 3 finalizações certas, 3 erradas e 63 % de posse de bola.

No total, foram 3 finalizações certas, 6 erradas e 42% de posse de bola, contra 3 certas, 5 erradas e 58% de posse de bola.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Berola no início do jogo ou no intervalo.

Em vez de Toscano no lugar do Matheusinho e França no lugar do Flávio, Toscano poderia ter entrado diretamente no lugar do Flávio ou até ter começado o jogo.

Desde modo, a linha ofensiva de três meias seria formada pelo Berola, na direita, Toscano, pelo centro, e Matheusinho, na esquerda.

A terceira mudança poderia ser a velocidade do Ademir, em vez do França, possivelmente no lugar do Matheusinho.

Aliás, Matheusinho, sem o suporte técnico de um jogador mais experiente para chamar a responsabilidade e comandar o ritmo do time, assumiu a condição de protagonista.

No primeiro gol, partiu pra cima avacoelhando geral e acertou uma belíssima finalização.

No segundo gol, contou com a participação sem bola do Viçosa e fez o deslocamento correto dentro da grande área para finalizar a assistência perfeita do Diego Ferreira.

Vale lembrar que, Matheusinho, aos 21 anos, está no primeiro ano do segundo passo da transição, que dentro de um processo normal de maturidade esportiva profissional termina aos 23 anos.

Apesar do atraso provocado pela lesão no joelho e da falta de suporte técnico, vai começar a ficar pronto antes de completar 23 anos, no encerramento desta segunda fase de aprimoramento no time principal.

Matheusinho não deve ser considerado solução, mas deve fazer parte da solução.

Na base do vencer por diferença de um gol ser considerado goleada, os comandados do Felipe Conceição completaram o décimo jogo de invencibilidade, com bastante competitividade, determinação e força do futebol coletivo.

Airton fez duas defesas simples, acertou 19 passes, fez 4 lançamentos certos e 10 errados.

Leandro Silva e João Paulo levaram vantagem sobre os adversários na marcação e foram participativos na tarefa ofensiva.

João Paulo, novamente, foi produtivo na troca de passes, ao acertar 49 passes e errar 7.

Pedrão sobressaiu no combate individual, acertou 27 passes, errou 3, acertou 7 rebatidas e fez 7 lançamentos errados.

Ricardo Silva errou a rebatida com o pé esquerdo no gol sofrido, acertou 36 passes, errou 1, fez 4 lançamentos certos e 4 errados.

Flávio mostrou potencial na saída de bola, na marcação e no desarme. Acertou 16 passes, errou 4, fez 4 desarmes, dois certos e dois errados.

Juninho oscilou bons e maus momentos, mas repetiu a determinação, o dinamismo e a participação. Acertou 24 passes, errou 4, fez 2 lançamentos certos, 4 errados, a assistência pro gol do Matheusinho, duas assistências para finalização, 2 cruzamentos errados,  1 desarme certo, 1 desarme errado, nenhuma finalização e perdeu 5 vezes a posse de bola.

Maranhão apareceu pela imposição física na disputa da bola, pela determinação e pelos desarmes no campo defensivo. Acertou 29 passes, errou 6, fez 4 desarmes certos, 1 errado, 1 cruzamento errado, 1 lançamento certo, 3 errados e nenhuma finalização certa ou errada.

Diego Ferreira fez assistência precisa para o gol do Matheusinho, uma assistência para finalização, 9 passes certos, 4 errados, nenhum cruzamento certo e seis errados.  Muita disposição, mas pouca produção.

Bilu tem mai potencial no campo ofensivo.

Matheusinho avacoelhou geral, marcou 2 gols, fez uma assistência para finalização, acertou 26 passes, errou 2.

Viçosa repetiu a movimentação fora da área, foi bastante participativo no combate e nas disputas de bola nos lançamentos aéreos, puxou a marcação adversária no segundo gol do Matheusinho, acertou 13 passes, errou 5, fez uma assistência para finalização,  três finalizações erradas. Deveria ter o contrato renovado para 2020, porque centroavante é posição rara no mercado.

Berola só apareceu no lance da expulsão do goleiro. Acertou 1 passe, errou 1, e fez 1 cruzamento errado.

França, mais uma vez, pouco acrescentou. Talvez seja mais produtivo reaproveitar a velocidade do Ademir.

Toscano poderia ter entrado antes na função de meia-centralizado.

América:
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio (França), Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Berola), Viçosa, Matheusinho (Toscano)
Técnico: Felipe Conceição

Criciúma:
Luiz;
Maicon (Marcos Vinícius), Sandro, Derlan e Marlon;
Liel, Wesley e Daniel Costa (Caíque);
Vinícius (Andrew), Reinaldo e Léo Gamalho
Técnico: Waguinho Dias

Gols: Matheusinho (2), Leo Gamalho

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.




segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Pré-jogo América-MG x Criciúma-SC

Na rodada 22 da Série B, o time americano ainda busca a formação ideal.

Sob o comando do Felipe Conceição, o setor defensivo foi o menos modificado.

O sub-23 Jori, em fase de aprimoramento e oscilação, foi o goleiro escolhido.

Embora sejam pouco eficientes no desarme , Leandro Silva e João Paulo são titulares, porque são produtivos na tarefa ofensiva e mais bem preparados tecnicamente que os sub-23 Diego Ferreira e Sávio.

Paulão e Ricardo Silva aumentaram a regularidade, mas ainda precisam melhorar o posicionamento nos cruzamentos aéreos e rasteiros.

Ricardo Silva carece melhorar a saída de bola com o pé esquerdo.

O sub-23 Pedrão deve ser o substituto de Paulão, suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Possivelmente, Ricardo Silva no lado direito e Pedrão no esquerdo.

Lima deve ser opção de substituição.

Do meio-de-campo para a frente, houve mudanças opcionais e as provocadas pelo imprevisto.

A utilização de três volantes foi improdutiva, porque Maranhão é limitado no campo ofensivo.

Geovane e Toscano demonstraram mais qualidade ofensiva do que Maranhão.

Toscano deve continuar na função de meia centralizado, porque tem imposição física, poder de criação e finalização.

Deve ser mais interessante a utilização de 2 volantes, 3 meias e um centroavante.

Felipe Azevedo, Juninho, Matheusinho e Zé Ricardo foram os mais fixos entre os titulares.

Se Zé Ricardo for vetado, Flávio e Maranhão são opções de substituição.

A preferência deveria ser pelo Flávio, porque tem qualidade na saída de bola.

Juninho carece ser mais qualificado na troca de passes e finalizações.

Flávio e Zé Ricardo poderão formar uma dupla bastante qualificada de volantes.

Vale lembrar, que Zé Ricardo jogou mais avançado nas categorias de base, com bastante qualidade nas assistências, finalizações e lançamentos

Berola entrou em alguns jogos devido ao cansaço do Felipe Azevedo, mas tem mais capacidade de chamar a responsabilidade e partir pra cima.

Diego Ferreira na função de meia-atacante, no lugar do Matheusinho, diminuiu o poder ofensivo.

O sub-23 Matheusinho precisa ser mais eficiente nas finalizações, mas é bastante participativo na valorização da posses de bola, nas assistências para finalizações e nas conclusões.

Viçosa recuperou a titularidade com a contusão do Belusso e demonstrou poder de marcação, finalização e decisão.

Berola, Viçosa e Matheusinho formaram o trio ofensivo mais produtivo e eficiente.

Bilu e Michel Bastos pararam de ser escalados.

Caso estejam nos planos para a sequência da competição,  talvez seja uma boa oportunidade para reaproveitá-los.

Berola e Bilu poderiam revezar a titularidade pela direita.

Michel Bastos seria opção de meia centralizado, até para formar uma linha de quatro meias-atacantes, com Toscano, pelo centro,  e Berola e Matheusinho, pelos extremos opostos, ou com Toscano, mais avançado, na função de centroavante, no lugar do Viçosa.

Ademir, Boselli e Felipe Azevedo deveriam ser alternativas de reposição.

Boselli, de acordo com as circunstâncias favoráveis da partida, poderia entrar na função de meia-centralizado,

Felipe Azevedo é mais produtivo e eficiente, pelo centro, quando se aproxima da grande área para finalizar.

Maicon, lateral do Criciúma, tem baixa velocidade de recomposição defensiva.

Deve ser interessante, o time americano explorar o lado esquerdo ofensivo, em cima do Maicon.

Possível time e sugestão de formação básica 4-2-3-1

Jori;
Leandro Silva, Ricardo Silva, Pedrão (Lima), João Paulo;
Zé Ricardo (Flávio, Maranhão), Juninho (Flávio, Michel Bastos);
Berola (Bilu), Toscano (Boselli, Matheusinho, Michel Bastos), Matheusinho (Ademir, Felipe Azevedo)
Viçosa (Toscano)

América x Criciúma
terça-feira, 21h, Arena do Coelhão
vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

domingo, 8 de setembro de 2019

Botafogo-SP 0 x 0 América-MG

Apesar de o primeiro tempo ter sido nivelado por baixo, o desempenho do time americano, principalmente ofensivo, melhorou no segundo tempo.

Mas defeitos físicos, táticos e técnicos foram repetidos.

Houve falhas defensivas nos cruzamentos aéreos e rasteiros, não aproveitadas pelos adversários livres de marcação.

Leandro Silva e Viçosa deixaram o adversário cabecear livre de marcação.

No cruzamento rasteiro do Pará, Henan chegou antes do Ricardo Silva e finalizou para fora.

João Paulo deixou Erick Luis desmarcado para fazer o cruzamento na jogada do gol anulado.

Paulão rebateu mal uma bola dentro da área que sobrou para o adversário finalizar para fora.

Maranhão entre os titulares, novamente, foi bastante improdutivo e ineficiente, ainda mais no campo ofensivo.

No caso de 3 volantes, talvez tivesse sido mais interessante a utilização do Flávio, em vez do Maranhão, ou até o aproveitamento do João Gabriel, que tem potencial parecido com o Geovane.

Se Lucas Luan, tivesse sido utilizado mais vezes no meio-de-campo do Sub-20, também seria opção.

Aliás, a reutilização do Sabino, na função de volante, no jogo do Sub-20 contra o Cruzeiro, evidenciou que o jogador tem muito mais potencial na função de volante do que zagueiro.

Roger tem mais qualidades na função de zagueiro do que Sabino.

A escalação do Toscano pelo lado esquerdo repetiu o erro de posicionamento ocorrido no Mineiro.

Toscano está com 34 anos, tem pouca velocidade para defender e atacar pela beirada, ainda mais em jogo realizado às 11h.

Felipe Azevedo também tem baixa velocidade e pouca resistência física para jogar dois tempos em alta intensidade, pelo lado. Só é mais produtivo, quando o extrema do outro lado chama o jogo.

Sem força ofensiva pelos lados, Juninho não apareceu nas triangulações pelas beiradas e nas assistências para finalização.

No segundo tempo, a entrada do Berola no lugar do Felipe Azevedo, parecido com o ocorrido no jogo contra o Londrina, aumentou a força ofensiva pela direita.

Embora seja mal condicionado fisicamente para fazer a recomposição defensiva e jogar dois tempos, Berola é agudo, chama a responsabilidade e parte pra cima.

Matheusinho também deveria ter entrado no intervalo no lugar de Maranhão, com o deslocamento do Toscano para o centro, onde poderá ser mais produtivo.

Viçosa será mais decisivo, com a presença do Berola, Matheusinho e Toscano ou outro meia centralizado.

Berola, duas vezes, Flávio, numa finalização de longa distância, Toscano, duas vezes, e Zé Ricardo, numa finalização de pé esquerdo, foram as chances de gols.

Foram 4 finalizações certas, só uma no primeiro tempo, e 12 erradas, contra uma certa e 10 erradas.

Faltou eficiência nas finalizações, mas valeu pela repetição da competitividade,  pela determinação, pela postura ofensiva no segundo tempo e pelo ponto conquistado fora de casa.

A preocupação deve ser se afastar do Z4, devido aos erros de planejamento para conquistar o acesso e disputar o título da Série B.

Com o empate, subiu uma posição.

Devido ao horário do jogo, e com ausência não explicada do Bilu, Ademir deveria ter sido relacionado e até entrado para explorar jogadas de velocidade em contra-ataque.

Botafogo-SP.
Darley;
Lucas Mendes, Luiz Otávio, Leandro Amaro, Pará;
Murilo, Leonan (Nadson), Pablo, Marlon Freitas;
Erick Luis (Diego Gonçalves, Rafael Costa (Henan)
Técnico: Hemerson Maria

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo (Flávio), Juninho, Maranhão (Matheusinho);
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa,Toscano;
Técnico: Felipe Conceição

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Pré-jogo Botafogo-SP x América-MG

Defender e atacar próximo da máxima eficiência sempre será a meta de desempenho de um time de alto rendimento.

Preferencialmente, também contar com o acaso favorável, para vencer jogos, fazer boas campanhas e conquistar títulos.

Na 21° rodada do Brasileirão, o time americano ainda busca a formação ideal, a fim de potencializar  intensidade, qualidade e velocidade.

Baixar a marcação poderá aumentar a consistência ofensiva, mas diminui a força ofensiva, sem a utilização de jogadores velozes para puxar o contra-ataque.

Utilizar três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas diminuiu a força ofensiva.

A dobra pela direita, com a escalação do Diego Ferreira mais avançado, foi pouco funcional na defesa e principalmente no ataque.

Encontrar o ponto de equilíbrio entre defesa e ataque, buscar o controle do jogo, com posse de bola ofensiva e eficiência nas conclusões.  devem ser as melhores opções.

No setor defensivo, Jori, em fase de aprimoramento e oscilação, está com mais ritmo de jogo que Airton, Fernando Leal e Thiago.

Leandro Silva e João Paulo precisam aumentar a solidez defensiva, mas são produtivos e eficientes na tarefa ofensiva.

Paulão e Ricardo Silva devem manter a regularidade, mas carecem ficar mais bem posicionados nos cruzamentos aéreos e rasteiros.

Ricardo Silva carece melhorar a saída de bola pela esquerda.

No meio-de-campo, Toscano deveria ser mantido em vez do retorno do Maranhão.

Zé Ricardo, João Paulo, Toscano e Matheusinho poderão ser os principais articuladores na troca de passes.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão, mas precisa ter opções ofensivas, preferencialmente Berola, Matheusinho e Viçosa,  para fazer assistências, tabelas progressivas, infiltrar na área e finalizar.

Zé Ricardo é opção de primeiro volante para participar na saída de bola, na distribuição das jogadas, mas também deveria ser mais finalizador e passador vertical.

Juninho carece aumentar a qualidade nos passes, lançamentos e finalizações.

Bilu poderia começar o jogo, com Berola de opção para segundo tempo, ou vice-versa. Ambos são agudos, chamam a responsabilidade e partem pra cima.

Matheusinho precisa ser mais eficiente nas finalizações, mas é bastante participativo na troca de passes, assistências para finalizações e nas conclusões.

Viçosa colabora no primeiro combate e na bola aérea defensiva. Artilheiro decisivo dependente das assistências e cruzamentos para finalização.

Felipe Azevedo deveria ser opção para jogar só um tempo, porque quando começa o jogo, o rendimento cai no segundo tempo. Tem pouca velocidade para defende e atacar. É mais produtivo nas finalizações pelo centro, mas necessita ser mais efetivo.

França, quando jogou, pouco produziu em termos ofensivos. Precisa ser mais finalizador.

Flávio tem potencial na marcação, no passe e lançamentos.

Maranhão possui características parecidas com Juninho. Dinâmico, esforçado, ocupador de espaço, mas limitado no campo ofensivo. Deveria jogar mais no campo defensivo, na cobertura do João Paulo.

Ainda Ademir para puxar contra-ataques.

Caso tenha sido liberado pelo BID, uma possível estreia do Boselli entre os titulares poderá ser arriscada. Talvez seja mais interessante entrar no segundo tempo, de acordo com as circunstâncias da partida.

Michel Bastos tem experiência para pelo menos ser aproveitado durante determinados momentos, mas se ainda estiver nos planos de aproveitamento, possivelmente será mais produtivo no Independência.

Possível escalação e sugestão de mudança na formação básica 4-2-3-1

Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Flávio, Maranhão);
Bilu (Berola), Toscano (Matheusinho, Michel Bastos, Boselli), Matheusinho (Felipe Azevedo, Ademir);
Viçosa (Toscano)

Botafogo x América
sábado, 11h, Santa Cruz
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

terça-feira, 3 de setembro de 2019

Mineiro Sub-20: Cruzeiro 3 x 0 América

O modelo de jogo definido pelo Paulo Ricardo e bem executado pelos jogadores americanos, na maioria dos jogos disputados pelo Mineiro e Brasileiro, é o diferencial competitivo do time americano.

Mas a escalação inicial, falhas defensivas na bola aérea e baixo poder de criação e finalização facilitaram a vitória cruzeirense.

Sem contar a falta de critérios na marcação das faltas e distribuição dos amarelos.

O revezamento de goleiros é questionável.

Elzo está há mais tempo no clube e nasceu no ano 2.000.

Robson foi contratado este ano e também tem 19 anos.

No caso da necessidade de contratar, a aposta deveria ter sido num goleiro mais novo, a fim de o Elzo continuar a ter mais oportunidades entre os titulares.

Mesmo assim, o contratado ocuparia espaços dos promovidos pelo Sub-17.

Igual deveria ser no principal, o contratado dever ser muito mais bem preparado para justificar a contratação.

Precisa haver um ponto de equilíbrio entre contratado e formado.

O número de formados, principalmente no Sub-20, deve ser maior do que o de contratados.

Na derrota para o Cruzeiro,  o primeiro tempo foi bastante truncado, com pouquíssimas finalizações certas dos dois times.

No início do segundo tempo, poucos minutos antes do primeiro gol sofrido, o time cruzeirense desperdiçou chance para abrir o marcador, quando o adversário, livre de marcação, finalizou para fora o cruzamento recebido.

Depois do primeiro gol sofrido, num erro de posicionamento na bola alta defensiva, os comandados do Paulo Ricardo tiveram mais posse de bola ofensiva, mas sem transformar volume de jogo em chances reais de gol.

O segundo gol sofrido foi em lance de bola parada numa cobrança de escanteio, noutro erro de posicionamento defensivo na bola aérea.

Após a expulsão do Guilherme, o time americano ainda tentou diminuir o placar, mas sofreu o terceiro gol em jogada de contra-ataque gerada pelo erro do Natan.

A primeira linha defensiva foi formada pelo Luisão, Guilherme, Zé Vitor e Lucas Luan.

Com Luisão, na lateral-direita, o time perdeu força ofensiva, sem o apoio de lateral mais a presença de um meia-atacante.

Guilherme e  Zé Vitor vacilaram na bola alta defensiva nos dois primeiros gols do Cruzeiro.

Lucas Luan tem mais potencial para jogar no meio-de-campo do que de lateral, porque tem qualidade na distribuição das jogadas.

Renan, Guilherme Borges e João Gabriel formaram o trio de meio-campistas.

Falta um meia-atacante mais centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.

João Gabriel é que mais se aproxima deste perfil, principalmente pela qualidade no passe e nas finalizações de longa distância, mas precisa se deslocar mais pelos dois lados e fazer mais infiltrações na área adversária.

Renan carece ser mais lançador, finalizador e dar passes verticais.

Guilherme Borges também precisa ser mais finalizador e pisar mais dentro da área.

Matheus Santos não jogou, mas parece ser mais zagueiro ou primeiro volante ou até centroavante.

Thalys, Vitão e Guilherme Pira formaram o trio ofensivo.

Sem o apoio do Luisão, houve a tentativa do Guilherme Borges ocupar o espaço pela direita.

Possivelmente teria sido mais interessante, a escalação do Thalys na lateral direita, e Osmar ou Carlos Alberto, de meia-atacante de lado.

Carlos Alberto tem potencial de driblador, que busca a linha de fundo, em vez de infiltrar pela diagonal, para fazer o cruzamento. Na posição de centroavante, nada acrescentou. Será mais produtivo pelo lado direito.

Vitão ficou muito isolado e sem receber assistências e cruzamentos para finalização.  Também precisa ser mais dinâmico nos deslocamentos pelos lados.

Guilherme Pira tem a qualidade de partir pra cima. Vai errar, mas também vai acertar. É preferível arriscar o drible em direção a linha de fundo do que tentar o passe e perder a bola.

Felipe Clemente poderia ter entrado porque dá trabalho para a defesa adversária.

Entre só completar treino no profissional e jogar no sub-20, Pedro deveria jogar mais vezes pela base.

A utilização de jogadores com 20 anos, que no último ano de sub-20 inda não conquistaram a titularidade, precisa ser repensada.

Deve ser mais interessante optar pela promoção de um sub-17 com potencial de aproveitamento.

Aliás, Matheus Filipe do Sub-17, que poderia ter oportunidades na função de meia-centralizado, foi promovido para o Sub-20 e parou de ser aproveitado nas duas categorias.

Robson;
Luisão, Guilherme Ferreira, Zé Vitor, Lucas Luan (Carlos Junio);
Renan (Gabriel Borges), Guilherme Borges (Natan), João Gabriel (Carlos Alberto);
Thalys (Einstein), Vitão (Osmar) e Guilherme Pira.

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domingo, 1 de setembro de 2019

América-MG 0 x 0 Operário-PR

Faltou criatividade, eficiência nas poucas finalizações e o imprevisto favorável.

Foram 8 finalizações erradas e nenhuma certa, contra 4 certas, todas no primeiro tempo, e 7 erradas.

Nas 4 finalizações certas feitas pelo adversário, duas foram em cobranças de falta, uma em chute de longa distância e a mais próxima dentro da área, quando o adversário infiltrou livre de marcação.

No segundo tempo, em lance de bola parada, houve erro de posicionamento do Paulão , na única finalização feita pelo time do Operário.

A dupla de zagueiros novamente teve dificuldade na saída de bola.

Paulão acertou 7 rebatidas, fez um lançamento certo e errou 7.

Ricardo Silva errou 3 lançamentos, e acertou 9 rebatidas.

João Paulo foi o lateral mais produtivo na tarefa ofensiva.

Leandro Silva foi pouco produtivo no apoio. Acertou um cruzamento, errou 3, fez 3 lançamentos errados.

João Paulo participou da troca de passes, fez duas assistências para finalização,  3 lançamentos certos,  6 errados, 2 cruzamentos certos e 7 errados.

Zé Ricardo, mais uma vez, foi o meio-campista que mais acertou passes. Foram 24 certos e 2 errados.

Toscano acertou 20 passes, errou 1, e fez 4 finalizações erradas. Foi o americano que mais finalizou.

Juninho só acertou 16 passes e errou 2. Sem jogadas de velocidade pelos meios-atacantes de lados, pouco apareceu.

Faltaram opções mais ofensivas pelos lados na troca de passes e lançamentos em profundidade.

A utilização do Diego Ferreira na função de meia-atacante de lado, para executar a dupla função defensiva-ofensiva, nem na vitória sobre o São Bento por 2 a 0 funcionou plenamente.

Com Diego Ferreira, na direita, e Felipe Azevedo, na esquerda, faltou força ofensiva pelos extremos.

Diego Ferreira acertou 9 passes, errou 2 e fez duas assistências para finalização.

Felipe Azevedo tem baixa velocidade, pouca eficiência nas finalizações e o rendimento cai no segundo tempo. Acertou 22 passes, errou 4, fez uma finalização errada e perdeu 6 vezes a posse de bola.

Sem Matheusinho em plenas condições, e Berola, sem capacidade física para jogar dois tempos, talvez tivesse sido mais interessante tentar recuperar Bilu, porque é agudo, parte pra cima e finaliza.

Outra opção de velocidade seria Ademir para o segundo tempo e até Belusso, aberto pela beirada, mas para segurar a bola no ataque.

Viçosa foi mais participativo no combate.  Com poucas jogadas dos meias-atacantes de lado e muitos lançamentos errados dos zagueiros, só fez uma finalização  errada.

Ainda assim, o imprevisto favoreceu ao adversário. Segundo a Itatiaia, dois pênaltis deixaram de ser marcados pro Coelhão e um adversário deveria ter sido expulso.

Destaque para Jori, que no primeiro tempo fez duas defesas difíceis e duas simples.

Dados Footstats:
Posse de bola: 51% x 49%
Finalizações certas: 0 x 4
Finalizações erradas: 8 x 7
Cruzamentos certos: 3 x 3
Cruzamentos errados: 20 x 18
Lançamentos certos:  6 x 6
Lançamentos errados: 29 x 29
Passes certos: 227 x 277
Passes errados:  43 x 47

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo;
Diego Ferreira (Berola), Juninho, Toscano (Maranhão), Felipe Azevedo (França)
Viçosa
Técnico: Felipe Conceição

Operário
Rodrigo Viana;
Maílton, Alisson, Rodrigo e Allan Vieira;
Jardel, Índio, Marcelo (Rafael Chorão), Cleyton;
Felipe Augusto (Schumacher) e Lucas Batatinha (Cléo Silva)
Técnico: Gerson Gusmão

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.