quarta-feira, 16 de outubro de 2019

América-MG 2 x 0 Vila Nova-GO

O time americano recuperou a força do futebol coletivo, competitivo e determinado.

Os comandados pelo Felipe Conceição mantiveram a consistência defensiva, buscaram o controle do jogo e foram decisivos no segundo tempo.

Vitória do time pragmático, eficiente e com o imprevisto favorável, quando Belusso escorregou e a bola sobrou para finalização precisa do Matheusinho.

Mas contra um adversário pouco ofensivo, o número de finalizações, principalmente no primeiro tempo, foi muito reduzido.

De acordo com Footstats, foram quatro finalizações erradas e uma certa na primeira etapa.

No segundo tempo, oito erradas e três certas.

Apesar da maior posse de bola, 68% no primeiro tempo e 61% no segundo tempo, faltou mais poder de finalização do Diego Ferreira, Juninho, Maranhão e Viçosa.

Os principais finalizadores foram Matheusinho, uma certa e três erradas, Lucas Kal duas certas, Leandro Silva e Belusso, duas erradas, e Diego Ferreira, João Paulo, Ricardo Silva e Zé Ricardo, uma errada.

Viçosa, sem necessidade de recuar tanto para colaborar na marcação e tentar trocar passes na intermediária, poderia ter jogado mais avançado, na função de centroavante definidor das assistências e cruzamentos recebidos dentro da área.

Sem precisar combater tanto, a participação do Maranhão se limitou a 13 passes certos, três errados, quatro cruzamentos errados e três perdas de posse.

Geovane, em menos tempo, acertou oito passes e fez uma assistência para finalização.

Toscano seria opção para começar.

No caso da manutenção dos três volantes para iniciar o jogo, Flávio poderia ser o primeiro volante, Zé Ricardo, o segundo, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, nos lançamentos e finalizações, e Juninho completaria o trio.

Juninho aumentou o número de passes certos. Acertou 35 passes, errou oito, fez um desarme, duas assistências para finalização, um cruzamento certo, um errado, um lançamento certo e três perdas de posse.

Zé Ricardo acertou 33 passes, não errou nenhum, uma finalização errada, três desarmes certos, dois lançamentos certos, um errado, uma virada de jogo certa, três rebatidas e três perdas de posse.

Embora a produtividade do Diego Ferreira tenha aumentado, com assistência para o gol do Matheusinho, duas para finalização, 22 passes certos e três errados, talvez Bilu, escalado desde o início, tivesse sido mais produtivo ofensivamente.

Posse de bola: 64% x 36%
Finalizações certas: 3 x 1
Finalizações erradas: 12 x 4

Airton fez uma defesa simples.

João Paulo, Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, Matheusinho e Zé Ricardo tiveram mais posse de bola.

Ricardo Silva, Lucas Kal, Leandro Silva e João Paulo foram os que mais acertaram passes.

Zé Ricardo e João Paulo, três vezes, e Matheusinho, duas, foram os que mais desarmaram.

João Paulo e Diego Ferreira fizeram assistências para gols do Lucas Kal e Matheusinho.

Diego Ferreira, João Paulo e Juninho, cada um fez duas assistências para finalização.

A utilização do Belusso e Bilu poderá representar importante aumento das possibilidades de reposição nas próximas rodadas.

Destaque para a eficácia do João Paulo na bola parada e Matheusinho, aos 21 anos, avacoelhando geral, no primeiro ano do segundo passo da transição, que vai terminar aos 23 anos.

América na disbruição básica 4-3-3

Airton;
Leandro Silva (Bilu), Lucas Kal, Ricardo Silva; João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Diego Ferreira, Viçosa (Belusso)e Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Vila Nova:
Rafael Santos;
Patrick, Diego Jussani (Erick) e Wesley Matos;
Jeferson, Edinho (Tinga), Ramon, Alan Mineiro e Gastón (Romário);
Bruno Mezenga e Gustavo Henrique.
Técnico: Rafael Toledo.

Gols: Lucas Kal e Matheusinho

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Pré-jogo América-MG x Vila Nova-GO

Oportunidade inadiável para retomar a força do futebol coletivo, competitivo e determinado, a fim de buscar a vitória dentro de casa.

Mesmo assim, é preciso melhorar o que foi pouco funcional, durante a reação americana.

Na posição de meia-atacante pelo lado direito, Diego Ferreira, com a dupla função defensiva-ofensiva, foi mais eficiente na recomposição defensiva do que na transição ofensiva.

Mas as opções de substituição ficaram reduzidas com o não aproveitamento do Ademir e Bilu e sem a contratação de um meia-atacante de lado, depois da lesão do Berola.

França foi improdutivo, quando entrou durante os jogos.

Embora Felipe Azevedo seja bastante finalizador, é pouco efetivo nas finalizações e lento para defender e atacar, mas é mais produtivo no campo ofensivo do que Diego Ferreira.

Ademir é opção de velocidade. Deveria jogar mais pelo lado esquerdo, para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo.

Bilu, sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, poderia ter sido mais aproveitado, porque chama a responsabilidade, parte pra cima e finaliza.

Se Diego Ferreira for escalado, seria interessante revezar com Leandro Silva as ultrapassagens ofensivas.

Outra espécie de improvisação seria Geovane deslocado pelo lado para defender e atacar.

Mas na posição de meia-atacante centralizado, Geovane também pouco acrescentou, quando entrou durante as partidas.

Toscano poderia ter sido utilizado mais vezes, porque tem poder de criação, finalização e decisão.

Boselli parece que foi contratado para não jogar.

João Gabriel seria opção de meia-atacante criador e finalizador.

Belusso e Elias são outros que sumiram. Poderiam ser alternativas de mudanças, com Belusso utilizado até pelo lado e Elias de centroavante, mais fixo, para fazer o pivô e aproveitar a bola parada do João Paulo.

Talvez outra opção interessante de mudança seja a escalação do Flávio, de primeiro volante, e Zé Ricardo, mais avançado, como se destacou nas categorias de base, pelo passe qualificado, pelo poder de criação, finalização e decisão.

A transformação do Flávio em novo Christian, com poucas oportunidades e sem ser aproveitado junto com Zé Ricardo, deve ser evitada.

Apesar da necessidade de ser mais eficiente na troca de passes e nas finalizações, Juninho se destaca pelo dinamismo, ocupação de espaço e assistências para finalizações.

O rendimento físico do Maranhão parece cair no segundo tempo, mas também é bastante dinâmico, ocupador de espaço e carece ser mais eficiente no passe e nas finalizações.

A saída de bola poderia ser mais bem trabalhada, com Lucas Kal, Ricardo Silva, mais o primeiro volante na troca de passes e nos lançamentos.

Leandro Silva e João Paulo são mais produtivos na tarefa ofensiva.

João Paulo é o principal assistente para gol e finalização.

Zé Ricardo poderá formar com João Paulo e Matheusinho o trio distribuidor de jogadas, no campo ofensivo.

Viçosa é bastante participativo no combate e nos contra-ataques. Poderia jogar mais avançado para receber mais assistências e cruzamentos dentro da área.

Matheusinho, no primeiro ano do segundo passo da transição, é um dos principais assistentes  para finalização com a bola rolando.  Será mais produtivo e eficiente se houver mais aproximação do João Paulo, de um dos volantes e do Viçosa, para facilitar a troca de passes.

Possível time na formação básica 4-3-3
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Flávio, Toscano, Geovane, Boselli);
Diego Ferreira (Bilu, Felipe Azevedo, Ademir)  Viçosa, Matheusinho

América x Vila Nova
terça-feira, 20h30, Arena Independência
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

domingo, 13 de outubro de 2019

Figueirense -SC 2 x 1 América-MG

O time americano teve falhas defensivas, baixa intensidade e pouco poder de finalização.

Ainda assim, sofreu um gol contra e poderia pelo menos ter empatado, se o pênalti da mão na bola fosse marcado e convertido.

No primeiro tempo, as características do jogo foram parecidas com partidas vitoriosas do Coelhão, com exceção do número de finalizações e do jogo contra o Bragantino.

Os comandados do Felipe Conceição não sofreram gol, tiveram menos posse de bola e marcaram um gol, em jogada de bola parada.

Airton fez duas defesas difíceis.

Na primeira delas, Lucas Kal perdeu a disputa pelo alto com o adversário, que cabeceou para defesa do Airton.

A segunda intervenção foi numa finalização de longa distância.

O acaso prevaleceu no gol americano.

João Cubas, que jogou devido a suspensão do Ricardo Silva, estreou no time principal e marcou gol em lance decorrente de bola parada, num escanteio cobrado pelo João Paulo e desviado pelo Viçosa.

Se terminasse deste modo, seria a vitória do futebol pragmático e eficiente.

Mas no segundo tempo, sofreu dois gols em quatro minutos.

No primeiro gol, Lucas Kal e Leandro Silva pararam na jogada e deixaram o adversário deslocar e entrar na área livre de marcação para finalizar

O gol contra do Lucas Kal mais o pênalti não marcado foram imprevistos desfavoráveis.

Airton fez mais duas defesas salvadoras, numa rebatida errada do Lucas Kal e outra, na única falha do João Cubas.

A grande diferença em relação ao rendimento individual nos jogos da reação americana foi a baixa pegada, principalmente do Juninho e Maranhão, o que evidencia a participação efetiva de ambos na recuperação durante a competição e a limitação técnica da equipe.

Juninho acertou 11 passes, errou três, fez uma finalização errada, três lançamentos errados e um desarme.

Maranhão também acertou 11 passes, errou três, fez um lançamento certo, três errados e dois desarmes.

O ponto comum em relação aos últimos jogos foi a improdutividade ofensiva do Diego Ferreira, com seis passes certos, um errado, dois cruzamentos errados, um lançamento errado e dois desarmes.

Dados Footstats:
Posse de bola: 60% x 40%
Finalizações certas: 7 x 5
Finalizações erradas: 7 x 8

Airton fez quatro defesas difíceis.

Leandro Silva fez uma assistência para finalização, uma finalização certa, duas erradas, 23 passes certos, 15 errados e 8 rebatidas.

João Paulo fez duas assistências para finalização, duas finalizações erradas,  29 passes certos, 10 errados, 2 cruzamentos certos,  11 errados.

Lucas Kal acertou 28 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certos, 2 errados e 9 rebatidas.

João Cubas fez duas finalizações certas, 23 passes certos, 7 errados, 2 lançamentos certos e 9 rebatidas.

Zé Ricardo acertou 19 passes, errou 4, fez 2 desarmes certos e 7 rebatidas.

Viçosa fez uma assistência para gol, uma para finalização, duas finalizações certas, uma errada.

Matheusinho fez quatro assistências para finalização, uma finalização errada, acertou 26 passes, errou sete, um desarme certo, dois cruzamentos certos e cinco errados.

Felipe Azevedo, Geovane e Toscano pouco acrescentaram.

Destaque para as quatro defesas salvadoras do Airton, estreia do João Cubas com gol e Matheusinho partindo pra cima avacoelhando geral.

Figueirense:
Pegorari;
Luis Ricardo, Pereira, Ruan Renato e Conrado;
Patrick, Tony, Andrigo (Breno) e Fellipe Mateus (Odilávio);
Jefferson Renan e Yuri Mamute (Rafael Marques)
Técnico: Márcio Coelho

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, João Cubas, João Paulo;
Zé Ricardo (Toscano), Juninho, Maranhão (Geovane);
Diego Ferreira (Felipe Azevedo), Viçosa, Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Gols: João Cubas, Breno e Lucas Kal (contra)

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.




sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Pré-jogo Figueirense-SC x América-MG

O desafio americano será manter a alta intensidade, a segurança na defesa e aumentar a eficiência no ataque, a fim de buscar a vitória fora de casa, sem depender tanto do acaso.

A consistência defensiva aumentou durante a competição.

Foram 22 gols sofridos no turno e três nos oito jogos do returno.

No ataque, foram 19 gols no turno e dez no returno.

É bom destacar que o trio mais ofensivo, formado principalmente pelo Diego Ferreira, Viçosa e Matheusinho, também participa da recomposição defensiva.

Um dos dilemas do Felipe Conceição e/ou de parte da torcida americana deve ser sobre as possibilidades de manter a defesa consistente e aumentar o poder ofensivo, sem Ricardo Silva e com Diego Ferreira ou um meia-atacante mais qualificado no campo ofensivo.

Aliás, Ricardo Silva também participou da tarefa ofensiva e marcou três gols decorrentes de bola parada, em cobranças do João Paulo, nos três últimos jogos.

A promoção de jogadores da base para treinar no time principal desfalcou e provocou queda de rendimento do Coelhãozinho no Brasileiro Sub-20.

Um jogador sub-20 deveria ser o escolhido para entrar no lugar do Ricardo Silva para recompensar este desfalque.

Luisão é zagueiro central, marcador e bastante determinado e focado.

João Cubas é quarto-zagueiro canhoto.

Sabino tem mais potencial na função de primeiro volante combativo e distribuidor de jogadas do que zagueiro.

Roger deveria ter sido reintegrado antes.

Uma opção de improvisação seria Maranhão, com Flávio, Juninho e Zé Ricardo no meio-de-campo.

Mas até pela maior titularidade nas categorias de base, Luisão deveria ser o escolhido.

Na função de meia-atacante de lado,  Diego Ferreira e Felipe Azevedo são os principais concorrentes.

De acordo com Footstats, Diego Ferreira, em 14 jogos, fez uma assistência para gol, cinco para finalização, duas finalizações certas, seis erradas, dois cruzamentos certos, 25 errados, 236 passes certos, 69 errados e 21 desarmes.

Felipe Azevedo, em 25 jogos, marcou dois gols, é o americano com maior número de finalizações, 19 certas e 28 erradas, fez uma assistência para gol, 24 para finalização, cinco cruzamentos certos, 33 errados, acertou 451 passes, errou 99 e fez 22 desarmes.

Diego Ferreira desarma mais, tem mais intensidade, velocidade e resistência física do que Felipe Azevedo para defender e atacar.

Felipe Azevedo é mais participativo na troca de passes, cruzamentos, finalizações, mas pouco efetivo nas conclusões.

França teve baixo rendimento quando entrou.

Ademir e Bilu tiveram poucas oportunidades. Ambos foram bastante agudo, quando jogaram.

Talvez seja o momento de utilizar Felipe Azevedo.

Geovane poderia ser alternativa.

Ainda a entrada de um meia centralizado no lugar de um dos volantes.

Toscano é opção de meia centralizado, com poder de criação, finalização e decisão ou para entrar no lugar do Viçosa.

Geovane precisa ter mais poder de finalização.

Boselli e Thalys foram relacionados.

Embora Thalys seja utilizado na lateral-direita, também poderá ser aproveitado na função de meia-atacante de lado ou centralizado.

Possível time na formação básica 4-3-3

Ariton;
Leandro Silva, Luisão, Lucas Kal, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (Diego Ferreira, Geovane), Viçosa, Matheusinho

Figueirense x América
sábado, 19h, Orlando Scarpelli
Vamos vencer, Coelhão.
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quarta-feira, 9 de outubro de 2019

América-MG 2 x 0 Bragantino-SP

Coelhão avacoelhou geral.

Sem sofrer gol do melhor ataque da Série B, marcou dois gols na melhor defesa da competição e criou chances para ter goleado o líder do campeonato.

Vitória do futebol coletivo, competitivo, determinado, eficiente, pragmático e desta vez convincente, principalmente no segundo tempo, quando criou e aproveitou oportunidades.

Ainda assim, o acaso protegeu.

No primeiro gol, possível impedimento não marcado do Lucas Kal.

Toscano entraria no lugar do Viçosa, mas por algum motivo atrasou a entrada e Viçosa marcou o segundo gol.

Aliás, vale a pena repetir que, Viçosa é a personificação dentro de campo da reação americana.

De desacreditado a artilheiro do time, na Série B com sete gols e no Mineiro com 4.

Maior artilheiro desde 2015, quando Toscano marcou 14 gols em 37 jogos.

Participativo no primeiro combate, na bola aérea defensiva, mais na função de meio-campista puxador de contra-ataques do que centroavante definidor de assistências e cruzamentos dentro da área.

Sem iniciar o contra-ataque, depois da jogada do Matheusinho, recebeu assistência perfeita do Juninho e teve mais facilidade para finalizar.

De acordo com o Footstats, o time americano teve 42% de posse de bola, fez cinco finalizações certas, 11 erradas, contra 58% de posse, três finalizações certas e nove erradas.

Apesar da vitória e do domínio sob o adversário, a dúvida é se outro meia-atacante, mais qualificado ofensivamente, teria participado da recomposição defensiva e aproveitado pelo menos uma das três chances de gol desperdiçadas pelo Diego Ferreira.

Diego Ferreira acertou dez passes, errou quatro, fez uma finalização considerada certa, duas erradas, dois desarmes, um lançamento errado, um cruzamento errado e perdeu cinco vezes a posses de bola.

Embora seja mais lento para defender e atacar em alta intensidade, possivelmente o rendimento ofensivo do Felipe Azevedo teria sido maior.

Bilu deveria ter sido relacionado porque é mais agudo, mais veloz que Felipe Azevedo, parte pra cima e finaliza.

Mesmo assim, os comandados pelo Felipe Conceição conquistaram mais uma vitória, assumiram a liderança do returno e entraram no G4.

Airton fez duas defesas simples e uma bastante difícil, num chute do Claudinho.

João Paulo, Leandro Silva, Matheusinho e Zé Ricardo foram os mais participativos na troca de passes e posse de bola.

Leandro Silva, com seis desarmes, João Paulo, com quatro, e Zé Ricardo, com três, foram os que mais desarmaram.

Lucas Kal e Ricardo Silva mantiveram a segurança defensiva e participaram da jogada do primeiro gol.

Ricardo Silva marcou o terceiro gol na competição, noutra jogada decorrente da eficiente bola parada do João Paulo.

Lucas Kal acertou 14 passes, errou dois, fez um lançamento certo, dois errados e seis rebatidas.

Ricardo Silva fez um gol, acertou nove passes, errou dois e rebateu dez vezes.

Juninho acertou 19 passes, errou cinco, fez um finalização errada, uma assistência para gol do Viçosa e três para finalizações.

Maranhão acertou 13 passes, errou quatro, fez uma finalização no travessão, uma errada de pé direito em jogada do Matheusinho, e um desarme,

Zé Ricardo tomou conta do meio-de-campo, foi o americano que mais acertou passes, com 30 certos, um errado e três desarmes.

Destaque para Matheusinho avacoelhando geral.

Aos 21 anos, no primeiro ano do segundo passo da transição, vindo de recuperação da cirurgia no joelho, em fase de aprimoramento e oscilação, sem a responsabilidade de ser protagonista, fez 4 assistências para finalização, acertou 27 passes, errou cinco, fez três desarmes, dois certos e um errado, dois cruzamentos certos, dois errados, e foi o americano com mais posse de bola.

América na formação básica 4-3-3
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho,Maranhão,
Diego Ferreira (Geovane), Viçosa (Toscano), Matheusinho (Felipe Azevedo)
Técnico: Felipe Conceição.

Bragantino:
Júlio César;
Aderlan, Léo Ortiz, Ligger, Rafael Carioca;
Uillian Correia (Wesley), Barreto (Roberson), Ytalo;
Claudinho, Bruno Tubarão e Matheus Peixoto (Vitinho).
Técnico: Antônio Carlos Zago.

Gols: Ricardo Silva e Júnior Viçosa

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Pré-jogo América-MG x Bragantino-SP

O time americano vai precisar otimizar o desempenho, a fim de buscar a vitória contra o líder, a melhor defesa e ataque da Série B.

Bragantino lidera a classificação geral, a das dez últimas rodadas e a dos sete jogos do returno.

Apesar da espetacular recuperação na Série B, o futebol praticado foi mais pragmático e eficiente do que exuberante e convincente.

Mesmo assim, o Coelhão poderá jogar por uma bola, contar com o imprevisto favorável, marcar um gol em bola parada e conquistar mais três pontos.

No returno, a consistência defensiva aumentou. Foram três gols sofridos em sete jogos. Dois contra o Coritiba e um deles num pênalti inexistente.

Mas nos oito gols marcados, cinco foram em lances de bola parada e três do Matheusinho avacoelhando geral.

Em cada um dos jogos disputados, o número de finalizações foi superior ao do adversário, mas a eficiência deveria ter sido maior.

Foram 94 finalizações,  27 certas e 67 erradas.

O desgaste provocado pelo esforço físico nos contra-ataques pode ter colaborado na redução da eficácia na conclusão das jogadas, iniciadas em alta velocidade no campo defensivo.

Felipe Conceição poderá manter o esquema utilizado na reação americana ou mudar para tentar melhorar o rendimento, embora tanto a manutenção como a modificação não sejam garantia da conquista da vitória.

Talvez seja possível manter a segurança defensiva e ampliar o poder ofensivo.

Uma das possibilidades de aumentar a força ofensiva é Leandro Silva, em determinados momentos, inverter o posicionamento com Diego Ferreira e ser mais apoiador.

A escalação de outro meia-atacante de lado, Ademir ou Bilu ou Felipe Azevedo, no lugar do Diego Ferreira é outra possibilidade de mudança agressiva.

Ainda, a entrada de um meia centralizado, Geovane ou Toscano, para facilitar a construção das jogadas ofensivas e as finalizações certas.

Ademir é opção de velocidade.

Bilu é agudo e finalizador.

Felipe Azevedo é pouco efetivo nas finalizações.

Geovane, por enquanto, rendeu pouco. Precisa ser mais finalizador.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão.

O restante do time deverá ser mantido.

Leandro Silva e João Paulo aumentaram a eficiência na marcação e principalmente João Paulo é bastante participativo na troca de passes, nos cruzamentos e assistências para finalizações.

Lucas Kal pareceu ter qualidade nas rebatidas e no passe.

Ricardo Silva marcou dois gols nos dois últimos jogos.

Ainda assim, os zagueiros precisam melhorar a eficácia nos lançamentos.

Zé Ricardo tem qualidade no passe, no desarme e nas finalizações.

Juninho aumentou o número de passes certos contra o CRB, mas ainda precisa ser mais eficiente nas finalizações e nos cruzamentos.

Maranhão é participativo no combate, mas também precisa aumentar a eficiência nas finalizações.

Matheusinho é bastante participativo na troca de passes, nas assistências para finalização e nas finalizações. Será mais produtivo e efetivo se houver mais opções ofensivas para trocar passes e receber assistências e cruzamentos.

João Paulo, Matheusinho e Zé Ricardo poderão valorizar mais a posse de bola.

Viçosa exerceu mais a função de meia centralizado, no primeiro combate e na iniciação do contra-ataque do que centroavante definidor de assistências e cruzamentos recebidos dentro da área. Poderá ser mais decisivo se jogar mais avançado para definir as jogadas, em vez de iniciá-las no campo defensivo.

Sabino deveria ser opção de primeiro volante.

Possível time na formação básica 4-3-3

Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (Diego Ferreira, Ademir, Bilu); Viçosa, Matheusinho

Possível mudança na formação básica 4-2-3-1
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Bilu (Felipe Azevedo, Ademir), Toscano, Matheusinho;
Viçosa

América x Bragantino
terça-feira, 21h30, Independência
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sábado, 5 de outubro de 2019

América-MG 1 x 0 CRB-AL

O futebol coletivo, competitivo e determinado do time americano foi suficiente para conquistar mais três pontos, continuar a recuperação na Série B e se aproximar do G4.

De acordo com o Footstats, 48% de posse de bola contra 52%.

Foram 16 finalizações, só duas certas, contra duas certas e sete erradas.

Mais um gol em bola parada, com assistência do João Paulo.

Ainda assim, a escalação inicial de um meia ofensivo no lugar do Diego Ferreira, possivelmente, facilitaria a vitória do Coelhão, com aumento da construção das jogadas ofensivas, das finalizações certas e do placar.

A entrada de um meia centralizado no lugar de um dos volantes também aumentaria a força ofensiva.

Apesar de o time ter finalizado 16 vezes, as 14 finalizações erradas pode ser explicada, em parte, pelo desgaste provocado na participação dos próprios finalizadores, em jogadas de contra-ataques, desde o campo defensivo.

Alías,  Viçosa exerce mais a função de meio-campista, participativo no combate e puxador de contra-ataques do que centroavante definidor de assistências e cruzamentos recebidos dentro da área.

Destaque para João Paulo, com mais uma assistência para gol, duas para finalização, 44 passes certos, 4 errados e 3 desarmes.

Airton foi pouco exigido.

Leandro Silva e João Paulo aumentaram a eficiência na marcação e foram participativos na tarefa ofensiva.

Lucas Kal acertou 36 passes, errou nenhum e fez 11 rebatidas.

Ricardo Silva marcou o gol da vitória, acertou 33 passes e errou 3.

Flávio acertou 18 passes, errou 4 e fez uma finalização errada.

Zé Ricardo acertou 25 passes, errou 1 e fez uma finalização errada.

Maranhão fez uma assistência para finalização, 26 passes certos, 5 errados, 5 desarmes e 6 perdas de posse.

Juninho foi muito mais participativo  do que só corredor, fez 4 assistências para finalização, uma finalização certa, duas erradas, 34 passes certos, 4 errados e 6 perdas de posse.

Diego Ferreira foi bastante discreto no campo ofensivo. Acertou 17 passes, errou 3, fez uma finalização errada, uma assistência para finalização e perdeu 6 vezes a posse de bola.

Viçosa manteve a participação fora da área, fez uma assistência para finalização, 4 finalizações erradas, 13 passes certos, 9 errados, 2 desarmes, marcou e puxou contra-ataques.

Matheusinho participou da troca de passes, acertou 32 passes, errou 1, fez 3 desarmes.

Felipe Azevedo pouco acrescentou no campo ofensivo.

Talvez tivesse mais produtiva a entrada de um meia-acante de lado mais agudo e veloz do que Felipe Azevedo.

Ademir e Bilu deveriam ser opções.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio (Zé Ricardo), Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Felipe Azevedo), Viçosa, Matheusinho (Geovane)
Técnico: Felipe Conceição.

CRB:
Vinícius Silvestre;
Daniel Borges, Wellington Carvalho, Edson Henrique, Igor;
Claudinei, Lucas Abreu (Iago), Ferrugem (Willians Santana), Elton (Lucas Siqueira);
Alisson Farias e Léo Ceará.
Técnico: Marcelo Chamusca.

Gol: Ricardo Silva

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

Pré-jogo América-MG x CRB-AL

A melhoria sempre deve ser contínua.

Em time que está vencendo também se mexe, a fim de aumentar as possibilidades de conquistar o maior número de vitórias durante um campeonato com 38 rodadas.

Nas oito vitórias* sob o comando do Felipe Conceição, a escalação inicial em cada jogo sempre foi modificada, por opção do técnico ou necessidade de mudança devido a contusão ou lesão ou suspensão.

No setor defensivo, a lesão do Jori, saída do Paulão, entrada e lesão do Pedrão, provocaram a escalação do Airton e do Lucas Kal.

A principal mudança na distribuição tática, antes ou durante a partida, foi a utilização de três volantes ou dois volantes mais um meia centralizado.

Outra alteração utilizada foi Diego Ferreira, na dupla função defensiva-ofensiva pelo lado direito, ou um meia-atacante de lado mais ofensivo, Berola ou Felipe Azevedo ou Matheusinho.

A entrada do França durante os jogos pouco acrescentou, principalmente na função de centroavante.

Na reação americana, Berola, Viçosa e Matheusinho formaram o trio mais ofensivo, produtivo e eficiente.

Matheusinho e Viçosa foram os artilheiros decisivos nesta recuperação.

A fim de buscar o equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima eficiência do time americano, talvez seja mais interessante qualificar o meio-de-campo e aumentar a força ofensiva, com a escalação de um meia centralizado mais um meia-atacante de lado mais agressivo que Diego Ferreira.

Airton permanece no gol.

Leandro Silva, Lucas Kal, Ricardo Silva e João Paulo deverão formar a primeira linha de quatro defensores.

Talvez seja mais interessante Ricardo Silva pela direita e Lucas Kal pela esquerda, porque Ricardo Silva tem dificuldade de fazer lançamentos com o pé esquerdo.

Embora sem ritmo de jogo, Roger poderia ser opção de reaproveitamento.

Leandro Silva deveria fazer mais ultrapassagens pela direita para buscar a linha de fundo ou infiltrar pela diagonal.

João Paulo é bastante participativo na tarefa ofensiva da construção das jogadas, principalmente nas assistências para gol e finalização.

Flávio demonstrou grande potencial na troca de passes, no combate e desarme.

Zé Ricardo poderia jogar mais avançado, de segundo ou terceiro volante, porque tem qualidade de armador na distribuição das jogadas, na marcação, nos lançamentos e finalizações.

Flávio e Zé Ricardo formariam uma dupla de volantes mais qualificada no passe.

Juninho e Maranhão são participativos nas triangulações pelos lados e na marcação alta dão o bote a fim de forçar o erro do adversário na saída de bola,

Apesar da intensidade no combate, Juninho e Maranhão são limitados na finalização e Juninho na troca de passes.

Maranhão deveria jogar mais no campo defensivo, na cobertura do João Paulo e Matheusinho, porque tem mais imposição física no desarme do que Juninho.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão para executar a função de meia centralizado.

Geovane precisa aumentar a produtividade ofensiva na criação e finalização para justificar a escalação.

Boselli não foi aproveitado.

Felipe Azevedo é lento para defender e atacar, tem mais qualidade ofensiva do que Diego Ferreira, mas necessita ser mais efetivo nas finalizações.

Viçosa recebeu poucas assistências para finalização dentro da área porque recuou para colaborar na marcação e até puxar contra-ataques. Poderá jogar mais adiantado, receber mais assistências e ser mais decisivo com a presença de um meia centralizado e um meia atacante de lado mais ofensivo do que Diego Ferreira.

Matheusinho carece aumentar a eficiência nas finalizações. mas é bastante participativo na recomposição defensiva, na troca de passes, na posse de bola e assistências para finalização.

Bilu deveria ser reaproveitado porque é agudo, parte pra cima e finaliza.

França pode até entrar e decidir o jogo, mas ainda não justificou as oportunidades recebidas.

Elias ou Vitão deveria ter prioridade na reposição do centroavante, em vez do França.

Ademir  poderia ser alternativa de velocidade para explorar o contra-ataque.

Sugestão de mudança na formação básica 4-3-3:

Airton;
Leandro Silva, Ricardo Silva, Lucas Kal, João Paulo;
Flávio, Zé Ricardo, Juninho (Maranhão);
Bilu (Felipe Azevedo, Ademir), Viçosa, Matheusinho

Sugestão de mudança na formação básica 4-2-3-1

Airton;
Leandro Silva, Ricardo Silva, Lucas Kal, João Paulo;
Flávio (Juninho, Maranhão), Zé Ricardo;
Bilu (Felipe Azevedo, Ademir), Toscano (Geovane), Matheusinho
Viçosa

América x CRB
quinta-feira, 19h15, Independência
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

* oito vitórias sobre o comando do Felipe Conceição.
Ponte Preta 0 x 1 América
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Toscano;
Matheusinho (Bilu), Belusso (Viçosa), Felipe Azevedo

América 4 x 3 Londrina
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Pedrão, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa (Luiz Fernando), Matheusinho

América 2 x 1 Cuiabá
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Berola (França), Viçosa (Diego Ferreira), Matheusinho

América 3 x 2 Guarani
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Maranhão;
Felipe Azevedo, Juninho (Toscano), Geovane (Flávio), Matheusinho (Berola);
Viçosa

São Bento 0 x 2 América
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Diego Ferreira (Berola), Toscano (Flávio), Felipe Azevedo (França);
Viçosa.

América 2 x 1 Criciúma
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio (França), Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Berola), Viçosa, Matheusinho (Toscano)

Sport 0 x 2 América
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Ricardo Silva, Sávio (Lucas Luan);
Flávio, Juninho, Maranhão;
Diego Ferreira (Toscano), Viçosa, Matheusinho (Felipe Azevedo)

América 2 x 0 Brasil-RS
Airton;
Leandro Silva, Pedrão, Lucas Kal, João Paulo;
Flávio, Juninho e Maranhão;
Diego Ferreira (Berola,Felipe Azevedo), Viçosa (França), Matheusinho

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Lucas Kal?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos? Boselli?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.