terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Coimbra 0 x 2 América

O time americano dominou o adversário, fez dois gols, criou e desperdiçou oportunidades.

Glaycon fez três defesas salvadoras e Rodolfo perdeu um pênalti.

No primeiro gol, participação do Sávio, Rodolfo e conclusão do Felipe Augusto.

No segundo gol, Ademir, Diego Ferreira e definição do Alê, com o pé esquerdo.

Intensidade na tarefa ofensiva do Diego Ferreira e Sávio, segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, dinamismo do Zé Ricardo, Juninho e Alê, e ofensividade do Ademir, Rodolfo e Felipe Augusto prevaleceram.

Zé Ricardo foi mais participativo nas jogadas ofensivas, fez assistência para Rodolfo sofrer o pênalti, e triangulou bastante com Alê e Sávio.

Juninho aumentou a produtividade, ao jogar mais recuado e fazer ultrapassagens pelo lado direito.

Alê também recuou para executar a distribuição das jogadas e mostrou categoria na finalização do gol marcado.

Ademir e Felipe Augusto foram os mais finalizadores.

Felipe Augusto demonstrou possibilidades de evolução.

Rodolfo foi mais produtivo nas assistências para gol e para finalização do que nas finalizações certas.

Ainda assim, Alê e Juninho, avançados pelo meio na função de articuladores,  carecem ser mais assistentes e finalizadores, faltou Rodolfo ter mais poder de finalização e decisão, Ademir e Felipe Augusto serem mais eficientes nas finalizações, e aproveitamento da bola aérea ofensiva.

A eficiência nas finalizações precisa ser maior porque as chances de gol serão menores contra adversários mais qualificados.

Carlos Alberto deveria ter entrado para jogar pela direita e com mais tempo para pegar na bola.

Talvez tivesse sido mais interessante, João Paulo ter entrado no lugar do Felipe Augusto e Vitão no lugar do Juninho.

Alê e Rodolfo seriam os meias mais avançados e centralizados, Carlos Alberto, Vitão e Sávio, o trio mais ofensivo.

Destaque novamente para a segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, a participação produtiva na troca de passes do Alê, Sávio e Zé Ricardo, possivelmente os principais passadores americanos, e Felipe Augusto e Alê pelos gols marcados.

Coimbra:
Glaycon;
Alex Silva, Breno, Carciano e Hipólito;
Paranhos, Thomás (Allan Dias) e Thalis;
João Vitor (Thiaguinho), Bruno Rocha (Bádio e Daniel Penha
Técnico: Diogo Giacomini

América na formação básica 4-1-2-3.
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo;
Juninho (Rickson e Alê;
Ademir (Carlos Alberto), Rodolfo, Felipe Augusto;
Técnico: Lisca

Gols: Felipe Augusto, Alê

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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Coimbra x América

Nas cinco primeiras rodadas do Mineiro e no jogo de estreia da Copa do Brasil, as únicas três mudanças, entre os titulares, foram obrigatórias, provocadas por contusão e lesão. 

Faltou pelo menos uma mudança entre os considerados titulares e uma entre os substitutos, a fim de aumentar as possibilidades de aproveitamento, na sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e na disputa da Série B.

Sávio aumentou a intensidade ofensiva, demonstrou capacidade para ser o titular da posição, e até jogar mais avançado, de meia-atacante de lado, numa possível dobra pela esquerda, ou meia mais centralizado.

Ademir comprovou que deveria ter sido utilizado mais vezes entre os titulares ou ter jogado mais tempo, quando entrou durante as partidas. Poderia revezar o lado e jogar pela ponta esquerda, para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo. 


Diego Ferreira foi bastante tímido na tarefa ofensiva contra o Villa Nova, mas terá outra chance para mostrar condições para disputar a titularidade. Também precisa ter mais poder de marcação, força de ataque e resistência para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Uma alteração funcional de acordo com o posicionamento no meio-de-campo,  seria encontrar as posições ideais do Alê, Juninho e Zé Ricardo.

Alê e Juninho, os meios-campistas mais avançados na função de articuladores, carecem aumentar o poder de assistência e finalização. 

Zé Ricardo tem capacidade para jogar mais avançado, fazer assistências, finalizações e lançamentos. 

Possivelmente Juninho mais recuado e próximo do Zé Ricardo, com Alê, mas adiantado, próximo do Rodolfo. 

No setor mais ofensivo, Felipe Augusto foi participativo, mas necessita acertar mais cruzamentos e finalizações.

Rodolfo não pareceu o típico centroavante referência para fazer a parede, mas foi competitivo e dinâmico. 


Faltam opções para aproveitar os cruzamentos e lançamentos pelo alto, com a bola rolando.

Talvez seja mais interessante formar um trio ofensivo, com Ademir, pela direita, Vitão, centralizado, e Rodolfo, pela esquerda.

Thalys e Lucas Luan são opções para as laterais e para meio-de-campo. 

Luisão e João Cubas precisam de ritmo de jogo.


Flávio, Joseph e Rickson são opções de volantes. 


Carlos Alberto, drilblador agudo pela direita e finalizador quando infiltra pela diagonal, é opção de atacante pelo lado direito. 


Leo Passos, Geovani e João Gabriel, opções de meias. 


Possibilidades de mudanças na formação básica 4-1-2-3

Airton;
Diego Ferreira (Thalys), Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Juninho (Flávio, Joseph, Rickson); 
Zé Ricardo, Alê (Leo Passos, Geovane, João Gabriel)
Ademir (Carlos Alberto), Rodolfo, Felipe Augusto (Vitão)

Coimbra x América

segunda-feira, 20h30, Arena Independência
Vamos vencer, Coelhão!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Villa Nova 1 x 2 América

Valeu pela resistência física, pelo poder de reação, pelos três pontos e pela saudação à torcida feita pelos jogadores, sob o comando do Lisca, ao final do jogo.

Foi o típico confronto disputado no Castor Cifuentes, o Alçapão do Bonfim, com bastante dinamismo, intensidade e velocidade.

O setor defensivo americano praticamente neutralizou o ataque adversário.

Airton foi exigido nos cruzamentos.

Diego Ferreira quase fez um gol no primeiro tempo, mas foi mais defensivo do que ofensivo.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann mantiveram a segurança defensiva.

Sávio teve poder de marcação e repetiu a intensidade na tarefa ofensiva.

Zé Ricardo combateu, desarmou, finalizou e fez assistência para finalizações.

Apesar da postura ofensiva, o time americano teve baixo poder de finalização certa.

Alê e Juninho, os meio-campistas mais avançados praticamente na função de articuladores, Rodolfo e Felipe Augusto foram ineficientes nas poucas finalizações.

Juninho finalizou o lance gerador do pênalti convertido pelo Rodolfo.

Rodolfo movimentou bastante e deslocado para o lado esquerdo, participou da recomposição defensiva e fez o lançamento perfeito para o gol do Ademir.

Ademir foi o atacante com mais poder de finalização e decisão.

Flávio foi a novidade entre os substitutos.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Carlos Alberto no lugar do Ademir e do Vitão no lugar do Felipe Augusto, a fim de formar um trio ofensivo com Carlos Alberto, Vitão e Rodolfo.

Destaque mais uma vez para a segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, a movimentação e participação do Alê, novamente Sávio, Zé Ricardo e a eficiência e poder de decisão do Ademir, um dos artilheiros americanos, com três gols marcados no Mineiro,

Villa Nova:
Ricardo Vilar;
Alan Silva, Rodolfo Mol, Wellington Reis e Victor Luiz;
Augusto Recife, Renato Bruno (Leandro Brasília), Iury e Vitor Júnior;
Leandro Cearense (Paulinho) e Ruan Teles
Técnico: Mancuso

América na formação básica 4-1-4-1.
Airton;
Diego Ferreira (Joseph) Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Ademir (Flávio), Juninho, Alê, Felipe Augusto (Leo Passos);
Rodolfo
Técnico: Lisca

Gols: Vitor Júnior, Rodolfo, Ademir

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Villa Nova x América

Mais uma oportunidade para promover mudanças opcionais, a fim de aumentar as possibilidades de aproveitamento na sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e na disputa da Série B.

Se em cada jogo da primeira fase do Mineiro, houvesse pelo menos uma mudança entre os titulares e uma entre os substitutos durante a partida, no mínimo, seriam 22 jogadores considerados reservas utilizados nos jogos do estadual.

As mudanças provocadas pelo desfalque do Leandro Silva, João Paulo e Matheusinho serão obrigatórias.

Diego Ferreira terá chance para demonstrar capacidade de disputar a titularidade, mas também precisa melhorar o poder de marcação, a produtividade e eficiência nos cruzamentos, e a resistência física para executar a dupla função defensiva-ofensiva.

Thalys, com qualidade no drible e nos cruzamentos, é opção de substituição.

Ronaldo está no DM e Ynaiã emprestado.

Sávio, na tarefa ofensiva, demonstrou mais intensidade do que João Paulo.

Devido a vulnerabilidade defensiva dos laterais, talvez seja mais interessante baixar a marcação, com a escalação de dois volantes, em vez de usar só o Zé Ricardo mais recuado, com Juninho e Alê, avançados, na função de articuladores.

A contusão do Matheusinho colaborou com a entrada do Ademir.

Se Matheusinho tivesse condição de jogo, Ademir, por merecimento, deveria permanecer entre os titulares, porque foi mais eficiente que Felipe Augusto.

Felipe Augusto foi muito participativo, mas com mais erros do que acertos nos complementos das jogadas. Poderia fazer um revezamento de lado com Ademir, e pela direita, infiltrar na digonal e finalizar de pé  esquerdo.

No lado esquerdo, Ademir teria mais facilidade para buscar a linha de fundo e acertar o cruzamento com o pé esquerdo.

No Castor Cifuentes, possivelmente as jogadas de velocidade pelos lados,  cruzamentos e lançamentos para dentro da área e finalizações de longa distância serão exploradas pelas duas equipes.

Mas com a bola rolando, faltam opções para aproveitar de cabeça os cruzamentos pelo alto.

Alê precisa encontrar um posicionamento que facilite o rendimento dele. Parece ter mais qualidade para fazer lançamentos do que assistências verticais.

Rodolfo carece fazer o pivô, pisar mais na área para aumentar o poder de finalização e decisão.

Flávio, Geovane, João Gabriel, Joseuph, Leo Passos, Lucas Luan e Rickson são opções para o meio-de-campo.

Um deles deveria começar entre os titulares e quem for o substituto ter mais tempo de jogo.

Carlos Alberto, ponta agudo pela direita, e Vitão, centroavante definidor, são alternativas de substituição ofensiva.

Rodolfo e Vitão poderão até formar dupla de atacantes para aumentar o abafa na grande área adversária.

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-2-3-1:
Airton (Jori)
Diego Ferreira (Thalys), Lucas Kal (Luisão), Eduardo Bauerman (João Cubas), Sávio (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Joseph) , Juninho (Flávio, Joseph, Rickson);
Ademir (Carlos Alberto), Alê (Leo Passos, Geovane), Felipe Augusto (João Gabriel, Lucas Luan);
Rodolfo (Vitão)

Villa Nova x América
quarta-feira, 19h15, Castor Cifuentes
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Cruzeiro 1 x 1 América

O América desperdiçou uma oportunidade histórica de ter vencido um Cruzeiro bastante limitado tecnicamente.

Apesar da ausência do Matheusinho, o time americano buscou o controle do jogo, teve proposta ofensiva, mas faltou qualidade na construção das jogadas, principalmente eficiência nas finalizações, e ainda falhou no gol de empate

De acordo com o Footstats, foram 10 finalizações erradas do América e só uma certa, a do gol do Ademir.

O time cruzeirense fez 7 finalizações erradas, e as 3 certas foram de fora da área, inclusive a do gol marcado pelo Maurício, numa falha do Airton.

Embora Sávio, que estava bem na partida, tenha errado o passe pro Felipe Augusto, a falha do Airton foi maior, porque a bola era totalmente defensável e foi praticamente um gol contra do goleiro.

Mas a fragilidade defensiva dos laterais, Diego Ferreira, Leandro Silva, João Paulo e Sávio continua preocupante.

O lado direito, com Diego Ferreira e Leandro Silva, é mais crítico, porque Leandro Silva está improdutivo na tarefa defensiva e ofensiva, e Diego Ferreira, quando jogou em 2019, também deixou a desejar na dupla função, principalmente a ofensiva.

Pelo menos na esquerda, João Paulo e Sávio são mais produtivos no apoio, Embora João Paulo esteja constantemente no DM.

Sávio, que tem potencial para jogar mais avançado, foi o principal passador americano, com 63 passes certos, errou 7, fez 4 lançamentos certos, 3 errados, duas assistências para finalização.

Zé Ricardo foi o segundo americano com mais passes certos, 54, entre eles, 15 para o Alê,

Alê e Juninho, na função de articuladores próximos da intermediária adversária, foram improdutivos na criação e finalização.

Ambos não acertaram nenhuma finalização.

Alê fez uma assistência de pé esquerdo para finalização do Ademir, acertou 47 passes e errou 8.

Juninho acertou 28 passes, errou 5.

Alê pareceu ter qualidade técnica, mas pouca intensidade e baixo poder de finalização. Talvez seja mais produtivo nos lançamentos.

Rodolfo e principalmente Felipe Augusto desperdiçaram oportunidades de contra-ataque, com erros de decisão e execução.

Felipe Augusto fez uma assistência para gol, uma para finalização, três finalizações erradas, uma delas livre de marcação dentro da área, e seis cruzamentos errados.

Rodolfo, que voltou a demonstrar incapacidade para fazer o pivô e ser o centroavante referência. com aproveitamento na bola alta, fez duas assistências para finalização e três finalizações erradas.

Ademir demonstrou capacidade para ser utilizado mais vezes entre os titulares, marcou um gol, fez duas assistências para finalização, duas finalizações erradas, um cruzamento certo, três errados.

Faltou o revezamento de lado entre Ademir e Felipe Augusto, para Ademir partir pra cima do Edilson, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo, e Felipe Augusto jogar pela direita, para infiltrar pela diagonal e finalizar de pé esquerdo.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Carlos Alberto, um dos promovidos para não jogar, ou Geovane, em vez do Rickson.

Destaque para a dupla de zagueiros formada pelo Lucas Kal e Eduardo Bauermann, que mantiveram a segurança defensiva, para os passadores Sávio e Zé Ricardo, com participação na jogada do gol marcado, e Ademir pela ofensividade e gol feito.

Cruzeiro:
Fábio;
Edílson, Cacá, Leo e João Lucas;
Filipe Machado, Jadsom (Judivan), Éverton Felipe, Maurício e Jhonata Robert (Marco Antônio); Roberson (Weliton)
Técnico: Adílson Batista

América:
Aírton;
Leandro Silva (Diego Ferreira), Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio;
Zé Ricardo;
Ademir (Rickson), Juninho, Alê, Felipe Augusto (Leo Passos);
Rodolfo
Técnico: Lisca

Gols: Ademir e Maurício

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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Cruzeiro x América

O time americano deve buscar o controle do jogo, valorizar a posse de bola e ser bem distribuído taticamente, a fim de encontrar o equilíbrio entre defender e atacar em alta intensidade, e minimizar a presença do acaso.

Diego Ferreira e Leandro Silva, pela direita, e João Paulo e Sávio, pela esquerda, são mais produtivos na tarefa ofensiva.

Em 2019, com Juninho, e Maranhão, e em 2020, com Juninho e Alê, avançados, mais na função de articuladores do que volantes , Zé Ricardo e os laterais ficaram muito expostos nas jogadas de contra-ataque.

Talvez mudanças no posicionamento sejam necessárias e mais proveitosas, para equilibrar a tarefa defensiva-ofensiva.

Em vez do 4-1-4-1, bastante utilizado pelo Felipe Conceição, a variação entre o 4-2-4, o 4-3-3 e o 4-2-3-1 poderá ser mais vantajosa.

Quanto maior o repertório tático e as possibilidades de substituição durante os jogos, maior será a vantagem competitiva.

No 4-2-4, Juninho, na posição e função de volante, mais próximo do Zé Ricardo facilitaria o combate pelo centro e pelos lados.

Rodolfo, que não parece ser um centroavante referência dentro da área, jogaria quase na mesma linha do Alê e dos meias-atacantes de lado.

No 4-3-3 preventivo, Zé Ricardo, no centro, Juninho, pela direita, e Alê, na esquerda, formariam um triângulo, com o trio mais na posição e função de volantes.

No 4-2-3-1, além dos dois volantes, os meias atacantes de lado participariam da recomposição defensiva e da transição ofensiva.

Ainda assim, o desafio do time americano será enfrentar um adversário considerado bastante intenso.

Airton vai precisar transmitir segurança para o setor defensivo e em caso de necessidade fazer defesa salvadora.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann deverão demonstrar capacidade física e técnica no combate individual, velocidade de recuperação, bom posicionamento nos cruzamentos rasteiros e impulsão nas bolas aéreas.

Zé Ricardo tem qualidade na marcação, na saída de bola, nos lançamentos e nas finalizações. Na posição de volante, poderá executar a função de distribuidor das jogadas.

Juninho deve auxiliar Zé Ricardo no combate e ainda ocupar os espaços nas jogadas de contra-ataque e nas ultrapassagens.

Alê terá de mostrar poder de criação e finalização, contra uma marcação mais intensiva.

Felipe Augusto e Rodolfo, com bastante movimentação, necessitam ter poder de finalização e decisão.

Matheusinho, bem fisicamente, poderá fazer a diferença nas assistências, criação, dribles, finalizações e gols.

Ademir tem velocidade para buscar a linha de fundo pelos lados e fazer cruzamentos aéreos ou rasteiros, e pela direita infiltrar na diagonal e finalizar.

Sem o revezamento no Mineiro, as opções de mudanças estão reduzidas.

Geovane e Leo Passos, ambos em fase de desenvolvimento e oscilação, são os que mais entraram durante os jogos.

Os pratas da casa promovidos, ainda não tiveram oportunidades.

Vale destacar que, o sub-20 americano completo teria total capacidade para vencer o sub-20 do Cruzeiro nos jogos disputados em 2019.

Possível time:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Augusto, Rodolfo, Alê, Matheusinho (Ademir)

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Santos-AP 1 x 1 América-MG

Apesar do baixo desempenho, principalmente no segundo tempo, o resultado foi o suficiente para garantir a participação na segunda fase da Copa do Brasil e a premiação no valor de R$ 650 mil.

Mas a lista de relacionados evidenciou a necessidade de revezar mais durante o Mineiro, a fim de preparar melhor a equipe para disputar a Série B e a sequência da Copa do Brasil.

Times ganham jogos, inclusive com a presença do acaso.

Equipes feitas para vencer conquistam objetivos e títulos.

Geovane e Leo Passos, ambos sub-23 em fase de desenvolvimento e oscilação, foram as únicas opções ofensivas que jogaram em 2020.

Entre os pratas da casa que desfalcaram e provocaram a queda de rendimento do Sub-20 nas competições disputadas em 2019 e 2020, só Flávio e Lucas Luan foram relacionados.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares, principalmente contra equipes do interior durante o estadual.

De acordo com a narração do Ênio Lima e os comentários do Emerson Romano, o time americano sentiu a ausência do Matheusinho, mas ainda assim teve poder de criação e finalização no primeiro tempo.

No segundo tempo, a produtividade americana despencou.

Além de sofrer o empate, a primeira finalização certa foi só aos 40 minutos através do Zé Ricardo.

Romano destacou a participação do Rodolfo no primeiro tempo.

Aliás, Rodolfo fez 3 gols em 4 jogos.

Santos-AP:
Rubens Júnior;
Romano, Matheus, Júnior Gaúcho e Batata; Ramon, Victor Dourado e Denilson (Marcelinho);
Fabinho, João Pedro (Jean Marabaixo) e Luciano (Diego MacLaren)
Técnico: Edson Porto

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo,
Felipe Augusto (Lucas Luan, Juninho, Alê, Ademir (Geovane);
Rodolfo (Léo Passos)
Técnico: Lisca

Gol: Rodolfo

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Santos-AP x América-MG

O confronto contra o Santos-AP, pela Copa do Brasil, e o clássico contra o Cruzeiro, pelo Mineiro, serão os dois desafios mais importantes, neste início de temporada.

Talvez o revezamento, nos três jogos disputados pelo estadual, tivesse sido mais positivo para evitar o desgaste provocado pelos jogos seguidos e aumentar as possibilidades dos utilizados entre os titulares.

Joseph e Sávio foram escalados porque Lucas Kal e João Paulo se lesionaram.

Sávio carece melhorar o combate individual, mas aumentou a intensidade pelo lado esquerdo.

Lucas Kal e Matheusinho, devido as lesões sofridas contra o Uberlândia, são dúvidas.

Ademir no lugar do Felipe Augusto, por opção tática, ou no lugar do Matheusinho, por veto do DM, é opção de titularidade.

Se Ademir for escalado no lugar do Matheusinho, deveria revezar os lados com Felipe Augusto.

Ao jogar pela direita, Ademir tem mais facilidade para driblar pra dentro e finalizar do que buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé direito. o que aumentaria a produtividade e eficiência ofensiva.

No lado esquerdo, Ademir poderá ser mais produtivo ao utilizar a velocidade para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Felipe Augusto teve boa movimentação contra o Uberlândia, mas precisa ser mais eficiente nas finalizações e assistências.

Rodolfo carece fazer mais a parede, e ter mais poder de finalização para aumentar as possibilidades de decisão.

Pelo menos a falta de revezamento colaborou na evolução do Alê.

Alê teve baixo rendimento contra Caldense e Tupynambás e foi o principal destaque contra Uberlândia.

Geovane, que marcou o gol de empate contra a Caldense, ou João Gabriel ou Lucas Luan, mais avançado, seria alternativa de reposição.

Uma possível mudança tática seria o recuo do Juninho para ficar mais próximo do Zé Ricardo e aumentar o poder de marcação nas jogadas de contra-ataque.

Flávio é opção para jogar mais recuado e formar dupla de volantes com Zé Ricardo.

Possível time na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal (Joseph), Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Felipe Augusto (Ademir), Juninho (Flávio), Alê (Geovane), Matheusinho (Ademir);
Rodolfo

Santos-AP x América-MG
quarta-feira, 20h30, Zerão
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domingo, 2 de fevereiro de 2020

América 3 x 0 Uberlândia

O time americano buscou o controle do jogo, teve poder de criação, finalização e decisão.

Ainda assim,  desperdiçou oportunidades de ampliar a goleada.

Também faltou eficiência nos lances de bola parada e nas cobranças de falta pelo Felipe Augusto e Sávio.

A distribuição tática próxima do 4-1-4-1 aumentou a postura ofensiva, mas diminuiu a força defensiva, só com o Zé Ricardo na marcação, nos lances de contra-ataque.

Apesar da fragilidade ofensiva do adversário, o time do Uberlândia teve pelo menos três chances de gols.

Pelo terceiro jogo seguido do Mineiro, nenhum prata da casa, que desfalcou e prejudicou o rendimento o sub-20 nas competições do ano passado e na Copa São Paulo deste ano, foi utilizado.

A velocidade da evolução será proporcional aos jogos disputados.

É preferível jogar na base a só treinar no principal.

Quanto mais vezes jogar, mas bem preparado vai ficar.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares.

Airton fez duas defesas salvadoras.

Leandro Silva deveria ter buscado mais vezes a linha de fundo, mas evitou uma jogada de gol do adversário, participou da virada de jogo para Felipe Augusto, no lance do primeiro gol,  infiltrou pela diagonal e fez a assistência para Alê marcar o segundo gol.

Sávio foi mais intenso na tarefa ofensiva, fez ultrapassagens e buscou a linha de fundo, mas recebeu poucos passes do Matheusinho.

Lucas Kal, depois Joseph, e Eduardo Bauermann foram pouco exigidos no combate individual.

Juninho participou da jogada do segundo gol.

Felipe Augusto participou do primeiro gol do Alê, teve quatro chances de gols, errou três e teve um gol anulado.

Rodolfo repetiu a movimentação ofensiva, mas sem ser referência dentro da área, e pouco finalizou.

Matheusinho participou sem necessidade da recomposição defensiva próximo da grande área americana, superou com facilidade o primeiro marcador, mas na sequência das jogadas tabelou pouco com Sávio e quando infiltrou para diagonal faltou referência dentro da área e maior aproximação do Alê para trocar passes.

Leo Passos nada acrescentou.

Destaque para Ademir, Alê e Zé Ricardo

Ademir, que pelo rendimento nos dois jogos anteriores mereceria a titularidade, novamente demonstrou possibilidades de ser mais bem aproveitado. Mesmos assim, para aproveitar o espaço conquistado devido a velocidade de arranque, deveria jogar também pelo lado esquerdo, para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo ou quando chegar a linha de fundo pela direita fazer o cruzamento com o pé direito.

Zé Ricardo relembrou os tempos da base, quando se destacou na armação das jogadas, pelos lançamentos precisos e assistências para gols. Faltou ser mais finalizador, mas fez assistência para o gol anulado do Felipe Augusto,  fez o lançamento em profundidade para explorar a velocidade do Ademir no terceiro e mostrou habilidade num passe de peito de pé.

Alê, que pelo baixo desempenho contra a Caldense e Tupynambás deveria ter perdido a titularidade, foi o principal destaque da partida, pelos dois gols marcados e pelos dois lançamentos feitos do campo defensivo para Matheusinho. Talvez tenha mais qualidade na construção das jogadas, quando está mais recuado, sem receber bola de costas para o adversário.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal (Joseph), Eduardo Bauermann e Sávio;
Zé Ricardo;
Felipe Augusto, Juninho, Alê e Matheusinho (Ademir);
Rodolfo (Léo Passos)
Técnico: Cauan de Almeida

Uberlândia:
Rafael;
Joazi, Tayron, Plínio e Fábio Alves (Cesinha);
Rogério (Jô), Leandro Salino, Luiz Alexandre (Jhulliano) e Diogo Peixoto;
Felipe Alves e Luizinho
Técnico: Cícero Júnior

Gols: Alê (2), Ademir

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sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Pré-jogo América x Uberlândia

Terceira oportunidade no campeonato Mineiro para fazer mudanças entre titulares, substitutos e relacionados, a fim de preparar melhor a equipe para disputar a Série B e preservar os mais desgastados fisicamente e considerados titulares absolutos, para o jogo pela Copa do Brasil e contra o Cruzeiro.

Aliás, contra a Caldense e contra o Tupynambás, o rendimento do time aumentou com as alterações.

Nos poucos momentos em que jogaram nas duas partidas, Ademir e Geovane foram mais produtivos que Felipe Augusto e Alê.

Sávio, que só foi escalado entre os titulares contra o Tupynambás,  devido a lesão do João Paulo, também rendeu mais do que o considerado titular contra a Caldense.

Ademir, Geovane e Sávio, caso esteja bem fisicamente, deveriam ser titulares contra o Uberlândia.

Embora tenha mais qualidade na função de meio-campista, Lucas Luan é opção para a lateral esquerda.

Diego Ferreira seria opção para o lugar do Leandro Silva, que jogou mal contra a Caldense e pouco acrescentou contra o Tupynambás.

As outras mudanças poderiam ser durante a partida.

A transformação do Flávio em novo Christian deve ser evitada. O promissor primeiro volante tem total capacidade para ser titular, inclusive ao lado do Zé Ricardo.

Zé Ricardo, Juninho e Matheusinho, considerados titulares absolutos, poderiam ser preservados para os próximos jogos.

Rodolfo se destacou pelos dois gols marcados, mas ainda carece ter mais presença de área para aumentar o poder de finalização e decisão.

Carlos Alberto, João Cubas, João Gabriel, Luisão e Vitão vão precisar ser mais bem aproveitados durante a competição, principalmente porque desfalcaram e provocaram a queda de rendimento do sub-20, quando subiram e foram pouco utilizados ou nem jogaram.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares.

Possibilidades de mudanças:
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauerman, Sávio (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Joseph)
Ademir (Carlos Alberto), Juninho (Flávio, Rickson), Geovane (João Gabriel), Matheusinho (Felipe Augusto, Leo Passos)
Rodolfo (Vitão)

América x Uberlândia
sábado, 16h, Arena do Coelhão.
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quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Tupynambás 0 x 1 América

Valeu pelos três pontos, mas contra um adversário bastante limitado tecnicamente, faltou qualidade para o time americano, que teve pouca criatividade, baixo poder de finalização e principalmente de decisão.

A titularidade do Sávio, devido a lesão do João Paulo, aumentou a intensidade do lado esquerdo, mas Leandro Silva fez poucas ultrapassagens pela direita.

Aliás, as sucessivas lesões do João Paulo desde o ano passado e a baixa resistência física do Sávio, substituído durante o jogo, são preocupantes.

Apesar da fragilidade ofensiva do Tupynambás, parece que Lucas Kal e Eduardo Bauermann formarão uma dupla de zaga bastante interessante.

Ainda assim, Luisão e João Cubas, que poderia ter participado da Copa São Paulo este ano, precisam ter mais chances no Mineiro.

Juninho e Alê,  avançados na função de meias de ligação, foram limitados na articulação das jogadas ofensivas.

Felipe Augusto praticamente foi anulado pelo Lúcio, com 40 anos.

Ademir e Geovane poderiam ter começado o jogo, com Carlos Alberto e João Gabriel de opções de substituição.

Lucas Luan entrou no lugar do Sávio, mas tem mais qualidade para jogar do meio para a frente.

Vitão também deveria ter sido relacionado.

O DNA deve ser aproveitador.  Ainda mais que a maioria dos pratas da casa promovidos em 2019 e 2020 provocaram a queda de desempenho do sub-20 nas competições disputadas.  É preferível jogar mais vezes no sub-20 a só treinar no principal sem ser escalado nem relacionado. Quanto mais vezes jogar, maior será a evolução.

Rodolfo precisa ter mais presença de área, fazer a referência ou ser escalado de atacante pelo lado.

Ainda assim, Rodolfo, com mais um gol marcado, e  principalmente Matheusinho, o que mais apareceu pro jogo e finalizou, foram os poucos destaques da partida.

Tupynambás:
Gabriel Bottan;
Graffite, Sílvio, Diego Augusto e Lúcio;
Léo Salino, Allan (Albert) e Sávio (Fabinho Alves);
Vanger, Ygor e Ademilson (Yago Caju).
Técnico: Zé Luís Peixoto.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio (Lucas Luan);
Zé Ricardo;
Felipe Augusto (Ademir), Juninho, Alê (Geovane), Matheusinho;
Rodolfo.
Técnico: Cauan de Almeida.
Gol: Rodolfo

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quarta-feira, 29 de janeiro de 2020

Pré-jogo Tupynambás x América

A constante troca dos técnicos, por decisão da diretoria ou do próprio treinador, evidencia a necessidade de minimizar a participação do técnico no planejamento da formação da equipe.

Na condição de funcionário do clube, o técnico deveria trabalhar com os jogadores avaliados pela equipe de analistas de desempenho, gerente e diretor de futebol, no caso do América, subordinados a um presidente, com conhecimento de futebol, e de acordo com as diretrizes da instituição, principalmente a do DNA aproveitador dos pratas da casa entre os titulares.

O técnico poderia fazer indicações pontuais para completar o elenco.

Até o modelo de jogo deveria ser padronizado em todas as categorias.

Logicamente que, a equipe de analistas de desempenho, o gerente e o diretor precisariam ser bastante qualificados e trabalhariam com metas de rendimento.

Sob o comando do Felipe Conceição, faltaram mudanças opcionais, em vez de obrigatórias devido a lesão e suspensão, maior acerto e rapidez nas substituições feitas durante os jogos, maior repertório defensivo e ofensivo menos dependente da bola parada.

Possivelmente Cauan de Almeida vai manter a metodologia do Felipe Conceição contra o Tupynambás.

Talvez uma mudança necessária seja a entrada do Sávio no lugar do João Paulo, lesionado, no início da temporada.

Ainda assim, existem mais opções para revezar no Mineiro e preparar melhor a equipe pro Brasileiro.

Com o adiamento da partida contra o Villa Nova, o pré-jogo correspondente foi copiado e adaptado.

Leandro Silva e João Paulo jogaram mal contra a Caldense, mas a lateral direita é mais preocupante.

Em 2019, Leandro Silva e Diego Ferreira atuaram juntos, mas na prática foram dois jogadores para executar a função de um. O poder de marcação aumentou, porém a força ofensiva pela direita, com Diego Ferreira improvisado, diminuiu.

Leandro Silva é ineficiente na marcação, tem mais potencial no apoio, mas até a eficiência ofensiva diminuiu.

Diego Ferreira precisa melhorar o poder de marcação, a eficiência no apoio e a resistência física para executar a dupla função de defensiva-ofensiva.

Embora seja possível Leandro Silva jogar bem e marcar gol decisivo, Diego Ferreira deveria começar o jogo.

Na esquerda, apesar de ser lento para defender e atacar, João Paulo foi o principal pontuador americano pelo índice Footstats de produtividade, devido as assistências para gols e finalizações.

Sávio também carece melhorar no combate individual, mas tem potencial ofensivo, intensidade e velocidade, até para jogar mais avançado pelo centro ou pelo lado.

A utilização de 3 zagueiros e a transformação de laterais em alas parece ser o que mais se encaixa nas características da equipe americana, mas ainda não voltou a ser um dos esquemas da moda.

Lucas Kal e Eduardo Bauerman devem jogar mais vezes juntos, mas Luisão e João Cubas também precisam ter oportunidades programadas, para evitar a escalação só em situações emergenciais.

Zé Ricardo deveria jogar mais avançado ou ter mais liberdade para avançar, sem ser o volante mais recuado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, no passe vertical e nas finalizações.

Flávio tem mais potencial para ser o volante mais recuado.

Geovane merece ser premiado pelo gol marcado e ganhar a titularidade no lugar do Alê, que foi muito mal contra a Caldense.

Outra mudança para começar o jogo ou no intervalo é a utilização do Ademir, para explorar as jogadas de velocidade pelo lado.  Ademir também deveria jogar pelo lado esquerdo, para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Ademir precisa ter oportunidades para demonstrar se tem capacidade ou não para disputar a titularidade.

Carlos Alberto, 17 anos, carece aumentar a eficiência nos cruzamentos e finalizações, mas tem bastante potencial ofensivo, parte pra cima, dribla na vertical buscando a linha de fundo ou infiltra na diagonal para finalizar.

Felipe Augusto precisa fazer mais assistências, ser mais finalizador e decisivo.

Rodolfo também necessita ter mais poder de finalização, decisão e ser a referência dentro da área.

Vitão deveria ser opção de substituição.

Mais João Gabriel e Lucas Luan. Ambos com capacidade para jogar na lateral e principalmente avançados pelo centro ou pelo lado.

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauerman, João Paulo (Sávio)
Zé Ricardo;
Felipe Augusto (Ademir, Carlos Alberto), Juninho (Flávio), Geovane (João Gabriel), Matheusinho (Carlos Alberto, Lucas Luan)
Rodolfo (Vitão)

Tupynambás x América
quarta-feira, 20h, Mário Helênio
Vamos vencer, Coelhão!

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sexta-feira, 24 de janeiro de 2020

Pré-jogo Villa Nova x América

Devido a sequencia de jogos em curto prazo, oportunidade para Felipe Conceição fazer mudanças por opção, entre titulares, substitutos e relacionados, para evitar o desgaste na estreia na Copa do Brasil e principalmente no Mineiro dar chances programadas, para todos da equipe ficarem mais bem preparados para disputar a Série B.

No Castor Cifuentes, possivelmente as jogadas de velocidade pelos lados,  cruzamentos e lançamentos para dentro da área e finalizações de longa distância serão exploradas pelas duas equipes.

Leandro Silva e João Paulo jogaram mal contra a Caldense, mas a lateral direita é mais preocupante.

Em 2019, Leandro Silva e Diego Ferreira atuaram juntos, mas na prática foram dois jogadores para executar a função de um. O poder de marcação aumentou, porém a força ofensiva pela direita, com Diego Ferreira improvisado, diminuiu.

Leandro Silva é ineficiente na marcação, tem mais potencial no apoio, mas até a eficiência ofensiva diminuiu.

Diego Ferreira precisa melhorar o poder de marcação, a eficiência no apoio e a resistência física para executar a dupla função de defensiva-ofensiva.

Embora seja possível Leandro Silva jogar bem e marcar gol decisivo contra o Villa, Diego Ferreira deveria começar o jogo, até para preservar o Leandro Silva de uma possível cobrança maior por parte da torcida, que ficará mais próxima do campo.

Na esquerda, apesar de ser lento para defender e atacar, João Paulo foi o principal pontuador americano pelo índice Footstats de produtividade, devido as assistências para gols e finalizações.

Sávio também carece melhorar no combate individual, mas tem potencial ofensivo, intensidade e velocidade, até para jogar mais avançado pelo centro ou pelo lado.

A utilização de 3 zagueiros e a transformação de laterais em alas parece ser o que mais se encaixa nas características da equipe americana, mas ainda não voltou a ser um dos esquemas da moda.

Lucas Kal e Eduardo Bauerman devem jogar mais vezes juntos, mas Luisão e João Cubas também precisam ter oportunidades programadas, para evitar a escalação só em situações emergenciais.

Zé Ricardo deveria jogar mais avançado ou ter mais liberdade para avançar, sem ser o volante mais recuado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, no passe vertical e nas finalizações.

Flávio tem mais potencial para ser o volante mais recuado.

Geovane merece ser premiado pelo gol marcado e ganhar a titularidade no lugar do Alê, que foi muito mal contra a Caldense.

Outra mudança para começar o jogo ou no intervalo é a utilização do Ademir, para explorar as jogadas de velocidade pelo lado.  Ademir também deveria jogar pelo lado esquerdo, para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Ademir precisa ter oportunidades para demonstrar se tem capacidade ou não para disputar a titularidade.

Carlos Alberto, 17 anos, carece aumentar a eficiência nos cruzamentos e finalizações, mas tem bastante potencial ofensivo, parte pra cima, dribla na vertical buscando a linha de fundo ou infiltra na diagonal para finalizar.

Felipe Augusto precisa fazer mais assistências, ser mais finalizador e decisivo.

Rodolfo também necessita ter mais poder de finalização, decisão e ser a referência dentro da área.

Vitão, acostumado a jogar em Nova Lima,  deveria ser opção de substituição.

Mais João Gabriel e Lucas Luan. Ambos com capacidade para jogar na lateral e principalmente avançados pelo centro ou pelo lado.

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauerman, João Paulo (Sávio)
Zé Ricardo;
Felipe Augusto (Ademir, Carlos Alberto), Juninho (Flávio), Geovane (João Gabriel), Matheusinho (Carlos Alberto, Lucas Luan)
Rodolfo (Vitão)

Villa Nova x América
sábado, 16h, Castor Cifuentes
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

América 2 x 2 Caldense

Apesar de ter enfrentado uma equipe com mais tempo de preparação para disputar o Mineiro, o nível físico e técnico do time americano, até no primeiro tempo, deveria ter sido muito mais elevado.

Os dois gols sofridos foram em falhas coletivas de posicionamento.

Além dos erros defensivos, faltou criatividade, intensidade e poder ofensivo.

Entre os estreantes, Eduardo Bauerman foi o que pareceu mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos.

Felipe Augusto sumiu depois dos primeiros quinze minutos, mas demonstrou potencial de evolução.

Rodolfo pareceu pesado, sem fazer a referência e não teve poder de conclusão. A única finalização certa foi no gol e pênalti.

Alê, sem intensidade, resistência e velocidade para defender e atacar, no máximo passou para o lado.

Entre os remanescentes, Leandro Silva repetiu a deficiência no combate individual.

João Paulo matou até bola na canela e errou passes que não costuma errar.

Embora os laterais sejam mais produtivos na tarefa ofensiva, neste jogo deixaram a desejar no apoio.

Lucas Kal deixou o adversário livre de marcação no rebote da cobrança de lateral, que originou o segundo gol, mas demonstrou segurança na maioria dos lances disputados.

Possivelmente Lucas Kal e Eduardo Bauerman formarão uma dupla de zaga bastante interessante, mas a ineficiência defensiva do Leandro Silva e João Paulo continua preocupante.

Zé Ricardo poderia ter avançado mais, mas a distribuição tática, com um volante e uma linha mais avançada de quatro, dificulta a produtividade ofensiva dele e até defensiva, nos lances de contra-ataque.

Juninho sofreu o pênalti, mas a intensidade foi baixa.

Matheusinho, sem o apoio do João Paulo e com a baixa produtividade do Alê, só apareceu quando foi para o centro para tentar chamar o jogo.

Ademir, que precisa ser testado desde o início do jogo, e Leo Passos pouco produziram.

Talvez tivesse sido mais produtivo, Ademir ter entrado no lugar do Felipe Augusto e Leo Passos ou Vitão no lugar do Rodolfo.

O índice de acerto das mudanças opcionais feitas pelo Felipe Conceição antes e durante os jogos precisa ser maior.

Ainda assim, houve o acerto na entrada do Geovane e o time teve persistência para buscar o empate.

Destaque para o Geovane, que no gol de empate executou com perfeição a função de um meia atacante, numa finalização precisa de fora da área.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauerman, João Paulo;
Zé Ricardo (Ademir)
Felipe Augusto (Leo Passos), Juninho, Alê (Geovane), Matheusinho;
Rodolfo.
Técnico: Felipe Conceição

Caldense:
Alyson;
Filipi Sousa, Jonathan Costa, Lucas Mufalo (Guilherme), Rafael Verrone;
Franklin, André Mensalão (Lucas Siva), Arthur, Luan Costa (Luciano Mandi),Lucas Nathan Veloso;
João Victor.
Técnico: Marcus Paulo Grippi

Gols: Rodolfo e Geovane

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terça-feira, 21 de janeiro de 2020

Pré-jogo América x Caldense

Embora a repetição acelere o entrosamento em curto prazo, durante o Campeonato Mineiro, o revezamento no estadual será mais benéfico, na formação e preparação da equipe para disputar a Série B.

Deveria haver na maioria dos 11 jogos da primeira fase, pelo menos uma novidade entre os titulares, uma entre os substitutos e uma entre os relacionados.

O processo de adaptação, principalmente dos promovidos da base, precisa ser mais bem programado, em vez de emergencial, devido a lesões e suspensões dos considerados titulares.

No jogo de estreia contra a Caldense, a distribuição mais básica deve se aproximar do 4-1-4-1, bastante utilizado pelo Felipe Conceição em 2019.

Na primeira linha de 4, Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann e João Paulo.

Leandro Silva e João Paulo são mais produtivos e eficientes na tarefa ofensiva do que defensiva.

Lucas Kal demonstrou qualidade na bola aérea defensiva e na saída de bola.

Eduardo Bauermann vai precisar demonstrar qualidade na saída de bola com o pé esquerdo, velocidade de recomposição e posicionamento nos cruzamentos.

Apesar de ter potencial para jogar mais avançado, Zé Ricardo deve ser o primeiro e único volante, quando o time americano estiver com a bola.

Felipe Augusto, Juninho, Alê e Matheusinho formarão a linha de 4 mais ofensiva.

Possivelmente o rendimento ofensivo com Felipe Augusto, pelo lado, será superior ao do Diego Ferreira, quando jogou improvisado, e Felipe Azevedo, sem velocidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Juninho aumentou a produtividade com Felipe Conceição, mas precisa manter a evolução nas assistências, finalizações e passes.

Talvez Alê aumente o poder ofensivo, caso tenha poder de criação, decisão e finalização.

Matheusinho, em processo de evolução contínua, tem grande potencial para ser ainda mais produtivo, eficiente e decisivo.

Rodolfo deverá demonstrar poder de decisão nas finalizações.

De acordo com as circunstâncias de jogo, Ademir, Carlos Alberto, Diego Ferreira, Flávio, Geovane, João Cubas,  João Gabriel, Leo Passos, Lucas Luan, Luisão, Rickson, Sávio e Vitão são opções de mudanças durante este jogo.

No próximo jogo contra o Villa Nova, pelos menos um dos citados deveria começar entre os titulares, e pelo menos um, que não tiver entrado contra a Caldense, entrar no próximo confronto.

Ademir tem velocidade, parte pra cima e finaliza, mas também deveria jogar pela esquerda, a fim de buscar a linha de fundo e fazer cruzamento com o pé esquerdo.

Carlos Alberto, que deve ser aproveitado pela direita, carece melhorar o complemento das jogadas, mas parte pra cima, busca a linha de fundo para fazer o cruzamento ou infiltra na diagonal para finalizar.

Diego Ferreira precisa melhorar a marcação e o complemento das jogadas, na dupla tarefa defensiva-ofensiva.

A transformação do Flávio em novo Christian deve ser evitada. Flávio em total capacidade para ser aproveitado mais vezes entre os titulares, inclusive com Zé Ricardo mais avançado.

Geovane precisa ter mais poder de criação, decisão e finalização.

João Cubas jogou poucas vezes no ano passado. Carece ser mais bem utilizado.

João Gabriel atua de uma intermediária a outra, com poder de criação, finalização e marcação.

Leo Passos parece ser mais meia-atacante do que um típico centroavante.

Lucas Luan tem qualidade no passe e capacidade para jogar mais avançado.

Luisão é bastante qualificado na marcação.

Sávio evoluiu com a sequência de jogos e poderá conquistar a titularidade na lateral-esquerda ou até em outra função, é opção de mudança.

Vitão é artilheiro definidor.

Possível time na formação básica com a bola, 4-1-4-1:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, João Paulo;
Zé Ricardo;
Felipe Augusto, Juninho, Alê, Matheusinho;
Rodolfo

América x Caldense:
quarta-feira, 20h30, Arena Independência.
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sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Transição x Desempenho do sub-20 x Aproveitamento no Principal

A transição deve ser mais bem planejada e principalmente executada.

Ainda mais no primeiro passo, antes dos 20 anos, a fim de evitar a queda de rendimento do time sub-20 e o atraso no desenvolvimento do promovido, sem oportunidades de jogo no time principal.

Entre jogar mais vezes no sub-20 e só treinar no principal, é preferível ter mais ritmo de jogo na base.

Em 2019, o desfalque dos promovidos, sem chances ou pouco utilizados no principal, prejudicou o desempenho do Coelhãozinho no Brasileiro, Copa do Brasil e Mineiro.

Flávio, 19 anos,  com poder de desarme e qualidade no passe na função de primeiro e segundo volante, foi mais bem aproveitado, com 14 jogos. Mas é arriscado ser transformado em novo Christian e ter menos chances que os contratados, principalmente com Zé Ricardo mais avançado ou ambos na mesma linha com dois volantes.

João Cubas, 19 anos, no principal desde 2018, com Givanildo, dois jogos com Felipe Conceição em 2019, e número muito reduzido de jogos pela base. Talvez menos de dez jogos.

João Gabriel, 19 anos, mistura de volante e meia, destaque da Copinha em 2019, com poder de criação e finalização, subiu para não jogar.

Lucas Luan, 20 anos, merecedor de chances no meio de campo para a frente, entrou durante uma partida de lateral esquerdo.

Luisão, 20 anos,  central com poder de marcação, capitão do time, subiu para não jogar.

Sabino, 20 anos, mal aproveitado fora da posição de volante no principal, também subiu e entrou num clássico contra Atlético,  escalado pelo Givanildo, na posição de zagueiro e com o time perdendo. Depois parou de ter oportunidades.

Thalys, 20 anos, subiu em 2019 para não jogar, e retornou ao sub-20 para disputar a Copinha.

 Vitão, 20 anos, centroavante definidor.

Ainda, Pedro, que subiu depois da Copa São Paulo, e não foi aproveitado antes da lesão, e Ronaldo, que entrou num clássico, em situação emergencial, escalado pelo Givanildo.

Este ano,  Flávio, João Cubas, João Gabriel e Vitão poderiam ter disputado a Copinha, mas continuaram efetivados no principal.

Mais Carlos Alberto, 17 anos, deveria ter subido do sub-17 para o 20 mais aprimorado nos complementos das jogadas, mas é bastante promissor, com a característica de partir para cima,  driblar na vertical, buscar a linha de fundo para fazer o cruzamento ou infiltrar pela diagonal para finalizar.

Se a maioria dos promovidos realmente tiver chances programadas na temporada, em vez de só entrar em situações desfavoráveis nos clássicos ou emergenciais, devido a lesões e suspensões dos considerados titulares, a meta de desempenho e aproveitamento dos pratas da casa será  satisfatória, independentemente da queda de desempenho do time sub-20.

Vale mais um jogador do sub-20 jogar pelo principal do que o time sub-20 fazer uma boa campanha nas competições.

Mas se a promoção for só para fazer propaganda de um DNA formador para completar treino, sem ser aproveitador de fato, vai evidenciar a necessidade de repensar o processo da transição, até entre as categorias da base.

O DNA aproveitador é mais importante do que o formador.

Aliás, se no segundo passo da transição, entre 20 e 23 anos, o processo já deixa a desejar, no primeiro passo é mais complicado.

O ideal seria voltar a disputa o Brasileiro sub-23, mas cometer o erro de contratar em excesso para dispensar depois.

Na Copa São Paulo 2020, a equipe foi montada no fim do ano passado para disputar a competição.

O jogo contra o Volta Redonda foi o primeiro oficial deste time, desfalcado dos citados com idade sub-20, com poucos titulares do ano passado, muitos promovidos do sub-17 e sem um centroavante.

Paulo Ricardo, o mais qualificado técnico da base, durante os três jogos oficiais desta equipe em 2020, buscou a melhor formação e fez mudanças de posicionamento e entre os titulares.

Mas a maioria dos sub-17 deveria ter chegado ao sub-20 mais bem preparados nos fundamentos do passe, cruzamento e finalização.

Esta falha no aprimoramento do sub-17 precisa ser acertada.

Os atletas em formação devem ser promovidos mais prontos, em termos dos fundamentos básicos, do sub-15 para o sub-17 e principalmente do sub-17 para o sub-20.

Kawê, 17 anos, na primeira copinha, apesar de ter finalizado pouco, teve boa participação ofensiva nos dribles e nas assistências.

Ainda os outros promovidos do sub-17, Matheus Felipe e Diogo, laterais com perfil de meia-atacantes, Leo Tortura, primeiro volante distribuidor de jogadas, Matheus Henrique, mistura de volante e meia que joga de uma intermediária a outra e Renato, 16 anos, com potencial para ser utilizado de meia-atacante de lado ou centralizado ou centroavante, mas deveria ser trabalhado para ser o meia-armador pelo centnro, o camisa 10 do time, e PH, centroavante artilheiro.

Na falta de centroavante para disputar a Copinha, PH e Renato deveriam ter sido mais utilizados.

Entre os remanescentes do sub-20, Einstein, 18 anos, Gustavo,  18 anos, depois da promoção do Luisão,  Thalys, antes de ser promovido, e Guilherme Pira, 19 anos, foram os que jogaram mais vezes entre os titulares em 2019.

O revezamento de goleiros atrasou o desenvolvimento do Elzo, 19 anos, que estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes.

Elzo, elogiado pelo comentarista do Mycujoo, deveria ser o goleiro titular em 2020 e um goleiro mais novo ser o reserva.

A posição de Einstein e Thalys  precisa ser definida.

Felipinho jogou de lateral e meia-atacante desde o sub-17, depois subiu e não aproveitado.

Talvez Einstein seja mais lateral do que meia atacante e Thalys mais meia atacante, de lado ou pelo centro,  do que lateral.

Gustavo tem grande potencial para ser firmar na zaga.

O comentarista do Mycujoo também elogiou mais Carlos Junio, 18 anos, de quarto-zagueiro do que de lateral-esquerdo.

Vitor Hugo, 18 anos, outro elogiado, precisa jogar mais vezes.

Matheus Santos, 19 anos, mais um elogiado pelo comentarista,  foi utilizado de volante nesta copinha e jogou melhor do que mais avançado, como foi escalado em 2019, mas pelo porte físico parece ter mais potencial para ser um excelente zagueiro ou até centroavante, caso seja bom finalizador.

Gustavinho, 18 anos, deveria ter sido mais bem trabalhado no sub-17 no fundamento da finalização, mas tem grande potencial na criação das jogadas.

Gabriel de Paula, 19 anos, atrasou o desenvolvimento devido a lesão sofrida no ano passado.

Guilherme Pira, 19 anos, também é atacante de lado, que parte pra cima, busca a linha de fundo para fazer cruzamento ou infiltra na diagonal para finalizar.

Apesar da eliminação na primeira fase da copinha, as possibilidades de evolução, sob o comando do Paulo Ricardo, dos nascidos em 2001 e principalmente dos promovidos do sub-17, são promissoras.

Ainda assim, além da necessidade de chegar ao sub-20 mais bem trabalhado nos fundamentos básicos, falta um gerente técnico para acompanhar a transição no principal e os jogos da base, e um psicólogo  exclusivo para a base, e o real aproveitamento dos pratas da casa no time principal.

domingo, 5 de janeiro de 2020

Copa São Paulo: América 0 x 1 Volta Redonda

Apesar da visibilidade, a Copa São Paulo é uma competição problemática para as categorias de base, porque é realizada em janeiro, quando as equipes começam a ser formadas para a temporada.

O time sub-20 americano de 2019 é  praticamente outro time em relação ao montado para a disputar a Copinha.

A equipe atual é formada por poucos 2.000 e por muitos que jogaram pelo sub-17 em 2019.

Ainda mais sem contar com Carlos Alberto, Flávio, João Cubas, João Gabriel e Vitão, promovidos para o principal, e Einstein, em fase de testes no Al Nasr.

Embora sejam merecedores, os promissores atletas, em fase de evolução e oscilação, vão precisar ter chances reais de jogar pelo principal, a fim de justificar na prática a promoção e o desfalque na base.

O DNA deve ser formador, mas principalmente aproveitador dos pratas da casa, essência do América Futebol Clube.

Entre os promovidos em 2019, Flávio foi utilizado pelo Felipe Conceição, até mais avançado, numa linha de quatro meias, onde é menos produtivo do que na posição de primeiro volante, enquanto Zé Ricardo, que nas categorias de base se destacou mais adiantado, ainda não foi escalado na posição que se destacou na base.

Luisão não teve chances.

João Cubas e Vitão entraram em situações emergenciais, em vez de programadas.

Lucas Luan tem potencial para jogar no meio-de-campo.

João Gabriel tem poder de criação, decisão e finalização.

Carlos Alberto, 17 anos, que jogou pelo sub-20 e subiu para o principal este ano, deveria ser mais eficiente nos cruzamentos e finalizações, mas tem características parecidas com as dos antigos pontas direitas, que partem pra cima, driblam na vertical, buscam a linha de fundo para fazer os cruzamentos

Aliás, embora os promovidos pelo sub-17 sejam bastante promissores, deveriam estar mais prontos em relação aos fundamentos básicos dos cruzamentos, finalizações e passes.

Muito potencial para pouco desenvolvimento.

A metodologia de treinamentos do sub-15 e sub-17 deve ser modificada e o critério do gerente responsável por avaliar o trabalho das comissões técnicas ser mais rigoroso, a fim dos promovidos chegarem mais prontos ao sub-20 e as contratações serem minimizadas, principalmente de quem está no último ano do júnior.

Mesmo assim, o rendimento contra o Volta Redonda poderia ter sido maior.

O rodízio de goleiros feito no ano passado prejudicou principalmente o desenvolvimento do Elzo, que estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes em 2019.

Thalys jogou mais vezes na função de lateral do que meia-atacante.

O time titular começou o jogo com Lucas Gabriel de lateral, Thalys, de meia-atacante pelo lado, e terminou sem nenhum lateral, com Matheus Peres, improvisado na posição e sem a utilização do Matheus Felipe.

Gustavo parece ser o zagueiro mais pronto.

Se Carlos Junio tivesse jogado mais vezes na lateral-esquerda em 2019, Lucas Luan poderia ter sido mais bem aproveitado no meio-de-campo, mas Carlos Junio parece ser mais quarto-zagueiro do que lateral.

Diogo, um dos armadores do sub-17 na posição de lateral esquerdo, nem foi relacionado.  Ele e Matheus Felipe deveriam ser trabalhados para jogar mais avançado pelo lado ou pelo centro.

Vitor Hugo, que subiu para o principal no início de 2019, depois foi para o Corinthians e retornou, não jogou.

Matheus Santos jogou poucas ou nenhuma vez de volante titular no ano passado. Talvez se firme na posição de primeiro volante, mas por enquanto o rendimento está abaixo do Sabino, que deixou de ser aproveitado no principal. Pelo porte físico, Matheus Santos parece mais zagueiro ou centroavante, caso seja bom finalizador.

O promissor primeiro volante Leo Tortura nem viajou.

Gabriel de Paula, mesmo jogando poucas vezes em 2019 deviso a lesão,  deveria ser titular porque tem experiência na Copinha.

Gustavinho precisa ter mais poder de finalização, mas tem grande potencial para ser o armador do time, pelo lado ou pelo centro.

Guilherme Pira e Osmar são dois atacantes de lado, que partem pra cima, buscam a linha de fundo para fazer os cruzamentos ou infiltram pela diagonal para finalizar.

Sem centroavante, talvez tivesse sido mais eficiente a improvisação do Guilherme Pira ou a utilização do PH ou outro da posição ou até testar o Matheus Santos, pelo porte físico.

Vale destacar a presença na equipe dos promissores, Kawê, atacante de lado, Matheus Henrique, mistura de volante e meia, e Renato, 16 anos, meia-atacante, também vindos do sub-17.

Enfim, é uma equipe nova, com muitos jogadores promissores vindos do sub-17 e desfalcada dos sub-20 que foram para o principal.

Mas estes desfalques só vão se justificar se os promovidos forem escalados pelo Felipe Conceição, caso contrário será só para tentar demonstrar que o trabalho da base foi bem feito.

Robson;
Lucas Gabriel (Osmar), Gustavo, Zé Vítor e Carlos Junio;
Matheus Santos, Gabriel (Elzo);
Thalys, Lucas Morais (PH), Gustavinho (Kawê), Guilherme Pira (Gabriel de Paula) Gustavinho (Kawê).

Técnico Paulo Ricardo