segunda-feira, 29 de abril de 2019

América-MG: Pré-jogo Botafogo-SP

Ademir, Christian e França, participantes do sub-23 em 2018, aumentaram a produtividade ofensiva, no segundo tempo contra o Operário-PR.

Dos três, Christian é o mais injustiçado, porque, depois de ter se destacado com Blanco no Mineiro de 2017, merecia ter jogado mais vezes entre os titulares na Série B de 2017, Mineiro e Série A de 2018.

Por enquanto, Ademir e França estão mais para opções do que soluções, ainda mais que foram pouco utilizados durante o Mineiro.

Ainda assim, França deveria começar o jogo contra o Botafogo-SP, porque tem mais perfil e velocidade de meia-atacante de lado para executar a função defensiva-ofensiva.

A escolha do Jonatas Belusso para jogar junto com Júnior Viçosa embolou o posicionamento ofensivo e diminuiu a velocidade do ataque americano, contra o Operário.

Felipe Azevedo também é lento e com preparo físico para jogar só um tempo.

Ademir, no lugar do Felipe Azevedo, poderá aumentar a velocidade do ataque americano, pelos lados.

Outra opção de mudança é a entrada do Sávio, na lateral esquerda, com o avanço do João Paulo, na posição e função de meia-atacante de lado.

Christian também poderia jogar mais adiantado pelo centro.

A saída de bola com Paulão e Diego Jussani carece ser melhorada.

Talvez seja interessante o recuo do Zé Ricardo para ser o principal responsável pela bola lançada.

No setor defensivo, Fernando Leal precisa sair mais rápido nos cruzamentos e o posicionamento
do Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo necessita ficar mais bem distribuído, a fim de evitar de o adversário ficar livre de marcação dentro da área.

Possível escalação:

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Azevedo, Matheusinho;
Jonatas Belusso, Júnior Viçosa

Sugestões de mudanças:

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Christian;
Ademir, Matheusinho, França;
ou
França, Matheusinho, João Paulo;
ou
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Azevedo, Christian, Matheusinho;
Jonatas Belusso (Júnior Viçosa)


América x Botafogo
terça-feira, 21h30, Independência
vamos vencer, Coelhão!

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P.S. Fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos dois zagueiros, qualificados, com velocidade na recomposição, deveriam ter sido contratados.

Mais um meia-atacante lado com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação.
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sábado, 27 de abril de 2019

Operário-PR 1 x 0 América-MG

Defeitos ocorridos durante o Campeonato Mineiro e a Copa do Brasil foram repetidos e aumentados devido a escolhas equivocadas na escalação inicial.

No setor defensivo, houve falhas de posicionamento na bola aérea, com os adversários finalizando livre de marcação.

Diego Jussani, novamente, levou desvantagem no combate individual.

A origem do gol sofrido, começou com o baixo poder de marcação do Leandro Silva, e terminou com a falha no desarme do João Paulo, contando com a a colaboração do Fernando Leal, que não fez prevalecer a máxima de que bola na pequena área é do goleiro.

Felipe Azevedo também demorou para fazer a recomposição.

Aliás, Felipe Azevedo continuou sem velocidade e preparo físico para executar a dupla função defensiva-ofensiva em alta intensidade, durante os dois tempos.

A escalação do Juninho, sem ritmo de treino, e de dois centroavantes lentos, Jonatas Belusso e Júnior Viçosa, também facilitou a vitória do adversário.

Apesar de a produtividade do Toscano ter sido abaixo do potencial do jogador, principalmente devido ao posicionamento e função de meia-atacante de lado, mesmo assim, sem ele, o time piorou com a escolha do Jonatas Belusso para jogar junto com o Júnior Viçosa.

Jonatas Belusso e Júnior Viçosa juntos renderam menos do que só um deles poderia ter rendido, porque ocuparam quase o mesmo espaço e aumentaram a lentidão do ataque americano.

A entrada do Ademir, Christian e França aumentou a força ofensiva, mas as substituições, mais uma vez, demoraram para ser realizadas.

Christian e França poderiam ter começado o jogo ou pelo menos França ter entrado durante o intervalo e Christian mais Ademir entrarem antes dos 25 do segundo tempo.

As duas finalizações mais próximas do gol foram do Matheusinho e a única certa foi uma cabeçada do Felipe Azevedo, num lançamento do Diego Jussani.

Ainda assim, a saída de bola, por meio de troca de passes e lançamentos do Paulão e Diego Jussani precisa ser modificada.

Operário:
Simão;
Léo (Sosa), Alisson, Rodrigo e Allan Vieira;
Chicão, Índio, Felipe Augusto (Dione),  Xuxa (Jardel);
Uilliam e Bruno Batata.
Técnico: Gerson Gusmão

América:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Chritian);
Felipe Azevedo (Ademir), Jonatas Belusso, Matheusinho;
Júnior Viçosa (França)

Técnico: Givanildo

Gols: Uilliam

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P.S. Fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos dois zagueiros, qualificados, com velocidade na recomposição, deveriam ter sido contratados.

Mais um meia-atacante lado com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação.
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sexta-feira, 26 de abril de 2019

Brasileiro Sub-17: América 2 x 1 Chapecoense

O time americano buscou o controle do jogo, criou e desperdiçou oportunidades, enquanto o adversário tentou explorar mais cruzamentos e finalizações de longa distância.

Aliás, até nas categorias de base, o recurso ou limitação dele, na chamada bola de segurança está bastante exagerado.

A origem do segundo gol foi uma bola recuada para o goleiro, que no chutão para frente proporcionou o ataque americano.

Os laterais Matheus Felipe e Diogo se destacaram na tarefa ofensiva.

Matheus Felipe, infiltrado pelo centro, marcou um golaço de pé esquerdo, acertou uma finalização de pé esquerdo na trave, e o zagueiro salvou um chute colocado no canto.

Ainda fez assistência para finalização do PH em cima do goleiro.

PH mostrou potencial para ser trabalhado, mas quando a oportunidade aparecer, precisa saber aproveitar. Poderia ter devolvido o passe recebido para o próprio Matheus Felipe empurrar para dentro do gol ou ter acertado a finalização de pé esquerdo ou até ter dominado para finalizar com a direito.

Diogo buscou mais a linha de fundo pelo lado esquerdo. Oscilou no acerto dos cruzamentos, mas também mostrou potencial.

Matheus Felipe e Diogo passaram a impressão de que poderiam ser mais bem utilizados e trabalhados na posição de meias-atacantes, até com a função de armadores, principalmente Matheus Felipe, que buscou pouco a linha de fundo para fazer cruzamentos e se destacou quando infiltrou pelo centro.

Matheus Henrique e Rodrigo se destacaram na troca de passes, mas precisam ser mais finalizadores.

Kawê demonstrou habilidade de partir pra cima da defesa adversária.

Thales quase fez um gol de bicicleta, mas carece acelerar mais a finalização.

Artur foi bastante participativo pelo lado direito.

Apesar de sub-17, em processo de melhoria contínua, ainda assim, o índice de acerto nos fundamentos básicos, passes, cruzamentos e finalizações, precisa ser mais elevado.

Também faltou acreditar mais na bola longa em profundidade, buscar a linha de fundo em vez de tabelar, fazer a jogada individual de velocidade, para infiltrar na grande área e finalizar ou fazer o cruzamento.

O nível técnico está bom, para início de temporada, mas a melhoria precisa ser contínua, em cada jogo disputado, principalmente no índice de acertos dos fundamentos básicos.

A Comissão Técnica do sub-15 deve potencializar o máximo do jogador, em processo de desenvolvimento, para o atleta chegar ao sub-17 mais bem preparado.

No sub-17, o nível de exigência é ainda maior do que no sub-15, porque o atleta promovido do sub-17 para o sub-20 precisa estar quase pronto para começar o primeiro passo da transição profissional, antes de completar 20 anos.

Quanto mais bem preparado for o jogador formado nas categorias abaixo do sub-15, no sub-15 e sub-17, menor será a captação, principalmente no sub-20, em que o DNA formador precisa ser maior do que o DNA captador.

Bruno;
Matheus Filipi, Lucas, Guizão e Diogo (Arthur);
Júlio, Mateus Henrique, (Eduardo) e Rodrigo;
Carlos Alberto (Michael), Kawê (Liedson) e Thales (PH).
Técnico Cauan

Gols Matheus Felipe e Carlos Alberto

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quarta-feira, 24 de abril de 2019

América-MG: Pré-jogo Operário-PR

Sem as contratações dos reforços necessários,  reivindicados até pelo Givanildo, depois da eliminação na semifinal do Mineiro, as possibilidades de conquistar o acesso serão mínimas.

Dependerá mais da incapacidade dos concorrentes do que dos próprios méritos.

Times ganham jogos, equipes conquistam campeonatos e objetivos.

A Série B é uma competição de resistência.

Peças de reposição, qualificadas e com ritmo de jogo, serão fundamentais.

Durante o Mineiro e Copa do Brasil, a equipe americana foi pouco modificada.

A repetição sem melhoria contínua se aproximou mais da estagnação do que da perfeição.

Baixo poder de marcação e erros de posicionamento do setor defensivo formado pelo Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo, utilização contraproducente do Toscano na posição e função de meia-atacante de lado, falta de condicionamento físico do Felipe Azevedo e Neto Berola, para jogar dois tempos em alta intensidade, e falta de mudanças programadas prevaleceram em quase todos os jogos disputados.

Por enquanto, a única novidade para disputar a Série B é Airton Michellon, inicialmente reserva do Fernando Leal.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos dois zagueiros, qualificados, com velocidade na recomposição, deveriam ter sido contratados.

Mais um meia-atacante lado com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação.
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

A escalação inicial para enfrentar o Operário deverá ser parecida com a utilizada contra o Cruzeiro.

Fernando Leal será o goleiro.

Leandro Silva e João Paulo, mais produtivos na tarefa ofensiva do que defensiva, serão os laterais.

Paulão e Diego Jussani vão precisar jogar muito mais do que jogaram no Mineiro para justificar a cadeira cativa entre os titulares e a não necessidade de reforçar a zaga.

Com Pedrão e Lima ausentes, as opções são os jovens João Cubas e Lucas Bolívia, que ainda não estrearam no profissional americano.

Christian e Zé Ricardo poderão potencializar a marcação, troca de passes, assistências,lançamentos e finalizações.

Juninho, depois de um mês sem treinar nem jogar, deveria começar no banco de reservas.

Felipe Azevedo é opção de um tempo.

A produtividade do Toscano será proporcional ao posicionamento centralizado e avançado do meia-atacante. Quanto mais próximo da área jogar, maior será a produtividade ofensiva.

Se Toscano não for liberado, a primeira opção se substituição poderia ser França, para executar a dupla função defensiva-ofensiva pela esquerda, com Matheusinho mais centralizado.

Uma alternativa interessante seria a entrada do Sávio na lateral esquerda e a utilização do João Paulo na posição e função de meia-atacante de lado.

Se Jonatas Belusso for o escolhido para substituir Toscano, talvez Júnior Viçosa jogue um pouco mais recuado pelo centro, com Matheusinho pelo lado esquerdo.

Matheusinho deveria jogar flutuando sem posição fixa, sem receber bolas de costas e com infiltrações pela diagonal, para aumentar o poder de finalização.

No primeiro ano, do segundo passo da transição, a produtividade do Matheusinho será maior se tiver o suporte do Toscano e/ou outro meia-atacante, e do centroavante.

Júnior Viçosa se destacou pela movimentação fora da área, mas também precisa ter mais presença de área, mais poder de finalização e decisão.

Talvez seja produtivo o revezamento entre os titulares ou uma maior utilização do Jonatas Belusso.

Possível time na formação básica 4-2-3-1:

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani, João Paulo;
Zé Ricardo, Christian (Juninho);
Felipe Azevedo (França), Toscano (Jonatas Belusso, França), Matheusinho;
Júnior Viçosa

Sugestão de mudanças durante a competição:

Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão (Lima), Pedrão, Sávio;
Zé Ricardo, Christian;
Matheusinho, Toscano, João Paulo;
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)

Operario-PR x América
sexta-feira, 19h15, Estádio Germano Krüger, Ponta Grossa.
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quinta-feira, 11 de abril de 2019

Copa do Brasil Sub-20: América 0 x 3 Vasco.

Desfalcado do Vitão, suspenso e o melhor em campo no jogo contra o Fast , João Cubas e Pedro, que treinam no profissional para não jogar, Flávio Silva e Lucas Luan, inicialmente no banco de reservas, o time americano foi bastante improdutivo, principalmente no primeiro tempo.

No primeiro gol vascaíno, a marcação do pênalti foi bastante rigorosa.

Depois, o time americano teve posse de bola, tentou fazer a proposta de jogo, mas sem poder de criação e finalização.

Houve falha coletiva de marcação do setor defensivo, no segundo gol sofrido.

No segundo tempo, com a entrada do Flávio e depois Lucas Luan, a produtividade ofensiva aumentou, mas faltou eficiência nas chances de gols desperdiçadas.

O terceiro gol do Vasco também foi de pênalti, em jogada de contra-ataque.

Aliás, erros básicos de fundamentos nos passes, cruzamentos e finalizações ocorridos contra o Fast foram repetidos.

A origem dessas falhas no processo de aprimoramento contínuo do atleta em formação precisa ser encontrada e solucionada.

Se foram mal trabalhados no Sub-17, a metodologia de desenvolvimento do sub-17 deve ser mudada.

Se chegaram mal trabalhados no Sub-17, a metodologia de desenvolvimento do sub-15 deve ser modificada.

Para os que estão no sub-20, inclusive muitos contratados, os treinamentos de fundamentos devem ser intensificados.

Por ser uma disputa pelas quartas de final da Copa do Brasil que levaria a semifinal e pela qualidade do adversário, o planejamento da equipe americana deveria ter sido mais bem elaborado, até com a presença do Ronaldo, para reforçar o time.

A escalação inicial pareceu mais experimental para o Mineiro do que pra enfrentar o Vasco pela Copa do Brasil.

América:
Elzo;
Thalys (Einstein), Luisão, Theo e Vinícius Ventura (Lucas Luan);
Renan, João Gabriel;
Felipe Clemente (Vinícius Henrique), Gabriel Souza (Flávio), Guilherme (Gustavo);
Renan Peixoto (Henrique)

P.S.

No Campeonato Mineiro, deverá ser interessante utilizar durante os jogos:

Flávio Silva, João Gabriel;
Felipe Clemente, Lucas Luan, Guilherme (Goldeson, Vinicius);
Vitão

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segunda-feira, 8 de abril de 2019

Cruzeiro 3 x 0 América, defeitos e necessidades de melhorias para a série B.

O América encerrou a participação no Mineiro, mas faltou capacidade para consertar defeitos ocorridos na maioria dos jogos disputados, inclusive nos dois da Copa do Brasil, contra São Raimundo e Juventude.

Até contra adversários pouco qualificados, houve falhas do setor defensivo, formado pelos veteranos Fernando Leal, Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo.

Vale lembrar que, Fernando Leal fez defesas salvadoras contra o fraquíssimo São Raimundo, porque houve falhas na marcação americana.

No outro jogo da Copa do Brasil, no segundo gol do Juventude, João Paulo perdeu a bola, gerou contra-ataque, Paulão não cortou o passe, Leandro Silva marcou a bola, e o adversário sobrou livre para dividir com Fernando Leal.

Erros básicos de posicionamento nos lances de bola parada ou em movimento, com adversários livres de marcação dentro da área para finalizar, prevaleceram nas competições disputadas.

No segundo jogo da semifinal do Mineiro, os três gols marcados pelo Cruzeiro evidenciaram a diferença de aproveitamento entre adversários de baixa qualidade e uma equipe adversária de alta qualidade.

Com menos chances criadas,  o time cruzeirense foi bastante eficiente na marcação dos três gols.

De acordo com o Footstas, Cruzeiro finalizou 7 vezes, 4 certas e 3 erradas, e marcou 3 gols.

Enquanto os adversários pouco qualificados do América foram ineficientes na maioria das finalizações.

Deve ter sido o jogo com o maior número de finalizações americanas.

No total foram 18, 6 certas e 12 erradas.

Destaque para as 6 finalizações certas, duas do Matheusinho , uma do Christian, uma do Toscano, uma do Leandro Silva, e uma do Jonatas Belusso, a única de dentro da área.

Fábio fez pelo menos 4 defesas salvadoras, nas finalizações do Matheusinho, de pé esquerdo, Christian, Leandro Silva e Jonatas Belusso.

Contra adversários menos qualificados, possivelmente gols teriam sido marcados pelos jogadores americanos.

O gol do Leo foi dentro da pequena área, numa indecisão do Paulão, que não acompanhou, e Fernando Leal, que não saiu do gol.

No gol do do Fred, Toscano errou o passe no início da transição, mas Paulão e Jussani marcaram a bola e deixaram Fred livre de marcação, parecido com o primeiro gol do primeiro jogo da semifinal, em que Jussani não marcou Fred.

No gol do Rafinha, Paulão perdeu a dividida para o Raniel, não fez falta para matar a jogada no campo de ataque, e Fernando Leal desistiu de ir no lance, para dividir com Robinho.

Durante as competições, o acerto de posicionamento tático defensivo deveria ter sido feito pelo Felipe Conceição, com orientação dos analistas de desempenho.

Givanildo é mais responsável pelo ajuste final, vestiário e comando nos dias dos jogos.

Também faz parte das funções do Luiz Kriwat, gerenciar as atividades relacionadas à Comissão Técnica e áreas de apoio, além de acompanhar a performance dos atletas e da equipe.

Ainda faltou um diretor ou o superintendente Paulo Assis participar mais do futebol, igual acontece em todos ou em quase todos os clubes, com diretores executivos ou superintendentes.

Acima deles na estrutura hierárquica estão Salum e os componentes do Conselho de Administração formado pelo Batista,  Dower, Fabiano e Racilan.

Se não viram o erro, erraram por não ter visto.

Se viram o erro e nada fizeram para acertar, foram coniventes.

Se viram o erro, tentaram mas não conseguiram acertar, faltou capacidade para fazer o acerto.

É bom destacar que segundo Salum, em entrevista na Itatiaia no fim de 2018, todas as decisões são tomadas em conjunto pelos componentes do Conselho de Administração.

Dentro de campo, na parte defensiva, Fernando Leal pareceu lento na saída de gol, até em bolas na pequena área, mas também foi bastante prejudicado pela má colocação dos marcadores americanos, principalmente do Paulão e Diego Jussani.

A primeira linha de quatro, quase sempre ficou mal posicionada dentro da área, e em muitos gols sofridos os adversários ficaram livres de marcação para finalizar.

Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo marcaram mais a bola, sem acompanhar os adversários.

Paulão pareceu que ia evoluir com a sequência de jogos, mas no fim das contas cometeu vários erros de marcação.

Diego Jussani demonstrou baixa qualidade técnica e lentidão para justificar a titularidade absoluta.

Leandro Silva e João Paulo foram mais produtivos na tarefa ofensiva.

Outro defeito não consertado foi a posição do Toscano, aberto pelo lado esquerdo, sem velocidade para exercer a função de colaborar na marcação e participar do ataque.

Em processo de readaptação ao futebol brasileiro, deveria ter jogado mais pelo centro, próximo do centroavante, pisar mais na grande área, ser mais finalizador e decisivo.

No lado direito, Neto Berola demonstrou capacidade para ser um bom reserva, porque não tem condições físicas para jogar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Felipe Azevedo oscilou e não demonstrou capacidade técnica e física para ser titular.

Apesar do atraso no processo de desenvolvimento devido a lesão no joelho, ainda assim, Matheusinho, no primeiro ano do segundo passo da transição profissional, que começa aos 21 e termina aos 23 anos, teve rendimento até acima da normalidade e dos meias-atacantes mais veteranos do time, que deveriam ser o suporte técnico dos mais novos.

Júnior Viçosa foi bastante dinâmico e participativo fora da área, mas faltou receber mais assistências, ter mais presença de área, ser mais finalizador e decisivo.

Embora a entrada do Christian, no lugar do Juninho, para formar dupla de volantes com Zé Ricardo, tenha qualificado a troca de passes e potencializado a posse da bola, foi uma mudança obrigatória, devido a lesão do Juninho, em vez de uma substituição técnica opcional.

Embora tenha falhado no primeiro jogo da semifinal, quando perdeu a posse de bola para dois jogadores do Cruzeiro, Zé Ricardo foi o principal destaque do time americano. Mesmo assim, tem total capacidade para evoluir nas assistências verticais para finalizações, nos lançamentos em profundidade e nas finalizações.

Ainda faltaram mudanças programadas.

Principalmente Pedrão, Sávio, Christian, por opção, Morelli, França, Ademir e Jonatas Belusso deveriam ter jogado mais vezes.

Do meio-de-campo para frente, com a participação do Leandro Silva e João Paulo, a correção do  posicionamento do Toscano, mais um meia-atacante de lado bem capacitado, o time americano terá mais possibilidades de ser otimizado.

Considerando que quem jogou pouco no Mineiro, terá poucas chances de ser titular no Brasileiro, as prioridades para o time titular da Série B seriam:

- Goleiro
- dois zagueiros qualificados, com velocidade na transição e recomposição.
- um meia-atacante lado com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Monitorar o mercado a fim de aproveitar oportunidades:

- Um lateral com poder de marcação.
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.

Cruzeiro:
Fábio;
Edilson, Dedé, Leo e Egídio;
Lucas Silva (Ariel Cabral) e Lucas Romero;
Rafinha, Robinho e Rodriguinho (Jadson);
Fred (Raniel)
Técnico: Mano Menezes

América:
Fernando Leal;
Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo;
Zé Ricardo e Christian;
Felipe Azevedo (França), Matheusinho, Toscano (Neto Berola);
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)
Técnico: Givanildo

P.S.
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.
- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.
- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Ronaldo, Victor Emiliano e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo.

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sábado, 6 de abril de 2019

Copa do Brasil Sub-20: América-MG 2 x 0 Fast-AM

Apesar dos dois gols marcados, de outras chances criadas e do amplo domínio do Coelhãozinho, os americanos erraram fundamentos básicos (cruzamentos, finalizações e passes), na execução das jogadas, e os adversários foram ineficientes nas poucas oportunidades criadas.

Elzo foi pouco acionado, porque os adversários finalizaram para fora e na trave.

Thalys poucas vezes buscou a linha de fundo para fazer cruzamentos.

Einstein foi mais ofensivo, mas também sem procurar a linha de fundo.

Luizão e Theo levaram vantagem na marcação e tentaram participar da saída de bola.

Lucas Luan tem mais potencial para ser aproveitado do meio para a frente porque tem qualidade no passe e no lançamento.

Com Flávio Silva, mais adiantado e menos eficiente do que quando joga mais recuado, e Renan Pereia, mais próximo dos zagueiros e pouco produtivo, ficou um buraco entre os volantes durante a transição e recomposição.

Felipe Clemente e Guilherme foram bastante agudos pelos lados.

Guilherme precisa acertar mais a tomada de decisão entre chutar, finalizar ou passar.

Ambos carecem ter mais poder de finalizações certas.

Henrique desperdiçou grande oportunidade numa finalização fraca de pé esquerdo.

Destaque para Vitão, que em jogadas individuais criou as principais chances de gols. Em muitas delas faltou alguém mais bem colocado para empurrar a bola pro gol.

Embora seja permitido até seis mudanças durante os jogos, o número limite de substituições programadas no sub-20 deveria ser três, igual no profissional, a fim de as situações de jogo ficarem mais parecidas.

No Campeonato Mineiro, deverá ser interessante utilizar durante os jogos Carlos Junio ou Vitor Hugo na lateral esquerda e do meio para frente:
Flávio Silva, João Gabriel;
Felipe Clemente, Lucas Luan, Guilherme;
Vitão


Na Copa do Brasil, com a expulsão do Vitão, será interessante reutilizar Pedro.

Elzo, Thalys (Einstein), Luisão, Théo Kruger e Lucas Luan (Carlos Junio);
Renan Pereira, Flávio (Natan);
Felipe Clemente (Renan Peixoto), Henrique (Roni), Guilherme (Gabriel),
Vitão.
Técnico Paulo Ricardo.
Gols Vitão e Renan Peixoto

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sexta-feira, 5 de abril de 2019

América-MG: Pré-jogo Cruzeiro, segundo jogo semifinal do Mineiro

A repetição sem a melhoria contínua fica mais próxima da estagnação do que da perfeição.

Apesar do encaixe inicial, os erros de posicionamentos, baixa qualidade técnica e física de alguns componentes e a não utilização de peças de reposição comprometeram o desenvolvimento do time americano, no processo de reconstrução da equipe em 2019.

Até contra adversários pouco qualificados, houve sintomas de fragilidade do setor defensivo e ofensivo.

Os considerados titulares, Fernando Leal, Leandro Silva, Paulão, Diego Jussani e João Paulo, com a colaboração do Júnior Viçosa e Toscano nos lances de bola parada, foram bastante irregulares, principalmente devido aos erros de posicionamento na marcação.

Fernando Leal pareceu um pouco lento em alguns lances.

Leandro Silva e João Paulo foram envolvidos com facilidade na tarefa defensiva, mas se destacaram no apoio.

Paulão oscilou bons e maus momentos.

Por enquanto, Diego Jussani, com excessiva lentidão, foi o que o menos justificou a titularidade absoluta.

Ronaldo ou Pedrão ou Sávio, pelo menos um deles em cada jogo, deveria ter jogado mais vezes na primeira fase da competição, para ter um pouco mais de ritmo de jogo.

Na maioria dos jogos disputados, Zé Ricardo foi o principal destaque da equipe. Participou do combate, da saída de bola e distribuição das jogadas. Na posição de volante, tem total capacidade para exercer mais a função de armador, com passes verticais, lançamentos em profundidade, assistências para finalizações e chutes de longa e média distância.

Juninho repetiu a boa vontade e limitação ofensiva nos complementos das jogadas.

Christian ou Morelli deveria ter jogado mais vezes na primeira fase, a fim de ter mais ritmo de jogo.

A entrada do Sabino, estreando no profissional com um a menos no clássico contra o Atlético, foi totalmente prematura.

Felipe Azevedo e Neto Berola foram ineficientes na função defensiva e oscilaram na ofensiva.

Neto Berola foi mais eficaz do que Felipe Azevedo no ataque, mas ambos sem condicionamento físico ideal para jogar durante os 90 minutos em alta intensidade.

Toscano, equivocadamente aberto pelo lado esquerdo, foi contraprodutivo, sem poder de finalização e decisão. Em fase de readaptação ao futebol brasileiro, tem mais potencial para jogar avançado, pelo centro, próximo do centroavante, do Matheusinho e da grande área adversária.

Matheusinho foi mais produtivo quando flutuou e houve aproximação dos laterais, meias-atacantes e centroavante para facilitar a opção de trocar passes ou finalizar.

França pareceu que ia engrenar, mas não fez dois jogos seguidos na condição de titular, nem depois de ter marcado dois gols contra o Boa.

Ademir ou Felipinho ou França, pelo menos um deles, poderia ter jogado mais vezes na primeira fase, a fim de ter mais ritmo de jogo.

Júnior Viçosa teve boa movimentação fora da área, aproveitou assistências do Matheusinho, mas sem os cruzamentos dos laterais e aproximação do Toscano, teve baixo poder de finalização e decisão. Precisa ter mais presença de área e receber mais assistências para ser mais decisivo.

Jonatas Belusso deveria ter jogado mais vezes na primeira na primeira fase.

Ainda assim, com bastante competitividade, concentração e máxima eficiência ofensiva, os comandados do Givanildo deverão buscar a vitória no clássico e a classificação para a final do Mineiro.

Nos dois clássicos disputados com o Cruzeiro e um contra o Atlético, o time americano marcou 4 gols e sofreu 6.

Carece minimizar os erros defensivos e maximizar os ofensivos.

Possível time e sugestões de mudanças na formação básica do 4-2-3-1:

Fernando Leal;
Leandro Silva (Ronaldo), Paulão, Diego Jussani (Pedrão), João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Christian;
Neto Berola (Felipe Azevedo, França), Toscano (França, Sávio, Ademir), Matheusinho (França, Sávio);
Júnior Viçosa (Jonatas Belusso)

Cruzeiro x América
sábado, 19h, Mineirão
Vamos vencer, Coelhão!
Acredita, América!

P.S.
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.
- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.
- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.

Felipinho, Morelli, Ronaldo, Victor Emiliano e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo.


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segunda-feira, 1 de abril de 2019

América 2 x 3 Cruzeiro

Os defeitos defensivos ocorridos contra adversários pouco qualificados, nos jogos pelo Mineiro e Copa do Brasil , foram repetidos, ampliados e bem aproveitados pelo time mais capacitado do Cruzeiro.

No primeiro gol sofrido, novamente houve facilidade para o adversário infiltrar pelo lado da área,  e  fazer o cruzamento para Fred, livre de marcação.

Felipe Azevedo estava na frente do Egídio, mas não fez a recomposição defensiva.

Diego Jussani marcou a bola e deixou de acompanhar Fred.

No segundo gol, até Zé Ricardo, o americano com a maior regularidade produtiva, falhou na saída de bola.

No terceiro gol, Ronaldo foi enganado, com a impressão do impedimento do Fred, e o lançamento do Dedé, talvez feito para o Fred, foi aproveitado no ponto futuro pelo Marquinhos Gabriel, que partiu de trás.

Aliás, Fred ficou sem marcação nos dois últimos gols, porque estava em posição de impedimento,  no começo das jogadas, o que dificultou a recomposição do Paulão e Diego Jussani, mas no terceiro, Paulão acompanhou a lentamente a jogada.

A contraprodutividade do Toscano pelo lado esquerdo também continuou. Quando avançou pelo centro, fez assistências e acertou uma finalização. Tem potencial para jogar mais centralizado e avançado. Noutra posição e função será queimado se jogar pelos lados.

Méritos para mais dois gol marcados nos clássicos. Dizem que Fábio e Dedé são jogadores nível seleção brasileira.

Apesar do erro único e fatal do Zé Ricardo no segundo gol, a produtividade da dupla de volantes formada com Christian comprovou que deveria ter sido utilizada mais vezes.

De acordo com o Footstats, ambos acertaram 105 passes, Zé Ricardo 54 e Christian 51, erraram 4, Zé 2 e Christian 2, fizeram 7 lançamentos certos, Zé 3 e Christian 4.

Cada um fez uma assistência para finalização e Christian quase marcou um gol em chute de fora da área.

Givanildo, Felipe Conceição, Analistas de Desempenho, Luiz Kriwat e Salum falharam principalmente por não terem programado um maior revezamento durante o Mineiro, pelo não acerto do posicionamento defensivo e do Toscano pelo lado esquerdo.

Por não ter utilizado o Mineiro para testar mais o time, faltou contratar durante o campeonato.

Ainda falta um diretor de futebol, com conhecimento de vestiário e currículo vitorioso.

Fernando Leal passou a impressão de lentidão no primeiro e terceiro gols.

Ronaldo poderia estar mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes durante o Mineiro, mas o experiente Leandro Silva, quando jogou, também falhou na marcação.

Paulão foi mais seguro do que Diego Jussani no combate individual.

Diego Jussani se destacou pelo gol marcado, mas continuou bem abaixo do esperado para ser considerado titular absoluto.

João Paulo fez duas assistências para os dois gols. Deveria ser o cobrador oficial dos escanteios para a altura do Toscano ser mais bem aproveitada.

Felipe Azevedo novamente errou a maioria das jogadas tentadas. Parece sem condições físicas para suportar 90 minutos.

Neto Berola preocupou mais a defesa adversária e aumentou a participação do Ronaldo pela direita.

Matheusinho fez duas assistências para finalização e finalizou uma vez. Deveria ter flutuado mais.

Júnior Viçosa errou passes, mas buscou o jogo e recebeu poucas assistências para finalizar

Belusso se destacou pelo gol marcado.

França pouco apareceu.

América:
Fernando Leal;
Ronaldo, Paulão, Diego Jussani e João Paulo;
Zé Ricardo, Christian;
Felipe Azevedo (Neto Berola), Matheusinho (França), Toscano (Jonatas Belusso);
Júnior Viçosa.
Técnico: Givanildo

Cruzeiro:
Fábio;
Orejuela, Dedé, Léo e Egídio;
Henrique, Romero;
Robinho, Marquinhos Gabriel, Rafinha (Vinícius Popó);
Fred (Sassá).
Técnico: Mano Menezes

Gols: Diego Jussani e Jonatas Belusso.

P.S.
- 4-4-2, sem a bola, na formação defensiva compactada, com todos jogadores no campo de defesa.
-- a primeira linha com 4;
-- a segunda também com 4;
-- e 2 jogadores, na frente das duas linhas.
- 3-4-3, com a bola:
-- 3 jogadores no início da transição;
-- 4 na segunda linha;
-- 3 mais avançados;
-- mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e do meia centralizado.
- 4-2-3-1, com e sem a bola, na distribuição tática mais espaçada:
--  primeira linha defensiva com 4 jogadores;
--  segunda com 2 volantes;
--  terceira com 3 meias;
--  última com 1 centroavante
--  mais flutuações ofensivas dos laterais, volantes e meia e centralizado
--  mais recomposição defensiva, principalmente dos meias-atacantes de lado.
Felipinho, Morelli, Ronaldo, Victor Emiliano e Ynaiã precisam ter oportunidades durante o Mineiro para começar a se acostumar com o ambiente profissional.

Ronaldo e Ynaiã deveriam ter chances programadas contra adversários menos qualificados ou durante jogos menos disputados.

Pedrão e Sávio também necessitam jogar para não sentir tanto a falta de ritmo de jogo.


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