segunda-feira, 19 de agosto de 2019

América-MG 2 x 1 Cuiabá-MT

Apesar do baixo desempenho, a vitória por por 2 a 1, na busca para sair da zona de rebaixamento, pode ser considerada goleada, devido aos erros de planejamento, a fim de conquistar o acesso para a Série A e até o tricampeonato da Série B.

Valeu pela determinação, pelo imprevisto favorável e principalmente pelos três pontos conquistados.

Mas defeitos físicos, táticos e técnicos foram repetidos.

A jogada do gol sofrido foi parecida com o lance descrito no pré-jogo,  que já ocorreu várias vezes no Mineiro, com Fernando Leal.

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Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/08/pre-jogo-america-mg-x-cuiaba-mt.html

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A diferença foi que França, meia-atacante de lado, em vez do lateral, vacilou no início da jogada, quando deu muito espaço para Paulinho, lateral-esquerdo do Cuiabá, fazer o lançamento para Gilmar aproveitar o mal posicionamento do Ricardo Silva e João Paulo, e cabecear para o gol.

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As intervenções do Jori descristas no Superesportes também evidenciaram a inconsistência defensiva:

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"Na reta final do primeiro tempo, o Cuiabá teve duas boas chances. O goleiro Jori, do Coelho, apareceu bem ao defender as finalizações de Felipe Marques e Rodolfo."

"Aos 32 minutos, Jori fez defesa difícil em arremate de Júnior Todinho. Depois, o goleiro trabalhou em sucessivas tentativas de lançamentos para a grande área e ajudou o América a segurar o importante resultado no Horto."

"Goleiro Jori fez três boas defesas e ajudou a segurar vantagem"

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/17/noticia_america_mg,1757306/america-vence-cuiaba-no-horto-e-segue-recuperacao-na-serie-b.shtml

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Leandro Silva e João Paulo se destacaram na tarefa ofensiva, pelas assistências feitas para os gols do Viçosa e Berola. Leandro Silva ainda teve oportunidade para fazer um gol, num cruzamento do Matheusinho.

Paulão foi mais regular pelo lado direito da zaga.

Ricardo Silva parou de acompanhar o adversário no gol sofrido e tem dificuldades para sair jogando com o pé esquerdo.

Faltou qualidade criativa sem a presença de um meia centralizado.

Juninho e Maranhão são dinâmicos, ocupadores de espaços e voluntariosos, mas pouco criativos.

O número de passes certos foi muito baixo.

Zé Ricardo acertou 21 passes e errou 3. Na maioria dos jogos, acerta no mínimo 30 passes, quando é pouco participativo.

Juninho acertou 12 e errou 2.

Maranhão acertou 17 e errou 3.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva e diminuiu a força ofensiva.

Sem a participação efetiva dos meios-campistas na distribuição das jogadas, houve muitos lançamentos.

Foram 14 lançamentos certos e 41 errados.

Em consequência, só duas finalizações certas e três erradas, contra 6 certas e 6 erradas do adversário.

Felipe Azevedo possivelmente seria o titular, mas foi vetado.

O imprevisto colaborou na escalação do Berola desde o início do jogo.

Berola participou da jogada do primeiro gol, contou com a sorte para fazer o segundo, acertou uma finalização, 4 passes certos, 1 errado, e 4 perdas da posse de bola.

Viçosa marcou um gol, sofreu a falta que originou o gol do Berola, fez uma assistência para finalização errada do Juninho, perdeu 5 vezes a posse de bola e foi participativo no combate.

Matheusinho começou a jogada do primeiro gol, quando quebrou a linha de compactação pelo lado esquerdo e passou para Berola tocar para Leandro Silva fazer o cruzamento para Viçosa. Fez uma assistência para finalização, acertou 17 passes, errou 3 e perdeu duas vezes a posse de bola.

Bilu deveria ter entrado no lugar do Berola porque é mais agudo.

A entrada do França, para fazer a recomposição defensiva, chamou o adversário, o time perdeu poder de marcação e ofensivo.

Diego Ferreira entrou para tentar consertar o erro provocado pela entrada do França.

Geovane novamente nada acrescentou.

Destaque para as importantes defesas do Jori, para a força ofensiva do Berola, e para o poder de decisão e participação do Viçosa.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Berola (França), Viçosa (Diego Ferreira), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Cuiabá:
Victor Souza;
Toty, Leandro Souza (Ednei), Anderson Conceição, Paulinho;
Djavan (Gilmar), Escobar e Alê;
Felipe Marques (Caio Dantas), Júnior Todinho e Rodolfo
Técnico: Itamar Schulle

Gols: Júnior Viçosa, Berola

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Cuiabá-MT

Consistência defensiva, intensidade competitiva e eficiência ofensiva devem ser a meta de alto desempenho do time americano, a fim de vencer o jogo sem depender da sorte.

Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.

Ainda as falhas de marcação na recomposição defensiva dos meias-atacantes e volantes adiantados.

Devido ao início de campanha ruim e da inconsistência defensiva, talvez a escalação do experiente Fernando Leal seja mais amenizadora, até para preservar o potencial do sub-23 Jori.

Embora seja bastante promissor, Jori está na fase em que se sofrer gol de pênalti será criticado.

Diego Ferreira e Leandro Silva, pela direita, João Paulo e Sávio, pela esquerda, são mais produtivos na tarefa ofensiva do que defensiva.

Talvez Diego Ferreira seja mais intenso para defender e atacar do que Leandro Silva, mas o rendimento cai no segundo tempo.

Escalar dois laterais sub-23 neste momento crítico de sair da zona de rebaixamento pode ser arriscado.

Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares pelo chão e pelo alto.

Ricardo Silva ainda tem dificuldades na saída de bola com o pé esquerdo.

Sem a contratação de um quarto-zagueiro, Lima passou a ser esperança da qualificação defensiva, pelo menos na saída de bola.

Com a utilização de três volantes, o meio-de-campo fica mais marcador, porém menos criativo e ineficiente nas finalizações, sem a presença de um meia centralizado.

Juninho e Maranhão compartilham características e funções parecidas.

Ambos carecem melhorar a qualidade no passe, finalizações e assistências, mas são dinâmicos, ocupadores de espaço e bem preparados fisicamente.

Juninho poderia fazer a recomposição pelo lado direito.

Maranhão também poderia colaborar mais na marcação pela esquerda.

A distribuição tática ficaria mais equilibrada e qualificada com dois volantes e um meia centralizado.

Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais avançado, na posição que se destacou na base pelo passe vertical, poder de finalização e lançamentos em profundidade.

É bom lembrar, que Christian e Zé Ricardo formaram na base uma dupla bastante dinâmica, mas nenhum deles foi primeiro volante.

Com dois volantes, Michel Bastos e Toscano seriam opções para meia centralizado.

Toscano poderia começar o jogo porque está com mais ritmo, mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.

Outra possibilidade futura é Michel Bastos e meia-centralizado e Toscano de centroavante.

O imprevisto colaborou no aumento da efetividade ofensiva, na vitória sobre o Londrina por 4 a 3.

Viçosa voltou a ser titular porque Belusso machucou contra o Paraná.

A entrada do Berola durante o intervalo foi motivada pelas dores sentidas pelo Felipe Azevedo.

Berola e Viçosa foram os destaques.

O trio titular ofensivo deveria ser Berola, o americano com mais assistências para gols, Viçosa, o artilheiro da equipe, e Matheusinho, o líder de assistências  do time com a bola rolando para finalizações.

As tentativas de utilizar Berola e Felipe Azevedo, desde o início de uma partida. provocaram a necessidade de mudanças no segundo tempo devido a queda de rendimento físico.

Apesar da limitação na recomposição defensiva, Berola é mais agudo que Felipe Azevedo, chama a responsabilidade e parte pra cima.

Matheusinho precisa ter mais eficiência nas finalizações, mas é bastante participativo na recomposição, na distribuição das jogadas e nas assistências para finalização.

Felipe Azevedo é mais finalizador pelo centro.

Bilu é opção de velocidade e impetuosidade.

Viçosa é mais decisivo que Belusso, além de colaborar na bola alta defensiva.

Possível escalação, na formação básica 4-3-3:
Fernando Leal (Jori);
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Juninho (Toscano), Zé Ricardo, Maranhão (Michel Bastos);
Berola (Bilu), Viçosa, Matheusinho

Possibilidades de escalação, na formação básica 4-2-3-1

Fernando Leal (Jori)
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Berola (Bilu), Toscano (Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano)

América x Cuiabá
sábado, 19h, Arena do Coelhão.
Acredita, América!
Vamos vencer, Coelhão!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

América-MG 4 x 3 Londrina-PR

Atitude vencedora, determinação e eficiência ofensiva no segundo tempo superaram os erros defensivos, táticos e técnicos.

Embora nem sempre seja possível, devido ao maior desgaste físico provocado pelo esforço excessivo, quando faltar técnica, a força de vontade deve ser o diferencial competitivo, na busca obstinada pela vitória.

Zé Ricardo foi o retrato perfeito da superação americana.

No primeiro gol sofrido, errou o passe no campo ofensivo e gerou contra-ataque, sem recuperação do setor defensivo.

Mas teve personalidade para continuar participativo no jogo e ainda garantir a vitória, ao marcar o quarto gol.

O coração na ponta da chuteira prevaleceu.

No segundo e terceiro gols:

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"A bola sobrou para Safira, que finalizou. O chute desviou, bateu no peito do volante Willian Maranhão, do América, e morreu nas redes de Jori: 2 a 1."

"Mais uma vez, não deu tempo de comemorar. O Londrina saiu jogando, Higor Leite lançou para Paulinho Moccelin, que ganhou de Sávio na velocidade e tocou na saída de Jori: 3 a 3."

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/06/noticia_america_mg,1603478/em-jogo-de-sete-gols-america-vence-londrina-e-deixa-o-z4-da-serie-b.shtml

Felipe Minto
@felipeminto1

"Mas ontem o Sávio falhou feio no terceiro gol do Londrina... falta confiança pra ser lançado logo de cara"

Comentarista do programa Bate papo esportivo , TV Horizonte, canal 30 HD
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Destaque também para o poder criativo e decisivo do trio ofensivo do segundo tempo, formado pelo Berola, Viçosa e Matheusinho.

Berola fez assistências para Viçosa, sofrer o pênalti e marcar o gol de cabeça, mais duas assistências para finalização, acertou uma finalização e fez jogadas rápidas de infiltração.

Viçosa sofreu o pênalti, foi decisivo ao marcar dois gols, fez duas assistências para finalização e finalizou 4 vezes.

Matheusinho fez assistência para gol do Zé Ricardo, foi o que mais fez assistências para finalização (5), acertou uma finalização, 26 passes certos e 1 errado.

No primeiro tempo, Felipe Azevedo acertou duas finalizações, porém as jogadas ofensivas foram mais pela esquerda com Matheusinho.

A entrada do Berola foi fundamental, porque chamou a responsabilidade, ao partir pra cima avacoelhando geral e abrir espaços para Viçosa e Matheusinho.

De acordo com Footstats, nos cinco primeiros jogos sob o comando do Felipe Conceição,  Vila Nova 1 x 1 América, América 0 x 0 Oeste, América 0 x 1 Atlético-GO, Ponte Preta 0 x 1 América, Paraná 0 x 0 América, o time americano fez 72 finalizações, 19 certas e 53 erradas.

Os adversários finalizaram 49 vezes, 16 certas e 33 erradas.

Marcou 2 gols e sofreu dois gols.

Média baixa de gols marcados e sofridos.

Muita finalização, mas pouca eficiência.

Na vitória sobre o Londrina,  a eficácia ofensiva aumentou bastante na segunda etapa, mas a deficiência defensiva permaneceu.

Foram 12 finalizações certas e 7 erradas, contra 5 certas e 6 erradas do adversário.

Quatro gols marcados (um no primeiro tempo e três no segundo, e três sofridos.

Vale destacar a presença do acaso.

Possivelmente Viçosa começou o jogo devido ao afastamento médico do Belusso.

Possivelmente Berola entrou durante o intervalo porque Felipe Azevedo sentiu desgaste físico.

Berola e Viçosa foram fundamentais no aumento da produtividade e eficiência ofensiva.

Mesmo assim, ainda faltou um meia centralizado, Toscano ou Michel Bastos, para qualificar a troca de passes no campo ofensivo, aumentar o poder de finalização e de decisão, principalmente contra adversários mais bem compactados.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Pedrão, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa (Luiz Fernando), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição.

Londrina:
Matheus Albino;
Raí Ramos, Marcondes (Sílvio), Augusto e Breno;
Denner (Bruno Paulista), Anderson Leite (França), Higor Leite;
Safira, Paulinho Moccelin e Anderson Oliveira
Técnico: Alemão

Gols: Paulão, Viçosa (2), Zé Ricardo

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"


segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Londrina-PR

O time americano foi mal planejado para conquistar o acesso para a Série A e disputar o título da Série B, mas tem potencial para evitar o rebaixamento.

Ainda assim, falta encontrar o ponto de equilíbrio entre consistência defensiva e eficiência ofensiva.

Independentemente da escalação do experiente Fernando Leal ou dos sub-23 Jori e Thiago, o setor defensivo carece ser mais consistente, contra adversários mais ofensivos.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas João Paulo é produtivo no campo ofensivo.

Talvez Diego Ferreira seja mais intenso que Leandro Silva para defender e atacar.

Paulão e Ricardo Silva são irregulares no combate individual e no posicionamento para interceptar os cruzamentos pelo alto e pelo chão. Deveriam disputar a posição de zagueiro-central.

Ricardo Silva, na posição de quarto-zagueiro, tem dificuldades para fazer lançamentos de pé esquerdo.

O sub-23 Pedrão, em fase de aprimoramento e oscilação, pareceu ter imposição física, velocidade de recomposição e impulsão.

Lima possivelmente seja qualificado na posição de quarto-zagueiro, mas a recuperação física está muito demorada.

Na falta de quarto-zagueiro, Roger deveria ser reintegrado, porque está mais pronto que Sabino.

Sabino tem mais potencial para ser volante.

Luizão do Sub-20 tem potencial na posição de zagueiro central.

João Cubas treinou mais no time principal do que jogou no Sub-20.

Entre jogar no sub-20 e só completar treino no principal, é preferível ter ritmo de jogo na base.

Luisão, Flávio, Pedro e Sabino e outros do sub-20 devem transitar, mas sem deixar de jogar pelo sub-20, em vez de só treinar no principal.

A dupla de volantes poderia ser formada pelo Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais no campo ofensivo, porque tem qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.

Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.

O injustiçado Christian parou de ter oportunidades.

Aliás, Euler, Christian e Zé Ricardo formaram o trio de volantes bastante dinâmicos, competitivos e combativos sob o comando do Milagres no sub-20.

Luiz Fernando, Christian e Zé Ricardo, com sequência de jogos, poderão formar um tripé qualificado na marcação, na troca de passes e com poder de finalização.

A utilização de três volantes pelo Felipe Conceição evidencia a inconsistência defensiva e a falta de confiança num meia-atacante centralizado.

Michel Bastos ninguém sabe ninguém viu.

Toscano, na posição de meia-atacante de lado, foi titular absoluto no Mineiro e rendeu pouco.

Mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol Brasileiro, deveria ter mais chances na função de meia-centralizado ou até falso 9 nesta Série B, porque tem poder de criação, finalização e decisão.

Felipe Azevedo, Geovane e Matheusinho são alternativas.

Pelo menos um deles poderia jogar até com os três volantes.

Berola, Bilu, Felipe Azevedo e Matheusinho são opções de meias-atacantes de lado.

Ademir parou de ser relacionado. Deveria jogar pelo lado esquerdo, a fim de buscar a linha de fundo e fazer cruzamento com o pé esquerdo.

Preferencialmente quem for escalado deve jogar mais próximo do meia-centralizado e do centroavante.

Viçosa foi mais participativo e combativo no Mineiro do que decisivo.

Possível time na formação básica 4-3-3:

Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando (Maranhão), Zé Ricardo, Juninho (Christian)
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Viçosa), Matheusinho (Berola, Bilu)

Possibilidades de mudanças no 4-1-2-1-2

Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando;
Zé Ricardo, Christian;
Toscano;
Berola (Bilu, Matheusinho), Viçosa (Felipe Azevedo)

No 4-2-3-1

Jori (Fernando Leal)
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Bilu, Toscano, Matheusinho;
Viçosa (Felipe Azevedo)

América x Londrina
terça-feira, 21h30, Arena do Coelhão
Acredita, América!
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

domingo, 4 de agosto de 2019

Paraná-PR 0 x 0 América-MG

O time americano desperdiçou grande oportunidade de conquistar a vitória fora de casa, a fim de recompensar pontos perdidos nas primeiras rodadas.

Apesar do pênalti não marcado no Berola, faltou eficiência nas finalizações.

De acordo com o Footstats, foram só 3 finalizações certas e 10 erradas.

Belusso, Felipe Azevedo e Viçosa acertaram as conclusões.

Matheusinho (3) e João Paulo (2) foram os que mais fizeram assistências para finalização.

Embora sejam esforçados, participativos e com intensidade na movimentação, Juninho e Maranhão são limitados na criação, na troca de passes e na finalização.

Juninho ainda deu o azar de atrapalhar uma finalização do Matheusinho.

Maranhão desperdiçou a melhor chance do jogo, ao finalizar de pé direito uma assistência do Felipe Azevedo.

Possivelmente o acerto nas finalizações seria maior, se houvesse um meia-atacante centralizado, para facilitar a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante.

Talvez Toscano, desde o início do jogo, porque tem mais poder de criação, finalização e decisão do que Juninho e Maranhão.

Ou a entrada, do Berola ou Bilu e Geovane ou Toscano, antes dos 25 minutos, do segundo tempo.

Se no elenco faltar um meia centralizado qualificado para ser titular, vai ser preciso contratar.

Caso a preferência do Felipe Conceição seja pelo volante em vez de meia-atacante, também será preciso contratar um volante mais capacitado na tarefa ofensiva, devido a não utilização do injustiçado Christian.

No setor defensivo, Diego Ferreira, especificamente neste jogo, pareceu com mais intensidade do que  Leandro Silva para defender e atacar.

Felipe Azevedo. muito longe da área e do Belusso, foi o que mais errou passes (10) e mais perdeu a posse de bola (7).

João Paulo, escolhido o melhor em campo pela Itatiaia, foi driblado com facilidade pelo adversário, mas foi bastante participativo e produtivo na tarefa ofensiva. Acertou 35 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certos, 2 errados, duas assistências para finalização, uma finalização errada e 5 desarmes.

posse de bola: 48 x 52
finalização certa: 1 x 3
finalização errada: 6 x 10

Paraná:
Thiago Rodrigues;
Éder Sciola, Eduardo Bauermann, Rodolfo, Guilherme Santos;
Luiz Otávio, Itaqui (Caio Monteiro), João Pedro, Fernando Neto;
Rodrigo Porto (Alesson), Jenison (Rafael Furtado)
Técnico: Matheus Costa

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Felipe Azevedo, Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

sexta-feira, 2 de agosto de 2019

Pré-jogo Paraná-PR x América-MG

A inconsistência do setor defensivo é um dos principais defeitos crônicos da equipe americana, desde o Campeonato Mineiro e Copa do Brasil.

Fernando Leal alternou bons e maus momentos.

Leandro Silva e João Paulo foram ineficientes na marcação.

Paulão e Jussani mantiveram a irregularidade no combate individual, demonstraram baixa velocidade de recomposição e erros de posicionamento nos cruzamentos pelo alto e pelo chão.

Muitos adversários infiltraram com facilidade na área americana ou ficaram desmarcados para finalizar as assistências e cruzamentos recebidos.

Os defeitos da defesa americana continuaram na Série B.

Airton foi contratado para não jogar.

Glauco foi liberado para reforçar o Oeste.

O sub-23 Thiago, em fase de aprimoramento e oscilação, pouco acrescentou.

Apesar da recuperação demorada do Fernando Leal e a não utilização do Airton e Thiago, a diretoria americana optou por não contratar outro goleiro.

Aliás, em vez dos dois goleiros contratados poderia ter optado por contratar um mais experiente e ainda aproveitar o Glauco.

Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, sem o suporte técnico de uma defesa sólida, deve continuar no gol, até a volta do Fernando Leal e/ou a contratação de um goleiro mais experiente que Airton e Thiago ou a contratação de reforços para solidificar a defesa.

Existe a necessidade de um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade de recomposição e imposição física, e pelo menos um lateral marcador.

Lima saiu, voltou para o D.M. e está muito tempo sem jogar.

O jogo contra o Paraná será uma boa oportunidade para o sub-23 Diego Ferreira demonstrar potencial na marcação.

Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central. Ambos carecem ficar mais bem posicionados nos cruzamentos.

Ricardo Silva precisa evitar erros nos lançamentos de pé esquerdo.

João Paulo é mais produtivo na tarefa ofensiva.

Sávio também pareceu mais ofensivo do que defensivo.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas reduziu a eficiência ofensiva.

Contra a Ponte Preta, houve falhas de marcação na origem dos cruzamentos e erros de posicionamento dos zagueiros.

Jori foi obrigado a fazer pelo menos quatro importantes defesas.

Ainda as oportunidades desperdiçadas com os adversários desmarcados.

Com os 3 volantes escalados, os três atacantes ficaram distantes um do outro.

Matheusinho, aberto pela direita, longe do Belusso.

Felipe Azevedo, pela esquerda,  distante do Belusso.

Faltou um meia centralizado para fazer a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante, porque Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.

Felipe Azevedo é lento e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva. É mais produtivo e eficiente, avançado pelo centro.

Para usar três volantes, talvez seja mais interessante escalar Toscano de meia-centralizado na formação de losango, e mais dois atacantes avançados.

Mais a possibilidade da escalação do Luiz Fernando, que pareceu bom marcador, e utilização do Zé Ricardo mais avançado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, assistências e poder de finalização.

Bilu, Viçosa e Toscano precisam jogar mais tempo juntos.

Preferencialmente, mais próximos um do outro.

Possibilidades de escalação na formação básica, 4-2-3-1

Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando (Juninho, Maranhão), Zé Ricardo;
Bilu (Berola, Matheusinho), Toscano (Felipe Azevedo, Matheusinho), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Toscano)

Possibilidades de escalação na formação básica, 4-1-2-1-2
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando;
Juninho (Maranhão), Zé Ricardo;
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Matheusinho)

Paraná x América
sábado, 17h, Vila Capanema
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Ponte Preta-SP 0 x 1 América-MG

A vitória por 1 a 0 pode ser considerada goleada, devido a péssima campanha provocada pelos erros de planejamento e formação da equipe, a fim de conquistar o acesso para Série A, e até o tricampeonato da Série B.

Valeu pela competitividade, pela determinação e principalmente pelos três pontos conquistados.

Ainda assim,  defeitos táticos e técnicos foram repetidos, a vontade superou a qualidade e o acaso prevaleceu.

A expulsão do Magrão e Matheus Vargas mais o pênalti do Felipe Azevedo não marcado facilitaram o resultado positivo.

Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, falhou ao rebater para frente uma finalização, mas fez quatro importantes intervenções e foi escolhido o goleiro da rodada pelo Futebol Interior:

"Jori foi um dos destaques do América Mineiro na vitória diante da Ponte Preta por 1 a 0. O goleiro fez grandes defesas e foi essencial para que o Coelho surpreendesse o adversário em pleno Moisés Lucarelli."

https://www.futebolinterior.com.br/futebol/Selecoes-da-Rodada/noticias/2019-07/selecao-da-serie-b-vem-com-penatacampeao-brasileiro-e-tecnico-japones?fbclid=IwAR1bakgHo5cTrBTQPk5_PlDmlhrzh5t9XTrVkQcvb60VoP93wnSp04l_zt0

É bom destacar que o tempo de amadurecimento do goleiro é maior do que um jogador de linha sub-23.

O lado esquerdo, com Ricardo Silva, João Paulo, Maranhão e Felipe Azevedo, mais avançado, foi envolvido com facilidade pelos adversários.

Ricardo Silva, na função de quarto zagueiro, errou na saída de bola e nas cobranças de faltas.

Paulão foi mais regular pelo alto do que pelo chão.

Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa e no ataque.

De acordo com o Footstats. Diego Ferreira e Matheusinho formaram a dupla mais interativa do time, com 13 passes trocados entre eles.

Zé Ricardo, novamente, se destacou pela participação na marcação, na distribuição das jogadas e pela finalização certa.

Juninho e Maranhão são bastante esforçados, correm o campo todo, mas limitados nas finalizações, lançamentos e passes.

Matheusinho foi um dos mais participativos no primeiro tempo, mas muito distante do Belusso e sem a presença de um meia-centralizado para facilitar a troca de passes. Acertou 20 passes, errou 4, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada.

Belusso, muito isolado, fez duas finalizações perigosas.

Felipe Azevedo, também distante do Belusso e sem a presença de um meia-atacante centralizado, e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva de meia-atacante de lado, comprovou que mais avançado pelo centro é mais produtivo, eficiente e decisivo,  Fez o gol da vitória, acertou 15 passes, errou 7, fez duas assistências para finalização e duas finalizações certas.

Bilu, Viçosa e Toscano demonstraram que deveriam ter sido mais bem aproveitados durante os jogos, até entre os titulares.

A transpiração superou a inspiração, mas vale destacar as quatro defesas do Ivan, em duas finalizações do Belusso, numa do Zé Ricardo e numa cabeçada do Paulão.

Apesar da fragilidade do setor defensivo, a distribuição tática ficou mais equilibrada e o time mais bem esboçado, com a entrada de um meia-atacante, Toscano, no lugar de um volante, Maranhão.

Dados Footstats:

Primeiro tempo:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 5 x 3
finalizações erradas: 8 x 2

Fim de jogo:
posse de bola: 49 x 51
finalizações certas: 6 x 7
finalizações erradas: 13 x 6

Ponte Preta:
Ivan;
Diego Renan, Renan Fonseca, Airton, Guilherme Guedes;
Édson, Camilo (Tiago Real), Magrão;
Marcondele (Tiago Marques), Roger (Alex Maranhão), Matheus Vargas;
Técnico: Jorginho.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Toscano;
Matheusinho (Bilu), Belusso (Viçosa), Felipe Azevedo
Técnico: Felipe Conceição.

Gol: Felipe Azevedo

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Pré-jogo Ponte-Preta-SP x América-MG

Na 13° rodada da Série B, o time americano ainda está indefinido, sem modelo de jogo padronizado e mal preparado fisicamente.

Sob o comando do Givanildo, no campeonato mineiro, Felipe Azevedo, Matheusinho e Toscano, formaram a linha de 3 meias-atacantes. Viçosa foi o centroavante.

Barbieri optou por uma linha de 4, com Bilu, Juninho, Michel Bastos e Felipe Azevedo, mais Belusso de centroavante.

Felipe Conceição utilizou 3 volantes, Zé Ricardo, Juninho e Maranhão, e 3 atacantes, Matheusinho, Belusso e Felipe Azevedo.

Segundo Felipe Conceição, a utilização dos 3 volantes é para aumentar a sustentação do time, e que Juninho e Maranhão também são finalizadores.

A explicação do técnico evidencia a fragilidade do setor defensivo e a falta meias-atacantes, pelo centro e principalmente pelos lados, bem preparados fisicamente para executar a dupla função defensiva-ofensiva.

Diego Ferreira, João Paulo, Leandro Silva e Sávio são ineficientes na marcação.

Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares no combate individual e nos cruzamentos rasteiros e pelo alto.

Lima na eterna transição do D.M.

Falta um quarto-zagueiro.

Ademir, Berola, Felipe Azevedo e França são limitados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade.

Bilu, Matheusinho e Geovane são sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação.

Toscano foi mal aproveitado pela beirada no Mineiro.

Michel Bastos deveria treinar em dois períodos para acelerar o aprimoramento físico e ser relacionado para os jogos,  a fim de pelo menos jogar um tempo.

Mesmo assim, um meia atacante centralizado deveria ser utilizado, porque Juninho e Maranhão são ineficientes na finalização, os três atacantes escalados estão muito distante um do outro e falta um meia-campista mais qualificado, próximo dos atacantes.

As opções para meia centralizado são: Felipe Azevedo, Matheusinho, Michel Bastos e Toscano.

Felipe Azevedo é mais produtivo e finalizador pelo centro, do que pelo lado.

Matheusinho pode ser utilizado pelo centro ou pelos lados, mas ainda precisa de um suporte para chamar a responsabilidade.

Michel Bastos deve ter condição física para pelo menos jogar um tempo em alta intensidade.

Toscano tem imposição física, potencial de finalização e decisão.

Talvez seja mais interessante dar ritmo de jogo para Toscano pelo centro, porque possivelmente está mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.

Caso Felipe Conceição opte pela manutenção dos três volantes, também é possível utilizar um meia centralizado.

Os três volantes, Zé Ricardo, Christian ou Juninho, Cristian ou Maranhão, e Toscano poderiam formar um losango no meio-de-campo.

Juninho e Maranhão são bastantes esforçados, mas limitados no campo ofensivo.

Christian tem mais qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.

Talvez Maranhão seja produtivo na marcação pela lateral-esquerda.

Bilu, Berola, Felipe Azevedo e Matheusinho, um ou dois deles seriam opções para atacantes de lado.

Viçosa, preferencialmente, e Belusso seriam opções de centroavante.

Outra opção, seria voltar a jogar com 2 volantes, 3 meias-atacantes e 1 centroavante.

Inicialmente Zé Ricardo e Juninho deveriam formar a dupla de volantes porque estão mais acostumados a jogar juntos, no time principal.

Bilu ou Berola, pela direita, e Felipe Conceição ou Matheusinho, pela esquerda, seriam as alternativas para primeiro ou segundo tempo.

Toscano, por estar mais bem preparado fisicamente que Michel Bastos, seria o meia centralizado.

Viçosa, por colaborar na marcação no campo do adversário e na bola aérea defensiva, deveria ser o centroavante.

Elias é opção de força, mas dependente de assistências e cruzamentos para finalizar.

No setor defensivo, devido a demora da recuperação do Fernando Leal e na decisão de contratar outro goleiro, Jori deve continuar, porque está com mais ritmo do que Airton e Thiago.

Leandro Silva e João Paulo são laterais ineficientes na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva, quando buscam a linha de fundo.

Na falta de um quarto-zagueiro devido a permanência contínua do Lima no D.M., Paulão e Ricardo Silva formarão a dupla de zaga.

Sugestões de escalação na formação básica 4-1-2-1-2

Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão);
Zé Ricardo;
Juninho (Christian), Maranhão (Cristian);
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Elias)

Sugestões de formação na distribuição básica 4-2-3-1

Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão)
Zé Ricardo, Juninho (Christian, Maranhão);
Bilu (Berola), Toscano (Mateheusinho, Michel Bastos), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Elias, Toscano)

Ponte Preta x América
terça-feira, 20h30, Moisés Lucarelli
vamos vencer, Coelhão!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

domingo, 28 de julho de 2019

América-MG 0 x 1 Atlético-GO

A derrota para o Atlético-GO foi consequência dos erros extra-campo.

Do mesmo modo que, o pênalti perdido pelo Luan, contra o Fluminense, foi só a ponta do iceberg do rebaixamento em 2018, provocado pelas decisões equivocadas da diretoria americana, a péssima campanha na Série B de 2019 também é reflexo dos erros de planejamento na formação da equipe para disputar a competição.

No Campeonato Mineiro e na Copa do Brasil, houve defeitos nos três setores, principalmente no defensivo,  inclusive o experiente Fernando Leal, falta de preparo físico ideal do Ademir, Berola, Belusso, França, Felipe Azevedo e Toscano para jogar dois tempos em alta intensidade e a comprovação da necessidade de reforços qualificados, reivindicados pelo Givanildo, para disputar a Série B.

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/cruzeiro-3-x-0-america-defeitos-e.html

Ainda assim, Airton foi a única contratação para o início da competição.

Givanildo, sem os reforços solicitados por ele, foi demitido após duas derrotas.

A diretoria americana deveria ter otimizado as condições de trabalho do Givanildo, contratando outro auxiliar técnico para o lugar do Felipe Conceição, outro preparador físico e os reforços reivindicados.

Barbieri, os auxiliares Guilherme Lucrécio e Felipe Lucena, mais o preparador físico Gustavo Araújo foram contratados.

Felipe Conceição deixou de ser auxiliar para exercer o cargo criado de coordenador técnico.

Depois de sete jogos, Barbieri, Guilherme Lucrécio, Feipe Lucena e Gustavo Araújo foram demitidos.

Os reforços contratados deveriam ter sido mais qualificados, com histórico vencedor.

O elenco americano basicamente ficou com muitos sub-23, em processo de formação e oscilação, alguns sub-25, só o Ricardos Silva entre 25 e 30 anos, e veteranos acima dos 30 anos.

Faltaram mais jogadores acima dos 25 e abaixo dos 30 anos, com histórico vencedor ou acostumado a disputar pelos menos a Série B.

Mesmo assim, a demissão do Barbieri e a efetivação do Felipe Conceição foram precipitadas.

Felipe Conceição foi efetivado no cargo de técnico e Cauan no de auxiliar técnico.

O cargo de coordenador técnico ficou vazio.

Sob o comando do Felipe Conceição, defeitos físicos, táticos e técnicos continuaram.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (Bilu), Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição

Atlético-GO:
Maurício Kozlinski;
Jonathan Lemos, Lucas Rocha, Oliveira, Nicolas Vichiatto;
Moacir e André Castro;
Mike (Jairo Pedroso), Jorginho, Matheuzinho (Bustamante);
Pedro Raul
Técnico: Wagner Lopes

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"


quinta-feira, 25 de julho de 2019

Pré-jogo América-MG x Atlético-GO

Defender e atacar próximo da máxima eficiência é o básico de um time vitorioso.

A ineficiência nas finalizações contra o Oeste foi tão grande, que ficou a impressão de o time americano não ter criado oportunidades de gol.

De acordo com o Footstats, foram duas finalizações certas e 20 chutadas para fora.

Índice bastante elevado, tanto de finalizações como de ineficiência nas conclusões.

Teve poder de finalização, mas faltou poder de decisão.

Maranhão foi o que mais finalizou e errou.  Foram cinco finalizações erradas.

Mais um motivo para ser substituído por um meia-atacante mais qualificado.

Se no elenco não houver um meia-atacante mais qualificado do que o improvisado Maranhão será preciso contratar.

Devido a demora, na recuperação do Fernando Leal e na decisão de contratar outro goleiro, Jori deve continuar no gol, a fim de aumentar os minutos jogados. Quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar.

Leandro Silva e João Paulo, inteiro para jogar dois tempos, são laterais mais produtivos na tarefa ofensiva.

O sub-23 Sávio pareceu sem ritmo de jogo e também ineficiente na marcação.

Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central.

Com a permanência contínua do Lima no DM, falta um quarto-zagueiro, com facilidade na saída de bola pelo lado esquerdo.

Roger poderia ser reintegrado, porque tem potencial para jogar nos dois lados da zaga.

Juninho e Maranhão são mais esforçados do que qualificados.

A fim de aumentar a qualidade ofensiva, só um deles deveria ser escalado para formar dupla de volantes com Zé Ricardo.

Zé Ricardo poderá exercer a função de armação, na posição e volante.

Futuramente, com a volta de Luiz Fernando de primeiro volante, Zé Ricardo poderá ser mais produtivo, nas função de segundo volante, porque tem qualidade na finalização, lançamento e passe.

Berola, Bilu, Felipe Azevedo, Matheusinho, Michel Bastos e Toscano deveriam ser as principais opções para formar a linha de três meias atacantes, aumentar a qualidade e velocidade ofensiva.

Viçosa ou Toscano poderia jogar no lugar do Belusso.

Sugestão de escalação na formação básica 4-2-3-1.

Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Juninho (Christian), Zé Ricardo;
Bilu, Toscano (Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano, Belusso)

América x Atlético-GO
sexta-feira, 19h15, Arena do Coelhão.
Acredita, América!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quarta-feira, 24 de julho de 2019

América-MG 0 x 0 Oeste-SP

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

Vale lembrar que, uma das falhas do time comandado pelo Givanildo no Campeonato Mineiro foi o posicionamento do setor defensivo.

Posicionamento defensivo é trabalhado no treino tático.

Felipe Conceição, auxiliar do Givanildo no estadual, foi responsável pelo treino tático, mas sem conseguir acertar a defesa americana.

Na Série B,  nada mudou sobre o comando do Felipe Azevedo, nas partidas contra o Vila-Nova-GO e Oeste-SP, que foram de baixíssimo nível técnico.

Belusso e Felipe Azevedo, ainda mal preparados fisicamente para jogar 90 minutos em alta intensidade, e Maranhão, esforçado mas limitado tecnicamente,  continuaram titulares absolutos.

Bilu, Michel Bastos e Toscano deixaram de ser aproveitados.

No esquema com três volantes, Juninho, Christian e Zé Ricardo poderiam ter sido escalados, porque estão mais acostumados a jogar juntos.

Mesmo assim, a opção deveria ter sido por um meia centralizado, mais qualificado do que o volante Maranhão.

Se no elenco não existir este meia-atacante centralizado, será preciso contratar.

França foi utilizado na posição de lateral esquerdo contra o Vila Nova e centroavante contra o Oeste.

Viçosa foi reintegrado, mas sem chances reais.

Airton e Elias foram contratados para não jogar.

Fernando Leal e Lima na eterna transição do DM e a diretoria sem contratar goleiro e quarto-zagueiro.

Consertar erros de planejamento durante a competição é um processo bastante complicado.

A complicação ficou ainda maior devido a falta de experiência do Conselho de Administração e integrantes da diretoria para trabalhar com baixo orçamento, provocado inclusive pela queda para a Série B.

O restante do pagamento da venda do Richarlison é uma das poucas fontes de receita.

A renovação no Conselho de Administração também foi bastante acelerada.

Dos cinco integrantes, quatro são novatos, com menos de dez anos no comando: Batista, Dower, Fabiano e Racilan.

Salum é o único veterano, que acompanhou de perto as crises financeiras e falta de estrutura nos anos 80 e 90, administradas principalmente pelo Afonsinho, Magnus Lívio, Paulo Afonso, Zé Flávio e outros colaboradores.

É bom destacar que, o América sobreviveu até a falta de campo para treinar.

Apesar de um possível futuro promissor, falta experiência prática para o Paulo Bracks, na função de diretor de futebol.

O Superintendente Paulo Assis tem menos de cinco anos num clube de futebol.

Luiz Kriwat, no América desde 2012, é o mais experiente.

Faltou um gestor técnico, com histórico vencedor em outros clubes.

Felipe Conceição e Cauan também são inexperientes em clubes profissionais, nos respectivos cargos de técnico e auxiliar.

Apesar dos erros na formação da equipe para disputar e conquistar a Série B, da troca de técnicos, da campanha ruim, da falta de experiência dos decisores para lidar com situações conturbadas, ainda assim, é possível melhorar o rendimento do time na competição e evitar o rebaixamento para a Série C.

Principalmente se houver humildade para reconhecer que está no caminho errado, melhorar o preparo físico da equipe, escalar os mais bem preparados tecnicamente e não abrir mão de contratar reforços qualificados, prontos para jogar e possivelmente um técnico mais experiente, com histórico vencedor, e um preparador físico.

Também convocar ex-presidentes, conselheiros atuantes, sócios e torcedores para buscar soluções.

Batista, que se afastou da torcida, lembrar que foi indicado ao Conselho Deliberativo pela Elisete, que fui um dos formadores do grupo de americanos para se reunir na construtora dele, que Carlinhos do Bemge indicou Paulo Assis, que este grupo virou de apoio e alguns participantes passaram a integrar o Conselho de Administração e Paulo Assis e superintendência.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Willian Maranhão, Juninho;
Felipe Azevedo, Belusso (França), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição.

Oeste:
Glauco; Cicinho, Cléber Reis, Caetano e Conrado;
Thiaguinho, Wallace Bonilha,
Mazinho (Fábio), Elvis (Mateus Oliveira), Bruno Lopes;
Bruno Paraíba (Roberto).
Técnico: Renan Freitas.

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

segunda-feira, 22 de julho de 2019

Pré-jogo: América-MG x Oeste-SP

Erros no planejamento para disputar a Série B ainda repercutem no mau desempenho do time americano.

Consertar defeitos durante a competição é um processo bastante complicado.

A diretoria americana precisa definir até quando esperar pela recuperação física do Fernando Leal e Lima.

Se em curto prazo não tiverem condições para jogar, será preciso contratar outro goleiro e um quarto-zagueiro, preferencialmente qualificados, experientes e bem preparados fisicamente para disputar jogos seguidos.

Airton foi contratado para não jogar.

Jori e Thiago são goleiros inexperientes em fase de aprimoramento.

Os laterais também são preocupantes.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva, caso sejam bem aproveitados na tarefa ofensiva.

Apesar de a utilização de 3 zagueiros, com a liberação dos alas, parecer ser o esquema que mais se encaixa ao elenco americano, nem deve ter sido treinado, porque não faz parte dos esquemas da moda ensinados nos cursos para técnicos.

Diego Ferreira e Sávio também são sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação.

Sávio vai precisar ser mais produtivo na marcação e no apoio do que no jogo contra o Villa Nova.

Embora o talentoso Lucas Luan do sub-20 tenha mais potencial para jogar no meio-de-campo, poderia transitar no principal até a recuperação física do João Paulo.

Paulão deveria disputar vaga com Ricardo Silva pela lado direito.

Lima seria a esperança para a quarta zaga.

Pedrão também é inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado, porque tem potencial para jogar nos dois lados da zaga.

No jogo contra o Vila Nova-GO, faltou pelo menos um lateral e mais um zagueiro para ficar no banco de reservas.

Só Pedrão foi relacionado.

Inicialmente Zé Ricardo e Juninho, com oportunidades para Christian, deveriam formar a dupla de volantes, até o retorno do Luiz Fernando, possivelmente no lugar do Juninho, na posição de primeiro volante, com Zé Ricardo, na posição de segundo volante, na função de articulador, lançador e finalizador, igual se destacou nas categorias de base.

Maranhão carece justificar a contratação.

Bilu, também sub-23 em processo de formação e oscilação, é mais bem preparado fisicamente que Berola e Felipe Azevedo.

Felipe Azevedo continuou sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade.

Talvez seja mais interessante a prioridade para Berola, porque é mais agudo.

Michel Bastos, Toscano e Felipe Azevedo são opções de meia centralizado.

Ademir, Felipe Azevedo, França e Matheusinho são os meias atacantes de lado.

Embora sub-23, Matheusinho é o mais bem preparado fisicamente.

Belusso também não justificou a titularidade.

Elias, Felipe Azevedo, Viçosa e Toscano são alternativas.

Sugestão de escalação na formação básica 4-2-3-1

Fernando Leal (Jori);
Leandro Silva, Ricardo Silva (Paulão, Pedrão), Lima,  Sávio (Lucas Luan, Geovane, Maranhão);
Zé Ricardo, Juninho (Christian);
Bilu (Berola), Michel Bastos (Toscano), Matheusinho (Berola, Felipe Azevedo);
Toscano (Belusso, Elias, Viçosa)

América x Oeste
terça-feira, 21h30, Arena do Coelhão
vamos vencer, Coelhão!

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.


Vila Nova-GO 1 x 1 América-MG

Contra um adversário pouco qualificado, o time americano repetiu erros individuais, coletivos e de posicionamento no setor defensivo, o baixo poder criativo e de finalização.

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"AmericaMG volta com empate de Goiânia.Jogo tecnicamente muito fraco..Coelho tentou buscar mais o gol,começou na frente, mas de novo não soube segurar o resultado.Atuação muito ruim de todo o sistema defensivo, com falhas bisonhas.Briga do América vai ser pra se manter na Série B."

Felipe Minto - comentarista do programa Bate papo esportivo (TV Horizonte)
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"Mais uma vez, o América administra mal a vantagem no placar. Recuou demais após o gol marcado. Já havia acontecido isso naquela derrota contra o Sport, no Independência. Vila chega ao gol de empate em bola parada. Essas faltas laterais complicam muito a vida do goleiro."

Davi Magalhães - comentarista mineiro no MW Futebol - Análises Técnicas e Táticas
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Jori dividiu opiniões no gol sofrido.

Uns acham que goleiro tem de fazer a diferença; outros, que a falha foi de quem disputou a bola com Jussani e até do Juninho, que fez falta desnecessária.

Depois da equivocada saída do João Ricardo, um goleiro experiente deveria ter sido contratado para disputar a titularidade com Fernando Leal.

Mesmo assim, goleiro é uma posição de risco tão elevado, que até experientes falham.

Goleiro, sub-23 em formação e oscilação, leva um tempo maior para começar a ficar pronto.

Ainda mais num time em busca da formação física, tática e técnica ideal.

Vale lembrar que o experiente João Ricardo no Brasileirão da Série A e o experiente Fernando Leal, pelo Mirassol no Paulista de 2018,  foram bastante vazados, porque os respectivos times eram desestruturados.

Airton foi contratado para não jogar.

Thiago também é sub-23, em processo de formação e oscilação.

Na primeira linha de quatro, Leandro Silva foi o que se destacou um pouco mais.

Paulão e Ricardo Silva, pela esquerda, foram bastante irregulares, na saída de bola e nos cruzamentos pelo chão ou pelo alto dentro da área.

Sávio, sub-23 em processo de formação e oscilação, foi um pouco mais participativo no segundo tempo, ainda assim, abaixo da participação efetiva do João Paulo, até na marcação.

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"América só não pode recuar muito e chamar o Vila para o seu campo . Justamente porque até aqui, o time mandante encontra muitas dificuldades de ter a bola no campo de ataque (apenas 21% da sua posse foi no ataque). É preciso jogar com inteligência para trazer os 3 pontos para BH."

Davi Magalhães - comentarista mineiro no MW Futebol - Análises Técnicas e Táticas
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Depois do gol marcado, havia outras opções para o lugar do Felipe Azevedo, que continuou sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade.

Berola e/ou Bilu seria(m) opção(ões) de velocidade

Michel Bastos também poderia ter entrado a fim de valorizar a posse de bola.

França e Geovane nada acrescentaram.

Aliás, Geovane, outro sub-23 em processo de formação, por enquanto na produziu.

Apesar do volume de jogo, a produtividade ofensiva americana se limitou ao gol anulado do Belusso, a finalização do Zé Ricardo, e o aproveitamento da falha do goleiro e dos zagueiros pelo Juninho.

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"Ás vezes, sinto que falta jogadores mais cascudos no América para o tipo de situação como a de hoje, por exemplo. Talvez faltasse alguém para prender a bola na frente, ou alguém para desacelerar o jogo. O time me passa essa impressão, não sei se é só impressão minha."

Davi Magalhães - comentarista mineiro no MW Futebol - Análises Técnicas e Táticas
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Faltou um meia-atacante centralizado para aumentar a força criativa e finalizadora.

Toscano no lugar do volante Maranhão, que ainda não justificou a contratação, possivelmente teria sido mais produtiva.

Ou Bilu ter jogado pela direita, com Felipe Azevedo centralizado e Matheusinho pela esquerda.

É bom destacar, mais uma vez, a escolha do Zé Ricardo como melhor em campo, pela Rádio Itatiaia.

Vila Nova:
Rafael Santos;
Felipe Rodrigues, Wesley Matos, Diego Jussani e Romário;
Ramon, Neto Moura (Elias) e Alan Mineiro, Alan Carius (Erick), Bruno Mota;
Mateus Anderson (Boné).
Técnico: Marcelo Cabo.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, Sávio (Geovane);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (França), Belusso(Viçosa), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição.
Gol: Juninho

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Brasileiro Sub-20: América-MG 2 x 1 Botafogo-RJ

A utilização do modelo de jogo definido pelo Paulo Ricardo facilitou a repetição da força do futebol coletivo, competitivo e ofensivo.

Reflexo do histórico do técnico, com bastante experiência nas categorias de base, inclusive na coordenação.

É bom destacar que, quando Enderson Moreira comandou o juvenil americano, Paulo Ricardo comandou o infantil.

Vale lembrar o tempo perdido provocado pela aposta equivocada da diretoria no inexperiente Fred Pacheco, para comandar a categoria de base profissional e próxima do elenco principal.

Aos 16 anos, o jogador em formação na base tem contrato profissional, até com possibilidades de jogar na equipe principal.

Aliás, talvez o potencial do Cauan, promovido a auxiliar técnico do Felipe Conceição, seja desenvolvido mais rapidamente no time principal do que no sub-17.

O sub-17 precisa de um técnico mais pronto, com histórico, a fim de potencializar os fundamentos dos atletas em processo de formação.

Quanto mais bem preparados forem os jogadores no sub-15 e sub-17, maior será o aproveitamento no sub-20, sem necessidade de tantas contratações.

Número elevado de jogadores compactados no sub-20 representa falhas na formação das categorias inferiores.

A parceria no futsal deveria ser feita principalmente na base sub-15, a fim de aproveitar os destaques da quadra no campo.

Em relação ao jogo contra o Botafogo,  no primeiro tempo o time americano buscou fazer a proposta de jogo, mas com erros no último passe e ineficiência nas finalizações.

Ainda gol em cobrança de pênalti.

No segundo tempo, a posse de bola ofensiva também prevaleceu.

A individualidade e qualidade do Felipe Clemente e Guilherme Pira fizeram a diferença.

Felipe Clemente aproveitou a escorada de cabeça do Guilherme Borges para fazer o primeiro gol, numa quase bicicleta.

Guilherme Pira, partiu pra cima do adversário, tomou a decisão certar entre driblar e finalizar, acertou a finalização, e Carlos Alberto só empurrou a bola para dentro do gol.

O futebol coletivo bem jogado facilita a confiança para fazer a jogada individual.

A distribuição tática com a bola foi próxima do 4-3-3, mas faltou um meia-atacante centralizado, com mais poder de finalização dentro da área.

Os talentosos Guilherme Borges e João Gabriel estão com mais perfil de volantes do que meia-atacante, o ponta de lança, que pisa na área e finaliza. Ambos precisam finalizar mais de dentro e fora da área.

João Gabriel se destacou na Copa São Paulo devido ao poder de finalização e decisão.

Lucas Luan também parece ter este perfil de armador e finalizador.  Sob o comando do Celinho, um dos melhores técnicos do sub-17 nesta década, jogou bem até de falso 9.

Outra opção seria o recuo do Felipe Clemente, que tem potencial para jogar pelos lados e pelo centro, e o promissor Vitão voltar a ser escalado.

Embora a marcação seja alta e o ritmo acelerado desde o primeiro minuto, o preparo físico para jogar dois tempos em alta intensidade poderia melhorar um pouco, porque nos minutos finais o rendimento voltou a cair, igual no Mineiro. Talvez até cadenciar mais o jogo em alguns momentos.

O número de substituições deveria ser no máximo três, a fim de acostumar com o ritmo do time principal e transferir para o jogadores a responsabilidade de atuarem bem durante os dois tempos.

Depois do segundo gol , o time Botafoguense explorou as jogadas ofensivas pelos lados e criou situações de gol, impedidas pelas defesas salvadoras do Robson.

Thalys e Lucas Luan foram participativos no combate e na troca de passes no campo ofensivo. Precisam buscar mais a linha de fundo para fazer cruzamentos precisos.

Luizão e João Cubas tiveram mais dificuldades no fim do segundo tempo, quando o adversário foi mais ofensivo pelos lados e fizeram mais cruzamentos, mas mantiveram a segurança defensiva.

Renan tem potencial para fazer mais lançamentos, dar passes agudos em vez de tocar muito para os lados, e ser mais finalizador.

Guilherme Borges e João Gabriel, conforme citado, precisam ser mais finalizadores.

Osmar e Guilherme Pira deveriam buscar mais vezes a linha de fundo, em vez de tentar só infiltrar  pela diagonal, continuar a tentar as jogadas individuais, mas com com aumento de acerto na tomada de decisão entre driblar ou finalizar ou passar.

Felipe Clemente é o típico atacante que incomoda a defesa adversária. Mesmo assim, necessita suportar os 90 minutos em alta intensidade, até para poder ser efetivamente utilizado no principal.

Flávio, Pedro e Sabino, na posição de volante, também só deveriam permanecer no principal se forem pelo menos relacionados para os jogos, com chances de entrar durante as partidas.

O suporte psicológico das categorias de base carece ser melhorado ou implantado.

Robson;
Thalys, Luisão, João Cubas, Lucas Luan;
Renan, Guilherme Borges, João Gabriel (Lucas);
Osmar (Carlos Alberto), Felipe Clemente (Renan Peixoto), Guilherme Pira
Técnico Paulo Ricardo
Gols: Felipe Clemente, Carlos Alberto

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quarta-feira, 17 de julho de 2019

Pré-jogo Vila Nova-GO x América-MG

Um dos desafios do Felipe Conceição será fazer na Série B o que não conseguiu no Mineiro, quando na função de auxiliar do Givanildo comandou os treinos táticos, mas sem acertar o posicionamento defensivo.

Aliás, a fragilidade defensiva do Leandro Silva e João Paulo mais a irregularidade do Paulão também continuaram sob o comando do Barbieri.

O estreante sub-23 Diego Ferreira foi envolvido com facilidade na derrota para o Figueirense.

Sávio, outro sub-23 em processo de formação e oscilação, foi contratado para ficar no banco.

A única melhoria no setor foi a saída do Jussani, que está no elenco do próximo adversário.

Tomara que a lei do ex prevaleça favoravelmente.

Talvez a utilização de 3 zagueiros, com a transformação dos laterais em alas, seja o esquema que mais se encaixe na característica do elenco americano.

Como ainda não é o esquema da moda no futebol brasileiro nem deve ter sido treinado.

Mas possivelmente a distribuição básica 4-1-4-1 será abandonada e o 4-2-3-1 voltará a ser utilizado.

Ricardo Silva e Lima poderiam ser experimentados na dupla de zaga.

Ainda assim, Lima precisa demonstrar capacidade física para jogar partidas seguidas, velocidade de recuperação e impulsão.

Apesar do salário mais elevado da equipe, o experiente Paulão oscilou muito e também foi envolvido com facilidade em vários gols sofridos desde o Mineiro.

Pedrão, sub-23 em processo de formação e oscilação, deveria ser reaproveitado em alguns jogos devido a velocidade de recuperação, imposição física e aumento da altura na bola aérea defensiva.

Roger poderia ser reintegrado ao elenco porque no mínimo tem mais qualidade na zaga do que Sabino, que tem potencial para ser volante.

Apesar da ineficiência na marcação, Leandro Silva e João Paulo são produtivos no campo ofensivo.

Inicialmente Zé Ricardo e Juninho poderiam formar a dupla de volantes.

Juninho carece ter mais qualidade no passe e poder de finalização.

Maranhão não justificou a contratação nem a titularidade.

Futuramente, com o retorno do Luiz Fernando, na função de primeiro volante, Zé Ricardo poderá ser aproveitado mais avançado, igual jogava na base, quando era assistente, finalizador e marcador de gols.

Mas até na posição de primeiro volante, Zé Ricardo é um dos responsáveis pela distribuição das jogadas, com grande interatividade com todo o time na troca de passes.

Christian e Morelli merecem ter mais oportunidades para disputar a titularidade com Juninho.

Aliás, Christian e Zé Ricardo formaram uma dupla bastante dinâmica nas categorias de base.

Berola, Bilu, Felipe Azevedo, Matheusinho, Michel Bastos e Toscano são opções para a linha de três meias atacantes, caso seja reutilizada, ou uma linha de 4.

Os mais bem preparados fisicamente para jogar dois tempos deveriam começar o jogo.

Desde o Mineiro, o preparo físico foi muito abaixo do ideal.

Berola, Felipe Azevedo e Michel Bastos parecem sem condições para jogar 90 minutos em alta intensidade.

A sequência dos próximos jogos em pouco tempo será um complicador a mais para Michel Bastos, que deveria participar de revezamento ou jogar menos tempo em algumas partidas.

Belusso, Elias e Viçosa são opções de centroavante.

O desempenho do Viçosa foi superior ao do Belusso, inclusive na marcação no início da transição do adversário e na bola aérea defensiva.

Elias poderá ser de centroavante trombador para prender os zagueiros.

Toscano poderá ser alternativa para exercer a função do chamado falso 9.

Fernando Leal, pela experiência, deverá ser o goleiro.

Ainda assim, o risco da posição é tão elevado, que até um goleiro experiente poderá falhar.

Airton foi contratado para não ser utilizado.

Jori e Thiago são sub-23 em processo de formação e oscilação.

É bom destacar que goleiro leva mais tempo para começar a ficar pronto.

Sugestões na distribuição básica 4-2-3-1

Fernando Leal (Airton, Jori, Thiago);
Leandro Silva, Ricardo Silva (Paulão), Lima, João Paulo;
Zé Ricardo,  Juninho (Christian);
Bilu, Michel Bastos (Toscano), Matheusinho;
Toscano (Viçosa)

ou

Bilu (Berola), Toscano (Michel Bastos), Matheusinho (Felipe Azevedo, Ademir)
Viçosa (Belusso, Elias, Felipe Azevedo, Toscano)

Sugestões de formação no 3-5-2:

Fernando Leal;
Ricardo Silva, Paulão (Lima), Lima (Roger);
Leandro Silva, Zé Ricardo, Toscano (Michel Bastos, Christian), Matheusinho (Michel Bastos), João Paulo;
Bilu (Berola), Viçosa (Toscano)

Villa Nova-GO x América-MG
sábado, 16h30, Serra Dourada

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

- Com o não aproveitamento do Viçosa, e a contratação do Elias, será preciso contratar mais um centroavante, com poder de decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.


segunda-feira, 15 de julho de 2019

América-MG 0 x 4 Figueirense-SC

Erros ocorridos desde o Campeonato Mineiro, na preparação e formação da equipe para disputar a Série B, ainda refletem no baixo desempenho do time americano, durante o Brasileirão.

Na derrota por goleada para o Figueirense,  escolhas equivocadas do Barbieri na escalação inicial e na mudança feita no intervalo, falhas coletivas e falta de preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade, facilitaram a vitória do adversário.

Diego Ferreira, Maranhão, Michel Bastos, Felipe Azevedo e Belusso pareceram sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade.

Quem cansar, pede para sair.

Belusso e Felipe Azevedo disputaram o mineiro e ainda estão sem condicionamento para 90 minutos.

Diego Ferreira e Michel possuem o álibi da falta de ritmo de jogo e da estreia.

Ainda assim, o primeiro tempo foi equilibrado, mas nivelado por baixo.

Os comandados do Barbieri tiveram mais posse de bola, mas sem objetividade, com muitos passes para os lados, principalmente do Maranhão.

A única finalização certa foi a cabeçada do Juninho, num cruzamento do Michel Bastos, deslocado pelo lado esquerdo.

Aliás, a falta do desleal Zé Antônio no Juninho pareceu ser para cartão vermelho.

A origem do primeiro gol foi falha infantil de posicionamento em cobrança de lateral.

O estreante Diego Ferreira, sub-23 em processo de formação e oscilação, e Maranhão, limitadíssimo na marcação e no passe pra frente, foram envolvidos com facilidade, no arremesso e quique da bola, que sobrou para  Willian Popp fazer o cruzamento.

Ricardo Silva parou de acompanhar Rafael Marques.

Talvez até João Paulo tenha sofrido falta.

Jori, sub-23 em processo de formação de oscilação, aceitou a cabeçada do Rafael Marques no contrapé.

No segundo tempo, a aposta do Barbieri na estreia do Geovane, sub-23 em processo de formação e oscilação, no lugar do Juninho foi bastante infeliz.

Duas novidades iniciais, Maranhão e Michel, principalmente no meio-de-campo era um número elevado.

Maranhão é bastante limitado, até fisicamente para jogar os dois tempos em alta intensidade.

Michel Bastos, previsivelmente, está sem condição física para jogar dois tempos em alta intensidade e participar de sequência de jogos em pouco tempo. Provavelmente terá de revezar nos próximos jogos.

Geovane, a terceira novidade no meio-de-campo, piorou o que estava ruim.

A única jogada mais perigosa do time americano foi com Berola,  outro sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade, que partiu pra cima da defesa adversária, fez o cruzamento, mas o próprio Geovane furou.

No segundo gol, Diego Ferreira deixou o adversário desmarcado, Paulão perdeu tempo, quando parou para pedir impedimento, e depois foi driblado com facilidade.

Jori defendeu a primeira finalização, a bola bateu no travessão e sobrou para o adversário livre de marcação, porque João Paulo foi muito lento no combate.

No início da jogada do terceiro gol, dois adversários levaram vantagem em cima do Diego Ferreira, Geovane e Maranhão.

No quarto gol, novamente pelo lado direito da defesa americana, o adversário partiu livre de marcação, passou com facilidade pelo Paulão, Jori fez a primeira defesa e a bola sobrou para o adversário desmarcado, porque João Paulo combateu sem determinação.

Talvez tivesse sido mais interessante, começar o jogo com Zé Ricardo, sub-23 em processo de formação e oscilação, Christian ou Juninho e Toscano ou Matheusinho, sub-23 em processo de formação e oscilação, ou Belusso ou Toscano ou Viçosa, com Michel Bastos de opção, devido a falta de ritmo de jogo.

Ou em vez do Geovane no segundo tempo, escalar Zé Ricardo ou Christian ou até Toscano, porque Figueirense estava recuado, jogando por uma bola.

Ou ter feito uma mudança tática, com a entrada de mais um zagueiro, e a liberação do Diego e João para exercer a função de alas.

Bilu, sub-23 em processo de formação e oscilação, Belusso, bem menos participativo e produtivo que Viçosa, e Felipe Azevedo, muito longe da área e da linha de fundo, foram ineficientes nas poucas finalizações.

Enfim,  apesar dos treinos secretos durante a Copa América, os defeitos de posicionamento defensivo, baixo poder de criação e finalização foram repetidos.

América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva. João Paulo;
Maranhão;
Bilu, Juninho (Geovane), Michel Bastos (Michel Bastos), Felipe Azevedo;
Belusso (Berola)
Técnico: Barbieri

Figueirense:
Denis;
Victor Guilherme, Alemão, Ruan Renato e Matheus Destro;
Zé Antônio, Betinho e Tony;
Fellipe Mateus (Robertinho), Willian Popp (Juninho);
Rafael Marques (Matheus Lucas)
Técnico: Hemerson Maria

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando. 

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

- Com o não aproveitamento do Viçosa, e a contratação do Elias, será preciso contratar mais um centroavante, com poder de decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.