quinta-feira, 11 de setembro de 2014

O meio de campo americano praticamente inexistiu contra o Ceará. Leandro Guerreiro foi o que acertou mais passes e o único que tentou marcar. Andrei deixou a desejar no combate e na transição. Renan Oliveira também pouco produziu. Na função de meia ofensivo isolado pelo centro, teve a mesma dificuldade de Mancini e Tchô nos jogos anteriores. Pablo, aberto pelos lados, cedeu espaços na intermediária e, quando avançou, errou os cruzamentos. Aliás, Júnior Lemos tem mais características ofensivas do que defensivas. Deveria ter jogado de terceiro volante a fim de fazer assistências para os atacantes. Nos cincos gols sofridos, só Adalberto, Vitor Hugo e Guerreiro tentaram combater os adversários, que ficaram livres dentro da área. Depois da saída de Willians, o time perdeu a opção de velocidade. Ricardinho e Bruninho nada acrescentaram.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Embora a Série B esteja na segunda rodada do returno, alguns contratados para reforçar a equipe ainda não mostraram condições de disputar a titularidade. Entre os que não foram relacionados para enfrentar o Ceará estão Igor Rayan, César Lucena, Fábio Caballero, Magrão, Doriva, Henrique e Diney. Durante a competição, Igor Rayan e Caballero deixaram de ser aproveitados entre os reservas. Lucena e Magrão jogaram poucos minutos. Doriva entrou bem contra a Ponte Preta, mas deixou a desejar quando começou jogando contra o Vasco. Lucena, Magrão e Doriva são jogadores caros para simplesmente compor o grupo. Henrique sofreu lesão antes da Copa do Mundo e Diney, no final do turno. Ambos perderam oportunidades de serem escalados mais vezes no time titular. As seguidas contusões de Elsinho, Renato Santos e Tchô também são preocupantes.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Ceará x América-MG

Por ter desperdiçado oportunidades de conquistar a vitória quando jogou com o time completo e contra adversários menos qualificados, o América enfrenta o Ceará, fora de casa, com a necessidade de buscar os três pontos a fim de voltar ao G-4. Adiantar a marcação é uma forma de se defender sem perder a ofensividade. Devido ao desgaste provocado por esse posicionamento no campo do adversário, alternar o combate adiantado com a valorização da posse de bola por meio da troca de passes qualificados. Mancini e Renan Oliveira são opções de meias ofensivos. Embora tenha marcado o primeiro gol no início do jogo contra o Vasco, o Coelhão recuou e cedeu espaços. Só depois de sofrer o segundo gol é que o time voltou a ser combativo, criou situações de empatar e até de ampliar o placar ainda no primeiro tempo. Blitz no Itatiaia Radio Bar, Pium-i 620.

domingo, 7 de setembro de 2014

Sobre a possível irregularidade da escalação do Eduardo, é bom ressaltar que Flávio Lopes é responsável pela parte técnica e não administrativa. O gerente de futebol americano deve fazer a ligação do elenco e treinador com a diretoria. Independentemente de ter indicado os contratados, os erros e acertos do Flávio estão relacionados à formação da equipe. Apesar de o Eduardo ter jogado só uma partida, o lateral-esquerdo demonstrou poucas condições para disputar a titularidade, com nível técnico abaixo do Bryan, Danilo e Carlos Renato. Aliás, a demora para Carlos Renato ter sido operado devido à mudança do plano de saúde é outra falha da superintendência. Sobre os desacertos nas contratações, Darley, Ygor Ryan, Cleiton, Artur, Heitor, Caballero, Diogo Dolem, Betinho, Pinga, Lucas Silva e Caio Dantas foram contratados para não jogar.

sábado, 6 de setembro de 2014

Com a fundamental participação da torcida americana, o América busca conquistar mais três pontos e a manutenção da invencibilidade no Independência. Apesar dos desfalques e da qualidade técnica do Vasco, ainda assim o Coelhão precisa jogar com atitude vencedora e postura ofensiva. Pablo e Adalberto são opções de reposição no setor defensivo. Mancini, Renan Oliveira, Willians e Patrick disputam as três posições de meias ofensivos. Se Elsinho jogar, Pablo também será alternativa para formar o meio de campo. Independentemente da escalação, o time americano deve evitar a ligação direta, a fim de trabalhar a saída de bola através da troca de passes precisos, com bastante velocidade e mobilidade dos laterais e dos meias na transição, recomposição e construção de jogadas para as finalizações de Obina. Concentração no Espetinho do Marquinho.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

América-MG x Vasco

A participação da torcida americana na arquibancada aumentou a vantagem competitiva do América, no primeiro turno. Na condição de mandante, o Coelhão venceu todos os jogos realizados no Independência e no Mineirão. O incentivo incondicional do torcedor também vai ser fundamental no returno. Sábado, contra o Vasco, o empenho precisa ser ainda maior. Grande oportunidade de transformar a nossa casa em verdadeiro caldeirão verde e preto. A fim de evitar as filas, que se formam minutos antes das partidas, preferencialmente entrar no estádio o mais cedo possível e esquentar o clima do jogo. Incentivar o time de guerreiros desde o aquecimento até o último segundo. Embora a principal concentração dos americanos seja no inferior da Pitangui (Portão 3), os outros setores, inclusive o lado da Ismênia Tunis, também devem ser participativos.

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Terminar o turno em terceiro lugar pode ser satisfatório, mas também precisa ser destacado que, considerando o baixo nível técnico da Série B, o Coelhão desperdiçou oportunidades de conquistar mais pontos e marcar mais gols. Ligações diretas entre defesa e ataque, erros de passes, oscilações de Mancini e Tchô na função de meia centralizado e baixa produtividade de Thiago Santos, Ricardinho, Diney e Bruninho foram os principais defeitos da equipe americana. Diego, Doriva, Júnior Lemos, Magrão, Renan Oliveira e Henrique foram pouco utilizados. André, Andrei e Obina alternaram bons e maus momentos. Fernando Leal e Renato Santos garantiram a segurança defensiva. Elsinho e Gilson foram mais produtivos quando avançaram. Willians e Pablo se destacaram pela movimentação. Leandro Guerreiro e Vitor Hugo mantiveram a regularidade.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Com requinte de crueldade, o América venceu o Atlético e conquistou o bicampeonato da Taça BH. O placar de 7 a 2 seria o retrato perfeito da superioridade americana. Além dos três gols marcados, o Coelhãozinho fez um, anulado por erro da arbitragem, perdeu dois daqueles chamados de “feitos” e chutou uma bola no travessão. No terceiro gol, Patrick avacoelhou a defesa adversária. Com drible curto, deixou o zagueiro no chão e finalizou entre as pernas do goleiro. Embora o principal objetivo da base seja promover o maior número de atletas em formação para continuarem o trabalho de refinamento no profissional, ganhar um título na nossa casa e em cima de um dos rivais é altamente gratificante. Marcelinho, Messias, Williams, Paulinho, Renato Bruno, Xavier, Renatinho, Bruno Sávio e Rubens já deveriam participar do processo de transição.