sábado, 14 de novembro de 2020

Pré-jogo Cuiabá-MT x América-MG

O nível de desgaste provocado pelos jogos seguidos em curto espaço de tempo, recuperação dos mais necessitados de rimo de jogo e baixa produtividade técnica deverão ser considerados na escolha dos titulares e substitutos. 

Talvez Felipe Azevedo, João Paulo e Rodolfo sejam os mais desgastados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Uma alternativa de mudança seria a escalação do Alê,, carente de ritmo de jogo, ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, e no ataque precisa voltar a ser mais finalizador e decisivo. 

Vale a pena repetir, que Geovane, sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, aumentou a eficiência, a produtividade e regularidade com a sequência de jogos. 

Ainda assim, Alê e Geovane carecem ser mais agudos, finalizadores e decisivos. 

Felipe Augusto também necessita jogar para recuperar o condicionamento físico e técnico. 

Sávio, opção para substituir João Paulo ou fazer a dobra pelo lado, é qualificado na bola longa e mais produtivo na tarefa ofensiva do que defensiva.

Vitão, ainda sub-20 em fase de evolução, com potencial na função de centroavante definidor, e Toscano são opções pro lugar do Rodolfo. 

Ainda Daniel Borges para a lateral e para dobra.

Os promissores Flávio e Sabino, primeiro volante estilo Dudu Pit Bull, para o meio-de-campo.

Berola é opção de velocidade e Calyson para o meio-de-campo e beirada. 

Possível time e possibilidades de mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alé, Toscano);
Ademir, Rodolfo (Vitão, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)

Cuiabá x América
sábado, 21h30, Arena Pantanal 
Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Internacional-RS 0 x 1 América-MG Copa do Brasil

Mais uma vitória do futebol coletivo, competitivo, eficiente e principalmente do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores americanos. 

O time americano repetiu a organização na defesa, nas transições defensivas e ofensivas, e no ataque. 

Segundo o SofaScore, o América teve 28% de posse de bola, finalizou duas vezes no gol e 5 pra fora. 

O Internacional teve 72% de posse, duas finalizações no gol e 7 pra fora. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, os comandados do Lisca alternaram postura defensiva e ofensiva. 

Até o gol feito pelo Rodolfo, a postura foi mais ofensiva pressionando a saída de bola do adversário. 

Depois o posicionamento ficou mais compactado na defesa. 

No segundo tempo, a postura defensiva prevaleceu. 

O adversário teve três chances de gol, entre elas uma mais evidente desperdiçada pelo Thiago Galhardo, mas Matheus Cavichioli praticamente foi pouco exigido. 

Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa, e no ataque acertou o cruzamento de manual para o gol do Rodolfo.

Messias e Anderson mantiveram a consistência defensiva pelo chão e pelo alto.

João Paulo participou mais da defesa do que apoiou.

Zé Ricardo, Juninho e Geovane foram bastante participativos na marcação. 

Geovane, livre de marcação dentro da área, deveria ter finalizado no gol em vez de ter tentado passar pro Ademir. 

Ademir rendeu menos do que pode render no campo ofensivo.

Rodolfo fez o gol da vitória e acertou uma finalização na trave.

Felipe Azevedo foi pouco produtivo no ataque e só apareceu numa finalização defendida pelo Marcelo Lomba.

Calyson, Vitão e Toscano pouco acrescentaram no campo ofensivo. 

Destaque para a força do futebol coletivo, especialmente para a participação do Diego Ferreira, Anderson e Geovane, que em tese seriam reservas, mas conquistaram a titularidade, e Rodolfo pelo gol marcado. 

Internacional:
Marcelo Lomba; 
Heitor (Nonato), Zé Gabriel, Victor Cuesta e Uendel; 
Marcos Guilherme, Edenílson, Rodrigo Lindoso (Yuri Alberto) e Patrick (Peglow (D’Alessandro)); 
Thiago Galhardo e Abel Hernadéz
Técnico: Abel Braga

América na formatação básica 4-3-3
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho e Geovane (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão, Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca



terça-feira, 10 de novembro de 2020

Pré-jogo Internacional-RS x América-MG Copa do Brasil

O modelo de jogo bastante organizado do time americano, nas organizações e transições defensivas e ofensivas, deverá ser repetido. 

Mas em algumas posições, a escalação entre titulares e substitutos durante a partida vai depender mais dos critérios físicos do que técnicos. 

Messias sentiu o esforço no jogo contra a Ponte Preta.

Se Messias precisar ser substituído, Joseph vai ter de se desdobrar no combate individual, pelo alto e pelo chão, e na cobertura do Diego Ferreira. 

O desgaste físico provocou queda de rendimento dos titulares Alê, Felipe Azevedo e Rodolfo, que estão sem condições físicas ideais para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Alê é mais experiente e qualificado que Geovane.

Geovane, atleta sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, tem potencial. 

Ambos precisam ser mais ofensivos, finalizadores e decisivos, mas são participativos no combate e possuem qualidade nos cruzamentos, e nos passes curtos e longos. 

Talvez seja mais interessante optar pelo escalação inicial do Vitão, centroavante definidor com presença de área, e Rodolfo entrar no segundo tempo. 

Toscano pode ser opção de centroavante ou meia-atacante pelo centro ou pelo lado.

Outra possibilidade seria a utilização do Alê ou Toscano, de meia-atacante centralizado, com o deslocamento do Geovane para o lugar do Felipe Azevedo.

Felipe Azevedo necessita ser mais participativo na recomposição defensiva, aumentar o número de finalizações e ser eficiente nas conclusões. 

Leo Passos, que na função de centroavante, carece ser mais finalizador do que marcador, é mais produtivo pelo lado, porque tem resistência física para defender e atacar. 

Berola, Calyson, Felipe Augusto são opções para os lados.

Daniel Borges e Sávio são alternativas de dobras pelos extremos e para as laterais. 

Possível time e mudanças na formatação básica 4-3-3:

Maurício Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias (Joseph), Anderson, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê (Geovane);
Ademir, Rodolfo ou Toscano ou Vitão, Felipe Azevedo (Geovane, Toscano)

Internacional x América
quarta-feira, 21h30, Beira Rio
Vamos vencer, Coelhão

domingo, 8 de novembro de 2020

América-MG 1 x 1 Ponte Preta-SP

Baixa intensidade devido ao desgaste provocado pelos jogos seguidos, gol anulado do Felipe Azevedo e falha no reposicionamento defensivo, um minuto depois da saída do Messias, prejudicaram o desempenho dos comandados do Lisca e facilitaram o empate do adversário. 

O ponto de equilíbrio entre revezar e utilizar mais vezes os considerados titulares precisa ser encontrado, a fim de evitar queda de rendimento na sequência das competições. 

Disputar duas competições simultâneas de alto rendimento num intervalo curto entre os jogos gerou e vai gerar esgotamento físico. 

Ainda assim, de acordo com o SofaScore, o time americano finalizou 3 vezes no gol e 7 pra fora, e o pontepretano duas no gol e 4 pra fora. 

No gol sofrido, ficou a impressão de que Matheus Cavichioli poderia ter tomado outra decisão, em vez de esperar a definição da jogada. 

Diego Ferreira e João Paulo foram mais participativos na tarefa defensiva.

Messias e Anderson mantiveram a consistência na defesa.

Até Ademir e Juninho, que são bastante dinâmicos e participativos, foram menos intensos e produtivos. 

Felipe Azevedo e Rodolfo apareceram efetivamente no ataque no lance do gol anulado do Felipe Azevedo. Ambos pareceram abaixo da forma física ideal para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Entre os substitutos, Alê e Toscano renderam menos do que podem render, mas quando entraram quem permaneceu estava mais cansado e faltaram opções mais bem preparadas fisicamente e tecnicamente. 

Entre os sub-23, em processo de aprimoramento e oscilação, Leo Passos, na posição de centroavante,  repetiu a ineficiência ofensiva, e Geovane foi participativo na marcação, na troca de passes e eficiente na finalização de cabeça. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Vitão entre os titulares ou durante a partida.

Alê e Toscano deveriam ter revezado os tempos. 

Um deles poderia ter começado no lugar do Felipe Azevedo, com deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Calysno novamente foi relacionado pra não jogar. 

Lohan precisa jogar para ganhar ritmo de jogo. 

Destaque pra Ademir, pela assistência no gol, Zé Ricardo, pela participação, e Geovane, pela precisão no passe e pelo gol marcado. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias (Joseph), Anderson, João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alê);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos); Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca.
 
Ponte Preta:
Ygor Vinhas;
Apodi, Luizão (Wellington Carvalho), Ruan Renato e Guilherme Lazaroni;
Barreto (Camilo), Dawhan, Luis Oyama (Guilherme Pato) e João Paulo (Vinícius Zanocelo); Bruno Rodrigues e Tiago Orobó. 
Técnico: Marcelo Oliveira.

Gol: Geovane


sábado, 7 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Ponte Preta-SP

As possibilidades de desempenho no segundo turno da Série B e nas quartas de final da Copa do Brasil serão proporcionais ao número de jogadores da equipe americana bem preparados fisicamente, tecnicamente e com ritmo de jogo. 

Próximo do ideal seria uma base de no mínimo 16 atletas com capacidade de disputar a titularidade, a fim de serem utilizados na maioria dos jogos. 

A repetição do time que iniciou o confronto contra o Corinthians deverá depender do melhor condicionamento físico para jogar em alta intensidade. 

Talvez João Paulo seja um dos mais desgastados. 

Sávio seria opção de substituição. 

A utilização do Alê e/ou Rodolfo entre os titulares dependerá da resistência física de ambos.

Alê entraria no lugar do Geovane.

Uma mudança funcional e posicional seria Alê ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com deslocamento do Geovane para o lado esquerdo.

Embora seja sub-23 em estágio de aprimoramento e oscilação, Geovane é canhoto, tem capacidade física para executar a dupla função-defensiva, poder de finalização, qualidade no cruzamento e no passe. 

Felipe Azevedo reduziu o poder de finalização, está sem velocidade e resistência física para defender e atacar pelo lado. Talvez avançado pelo centro seja mais produtivo e eficiente nas finalizações

Rodolfo poderia substituir Vitão.

Vitão ainda é sub-20 com bastante potencial de evolução, presença de área e definidor. 

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar e mais rápido será o desenvolvimento. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

As alternativas de centroavante seriam Leo Passos e Lohan.

Mas Leo Passos, outro sub-23 no mesmo processo de evolução e oscilação, é mais produtivo pelo lado nas transições defensivas e ofensivas. Na posição de centroavante, carece ser mais finalizador do que marcador. 

Berola, Calyson, Felipe Augusto, Lucas Luan e Sávio, na dobra, são alternativas para meia-atacante pelo lado esquerdo.

Possível time e mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Alê (Geovane, Toscano);
Ademir, Vitão (Rodolfo, Leo Passos, Lohan), Felipe Azevedo (Berola, Calyson, Felipe Augusto, Geovane, Leo Passos, Sávio, Toscano)

América x Ponte Preta
sábado, 18h30, Arena do América!
Vamos vencer, Coelhão!



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

América-MG 1 x 1 Corinthians-SP Copa do Brasil

No empate com sabor de vitória, prevaleceu a força do futebol coletivo, consistente e eficiente dos comandados do Lisca.

Ainda assim, no primeiro tempo, o time americano desperdiçou oportunidades de gols. 

Ademir, Geovane, Juninho e Vitão foram os mais participativos nas jogadas ofensivas. 

Destaque para a participação especial do Vitão, sem ritmo de jogo, mas escalado entre os titulares

Vitão, sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, voltou a demonstrar personalidade, potencial de aproveitamento e desenvolvimento.

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Geovane, sub-23, foi bastante participativo na transição defensiva e ofensiva, e acertou uma finalização, quando recebeu assistência de Vitão. 

O time corinthiano praticamente só incomodou numa bola rebatida.

No segundo tempo, o adversário, antes de fazer o primeiro gol, teve duas chances defendidas pelo Matheus Cavichioli.

Apesar do pênalti cometido, Anderson teve participação importante na manutenção da consistência defensiva. 

Diego Ferreira e João Paulo guardaram mais a posição e também foram participativos na tarefa ofensiva. 

Zé Ricardo e Juninho tomaram conta do meio-de-campo. 

Sob o comando do Lisca, Juninho está mais bem posicionado, mais participativo e produtivo com a bola. 

A entrada do Alê foi fundamental para aumentar o poder ofensivo pelo lado esquerdo. 

Alê iniciou jogadas de contra-ataque e fez o lançamento no lance do pênalti marcado. 

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Alê no lugar do Felipe Azevedo e o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo ou Toscano ter entrado antes. 

Felipe Azevedo pareceu mal preparado fisicamente, sem velocidade e sem arrancada. 

Ademir continuou a partir pra cima avacoelhando geral, teve duas grandes chances de gols, fez um gol em impedimento e participou do lance da penalidade marcada. 

Destaque para o modelo de jogo definido pelo Lisca e absorvido pelos jogadores, Matheus Cavichioli, Zé Ricardo, Juninho, Ademir e especialmente Messias, o dono da grande área.

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir (Daniel Borges), Vitão (Rodolfo), Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca

Corinthians:
Cássio; 
Fagner, Marllon, Gil e Lucas Piton; 
Xavier (Gabriel), Ramiro (Luan) e Ederson (Cantillo); 
Mateus Vital, Cazares (Everaldo) e Davó (Léo Natel)
Técnico: Vagner Mancini

Gol: Rodolfo


terça-feira, 3 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Corinthians-SP Copa do Brasil

Uma das vantagens competitivas do América é o modelo de jogo do definido pelo Lisca e absorvido pelos jogadores.

O time americano é bastante organizado na defesa, nas transições defensivas e ofensivas, e no ataque. 

Carece melhorar a eficiência na bola parada ofensiva, mas é consistente na defensiva.

Na Série B, empatou, perdeu e venceu jogos com postura ofensiva, buscando o controle do adversário, criando e finalizando mais.

Mas quando atacou mais do que defendeu, até nas vitórias, a eficácia nas conclusões foi baixa em relação ao alto número de finalizações feitas. 

Houve jogos do Brasileirão e no de ida contra o Corinthians pela Copa do Brasil, que prevaleceu a compactação no campo defensivo,  busca pelo contra-ataque e a supereficiência ofensiva, em que aproveitou as poucas chances de gols criadas. 

Mesmo assim, a jogada do gol do Toscano na vitória sobre o Corinthians por 1 a 0 começou com a interceptação do Juninho no campo de ataque e a participação do Berola, no terço final, partindo pra cima da defesa adversária.

A fim de minimizar a dependência da sorte, os comandados do Lisca deverão, de acordo com as circunstâncias do jogo, buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar, e preferencialmente aproveitar as oportunidades criadas. 

Para tentar reduzir a intensidade do adversário e conquistar a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil, talvez seja mais interessante escalar jogadores mais qualificados do que intensos. 

Na lateral-direita, Diego Ferreira é mais intenso, mas Daniel Borges é mais qualificado na troca de passes e nos lançamentos. 

Messias e Anderson deverão manter a consistência defensiva pelo alto e pelo chão.

João Paulo deverá guardar a posição e avançar menos, mas tem qualidade no passe e nos cruzamentos. 

Quem jogar pelo lado esquerdo ofensivo vai precisar ser mais participativo na recomposição defensiva. 

Zé Ricardo e Alê poderão ser fundamentais na distribuição das jogadas, na marcação e nas finalizações.

Alê será mais produtivo ofensivamente se jogar mais avançado pelo centro, pisar mais na área e finalizar. 

Juninho é opção de infiltração em alta velocidade para fazer assistência ou chutar em gol. 

Ademir deverá partir pra cima avacoelhando geral a defesa adversária. 

Felipe Azevedo, que carece aumentar a eficiência nas finalizações, Rodolfo e Toscano são mais qualificados, finalizadores e decisivos na função de centroavante do que Leo Passos, que é bastante participativo na marcação, mas precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Leo Passos poderia ser utilizado pelo lado, no lugar do Felipe Azevedo, porque tem mais resistência física e velocidade para fazer a recomposição defensiva, colaborar com João Paulo na marcação,  e na transição ofensiva ainda assim buscar fazer assistências e finalizar. 

Ademir, Rodolfo e Toscano também poderão jogar juntos.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão na bola parada e rolando. 

Berola deve ser opção de velocidade ofensiva pro segundo tempo.

Ainda as possibilidades de dobras pelos lados, com Diego e Daniel na direita, João Paulo e Sávio, na esquerda. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir,  Rodolfo (Felipe Azevedo, Leo Passos, Toscano), Leo Passos (Felipe Azevedo, Berola, Toscano)

América x Corinthians
quarta-feira, 21h30, Arena do América.
Vamos vencer, Coelhão!

domingo, 1 de novembro de 2020

Avaí-SC 1 x 0 América-MG

Apesar da escalação dos jogadores com necessidade de recuperar o ritmo de jogo e da preservação de titulares, devido ao desgaste físico provocado pelos jogos seguidos, ainda assim, o time americano manteve a organização, buscou o controle do adversário, teve proposta ofensiva, mas desperdiçou grande oportunidade de conquistar mais três pontos, num campeonato de regularidade e resistência. 

Erro na tomada de decisão e execução do Matheus Cavichioli no gol sofrido, chance perdida pelo Rodolfo e baixa produtividade ofensiva do Alê, Guilherme e principalmente Felipe Augusto prejudicaram o desempenho dos comandados do Lisca e facilitaram a derrota americana. 

Talvez tivesse sido mais interessante a utilização do Toscano, na função de meia-atacante pelo corredor direito, com Alê, pelo esquerdo e Guilherme de opção para o lugar do Toscano no segundo tempo. 

Alê é mais produtivo ofensivamente pelo lado esquerdo e principalmente avançado pelo centro, próximo ou dentro da grande área. 

Berola ou Leo Passos, Rodolfo e Felipe Augusto ou Rodolfo, Lohan ou Vitão, se tivesse sido relacionado, e Felipe Augusto poderiam ter formado o trio ofensivo titular. 

Mas sem Ademir, atualmente o principal jogador do ataque, mesmo se Leo Passos e Felipe Azevedo tivessem jogado, o poder ofensivo seria menor. 

Felipe Augusto, Guilherme e Rodolfo, aparentemente, ainda estão sem o condicionamento físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Alê, Daniel Borges, Joseph e Sávio foram os principais passadores na bola cura e longa. 

Destaque para a participação do Toscano no primeiro tempo. 

Para o segundo turno da Série B, pelo menos um meia-atacante de lado, bem preparado fisicamente e com poder de finalização e decisão deveria ser contratado. 

Calyson parou de ser relacionado. 

Lohan e/ou Vitão poderiam ser mais utilizados na função de centroavante definidor. 

Avaí:
Lucas Frigeri; 
Felipe, Betão, Alan Costa e João Lucas (Vinícius Jaú); 
Leandrinho (Ralf), Jean Martim e Pedro Castro; 
Rômulo, Ronaldo (Zé Marcos) e Getúlio (Jonathan)
Técnico: Geninho

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Joseph, Arthur e Sávio; 
Flávio (Juninho), Alê e Guilherme (Berola);
Felipe Augusto (Ademir), Rodolfo (Leo Passos), Toscano (Lohan)
Técnico: Lisca