segunda-feira, 14 de outubro de 2024

Avaí 2 x 2 América

Apesar de o Avaí ter atacado mais, buscado o controle do jogo, e explorado a fragilidade do setor defensivo americano pelos lados, e da saída forçada do Alê, Elizari e Fabinho, os comandados do Lisca criaram e desperdiçaram três grandes chances de gols, com Brenner, Davó e Juninho, Davó ainda finalizou na trave, fez um gol validado pelo bandeira e invalidado por um VAR bastante duvidoso, e sofreu um pênalti não marcado. 

Mas na engenharia de obra pronta do pós-jogo, novamente ficou a impressão de que se o América tivesse sido mais equilibrado entre o defender e atacar, ou até mais ofensivo do que defensivo, poderia ter vencido o jogo sem sofrimento. 

O grande desafio dos Analistas de Desempenho, da Comissão Técnica, de do Lisca, novamente será encontrar a melhor estratégia e formação para vencer o Goiás, a fim de entrar no G4, de acordo com outros resultados favoráveis. 

Rodriguinho está suspenso.

Alê, Elizari e Fabinho são dúvidas. 

A possível ausência do Alê e a suspensão do Rodriguinho são bastante preocupantes, porque Alê é o mais participativo e produtivo nas quatro fases do jogo, na bola alta defensiva e ofensiva, e Rodriguinho o mais eficiente na construção ofensiva, por meio de assistências, finalizações e gols feitos.

Felipe Amaral, que carece ser mais dinâmico, e Wallinsson, sem necessidade de avançar tanto, são opções para substituir Alê. 

Outra opção seria o Éder, que na base do Coelhão jogou no meio-campo, ser deslocado para a posição de primeiro volante ou até um terceiro zagueiro, com a transformação do Mateus Henrique e Marlon em alas. 

Se Elizari for vetado, Daniel Junior deveria ser opção pro segundo tempo e Moisés para começar jogando. 

Para o lugar do Rodriguinho, Jacaré e Vinícius são as opções mais conservadoras. 

Davó poderia ser o centroavante, porque tem mais dinamismo, intensidade e velocidade que Brenner, ou ser alternativa de atacante de lado para formar um trio ofensivo com Adyson e Brenner ou preferencialmente Renato. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Paulinho poderá fazer dobra com Marlon mais avançado pelo lado esquerdo.

Kau seria alternativa de primeiro volante, com qualidade na marcação e nos lançamentos. 

David de meia centralizado ou meia-atacante de lado no lugar do Rodriguinho. 

Ainda, Samuel, deslocado de meia-atacante pelo lado esquerdo, Yago Souza e Thauan, que precisa ser mais finalizador, a fim de aumentar o poder de decisão. 

Independentemente dos desfalques, da estratégia e da formação, a atitude e mentalidade vencedora serão fundamentais para o Coelhão conquistar a vitória. 

Avaí:
César;
Mário Sergio, Vilar, Tiago Pagnussat, Marcos Vinícius; 
Andrey (Pedrinho), Rodrigo Santos (Pedro Castro), Zé Ricardo, Giovanni Piccolomo (João Paulo); William Pottker (Gaspar) e Hygor (Vágner Love). 
Técnico: Enderson

América:
Elias; 
Daniel Borges, Ricardo Silva, Lucão, Marlon Lopes,
Alê (Wallinsson), Juninho, Elizari (Moisés);
Fabinho (Jacaré, Renato) e Brenner (Davó). 
Técnico: Lisca

terça-feira, 8 de outubro de 2024

América 2 x 1 Coritiba

Apesar do baixo desempenho no primeiro tempo, possivelmente provocado pelo descontrole mental depois do gol sofrido, a atitude vencedora, a capacidade de superar desafios e o incentivo da arquibancada verde e preta, com maior presença da torcida, devido a amostra grátis do sócio Bala, foram fundamentais para os comandados do Lisca conquistarem a vitória no segundo tempo.

Lucão e Ricardo Silva aumentaram a consistência defensiva, Alê manteve a competitividade nos dois tempos, Elizari e Marlon foram mais ofensivos na segunda etapa, Fabinho, Juninho e Moisés foram participativos, Rodriguinho se destacou pelo golaço de falta, e Davó, na função de centroavante com presença de área, fez um gol decisivo. 

O próximo desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Lisca será encontrar a melhor estratégia e formação para vencer o Avaí fora de casa.

Embora a melhor estratégia seja associada a que dê resultado, poderá ser mais eficiente buscar o controle do jogo, com postura ofensiva, mas sem se descuidar da marcação, e sangue nos jogos, porque é mais um jogo de decisão na reta final do campeonato. 

Ricardo Silva e Lucão deveriam formar a a dupla de zaga, porque no momento são  melhores zagueiros da equipe, e Davó poderia ser o centroavante titular, preferencialmente com mais presença de área, titular, porque é mais dinâmico, intenso e veloz que Brenner.

Possivelmente Daniel Borges e Fabinho sejam os substitutos do Mateus Henrique, suspenso, e Adyson, convocado para a Seleção Brasileira Sub-20. 

Éder poderia ser opção entre os substitutos para a posição de primeiro volante, sem a necessidade de avançar. 

Daniel Júnior e Jacaré deverão ser relacionados.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os campeões mineiros do Sub-20 deverão ser promovidos para o time principal ainda nesta temporada, e serem utilizados de acordo com a necessidade. 

Carlão, Samuel Alves, Samuel Bastos, Rafael Bastos, Paulinho, Kauã Diniz, Thauan,  e especialmente David, sub-17, a fim de ser opção para o lugar do Benítez. 

América:
Elias; 
Mateus Henrique, Ricardo Silva, Éder (Lucão), Marlon (Nicolas);
Alê, Juninho, Eliziari (Moisés); 
Adyson (Fabinho), Brenner (Davó), Rodriguinho. 
Técnico: Lisca

Coritiba:
Pedro Morisco; 
Natanael (Johnny), Maurício (Thalisson), Benevenuto e Bruno Melo;
Zé Gabriel, Vini Paulista (Culebra), José (Figueiredo) e Matheus Frizzo; 
Robson (Geovane Meurer) e Júnior Brumado. 
Técnico: Jorginho.

Gols: Rodriguinho e Davó 

terça-feira, 1 de outubro de 2024

CRB 2 x 1 América

Poderia ter sido mais eficiente a manutenção do Mateus Henrique, Rodriguinho compor o meio-campo com Felipe Amaral ou Wallinsson, e Juninho, e principalmente a utilização de um trio de atacantes formado pelo Adyson, Brenner e Fabinho, a fim de aumentar o poder ofensivo, porque apesar da ausência do Alê e Elizari, da falha do Elias, e das chances de gols do Brenner, Felipe Amaral e Rodriguinho, mesmo assim, Elias ainda fez uma defesa salvadora, o CRB finalizou 16 vezes,  enquanto o América só fez 5 finalizações e sofreu sufoco de um adversário pouco qualificado. 

Faltou mentalidade vencedora, postura ofensiva, poder de finalização e decisão, e até sangue nos olhos, a fim de conquistar a vitória fora de casa.

O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e do Lisca será encontrar a melhor estratégia, de acordo com o adversário e das circunstâncias do jogo, e formação. 

Contra adversários mais qualificados, buscar o equilíbrio entre o defender e atacar, sem a necessidade de ser mais defensivo do que o necessário. 

Quando enfrentar adversários menos qualificados, buscar ser mais ofensivo do que defensivo, mas sem perder a consistência defensiva. 

Para vencer o Coritiba, talvez o meio-campo com Alê, o jogador americano mais efetivo nas quatro fases do jogo, na bola parada defensiva e ofensiva, Juninho e Rodriguinho seja a melhor opção. 

A entrada do Daniel Borges na lateral direita deveria ser feita só com o deslocamento do Mateus Henrique para o meio-campo. 

Outras opções para formar o meio-campo com Alê e Juninho são Éder, Felipe Amaral e Moisés.

Mas Felipe Amaral carece ser mais dinâmico, intenso e veloz, a fim de aumentar a produtividade. 

Daniel Júnior e Wallinsson vão depender da liberação do DM. 

Se Rodriguinho for o substituto do Elizari, o ataque deveria ser formado pelo Adyson, Brenner ou Renato, preferencialmente mais dentro da área, e Fabinho. 

Caso Rodriguinho continue deslocado pelo lado esquerdo, talvez seja melhor utilizar dois atacantes de velocidade ou até Adyson, Renato e Rodriguinho, que estão acostumados a jogaram juntos. 

Devido as opções reduzidas no ataque, Jacaré deveria voltar a ser relacionado porque pelo menos aparece pro jogo. 

Davó também poderia ser testado na posição de segundo atacante ou atacante de lado. 

Ainda Jonathas, para ser o centroavante com presença de área, e Vinícius. 

Vamos vencer, Coelhão! 

CRB:
Matheus Albino;
Hereda, Luis Segovia, Wanderson (Gustavo Henrique) e Ryan (Matheus Ribeiro);
Falcão, João Pedro (Romulo), Gegê (Chay); 
Mike (Facundo Labandeira), Léo Pereira e Anselmo Ramon. 
Técnico: Hélio dos Anjos.

América:
Elias; 
Daniel Borges, Ricardo Silva, Lucão, Marlon; 
Felipe Amaral (Vinícius), Wallisson (Moisés), Juninho (Thauan Willians),
Fabinho (Adyson), Brenner (Jonathas), Rodriguinho.
Técnico: Lisca.

Gol: Rodriguinho

quinta-feira, 26 de setembro de 2024

Ponte Preta 0 x 2 América

O Coelhão sofreu, mas venceu fora de casa, porque o futebol objetivo, reativo e de resultado foi mais eficiente e  eficaz que o melhor desempenho do adversário, com mais chances criadas, finalizações e posse de bola. 

Apesar de ter faltado ser um pouco mais ofensivo, o pênalti defendido pelo Elias, o gol salvo pelo Marlon, a consistência do Lucão na bola alta defensiva, a competitividade do Alê, Juninho, Moisés e Rodriguinho, a eficiência do Elisari e Mateus Henrique nas assistências, e a eficácia do Adyson e Jonathas nos gols feitos fizeram a diferença na vitória americana. 

O desafio dos Analistas de Desempenho, da Comissão Técnica, e do Lisca será escolher a melhor estratégia e formação, de acordo com o adversário, para vencer o CRB fora de casa.

Talvez seja mais produtivo e eficiente buscar o equilíbrio entre o defender e atacar, ou até buscar o controle do jogo, com mais trocas de passes no campo ofensivo, mais poder de finalização e preferencialmente de decisão. 

A opção mais simplista de substituição do Alê, o jogador americano mais eficiente, participativo e produtivo nas quatro fases do jogo, na bola parada defensiva e ofensiva, será a entrada do Felipe Amaral entre os titulares. 

Se Elizari for vetado, Moisés e Wallinsson deverão ser as primeiras opções. 

Mas com o retorno do Ricardo Silva para formar dupla de zaga com Lucão, Éder poderá ser alternativa para a função de primeiro volante

Ainda a possiblidade do Mateus Henrique e Rodriguinho retornarem ao meio-campo, com a escalação do Adyson, Brenner ou Davó ou Jonathas ou Renato, e Davó ou Fabinho ou Vinícius no ataque.

Talvez Daniel Júnior também seja opção para o meio-campo. 

Ponte Preta:
Pedro Rocha, Luiz Felipe (João Gabriel), Mateus Silva (Joilson), Sérgio Raphael e Heitor Roca (Gabriel Risso); 
Emerson Santos, Emerson, Ramon Carvalho (Everton), Elvis e Dodô; 
Gabriel Novaes. 
Técnico: Nelsinho Baptista.

América:
Elias; 
Mateus Henrique, Éder, Lucão, Marlon; 
Alê (Wallisson), Juninho, Elizari (Moisés);
Adyson (Fabinho), Brenner (Jonathas), Rodriguinho (Felipe Amaral)
Técnico: Lisca.

Gols: Adyson e Jonathas

sexta-feira, 20 de setembro de 2024

América 2 x 0 Paysandu

Consistência defensiva, estratégia de jogo mais reativa do que propositiva, competitividade dos comandados do Lisca, e eficácia ofensiva prevaleceram na vitória do Coelhão avacoelhando no Brasileirão, a fim de conquistar o acesso para a primeira divisão. 

Faltou Elizari ser mais finalizador, e Jonathas mais decisivo nas finalizações, mas Lucão e Ricardo Silva aumentaram a solidez da defesa pelo chão e principalmente pelo alto, Alê, Mateus Henrique e Marlon defenderam e atacaram, Juninho participou com eficiência das jogadas dos dois gols, e poderia ter feito o terceiro gol, Adyson executou a dupla função de articulador pelo lado e de atacante de velocidade, Brenner e Rodriguinho foram eficazes nos gols marcados.  

Mesmo assim, o rendimento do Brenner poderia ter sido maior se ele tivesse jogado com mais presença de área, a fim de aumentar o poder de finalização, e com mais imposição física nas disputas das jogadas, em vez de tentar cavar faltas, ainda mais longe da intermediária do adversário e fora da área. 

O próximo desafio dos Analistas de Desempenho, da Comissão Técnica e do Lisca será encontrar a estratégia e formação ideais para vencer a Ponte Preta na casa do adversário. 

Éder e Lucão poderão formar a dupla de zaga, mas Éder precisa melhorar a impulsão e o posicionamento na bola alta defensiva. 

Júlio deverá ser opção. 

A certeza da dúvida poderá ser fazer mudanças opcionais no meio-campo, a fim de tentar aumentar a força ofensiva, sem perder o poder de marcação. 

Talvez seja eficiente a escalação do Daniel Borges na lateral direita, com Mateus Henrique, de primeiro volante, Alê, mais avançado, e Juninho, ou retornar Rodriguinho, para o lugar do Elizari, porque Rodriguinho é mais participativo na fase defensiva e ofensiva. 

É bom destacar que Rodriguinho poderia ter jogado mais vezes nesta temporada se tivesse antecipado a renovação do contrato. 

Davó, que parece mais atacante e lado do que centroavante, e Fabinho seriam opções para o lado esquerdo do ataque, com Adyson, pelo direito.

Brenner e Renato disputariam a posição de centroavante 

Moisés, de primeiro volante, Wallinsson, e Daniel Júnior poderão formar um trio de substitutos bastante qualificado para entrar no segundo tempo. 

América:
Elias;
Mateus Henrique, Ricardo Silva, Lucão, Marlon; 
Alê, Juninho, Elizari (Moisés);
Adyson (Fabinho), Brenner (Jonathas), Rodriguinho
Técnico: William Batista.

Paysandu
Diogo Silva;
Edílson, Quintana, Lucas Maia (Wanderson), Kevyn;
João Vieira, Val Soares (Netinho), Robinho (Paulinho Bóia), Esli García (Joel); Borasi, Nicolas (Jean Dias).
Técnico: Márcio Fernandes.

Gols: Brenner e Rodriguinho

segunda-feira, 16 de setembro de 2024

Santos 2 x 1 América

A escolha intencional da CBF de um árbitro inexperiente para o importantíssimo jogo contra o Santos na casa do adversário foi desastrosa, porque o juiz interferiu diretamente no resultado, pipocou e prejudicou o desempenho do Coelhão, ao validar um gol em impedimento e deixar de apitar um pênalti no último minuto. 

Embora na estratégia reativa de explorar contra-ataques, a consistência defensiva e principalmente a eficácia ofensiva sejam mais importantes que a posse de bola, e apesar de ter faltado mais acertos dos atacantes nas jogadas ofensivas, poder de decisão para Davó, e de finalização para Adyson, Elizari e Rodriguinho, os comandados do Lisca foram bastante competitivos, determinados, e sem a interferência do juiz poderiam ter empatado, até com possiblidade de ter vencido.  

Vale destacar a atuação do Daniel Borges, que praticamente anulou Guilherme, o principal jogador do Santos nesta série B, a segurança defensiva do Ricardo Silva, do Lucão, que aumentou a efetividade nas bolas pelo alto, e do Marllon, a competitividade do Alê, Elisari, Juninho, Rodriguinho, e Moisés, que poderia ter provocado a reação americana, e agressividade do Adyson. 

Aliás, Adyson deveria ser treinado a jogar mais centralizado, na função de articulador, porque tem poder de assistência, criação e finalização. 

Poderia ter sido mais interessante a entrada do Jacaré, em vez do Fabinho, porque Jacaré aparece mais pro jogo. 

O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Lisca será encontrar a melhor estratégia, que poderá ser mais ofensiva, e formação para vencer o Paysandu. 

Talvez a escalação de três atacantes mais ofensivos e bem preparados fisicamente.

Adyson, Renato e Davó formarem um trio ofensivo, com possibilidade do Brenner, Fabinho, Jacaré e Jonathas

No meio-campo, Alê, Juninho, e o mais finalizador entre Elizari e Rodriguinho. 

O ideal seria o retorno do Daniel Júnior e Wallinsson entre as opções pra o meio-campo, mas Moisés demonstrou que poderá ser utilizado por mais tempo durante o jogo. 

Santos:
Gabriel Brazão; 
JP Chermont (Hayner), Jair, Gil e Escobar (Luan Peres); 
João Schmidt, Diego Pituca e Giuliano (Willian); 
Otero (Laquintana), Guilherme e Wendel Silva (Julio Furch). 
Técnico: Fábio Carille.

América:
Dalberson; 
Daniel Borges (Mateus Henrique), Ricardo Silva, Lucão e Marlon; 
Alê, Juninho (Moisés), Elisari, Rodriguinho (Vinicius);
Adyson (Fabinho) e Davó (Renato). 
Técnico: Lisca.

Gol: Moisés 


quarta-feira, 11 de setembro de 2024

América 3 x 0 Guarani

Cauan foi contratado com o objetivo de manter o legado agressivo, competitivo e ousado implementado pelo Mancini. 

Dentro e fora de casa, a estratégia utilizada foi a de buscar o controle do jogo, ser mais ofensivo do que defensivo, com mais posse, finalizações e preferencialmente mais gols feitos do que o adversário, mas erros na saída de bola e principalmente a ineficiência dos atacantes prejudicaram o desempenho.

Na vitória por goleada sobre o Guarani, os comandados do Lisca tiveram menos posse de bola, uma distribuição tática menos ofensiva, fizeram dois gols no primeiro tempo, retrancaram no segundo tempo, marcaram o terceiro gol, e a estratégia mais equilibrada entre o defender e atacar de acordo com as circunstâncias do jogo foi altamente eficaz para conquistar mais três pontos. 

Alê, Daniel Borges e Marlon foram menos participativos na tarefa ofensiva, porque guardaram um posicionamento mais defensivo e menos dinâmico. 

Ainda assim, Daniel Borges fez assistência pro Davó, no primeiro gol, Marlon defendeu mais do que atacou, Alê, Elizari e Juninho formaram um meio-campo bastante competitivo, participativo e funcional,  Adyson, Davó e Renato, com a contribuição do Rodriguinho, foram super eficientes na fase ofensiva. 

Rodriguinho, que poderia ter sido mais bem aproveitado se tivesse antecipado a renovação do contrato, foi bastante dinâmico, eficaz no gol marcado e eficiente na assistência pro Renato. 

Embora o acaso tenha favorecido no primeiro gol, vale destacar a jogada do segundo gol, iniciada na intermediária defensiva pelo Davó, que fez o lançamento pro Adyson acertar o cruzamento pro Rodriguinho. 

Adyson também se destacou pela finalização de fora da área, pelos lançamentos para as ultrapassagens do Juninho, e assistência pro Rodriguinho fazer o segundo gol. Poderia ter sido mais efetivo se tivesse jogado mais avançado, partindo pra cima avacoelhando a defesa adversária. 

O gol típico de centroavante com presença de área feito pelo Renato poderá representar um descarrego, aumento da produtividade ofensiva e de gols marcados nos próximos jogos. 

Foi o oitavo gol do Renato, 4 pelo Mineiro e 4 pela Série B, nesta temporada. 

Se Renato marcar pelo menos 10 gols neste ano, a temporada poderá ser considerada satisfatória em termos de artilharia, porque é a primeira entre os titulares do time principal. 

O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica, e Lisca será encontrar a melhor estratégia, o melhor esquema e a melhor escalação para vencer o Santos, na casa do adversário.

Na certeza da dúvida, talvez seja mais eficiente manter o time titular utilizado contra o Guarani, mas com mudança no posicionamento do meio-campo, com a utilização do 4-4-2. 

Lucão, pela consistência na bola alta defensiva, deveria formar a dupla de zaga com Ricardo Silva. 

Alê, mais recuado e centralizado, Juninho, pelo corredor direito, Rodriguinho, pelo esquerdo, e o mais bem preparado fisicamente para jogar mais tempo entre Daniel Júnior e Elizari, mais avançado pelo centro, formariam o losango no meio-campo.  
 
Talvez Éder, Flávio ou Felipe Amaral ou Mateus Henrique ou Moisés possa ser utilizado na posição de primeiro volante, com Alê jogando mais avançado. 

Adyson e Davó seriam os atacantes mais agudos, a fim de partir pra cima da defesa adversária,  porque são mais leves, habilidosos, e velozes do que os zagueiros santistas. 

Ainda Daniel Júnior, também na armação das jogadas lado, Renato, de finalizador dentro da área, e Jonathas, na opção da bola alta ofensiva. 

Devido a polêmica criada pela imprensa nacional no jogo do primeiro turno contra o Santos, quando Renato fez o o gol que deveria ter sido feito, poderá ser uma oportunidade para resgatar o Jacaré, porque pelo menos é um atacante sem medo de errar, com personalidade de aparecer pro jogo. 

América
Dalberson;
Daniel Borges, Ricardo Silva, Lucão e Marlon; 
Alê (Matheus Henrique);
Juninho, Elizari (Fabinho);
Adyson (Felipe Amaral), Davó (Renato), Rodriguinho (Moisés) 
Técnico: Lisca.

Guarani:
Vladimir; 
Guilherme Pacheco, Douglas Bacelar, Matheus Salustiano e Jefferson (Emerson); Matheus Bueno, Gabriel Bispo (Anderson Leite) e Luan Dias; 
Airton (Marlon), João Victor (Reinaldo) e Caio Dantas (Lohan). 
Técnico: Allan Aal.

Gols: Davó, Rodriguinho, Renato

quarta-feira, 4 de setembro de 2024

Mirassol 1 x 0 América

Embora o motivacional também seja importante, o grande desafio do Lisca, semelhante ao enfrentado pelo Cauan, será encontrar a melhor formação física, tática e técnica, principalmente na escalação de um trio ofensivo, com poder de criação, decisão e finalização, formado por dois atacantes de velocidade pelos lados e um centroavante artilheiro com presença de área. 

Apesar de ter parecido ser mais uma tentativa de justificar a contratação, a escalação do Vinícius, sem intensidade, resistência física e velocidade, para defender e atacar, prejudicou até o desempenho do Marlon. 

Mas também faltou Daniel Borges, Marlon e Nícolas acertarem mais cruzamentos, Felipe Amaral ter mais poder de marcação, Fabinho ser mais mais agudo, decisivo e finalizador, Davó jogar mais dentro da área, e Jonathas receber cruzamentos pelo alto. 

Mesmo assim, Elias,  Daniel Borges, Ricardo Silva, Alê, Juninho e Davó, entre os titulares, Adyson e Daniel Júnior, entre os substitutos, foram os mais participativos. 

Talvez tivesse sido mais interessante ter iniciado com Alê, Juninho e Elizari, no meio-campo, porque Felipe Amaral pouco produziu. 

Embora sejam posições diferentes, o rendimento do Felipe Amaral está abaixo do Moisés, o que força Alê ser opção para jogar mais recuado, com a entrada do Elizari ou Daniel Júnior ou Moisés.

Até Flávio deveria ter chances para jogar de primeiro volante. 

Mas Elizari é um Alê, sem participar da recomposição defensiva e do início da transição ofensiva, e um Juninho, sem fazer infiltrações na área adversária. 

No ataque, Adyson, Davó, de centroavante de área, e Fabinho mais avançado, seriam os titulares. 

Ainda assim, o rendimento do trio ofensivo poderia ser abaixo do esperado, porque Adyson, o melhor atacante do time, é sub-19 em fase de aprimoramento e oscilação, Davó, que parece mais jogador de lado do que centroavante artilheiro, está em processo de recuperação do ritmo de jogo, e Fabinho é bastante irregular. 

Na formação da equipe para disputar a temporada, faltaram substitutos mais qualificados para Matheusinho, Varanda e principalmente Mastriani. 

Mas para enfrentar e vencer o Guarani, talvez Brenner, Daniel Júnior e Jonathas estejam mais bem preparados fisicamente para jogar mais tempo. 

Poderá ser mais eficiente a escalação do Elizari entre os titulares e Daniel Júnior entre os substitutos, ou Daniel Júnior começar o jogo, ou ser opção para jogar pelo lado, mais dois atacantes de velocidade, no caso, Adyson e Davó.

O ataque com três jogadores seria formado pelo Adyson, Jonathas  e Davó. 

Fabinho, talvez Brenner ou Renato e Jacaré, opções de substituição, o que evidencia a limitação ofensiva da equipe. 

Outra possível mudança pelo entrosamento com Adyson poderia ser o retorno do Mateus Henrique na lateral direita, a fim de aumentar as possiblidades ofensivas pelo lado direito. 

Mateus Henrique se destacou sob o comando do William Batista pela versatilidade em executar bem diversas funções em posições diferentes, inclusive de primeiro volante, no meio-de-campo

O substituto do Éder deverá ser o que tiver mais capacidade para jogar pelo lado esquerdo da zaga entre Júlio ou Lucão, o que poderá aumentar a consistência defensiva pelo alto. 

Mirassol
Vanderlei; 
Lucas Ramon, João Victor, Luiz Otávio e Zeca (Gazal); 
Rodrigo Andrade (Neto Moura), Danielzinho, Gabriel (Isaque(Alex Silva)) e Iury Castilho; Fernandinho (Marquinhos) e Dellatorre. 
Técnico: Mozart Santos.

América:
Elias; 
Daniel Borges, Éder, Ricardo Silva e Marlon (Nicolas); 
Felipe Amaral (Adyson), Alê, Juninho; 
Fabinho (Daniel Jr.), Davó (Renato), Vinicius (Jonathas).
Técnico: Lisca.