O América Feminino conquistou o terceiro título em 2017.
Campeão da Copa BH, Copa Centenário e Bicampeão Mineiro.
Na vitória sobre o Frigoarnaldo, o time americano controlou o jogo, teve proposta ofensiva, criou, desperdiçou e aproveitou oportunidades.
No primeiro tempo, houve um gol anulado da Carol, quando foi marcado impedimento duvidoso, e uma grande defesa da Thay, numa finalização de pé esquerdo da Carol.
Na segunda etapa, as jogadoras americanas mantiveram a postura agressiva e poderiam ter aberto o marcador nos primeiros dez minutos.
Aos 16 minutos, Isadora aproveitou assistência da Carol e com tranquilidade e precisão chutou rasteiro no canto da goleira.
Daniela marcou um golaço de falta, aos 24 minutos e Duda ampliou aos 36.
Na saída de bola, Tatá aproveitou uma breve desconcentração das americanas e fez o de honra.
Dentro do processo de melhoria contínua para as próximas competições em 2018, apesar do domínio quase completo, das condições do gramado e da quase goleada, a transição deveria ter sido mais bem trabalhada, a fim da bola chegar ao ataque, por meio da troca de passes rasteiros.
A complicada tomada de decisão em segundos entre passar, driblar ou finalizar também carece ser mais eficiente.
O público presente poderia ter sido maior, porém, o horário do jogo, domingo de manhã, depois das comemorações do bicampeonato masculino no sábado a noite, contribuiu para o não comparecimento de torcedores americanos.
Parabéns para todos os envolvidos, inclusive os torcedores presentes, por mais uma conquista.
Aliás, o futebol feminino também merece o Troféu Guará. Compartilhem essa ideia.
América:
Camila;
Patrícia (Lilian), Fernanda, Mariana, Daniela;
Bruna Rebelde, Nathália (Fran), Aninha;
Thayane (Duda);
Isadora (Tábata), Carol
Técnico Victor Alberice
gols: Isadora, Daniela e Duda
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Marco Antônio
quarta-feira, 29 de novembro de 2017
terça-feira, 28 de novembro de 2017
América 1 x 0 CRB. Coelhão Bicampeão.
O título premiou o time mais consistente na Série B.
Foi a vitória do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Independentemente de mandante ou visitante, o time americano manteve a organização tática, buscou fazer a proposta de jogo, e equilibrou segurança defensiva e posse de bola ofensiva, na maioria das 38 decisões do Brasileirão.
Destaque e parabéns para todos os envolvidos nesta conquista.
O recorde de público na Arena do Coelhão também merece ser destacado.
Torcedores chamados de simpatizantes, sem as camisas dos respectivos clubes, mais os que ainda não definiram o time pelo qual vão torcer estiveram presentes e muitos desses provavelmente passarão a ser americanos.
Mas a grande maioria foi composta pela torcida americana.
Dentro ou fora do estádio, as cores brancas, verdes e pretas prevaleceram nas bandeiras, camisas e faixas.
Somos construtores da nossa própria história.
O América começou a gostar de ficar pouco tempo sem disputar a Série A e ganhar títulos em anos consecutivos.
As próximas metas de desempenho são brigar pelo título do Mineiro, e se preparar para ser vencedor na Copa do Brasil e primeira divisão.
Vamos vencer, Coelhô. Acredita, América!
América:
Fernando Leal;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes,
Felipe Amorim (Renan Oliveira), Ruy (Zé Ricardo), Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
CRB:
Edson Kölln;
Marcos Martins (Marion), Adalberto, Flávio Boaventura e Diego;
Olívio, Yuri, Rodrigo Souza (Tony) e Edson Ratinho;
Chico e Zé Carlos (Neto Baiano)
Técnico: Mazola Júnior
Gol: Rafael Lima
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Marco Antônio
Foi a vitória do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Independentemente de mandante ou visitante, o time americano manteve a organização tática, buscou fazer a proposta de jogo, e equilibrou segurança defensiva e posse de bola ofensiva, na maioria das 38 decisões do Brasileirão.
Destaque e parabéns para todos os envolvidos nesta conquista.
O recorde de público na Arena do Coelhão também merece ser destacado.
Torcedores chamados de simpatizantes, sem as camisas dos respectivos clubes, mais os que ainda não definiram o time pelo qual vão torcer estiveram presentes e muitos desses provavelmente passarão a ser americanos.
Mas a grande maioria foi composta pela torcida americana.
Dentro ou fora do estádio, as cores brancas, verdes e pretas prevaleceram nas bandeiras, camisas e faixas.
Somos construtores da nossa própria história.
O América começou a gostar de ficar pouco tempo sem disputar a Série A e ganhar títulos em anos consecutivos.
As próximas metas de desempenho são brigar pelo título do Mineiro, e se preparar para ser vencedor na Copa do Brasil e primeira divisão.
Vamos vencer, Coelhô. Acredita, América!
América:
Fernando Leal;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes,
Felipe Amorim (Renan Oliveira), Ruy (Zé Ricardo), Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
CRB:
Edson Kölln;
Marcos Martins (Marion), Adalberto, Flávio Boaventura e Diego;
Olívio, Yuri, Rodrigo Souza (Tony) e Edson Ratinho;
Chico e Zé Carlos (Neto Baiano)
Técnico: Mazola Júnior
Gol: Rafael Lima
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Marco Antônio
sexta-feira, 24 de novembro de 2017
Pré-jogo: América-MG x CRB
Está chegando a hora de gritar bicampeão!
Apesar do desgaste físico, o time americano tem total capacidade técnica para controlar o jogo, criar e aproveitar oportunidades, vencer o CRB e conquistar o título da competição.
A motivação de ser campeão brasileiro, de entrar para a história na galeria de títulos conquistados e ser valorizado profissionalmente poderão ser o diferencial competitivo dos jogadores americanos.
Se não for na técnica nem na raça, que o acaso prevaleça.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni deverão formar a primeira linha defensiva, na recomposição.
Messias e Rafael Lima formaram a melhor dupla de zagueiros da Série B.
Giovanni aumenta a altura da bola aérea na defesa e ataque. Poderá formar um trio defensivo-ofensivo com Ernandes e Luan, pelo lado esquerdo.
Novamente, o trio formado no início da transição vai depender da escolha do volante.
Zé Ricardo é mais participativo na troca de passes e libera Norberto para fazer ultrapassagens pela direta.
Ernandes aprimorou o índice de aproveitamento nos passes.
Juninho carece ser mais produtivo na saída de bola e nas jogadas ofensivas.
Caso o CRB jogue compactado, Ernandes e Zé Ricardo possuem potencial para aumentar a força ofensiva.
Na linha de três meais, Felipe Amorim, Ruy e Luan.
Felipe Amorim é o mais agudo. Precisa ser mais eficiente nas finalizações.
Ruy precisa exercer a dupla função de armador e finalizador.
O rendimento ofensivo do Luan caiu, mas é mais finalizador que Magrão.
Bill deveria jogar mais adiantado para ter mais oportunidades de finalização e decisão, nas assistências e cruzamentos.
De acordo com as circunstâncias da partida, David, para cadenciar, Edno, Magrão e Renan Oliveira, para atacar, são alternativas de reposição.
Se Renan Oliveira entrar, vai carecer aparecer para o jogo e chamar a responsabilidade de ser decisivo.
Enderson Moreira deverá manter o padrão de jogo definido, com organização tática, consistência defensiva, proposta ofensiva. Buscar fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Provável time:
Fernando Leal;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo (Juninho, David), Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Luan (Magrão);
Bill (Edno)
América x CRB. Jogo para entrar na história.
sábado, 17h30, Arena do Coelhão.
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
Apesar do desgaste físico, o time americano tem total capacidade técnica para controlar o jogo, criar e aproveitar oportunidades, vencer o CRB e conquistar o título da competição.
A motivação de ser campeão brasileiro, de entrar para a história na galeria de títulos conquistados e ser valorizado profissionalmente poderão ser o diferencial competitivo dos jogadores americanos.
Se não for na técnica nem na raça, que o acaso prevaleça.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni deverão formar a primeira linha defensiva, na recomposição.
Messias e Rafael Lima formaram a melhor dupla de zagueiros da Série B.
Giovanni aumenta a altura da bola aérea na defesa e ataque. Poderá formar um trio defensivo-ofensivo com Ernandes e Luan, pelo lado esquerdo.
Novamente, o trio formado no início da transição vai depender da escolha do volante.
Zé Ricardo é mais participativo na troca de passes e libera Norberto para fazer ultrapassagens pela direta.
Ernandes aprimorou o índice de aproveitamento nos passes.
Juninho carece ser mais produtivo na saída de bola e nas jogadas ofensivas.
Caso o CRB jogue compactado, Ernandes e Zé Ricardo possuem potencial para aumentar a força ofensiva.
Na linha de três meais, Felipe Amorim, Ruy e Luan.
Felipe Amorim é o mais agudo. Precisa ser mais eficiente nas finalizações.
Ruy precisa exercer a dupla função de armador e finalizador.
O rendimento ofensivo do Luan caiu, mas é mais finalizador que Magrão.
Bill deveria jogar mais adiantado para ter mais oportunidades de finalização e decisão, nas assistências e cruzamentos.
De acordo com as circunstâncias da partida, David, para cadenciar, Edno, Magrão e Renan Oliveira, para atacar, são alternativas de reposição.
Se Renan Oliveira entrar, vai carecer aparecer para o jogo e chamar a responsabilidade de ser decisivo.
Enderson Moreira deverá manter o padrão de jogo definido, com organização tática, consistência defensiva, proposta ofensiva. Buscar fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Provável time:
Fernando Leal;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo (Juninho, David), Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Luan (Magrão);
Bill (Edno)
América x CRB. Jogo para entrar na história.
sábado, 17h30, Arena do Coelhão.
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
terça-feira, 21 de novembro de 2017
Mineiro Feminino: Frigoarnaldo 0 x 1 América
O time americano foi bastante ofensivo, mas faltou maior poder de finalização certa e eficiência para transformar a posse de bola em oportunidades criadas e aproveitadas, no jogo de ida da final do Mineiro.
Parecido com o jogo da primeira fase, o setor defensivo adversário ficou compactado, com uma zagueira na função de marcar individualmente, apesar do desuso deste tipo de marcação de acordo com os especialistas.
No primeiro tempo, Isadora, Carol e Thayane formaram o trio ofensivo, com aproximação da Patrícia, Aninha e Daniela.
A produtividade da Carol foi proporcional a movimentação dela. Quando deslocou para os lados, explorou as jogadas de velocidade, levou vantagem sobre as adversárias e produziu mais.
Aliás, Patrícia e Isadora, pelo lado direito, Daniela e Carol, pelo esquerdo, deveriam ter aumentado a amplitude, com mais triangulações pelos extremos a fim de descompactar a defesa adversária, neutralizar a de marcação individual, abrir espaços para as infiltrações da Aninha, Nathália e Thayane.
No segundo tempo, Liane, Beiral e Carol formariam o trio ofensivo, porém Beiral saiu por suspeita de lesão e foi substituída pela Tábata.
Tábata, fez o lançamento para Carol infiltrar sem marcação e finalizar sem chances para a goleira Thay, ex-América.
Lilian poderia ter sido mais utilizada pela esquerda, porque ficou desmarcada, sem receber lançamentos.
O time do Frigoarnaldo foi bastante determinado, mas Camila só foi incomodada em dois lances de bola parada e numa bola dividida com a atacante.
Destaque para o espírito competitivo das duas equipes, combativo das americanas e Bruna Rebelde, que tomou conta do meio-campo, na marcação, nos desarmes e rebatidas, evitando as tentativas ofensivas das adversárias.
O jogo de volta será no domingo, às 10h30, no Baleião. Empate ou vitória garantem o bicampeonato.
América:
Camila;
Patrícia, Fernanda, Mariana, Daniela;
Bruna Rebelde, Nathália, Aninha (Duda);
Isadora (Lilian), Carol, Thayane (Beiral, Tábata)
Técnico: Victor Alberice
gol: Carol
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Marco Antônio
Parecido com o jogo da primeira fase, o setor defensivo adversário ficou compactado, com uma zagueira na função de marcar individualmente, apesar do desuso deste tipo de marcação de acordo com os especialistas.
No primeiro tempo, Isadora, Carol e Thayane formaram o trio ofensivo, com aproximação da Patrícia, Aninha e Daniela.
A produtividade da Carol foi proporcional a movimentação dela. Quando deslocou para os lados, explorou as jogadas de velocidade, levou vantagem sobre as adversárias e produziu mais.
Aliás, Patrícia e Isadora, pelo lado direito, Daniela e Carol, pelo esquerdo, deveriam ter aumentado a amplitude, com mais triangulações pelos extremos a fim de descompactar a defesa adversária, neutralizar a de marcação individual, abrir espaços para as infiltrações da Aninha, Nathália e Thayane.
No segundo tempo, Liane, Beiral e Carol formariam o trio ofensivo, porém Beiral saiu por suspeita de lesão e foi substituída pela Tábata.
Tábata, fez o lançamento para Carol infiltrar sem marcação e finalizar sem chances para a goleira Thay, ex-América.
Lilian poderia ter sido mais utilizada pela esquerda, porque ficou desmarcada, sem receber lançamentos.
O time do Frigoarnaldo foi bastante determinado, mas Camila só foi incomodada em dois lances de bola parada e numa bola dividida com a atacante.
Destaque para o espírito competitivo das duas equipes, combativo das americanas e Bruna Rebelde, que tomou conta do meio-campo, na marcação, nos desarmes e rebatidas, evitando as tentativas ofensivas das adversárias.
O jogo de volta será no domingo, às 10h30, no Baleião. Empate ou vitória garantem o bicampeonato.
América:
Camila;
Patrícia, Fernanda, Mariana, Daniela;
Bruna Rebelde, Nathália, Aninha (Duda);
Isadora (Lilian), Carol, Thayane (Beiral, Tábata)
Técnico: Victor Alberice
gol: Carol
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Marco Antônio
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
Londrina 0 x 0 América-MG
Depois da confirmação do acesso contra o Figueirense (1 a 2), a manutenção da concentração, foco e determinação seria o primeiro desafio a ser superado.
Na vitória sobre o Juventude (1 a 0) e empate sem gols com Londrina, o time americano manteve o nível de comprometimento, em busca da conquista do título da competição.
O segundo desafio ainda é superar o limite do esgotamento físico.
Enderson Moreira novamente foi obrigado a modificar a escalação inicial e a lista dos relacionados em cada partida.
Ainda assim, contra o Londrina, confronto entre o melhor ataque, o do adversário, e a defesa menos vazada, a americana, o espírito de guerreiros prevaleceu.
As chances mais perigosas criadas pelo adversário foram em lances de bola aérea.
Por mais bem posicionados que estejam os laterais Norberto e Pará e os volantes Juninho e Ernandes, fisicamente é impossível levar vantagem contra os adversários mais altos e com mais impulsão.
Aliás, aumentar a altura do setor defensivo deve ser um dos pontos de melhoria para a Série A de 2018.
No primeiro tempo, Pará participou de duas jogadas perigosas.
Na primeira, recebeu do Felipe Amorim, mas Dirceu cortou o cruzamento para Bill. Na segunda, cabeceou para fora o cruzamento preciso do Norberto.
No segundo tempo, Magrão apareceu mais para o jogo que Renan Oliveira, ao finalizar na trave e o obrigar o goleiro a defender uma finalização de pé direito.
Pará também finalizou com perigo de longa distância.
Felipe Amorim saiu por desgaste físico e Juninho estava sumido no jogo.
As opções de substituição para reforçar a marcação no meio-campo eram Christian, Neto Moura e Willian.
Neto Moura teve baixo rendimento nos jogos anteriores.
Talvez a escolha do Willian, em vez do Christian, tenha sido para aumentar a altura na bola aérea. defensiva.
O futebol coletivo competitivo, embora nem tanto combativo devido ao desgaste físico, Rafael Lima, melhor zagueiro da Série B, as defesas salvadoras do João Ricardo e principalmente Fernando Leal, que entrou durante o jogo, foram os destaques.
A recuperação física e preparação psicológica serão fundamentais para enfrentar o CRB, vencer o jogo e conquistar o título da Série B.
Dados Footstats:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 7 x 4
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 11 x 2
cruzamentos errados: 19 x 17
lançamentos certos: 31 x 13
lançamentos errados: 27 x 33
escanteios: 7 x 6
João Ricardo: Uma defesa salvadora.
Norberto: Mais participativo na saída de bola e na marcação. Fez um cruzamento preciso, que Pará cabeceou para fora.
Roger: Demonstrou potencial de evolução. Do mesmo modo do Messias, quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar. Futuramente talvez seja opção para a função de volante. Ainda mais que na saída de bola são utilizados três jogadores, com recuo de um dos volantes, por exemplo Zé Ricardo, ou do Norberto.
Rafael Lima: Melhor zagueiro da Série B.
Pará: Participativo no combate, produtivo no ataque, mas ineficiente nas finalizações e cruzamentos.
Juninho: Sem função na saída de bola e nas jogadas ofensivas. Acertou 25 passes, errou 6.
Ernandes: Participativo no jogo e no combate. Acertou 45 passe, errou 9.
Felipe Amorim: Principal ofensivo no primeiro tempo.
Renan Oliveira e Luan: Sem poder de criação, finalização e decisão.
Bill: Combativo, mas longe da área, sem assistências e cruzamentos para finalizar.
Fernando Leal: Três defesas salvadoras.
Willian: Pouco acrescentou.
Magrão: Mais produtivo que Renan Oliveira.
Enderson Moreira: Manteve a organização tática. Provavelmente Ruy não foi utilizado por não estar em condições físicas ideais. Se estivesse próximo dos 100% seria titular. Magrão colaborou na marcação e foi mais produtivo que Renan Oliveira. Quase marcou o gol da vitória em duas oportunidades. O campeonato é de resistência.
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Marco Antônio
Na vitória sobre o Juventude (1 a 0) e empate sem gols com Londrina, o time americano manteve o nível de comprometimento, em busca da conquista do título da competição.
O segundo desafio ainda é superar o limite do esgotamento físico.
Enderson Moreira novamente foi obrigado a modificar a escalação inicial e a lista dos relacionados em cada partida.
Ainda assim, contra o Londrina, confronto entre o melhor ataque, o do adversário, e a defesa menos vazada, a americana, o espírito de guerreiros prevaleceu.
As chances mais perigosas criadas pelo adversário foram em lances de bola aérea.
Por mais bem posicionados que estejam os laterais Norberto e Pará e os volantes Juninho e Ernandes, fisicamente é impossível levar vantagem contra os adversários mais altos e com mais impulsão.
Aliás, aumentar a altura do setor defensivo deve ser um dos pontos de melhoria para a Série A de 2018.
No primeiro tempo, Pará participou de duas jogadas perigosas.
Na primeira, recebeu do Felipe Amorim, mas Dirceu cortou o cruzamento para Bill. Na segunda, cabeceou para fora o cruzamento preciso do Norberto.
No segundo tempo, Magrão apareceu mais para o jogo que Renan Oliveira, ao finalizar na trave e o obrigar o goleiro a defender uma finalização de pé direito.
Pará também finalizou com perigo de longa distância.
Felipe Amorim saiu por desgaste físico e Juninho estava sumido no jogo.
As opções de substituição para reforçar a marcação no meio-campo eram Christian, Neto Moura e Willian.
Neto Moura teve baixo rendimento nos jogos anteriores.
Talvez a escolha do Willian, em vez do Christian, tenha sido para aumentar a altura na bola aérea. defensiva.
O futebol coletivo competitivo, embora nem tanto combativo devido ao desgaste físico, Rafael Lima, melhor zagueiro da Série B, as defesas salvadoras do João Ricardo e principalmente Fernando Leal, que entrou durante o jogo, foram os destaques.
A recuperação física e preparação psicológica serão fundamentais para enfrentar o CRB, vencer o jogo e conquistar o título da Série B.
Dados Footstats:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 7 x 4
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 11 x 2
cruzamentos errados: 19 x 17
lançamentos certos: 31 x 13
lançamentos errados: 27 x 33
escanteios: 7 x 6
João Ricardo: Uma defesa salvadora.
Norberto: Mais participativo na saída de bola e na marcação. Fez um cruzamento preciso, que Pará cabeceou para fora.
Roger: Demonstrou potencial de evolução. Do mesmo modo do Messias, quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar. Futuramente talvez seja opção para a função de volante. Ainda mais que na saída de bola são utilizados três jogadores, com recuo de um dos volantes, por exemplo Zé Ricardo, ou do Norberto.
Rafael Lima: Melhor zagueiro da Série B.
Pará: Participativo no combate, produtivo no ataque, mas ineficiente nas finalizações e cruzamentos.
Juninho: Sem função na saída de bola e nas jogadas ofensivas. Acertou 25 passes, errou 6.
Ernandes: Participativo no jogo e no combate. Acertou 45 passe, errou 9.
Felipe Amorim: Principal ofensivo no primeiro tempo.
Renan Oliveira e Luan: Sem poder de criação, finalização e decisão.
Bill: Combativo, mas longe da área, sem assistências e cruzamentos para finalizar.
Fernando Leal: Três defesas salvadoras.
Willian: Pouco acrescentou.
Magrão: Mais produtivo que Renan Oliveira.
Enderson Moreira: Manteve a organização tática. Provavelmente Ruy não foi utilizado por não estar em condições físicas ideais. Se estivesse próximo dos 100% seria titular. Magrão colaborou na marcação e foi mais produtivo que Renan Oliveira. Quase marcou o gol da vitória em duas oportunidades. O campeonato é de resistência.
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Marco Antônio
sábado, 18 de novembro de 2017
Copa Centenário Feminina: Paraíso 0 x 7 América.
Apesar do horário das 13h, da grama sintética no campo do Pitangui e da goleada por 7 a 0, o primeiro tempo foi disputado, com oportunidades de gols das duas equipes.
As chances criadas pelo time do Paraíso foram por meio de lançamentos, mas as finalizações foram em jogadas de impedimentos ou depois de falta no último lance.
O América também jogou com proposta ofensiva, mas acertou poucas finalizações.
Aninha chutou no travessão e o primeiro gol saiu depois da assistência de Tábata para Aléxia infiltrar na grande área e colocar a bola no canto direito da goleira.
Na segunda etapa, o domínio americano foi bem mais amplo.
A disputa interna foi em relação ao gol mais bonito.
No segundo gol, Tábata driblou a zagueira e passou para Beiral finalizar.
Fernanda marcou o terceiro em chute de longa distância.
Beiral, avacoelhando geral, marcou o quarto, em chute potente no alto.
Tábata fez o quinto, por cobertura, na saída da goleira.
Duda, da entrada da área, acertou uma bomba no ângulo.
Aninha fechou a goleada em chute cruzado, mas se jogasse mais avançada, sem recuar tanto na recomposição, poderia ter finalizado mais vezes e marcado mais gols porque tem alto poder de finalização.
A participação do América na Copa Centenário contribuiu para a valorização e divulgação do futebol feminino, que ainda carece de apoio estrutural, patrocinadores e presença maior do público.
América:
Camila;
Aléxia, Fernanda, Mariana, Patrícia;
Bruna Rebelde, Nathália, Aninha;
Ana Flávia, Beiral, Tábata
Técnico Victor Alberice,
Amanda, Daniela Bruna, Duda e Manoela entraram durante a partida.
Gols: Aléxia, Beiral avacoelhando geral (2), Fernanda, Tábata, Duda e Aninha.
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Marco Antônio
As chances criadas pelo time do Paraíso foram por meio de lançamentos, mas as finalizações foram em jogadas de impedimentos ou depois de falta no último lance.
O América também jogou com proposta ofensiva, mas acertou poucas finalizações.
Aninha chutou no travessão e o primeiro gol saiu depois da assistência de Tábata para Aléxia infiltrar na grande área e colocar a bola no canto direito da goleira.
Na segunda etapa, o domínio americano foi bem mais amplo.
A disputa interna foi em relação ao gol mais bonito.
No segundo gol, Tábata driblou a zagueira e passou para Beiral finalizar.
Fernanda marcou o terceiro em chute de longa distância.
Beiral, avacoelhando geral, marcou o quarto, em chute potente no alto.
Tábata fez o quinto, por cobertura, na saída da goleira.
Duda, da entrada da área, acertou uma bomba no ângulo.
Aninha fechou a goleada em chute cruzado, mas se jogasse mais avançada, sem recuar tanto na recomposição, poderia ter finalizado mais vezes e marcado mais gols porque tem alto poder de finalização.
A participação do América na Copa Centenário contribuiu para a valorização e divulgação do futebol feminino, que ainda carece de apoio estrutural, patrocinadores e presença maior do público.
América:
Camila;
Aléxia, Fernanda, Mariana, Patrícia;
Bruna Rebelde, Nathália, Aninha;
Ana Flávia, Beiral, Tábata
Técnico Victor Alberice,
Amanda, Daniela Bruna, Duda e Manoela entraram durante a partida.
Gols: Aléxia, Beiral avacoelhando geral (2), Fernanda, Tábata, Duda e Aninha.
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Marco Antônio
sexta-feira, 17 de novembro de 2017
Pré-jogo Londrina x América-MG
Vamos torcer pro Coelho ser campeão.
Na goleada sobre o Juventude por 1 a 0, a concentração, o foco e determinação dos jogadores foram preservados apesar de o time americano estar no limite do desgaste físico.
Será preciso jogar com o coração para vencer o Londrina, que ainda busca vaga no G4 e provavelmente jogará com proposta ofensiva.
Ainda assim, os comandados do Enderson Moreira deverão buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar com a máxima eficiência, além de contar com a presença do acaso, para conquistar mais três pontos e o título do campeonato.
Messias é desfalque certo; Rafael Lima, dúvida; Giovanni, saiu durante o último jogo; Felipe Amorim, nem jogou contra o Juventude e Ruy parece não ter condições para suportar dois tempos.
Norberto deve ser o único pré-confirmado, na primeira linha defensiva.
Lima e Róger são opções de substitutos do Messias ou para formar a dupla de zagueiros.
Giovanni, além de aumentar a altura defensiva, também tem potencial para avançar.
As opções para dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.
O combativo Juninho precisa ser mais participativo na saída de bola e nas jogadas ofensivas.
Os três volantes necessitam ser mais finalizadores.
Na linha ofensiva dos três meais, o mais próximo do ideal seria Felipe Amorim, Ruy e Luan ou Magrão, com Bill ou Edno mais avançado.
Aparentemente, Magrão está mais bem preparado fisicamente do que Luan, e Renan Oliveira mais que Ruy, porém Ruy procura mais o jogo que Renan.
Renan Oliveira está com baixo poder de criação, finalização e decisão.
O poder de decisão do Bill vai depender do posicionamento ofensivo do centroavante e das assistências e cruzamentos recebidos.
Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Róger, Rafael Lima (Lima), Giovanni (Pará);
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Luan (Magrão);
Bill (Edno)
Londrina x América
sábado, 17h, Estádio do Café
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
Na goleada sobre o Juventude por 1 a 0, a concentração, o foco e determinação dos jogadores foram preservados apesar de o time americano estar no limite do desgaste físico.
Será preciso jogar com o coração para vencer o Londrina, que ainda busca vaga no G4 e provavelmente jogará com proposta ofensiva.
Ainda assim, os comandados do Enderson Moreira deverão buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar com a máxima eficiência, além de contar com a presença do acaso, para conquistar mais três pontos e o título do campeonato.
Messias é desfalque certo; Rafael Lima, dúvida; Giovanni, saiu durante o último jogo; Felipe Amorim, nem jogou contra o Juventude e Ruy parece não ter condições para suportar dois tempos.
Norberto deve ser o único pré-confirmado, na primeira linha defensiva.
Lima e Róger são opções de substitutos do Messias ou para formar a dupla de zagueiros.
Giovanni, além de aumentar a altura defensiva, também tem potencial para avançar.
As opções para dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.
O combativo Juninho precisa ser mais participativo na saída de bola e nas jogadas ofensivas.
Os três volantes necessitam ser mais finalizadores.
Na linha ofensiva dos três meais, o mais próximo do ideal seria Felipe Amorim, Ruy e Luan ou Magrão, com Bill ou Edno mais avançado.
Aparentemente, Magrão está mais bem preparado fisicamente do que Luan, e Renan Oliveira mais que Ruy, porém Ruy procura mais o jogo que Renan.
Renan Oliveira está com baixo poder de criação, finalização e decisão.
O poder de decisão do Bill vai depender do posicionamento ofensivo do centroavante e das assistências e cruzamentos recebidos.
Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Róger, Rafael Lima (Lima), Giovanni (Pará);
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Luan (Magrão);
Bill (Edno)
Londrina x América
sábado, 17h, Estádio do Café
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
América-MG 1 x 0 Juventude
O primeiro dos trés desafios para o América conquistar o título da Sére B foi superado.
Na vitória sobre o Juventude, o time americano manteve a atitude vencedora, o espírito competitivo e o foco a fim de conquistar mais três pontos.
Mas sem Felipe Amorim, faltou agressividade pelo lado direito.
Renan Oliveira, centralizado, e Luan, na ponta esquerda, tiveram pouco poder de criação e finalização.
A ofensividade americana aumentou no segundo tempo, depois da entrada do Ruy e do posicionamento avançado do Pará.
Pará fez o cruzamento que originou o gol contra e finalizou duas vezes com perigo.
Destaque para a evolução do Ernandes, que novamente aumentou o número de passes certos (55) e manteve baixo o de errados (6).
Dados Footstats:
posse de bola: 48 x 52
finalizações certas: 4 x 3
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 7 x 4
cruzamentos errados: 16 x 22
lançamentos certos: 9 x 12
lançamentos errados: 26 x 19
escanteios: 7 x 3
João Ricardo: Uma defesa salvadora.
Norberto: Mais participativo na saída de bola do que nas ultrapassagens.
Messias e Rafael Lima: A melhor dupla de zaga da Série B manteve a segurança defensiva.
Giovanni: Poderia ter sido mais ofensivo.
Juninho: Combativo, mas sem função no início da transição e na criação. Acertou 29 passes, errou 3.
Ernandes: Acertou 55 passes, errou 6.
Neto Moura: improvisado na função de meia-atacante de lado, foi mais combativo que ofensivo.
Renan Oliveira: Precisa chamar a responsabilidade na criação, finalização e decisão.
Luan: Competitivo. Carece aumentar o índice de aproveitamento nos passes.
Bill: Combativo, mas sem poder de decisão.
Ruy: Aumentou a força ofensiva.
Pará: Participativo no ataque.
Roger: Sem tempo
Enderson Moreira: Manteve a organização tática, competitividade e postura ofensiva.
América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima (Roger) e Giovanni (Pará);
Juninho, Ernandes;
Neto Moura (Ruy) e Renan Oliveira, Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
Juventude:
Matheus Cavichiolli:
Bruno Ribeiro, Micael, Mauricio e Pará;
Mateus Santana, Diego Felipe, Juninho (Iago) e Wallacer (Caprini);
João Paulo (Wesley Natã) e Ramon
Técnico: Antônio Carlos Zago
Gol: Maurício (contra)
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Marco Antônio
Na vitória sobre o Juventude, o time americano manteve a atitude vencedora, o espírito competitivo e o foco a fim de conquistar mais três pontos.
Mas sem Felipe Amorim, faltou agressividade pelo lado direito.
Renan Oliveira, centralizado, e Luan, na ponta esquerda, tiveram pouco poder de criação e finalização.
A ofensividade americana aumentou no segundo tempo, depois da entrada do Ruy e do posicionamento avançado do Pará.
Pará fez o cruzamento que originou o gol contra e finalizou duas vezes com perigo.
Destaque para a evolução do Ernandes, que novamente aumentou o número de passes certos (55) e manteve baixo o de errados (6).
Dados Footstats:
posse de bola: 48 x 52
finalizações certas: 4 x 3
finalizações erradas: 9 x 6
cruzamentos certos: 7 x 4
cruzamentos errados: 16 x 22
lançamentos certos: 9 x 12
lançamentos errados: 26 x 19
escanteios: 7 x 3
João Ricardo: Uma defesa salvadora.
Norberto: Mais participativo na saída de bola do que nas ultrapassagens.
Messias e Rafael Lima: A melhor dupla de zaga da Série B manteve a segurança defensiva.
Giovanni: Poderia ter sido mais ofensivo.
Juninho: Combativo, mas sem função no início da transição e na criação. Acertou 29 passes, errou 3.
Ernandes: Acertou 55 passes, errou 6.
Neto Moura: improvisado na função de meia-atacante de lado, foi mais combativo que ofensivo.
Renan Oliveira: Precisa chamar a responsabilidade na criação, finalização e decisão.
Luan: Competitivo. Carece aumentar o índice de aproveitamento nos passes.
Bill: Combativo, mas sem poder de decisão.
Ruy: Aumentou a força ofensiva.
Pará: Participativo no ataque.
Roger: Sem tempo
Enderson Moreira: Manteve a organização tática, competitividade e postura ofensiva.
América
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima (Roger) e Giovanni (Pará);
Juninho, Ernandes;
Neto Moura (Ruy) e Renan Oliveira, Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
Juventude:
Matheus Cavichiolli:
Bruno Ribeiro, Micael, Mauricio e Pará;
Mateus Santana, Diego Felipe, Juninho (Iago) e Wallacer (Caprini);
João Paulo (Wesley Natã) e Ramon
Técnico: Antônio Carlos Zago
Gol: Maurício (contra)
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