sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Operário-PR

Depois da vitória fora de casa sobre o São Bento por 2 a 0, na quarta-feira, o time americano vai enfrentar o Operário-PR, na Arena do Coelhão, neste sábado.

A sequência de jogos em curto espaço de tempo mais a viagem entre eles poderá provocar maior desgaste físico do time americano.

Mesmo assim, talvez seja mais interessante fazer só uma mudança em relação a escalação inicial do jogo anterior.

Em vez de improvisar o Diego Ferreira na  dupla função defensiva-ofensiva de meia-atacante de lado, poderia escalar um meia com características mais ofensivas, porque o setor defensivo do Operário também é bastante vulnerável. Em 19 jogos, sofreu 20 gols.

Baixar a marcação, com as linhas mais compactadas antes do meio-de-campo e explorar os contra-ataques poderá aumentar mais a consistência defensiva do que ofensiva.

Mas possivelmente buscar o controle do jogo, com posse de bola ofensiva, será mais produtivo, eficiente e agradável de se ver.

Jori, em fase de aprimoramento e oscilação, deverá permanecer no gol.

Leandro Silva e João Paulo precisam ser mais eficientes no combate, mas são participativos, produtivos e eficientes na tarefa ofensiva.

Paulão e Ricardo Silva poderão manter a segurança defensiva, mas ambos precisam ter ficaram atentos ao posicionamento nos cruzamentos pelo chão e pelo alto, e Ricardo Silva carece melhorar a saída de bola com o pé esquerdo.

Zé Ricardo tem potencial para na posição de volante dividir a função de armação com João Paulo, pela lado esquerdo, e Toscano, mais centralizado e avançado.

Juninho é bastante dinâmico, determinado e ocupador de espaço de uma intermediária a outra, mas carece acertar mais passes e finalizações.

Toscano, centralizado, tem poder criativo, decisivo e finalizador.

Na ausência de Matheusinho*, as opções de meias-atacantes para os lados são Ademir, Bilu, Berola, Felipe Azevedo e França.

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Atualizado, 31/8, 11h10

* Com a liberação do Matheusinho

Matheusinho, no primeiro ano pós sub-20, precisa acertar mais as finalizações, mas é bastante participativo na troca de passes, assistências e até no combate.

Um quarteto ofensivo formado pelo Berola, Toscano, Matheusinho, na linha dos três meias-atacantes, mais Viçosa de centroavante, poderá ser bastante produtivo, ofensivo e eficiente.

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Ademir está sem ritmo de jogo, mas é opção de velocidade para contra-ataque.

Berola tem preparo físico para um tempo, mas é bastante agudo, chama a responsabilidade e parte pra cima da defesa adversária.

Bilu antes da Copa América e nos jogos-treinos contra o Atlético e Cruzeiro alternou mais bons que maus momentos. Com a saída do Barbieri perdeu a titularidade. Sob o comando de Felipe Conceição, entrou bem contra a Ponte Preta, mas parou de ser aproveitado.  As características são parecidas com as do Berola. Bastante agudo, parte pra cima e tem poder de finalização, porém carece ser mais eficiente nas finalizações. Embora também seja sub-23 em fase de desenvolvimento, deveria ser mais bem utilizado entre os titulares e durante o jogo.

Felipe Azevedo, quando começa o jogo, também cai de rendimento no segundo tempo. Precisa ser mais eficiente nas finalizações. É opção para meia centralizado.

França tem mais facilidade para fazer a recomposição defensiva.

Viçosa, participativo até no combate, é o centroavante artilheiro.

Flávio é opção de mudança para reforçar a marcação e qualificar a saída de bola.

Ainda Maranhão, que também é ocupador de espaço, mas deveria jogar mais no campo defensivo.

Belusso poderá ser opção para atacante de lado.

Michel Bastos ninguém sabe ninguém viu, mas caso esteja nos planos para o segundo turno, talvez seja uma boa oportunidade para entrar durante o jogo.
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Atualizado, 31/8, 11h10
João Gabriel é opção de finalização na função de meia centralizado ou de lado.
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Possível time na formação básica 4-2-3-1
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Flávio);
Felipe Azevedo ( Berola, Bilu), Toscano (João Gabriel), Matheusinho(Ademir, França, João Gabriel);
Viçosa

Possível time na formação básica 4-1-4-1
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo (Flávio)
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Juninho (Felipe Azevedo, João Gabriel, Michel Bastos, Zé Ricardo), Toscano, Matheusinho (Berola, Ademir, França);
Viçosa

América x Operário
sábado, 19h, Arena do Coelhão
Vamos vencer, Coelhão.
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

São Bento-SP 0 x 2 América-MG

Em time que está vencendo também se mexe.

O retorno do Zé Ricardo no lugar do Maranhão, a escalação do Diego Ferreira, na função de meia-atacante de lado no lugar do Matheusinho, e Toscano, centralizado no lugar do Geovane, foram as mudanças em relação ao time que iniciou o jogo e venceu o Guarani por 3 a 2.

Modificações provocadas pela suspensão do Maranhão e lesões do Geovane e Matheusinho.

A força do futebol coletivo, competitivo e eficiente prevaleceu sobre o maior volume de jogo do São Bento.

De acordo com o Footstats, o time americano teve 38% de posse de bola, fez 7 finalizações certas e 10 erradas, contra 62% de posse do adversário, duas finalizações certas e 11 erradas.

Mais uma vitória da força de vontade, do foco e da determinação dos comandados pelo Felipe Conceição.

Com bastante eficiência ofensiva, Toscano e João Paulo marcaram os dois gols da partida, nos primeiros 15 minutos do jogo.

Depois dos gols, o time americano recuou a marcação, compactou as linhas defensivas, até com Viçosa no combate, permitiu a saída de bola e a troca de passes do adversário na intermediária americana.

Ainda assim, Jori fez uma importante defesa num chute de longa distância do Doriva (ex-América) no primeiro tempo.

No segundo tempo, Diego Ferreira teve oportunidade para fazer o terceiro gol, numa assistência do Toscano.

Mas a força ofensiva americana só aumentou depois da entrada do Berola.

Berola chamou a responsabilidade, partiu pra cima e fez assistências para finalizações do Viçosa, de pé esquerdo no travessão, e Juninho, em cima do goleiro.

Quando o América foi mais agressivo, criou chances para ampliar o marcador.

A utilização da dobra pelo lado é interessante, mas talvez a escalação do Bilu, que nem foi relacionado, tivesse sido mais produtiva do que Diego Ferreira, porque Bilu é mais agudo e o setor defensivo do adversário é limitado tecnicamente.

Ademir, França e João Gabriel foram opções de ataque no banco.

Vale destacar a produtividade ofensiva do João Paulo, o retorno do Toscano na função de meia centralizado e a ofensividade do Berola.

João Paulo acertou 40 passes, errou 5, fez duas finalizações certas, 4 assistências para finalização, 5 desarmes, 3 cruzamentos certos.

Aliás, João Paulo divide com Berola a liderança das assistências para gols. Cada um fez três.

O lateral-esquerdo é o líder de assistências para finalizações. Foram 30 em 18 jogos. Muitas delas em bola parada.

Felipe Conceição foi escolhido pela Itatiaia o melhor em campo. Méritos para o técnico que comandou a reação americana na competição.

Destaque para o DNA formador e principalmente aproveitador, com a presença dos promissores Flávio, João Gabriel e Lucas Luan entre os relacionados, mais Jori e Zé Ricardo, entre os titulares.

São Bento:
Gabriel Félix;
Dudu Vieira (Minho), Joílson, Guilherme Mattis e Mansur;
Doriva, Vinícius Kiss e Rodolfo;
Caio Rangel (Hugo Almeida), Zé Roberto e Paulinho Bóia (Joãozinho).
Técnico: Doriva.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Diego Ferreira (Berola), Toscano (Flávio), Felipe Azevedo (França);
Viçosa.
Técnico: Felipe Conceição.

Gols: Toscano e João Paulo

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Pré-jogo São Bento-SP x América-MG

Na última rodada do primeiro turno, o time americano ainda busca a formação ideal, a fim de potencializar a qualidade técnica.

Sob o comando de Felipe Conceição, a força de vontade superou os defeitos defensivos e criativos.

Destaque para a eficiência ofensiva, principalmente depois da utilização do Berola e Viçosa.

Vale a pena repetir que, Viçosa é a personificação dentro de campo da reação americana na competição.

De desacreditado a artilheiro do time. Marcou 4 gols no Mineiro e 5 na Série B.

No setor defensivo, o sub-23 Jori, dentro de um processo inerente ao desenvolvimento de um goleiro, oscilou bons e maus momentos.

Airton, misteriosamente, foi contratado para não jogar.

Fernando Leal seria opção de experiência, mas só participa dos treinos, sem ser relacionado para os jogos.

Thiago, outro contratado, também está em período de aprimoramento.

Uma defesa mais consistente poderia facilitar o aprimoramento dos goleiros promissores e dos experientes.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva.

Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central.

Talvez Lima seja a solução para posição de quarto-zagueiro e qualificação da saída de bola pelo lado esquerdo.

A fim de aproveitar o potencial ofensivo dos laterais, poderia ser mais interessante o início da transição ser feito com dois zagueiros e um volante, que jogaria mais no campo defensivo.

Juninho e Zé Ricardo deverão formar a dupla de volantes.

Apesar de bastante dinâmico, esforçado e ocupador de espaço, Juninho carece melhorar a qualidade no passe e nas finalizações no campo ofensivo.

Zé Ricardo, na posição de volante, divide a função de distribuir jogadas com João Paulo, pelo lado esquerdo.

Flávio demonstrou potencial para ser aproveitado.

Flávio e Zé Ricardo poderão formar uma produtiva dupla de volantes, com qualidade na marcação, no passe e na finalização.

Na ausência do Matheusinho, as opções de meias-atacantes de lado são Berola, Bilu, Felipe Azevedo e França.

A escalação do Berola e Felipe Azevedo, desde o início do jogo, possivelmente vai provocar duas mudanças obrigatórias no segundo tempo, devido a queda do rendimento físico de ambos.

Bilu também vai oscilar, mas deveria ser mais bem aproveitado entre os titulares ou durante a partida.

França alternou bons e maus momentos.

João Gabriel é opção para volante, meia centralizado e meia-atacante de lado. Tem qualidade na combate, na troca de passes e nas finalizações de longa distância.

Toscano é opção de meia centralizado, com poder de criação, decisão e finalização.

Na frente, o artilheiro Viçosa atualmente é titular absoluto.

Lucas Luan é alternativa para a lateral esquerda, volante e meia-atacante centralizado ou de lado. Tem qualidade na troca de passes.

Possível time na formação básica 4-1-4-1.

Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo;
Berola (Bilu), Juninho (Toscano), Toscano (João Gabriel),  Felipe Azevedo (França, João Gabriel);
Viçosa

No 4-3-3
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Flávio, Zé Ricardo, Juninho;
Berola (Bilu), Viçosa, Felipe Azevedo (França, João Gabriel)

No 4-2-3-1
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Juninho (Flávio), Zé Ricardo;
Berola (Bilu), Toscano (João Gabriel), Felipe Azevedo (França, João Gabriel)
Viçosa

São Bento x América
quarta-feira, 19h15, Walter Ribeiro
Vamos vencer, Coelhão
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

América-MG 3 x 2 Guarani

A busca incansável pelo resultado superou o desempenho técnico.

Faltou mais qualidade, mas sobrou disposição.

Com a bola, a distribuição tática ficou próxima do 4-1-4-1, mais as variações dos laterais.

Sem a bola, aproximou do 4-2-3-1 compactando para 4-4-2.

Inconsistência defensiva e baixo poder criativo foram repetidos, mas houve supereficiência ofensiva.

No primeiro gol sofrido, Leandro Silva e Juninho erraram a troca de passes no lado direito.

A bola recuperada foi passada para um adversário livre de marcação repassar para Igor Henrique, desmarcado, finalizar e Jori não defender o chute de longa distância.

No segundo gol, nem falta foi, mas houve erro de posicionamento defensivo do João Paulo na bola parada.

Paulão e Ricardo Silva mantiveram a segurança defensiva, mas erraram muitos lançamentos.

Foram 8 lançamentos errados do Paulão e 3 do Ricardo Silva.

Ricardo Silva errou com o pé esquerdo.

Leandro Silva e João Paulo voltaram a ser mais produtivos na tarefa ofensiva.

No primeiro gol, João Paulo cobrou o escanteio, Leandro Silva desviou para Felipe Azevedo fazer assistência para Viçosa.

O gol anulado equivocadamente seria do Leandro Silva.

Leandro Silva acertou 38 passes, errou 14, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada.

João Paulo acertou 41 passes, errou 7, fez dua assistências para finalização, 2 lançamentos certos e 4 errados.

Geovane, Juninho e Maranhão representaram a baixa produtividade na distribuição das jogadas.

Juninho acertou 18 passes, errou 5 e fez uma assistência para finalização. .

Maranhão foi mais participativo no campo defensivo no segundo tempo. Acertou 22 passes, errou 4.

Geovane, em fase de aprimoramento e oscilação, errou a tomada de decisão no início do jogo, quando roubou a bola e tentou jogada individual em vez de passar para Viçosa, livre de marcação. Acertou 9 passes, errou 2, fez uma assistência para finalização.

Matheusinho acertou 6 passes, errou 1, e fez uma finalização errada.

Felipe Azevedo fez uma assistência para gol, duas para finalizações e duas conclusões erradas. Caiu de rendimento no fim segundo tempo.

Viçosa marcou 2 gols, fez 3 finalizações erradas, uma assistência para finalização, 10 passes certos e 3 errados.

Berola novamente entrou bem. Foi agudo, chamou a responsabilidade e partiu pra cima. Acertou 12 passes, errou 3 e fez 3 assistências para finalização.

Toscano acertou duas finalizações em pouco tempo de jogo.

Destaque para a participação efetiva do Berola e Toscano, e para Flávio e Viçosa pelos gols marcados.

Berola e Toscano deveriam ser mais aproveitados entre os titulares.

Flávio, sub-20 em fase de transição, entrou para colaborar na marcação, mas foi premiado com um gol na estreia dele no time principal.

Viçosa é a personificação dentro de campo a reação americana. De desacreditado e afastado voltou para ser o artilheiro da equipe na Série B e do ano.

No Mineiro fez 4 gols. Na Série B, fez 5 gols em 4 jogos.

Dados Footstats.
Posse de bola: 47% x 53%
Finalizações certas: 5 x 1
Finalizações erradas: 10 x 7

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Maranhão;
Felipe Azevedo, Juninho (Toscano), Geovane (Flávio), Matheusinho (Berola);
Viçosa
Técnico: Felipe Conceição

Guarani:
Kléver;
Bruno Souza, Brunno Lima, Diego Giaretta e Thallyson;
Deivid (Deivid Souza), Igor Henrique, Arthur Rezende e Bady (Filipe Cirne);
Davó e Michel Douglas (Eder Luis)
Técnico: Thiago Carpini

Gols: Viçosa (2)e Flávio

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sábado, 24 de agosto de 2019

Pré-jogo América-MG x Guarani-SP

Vencer depende de uma série de fatores, até da sorte, mas buscar a vitória sempre deve ser meta de desempenho.

O time americano é bastante competitivo, determinado e focado, porém precisa ser mais consistente, criativo e efetivo.

Quanto mais vezes jogar bem, maiores serão as possibilidade de vitória, num campeonato de resistência.

A inconsistência defensiva é um defeito crônico desde a Copa do Brasil e o Mineiro, com Fernando Leal no gol.

O número elevado de finalizações sofridas reflete a fragilidade defensiva americana.

Falhas do setor defensivo começam na origem dos cruzamentos e terminam no posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto.

Jori está em processo de aprimoramento e oscilação.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes no combate individual e na bola aérea defensiva.

Paulão e Ricardo Silva alternam bons e maus momentos.

Ricardo Silva tem dificuldade na saída de bola com o pé esquerdo.

A opção mais conservadora para substituir Zé Ricardo é Maranhão.

Juninho e Maranhão são ocupadores de espaço de uma intermediária a outra, mas pouco efetivos no campo ofensivo.

Talvez seja mais interessante Juninho e Maranhão mais recuados, na cobertura do Leandro Silva e João Paulo, porque os laterais são mais produtivos na tarefa ofensiva do que os volantes.

Flávio, Morelli e Sabino são outras opções para o lugar do Zé Ricardo.

Vale lembrar, o tempo perdido com Márcio no Sub-20 e principalmente no Sub-23, quando foi titular absoluto e capitão.

Foram muitas contratações sem necessidade para disputar o Brasileiro de Aspirantes em 2018.

A grande maioria dos contratados foi dispensada este ano.

Flávio estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes pelo Sub-20 e pelo Sub-23, mas é bastante promissor. Tem qualidade na saída de bola, no passe e na marcação.

Morelli, na função de volante, foi um dos destaques do sub-23.

No profissional, ficou queimado ao ser escalado na função de meia-atacante pelo Barbieri no jogo contra o Sport.

Sabino tem mais potencial na função de volante pegador e qualificado do que zagueiro.

Uma mudança mais ousada poderia ser Toscano no lugar do Zé Ricardo, com o recuo de Juninho para primeiro volante e a manutenção do Geovane mais dois meias-atacantes de lado.

Mas Juninho precisaria qualificar mais o passe, no início da transição ofensiva.

A linha de quatro meias-atacantes seria formada pelo Berola ou Bilu ou Felipe Azevedo, Toscano, Geovane e Matheusinho.

Felipe Azevedo e Matheusinho precisam aumentar a eficiência nas conclusões, mas são produtivos na troca de passes e assistências para finalização.

Toscano tem poder criativo, de finalização e decisão.

Embora também seja Sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, Geovane tem potencial ofensivo e mais qualidade no passe do que Juninho e Maranhão.

No caso de uma linha de três meias atacantes, Bilu, Geovane e Matheusinho são alternativas de intensidade, criatividade e velocidade.

Viçosa seria o centroavante participativo fora da área e com poder de finalização.

Berola só joga um tempo, mas é agudo, eficiente e chama a responsabilidade.

Bilu ou Michel Bastos ou Toscano, pelo menos um deles, deveria ser titular ou entrar durante a partida.

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-2-3-1
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Juninho, Maranhão (Flávio);
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Geovane, Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano)

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-1-4-1
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Juninho (Flávio, Maranhão);
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Michel Bastos), Geovane (Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano)

América x Guarani
domingo, 11h, Arena do Coelhão.
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Vitória-BA 0 x 0 América-MG

Apesar do empate, o time americano, com bastante competitividade, combatividade e determinação buscou a vitória fora de casa.

A injusta expulsão do Zé Ricardo diminuiu o poder defensivo e ofensivo.

Ainda assim, os jogadores americanos fizeram 5 finalizações certas e 6 erradas, contra duas certas e 3 erradas.

A distribuição tática com a bola ficou próxima do 4-1-4-1.

Jori, sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, fez defesas importantes.

Paulão foi bastante regular.

Ricardo Silva precisa melhorar a saída de bola pelo lado esquerdo, mas manteve a segurança defensiva.

Juninho é dinâmico, esforçado, ocupador de espaços, mas tem baixa qualidade na distribuição das jogadas e nas finalizações.

Zé Ricardo foi o mais participativo na troca de passes. Acertou 43, errou 3, fez 1 lançamento certo, 2 errados, e 4 desarmes.

Geovane no lugar do Maranhão evidenciou uma das possibilidades de melhoria do meio-de-campo, que deverão ser feitas pelo Felipe Conceição.

Embora também seja sub-23, em processo de formação e oscilação, Geovane é mais habilidoso e tem mais potencial ofensivo que Maranhão. Acertou 19 passes, errou 1, fez 3 desarmes, 2 lançamentos certos, uma assistência para finalização e um finalização certa.

A jogada mais bem construída foi uma tabela entre Geovane e Matheusinho pelo lado esquerdo, com finalização do Geovane e defesa do  Martín Rodríguez.

Matheusinho, outro sub-23, novamente foi o dianteiro mais participativo na troca de passes. Acertou 27 passes, errou 4, fez duas assistências para finalização, um desarme, uma finalização certa e uma errada.  Com a bola rolando, tem a melhor média em assistências para finalização.

João Paulo é o primeiro colocado em assistências para finalização, mas em muitos lances de bola parada.

O futebol apresentado pelo time americano não foi exuberante, mas valeu pelo ponto conquistado, no campeonato de resistência para evitar o rebaixamento, devido aos erros de planejamento na formação da equipe e da comissão técnica, a fim de conquistar o acesso para a Série A e disputar o título da Série B.

Vitória:
Martín Rodríguez;
Van, Éverton Sena, Ramon e Capa;
Baraka, Lucas Cândido e Felipe Gedoz;
Ruy (Caicedo), Anselmo Ramon (Eron) e Thiaguinho (Marcelo).
Técnico: Carlos Amadeu

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo
Felipe Azevedo, Juninho, Geovane (Maranhão), Matheusinho (Diego Ferreira);
Júnior Viçosa (Berola).
Técnico: Felipe Conceição

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

terça-feira, 20 de agosto de 2019

Pré-jogo Vitória-BA x América-MG

No fim das contas, até o empate poderá ser um bom resultado para evitar o rebaixamento, mas o time americano precisa jogar com atitude vencedora, competitividade e intensidade.

Sem tempo para treinar, a base deverá ser repetida.

Ainda assim, será preciso fazer mudanças programadas.

Inconsistência defensiva, baixo poder criativo no meio-de-campo e falta de preparo físico do Berola e Felipe Azevedo para jogar dois tempos em alta intensidade são defeitos crônicos.

O sub-23 Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, deverá ser o goleiro, porque Airton foi contratado para não jogar, Fernando Leal não está sendo relacionado e Thiago também está em fase de desenvolvimento.

Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas produtivos e eficientes na tarefa ofensiva.

Paulão e Ricardo Silva oscilaram bons e maus momentos.

Falta um quarto-zagueiro para qualificar a saída de bola pelo lado esquerdo e aumentar a segurança defensiva nos cruzamentos e combate individual.

Talvez Lima seja mais aproveitado no segundo turno ou outro zagueiro contratado.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas diminuiu o poder criativo.

Com três volantes, Juninho deveria colaborar mais na marcação pelo lado direito, na cobertura do Leandro Silva e sem necessidade do excessivo recuo do Berola.

Maranhão poderia executar a mesma função pela esquerda, na cobertura do João Paulo e liberação do Matheusinho para o ataque.

Zé Ricardo tem potencial para jogar mais avançado, na função de segundo volante porque tem qualidade na distribuição das jogadas, no passe vertical e nas finalizações.

Nos próximos jogos, poderá ser mais eficiente utilizar um volante fixo no campo defensivo, Luiz Fernando, e um meia centralizado no campo ofensivo, Michel Bastos ou Toscano, em vez de Juninho e Maranhão, que são volantes dinâmicos, ocupadores de espaço de uma intermediária a outra, mas pouco criativos.

A escalação de um meia centralizado facilitaria a aproximação do trio ofensivo formado pelo Berola, Viçosa e Matheusinho.

Quanto mais próximos jogarem, menor será o desgaste físico e maior o poder de finalização e decisão.

Berola e Viçosa, que entraram no time devido as contusões do Felipe Azevedo e Belusso, aumentaram a efetividade ofensiva, mas Berola só tem preparo físico para um tempo.

Felipe Azevedo também suporta um tempo e o rendimento cai no segundo.

França entrou mal contra o Cuiabá.

Ademir é agudo, mas parou de relacionado.

Bilu tem potencial ofensivo para ser titular. Deveria ser a primeira opção de substituição.

A entrada do Diego Ferreira para fazer a dobra com Leandro Ferreira pelo lado poderá ser interessante.

Michel Bastos e Toscano são opções de mudanças táticas.

Com três volantes é possível utilizar um meia centralizado no complemento do losango do meio-de-campo e mais dois atacantes avançados.

Mas deve ser mais interessante utilizar dois volantes, três meias e um atacante, com a entrada do Michel Bastos ou Toscano no lugar do Juninho ou Maranhão.

Toscano parece mais bem preparado fisicamente para exercer a função de meia centralizado, com poder de crianção, finalização e decisão.

Possível time na formação básica do 4-3-3
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho (Luiz Fernando), Maranhão (Toscano);
Berola (Bilu), Viçosa, Matheusinho

Vitória x América
quarta-feira, 19h15, Barradão
Vamos vencer, Coelhão.
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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

América-MG 2 x 1 Cuiabá-MT

Apesar do baixo desempenho, a vitória por por 2 a 1, na busca para sair da zona de rebaixamento, pode ser considerada goleada, devido aos erros de planejamento, a fim de conquistar o acesso para a Série A e até o tricampeonato da Série B.

Valeu pela determinação, pelo imprevisto favorável e principalmente pelos três pontos conquistados.

Mas defeitos físicos, táticos e técnicos foram repetidos.

A jogada do gol sofrido foi parecida com o lance descrito no pré-jogo,  que já ocorreu várias vezes no Mineiro, com Fernando Leal.

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Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/08/pre-jogo-america-mg-x-cuiaba-mt.html

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A diferença foi que França, meia-atacante de lado, em vez do lateral, vacilou no início da jogada, quando deu muito espaço para Paulinho, lateral-esquerdo do Cuiabá, fazer o lançamento para Gilmar aproveitar o mal posicionamento do Ricardo Silva e João Paulo, e cabecear para o gol.

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As intervenções do Jori descristas no Superesportes também evidenciaram a inconsistência defensiva:

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"Na reta final do primeiro tempo, o Cuiabá teve duas boas chances. O goleiro Jori, do Coelho, apareceu bem ao defender as finalizações de Felipe Marques e Rodolfo."

"Aos 32 minutos, Jori fez defesa difícil em arremate de Júnior Todinho. Depois, o goleiro trabalhou em sucessivas tentativas de lançamentos para a grande área e ajudou o América a segurar o importante resultado no Horto."

"Goleiro Jori fez três boas defesas e ajudou a segurar vantagem"

https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/17/noticia_america_mg,1757306/america-vence-cuiaba-no-horto-e-segue-recuperacao-na-serie-b.shtml

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Leandro Silva e João Paulo se destacaram na tarefa ofensiva, pelas assistências feitas para os gols do Viçosa e Berola. Leandro Silva ainda teve oportunidade para fazer um gol, num cruzamento do Matheusinho.

Paulão foi mais regular pelo lado direito da zaga.

Ricardo Silva parou de acompanhar o adversário no gol sofrido e tem dificuldades para sair jogando com o pé esquerdo.

Faltou qualidade criativa sem a presença de um meia centralizado.

Juninho e Maranhão são dinâmicos, ocupadores de espaços e voluntariosos, mas pouco criativos.

O número de passes certos foi muito baixo.

Zé Ricardo acertou 21 passes e errou 3. Na maioria dos jogos, acerta no mínimo 30 passes, quando é pouco participativo.

Juninho acertou 12 e errou 2.

Maranhão acertou 17 e errou 3.

A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva e diminuiu a força ofensiva.

Sem a participação efetiva dos meios-campistas na distribuição das jogadas, houve muitos lançamentos.

Foram 14 lançamentos certos e 41 errados.

Em consequência, só duas finalizações certas e três erradas, contra 6 certas e 6 erradas do adversário.

Felipe Azevedo possivelmente seria o titular, mas foi vetado.

O imprevisto colaborou na escalação do Berola desde o início do jogo.

Berola participou da jogada do primeiro gol, contou com a sorte para fazer o segundo, acertou uma finalização, 4 passes certos, 1 errado, e 4 perdas da posse de bola.

Viçosa marcou um gol, sofreu a falta que originou o gol do Berola, fez uma assistência para finalização errada do Juninho, perdeu 5 vezes a posse de bola e foi participativo no combate.

Matheusinho começou a jogada do primeiro gol, quando quebrou a linha de compactação pelo lado esquerdo e passou para Berola tocar para Leandro Silva fazer o cruzamento para Viçosa. Fez uma assistência para finalização, acertou 17 passes, errou 3 e perdeu duas vezes a posse de bola.

Bilu deveria ter entrado no lugar do Berola porque é mais agudo.

A entrada do França, para fazer a recomposição defensiva, chamou o adversário, o time perdeu poder de marcação e ofensivo.

Diego Ferreira entrou para tentar consertar o erro provocado pela entrada do França.

Geovane novamente nada acrescentou.

Destaque para as importantes defesas do Jori, para a força ofensiva do Berola, e para o poder de decisão e participação do Viçosa.

América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Berola (França), Viçosa (Diego Ferreira), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição

Cuiabá:
Victor Souza;
Toty, Leandro Souza (Ednei), Anderson Conceição, Paulinho;
Djavan (Gilmar), Escobar e Alê;
Felipe Marques (Caio Dantas), Júnior Todinho e Rodolfo
Técnico: Itamar Schulle

Gols: Júnior Viçosa, Berola

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P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?

Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.

Roger deveria ser reintegrado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.  Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico  do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:

"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"