terça-feira, 28 de maio de 2019

Brasileiro Feminino A2: Bahia/Lusaca 0 x 2 América-MG

Vitória da superação física, tática e técnica da equipe americana.

Na casa das adversárias, as comandadas pela Kethleen Azevedo jogaram com eficiência defensiva, poder de criação, finalização e decisão.

As americanas neutralizaram o poder ofensivo adversário, marcaram dois gols e criaram oportunidades para ampliar o placar.

A distribuição tática ficou próxima do 4--4-2.

Sem a bola, as 10 jogadoras de linha, com bastante determinação, combateram no campo defensivo.

Carol demostrou segurança e boa colocação na saída do gol.

Novinha e Dani Peré defenderam e atacaram.

Nayara e Fernanda mantiveram a segurança defensiva pelo chão e pelo alto.

Ágata substitui Brenda com perfeição na posição de volante.

Byah e Ronaldinha foram superparticipativas no combate.

Aninha distribuiu talento na troca de passes e lançamentos.

Lilian e Dilene, as artilheiras do jogo, superaram a defesa adversária, até nas jogadas individuais.

O gol marcado pela Dilene, numa arrancada iniciada no campo de defesa e finalizada na grande área adversária, foi o retrato perfeito do alto nível de competitividade da equipe americana.

Aléxia, Keké e Marques também contribuíram na vitória americana.

Parabéns para todas as jogadoras e comissão técnica.

Vamos subir, Coelhas!

América:
Carol;
Novinha, Nandão, Nayara e Dani Peré;
Ágata, Biah, Ronaldinha (Aléxia), Aninha (Marques)
Lilian (Keké) e Dilene.
Técnica Kethleen Azevedo

www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada

domingo, 26 de maio de 2019

Brasil-RS 2 x 1 América-MG

Falhas defensivas, baixo poder de criação e ineficiência ofensiva prevaleceram na derrota americana.

Defeitos físicos, táticos e técnicos foram repetidos.

No setor defensivo, para piorar o que já era ruim, a repetição dos erros de marcação foi aumentada com a falha do Thiago, no segundo gol.

No primeiro gol sofrido, Leandro Silva, novamente, falhou no posicionamento.

O adversário desperdiçou chance de ampliar o marcador, noutra falha do João Paulo, que cabeceou para trás.

Os laterais foram ineficientes na marcação e improdutivos, principalmente Leandro Silva, no apoio.

De acordo com Footstats. Leandro Silva acertou 30 passes, errou 7. Fez cinco lançamentos certos e 5 errados. 

João Paulo fez duas assistências para finalização, acertou 44 passes, errou 10, fez 5 lançamentos certos e dois errados.

Thiago melhorou um pouco a qualidade da troca de passes na saída de bola, mas falhou no fundamento básico do goleiro, que é defender com a mão. Acertou 25 passes e não errou nenhum. 

A escolha do Thiago pelo Barbieri para ser o titular foi bastante precipitada.

Paulão e Pedrão não comprometeram. Enquanto Paulão acertou 59 passes, errou 5, fez 3 lançamentos certos e 6 errados, Pedrão acertou 66 passes, errou 2.

O número elevado de passes dos zagueiros talvez reflita uma possível tendência do modelo de jogo proposto pelo Barbieri. 

Luiz Fernando, que entrou no lugar do Zé Ricardo, se limitou na marcação e na troca de passes para os lados,, e pouco acrescentou. Acertou 37 passes, errou 5. 

A entrada do Christian poderia ter sido mais produtiva.

França só se destacou pela oportunidade desperdiçada. Acertou 7 passes, errou 3.

Felipe Azevedo repetiu a deficiência física para jogar dois tempos e pouco produziu na tarefa ofensiva, acertou 30 passes, errou 3 e fez 3 lançamentos errados. 

Berola, sem preparo físico para ser titular durante os dois tempos, acertou 30 passes, errou 8, fez assistência para o gol do Juninho, duas para finalizações, e errou 4 conclusões. 

Ademir tentou fazer jogadas individuais, mas com erros nos complementos. Deveria simplificar e jogar mais pela esquerda, para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo.

Toscano apareceu mais na disputa de bola na origem da jogada do primeiro gol. Acertou 24 passes, errou 7, fez uma assistência para finalização e errou uma finalização.

Quando Matheusinho começou a aumentar o poder ofensivo, o time sofreu o segundo gol. Acertou 14 passes, errou 3, fez uma assistência para finalização e uma conclusão certa. 

Destaque para o gol do voluntarioso Juninho, que roubou a bola, tocou pro Berola e recebeu na frente para finalizar. Juninho acertou 43 passes errou 5, fez uma assistência para finalização. 

Aliás, Juninho é um dos poucos, ou o único, que evoluiu sob o comando do Barbieri. 

A distribuição tática sem a bola ficou próxima do 4-4-2.

Com a bola se aproximou do 4-2-4, mais as infiltrações dos laterais e volantes.

Posse de bola: 44 x 56
Finalizações certas: 3 x 3
Finalizações erradas:3 x 8

Brasil-RS:
Carlos Eduardo; 
Ednei, Leandro Camilo, Bruno Aguiar e Souza;
Leandro Leite, Carlos Jatobá, Juba (Daniel Cruz) e Branquinho; 
Murilo Rangel (Diogo Oliveira);
 Rafael Grampola (Bruno Paulo)
Técnico: Rogério Zimmermann

América, na formação básica 4-4-2, sem a bola.
Thiago;
Leandro Silva, Paulão, Pedrão e João Paulo;
Felipe Azevedo; Zé Ricardo (Luiz Fernando), Juninho, França (Ademir) 
Neto Berola (Matheusinho) e Toscano
Técnico: Mauricio Barbieri


P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um zagueiro, qualificado, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira

- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?

- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Rafael Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sexta-feira, 24 de maio de 2019

Pré-jogo: Brasil-RS x América-MG

Barbieri deveria optar por escalar os mais bem preparados fisicamente, a fim de maximizar a competitividade, solidificar a consistência defensiva e aumentar a eficiência ofensiva.

O acerto do posicionamento do setor defensivo, para evitar adversários desmarcados na grande área, é consequência da qualidade dos treinamentos táticos.

Falta encontrar alternativas para a bola chegar bem trabalhada ou bem lançada ao ataque.

Paulão, Pedrão e talvez Lima sejam as opções para formar dupla de zaga.

Pedrão vacilou no pênalti cometido contra o Sport, mas tem velocidade de recuperação e imposição física.

Começar a transição com a troca de passes entre Paulão e Pedrão e o recuo para Jori é limitador e arriscado.

O recuo excessivo para Jori, principalmente no pé esquerdo do goleiro, deve ser evitado.

Zé Ricardo tem capacidade para na posição de volante executar a função de armador. Compor a primeira linha de três, no início da transição, melhorar a troca de passes e ser opção para lançamentos em profundidade, a fim de quebrar as linhas defensivas do adversário.

Leandro Silva e João Paulo são limitados na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva.

Felipe Azevedo e Neto Berola não possuem resistência física para exercer a dupla função defensiva-ofensiva pelos lados.

Ambos são mais atacantes do que meias-atacantes, mesmo assim, só suportam um tempo alta intensidade.

A escalação do Felipe Azevedo e Neto Berola desde o início vai provocar a queda de rendimento no segundo tempo e a necessidade de pelo menos duas mudanças obrigatórias.

Ademir e França também demonstraram baixa capacidade física para jogar os dois tempos, mas pareceram suportar mais tempo do que Felipe e Berola.

Para simplificar e variar o posicionamento, Ademir, canhoto, deveria atuar mais vezes pela ponta esquerda, buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

França faria semelhante pelo lado direito.

Com ausência do Matheusinho e Toscano, a posse de bola americana diminuiu.

Zé Ricardo e João Paulo foram os principais distribuidores de jogadas.

Faltaram opções ofensivas para Zé Ricardo trocar passes.

No 4-4-2 sem a bola, Juninho poderia ser opção para reforçar a marcação pela direita e liberar mais um jogador para o contra-ataque.

Juninho carece aumentar a produtividade no campo adversário ou se limitar ao combate no campo de defesa.

Christian é merecedor de uma chance para aumentar o poder de marcação, finalização e qualificar a troca de passes com Zé Ricardo.

Jonatas Belusso, sem a presença do Matheusinho e Toscano, ainda não justificou a titularidade. Belusso tentou mais enfeitar do que qualificar e produzir.

Júnior Viçosa carece ter mais presença de área, mas é participativo no combate fora da área.

Toscano, centralizado, na função de meia-atacante ou atacante, poderá ser mais produtivo, finalizador e decisivo. Precisa pisar mais na área adversária.

Matheusinho, após recuperação de lesão, dever ser opção para o segundo tempo ou começar o jogo no lugar do Berola.

Possível escalação:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Pedrão (Lima),João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Berola (Matheusinho), Toscano, Felipe Azevedo (França);
Belusso (Viçosa)

Sugestões no 4-4-2, sem a bola

Jori;
Leandro Silva, Paulão (Lima), Pedrão (Lima), João Paulo;
Juninho, Zé Ricardo, Christian, França (Ademir, Felipe Azevedo);
Ademir (Berola, Felipe Azevedo, Belusso, Viçosa), Toscano.

ou 4-2-3-1, com e sem a bola
Zé Ricardo, Christian;
França (Berola), Toscano (Matheusinho), Ademir (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Toscano)

no 4-3-3
Christian, Juninho, Zé Ricardo;
França (Berola), Toscano (Viçosa, Belusso), Ademir (Felipe Azevedo)

Brasil x América
sábado, 19h, Bento Freitas
vamos vencer, Coelhão

www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada


P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um zagueiro, qualificado, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Rafael Bilu?

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

quinta-feira, 23 de maio de 2019

Brasileiro Sub-17: América 3 x 0 Bahia

A busca obsessiva pela perfeição deve ser meta de desempenho dos jogadores formados ara ser vencedores.

Apesar da goleada por 3 a 0 e do completo domínio do jogo, faltou mais criatividade, para aumentar o número de finalizações e o poder de decisão.

Venceu por 3, mas deveria ter criado chances para vencer no mínimo por 5 gols de diferença.

Sem considerar o goleiro Guilherme e os zagueiros Guizão e Alexandre, que foram pouco exigidos defensivamente, o restante do time, que iniciou o jogo, tem potencial para ser muito mais produtivo.

Os laterais Matheus Felipe e Diogo possuem características de meio-campistas.

Leo Tortura, Mateus Henrique e Filipe Estrela precisam ser mais finalizadores e eficientes nas conclusões, mas formaram um tripé qualificado na troca de passes e lançamentos.

O trio ofensivo formado pelo Carlos Alberto, PH e Kawê deveria ser mais dinânimco, com constantes trocas de posição.

Carlos Alberto ficou muito fixo pela direita, PH pelo centro e Kawê na esquerda.

Os três carecem de uma maior movimentação, mais poder de finalização e decisão, mas são agudos e dribladores.

O que ainda precisa ser bastante melhorado é a qualidade nos fundamentos básicos dos cruzamentos, finalizações e passes, e preferencialmente evitar a queda antes da possível falta.

Apesar de serem atletas em formação, mesmo assim, precisam chegar mais bem preparados no sub-17, para facilitar e acelerar o desenvolvimento na promoção para o sub-20, e minimizar ou zerar a captação no júnior, no sub-23 e principalmente no profissional.

Do mesmo modo, o controle de qualidade deve ser próximo do total entre os promovidos do sub-14 para o 15, do 15 para o 17 e do 17 para o 20.

O nível de exigência, de esforço e de possibilidades de futuro aproveitamento precisa ser elevado.

Também falta uma integração maior dentro das próprias categorias da base e principalmente entre a base e o profissional.

Muitos jogadores destaques na base são promovidos ao profissional, e os responsáveis pela equipe principal os consideram mal formados e são contratados jogadores promissores, que também foram mal aproveitados nos clubes de origem.

Vale lembrar que a temática pratas da casa e legião estrangeira vem desde os tempos do Miguel Santiago, na coluna De Letra.

Falta um gerente técnico na base, com histórico vencedor, para fazer este acompanhamento entre todas as categorias e o profissional.

No profissional, falta o gerente técnico responsável pela transição.

América:
Guilherme;
Matheus Filipe, Guizão, Alexandre (Lucas Braga) e Diogo (José Henrique);
Leonardo Tortura, Mateus Henrique e Filipi Estrela (Júlio);
Carlos Alberto (Michael), PH (Thales), Kawê (Elenilson)
Técnico: Cauan de Almeida


www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada


terça-feira, 21 de maio de 2019

Brasileiro Feminino A2: América 2 x 1 Bahia/Lusaca

Apesar da oscilação, principalmente no primeiro tempo, e da desatenção no gol sofrido nos acréscimos, o time americano foi bastante competitivo e merecedor da vitória.

Na primeira etapa, faltou tranquilidade do meio-de-campo para a frente, para acertar o penúltimo e último passe.

Brenda foi a meio-campista mais produtiva.

Byah, Ronaldinha e Ágata foram bastante participativas, mas com baixo poder de armação.

Talvez devido a ansiedade ou distanciamento entre elas.

Dilene e Marques foram mais acionadas por meio de lançamentos para disputar a bola com as adversárias.

No segundo tempo, a entrada da talentosa Aninha, aumentou a qualidade no meio-de-campo.

Ágata, mais avançada, teve oportunidade para abrir o placar, ao receber assistência da Dilene e finalizar no travessão.

Aliás, nesta assistência, Dilene, em vez de tentar passar de primeira, optou por dominar e dar o passe com mais segurança, o que na maioria das vezes deveria ser praticado pelas americanas, no campo ofensivo: Dominar, proteger se for necessário, e passar com mais precisão.

No campo defensivo, sem confundir prevenção com afobação, em determinados momentos, a escolha do chutão, em vez de tentar sair jogando, poderia ter sido a melhor opção.

Bola literalmente por mato, porque o jogo é de campeonato, principalmente nos minutos finais, quando vencia por 2 a 0.

Quando entrar na área adversária, as vezes a preferência deve ser chutar para o gol na diagonal, em vez de tentar passar na fogueira.

Destaque para Daniela Peré, pelo golaço marcado de falta e pelas participações na bola parada.  Futuramente, poderia ser avançada para o meio-de-campo.

As jogadas mais perigosas do time adversário foram em tentativas de infiltração pelos lados e nos lançamentos.

Embora o deslocamento constante das atacantes americanas seja interessante, as vezes também pode ser um fato complicador, pela perda de referência da lançadora e/ou passadora.

No jogo de volta na casa delas, talvez seja mas eficiente se as duas atacantes, possivelmente Dilene e Marques, jogarem mais abertas pelos lados, a fim de bloquear ou explorar a subida das laterais adversárias, e abrir espaços para a infiltrações pelo centro da Aninha ou Ágata ou Ronaldinha ou a da meia mais centralizada.

América:
Carol Aquino;
Patrícia, Fernanda, Nayara, Dani Peré;
Brenda, Byah, Ronaldinha, Agata (Novinha);
Marques (Aninha) e Dilene (Lílian).
Técnica Kethleen Azevedo
Gols Dani Peré e Aninha

www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada




segunda-feira, 20 de maio de 2019

América-MG 1 x 2 Sport-PE

A vitória parcial, até aos 45 do segundo tempo, teria evidenciado a limitação física, tática e técnica do elenco americano.

Seria o típico jogo do valeu pelos três pontos.

Em relação aos defeitos ocorridos no Mineiro e Copa do Brasil, houve uma pequena melhoria no posicionamento tático do setor defensivo, nos cruzamentos pelo alto.

Antes de empatar o jogo, o time adversário só teve uma grande oportunidade no primeiro tempo.

As outras 4 finalizações certas do Sport foram defendidas com tranquilidade pelo Jori.

O recuo de bola para o Jori deveria ser minimizado ou feito para o pé direito do goleiro, porque tem mais dificuldade com o esquerdo.

Leandro Silva foi envolvido com facilidade na marcação e muito pouco ofensivo.

O inexperiente Pedrão falhou no lance no pênalti, mas demonstrou velocidade de recomposição e imposição física. De acordo com o Footstats, acertou 32 passes e errou 2.

Paulão salvou um gol, acertou 30 passes, erou 3, fez 3 lançamentos certos e 6 errados.

O experiente João Paulo não acompanhou o adversário na jogada do segundo gol. Tem mais potencial na tarefa ofensiva. Acertou 37 passes, errou 13. Fez 6 desarmes.

Juninho fez a abertura para Ademir iniciar a jogada do gol, acertou 26 passes e errou 6.

O posicionamento do Zé Ricardo foi modificado e a produtividade diminuiu em relação ao potencial do jogador. Acertou 29 passes, errou 2.

Felipe Azevedo, na função de meia centralizado, foi mais produtivo e eficiente nas finalizações. Acertou 3. Na distribuição das jogadas, pouco produziu. Só 16 passes certos.

Berola abusou do excesso de individualidade, acertou 8 passes e uma finalização.

Felipe Azevedo e Berola, novamente, demonstraram falta de preparo físico para jogar em alta intensidade, durante dois tempos.

Sempre que foram escalados desde o início, o desempenho, na maioria das vezes irregular no primeiro tempo, despencou no segundo tempo.

Ademir e França aumentaram um pouco o poder ofensivo, mas também parecem sem condições físicas para dois tempos.

Ainda assim, talvez tivesse sido mais interessante, se Babieri optasse pela escalação do Ademir e/ou França desde o início  no lugar do Felipe Azevedo e/ou Berola, e por Christian, no lugar do Toscano.

A entrada do Moreli no lugar do Berola também foi equivocada.

Moreli tem muito mais potencial na função de volante.

Ademir deveria ter sido a primeira opção de mudança.

Assim, Christian poderia ter substituído França e a outra mudança poderia ser Júnior Viçosa no lugar do Jonatas Belusso, que ainda não justificou a contratação.

Belusso acertou 8 passes e errou 6.

A derrota de virada, só aumentou a certeza da falha de planejamento e excesso de presunção em não contratar reforços necessários para o começo da Série B, inclusive os solicitados pelo Givanildo, no fim do Mineiro.

Se com Matheusinho e Toscano havia a carência de reforços, a ausência dos dois titulares aumentou a deficiência técnica da equipe.

Existe a necessidade urgentíssima de reforços qualificados, com experiência em pelo menos competições da Série B.

Também seria interessante a contratação de um diretor de futebol, com experiência de vestiário e reforçar a equipe de preparadores físicos, porque o trabalho anterior deixou a desejar.

Aliás, os erros cometidos nas decisões sobre o futebol devem ser compartilhados.

Copiado e colado da postagem Cruzeiro 3 x 0 América, defeitos e necessidades de melhorias para a série B.

http://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/cruzeiro-3-x-0-america-defeitos-e.html

------------------------------------------------------------------------

Na estrutura hierárquica estão Salum e os componentes do Conselho de Administração formado pelo Batista,  Dower, Fabiano e Racilan.

Se não viram o erro, erraram por não ter visto.

Se viram o erro e nada fizeram para acertar, foram coniventes.

Se viram o erro, tentaram mas não conseguiram acertar, faltou capacidade para fazer o acerto.

É bom destacar que segundo Salum, em entrevista na Itatiaia no fim de 2018, todas as decisões são tomadas em conjunto pelos componentes do Conselho de Administração.

-------------------------------------------------------------------------

América
Jori;
Leandro Silva, Pedrão, Paulão e João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho;
Berola (Morelli), Felipe Azevedo (Ademir), França (Christian);
Jonatas Belusso.
Técnico: Barbieri

Sport
Maílson;
Norberto, Rafael Thyere, Adryelson e Sander;
Charles, João Igor (Leandrinho) e Sammir (Hyuri);
Ezequiel, Guilherme e Hernane (Elton).
Técnico: Guto Ferreira

Gol: Ademir, aos 25’ do 2ºT (América); Guilherme, aos 45’ do 2ºT (Sport); Hyuri, aos 49’ do 2ºT (Sport)


www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada


P.S. quase fixo.

A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.

Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um zagueiro, qualificado, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado.

Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos.

Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:

- Um lateral com poder de marcação.
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão.
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão.

Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.

sexta-feira, 17 de maio de 2019

Mineiro Sub-20: América 2 x 1 Serranense.

O resultado não correspondeu a superioridade americana, principalmente no primeiro tempo, quando criou e desperdiçou oportunidades.

Eisten, Guilherme Borges, João Gabriel, Vitão e Guilherme tiveram chances para fazer o primeiro gol e ampliar o marcador.

No segundo tempo, Guilherme abriu  o placar, mas num lance de contra-ataque, Zé Vitor fez pênalti e levou o segundo amarelo.

Elzo defendeu a cobrança da penalidade.

O time americano tentou buscar o segundo gol, mas noutro lance de contra-ataque, o juiz marcou bola na não do Luisão.

Depois de sofrer o gol de empate e com um a menos, o jogo ficou equilibrado, durante alguns momentos, até Felipe Clemente desempatar.

Após o desempate, Renan e Felipe Clemente tiveram chances para ampliar.

Elzo parece que está mais seguro e mais rápido na saída do gol.

Eisten tem muito potencial para defender e atacar. Formou uma dupla interessante pela direita, com
Roni, que tem habilidade, precisa buscar mais a linha de fundo em jogadas de velocidade.

Renan e Guilherme Borges carecem ter mais poder de finalização.

Vitão e Guilherme necessitam acertar mais vezes a tomada de decisão e a finalização, mas incomodam bastante a defesa adversária.

Felipe Clemente pareceu ter mais potencial para jogar centralizado, talvez até na função de meia-centralizado.

João Gabriel é o meio-campista que joga de uma área a outra.

Lucas Luan merece oportunidade para jogar no meio-de-campo porque tem o toque de bola diferenciado.

Falta aprimorar a eficiência no último passe e nas finalizações, mas é um time bem organizado, competitivo e com proposta ofensiva.

América:
Elzo;
Einstein, Luisão, Zé Vitor, Lucas Luan (Gustavo Marques);
Renan, Guilherme Borges, João Gabriel (Thalys);
Roni (Felipe Clemente), Vitão (Carlos Junio), Guilherme (Lucas)
Técnico Paulo Ricardo

Gols: Guilherme e Felipe Clemente

www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada

Brasileiro Sub-17: Internacional 3 x 1 América

O sub-17 americano é o time do quase.

Quase acertou o passe, quase acertou o cruzamento, quase acertou a assistência, quase fez o gol.

Muitos erros de fundamentos básicos, que já deveriam ter sido corrigidos pela comissão técnica do sub-17 e do sub-15.

Pouca evolução, para muito potencial.

A metodologia de trabalho e/ou técnicos precisam ser repensados.

Depois, no sub-20, contratam uns 15 jogadores de outros clubes, que geralmente também foram mal trabalhados.

O DNA captador passa a superar o DNA formador e nada é mudado.

E sem contar as categorias abaixo do sub-14.

Por que tão poucos são aproveitados e chegam mais bem preparados no 15?

www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada