quarta-feira, 12 de julho de 2017

América 2 x 0 Boa

Apesar de praticamente quatro mudanças em relação aos últimos jogos, sem Christian, Ernandes, Hugo Cabral e Renan Oliveira, que saiu aos 29 minutos do primeiro tempo, o time americano repetiu o modelo de jogo, teve consistência defensiva, proposta ofensiva e eficiência nas finalizações.

Vale lembrar, que Renan Oliveira teve importantes e decisivas participações nas partidas anteriores.

A força do futebol coletivo mais a determinação e o talento individual do Ruy resultaram na vitória do Coelhão.

O Boa só levou perigo numa finalização fora da área no primeiro tempo.

Matheusinho e Pará tiveram oportunidades para ampliar o placar em finalizações dentro da área.

América teve mais posse de bola, controle do jogo e mais poder de finalização.

Ainda assim, Bill e Luan precisam aumentar o índice de aproveitamento no complemento das jogadas, finalizações certas e gols marcados.

João Ricardo: Uma defesa importante no primeiro tempo.

Norberto: Combativo na defesa. Começou a jogada do segundo gol, quando arrancou com a bola dominada e passou para Ruy finalizar.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva.

Pará: Combativo na defesa. Uma finalização dentro da área.

Zé Ricardo: Perdeu uma posse de bola que gerou contra-ataque e a única finalização perigosa do Boa. Combateu, desarmou e apoiou. Passou para Ruy marcar o primeiro gol.

David: Apareceu mais no segundo tempo na troca de passes para cadenciar o jogo.

Matheusinho: Participativo. Uma finalização perigosa dentro da área.

Renan Oliveira: Não apareceu.

Luan: Combativo, mas pouco produtivo.

Bill: Assistência para Pará, gerou a expulsão do goleiro, mas precisa ser mais decisivo. Atacante vive de gols.

Ruy: Uma assistência para Matheusinho e dois golaços.

Magrão e Neto Moura: Pouco acrescentaram

Enderson Moreira: A organização tática foi mantida, independentemente dos adversários e de jogar dentro ou fora da Arena do Coelhão. Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Felipe Amorim no lugar do Luan, para tentar recuperar o jogador como opção para o lado direito ofensivo.

A presença de público deveria ter sido bem superior a 2.921.

AMÉRICA 2 x 0 BOA ESPORTE

América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Pará;
David, Zé Ricardo;
Matheusinho (Magrão), Renan Oliveira (Ruy), Luan (Neto Moura);
Bill
Técnico: Enderson Moreira

Boa Esporte
Daniel Luiz;
Ruan, Caique, Júlio Santos e Paulinho;
Escobar (Geandro) , Diones e Fellipe Mateus;
Thaciano, Reis (Fabrício) e Wesley (Casagrande)
Técnico: Nedo Xavier

Gols: Ruy

terça-feira, 11 de julho de 2017

América-MG: Pré-jogo Boa

Times ganham jogos, equipes fazem boas campanhas e conquistam títulos.

A primeira linha defensiva será formada por Norberto, Messias, Rafael Lima e Pará.

O retorno do Norberto poderá aumentar a consistência defensiva pelo lado direito.

Na esquerda, o desempenho ofensivo do Pará ainda é superior ao defensivo.

Zé Ricardo e David formarão a dupla de volantes.

A suspensão do Ernandes seria a chance de Christian retornar a função de volante e formar com Zé Ricardo um dupla combativa, dinâmica e com resistência física para defender e atacar.

David mostrou qualidade na troca de passes. Poderá até jogar um pouco mais avançado para formar uma linha de quatro com Matheusinho, Renan Oliveira e Luan.

Hugo Cabral estreou bem contra o Criciúma, mas não engrenou nem na direita nem na esquerda.

Embora tenha mais potencial para jogar centralizado, Matheusinho deve ser a opção para melhorar o desempenho ofensivo pela direita.

Renan Oliveira, o meia centralizado, deverá jogar mais avançado para aumentar o poder de finalização. Poderá até revezar com Matheusinho pela ponta.

O competitivo Luan será o meia-atacante do lado esquerdo, onde prefere jogar e poderá render mais. Precisa acertar mais os complementos das jogadas.

Felipe Amorim, Hugo Cabral, Magrão e Ruy devem ser as alternativas de reposição.

Bill terá a missão de melhorar o desempenho individual e ser mais decisivo nas conclusões.

Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Pará;
Zé Ricardo, David;
Matheusinho, Renan Oliveira, Luan;
Bill
Técnico Enderson Moreira

terça-feira, 20h30, Arena do Coelhão.

Vamos vencer Coelhô!

Copa BH Feminina: América 5 x 1 Prointer

Na primeira conquista da Copa BH Feminina em 2016, foi postado este comentário:

O futebol feminino também é grato àqueles que o engrandecem.

Embora o América tenha sido campeão invicto da Copa BH, a conquista deve ser compartilhada com todos os participantes da competição.

Apesar de ainda estar abaixo do merecido, houve aumento da divulgação nos jornais, nas redes sociais, nos programas esportivos de TVs e rádios.

Na vitória sobre o Manchester por 3 a 0, Aninha demonstrou habilidade ao marcar um golaço em jogada individual. Bruna Rebelde e Dilene completaram o placar.

As adversárias foram resistentes, mas prevaleceu a disciplina tática, a força ofensiva e o poder de decisão das americanas.

Entre os torcedores presentes no Baleião, José Alves veio de Itabira para participar do momento histórico do primeiro título conquistado pelo América no feminino.

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Um ano depois, o time americano conquistou de forma invicta o bicampeonato da competição, ao derrotar o Prointer por 5 a 1. Mas novamente, a grande conquista foi do Futebol Feminino.

Pela primeira vez a final de um campeonato feminino foi disputada em um grande estádio, no caso, a Arena do Coelhão.

Na arquibancada, a torcida americana e a do Prointer compareceram ao Independência e ocuparam o mesmo lado da Pitangui para prestigiar e incentivar os respectivos times.

Com tanta violência não apenas no futebol, é uma situação de espírito esportivo que deve ser enaltecida.

José Alves novamente veio de Itabira para desta vez participar do momento histórico do terceiro título conquistado pelo América no Feminino. Duas Copa BH e um Mineiro.

O público presente foi 2.617.

A TV Coelho transmitiu a partida, com alcance de publicação estimada em 36 mil visualizações.

Houve divulgação do América Futebol Clube e dos patrocinadores: Caixa, Fisio Sport Solution e Kick Ball.

Aliás, Rosaura da Kick Ball também compareceu ao evento.

O Grupo do whats Futebol Feminino em Ação, as páginas do facebook e perfis do instagram Futfem24hs e Paginafutebolfeminino e outras redes sociais colaboraram na divulgação

Com um pouco mais de investimento por parte do América, com novos patrocinadores, o retorno dentro e fora de campo será ainda maior.

Mas nem tudo são flores.

Dilene ainda está a espera da cirurgia no joelho, Lo se lesionou na semifinal contra o Manchester e parece que o contrato com o time feminino precisa ser renovado para a disputa do Mineiro.

Vale lembrar que a indefinição sobre a continuação do futebol feminino ocorrida entre outubro do ano passado e fevereiro deste ano provocou a saída de jogadoras titulares para outros clubes e prejudicou o desempenho no Brasileiro da Série A2.

A presença da torcida americana deve ser maior em todos os jogos das competições disputadas.

Na goleada sobre Prointer, as adversárias começaram mais agressivas e tiveram oportunidades para fazer o primeiro gol.

As americanas resistiram, equilibraram a partida e começaram a controlar o jogo.

Bruna Rebelde, improvisada na zaga, e Fernanda fizeram os dois primeiros gols.

Destaque para o lance em que Rebelde quase marcou um gol de bicicleta.

Tábata, novamente em cobrança de falta, marcou o terceiro.

A experiente Patrícia, com determinação de sub-20, fez o quarto gol em cruzamento perfeito da Nathália de pé esquerdo.

Tatá, atacante de velocidade que deveria ser contratada pelo América, marcou o gol do Prointer.

Nathália marcou o quinto em cobrança de pênalti, sofrido pela Beiral.

Aninha poderia ter jogado mais avançada pela direita, com Beiral mais centralizada, nas costas das zagueiras.

Bia, improvisada na lateral esquerda, foi a surpresa positiva.

Manu, Rayane e Thalita poderiam ter entrado para completar as seis substituições.

América:
Camila;
Rosinha, Fernanda (Ana Vitória), Bruna Rebelde, Bia;
Patrícia, Nathália;
Aninha, Daniela Bruno (Duda);
Beiral (Izabela) e Tábata.
Técnico Victor Alberice

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Mineiro Sub-20: América 0 x 0 Betinense

Sem demonstrar sintomas de evolução, o Coelhãozinho empatou com o Betinense, em jogo realizado no Lanna Drumond.

Apesar de Lucas Luan e Victor Emiliano terem desfalcado o time americano, o rendimento nos três jogos disputados no Lanna Drumond, foi nivelado por baixo, com equilíbrio entre os times, sem superioridade americana sobre os adversários.

Até na vitória sobre o Ponte Nova por 4 a 1, o desempenho só melhorou um pouco no segundo tempo, depois da entrada do Kennedy, Lucas Luan e Victor Emiliano, e a expulsão de um jogador adversário.

No empate com Figueirense sem gols, também prevaleceu o baixo nível técnico e tático.

Na derrota para o Atlético por 3 a 1, na casa do adversário, os três gols sofridos foram no primeiro tempo.

Contra o Betinense, um adversário também foi expulso, no segundo tempo.

Ainda assim, jogar com um mais não aumentou a vantagem competitiva do Coelhãozinho.

No primeiro tempo, foram três finalizações erradas.

Na segunda etapa, houve pelo menos três conclusões certas. Ronaldo acertou o travessão, o goleiro defendeu um chute de longa distância do Kennedy e teve uma finalização salva pelo zagueiro.

Ou o time é bastante limitado tecnicamente e está jogando no limite da produtividade, ou o técnico ainda não conseguiu extrair parte do potencial dos atletas em formação, ou união das duas situações.

Mas pelo histórico de alguns jogadores, pela habilidade demonstrada em alguns lances, o mais provável é que existem falhas na preparação.

Principalmente os jogadores que estão no último ano de júnior, precisam estar mais bem preparados para melhorar a perfomance, a fim de ser aproveitados no profissional.

O processo de transição é bastante complexo, inclusive para quem é destaque nas categorias de base, mas talvez pelo fato de o time não ter se encaixado coletivamente, os destaques individuais são poucos.

Quando falta destaque coletivo e são poucos destaques individuais, a metodologia de trabalho deve ser repensada ou trocada.

Mesmo para um time que participa de poucas competições, o rendimento no Lanna Drumond deveria ser bastante superior contra adversários menos qualificados.

América:
Alex;
Felipinho (Ronaldo), Luis Henrique (Davi), Rafael Batista, Michel (Diego);
Renan, Marcos (Kennedy);
Gabriel (Saulo), Leo Lucas (Marcinho), Guilherme;
Pilar

sábado, 8 de julho de 2017

Paraná 1 x 1 América-MG

O confronto entre América e Paraná foi bastante disputado, equilibrado e decidido em lances de bola parada.

No primeiro tempo, o adversário teve chances de abrir o placar, mas não aproveitou.

As duas principais jogadas ofensivas do time paranaense foi pelos lados.

Na primeira pela direita, Brock recebeu lançamento nas costas do Christian e fez um cruzamento rasteiro para João Pedro, livre da marcação do Pará, finalizar e João Ricardo defender. Pará estava do lado do jogador adversário no início da jogada, mas não acompanhou.

Na segunda, com um erro do Pará na saída de bola, Rafael Lima não cortou, e João Pedro novamente finalizou para João Ricardo fazer outra grande defesa salvadora.

O time americano também teve duas chances de gols.

Hugo Cabral, na única jogada certa fez um cruzamento pela esquerda, Renan Oliveira tentou finalizar e a bola sobrou para Bill, dentro da pequena área, chutar em cima do goleiro.

O gol marcado pelo Renan Oliveira, começou numa cobrança de falta sofrida pelo Bill. Pará bateu na cabeça do Messias, que passou para Renan completar.

No segundo tempo, o gol de empate foi devido a uma falha de marcação na cobrança do escanteio. Gabriel Dias, entre dois jogadores, cabeceou para empatar.

Depois dos 22 minutos, com um jogador a mais, o time americano tentou aumentar a ofensividade, finalizou mais, mas sem eficiência nas conclusões.

A cabeçada do Luan em um cruzamento do Pará foi a finalização mais perigosa salva pelo goleiro Richard.

Embora a consistência defensiva tenha ficado mais vulnerável pelos lados no primeiro tempo e o gol sofrido em cobrança de escanteio, os comandados do Enderson Moreira mantiveram a organização tática, postura ofensiva e competitividade.

O lado ofensivo pela direita continuou preocupante.

A titularidade do Hugo Cabral, por qualquer um dos lados, deve ser pensada.

Um ponto conquistado fora de casa, contra um adversário bastante competitivo, pode ser considerado um bom resultado, em um campeonato de resistência, principalmente porque houve demonstração da possibilidade de conquistar a vitória.

Independentemente de ser visitante ou mandante o modelo de jogo quase sempre foi repetido, na maioria dos jogos disputados.

Posse de bola: 48 x 51
Finalizações certas: 4 x 5
Finalizações erradas: 4 x 7
Passes certos: 270 x 302
Passes errados: 45 x 40
Cruzamentos certos: 5 x 7
Cruzamentos errados: 12 x 12

João Ricardo: Duas defesas salvadoras no primeiro tempo.

Christian: Uma falha na marcação pelo lado, mas participativo e combativo.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva. Não foram os responsáveis pela marcação no gol sofrido em cobrança de escanteio. Messias participou da jogada do gol do Renan Oliveira.

Pará: Na parte defensiva falhou duas vezes. Numa delas não acompanhou João Pedro. Na outra, errou a saída de bola, e João Pedro ficou livre para finalizar. Na parte ofensiva, cobrou a falta que originou o gol do Renan Oliveira, acertou 48 passes, errou 5, fez três assistências para finalização, 4 cruzamentos certos e 5 errados.

Zé Ricardo e Ernandes: Participativos na marcação e nos desarmes. Zé Ricardo jogou todo o segundo tempo com um cartão amarelo.

Hugo Cabral: Tanto pela direita quanto pela esquerda novamente deixou a desejar. Acertou um cruzamento. Fez um cruzamento certo, acertou 8 passes e errou 3, perdeu 6 vezes a posse de bola.

Renan Oliveira: Pouco poder de criação, mas presença de área no cruzamento do Hugo do Cabral e no gol feito.

Luan: Repetiu a competitividade, ajudou na marcação. Acertou 24 passes, errou 7. Perdeu 8 vezes a posse de bola, fez três desarmes, três finalizações certas e uma errada. Com a sequência de jogos, a tendência é aumentar a produtividade. Talvez seja mais produtivo se jogar sem posição fixa do meio para frente.

Bill: Desperdiçou uma oportunidade dentro da pequena área. Precisa ser mais artilheiro mais decisivo.

Norberto: Reforçou a marcação pelo lado direito.

Ruy: Não aumentou a criatividade do time.

Mike: Não aumentou a ofensividade pela direita.

Enderson Moreira: O desempenho do time americano dependeu mais do coletivo implantado no modelo do jogo, do que do rendimento individual de algum jogador. Os comandados do Enderson Moreira mantiveram a organização tática, a competitividade e a combatividade.

Paraná 1 x 1 América

Paraná
Richard;
Junior, Rayan, Eduardo Brock e Igor;
Zezinho, Gabriel Dias, Robson, Renatinho e João Pedro (Minho);
Rafhael Lucas (Wallace)
Técnico: Cristian de Souza

América:
João Ricardo;
Christian (Norberto), Messias, Rafael Lima e Pará;
Zé Ricardo, Ernandes;
Hugo Cabral (Ruy), Renan Oliveira (Mike) e Luan;
Bill
Técnico: Enderson Moreira

Gols: Renan Oliveira, Gabriel Dias

quinta-feira, 6 de julho de 2017

América-MG: Pré-jogo Paraná

A melhoria deve ser contínua. Até em time que está vencendo também se mexe para buscar a formação ideal.

Apesar das vitórias nos dois últimos jogos, é bom destacar alguns pontos vulneráveis:

- Contra o Luverdense fora de casa, que foi um adversário mais agressivo, a defesa americana ficou menos consistente pelos lados com Christian e Pará.

- Contra o Brasil de Pelotas, que foi um adversário menos agressivo, Christian e principalmente Pará foram produtivos no apoio.

Quando Norberto saiu do time por lesão era um dos destaques do time na marcação, desarme e apoio.

O retorno do Norberto na lateral direita, do Ernandes na esquerda e do Christian na função de volante poderão ser opções de mudanças do Enderson Moreira, sem alterar o modelo de jogo.

Deste modo, a primeira linha seria formada pelo Norberto, Messias, Rafael Lima e Ernandes.

Christian e Zé Ricardo formariam uma dupla de volantes acostumados a jogar juntos desde a base com facilidade e intensidade para defender, atacar e finalizar.

David é opção para qualificar o passe e cadenciar o ritmo do jogo.

A terceira linha com a presença de três meias ainda está indefinida.

O ponto mais falho é a produtividade pelo lado direito.

Matheusinho foi o mais eficiente, porém é mais produtivo centralizado.

Renan Oliveira também é opção, com Ruy pelo centro.

Hugo Cabral e Luan têm mais potencial na esquerda. Ambos precisam perder menos a posse de bola e acertar mais os complementos das jogadas.

Hugo Cabral tem mais velocidade que Luan, mas Luan é mais competitivo e passa a impressão de que, com a sequência de jogos e mais bem preparado fisicamente, será mais produtivo que Hugo Cabral, que não engrenou o rendimento com as oportunidades seguidas.

Ainda Felipe Amorim para a direita, Ruy para o centro e Magrão para a esquerda.

A produtividade do Magrão, mesmo com erros de cruzamentos, ainda é maior do que do Hugo Cabral.

Se Bill repetir a boa atuação contra o Brasil de Pelotas será bastante produtivo e eficiente.

Provável time:

João Ricardo;
Norberto (Christian), Messias, Rafael Lima, Ernandes (Pará)
Christian (Ernandes), Zé Ricardo;
Luan (Matheusinho, Renan Oliveira), Renan Oliveira (Matheusinho, Ruy), Hugo Cabral (Magrão)
Bill

Paraná x América
Brasileiro Série B
sexta-feira, 21h30, Vila Capanema, Curitiba


terça-feira, 4 de julho de 2017

Copa BH Feminina: América 5 x 1 Manchester

Embora a partida tenha sido bastante disputada, o América goleou o Manchester, pela semifinal da Copa BH Feminina.

No primeiro tempo, Patrícia teve chance de abrir o placar, mas a goleira adversária evitou o gol.

Beiral e Bruna Rebelde marcaram os dois primeiros gols, em lançamentos finalizados dentro da área.

Camila fez uma grande defesa, em um chute de longa distância.

No segundo tempo, Mariana Pires, em cobrança de pênalti sofrido pela Beiral, marcou o terceiro gol.

Bruna Rebelde, dentro da área, marcou o quarto.

Claudinéia, em um chute no ângulo, fez o único das adversárias.

Camila ainda fez outra grande defesa.

Ana Vitória desperdiçou uma oportunidade dentro da área.

Duda marcou o quinto gol, ao completar com categoria e precisão uma jogada de roubada de bola da Bia, pela esquerda.

Mayara, na seleção sub-20, Fernanda e Nathália, lesionadas, e Dilene, a espera da cirurgia no joelho, desfalcaram o time.

Bruna Rebelde e Mariana formaram uma dupla de zaga bastante eficiente na marcação. Rebelde ainda marcou dois gols.

Rosinha defendeu e apoiou com muita intensidade.

Lo saiu machucada no primeiro tempo.

Patrícia, que foi para o lugar da Lo na lateral-esquerda, foi um dos destaques do time. A experiente jogadora defendeu, atacou e cobrou empenho das companheiras.

Duda, que substituiu Lo, foi muito participativa na parte ofensiva e demonstrou potencial para disputar a titularidade.

Hingredy foi participativa no combate.

Daniela Bruna, tem grande potencial, mas precisa jogar mais avançada, partir com a bola dominada e finalizar.

Aninha e Tábata, talvez devido ao desgaste provocado pelo confronto de quarta-feira contra o UDA, não marcaram gols. Aninha saiu no intervalo.

Beiral marcou um gol e sofreu pênalti. Rendeu mais pelo centro. O rendimento poderá ser maior se jogar centralizada ou infiltrar pela diagonal, com Aninha e Tábata nos extremos opostos.

Isa e Rayane poderiam ter entrado para pegar ritmo de jogo.

A final da competição vai ser contra o Prointer, provavelmente no próximo domingo, em campo neutro.

América:
Camila;
Rosinha, Bruna Rebelde (Thalita), Mariana, Lo (Duda);
Hingredy, Patrícia;
Aninha (Ana Vitória), Daniela Bruno;
Beiral (Bia) e Tábata.
Técnico: Victor Alberice
Gols: Beiral, Bruna Rebelde (2), Mariana e Duda.

segunda-feira, 3 de julho de 2017

América-MG 3 x 0 Brasil de Pelotas

Na goleada sobre o Brasil de Pelotas, o time americano repetiu a organização tática, a consistência defensiva, o poder de criação e foi eficiente nas finalizações.

Independentemente dos escalados e dos adversários, o modelo de jogo está praticamente definido, e funcionou na maioria dos jogos disputados nesta Série B.

O Brasil de Pelotas foi completamente dominado, sem força ofensiva e com falhas defensivas.

A proposta de jogo foi do Coelhão, que teve mais posse de bola, finalizou e acertou mais vezes as conclusões.

Hugo Cabral foi o único com rendimento bem abaixo do desejado.

Christian, Messias, Rafael Lima, Pará, Zé Ricardo, Renan Oliveira, Bill e a eficiência do Matheusinho foram os principais destaques.

Posse de bola: 61% x 39%
Finalizações certas: 6 x 0
Finalizações erradas: 9 x 6
Passes certos: 404 x 222
Passes errados: 38 x 42
Cruzamentos certos: 2 x 0
Cruzamentos errados: 17 x 14

João Ricardo: A única participação mais efetiva foi quando saiu da área para cortar um lançamento.

Christian: Demonstrou habilidade em dois lances, quando dominou com facilidade bolas aéreas. Combateu e apoiou.

Messias e Rafael Lima: Mantiveram a segurança defensiva.

Pará: Destaque pelo gol marcado em cobrança de falta, assistência para o gol do Renan de Oliveira e outra para finalização do Luan.

Ernandes: Combativo e participativo.

Zé Ricardo: Combateu, desarmou, participou do início e do complemento da transição ofensiva.

Renan Oliveira: Participou da marcação, marcou um gol e acertou outra finalização. Acertou 42 passes e errou três. Duas finalizações certas e uma errada.

Luan: Foi mais produtivo do que nos últimos jogos. Mais bem preparado fisicamente poderá render mais do que rendeu. Acertou uma finalização e errou quatro.Precisa diminuir o número de passes errados e perder menos a posse de bola.

Bill: Combateu, marcou um gol, cabeceou na trave, recuado fez o pivô, recebeu falta que originou o gol do Pará, sofreu outra falta que resultou na expulsão do adversário. Foram 23 passes certos, três errados. Três assistências para finalizações, duas finalizações certas. Mais bem preparado fisicamente poderá render mais do que rendeu.

Hugo Cabral: Improdutivo na direita e na esquerda. Perdeu 8 vezes a posse de bola. Tem velocidade, mas precisa acertar mais a tomada de decisão entre driblar, passar e finalizar, e acertar o que for decidido.

Matheusinho: Duas assistências para Bill finalizar. Na de pé esquerdo, Bill cabeceou no travessão. Na de pé direito, partiu pra cima, avacoelhou geral, e deixou Bill na cara do gol.

David: Qualificou a troca de passes. Acertou 12 e não errou nenhum.

Ruy: Participou da construção da jogada do terceiro gol, ao lançar para Matheusinho.

Enderson Moreira: Na construção do time durante a competição, sem poder contar com os titulares idealizados, conseguiu montar um modelo de jogo bem organizado taticamente. Ainda recuperou alguns jogadores bastante criticados, que se mantiverem o rendimento poderão ser opções de titularidade.

América 3 X 0 Brasil de Pelotas

América:
João Ricardo;
Christian, Messias, Rafael Lima e Pará;
Ernandes, Zé Ricardo;
Hugo Cabral (Matheusinho), Renan Oliveira, Luan (David);
Bill.
Técnico: Enderson Moreira.

Brasil de Pelotas:
Eduardo Martini;
Wender (Ednei), Leandro Camilo, Evaldo, Breno;
João Afonso, Itaqui, Rafinha, Wagner;
Marcinho, Lincom (Rodrigo Silva).
Técnico: Rogério Zimmermann.

Gols: Renan Oliveira, Pará e Bill