Consistência defensiva, intensidade competitiva e eficiência ofensiva devem ser a meta de alto desempenho do time americano, a fim de vencer o jogo sem depender da sorte.
Independentemente do goleiro escalado, a vulnerabilidade defensiva começa pelo lateral, na origem dos cruzamentos, e termina nos erros de posicionamento dos zagueiros e do lateral oposto, na conclusão das jogadas pelos adversários desmarcados.
Ainda as falhas de marcação na recomposição defensiva dos meias-atacantes e volantes adiantados.
Devido ao início de campanha ruim e da inconsistência defensiva, talvez a escalação do experiente Fernando Leal seja mais amenizadora, até para preservar o potencial do sub-23 Jori.
Embora seja bastante promissor, Jori está na fase em que se sofrer gol de pênalti será criticado.
Diego Ferreira e Leandro Silva, pela direita, João Paulo e Sávio, pela esquerda, são mais produtivos na tarefa ofensiva do que defensiva.
Talvez Diego Ferreira seja mais intenso para defender e atacar do que Leandro Silva, mas o rendimento cai no segundo tempo.
Escalar dois laterais sub-23 neste momento crítico de sair da zona de rebaixamento pode ser arriscado.
Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares pelo chão e pelo alto.
Ricardo Silva ainda tem dificuldades na saída de bola com o pé esquerdo.
Sem a contratação de um quarto-zagueiro, Lima passou a ser esperança da qualificação defensiva, pelo menos na saída de bola.
Com a utilização de três volantes, o meio-de-campo fica mais marcador, porém menos criativo e ineficiente nas finalizações, sem a presença de um meia centralizado.
Juninho e Maranhão compartilham características e funções parecidas.
Ambos carecem melhorar a qualidade no passe, finalizações e assistências, mas são dinâmicos, ocupadores de espaço e bem preparados fisicamente.
Juninho poderia fazer a recomposição pelo lado direito.
Maranhão também poderia colaborar mais na marcação pela esquerda.
A distribuição tática ficaria mais equilibrada e qualificada com dois volantes e um meia centralizado.
Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais avançado, na posição que se destacou na base pelo passe vertical, poder de finalização e lançamentos em profundidade.
É bom lembrar, que Christian e Zé Ricardo formaram na base uma dupla bastante dinâmica, mas nenhum deles foi primeiro volante.
Com dois volantes, Michel Bastos e Toscano seriam opções para meia centralizado.
Toscano poderia começar o jogo porque está com mais ritmo, mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.
Outra possibilidade futura é Michel Bastos e meia-centralizado e Toscano de centroavante.
O imprevisto colaborou no aumento da efetividade ofensiva, na vitória sobre o Londrina por 4 a 3.
Viçosa voltou a ser titular porque Belusso machucou contra o Paraná.
A entrada do Berola durante o intervalo foi motivada pelas dores sentidas pelo Felipe Azevedo.
Berola e Viçosa foram os destaques.
O trio titular ofensivo deveria ser Berola, o americano com mais assistências para gols, Viçosa, o artilheiro da equipe, e Matheusinho, o líder de assistências do time com a bola rolando para finalizações.
As tentativas de utilizar Berola e Felipe Azevedo, desde o início de uma partida. provocaram a necessidade de mudanças no segundo tempo devido a queda de rendimento físico.
Apesar da limitação na recomposição defensiva, Berola é mais agudo que Felipe Azevedo, chama a responsabilidade e parte pra cima.
Matheusinho precisa ter mais eficiência nas finalizações, mas é bastante participativo na recomposição, na distribuição das jogadas e nas assistências para finalização.
Felipe Azevedo é mais finalizador pelo centro.
Bilu é opção de velocidade e impetuosidade.
Viçosa é mais decisivo que Belusso, além de colaborar na bola alta defensiva.
Possível escalação, na formação básica 4-3-3:
Fernando Leal (Jori);
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Juninho (Toscano), Zé Ricardo, Maranhão (Michel Bastos);
Berola (Bilu), Viçosa, Matheusinho
Possibilidades de escalação, na formação básica 4-2-3-1
Fernando Leal (Jori)
Diego Ferreira (Leandro Silva), Paulão, Ricardo Silva, João Paulo (Sávio, Maranhão);
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Berola (Bilu), Toscano (Michel Bastos), Matheusinho;
Viçosa (Toscano)
América x Cuiabá
sábado, 19h, Arena do Coelhão.
Acredita, América!
Vamos vencer, Coelhão!
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twitter.com/Avacoelhada
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
sexta-feira, 16 de agosto de 2019
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
América-MG 4 x 3 Londrina-PR
Atitude vencedora, determinação e eficiência ofensiva no segundo tempo superaram os erros defensivos, táticos e técnicos.
Embora nem sempre seja possível, devido ao maior desgaste físico provocado pelo esforço excessivo, quando faltar técnica, a força de vontade deve ser o diferencial competitivo, na busca obstinada pela vitória.
Zé Ricardo foi o retrato perfeito da superação americana.
No primeiro gol sofrido, errou o passe no campo ofensivo e gerou contra-ataque, sem recuperação do setor defensivo.
Mas teve personalidade para continuar participativo no jogo e ainda garantir a vitória, ao marcar o quarto gol.
O coração na ponta da chuteira prevaleceu.
No segundo e terceiro gols:
-----------------------------------------------------------
"A bola sobrou para Safira, que finalizou. O chute desviou, bateu no peito do volante Willian Maranhão, do América, e morreu nas redes de Jori: 2 a 1."
"Mais uma vez, não deu tempo de comemorar. O Londrina saiu jogando, Higor Leite lançou para Paulinho Moccelin, que ganhou de Sávio na velocidade e tocou na saída de Jori: 3 a 3."
https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/06/noticia_america_mg,1603478/em-jogo-de-sete-gols-america-vence-londrina-e-deixa-o-z4-da-serie-b.shtml
Felipe Minto
@felipeminto1
"Mas ontem o Sávio falhou feio no terceiro gol do Londrina... falta confiança pra ser lançado logo de cara"
Comentarista do programa Bate papo esportivo , TV Horizonte, canal 30 HD
-------------------------------------------------------------
Destaque também para o poder criativo e decisivo do trio ofensivo do segundo tempo, formado pelo Berola, Viçosa e Matheusinho.
Berola fez assistências para Viçosa, sofrer o pênalti e marcar o gol de cabeça, mais duas assistências para finalização, acertou uma finalização e fez jogadas rápidas de infiltração.
Viçosa sofreu o pênalti, foi decisivo ao marcar dois gols, fez duas assistências para finalização e finalizou 4 vezes.
Matheusinho fez assistência para gol do Zé Ricardo, foi o que mais fez assistências para finalização (5), acertou uma finalização, 26 passes certos e 1 errado.
No primeiro tempo, Felipe Azevedo acertou duas finalizações, porém as jogadas ofensivas foram mais pela esquerda com Matheusinho.
A entrada do Berola foi fundamental, porque chamou a responsabilidade, ao partir pra cima avacoelhando geral e abrir espaços para Viçosa e Matheusinho.
De acordo com Footstats, nos cinco primeiros jogos sob o comando do Felipe Conceição, Vila Nova 1 x 1 América, América 0 x 0 Oeste, América 0 x 1 Atlético-GO, Ponte Preta 0 x 1 América, Paraná 0 x 0 América, o time americano fez 72 finalizações, 19 certas e 53 erradas.
Os adversários finalizaram 49 vezes, 16 certas e 33 erradas.
Marcou 2 gols e sofreu dois gols.
Média baixa de gols marcados e sofridos.
Muita finalização, mas pouca eficiência.
Na vitória sobre o Londrina, a eficácia ofensiva aumentou bastante na segunda etapa, mas a deficiência defensiva permaneceu.
Foram 12 finalizações certas e 7 erradas, contra 5 certas e 6 erradas do adversário.
Quatro gols marcados (um no primeiro tempo e três no segundo, e três sofridos.
Vale destacar a presença do acaso.
Possivelmente Viçosa começou o jogo devido ao afastamento médico do Belusso.
Possivelmente Berola entrou durante o intervalo porque Felipe Azevedo sentiu desgaste físico.
Berola e Viçosa foram fundamentais no aumento da produtividade e eficiência ofensiva.
Mesmo assim, ainda faltou um meia centralizado, Toscano ou Michel Bastos, para qualificar a troca de passes no campo ofensivo, aumentar o poder de finalização e de decisão, principalmente contra adversários mais bem compactados.
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Pedrão, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa (Luiz Fernando), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição.
Londrina:
Matheus Albino;
Raí Ramos, Marcondes (Sílvio), Augusto e Breno;
Denner (Bruno Paulista), Anderson Leite (França), Higor Leite;
Safira, Paulinho Moccelin e Anderson Oliveira
Técnico: Alemão
Gols: Paulão, Viçosa (2), Zé Ricardo
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Embora nem sempre seja possível, devido ao maior desgaste físico provocado pelo esforço excessivo, quando faltar técnica, a força de vontade deve ser o diferencial competitivo, na busca obstinada pela vitória.
Zé Ricardo foi o retrato perfeito da superação americana.
No primeiro gol sofrido, errou o passe no campo ofensivo e gerou contra-ataque, sem recuperação do setor defensivo.
Mas teve personalidade para continuar participativo no jogo e ainda garantir a vitória, ao marcar o quarto gol.
O coração na ponta da chuteira prevaleceu.
No segundo e terceiro gols:
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"A bola sobrou para Safira, que finalizou. O chute desviou, bateu no peito do volante Willian Maranhão, do América, e morreu nas redes de Jori: 2 a 1."
"Mais uma vez, não deu tempo de comemorar. O Londrina saiu jogando, Higor Leite lançou para Paulinho Moccelin, que ganhou de Sávio na velocidade e tocou na saída de Jori: 3 a 3."
https://www.mg.superesportes.com.br/app/noticias/futebol/america-mg/2019/08/06/noticia_america_mg,1603478/em-jogo-de-sete-gols-america-vence-londrina-e-deixa-o-z4-da-serie-b.shtml
Felipe Minto
@felipeminto1
"Mas ontem o Sávio falhou feio no terceiro gol do Londrina... falta confiança pra ser lançado logo de cara"
Comentarista do programa Bate papo esportivo , TV Horizonte, canal 30 HD
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Berola fez assistências para Viçosa, sofrer o pênalti e marcar o gol de cabeça, mais duas assistências para finalização, acertou uma finalização e fez jogadas rápidas de infiltração.
Viçosa sofreu o pênalti, foi decisivo ao marcar dois gols, fez duas assistências para finalização e finalizou 4 vezes.
Matheusinho fez assistência para gol do Zé Ricardo, foi o que mais fez assistências para finalização (5), acertou uma finalização, 26 passes certos e 1 errado.
No primeiro tempo, Felipe Azevedo acertou duas finalizações, porém as jogadas ofensivas foram mais pela esquerda com Matheusinho.
A entrada do Berola foi fundamental, porque chamou a responsabilidade, ao partir pra cima avacoelhando geral e abrir espaços para Viçosa e Matheusinho.
De acordo com Footstats, nos cinco primeiros jogos sob o comando do Felipe Conceição, Vila Nova 1 x 1 América, América 0 x 0 Oeste, América 0 x 1 Atlético-GO, Ponte Preta 0 x 1 América, Paraná 0 x 0 América, o time americano fez 72 finalizações, 19 certas e 53 erradas.
Os adversários finalizaram 49 vezes, 16 certas e 33 erradas.
Marcou 2 gols e sofreu dois gols.
Média baixa de gols marcados e sofridos.
Muita finalização, mas pouca eficiência.
Na vitória sobre o Londrina, a eficácia ofensiva aumentou bastante na segunda etapa, mas a deficiência defensiva permaneceu.
Foram 12 finalizações certas e 7 erradas, contra 5 certas e 6 erradas do adversário.
Quatro gols marcados (um no primeiro tempo e três no segundo, e três sofridos.
Vale destacar a presença do acaso.
Possivelmente Viçosa começou o jogo devido ao afastamento médico do Belusso.
Possivelmente Berola entrou durante o intervalo porque Felipe Azevedo sentiu desgaste físico.
Berola e Viçosa foram fundamentais no aumento da produtividade e eficiência ofensiva.
Mesmo assim, ainda faltou um meia centralizado, Toscano ou Michel Bastos, para qualificar a troca de passes no campo ofensivo, aumentar o poder de finalização e de decisão, principalmente contra adversários mais bem compactados.
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Pedrão, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão
Felipe Azevedo (Berola), Viçosa (Luiz Fernando), Matheusinho
Técnico: Felipe Conceição.
Londrina:
Matheus Albino;
Raí Ramos, Marcondes (Sílvio), Augusto e Breno;
Denner (Bruno Paulista), Anderson Leite (França), Higor Leite;
Safira, Paulinho Moccelin e Anderson Oliveira
Técnico: Alemão
Gols: Paulão, Viçosa (2), Zé Ricardo
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Pré-jogo América-MG x Londrina-PR
O time americano foi mal planejado para conquistar o acesso para a Série A e disputar o título da Série B, mas tem potencial para evitar o rebaixamento.
Ainda assim, falta encontrar o ponto de equilíbrio entre consistência defensiva e eficiência ofensiva.
Independentemente da escalação do experiente Fernando Leal ou dos sub-23 Jori e Thiago, o setor defensivo carece ser mais consistente, contra adversários mais ofensivos.
Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas João Paulo é produtivo no campo ofensivo.
Talvez Diego Ferreira seja mais intenso que Leandro Silva para defender e atacar.
Paulão e Ricardo Silva são irregulares no combate individual e no posicionamento para interceptar os cruzamentos pelo alto e pelo chão. Deveriam disputar a posição de zagueiro-central.
Ricardo Silva, na posição de quarto-zagueiro, tem dificuldades para fazer lançamentos de pé esquerdo.
O sub-23 Pedrão, em fase de aprimoramento e oscilação, pareceu ter imposição física, velocidade de recomposição e impulsão.
Lima possivelmente seja qualificado na posição de quarto-zagueiro, mas a recuperação física está muito demorada.
Na falta de quarto-zagueiro, Roger deveria ser reintegrado, porque está mais pronto que Sabino.
Sabino tem mais potencial para ser volante.
Luizão do Sub-20 tem potencial na posição de zagueiro central.
João Cubas treinou mais no time principal do que jogou no Sub-20.
Entre jogar no sub-20 e só completar treino no principal, é preferível ter ritmo de jogo na base.
Luisão, Flávio, Pedro e Sabino e outros do sub-20 devem transitar, mas sem deixar de jogar pelo sub-20, em vez de só treinar no principal.
A dupla de volantes poderia ser formada pelo Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais no campo ofensivo, porque tem qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.
Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.
O injustiçado Christian parou de ter oportunidades.
Aliás, Euler, Christian e Zé Ricardo formaram o trio de volantes bastante dinâmicos, competitivos e combativos sob o comando do Milagres no sub-20.
Luiz Fernando, Christian e Zé Ricardo, com sequência de jogos, poderão formar um tripé qualificado na marcação, na troca de passes e com poder de finalização.
A utilização de três volantes pelo Felipe Conceição evidencia a inconsistência defensiva e a falta de confiança num meia-atacante centralizado.
Michel Bastos ninguém sabe ninguém viu.
Toscano, na posição de meia-atacante de lado, foi titular absoluto no Mineiro e rendeu pouco.
Mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol Brasileiro, deveria ter mais chances na função de meia-centralizado ou até falso 9 nesta Série B, porque tem poder de criação, finalização e decisão.
Felipe Azevedo, Geovane e Matheusinho são alternativas.
Pelo menos um deles poderia jogar até com os três volantes.
Berola, Bilu, Felipe Azevedo e Matheusinho são opções de meias-atacantes de lado.
Ademir parou de ser relacionado. Deveria jogar pelo lado esquerdo, a fim de buscar a linha de fundo e fazer cruzamento com o pé esquerdo.
Preferencialmente quem for escalado deve jogar mais próximo do meia-centralizado e do centroavante.
Viçosa foi mais participativo e combativo no Mineiro do que decisivo.
Possível time na formação básica 4-3-3:
Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando (Maranhão), Zé Ricardo, Juninho (Christian)
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Viçosa), Matheusinho (Berola, Bilu)
Possibilidades de mudanças no 4-1-2-1-2
Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando;
Zé Ricardo, Christian;
Toscano;
Berola (Bilu, Matheusinho), Viçosa (Felipe Azevedo)
No 4-2-3-1
Jori (Fernando Leal)
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Bilu, Toscano, Matheusinho;
Viçosa (Felipe Azevedo)
América x Londrina
terça-feira, 21h30, Arena do Coelhão
Acredita, América!
Vamos vencer, Coelhão.
www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada
P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Ainda assim, falta encontrar o ponto de equilíbrio entre consistência defensiva e eficiência ofensiva.
Independentemente da escalação do experiente Fernando Leal ou dos sub-23 Jori e Thiago, o setor defensivo carece ser mais consistente, contra adversários mais ofensivos.
Leandro Silva e João Paulo são ineficientes na marcação, mas João Paulo é produtivo no campo ofensivo.
Talvez Diego Ferreira seja mais intenso que Leandro Silva para defender e atacar.
Paulão e Ricardo Silva são irregulares no combate individual e no posicionamento para interceptar os cruzamentos pelo alto e pelo chão. Deveriam disputar a posição de zagueiro-central.
Ricardo Silva, na posição de quarto-zagueiro, tem dificuldades para fazer lançamentos de pé esquerdo.
O sub-23 Pedrão, em fase de aprimoramento e oscilação, pareceu ter imposição física, velocidade de recomposição e impulsão.
Lima possivelmente seja qualificado na posição de quarto-zagueiro, mas a recuperação física está muito demorada.
Na falta de quarto-zagueiro, Roger deveria ser reintegrado, porque está mais pronto que Sabino.
Sabino tem mais potencial para ser volante.
Luizão do Sub-20 tem potencial na posição de zagueiro central.
João Cubas treinou mais no time principal do que jogou no Sub-20.
Entre jogar no sub-20 e só completar treino no principal, é preferível ter ritmo de jogo na base.
Luisão, Flávio, Pedro e Sabino e outros do sub-20 devem transitar, mas sem deixar de jogar pelo sub-20, em vez de só treinar no principal.
A dupla de volantes poderia ser formada pelo Luiz Fernando, mais recuado, e Zé Ricardo, mais no campo ofensivo, porque tem qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.
Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.
O injustiçado Christian parou de ter oportunidades.
Aliás, Euler, Christian e Zé Ricardo formaram o trio de volantes bastante dinâmicos, competitivos e combativos sob o comando do Milagres no sub-20.
Luiz Fernando, Christian e Zé Ricardo, com sequência de jogos, poderão formar um tripé qualificado na marcação, na troca de passes e com poder de finalização.
A utilização de três volantes pelo Felipe Conceição evidencia a inconsistência defensiva e a falta de confiança num meia-atacante centralizado.
Michel Bastos ninguém sabe ninguém viu.
Toscano, na posição de meia-atacante de lado, foi titular absoluto no Mineiro e rendeu pouco.
Mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol Brasileiro, deveria ter mais chances na função de meia-centralizado ou até falso 9 nesta Série B, porque tem poder de criação, finalização e decisão.
Felipe Azevedo, Geovane e Matheusinho são alternativas.
Pelo menos um deles poderia jogar até com os três volantes.
Berola, Bilu, Felipe Azevedo e Matheusinho são opções de meias-atacantes de lado.
Ademir parou de ser relacionado. Deveria jogar pelo lado esquerdo, a fim de buscar a linha de fundo e fazer cruzamento com o pé esquerdo.
Preferencialmente quem for escalado deve jogar mais próximo do meia-centralizado e do centroavante.
Viçosa foi mais participativo e combativo no Mineiro do que decisivo.
Possível time na formação básica 4-3-3:
Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando (Maranhão), Zé Ricardo, Juninho (Christian)
Felipe Azevedo (Berola, Bilu), Toscano (Viçosa), Matheusinho (Berola, Bilu)
Possibilidades de mudanças no 4-1-2-1-2
Jori (Fernando Leal);
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando;
Zé Ricardo, Christian;
Toscano;
Berola (Bilu, Matheusinho), Viçosa (Felipe Azevedo)
No 4-2-3-1
Jori (Fernando Leal)
Diego Ferreira, Paulão (Luizão), Pedrão (Paulão, João Cubas, Maranhão), João Paulo;
Luiz Fernando, Zé Ricardo;
Bilu, Toscano, Matheusinho;
Viçosa (Felipe Azevedo)
América x Londrina
terça-feira, 21h30, Arena do Coelhão
Acredita, América!
Vamos vencer, Coelhão.
www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada
P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
domingo, 4 de agosto de 2019
Paraná-PR 0 x 0 América-MG
O time americano desperdiçou grande oportunidade de conquistar a vitória fora de casa, a fim de recompensar pontos perdidos nas primeiras rodadas.
Apesar do pênalti não marcado no Berola, faltou eficiência nas finalizações.
De acordo com o Footstats, foram só 3 finalizações certas e 10 erradas.
Belusso, Felipe Azevedo e Viçosa acertaram as conclusões.
Matheusinho (3) e João Paulo (2) foram os que mais fizeram assistências para finalização.
Embora sejam esforçados, participativos e com intensidade na movimentação, Juninho e Maranhão são limitados na criação, na troca de passes e na finalização.
Juninho ainda deu o azar de atrapalhar uma finalização do Matheusinho.
Maranhão desperdiçou a melhor chance do jogo, ao finalizar de pé direito uma assistência do Felipe Azevedo.
Possivelmente o acerto nas finalizações seria maior, se houvesse um meia-atacante centralizado, para facilitar a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante.
Talvez Toscano, desde o início do jogo, porque tem mais poder de criação, finalização e decisão do que Juninho e Maranhão.
Ou a entrada, do Berola ou Bilu e Geovane ou Toscano, antes dos 25 minutos, do segundo tempo.
Se no elenco faltar um meia centralizado qualificado para ser titular, vai ser preciso contratar.
Caso a preferência do Felipe Conceição seja pelo volante em vez de meia-atacante, também será preciso contratar um volante mais capacitado na tarefa ofensiva, devido a não utilização do injustiçado Christian.
No setor defensivo, Diego Ferreira, especificamente neste jogo, pareceu com mais intensidade do que Leandro Silva para defender e atacar.
Felipe Azevedo. muito longe da área e do Belusso, foi o que mais errou passes (10) e mais perdeu a posse de bola (7).
João Paulo, escolhido o melhor em campo pela Itatiaia, foi driblado com facilidade pelo adversário, mas foi bastante participativo e produtivo na tarefa ofensiva. Acertou 35 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certos, 2 errados, duas assistências para finalização, uma finalização errada e 5 desarmes.
posse de bola: 48 x 52
finalização certa: 1 x 3
finalização errada: 6 x 10
Paraná:
Thiago Rodrigues;
Éder Sciola, Eduardo Bauermann, Rodolfo, Guilherme Santos;
Luiz Otávio, Itaqui (Caio Monteiro), João Pedro, Fernando Neto;
Rodrigo Porto (Alesson), Jenison (Rafael Furtado)
Técnico: Matheus Costa
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Felipe Azevedo, Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição
www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada
P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Apesar do pênalti não marcado no Berola, faltou eficiência nas finalizações.
De acordo com o Footstats, foram só 3 finalizações certas e 10 erradas.
Belusso, Felipe Azevedo e Viçosa acertaram as conclusões.
Matheusinho (3) e João Paulo (2) foram os que mais fizeram assistências para finalização.
Embora sejam esforçados, participativos e com intensidade na movimentação, Juninho e Maranhão são limitados na criação, na troca de passes e na finalização.
Juninho ainda deu o azar de atrapalhar uma finalização do Matheusinho.
Maranhão desperdiçou a melhor chance do jogo, ao finalizar de pé direito uma assistência do Felipe Azevedo.
Possivelmente o acerto nas finalizações seria maior, se houvesse um meia-atacante centralizado, para facilitar a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante.
Talvez Toscano, desde o início do jogo, porque tem mais poder de criação, finalização e decisão do que Juninho e Maranhão.
Ou a entrada, do Berola ou Bilu e Geovane ou Toscano, antes dos 25 minutos, do segundo tempo.
Se no elenco faltar um meia centralizado qualificado para ser titular, vai ser preciso contratar.
Caso a preferência do Felipe Conceição seja pelo volante em vez de meia-atacante, também será preciso contratar um volante mais capacitado na tarefa ofensiva, devido a não utilização do injustiçado Christian.
No setor defensivo, Diego Ferreira, especificamente neste jogo, pareceu com mais intensidade do que Leandro Silva para defender e atacar.
Felipe Azevedo. muito longe da área e do Belusso, foi o que mais errou passes (10) e mais perdeu a posse de bola (7).
João Paulo, escolhido o melhor em campo pela Itatiaia, foi driblado com facilidade pelo adversário, mas foi bastante participativo e produtivo na tarefa ofensiva. Acertou 35 passes, errou 3, fez 2 lançamentos certos, 2 errados, duas assistências para finalização, uma finalização errada e 5 desarmes.
posse de bola: 48 x 52
finalização certa: 1 x 3
finalização errada: 6 x 10
Paraná:
Thiago Rodrigues;
Éder Sciola, Eduardo Bauermann, Rodolfo, Guilherme Santos;
Luiz Otávio, Itaqui (Caio Monteiro), João Pedro, Fernando Neto;
Rodrigo Porto (Alesson), Jenison (Rafael Furtado)
Técnico: Matheus Costa
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Geovane);
Felipe Azevedo, Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
Pré-jogo Paraná-PR x América-MG
A inconsistência do setor defensivo é um dos principais defeitos crônicos da equipe americana, desde o Campeonato Mineiro e Copa do Brasil.
Fernando Leal alternou bons e maus momentos.
Leandro Silva e João Paulo foram ineficientes na marcação.
Paulão e Jussani mantiveram a irregularidade no combate individual, demonstraram baixa velocidade de recomposição e erros de posicionamento nos cruzamentos pelo alto e pelo chão.
Muitos adversários infiltraram com facilidade na área americana ou ficaram desmarcados para finalizar as assistências e cruzamentos recebidos.
Os defeitos da defesa americana continuaram na Série B.
Airton foi contratado para não jogar.
Glauco foi liberado para reforçar o Oeste.
O sub-23 Thiago, em fase de aprimoramento e oscilação, pouco acrescentou.
Apesar da recuperação demorada do Fernando Leal e a não utilização do Airton e Thiago, a diretoria americana optou por não contratar outro goleiro.
Aliás, em vez dos dois goleiros contratados poderia ter optado por contratar um mais experiente e ainda aproveitar o Glauco.
Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, sem o suporte técnico de uma defesa sólida, deve continuar no gol, até a volta do Fernando Leal e/ou a contratação de um goleiro mais experiente que Airton e Thiago ou a contratação de reforços para solidificar a defesa.
Existe a necessidade de um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade de recomposição e imposição física, e pelo menos um lateral marcador.
Lima saiu, voltou para o D.M. e está muito tempo sem jogar.
O jogo contra o Paraná será uma boa oportunidade para o sub-23 Diego Ferreira demonstrar potencial na marcação.
Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central. Ambos carecem ficar mais bem posicionados nos cruzamentos.
Ricardo Silva precisa evitar erros nos lançamentos de pé esquerdo.
João Paulo é mais produtivo na tarefa ofensiva.
Sávio também pareceu mais ofensivo do que defensivo.
A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas reduziu a eficiência ofensiva.
Contra a Ponte Preta, houve falhas de marcação na origem dos cruzamentos e erros de posicionamento dos zagueiros.
Jori foi obrigado a fazer pelo menos quatro importantes defesas.
Ainda as oportunidades desperdiçadas com os adversários desmarcados.
Com os 3 volantes escalados, os três atacantes ficaram distantes um do outro.
Matheusinho, aberto pela direita, longe do Belusso.
Felipe Azevedo, pela esquerda, distante do Belusso.
Faltou um meia centralizado para fazer a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante, porque Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.
Felipe Azevedo é lento e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva. É mais produtivo e eficiente, avançado pelo centro.
Para usar três volantes, talvez seja mais interessante escalar Toscano de meia-centralizado na formação de losango, e mais dois atacantes avançados.
Mais a possibilidade da escalação do Luiz Fernando, que pareceu bom marcador, e utilização do Zé Ricardo mais avançado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, assistências e poder de finalização.
Bilu, Viçosa e Toscano precisam jogar mais tempo juntos.
Preferencialmente, mais próximos um do outro.
Possibilidades de escalação na formação básica, 4-2-3-1
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando (Juninho, Maranhão), Zé Ricardo;
Bilu (Berola, Matheusinho), Toscano (Felipe Azevedo, Matheusinho), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Toscano)
Possibilidades de escalação na formação básica, 4-1-2-1-2
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando;
Juninho (Maranhão), Zé Ricardo;
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Matheusinho)
Paraná x América
sábado, 17h, Vila Capanema
Vamos vencer, Coelhão.
Acredita, América!
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Fernando Leal alternou bons e maus momentos.
Leandro Silva e João Paulo foram ineficientes na marcação.
Paulão e Jussani mantiveram a irregularidade no combate individual, demonstraram baixa velocidade de recomposição e erros de posicionamento nos cruzamentos pelo alto e pelo chão.
Muitos adversários infiltraram com facilidade na área americana ou ficaram desmarcados para finalizar as assistências e cruzamentos recebidos.
Os defeitos da defesa americana continuaram na Série B.
Airton foi contratado para não jogar.
Glauco foi liberado para reforçar o Oeste.
O sub-23 Thiago, em fase de aprimoramento e oscilação, pouco acrescentou.
Apesar da recuperação demorada do Fernando Leal e a não utilização do Airton e Thiago, a diretoria americana optou por não contratar outro goleiro.
Aliás, em vez dos dois goleiros contratados poderia ter optado por contratar um mais experiente e ainda aproveitar o Glauco.
Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, sem o suporte técnico de uma defesa sólida, deve continuar no gol, até a volta do Fernando Leal e/ou a contratação de um goleiro mais experiente que Airton e Thiago ou a contratação de reforços para solidificar a defesa.
Existe a necessidade de um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade de recomposição e imposição física, e pelo menos um lateral marcador.
Lima saiu, voltou para o D.M. e está muito tempo sem jogar.
O jogo contra o Paraná será uma boa oportunidade para o sub-23 Diego Ferreira demonstrar potencial na marcação.
Paulão e Ricardo Silva deveriam disputar a posição de zagueiro central. Ambos carecem ficar mais bem posicionados nos cruzamentos.
Ricardo Silva precisa evitar erros nos lançamentos de pé esquerdo.
João Paulo é mais produtivo na tarefa ofensiva.
Sávio também pareceu mais ofensivo do que defensivo.
A utilização de três volantes não aumentou a consistência defensiva, mas reduziu a eficiência ofensiva.
Contra a Ponte Preta, houve falhas de marcação na origem dos cruzamentos e erros de posicionamento dos zagueiros.
Jori foi obrigado a fazer pelo menos quatro importantes defesas.
Ainda as oportunidades desperdiçadas com os adversários desmarcados.
Com os 3 volantes escalados, os três atacantes ficaram distantes um do outro.
Matheusinho, aberto pela direita, longe do Belusso.
Felipe Azevedo, pela esquerda, distante do Belusso.
Faltou um meia centralizado para fazer a aproximação entre os meias-atacantes de lado e o centroavante, porque Juninho e Maranhão são limitados no campo ofensivo.
Felipe Azevedo é lento e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva. É mais produtivo e eficiente, avançado pelo centro.
Para usar três volantes, talvez seja mais interessante escalar Toscano de meia-centralizado na formação de losango, e mais dois atacantes avançados.
Mais a possibilidade da escalação do Luiz Fernando, que pareceu bom marcador, e utilização do Zé Ricardo mais avançado, porque tem qualidade na distribuição das jogadas, assistências e poder de finalização.
Bilu, Viçosa e Toscano precisam jogar mais tempo juntos.
Preferencialmente, mais próximos um do outro.
Possibilidades de escalação na formação básica, 4-2-3-1
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando (Juninho, Maranhão), Zé Ricardo;
Bilu (Berola, Matheusinho), Toscano (Felipe Azevedo, Matheusinho), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Toscano)
Possibilidades de escalação na formação básica, 4-1-2-1-2
Jori;
Diego Ferreira, Paulão (Ricardo Silva), Ricardo Silva (Maranhão), João Paulo (Maranhão);
Luiz Fernando;
Juninho (Maranhão), Zé Ricardo;
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Matheusinho)
Paraná x América
sábado, 17h, Vila Capanema
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Ponte Preta-SP 0 x 1 América-MG
A vitória por 1 a 0 pode ser considerada goleada, devido a péssima campanha provocada pelos erros de planejamento e formação da equipe, a fim de conquistar o acesso para Série A, e até o tricampeonato da Série B.
Valeu pela competitividade, pela determinação e principalmente pelos três pontos conquistados.
Ainda assim, defeitos táticos e técnicos foram repetidos, a vontade superou a qualidade e o acaso prevaleceu.
A expulsão do Magrão e Matheus Vargas mais o pênalti do Felipe Azevedo não marcado facilitaram o resultado positivo.
Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, falhou ao rebater para frente uma finalização, mas fez quatro importantes intervenções e foi escolhido o goleiro da rodada pelo Futebol Interior:
"Jori foi um dos destaques do América Mineiro na vitória diante da Ponte Preta por 1 a 0. O goleiro fez grandes defesas e foi essencial para que o Coelho surpreendesse o adversário em pleno Moisés Lucarelli."
https://www.futebolinterior.com.br/futebol/Selecoes-da-Rodada/noticias/2019-07/selecao-da-serie-b-vem-com-penatacampeao-brasileiro-e-tecnico-japones?fbclid=IwAR1bakgHo5cTrBTQPk5_PlDmlhrzh5t9XTrVkQcvb60VoP93wnSp04l_zt0
É bom destacar que o tempo de amadurecimento do goleiro é maior do que um jogador de linha sub-23.
O lado esquerdo, com Ricardo Silva, João Paulo, Maranhão e Felipe Azevedo, mais avançado, foi envolvido com facilidade pelos adversários.
Ricardo Silva, na função de quarto zagueiro, errou na saída de bola e nas cobranças de faltas.
Paulão foi mais regular pelo alto do que pelo chão.
Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa e no ataque.
De acordo com o Footstats. Diego Ferreira e Matheusinho formaram a dupla mais interativa do time, com 13 passes trocados entre eles.
Zé Ricardo, novamente, se destacou pela participação na marcação, na distribuição das jogadas e pela finalização certa.
Juninho e Maranhão são bastante esforçados, correm o campo todo, mas limitados nas finalizações, lançamentos e passes.
Matheusinho foi um dos mais participativos no primeiro tempo, mas muito distante do Belusso e sem a presença de um meia-centralizado para facilitar a troca de passes. Acertou 20 passes, errou 4, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada.
Belusso, muito isolado, fez duas finalizações perigosas.
Felipe Azevedo, também distante do Belusso e sem a presença de um meia-atacante centralizado, e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva de meia-atacante de lado, comprovou que mais avançado pelo centro é mais produtivo, eficiente e decisivo, Fez o gol da vitória, acertou 15 passes, errou 7, fez duas assistências para finalização e duas finalizações certas.
Bilu, Viçosa e Toscano demonstraram que deveriam ter sido mais bem aproveitados durante os jogos, até entre os titulares.
A transpiração superou a inspiração, mas vale destacar as quatro defesas do Ivan, em duas finalizações do Belusso, numa do Zé Ricardo e numa cabeçada do Paulão.
Apesar da fragilidade do setor defensivo, a distribuição tática ficou mais equilibrada e o time mais bem esboçado, com a entrada de um meia-atacante, Toscano, no lugar de um volante, Maranhão.
Dados Footstats:
Primeiro tempo:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 5 x 3
finalizações erradas: 8 x 2
Fim de jogo:
posse de bola: 49 x 51
finalizações certas: 6 x 7
finalizações erradas: 13 x 6
Ponte Preta:
Ivan;
Diego Renan, Renan Fonseca, Airton, Guilherme Guedes;
Édson, Camilo (Tiago Real), Magrão;
Marcondele (Tiago Marques), Roger (Alex Maranhão), Matheus Vargas;
Técnico: Jorginho.
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Toscano;
Matheusinho (Bilu), Belusso (Viçosa), Felipe Azevedo
Técnico: Felipe Conceição.
Gol: Felipe Azevedo
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Valeu pela competitividade, pela determinação e principalmente pelos três pontos conquistados.
Ainda assim, defeitos táticos e técnicos foram repetidos, a vontade superou a qualidade e o acaso prevaleceu.
A expulsão do Magrão e Matheus Vargas mais o pênalti do Felipe Azevedo não marcado facilitaram o resultado positivo.
Jori, em processo de aprimoramento e oscilação, falhou ao rebater para frente uma finalização, mas fez quatro importantes intervenções e foi escolhido o goleiro da rodada pelo Futebol Interior:
"Jori foi um dos destaques do América Mineiro na vitória diante da Ponte Preta por 1 a 0. O goleiro fez grandes defesas e foi essencial para que o Coelho surpreendesse o adversário em pleno Moisés Lucarelli."
https://www.futebolinterior.com.br/futebol/Selecoes-da-Rodada/noticias/2019-07/selecao-da-serie-b-vem-com-penatacampeao-brasileiro-e-tecnico-japones?fbclid=IwAR1bakgHo5cTrBTQPk5_PlDmlhrzh5t9XTrVkQcvb60VoP93wnSp04l_zt0
É bom destacar que o tempo de amadurecimento do goleiro é maior do que um jogador de linha sub-23.
O lado esquerdo, com Ricardo Silva, João Paulo, Maranhão e Felipe Azevedo, mais avançado, foi envolvido com facilidade pelos adversários.
Ricardo Silva, na função de quarto zagueiro, errou na saída de bola e nas cobranças de faltas.
Paulão foi mais regular pelo alto do que pelo chão.
Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa e no ataque.
De acordo com o Footstats. Diego Ferreira e Matheusinho formaram a dupla mais interativa do time, com 13 passes trocados entre eles.
Zé Ricardo, novamente, se destacou pela participação na marcação, na distribuição das jogadas e pela finalização certa.
Juninho e Maranhão são bastante esforçados, correm o campo todo, mas limitados nas finalizações, lançamentos e passes.
Matheusinho foi um dos mais participativos no primeiro tempo, mas muito distante do Belusso e sem a presença de um meia-centralizado para facilitar a troca de passes. Acertou 20 passes, errou 4, fez uma assistência para finalização e uma finalização errada.
Belusso, muito isolado, fez duas finalizações perigosas.
Felipe Azevedo, também distante do Belusso e sem a presença de um meia-atacante centralizado, e sem preparo físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade na dupla função defensiva-ofensiva de meia-atacante de lado, comprovou que mais avançado pelo centro é mais produtivo, eficiente e decisivo, Fez o gol da vitória, acertou 15 passes, errou 7, fez duas assistências para finalização e duas finalizações certas.
Bilu, Viçosa e Toscano demonstraram que deveriam ter sido mais bem aproveitados durante os jogos, até entre os titulares.
A transpiração superou a inspiração, mas vale destacar as quatro defesas do Ivan, em duas finalizações do Belusso, numa do Zé Ricardo e numa cabeçada do Paulão.
Apesar da fragilidade do setor defensivo, a distribuição tática ficou mais equilibrada e o time mais bem esboçado, com a entrada de um meia-atacante, Toscano, no lugar de um volante, Maranhão.
Dados Footstats:
Primeiro tempo:
posse de bola: 52 x 48
finalizações certas: 5 x 3
finalizações erradas: 8 x 2
Fim de jogo:
posse de bola: 49 x 51
finalizações certas: 6 x 7
finalizações erradas: 13 x 6
Ponte Preta:
Ivan;
Diego Renan, Renan Fonseca, Airton, Guilherme Guedes;
Édson, Camilo (Tiago Real), Magrão;
Marcondele (Tiago Marques), Roger (Alex Maranhão), Matheus Vargas;
Técnico: Jorginho.
América:
Jori;
Diego Ferreira, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão (Toscano;
Matheusinho (Bilu), Belusso (Viçosa), Felipe Azevedo
Técnico: Felipe Conceição.
Gol: Felipe Azevedo
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é sub-23 em processo de formação e oscilação, inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
segunda-feira, 29 de julho de 2019
Pré-jogo Ponte-Preta-SP x América-MG
Na 13° rodada da Série B, o time americano ainda está indefinido, sem modelo de jogo padronizado e mal preparado fisicamente.
Sob o comando do Givanildo, no campeonato mineiro, Felipe Azevedo, Matheusinho e Toscano, formaram a linha de 3 meias-atacantes. Viçosa foi o centroavante.
Barbieri optou por uma linha de 4, com Bilu, Juninho, Michel Bastos e Felipe Azevedo, mais Belusso de centroavante.
Felipe Conceição utilizou 3 volantes, Zé Ricardo, Juninho e Maranhão, e 3 atacantes, Matheusinho, Belusso e Felipe Azevedo.
Segundo Felipe Conceição, a utilização dos 3 volantes é para aumentar a sustentação do time, e que Juninho e Maranhão também são finalizadores.
A explicação do técnico evidencia a fragilidade do setor defensivo e a falta meias-atacantes, pelo centro e principalmente pelos lados, bem preparados fisicamente para executar a dupla função defensiva-ofensiva.
Diego Ferreira, João Paulo, Leandro Silva e Sávio são ineficientes na marcação.
Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares no combate individual e nos cruzamentos rasteiros e pelo alto.
Lima na eterna transição do D.M.
Falta um quarto-zagueiro.
Ademir, Berola, Felipe Azevedo e França são limitados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade.
Bilu, Matheusinho e Geovane são sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação.
Toscano foi mal aproveitado pela beirada no Mineiro.
Michel Bastos deveria treinar em dois períodos para acelerar o aprimoramento físico e ser relacionado para os jogos, a fim de pelo menos jogar um tempo.
Mesmo assim, um meia atacante centralizado deveria ser utilizado, porque Juninho e Maranhão são ineficientes na finalização, os três atacantes escalados estão muito distante um do outro e falta um meia-campista mais qualificado, próximo dos atacantes.
As opções para meia centralizado são: Felipe Azevedo, Matheusinho, Michel Bastos e Toscano.
Felipe Azevedo é mais produtivo e finalizador pelo centro, do que pelo lado.
Matheusinho pode ser utilizado pelo centro ou pelos lados, mas ainda precisa de um suporte para chamar a responsabilidade.
Michel Bastos deve ter condição física para pelo menos jogar um tempo em alta intensidade.
Toscano tem imposição física, potencial de finalização e decisão.
Talvez seja mais interessante dar ritmo de jogo para Toscano pelo centro, porque possivelmente está mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.
Caso Felipe Conceição opte pela manutenção dos três volantes, também é possível utilizar um meia centralizado.
Os três volantes, Zé Ricardo, Christian ou Juninho, Cristian ou Maranhão, e Toscano poderiam formar um losango no meio-de-campo.
Juninho e Maranhão são bastantes esforçados, mas limitados no campo ofensivo.
Christian tem mais qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.
Talvez Maranhão seja produtivo na marcação pela lateral-esquerda.
Bilu, Berola, Felipe Azevedo e Matheusinho, um ou dois deles seriam opções para atacantes de lado.
Viçosa, preferencialmente, e Belusso seriam opções de centroavante.
Outra opção, seria voltar a jogar com 2 volantes, 3 meias-atacantes e 1 centroavante.
Inicialmente Zé Ricardo e Juninho deveriam formar a dupla de volantes porque estão mais acostumados a jogar juntos, no time principal.
Bilu ou Berola, pela direita, e Felipe Conceição ou Matheusinho, pela esquerda, seriam as alternativas para primeiro ou segundo tempo.
Toscano, por estar mais bem preparado fisicamente que Michel Bastos, seria o meia centralizado.
Viçosa, por colaborar na marcação no campo do adversário e na bola aérea defensiva, deveria ser o centroavante.
Elias é opção de força, mas dependente de assistências e cruzamentos para finalizar.
No setor defensivo, devido a demora da recuperação do Fernando Leal e na decisão de contratar outro goleiro, Jori deve continuar, porque está com mais ritmo do que Airton e Thiago.
Leandro Silva e João Paulo são laterais ineficientes na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva, quando buscam a linha de fundo.
Na falta de um quarto-zagueiro devido a permanência contínua do Lima no D.M., Paulão e Ricardo Silva formarão a dupla de zaga.
Sugestões de escalação na formação básica 4-1-2-1-2
Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão);
Zé Ricardo;
Juninho (Christian), Maranhão (Cristian);
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Elias)
Sugestões de formação na distribuição básica 4-2-3-1
Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão)
Zé Ricardo, Juninho (Christian, Maranhão);
Bilu (Berola), Toscano (Mateheusinho, Michel Bastos), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Elias, Toscano)
Ponte Preta x América
terça-feira, 20h30, Moisés Lucarelli
vamos vencer, Coelhão!
www.facebook.com/avacoelhada
twitter.com/Avacoelhada
www.instagram.com/avacoelhada
P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Sob o comando do Givanildo, no campeonato mineiro, Felipe Azevedo, Matheusinho e Toscano, formaram a linha de 3 meias-atacantes. Viçosa foi o centroavante.
Barbieri optou por uma linha de 4, com Bilu, Juninho, Michel Bastos e Felipe Azevedo, mais Belusso de centroavante.
Felipe Conceição utilizou 3 volantes, Zé Ricardo, Juninho e Maranhão, e 3 atacantes, Matheusinho, Belusso e Felipe Azevedo.
Segundo Felipe Conceição, a utilização dos 3 volantes é para aumentar a sustentação do time, e que Juninho e Maranhão também são finalizadores.
A explicação do técnico evidencia a fragilidade do setor defensivo e a falta meias-atacantes, pelo centro e principalmente pelos lados, bem preparados fisicamente para executar a dupla função defensiva-ofensiva.
Diego Ferreira, João Paulo, Leandro Silva e Sávio são ineficientes na marcação.
Paulão e Ricardo Silva são bastante irregulares no combate individual e nos cruzamentos rasteiros e pelo alto.
Lima na eterna transição do D.M.
Falta um quarto-zagueiro.
Ademir, Berola, Felipe Azevedo e França são limitados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade.
Bilu, Matheusinho e Geovane são sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação.
Toscano foi mal aproveitado pela beirada no Mineiro.
Michel Bastos deveria treinar em dois períodos para acelerar o aprimoramento físico e ser relacionado para os jogos, a fim de pelo menos jogar um tempo.
Mesmo assim, um meia atacante centralizado deveria ser utilizado, porque Juninho e Maranhão são ineficientes na finalização, os três atacantes escalados estão muito distante um do outro e falta um meia-campista mais qualificado, próximo dos atacantes.
As opções para meia centralizado são: Felipe Azevedo, Matheusinho, Michel Bastos e Toscano.
Felipe Azevedo é mais produtivo e finalizador pelo centro, do que pelo lado.
Matheusinho pode ser utilizado pelo centro ou pelos lados, mas ainda precisa de um suporte para chamar a responsabilidade.
Michel Bastos deve ter condição física para pelo menos jogar um tempo em alta intensidade.
Toscano tem imposição física, potencial de finalização e decisão.
Talvez seja mais interessante dar ritmo de jogo para Toscano pelo centro, porque possivelmente está mais bem preparado fisicamente e readaptado ao futebol brasileiro.
Caso Felipe Conceição opte pela manutenção dos três volantes, também é possível utilizar um meia centralizado.
Os três volantes, Zé Ricardo, Christian ou Juninho, Cristian ou Maranhão, e Toscano poderiam formar um losango no meio-de-campo.
Juninho e Maranhão são bastantes esforçados, mas limitados no campo ofensivo.
Christian tem mais qualidade na troca de passes, lançamentos e finalizações.
Talvez Maranhão seja produtivo na marcação pela lateral-esquerda.
Bilu, Berola, Felipe Azevedo e Matheusinho, um ou dois deles seriam opções para atacantes de lado.
Viçosa, preferencialmente, e Belusso seriam opções de centroavante.
Outra opção, seria voltar a jogar com 2 volantes, 3 meias-atacantes e 1 centroavante.
Inicialmente Zé Ricardo e Juninho deveriam formar a dupla de volantes porque estão mais acostumados a jogar juntos, no time principal.
Bilu ou Berola, pela direita, e Felipe Conceição ou Matheusinho, pela esquerda, seriam as alternativas para primeiro ou segundo tempo.
Toscano, por estar mais bem preparado fisicamente que Michel Bastos, seria o meia centralizado.
Viçosa, por colaborar na marcação no campo do adversário e na bola aérea defensiva, deveria ser o centroavante.
Elias é opção de força, mas dependente de assistências e cruzamentos para finalizar.
No setor defensivo, devido a demora da recuperação do Fernando Leal e na decisão de contratar outro goleiro, Jori deve continuar, porque está com mais ritmo do que Airton e Thiago.
Leandro Silva e João Paulo são laterais ineficientes na marcação, mas produtivos na tarefa ofensiva, quando buscam a linha de fundo.
Na falta de um quarto-zagueiro devido a permanência contínua do Lima no D.M., Paulão e Ricardo Silva formarão a dupla de zaga.
Sugestões de escalação na formação básica 4-1-2-1-2
Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão);
Zé Ricardo;
Juninho (Christian), Maranhão (Cristian);
Toscano;
Bilu (Berola, Felipe Azevedo, Matheusinho), Viçosa (Belusso, Elias)
Sugestões de formação na distribuição básica 4-2-3-1
Jori (Fernando Leal);
Leandro Silva, Paulão (Lima), Ricardo Silva (Lima), João Paulo (Maranhão)
Zé Ricardo, Juninho (Christian, Maranhão);
Bilu (Berola), Toscano (Mateheusinho, Michel Bastos), Matheusinho (Felipe Azevedo);
Viçosa (Belusso, Elias, Toscano)
Ponte Preta x América
terça-feira, 20h30, Moisés Lucarelli
vamos vencer, Coelhão!
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Pedrão também é inexperiente para o momento atual, mas tem velocidade de recuperação e imposição física. Não deve ser eternamente condenado pelo pênalti cometido.
Roger deveria ser reintegrado.
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
domingo, 28 de julho de 2019
América-MG 0 x 1 Atlético-GO
A derrota para o Atlético-GO foi consequência dos erros extra-campo.
Do mesmo modo que, o pênalti perdido pelo Luan, contra o Fluminense, foi só a ponta do iceberg do rebaixamento em 2018, provocado pelas decisões equivocadas da diretoria americana, a péssima campanha na Série B de 2019 também é reflexo dos erros de planejamento na formação da equipe para disputar a competição.
No Campeonato Mineiro e na Copa do Brasil, houve defeitos nos três setores, principalmente no defensivo, inclusive o experiente Fernando Leal, falta de preparo físico ideal do Ademir, Berola, Belusso, França, Felipe Azevedo e Toscano para jogar dois tempos em alta intensidade e a comprovação da necessidade de reforços qualificados, reivindicados pelo Givanildo, para disputar a Série B.
http://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/cruzeiro-3-x-0-america-defeitos-e.html
Ainda assim, Airton foi a única contratação para o início da competição.
Givanildo, sem os reforços solicitados por ele, foi demitido após duas derrotas.
A diretoria americana deveria ter otimizado as condições de trabalho do Givanildo, contratando outro auxiliar técnico para o lugar do Felipe Conceição, outro preparador físico e os reforços reivindicados.
Barbieri, os auxiliares Guilherme Lucrécio e Felipe Lucena, mais o preparador físico Gustavo Araújo foram contratados.
Felipe Conceição deixou de ser auxiliar para exercer o cargo criado de coordenador técnico.
Depois de sete jogos, Barbieri, Guilherme Lucrécio, Feipe Lucena e Gustavo Araújo foram demitidos.
Os reforços contratados deveriam ter sido mais qualificados, com histórico vencedor.
O elenco americano basicamente ficou com muitos sub-23, em processo de formação e oscilação, alguns sub-25, só o Ricardos Silva entre 25 e 30 anos, e veteranos acima dos 30 anos.
Faltaram mais jogadores acima dos 25 e abaixo dos 30 anos, com histórico vencedor ou acostumado a disputar pelos menos a Série B.
Mesmo assim, a demissão do Barbieri e a efetivação do Felipe Conceição foram precipitadas.
Felipe Conceição foi efetivado no cargo de técnico e Cauan no de auxiliar técnico.
O cargo de coordenador técnico ficou vazio.
Sob o comando do Felipe Conceição, defeitos físicos, táticos e técnicos continuaram.
América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (Bilu), Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição
Atlético-GO:
Maurício Kozlinski;
Jonathan Lemos, Lucas Rocha, Oliveira, Nicolas Vichiatto;
Moacir e André Castro;
Mike (Jairo Pedroso), Jorginho, Matheuzinho (Bustamante);
Pedro Raul
Técnico: Wagner Lopes
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P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
Do mesmo modo que, o pênalti perdido pelo Luan, contra o Fluminense, foi só a ponta do iceberg do rebaixamento em 2018, provocado pelas decisões equivocadas da diretoria americana, a péssima campanha na Série B de 2019 também é reflexo dos erros de planejamento na formação da equipe para disputar a competição.
No Campeonato Mineiro e na Copa do Brasil, houve defeitos nos três setores, principalmente no defensivo, inclusive o experiente Fernando Leal, falta de preparo físico ideal do Ademir, Berola, Belusso, França, Felipe Azevedo e Toscano para jogar dois tempos em alta intensidade e a comprovação da necessidade de reforços qualificados, reivindicados pelo Givanildo, para disputar a Série B.
http://avacoelhada.blogspot.com/2019/04/cruzeiro-3-x-0-america-defeitos-e.html
Ainda assim, Airton foi a única contratação para o início da competição.
Givanildo, sem os reforços solicitados por ele, foi demitido após duas derrotas.
A diretoria americana deveria ter otimizado as condições de trabalho do Givanildo, contratando outro auxiliar técnico para o lugar do Felipe Conceição, outro preparador físico e os reforços reivindicados.
Barbieri, os auxiliares Guilherme Lucrécio e Felipe Lucena, mais o preparador físico Gustavo Araújo foram contratados.
Felipe Conceição deixou de ser auxiliar para exercer o cargo criado de coordenador técnico.
Depois de sete jogos, Barbieri, Guilherme Lucrécio, Feipe Lucena e Gustavo Araújo foram demitidos.
Os reforços contratados deveriam ter sido mais qualificados, com histórico vencedor.
O elenco americano basicamente ficou com muitos sub-23, em processo de formação e oscilação, alguns sub-25, só o Ricardos Silva entre 25 e 30 anos, e veteranos acima dos 30 anos.
Faltaram mais jogadores acima dos 25 e abaixo dos 30 anos, com histórico vencedor ou acostumado a disputar pelos menos a Série B.
Mesmo assim, a demissão do Barbieri e a efetivação do Felipe Conceição foram precipitadas.
Felipe Conceição foi efetivado no cargo de técnico e Cauan no de auxiliar técnico.
O cargo de coordenador técnico ficou vazio.
Sob o comando do Felipe Conceição, defeitos físicos, táticos e técnicos continuaram.
América:
Jori;
Leandro Silva, Paulão, Ricardo Silva, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho, Maranhão;
Felipe Azevedo (Bilu), Belusso (Viçosa), Matheusinho (Berola)
Técnico: Felipe Conceição
Atlético-GO:
Maurício Kozlinski;
Jonathan Lemos, Lucas Rocha, Oliveira, Nicolas Vichiatto;
Moacir e André Castro;
Mike (Jairo Pedroso), Jorginho, Matheuzinho (Bustamante);
Pedro Raul
Técnico: Wagner Lopes
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www.instagram.com/avacoelhada
P.S. quase fixo.
A falta de revezamento durante o Mineiro, aumentou a necessidade de reforços para o time titular.
Com a contratação do Ricardo Silva, pelo menos um quarto-zagueiro, qualificado na saída de bola, com velocidade na recomposição, deveria ser contratado. Aproveitamento do Lima?
Mais um meia-atacante lado, com poder de finalização, velocidade, resistência física e habilidade para defender e atacar em alta intensidade durante os 90 minutos. Tá faltando.
Ainda monitoramento a fim de aproveitar oportunidades no mercado:
- Um lateral com poder de marcação. - Diego Ferreira?
- Um meia atacante centralizado, com poder de criação, finalização e decisão. Michel Bastos?
- Um meia-atacante de lado, com velocidade, poder de finalização e decisão. Bilu?
Na Série B, também haverá necessidade de mudanças planejadas, em vez das obrigatórias devido a suspensão, lesão, contusão e cansaço provocado pela sequência de jogos.
Quando Felipe Conceição foi diretamente efetivado no cargo de técnico do América, sem pelo menos ter sido testado na função de interino, Fernando Angelo comentou:
"O novo técnico participou de todo o processo? Acompanhou todos os treinos? Participou de todas as contratações? Então estamos lascados mesmo. Vai mudar nada! Deus Salve o América!"
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