domingo, 16 de julho de 2017

Taça BH Sub-17: América 0 x 1 AMDH

O valor cultural das categorias de base do Coelhãozinho deve ser o de no mínimo jogar de igual para igual contra qualquer adversário da base dos clubes da Série A e B.

Contra clubes menos qualificados, a superioridade americana precisa prevalecer.

Na derrota para o AMDH, pela segunda rodada da Taça BH Sub-17, o time americano foi superior ao oponente nos primeiros 15 minutos, quando criou pelo menos três chances para abir o marcador.

Depois, a partida ficou equilibrada, sem lances de perigo para ambos os lados.

No segundo tempo, o clube de Betim voltou melhor, criou mais chances e fez o único gol da partida.

Pior do que o resultado negativo foi o baixo desempenho.

As vezes um time joga bem, domina o adversário, desperdiça oportunidades criadas e a bola pune.

Faltou capacidade para ter postura ofensiva, controlar o adversário, criar e aproveitar oportunidades.

Kassinho é diferenciado, mas especificamente neste jogo perdeu o poder de finalização demonstrado em 2016.

O zagueiro Pedro Henrique, neste jogo, demonstrou potencial.

Embora elogiado por torcedores, Heitor Toledo não jogou esta partida.

A desculpa da safra ser ruim não convence. Muitos demonstraram futebol promissor nos anos anteriores. Kassinho, João Vitor e Vitão tiveram boa participação na Taça BH 2016.

Ainda tem os que foram promovidos do sub-15.

O América terminou a primeira fase na última colocação do grupo, com três derrotas. Perdeu para o Goiás por 2 a 1, AMDH por 1 a 0 e foi goleado pelo Inter por 3 a 0. Três derrotas e um gol marcado pelo zagueiro Matheus.

Sem criar dificuldades para vender facilidades, tanto no Sub-20, que também está jogando de igual para igual contra clubes do interior, como no Sub-17, a metodologia de trabalho precisa ser repensada e até modificada em caráter de urgência, a fim de produzir melhores resultados ainda este ano.

Os jogos das categorias de base no Lanna Drumond deveriam ser realizados no campo com melhor gramado e com cadeiras para o público.

Lamentavelmente, a estrutura do CT ainda é precária para realizar jogos no campo de baixo com uma presença maior de público.

A construção do Planeta América é uma necessidade estrutural para melhorar as condições de trabalho de todas as categorias de base e do futebol feminino.

América:
Vinícius;
Klisman, Matheus, Pedro, Jordan;
Rafael (Luis Flávio), João Gabriel (Luis Felipe);
João Vitor (Samir), Kassinho (Carlos Junio), Goldeson (Maicon)
Vitão (Lucas Gabriel)
Técnico Cauan

Seria interessante um levantamento sobre quantos desses jogadores utilizados foram promovidos das outras categorias de base do Coelhãozinho.

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