segunda-feira, 16 de maio de 2022

Coritiba-PR 1 x 0 América-MG

Independentemente da diferença dos critérios na aplicação dos cartões amarelos para os jogadores americanos e a preservação dos adversários em lances semelhantes, a escalação inicial e a utilização de três zagueiros foram ineficientes, porque a distribuição tática ficou bastante desequilibrada, pouco funcional e improdutiva. 

Apesar dos três zagueiros, o meio-de-campo perdeu poder de marcação só com Lucas Kal de volante.

Com Patric e Marlon, na função de alas, e sem dois atacantes velozes pelos lados faltou mais produtividade, profundidade e qualidade ofensiva.

Ainda ficou com baixo poder de finalização, com Aloísio,  fora de ritmo ideal para jogar em alta intensidade, e Pedrinho centralizados. 

Poderia ter sido mais interessante a repetição do maior número possível dos titulares escalados nas vitórias sobre o Atlético, por 2 a 1, e CSA, por 2 a 0.

O trio do meio-de-campo seria formado pelo Lucas Kal, Juninho Valoura e Índio.

Com três zagueiros, Henrique e Pedrinho seriam a dupla de atacantes. 

Mas sem os três zagueiros,  Gustavinho, Henrique Almeida e Pedrinho formariam o trio ofensivo mais bem distribuído. 

Uma possibilidade de mudança inicial ou durante o jogo para o time ficar mais agressivo seria Carlos Alberto no ataque e Gustavinho ou Índio no meio-de-campo.

Arthur e Cáceres seriam opções para as laterais.

Flávio, Rodriguinho e Zé Ricardo, para o meio-de-campo. 

Aloísio e Kawê, para o ataque. 

Mesmo assim, o time americano carece de substitutos nas funções do Alê, Junnho e Wellington Paulista. 

Contra o Tolima, uma opção de mudança tática, a fim reforçar a marcação do meio-de-campo e liberar Índio para executar a transição e organização ofensiva, poderia ser o retorno do Zé Ricardo para formar dupla de volantes com Lucas Kal. Gustavinho e Felipe Azevedo seriam os meias-atacantes pelos lados e Henrique o centroavante. 

Destaque para Conti, Éder, Índio e especialmente Jaílson. 

Coritiba: 
Muralha; 
Matheus Alexandre (Neilton), Henrique, Luciano Castán e Egídio; 
Willian Farias, Andrey, Régis e José Hugo (Fabrício);
Alef Manga (Warley) e Léo Gamalho (Clayton).
Técnico Gustavo Morínigo. 

América: 
Jailson;
Patric (Cáceres), Maidana, Conti, Eder e Marlon;
Lucas Kal, Rodriguinho (Juninho Valoura), Ínido (Arthur); 
Pedrinho (Kawê) e Aloísio (Henrique Almeida). 
Técnico: Mancini. 


quinta-feira, 12 de maio de 2022

América-MG 2 x 0 CSA-AL

Tão importante quanto a vitória, a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil e a premiação de R$ 3 milhões, foi a possibilidade de aproveitamento, entre substitutos ou até para disputar a titularidade em determinadas posições, demonstrada pelo time misto do Coelhão. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, o desempenho aprimorado dos promissores Arthur, Gustavinho, Kawê e Rodriguinho evidenciou a importância de o Campeonato Mineiro ter sido utilizado para dar rodagem para os promovidos da base. 

No processo de desenvolvimento contínuo, quanto mais vezes os pratas da casa jogarem, menor será a oscilação e mais rapidamente prontos vão ficar. 

Apesar da versatilidade, deverá ser mais interessante utilizar Arthur na lateral-direita. 

Ainda mais que na posição de meio-campista, Lucas Gabriel, nas próximas competições do Sub-20, precisa resgatar o futebol elogiado pelo Lisca, e Matheus Henrique também é bastante promissor. 

Carlos Alberto e Kawê possuem habilidade, ousadia e velocidade a fim de partir pra cima avacoelhando a defesa adversária. 

Gustavinho, que está mais participativo na fase defensiva, tem pouca profundidade para ser armador pelo lado, mas pelo centro poderá ser mais produtivo, na criação das jogadas, e eficiente , nas finalizações. 

Rodriguinho tem potencial qualitativo para jogar de uma intermediária a outra em alta intensidade. 

Entre os contratados considerados reservas, Cáceres, Conti, Índio e Henrique estão mais bem preparados fisicamente, com mais ritmo de jogo e entrosados com o restante da equipe. 

Embora menos intenso que Patric, Cáceres poderá ser opção para as duas laterais.

Foi a melhor apresentação do Conti na posição de quarto-zagueiro. 

Apesar de ser pouco participativo na recomposição defensiva e da necessidade de simplificar as jogadas, Índio é mais produtivo e efetivo na transição e organização ofensiva, porque tem poder de criação, finalização e decisão. 

O esforço do Henrique merece ser recompensado com um gol. 

Alóisío deverá começar a ser mais produtivo com uma maior sequência de jogos, a fim de manter a regularidade. 

Entre os remanescentes, Juninho Valour foi bastante participativo na distribuição das jogadas na saída de bola. 

Ainda assim, para enfrentar o Coritiba, possivelmente haverá o retorno do Patric e Éder, na defesa, Marlon vai permanecer na lateral-esquerda,  Juninho Valoura e Gustavinho formarão o meio-de-campo com Lucas Kal, e o trio ofensivo será formado pelo Matheusinho, Henrique e Pedrinho. 

Aloísio, Cáceres, Carlos Alberto, Flávio, Kawê, Índio e Rodriguinho deverão ser opções de substituição. 

Destaque para Cáceres, Maidana, Juninho Valoura, Gustavinho e especialmente Índio e Rodriguinho, pelos gols marcados. 

América:
Jailson, 
Cáceres , Maidana, Conti e Marlon; 
Lucas Kal, Juninho Valoura (Rodriguinho) e Índio (Arthur); 
Gustavinho (Kawê), Henrique (Aloísio), Felipe Azevedo (Pedrinho)
Técnico: Mancini
 
CSA:
Marcelo Carné; 
Lucas Marques, Werley, Douglas Nascimento (Igor) e Ernandes (Marcel); 
Giva (Yann Rollim), Gabriel, Felipe Augusto (Diego Renan) e Osvaldo (Luiz Henrique); 
Dalberto e Bruno Mezenga
Técnico: Mozart
 
Gol: Índio e Rodriguinho

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Atlético-MG 1 x 2 América-MG

No clássico Mineiro da Série A, o Coelhão, avacoelhando no Brasileirão, venceu na condição de visitante, conquistou três pontos em cima do rival, e voltou a demonstrar possibilidades de evolução na sequência da temporada. 

Jaílson, um dos destaques do time americano, fez importantes defesas, mas Éverson foi mais exigido nos chutes cruzados do Cáceres e Matheusinho, na finalização frontal do Índio e principalmente na cabeçada do Henrique Almeida. 

Apesar da vitória e da colocação no G4 do Brasileirão, ainda assim, o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima eficiência precisa ser buscado, a fim de manter a eficácia ofensiva, porém aumentar a consistência defensiva, minimizar a participação do Jaílson e as chances criadas pelo adversário.

O retorno do Marlon poderá ser um facilitador na dupla função defensiva-ofensiva pelo lado esquerdo, mas o desfalque do Juninho vai dificultar para  Mancini encontrar os substitutos para as funções posicionais do Alê e Juninho.

Alê atua de uma intermediária a outra, participa das quatro fases do jogo, da bola alta defensiva e ofensiva. 

Juninho joga os dois tempos em alta intensidade, faz infiltrações pelo lado e pelo corredor central. 

Poderá ser interessante escalar Lucas Kal e Juninho Valoura ou Zé Ricardo, caso seja liberado do DM, no meio-de-campo.

Ou utilizar três zagueiros e dois volantes. 

Embora necessite aumentar a efetividade produtiva, Gustavinho, bastante participativo na defesa e no ataque, possivelmente deverá continuar entre os titulares.

Rodriguinho, que tem mais facilidade para jogar de uma intermediária a outra, poderá ser opção de substituição ou até começar jogando. 

Uma alternativa de improvisação, seria Patric no lugar do Juninho, com Arhtur ou Cáceres na lateral-direita.

Índio tem mais potencial de aproveitamento na transição e construção ofensiva.

Henrique poderá ser mais decisivo nos próximos jogos. 

Destaque para Éder e Maidana, mais entrosados com a sequência de jogos, para a estreia do Gustavinho entre os titulares, para Cáceres, Índio e Matheusinho, com mais ritmo de jogo, para a participação do Patric, Juninho e Henrique e principalmente Jaílson, pelas importantes defesas. 

Atlético: 
Everson; 
Guga, Alonso, Réver e Rubens (Calebe); 
Allan, Jair (Fábio Gomes), Zaracho (Keno) e Nacho; 
Ademir (Sávio) e Hulk. 
Técnico: Antonio Mohamed  

América: 
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo (Cáceres);
Lucas Kal, Juninho (Conti), Gustavinho (Aloísio);
Matheusinho (Pedrinho), Henrique Almeida (Índio).
Técnico: Vagner Mancini 

Gols: Maidana e Cáceres

quinta-feira, 5 de maio de 2022

América-MG 1 x 2 Atlético-MG

Apesar da derrota num confronto contra o rival pela Libertadores, das falhas nos dois gols sofridos e das chances desperdiçadas pelo adversário em jogadas de contra-ataque, o time americano, desfalcado do Alê,  Aloísio, Everaldo, Lucas Kal,  Marlon, Wellington Paulista e Zé Ricardo, demonstrou potencial de evolução, a fim de garantir a permanência na Série A do Brasileirão. 

O esquema mais bem adaptado com três zagueiros poderá diminuir a vulnerabilidade defensiva pelos lados, aumentar a força e eficiência ofensiva, com a participação dos alas, dos meios-campistas e dos dois atacantes, sem a presença de um típico centroavante. 

A utilização do terceiro zagueiro deverá ser mais interessante com a escalação do Danilo Avelar, pela esquerda, Conti ou Maidana, pela direita, e Éder mais centralizado. 

No momento, Maidana está mais regular que o Conti. 

Danilo também vai poder ser opção para a lateral-esquerda. 

Embora ineficiente com o pé esquerdo, Cáceres é opção de improvisação na lateral-esquerda.

Mas para disputar a posição de lateral-direito, Cáceres ainda precisa ser mais dinâmico, intenso e veloz, porque Patric, que é tão voluntarioso igual ao Juninho, defende e ataca em alta intensidade. 

Arthur deveria ter mais chances durante os jogos. 

No meio-de-campo, Alê continua sem um substituto para jogar de uma intermediária a outra, participar das quatro fases de jogos, e da bola alta defensiva/ofensiva. 

Juninho Valoura e o promissor Rodriguinho são os que mais se aproximam das funções executadas pelo Alê. 

Índio tem mais capacidade para ser produtivo na transição e construção ofensiva, sem participar tanto da recomposição defensiva. 

Gustavinho demonstrou potencial de aproveitamento no Brasileirão na posição de meia-centralizado ou pelo lado. 

Com o retorno de Lucas Kal, a segunda linha no esquema com três zagueiros poderá ser formada pelo Patric, Juninho, Kal, Índio ou Valoura, Cáceres ou Danilo ou João Paulo. 

Os dois atacantes poderão ser escolhidos entre Carlos Alberto, Felipe Azevedo, Matheusinho e Pedrinho, enquanto Aloísio, Paulinho e Wellington Paulista forem desfalques. 

Nos próximos dois jogos da Libertadores, Matheus Cavichioli deveria ser o titular, e alguns jogadores pouco aproveitados, principalmente os pratas da casa, pelo menos serem relacionados. 

Destaque para a competitividade dos comandados do Mancini, para a qualidade produtiva e eficiente do Éder, e para a torcida americana, que compareceu ao Independência, incentivou o tempo todo, e depois do fim do jogo, ainda bateu palmas e cantou o hino, em reconhecimento ao comprometimento dos jogadores americanos. 

Faltou Ronaldo Ferreira cantar o hino. 

América:
Jailson; 
Patric, Maidana, Eder, Conti (Gustavinho) e João Paulo (Cáceres); 
Juninho e Matheusinho; Felipe Azevedo (Juninho Valoura), Pedrinho (Carlos Alberto), Paulinho (Índio)
Técnico: Mancini
 
Atlético:
Everson; 
Mariano (Guga), Nathan Silva, Junior Alonso e Guilherme Arana;
Allan, Jair (Otávio), Matías Zaracho e Nacho Fernández (Keno); 
Vargas (Ademir) e Hulk
Técnico: Antonio 'Turco' Mohamed

Gol: Conti


domingo, 1 de maio de 2022

América-MG 1 x 0 Athletico-PR

Ainda faltou um centroavante com poder de decisão, o desfalque do Alê aumentou a carência entre os titulares do meio-de-campo, Jaílson fez três defesas salvadoras, Éder evitou o chamado gol feito, mas o resultado foi melhor que o desempenho, Cáceres, Índio e Matheusinho, respectivamente substitutos do João Paulo, Felipe Azevedo e Everaldo, demonstraram potencial de aproveitamento, e o Coelhão, avacoelhando no Brasileirão, conquistou mais três pontos. 

A distribuição tática só com Lucas Kal e Juninnho com mais capacidade de marcação no meio-de-campo continuou desequilibrada. 

Contra adversários mais rápidos e qualificados o risco será muito maior. 

Apesar da ineficiência no pé esquerdo, Cáceres, na lateral-esquerda, pareceu mais bem preparado fisicamente do que João Paulo para defender e atacar. 

Ainda assim, a escalação do meio-de-campo, sem Lucas Kal e possivelmente Alê, para enfrentar o Atlético pela Libertadores está bastante complicada.

Uma mudança simples deverá ser o retorno do Zé Ricardo entre os titulares.

Juninho Valoura é opção conservadora para formar o meio-de-campo com Zé Ricardo e Juninho.

Embora seja mais participativo na transição e construção ofensiva do que na recomposição defensiva, Índio demonstrou possibilidades de utilização evolutiva com a sequência de jogos.

Numa alteração tática, Maidana, Conti e Éder poderão formar um trio de zagueiros, com Patric e Cáceres ou João Paulo de alas, Zé Ricardo, Juninho e Índio ou Matheusinho ou Paulinho ou Valoura no meio-de-campo, mais dois atacantes. 

Na falta de um centroavante, a situação do Henrique precisa ser definida. 

Talvez seja mais interessante utilizar o Henrique durante determinados momentos do que improvisar o Paulinho. 

Felipe Azevedo talvez seja mais eficaz de centroavante do que de ponta-de-lança, enquanto Paulinho poderá render mais em outra posição e função diferentes de um falso 9. 

Outra opção é improvisar o Carlos Alberto de centroavante, para formar um ataque de velocidade com dois extremos opostos escolhidos entre Matheusinho, Paulinho e Pedrinho.

Destaque para a regularidade do Maidana, Éder, Juninho, Pedrinho e Paulinho, para evolução do Cáceres, Índio e Matheusinho, e especialmente Jaílson, pelas três defesas salvadoras. 


América:
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo (Cáceres); 
Lucas Kal, Juninho e Felipe Azevedo (Wellington Paulista) (Zé Ricardo);
Matheusinho (Conti), Paulinho Boia (Índio), Pedrinho.
Técnico: Mancini

Athletico-PR:
Bento; 
Matheus Felipe, Pedro Henrique e Fasson (Abner Vinícius); 
Orejuela (Terans), Matheus Fernandes, Léo Cittadini, Christian (Canobbio) e Cuello (Vitinho); 
Vitor Bueno e Rômulo (Victor Roque)
Técnico: Fábio Carille

Gol: Índio

sexta-feira, 29 de abril de 2022

América-MG 2 x 3 Tolima-COL

O desempenho do time americano poderia ser considerado convincente, até os 19 minutos do segundo tempo, porque dominou e criou oportunidades na primeira etapa, vencia o confronto por 1 a 0, com o gol do Pedrinho, numa jogada iniciada pelo Matheusinho e com assistência do Paulinho, que deixou o adversário no chão,  e ainda controlava o jogo. 

Embora tenha qualidade no passe, Lucas Kal,  muito avançado junto com o time no campo ofensivo, errou um lance forçado e gerou o contra-ataque para o adversário marcar o primeiro gol. 

Depois do gol de empate, o Tolima aproveitou os espaços gerados no meio-de-campo americano, com só dois jogadores na marcação e passou a ser mais agressivo. 

Mesmo assim, os comandados do Mancini, numa jogada de transição rápida,  com a participação do Patric, Pedrinho e Índio, fizeram o segundo gol aos 31 minutos da segunda etapa.

A partir desse gol de desempate, faltou equilibrar a distribuição tática, que estava só com dois jogadores no meio-de-campo e quatro no ataque, igual o segundo tempo contra o Santos, em que sofreu dois gols.

A demora em fazer uma mudança com a escalação de um zagueiro ou um volante ou até um lateral para fazer dobra pelo lado esquerdo no lugar de um atacante facilitou a marcação do segundo gol de empate do adversário aos 42 do segundo tempo.

Conti deveria ter entrado rapidamente no lugar do mais cansado entre Matheusinho e Pedrinho. 

Ou Valoura poderia ter entrado no lugar de um dos atacantes, para reforçar a marcação no meio-de-campo e qualificar a saída de bola. 

Ou Conti para reforçar a marcação pelo lado esquerdo com João Paulo. 

Ou Zé Ricardo, um dos destaques contra o Atlético, Juventude e CSA, ser escalado no sacrifício. 

As lesões do Alê e Everado evidenciaram a necessidade de fazer revezamento ou priorizar uma competição, no caso o Brasileirão, devido ao desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens seguidas e a limitação da equipe para fazer rodízio. 

Ainda existe a necessidade de o Cáceres ser mais convincente para revezar com Patric, de um lateral esquerdo mais bem condicionado fisicamente e taticamente para substituir ou disputar a titularidade com Marlon, de encontrar os substitutos para Alê e Juninho, e de um centroavante com poder de decisão para substituir Wellington Paulista.

Apesar de ter participado da jogada do segundo gol e da habilidade demonstrada, Índio necessita simplificar as jogadas, em vez de tentar enfeitar todos os lances. 

Maidana e Éder, no momento, parecem formar a melhor dupla de zagueiros.

Para compensar ou descompensar, Carlos Alberto, Everaldo, Felipe Azevedo, Paulinho, Pedrinho e Matheusinho são opções para fazer revezamento pelos extremos opostos. 

Paulinho poderá ser muito mais produtivo e eficiente em outra posição e função sem ser fixo avançado pelo centro. 

Aloísio deverá ser opção de revezamento com Wellington Paulista ou jogar pelo lado ou até de meia-centralizado. 

Na transformação do DND formador em aproveitador, Arthur, Kawê e Rodriguinho precisam ter chances no principal ou transitar para o Sub-20. Quanto mais vezes jogar, mais rapidamente prontos vão ficar.

Gustavinho carece potencializar a regularidade para ser mais produtivo e eficiente. 

Com ausência do Alê contra o Athletico-PR, talvez seja mais interessante reforçar o meio-de-campo com Zé Ricardo, Juninho e Lucas Kal ou Valoura, ou optar pela entrada do Índio, com opção do Matheusinho para jogar mais centralizado. 

América: 
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo; 
Lucas Kal (Flávio), Juninho e Alê (Matheusinho); 
Pedrinho e Paulinho Boia (Carlos Alberto), Felipe Azevedo (Índio).
Técnico: Mancini

Tolima: 
Domínguez; 
Marulanda, Quiñones, Caicedo e Hernández; Ríos (Orozco), Rovira (Ureña) e García (Miranda); Plata, Lucumí e Ramírez (Rangel).
Técnico: Hernán Torres

Gols: Pedrinho e Índio


segunda-feira, 25 de abril de 2022

Santos-SP 3 x 0 América-MG

Apesar do possível desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens em curto espaço de tempo, o time americano, nos três gols sofridos e nas chances criadas pelo adversário, falhou no posicionamento coletivo, individual e funcional da recomposição e organização defensiva,  teve pouca intensidade na transição ofensiva e ineficiência nas finalizações. 

Embora Pedrinho tenha aumentado a força de ataque, depois da saída do Zé Ricardo, a marcação no meio-de-campo piorou, Alê e Juninho ficaram mais sobrecarregados, e Conti e Éder mais expostos. 

Poderia ter sido mais interessante a troca do Everaldo pelo Pedrinho, com Flávio no lugar do Zé Ricardo.

Uma possibilidade de mudança no posicionamento funcional seria Danilo Avelar, no lugar do Zé Ricardo, para formar um trio de zagueiros com Conti e Éder, a fim de aumentar a consistência defensiva e a cobertura do Patric e principalmente do João Paulo.

Mas ainda faltam peças de reposição mais convincentes para disputar a titularidade ou fazer revezamento ou durante os jogos substituir Patric e Marlon, na defesa, Alê e Juninho, no meio-de-campo, e Wellington Paulista, no ataque. 

Cáceres precisa aumentar a intensidade e velocidade para substituir Patric.

No Mineiro, o promissor Arthur foi mais produtivo e eficiente que Cáceres.

Maidana parece mais pronto e regular do que Conti para formar dupla de zaga com Éder. 

João Paulo está abaixo do desejado para substituir Marlon.

O meio-de-campo continua dependente do Alê e Juninho. 

Kal é o que mais se aproxima como possível substituto. 

Juninho Valoura e Índio carecem ser mais produtivos.

O promissor Rodriguinho foi mais produtivo e eficaz que Índio e Valoura no Mineiro.

Gustavinho e Matheusinho foram pouco utilizados pelo corredor central. 

Paulinho jogou centralizado, mas sem a presença de um centroavante. 

Sem o substituto do Wellington Paulista e sem a definição do aproveitamento do Aloísio e Henrique Almeida, uma alternativa seria utilizar Carlos Alberto improvisado de centroavante, com Paulinho utilizado pelo lado. 

Em compensação, para jogar pelas beiradas existem as opções do Carlos Alberto, Felipe Azevedo, Matheusinho, Paulinho e Pedrinho. Ainda Gustavinho e Kawê, e possivelmente Aloísio, caso seja escalado pelo lado em vez de centroavante. 

Santos:
João Paulo; 
Madson, Eduardo Bauermann, Maicon e Lucas Pires;
Rodrigo Fernández, Vinícius Zanocelo (Willian Maranhão), Ângelo (Marcos Guilherme) e Marcos Leonardo (Ricardo Goulart); 
Jhojan Julio (Lucas Braga) e Léo Baptistão (Bryan Angulo). 
Técnico: Fabián Bustos

América:
Jailson;
Patric, Conti, Éder e João Paulo;
Zé Ricardo (Pedrinho), Juninho (Flávio) e Alê; 
Everaldo (Matheusinho), Paulinho Boia (Carlos Alberto).Felipe Azevedo (Índio)
Técnico: Mancini

quarta-feira, 20 de abril de 2022

CSA-AL 0 x 3 América-MG

O time americano desperdiçou chances no primeiro tempo, o adversário criou oportunidades de gol, mas no fim das contas os comandados do Mancini conquistaram uma vitória por goleada. 

Éder, mais bem adaptado ao time com a sequência de jogos,  foi produtivo na organização e recomposição defensiva, e na bola alta ofensiva. 

Com Éder de quarto-zagueiro, foi a melhor partida do Conti. 

Alê, Juninho, Patric e Zé Ricardo mantiveram a alta competitividade,  intensidade e produtividade, na defesa e no ataque.  

Everaldo, Felipe Azevedo e Paulinho foram participativos na reconstrução defensiva e organização ofensiva. 

Mas tão importante feito o desempenho e resultado foi o potencial de aproveitamento dos considerados reservas.

Zé Ricardo, nos três últimos jogos entre os titulares, demonstrou ser merecedor da titularidade. 

Kal deverá ser opção para o meio-de-campo ou quarta-zaga, em caso de necessidade.

Flávio, jogou pouco tempo, mas também poderá ser utilizado.

Apesar da improvisação do Cáceres na lateral-esquerda, talvez Danilo Avelar seja o mais credenciado para disputar a titularidade com Marlon. 

Depois do gol do Éder, ambos os técnicos fizeram mudanças ofensivas, mas o América ficou mais equilibrado para defender e atacar, e aumentou a velocidade de contra-ataque com Matheusinho,  Carlos Alberto e Pedrinho. 

O trio ofensivo do segundo tempo participou da jogada dos gols marcados pelo Matheusinho, com pré-assistência do Carlos Alberto, e do Pedrinho, em cobrança de falta sofrida pelo Carlos Alberto. 

A produtividade do Carlos Alberto, Matheusinho e Pedrinho aumentaram a possiblidade de serem escalados mais vezes, entre os titulares ou durante a partida. 

Carlos Alberto poderá ser opção de centroavante, porém tem mais potencial para ser jogador de beirada. 

Matheusinho tem a vantagem competitiva de poder ser escalado pelos lados ou centralizado.

Mesmo assim, ainda faltam substitutos com melhor rendimento pra Alê e Juninho.

Índio e Juninho Valoura precisam aumentar a produtividade. 

Arthur, Gustavão, Gustavinho, Kawê e Rodriguinnho poderão ser utilizados mais vezes durante a temporada.

Destaque para Patric, Éder, Zé Ricardo, Juninho, Alê, Paulinho, Carlos Alberto, Matheusinho e Pedrinho

CSA: 
Marcelo Carné; 
Cedric, Werley, Anderson Martins e Ernandes; Geovane (Bruno Mota), Giva Santos e Gabriel (Igor); Lucas Barcelos (Osvaldo), Didira (Felipe Augusto) e Rodrigo Rodrigues (Bruno Mezenga).
Técnico: Mozart
 
América:
Jailson; 
Patric, Conti, Éder e João Paulo (Cáceres); 
Zé Ricardo (Flávio), Juninho e Alê; 
Everaldo (Matheusinho), Paulinho Boia (Carlos Alberto), Felipe Azevedo (Pedrinho),
Técnico: Vagner Mancini

Gols: Éder, Matheusinho e Pedrinho