terça-feira, 4 de agosto de 2020

Pré-jogo América x Atlético

Acredita, América! Vamos vencer, Coelhão! 

Em vez de o Lisca se preocupar tanto com o que o Sampaoli vai fazer ou deixar de fazer, talvez seja mais autêntico e proveitoso o técnico do América escalar o time americano de acordo com a padronização utilizada mais vezes nos jogos da Copa do Brasil, Campeonato Mineiro e que deverá ser aproveitada no Brasileirão da Série B. 

Optar pelos mais bem preparados fisicamente e tecnicamente, a fim de buscar o controle do jogo e jogar bem nos dois tempos da partida, com segurança defensiva e postura ofensiva.

A jogada aérea na defesa e no ataque, em lances de bola parada ou rolando, precisa ser mais eficiente. 

Mais uma oportunidade para Airton, em caso de necessidade, fazer importantes defesas.

A experiência deve prevalecer na primeira linha defensiva, com Leandro Silva, Messias, Eduardo Bauermann e João Paulo.

Apesar da falta de entrosamento, Messias tem poder de marcação, imposição física e liderança. 

Bauermann caiu de produção, na antecipação e na recomposição, nos dois clássicos disputados após a retomada do Campeonato Mineiro, mas demonstrou qualidade na maioria dos jogos em que participou. 

Leandro Silva e João Paulo devem marcar os adversários de perto, para evitar cruzamentos, viradas de jogo e infiltrações pela diagonal. 

Sávio, que é mais produtivo na tarefa ofensiva e ao lado do Alê e Zé Ricardo é um dos principais passadores do time, em caso de dobra, deveria ser usado avançado, porque tem mais velocidade que João Paulo. 

Anderson ou Joseph, na função de quase um terceiro zagueiro, Flávio, Geovane, João Gabriel, Lucas Luan, Rickson, Sabino e Toscano são opções para substituir Zé Ricardo.

Flávio deveria ser o escolhido, porque tem qualidade no desarme, na marcação e no passe. 

Joseph jogou de volante pelo Vila Nova-GO. 

João Gabriel e Lucas Luan possuem capacidade para serem aprimorados com a sequência de jogos em qualquer posição e função no meio-de-campo. 

Geovane, que disputou 24 jogos pelo América (17 em 2019 e 7 em 2020),  carece ser mais produtivo para justificar as oportunidades seguidas. 

Rickson se destacou pelo gol marcado contra a URT. 

Sabino tem grande potencial de primeiro volante marcador, estilo Dudu Pit Bull, e com qualidade no passe, mas nem contra a URT jogou.

Toscano jogou na posição de volante contra a URT, mas tem mais qualidade para atuar avançado pelo meio, porque tem poder de finalização. 

A fim de evitar espaços gerados em jogadas de contra-ataque, deve ser mais interessante optar por um volante mais recuado, próximo dos zagueiros, e os laterais avançarem com moderação.

Juninho voltou a ser mais volante do que meia-atacante no primeiro jogo da semifinal e melhorou o rendimento. Nesta posição, terá a função de colaborar na cobertura do lateral e mais espaço para fazer infiltrações em alta velocidade nas jogadas de contra-ataque. 

Alê tem bastante qualidade, mas precisa definir melhor o posicionamento e a função. Avançado, carece ser mais assistente, finalizador e decisivo. Recuado, tem qualidade na bola longa e troca de passes. 

Sem contar com o possível retorno do Rodolfo, o momento é do trio ofensivo formado pelo Ademir e Matheusinho, abertos pelos extremos, partindo pra cima dos laterais, avacoehando geral, e Vitão, centroavante artilheiro definidor. 

Matheusinho também é opção para jogar avançado pelo meio, com bastante flutuação, poder de criação e finalização. 

Felipe Augusto deveria ser opção para reposição ofensiva.  Carece acertar a tomada de decisão e o complemento das jogadas. 

Leo Passos, com 12 jogos em 2020, se for escalado precisa aumentar a produtividade para justificar as oportunidades seguidas. 

Se Carlos Alberto tivesse jogado mais vezes na primeira fase do Mineiro, estaria mais mais bem preparado para ser escalado na ponta direita,  partir pra cima do marcador, e passar ou finalizar. 

Possível time americano:

Airton;
Leandro Silva, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo;
Flávio; 
Juninho, Alê;
Ademir, Vitão, Matheusinho

América x Atlético
quarta-feira, 21h30, Independência
Vamos vencer, Coelhão!



segunda-feira, 3 de agosto de 2020

Atlético 2 x 1 América

Falhas individuais, coletivas e posicionamentos funcionais ineficientes facilitaram a derrota americana.

Depois do reinício do Campeonato Mineiro, a competição é outra. 

O adversário com reforços contratados está com mais ritmo de jogo, talvez por ter utilizado praticamente quase a mesma escalação nos três jogos disputados, enquanto o time americano, no segundo jogo com a utilização dos considerados titulares, parece mais bem preparado fisicamente. 

A dobra pela esquerda com Sávio e João Paulo, que funcionou bem no segundo tempo da partida contra o Atlético pela primeira fase do campeonato, dessa vez foi totalmente improdutiva.

Sávio, mais recuado, foi improdutivo até na tarefa ofensiva, em que tem mais qualidade.

João Paulo também pouco produziu no primeiro tempo, quando jogou mais avançado.

Alê e Felipe Augusto, mal posicionados no primeiro tempo, ao revezar a posição de meia-atacante pela esquerda e centroavante, também foram inoperantes. 

O controle do jogo foi quase total do adversário, mas sem transformar posse de bola em chance de gol. 

Para piorar o que estava ruim, houve falhas individuais e coletivas nos gols sofridos.

No primeiro gol sofrido, apesar da principal falha ter sido do Airton, houve erro de posicionamento dos jogadores americanos na marcação dos adversários. 

Na cobrança da falta eram sete jogadores americanos contra cinco atleticanos.

Ainda assim, Jair cabeceou livre depois da "furada' do Airton. 

Embora Ademir tenha perdido a posse de bola no início da jogada que gerou o segundo gol, Eduardo Bauermman estava a frente do Nathan e foi muito lento na recomposição defensiva. 

No segundo tempo, a entrada principalmente do Matheusinho, com Vitão de centroavante e Alê mais participativo na distribuição das jogadas e um melhor preparo físico do americano, os comandados pelo Lisca buscaram o controle do jogo, criaram e aproveitaram uma oportunidade. 

Matheusinho fez lançamento perfeito para Ademir, que foi travado no momento do chute e poderia ter empatado o jogo, finalizou em cima da zaga adversária a atraiu a marcação de pelo menos dois adversários. 

Em um tempo de jogo, Matheusinho foi mais produtivo ofensivamente que Alê nos dois tempos, que tem qualidade na bola longa e na troca de passes, mas na posição de meia-atacante precisa ser mais criativo e finalizador. 

Depois dos 30 minutos, com a saída do Ademir e Zé Ricardo, e entrada do Diego Ferreira e Geovane, que pouco acrescentaram, o rendimento ofensivo americano voltou a cair. 

O time atleticano ainda teve duas chances em jogadas de contra-ataque, o que evidencia mais uma vez a necessidade de melhoria da recomposição defensiva americana. 

Messias no lugar do Lucas Kal deve ser porque tem mais qualidade qualidade técnica que o Joseph para disputar um clássico, e Anderson ser quarto-zagueiro, em vez de central.

Anderson ou Joseph seria estreante ao lado do Eduardo Bauermman. 

Vale lembrar que, no jogo anterior contra o Atlético, com Lucas Kal e Eduardo Bauermann, houve falhas dos zagueiros no gol sofrido,  quando Nathan cabeceou sem marcação, Airton fez três defesas salvadoras em finalizações de adversários desmarcados e houve mais duas oportunidades desperdiçadas. 

Com Messias e Eduardo Bauerman, foram dois gols sofridos em falhas do Airton e na perda de posse e recomposição, Airton fez uma defesa importante e o adversário desperdiçou uma oportunidade.

No fim das contas, Lucas Kal e Eduardo Bauermann foram envolvidos mais vezes pelos adversários do que Messias e Eduardo Bauermann. 

Os critérios da arbitragem para distribuir cartões foram diferentes até com jogadores americanos. 

Zé Ricardo, que estava pendurado, recebeu cartão amarelo aos 7 minutos do primeiro tempo.

Leandro Silva, João Paulo e Messias fizeram faltas até mais violentas que a do Zé Ricardo, mas não receberam cartões.

A falta do Geovane comparada a do Zé Ricardo deveria ser para vermelho direto. 

Destaque para Ademir, por mais um gol marcado em clássico,  pelas arrancadas e finalizações.

Atlético:
Rafael; 
Guga (Mailton), Junior Alonso, Réver e Guilherme Arana;
Allan, Jair (Hyoran), Nathan; Savarino (Otero), Keno (Marquinhos), Marrony
Técnico: Jorge Sampaoli

América:
Airton; 
Leandro Silva (Léo Passos), Messias, Eduardo Bauermann , Sávio (Matheusinho); 
Zé Ricardo (Geovane), Juninho, João Paulo; 
Ademir (Diego Ferreira), Alê, Felipe Augusto (Vitão, no intervalo)
Técnico: Lisca

Gols: Jair, Nathan, Ademir





sábado, 1 de agosto de 2020

Pré-jogo Atlético x América

“A bola é redonda e o jogo dura 90 minutos. Todo o resto é pura teoria." 

São conceitos do Josef "Sepp" Herberger, também usados no filme Corra, Lola, Corra (1998).

De acordo com a crítica de cinema, no Corra, Lola, Corra, temáticas interessantes, como livre arbítrio , determinismo e a lei de causa e efeito são tratadas no filme, que também demonstra como pequenas mudanças na tomada de decisão e nas interações podem modificar o futuro drasticamente. 

Em tese, no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Mineiro, existem possibilidades de alterações entre os titulares e durante a partida, ainda mais com as cinco substituições permitidas, e mudanças funcionais e posicionais dos jogadores. 

Entre os considerados titulares, Airton, Eduardo Bauermann, Juninho, Zé Ricardo, Alê e Felipe Augusto devem ser os com mais chances de começar

Na lateral direita, Diego Ferreira e Leandro Silva disputam posição ou poderão ser escalados juntos. 

Ambos carecem diminuir os espaços cedidos e se impor fisicamente sobre o adversário. 

Joseph e Messias devem se opções para substituir o zagueiro central Lucas Kal.

Anderson pareceu mais qualificado que Joseph, mas foi anunciado na posição de quarto-zagueiro e jogou nessa posição contra a URT. 

Por enquanto Eduardo Bauermman só jogou de quarto-zagueiro no América. 

Mas nem Anderson nem Joseph jogaram com Eduardo Bauermann.

A escolha pelo Messias poderá ser um risco, devido a falta de entrosamento, ou  um acerto pela qualidade do jogador. 

Bem fisicamente, talvez seja mais interessante optar pelo Messias.

A dobra pela esquerda também poderá ser utilizada, com João Paulo e Sávio, que são bastante produtivos na tarefa ofensiva. 

Mas os pontas abertos pelos lados utilizados pelo Sampaoli precisam ser marcados de perto, sem espaço para dominar a bola. 

Talvez Lisca opte por uma linha defensiva mais experiente e preventiva, com Leandro, Messias, Bauermann e João Paulo, no início do jogo. 

Juninho poderá ser utilizado mais próximo do Zé Ricardo para colaborar com o lateral na marcação ou aberto pela direita, igual no segundo tempo contra o Atlético, com a escalação do Flávio ou Rickson ou Sabino, ao lado do Zé Ricardo. 

Alê precisa pisar mais na área adversária, ser mais finalizador, mas tem qualidade na bola longa e na troca de passes.

Ademir é opção de velocidade, a fim de partir partir pra cima pelos lados. Pela direita, buscar a a linha de fundo e acertar o cruzamento com o pé direito, ou infiltrar na diagonal e finalizar. No lado esquerdo, buscar a linha de fundo, fazer cruzamento com o pé esquerdo. 

Matheusinho tem qualidade para jogar pelos lados ou centralizado, preferencialmente sem posição fixa e partindo pra cima dos defensores atleticanos. 

Felipe Augusto deve jogar aberto pelo lado ou pelo centro tentar neutralizar a saída de bola do adversário com três jogadores. 

O momento é do Vitão, centroavante definidor, que sem a bola deve marcar um dos zagueiros adversários. 

Na saída com três jogadores utilizada pelo adversário, o que for o melhor lançador deles deve ser marcado de perto, para dificultar o lançamento. 

Talvez o quarteto mais ofensivo seja formado inicialmente pelo Matheusinho, Alê, Felipe Augusto e Vitão, com bastante movimentação. 

Ainda Carlos Alberto, Kawê, Leo Passos e Lucas Luan.

Na prática, Josef "Sepp" Herberger definiu que o básico do futebol é defender e atacar com a máxima perfeição. 

Que a causa-efeito das escolhas do Lisca e a interatividade entre os jogadores sejam favoráveis para o time americano conquistar a vitória sobre o rival, com ou sem a presença do acaso. 

Possível escalação, na distribuição básica 4-2-3-1, com variação para 4-2-2-2. 
Airton;
Leandro Silva (Diego Ferreira), Messias (Joseph, Anderson), Eduardo Bauermman, Sávio (João Paulo);
Juninho, Zé Ricardo;
Matheusinho (Ademir), Alê (Matheusinho), Felipe Augusto (Sávio)
Vitão

Atlético x América
domingo, 16h, Mineirão
vamos vencer, Coelhão



quinta-feira, 30 de julho de 2020

URT 0 x 3 América

O time considerado reserva, comandado pelo Matheusinho, jogou em ritmo de treino, goleou o adversário e manteve a invencibilidade de 14 jogos na temporada. 

São 11 pelo Mineiro (sete vitórias e quatro empates) e três pela Copa do Brasil (uma vitória e dois empates).

No primeiro tempo, as jogadas ofensivas foram mais pelo lado esquerdo, com Geovane, João Paulo e Matheusinho.

O controle total do jogo foi totalmente dos comandados do Lisca.

No primeiro gol, Matheusinho, disputou e roubou a bola do adversário, partiu pra cima da defesa e rolou para Diego Ferreira dividir com o goleiro e zagueiro. 

No segundo gol, Matheusinho infiltrou pelo diagonal e passou para Ricskon finalizar. 

Nos primeiros 15 minutos do segundo tempo, o time americano sentiu a falta de ritmo, o rendimento caiu e o adversário foi mais ofensivo, com três finalizações.

Depois das mudanças feitas pelo Lisca, o controle do jogo voltou a ser do América, que ainda fez mais um gol. 

Matheusinho recebeu na linha do meio-de-campo, passou para Vitão, deslocado pela esquerda, recebeu de volta e  fez assistência para Vitão, de pé esquerdo, finalizar com precisão. 

Airton não foi incomodado.

Diego Ferreira se destacou pelo gol marcado.

Joseph, de zagueiro central, e Anderson, quarto-zagueiro, formaram a dupla de zaga.

Anderson pareceu mais qualificado, mas jogou do mesmo lado que Eduardo Bauermann joga. 

João Paulo foi mais presente nos lances de bola parada e na triangulação com Geovane e Matheusinho. 

Flávio errou passes na saída de bola, mas foi participativo na marcação e distribuição das jogadas no início da transição.

Rickson também errou passes, mas demonstrou determinação e acertou duas finalizações, entre elas o gol feito. 

Geovane apareceu na troca de passes com Matheusinho, mas foi pouco produtivo nas assistências, cruzamentos e finalizações. 

Kawê, que está no primeiro ano do Sub-20, em vez de ter jogado pelo lado direito, possivelmente teria rendido mais se tivesse jogado pela ponta esquerda, com aproximação do Matheusinho e João Paulo.

Carlos Alberto, em vez de ter entrado para jogar pela esquerda, provavelmente teria rendido mais se entrasse pela direita e com mais tempo de jogo, para partir pra cima, driblar na vertical, afim de buscar a linha de fundo e fazer o cruzamentos, ou infiltrar pela diagonal para finalizar.

Enfim, se ambos tivessem jogado como atuaram mais na base, teriam rendido mais. 

Thalys jogou de meia-atacante pelo lado direito, igual na Copa SP deste ano, e teve uma chance de finalização.

João Gabriel acertou uma finalização no adversário. Deveria ter entrado no intervalo ou começado o jogo no lugar do Geovane. 

Leo Passos acertou uma cabeçada com estilo e perigo.

Toscano entrou para jogar de volante, mas apesar de ter qualidade na saída de bola, poderia ter sido mais produtivo se jogasse na função de meia-atacante pelo centro, porque tem poder de finalização. 

Faltou experimentar Sabino, porque Flávio já é conhecido, e Lucas Luan, preferencialmente no meio-de-campo. 

Destaque para Rickson, pela finalização no gol marcado, Vitão, que mais uma vez aproveitou a oportunidade na função de centroavante definidor, e principalmente Matheusinho avacoelhando geral,  que flutuando sem posição fixa, chamou a responsabilidade, comandou o ritmo do time, participou da criação das jogadas e fez as três assistências para gols.

URT
Cris; 
Mizael, Rodolfo Manoel, Wembley e Jhonathan (Julio); 
Túlio (Yan Gomes, no intervalo), Valkenedy (Willian Mococa), Arilson (Lelis) e Vitor Braga; K
esley e Ian Augusto (Gabriel)
Técnico: Mazinho (interino)

AMÉRICA
Airton;
Diego Ferreira, Joseph, Anderson e João Paulo; 
Flávio;
Rickson (Toscano) e Geovane (João Gabriel; Matheusinho (Carlos Alberto), Kawê (Thalys) e Vitão (Léo Passos)
Técnico: Lisca

Gols: Diego Ferreira, Rickson, Vitão


terça-feira, 28 de julho de 2020

Pré-jogo URT x América

No segundo confronto após o reinício do Campeonato Mineiro, a meta de desempenho da comissão técnica e jogadores americanos deve ser buscar a vitória, ganhar ritmo de jogo e utilizar cinco substituições permitidas.

Mudanças entre os considerados titulares deverão ser poucas, porque o time precisa de rodagem, devido ao longo tempo de paralisação. 

Ainda assim, as cinco substituições deverão ser utilizadas, a fim de minimizar o desgaste físico, preparar o maior número possível de jogadores para a sequência do Mineiro e disputa da Série B, e se adaptar mais rapidamente a utilização de mais cinco jogadores em cada jogo. 

Mudar praticamente metade de um time durante uma partida deve ser uma escolha bem planejada e otimizada. 

Inicialmente, duas mudanças necessárias serão os substitutos do Lucas Kal e Rodolfo. 

Joseph ou Luisão são opções de zagueiros centrais.

Anderson, foi anunciado como quarto-zagueiro, e João Cubas também joga pelo lado esquerdo da zaga.

Embora seja possível Leo Passos começar entre os titulares e ser um dos destaques do jogo ou Vitão entrar desde o início e render menos do que pode render, ainda mais que ambos estão na fase de aprimoramento e oscilação do atleta sub-23 em processo de desenvolvimento, o momento é do Vitão. 

A manutenção do João Paulo na dobra pela esquerda também é alternativa, mas depende muito da condição física para jogar no domingo, quarta e domingo. 

Caso Zé Ricardo esteja com desgaste muscular, talvez seja interessante escalar Sabino, que tem grande potencial na posição de primeiro volante, com bastante pegada e qualidade na distribuição das jogadas, ou Flávio, que também tem qualidade na marcação e saída de bola, ou até Sabino e Flávio juntos, com a saída de outro jogador. 

Uma mudança técnica seria a entrada do Diego Ferreira no lugar do Leandro Silva, porque a lateral direita, principalmente na marcação, continua preocupante. 

Diego Ferreira e Leandro Silva dão muito espaço para os adversários e são envolvidos com facilidade na disputa das jogadas.

Sávio também marca de longe, mas é produtivo na troca de passes na tarefa ofensiva. 

Lisca deveria abrir mão de um tipo de marcação considerada mais moderna e orientar Diego, Leandro e Sávio para executaram a marcação individual para acompanhar o adversário mais de perto. 

A escalação do Juninho na lateral direita, para explorar a resistência física pelo lado do campo e exercer a dupla função defensiva-ofensiva seria uma mudança tática.

Vale lembrar que no segundo tempo contra o Atlético, Juninho fez dobra pela direita com Leandro Silva e foi bastante produtivo na tarefa ofensiva. 

Matheusinho deve começar o jogo ou pelo menos jogar um tempo todo. 

Toscano também deveria ter oportunidade, na função de meia centralizado, porque tem poder de criação, finalização e decisão. 

Ainda Lucas Luan, na lateral esquerda ou preferencialmente no meio-de-campo. 

De acordo com as circunstâncias da partida será possível utilizar um quarteto ofensivo de bastante qualidade, intensidade e velocidade formado pelo Carlos Alberto, Matheusinho, Vitão e Kawê. 

Possível time e mudanças: 
Airton;
Diego Ferreira ou Leandro Silva, Joseph ou Anderson ou Luisão, Eduardo Bauermman, Sávio;
Zé Ricardo (Flávio ou Sabino);
Ademir, Juninho, Alê, Felipe Augusto;
Vitão

URT x América
quarta-feira, 21h30
Vamos vencer, Coelhão!



segunda-feira, 27 de julho de 2020

América 1 x 1 Atlético

Apesar do baixo desempenho nos primeiros 30 minutos, o time americano teve poder de reação no segundo tempo, para buscar o empate, dominar o adversário e criar chances de vencer a partida.

Na primeira etapa, houve falhas no setor defensivo, no meio-de-campo e no ataque.

Laterais e zagueiros falharam nos lançamentos em profundidade e até em cobrança de lateral, com infiltrações dos adversários pelos lados ou pelo centro. 

Leandro Silva e Sávio marcaram de longe e foram envolvidos no combate individual. 

No gol sofrido, a falha foi coletiva, desde a origem até a conclusão da jogada. 

Ademir e principalmente Leandro Silva deram muita liberdade para Marquinhos dominar, cortar para dentro e fazer o lançamento. 

Nathan entrou dentro da área sem marcação e assim continuou para fazer o gol. 

Lucas Kal não marcou ninguém. 

Eduardo Bauermann não acompanhou nem antecipou ao Nathan. 

Zé Ricardo foi o que mais apareceu no meio-de-campo e Felipe Augusto no ataque. 

No segundo tempo, Lisca fez substituições de jogadores e posicionais. 

Leandro Silva e Juninho fizeram a dobra pela direita.

Sávio e João Paulo, pela esquerda. 

Ademir e Felipe Augusto ficaram mais avançados pelo centro. 

Zé Ricardo e Alê também avançaram mais. 

Depois das alterações, os comandados pelo Lisca tiveram mais volume de jogo, poder de criação e finalização. 

O adversário teve uma chance, numa saída de bola errada do Airton, que se recuperou e fez uma defesa salvadora.

Zé Ricardo, Juninho e João Paulo tiveram chances de gols.

A construção da jogada do gol teve a presença do acaso, mas a definição contou com a transformação do DNA formador em aproveitador. 

Quanto mais vezes os pratas da casa, em processo de formação, forem utilizados durante os coletivos e jogos, mais rápido será o desenvolvimento deles. 

Ainda mais com a sequência de jogos e a possibilidade de cinco mudanças em cada partida.

Leandro Silva e Sávio deram muito espaço para os adversários no primeiro tempo, mas no segundo tempo, com a respectiva colaboração do Juninho e João Paulo pelos lados, foram mais participativos na tarefa ofensiva.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann foram envolvidos na jogada do gol sofrido e em alguns lançamentos em profundidade, com a infiltração do adversário. 

Juninho apareceu no segundo tempo, quando jogou aberto pelo lado direito, colaborou com a marcação, fez cruzamentos e teve uma chance de gol. 

Alê pouco finalizou, mas no segundo tempo aumentou a participação na troca de passes e assistências. 

Ademir deveria ter trocado mais vezes de posição com Felipe Augusto e partido pra cima com a bola dominada. 

Leo Passos comprovou que deve ser aproveitado em outra posição, sem ser centroavante. 

Felipe Augusto foi o que apareceu um pouco mais no ataque.

João Paulo mostrou qualidade na bola parada, troca de passes e lançamentos. 

Matheusinho deu um passe qualificado para Juninho e fez uma abertura de jogo para Leandro Silva. 

Flávio e Geovane pouco acrescentaram. 

Talvez a entrada do Lucas Luan, que tem potencial para jogar em qualquer posição/função do meio-de-campo, ou Toscano, em vez do Geovane,  tivesse sido mais produtiva, porque Toscano tem poder de criação e finalização. 

Destaque para Zé Ricardo, na dupla função defensiva-ofensiva, de uma intermediária a outra, para as três importantes defesas do Airton e para o poder de decisão do Vitão, centroavante definidor. 

América 
Airton;
Leandro Silva, Eduardo Bauermann, Lucas Kal e Sávio (Geovane); 
Zé Ricardo (Flávio), Juninho e Alê; 
Felipe Augusto (Matheusinho), Léo Passos (João Paulo) e Ademir (Vitão)
Técnico: Lisca

Atlético
Rafael; 
Guga, Junior Alonso, Réver e Fábio Santos; 
Allan, Nathan e Hyoran (Alan Franco); 
Savarino, Marquinhos (Léo Sena) e Marrony
Técnico: Jorge Sampaoli

Gols: Nathan e Vitão




sábado, 25 de julho de 2020

Pré-jogo América x Atlético

Nosso prazer agora é risco de vida. 

Mas qualquer dia voltaremos a nos encontrar. 

Ver pela TV um jogo do América em BH será estranho. 

Ainda mais clássico contra um dos rivais. 

Aliás, o desafio do time americano será voltar a vencer um clássico, a fim de manter a invencibilidade, liderança e rivalidade. 

Caso seja necessário, Airton terá a oportunidade para fazer defesas salvadoras, contra um adversário mais qualificado. 

Possivelmente, a distribuição básica mais utilizada pelo time americano, sem contar as variações posicionais e funcionais, deve ser repetida. 

A primeira linha defensiva com 4 , 1 volante mais recuado,  4 jogadores mais avançados e próximos de 1 centroavante, sem posição fixa. 

Diego Ferreira ou Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio na primeira linha defensiva.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann deverão manter a segurança da zaga. 

A marcação pelos laterais carece ser reforçada. 

Ainda mais se o adversário utilizar extremos abertos para aumentar a amplitude das jogadas. 

Diego Ferreira ou Leandro Silva precisa ser mais eficientes no combate individual nas bolas aéreas e rasteiras, e mais produtivo na participação ofensiva, através dos cruzamentos precisos, ultrapassagens e triangulações pelos lados. 

Sávio também carece melhorar a marcação, mas é bastante produtivo na tarefa ofensiva, e com Alê e Zé Ricardo forma o trio de maiores passadores do time. 

Zé Ricardo deve ser o volante mais participativo no início da transição, na distribuição das jogadas.e nos desarmes. 

Deveria voltar a ser mais finalizador. 

Mas por ser o único volante mais recuado, em determinadas situações de contra-ataque ou perda de posse na saída de bola ou necessidade de avançar para combater o adversário, a marcação americana na intermediária fica em desvantagem numérica, com Lucas Kal e Eduardo Bauermann mais expostos. 

Ademir, Juninho, Alê e Felipe Augusto deverão formar a segunda linha de quatro, com Rodolfo mais adiantado, mas sem ser centroavante referência. 

Talvez seja mais proveitoso Juninho voltar a jogar próximo do Zé Ricardo, a fim de reforçar a marcação dos laterais, na intermediária e acelerar a transição em alta intensidade, em vez de jogar adiantado para pressionar a saída de bola, que é uma jogada bastante treinada pelo Sampaoli e com poucas chances de erro. 

Em lugar de adiantar a marcação, sem a bola compactar para atrair o adversário e ter mais espaço para contra-atacar, principalmente em cima do Fábio Santos e Rever, que são lentos na recomposição e do Guga, que tem desarma pouco. 

Alê precisa pisar mais na área adversária, para aumentar o poder de finalização e decisão, mas tem qualidade na bola longa. 

Ademir, Felipe Augusto e Rodolfo deveriam trocar mais vezes de posição, explorar as jogadas individuais em cima do Guga e Fábio Santos. 

Talvez seja o jogo de recuperação da eficiência e do poder de decisão do Felipe Augusto.

O aproveitamento da bola parada poderá ser decisivo. 

Enquanto possíveis cobranças de faltas pelo Otero deverão ser neutralizadas, o time americano precisa aumentar a eficiência na bola aérea defensiva e ofensiva, em jogadas de bola parada e rolando.

Entre as cinco possíveis substituições, Juninho na lateral direita para explorar a resistência física, intensiva e velocidade, na função defensiva-ofensiva pelo lado, poderá ser uma mudança interessante. 

O acerto nas tomadas de decisão,  habilidade e versatilidade do Matheusinho deverão ser aproveitados durante o jogo. 

Experiência, imposição física e poder de finalização do Toscano na função de meia atacante pelo centro, próximo do Rodolfo, ou até falso 9, e a bagagem do João Paulo, para fazer dobra com Sávio ou jogar pelo meio, são outras opções. 

Ainda, Flávio e  Sabino, caso estivesse liberado para o jogo, volantes para reforçar a marcação. 

Lucas Luan na lateral ou no meio. 

Geovane e João Gabriel, meio-campistas canhotos. 

Vitão, de centroavante artilheiro definidor. 

Carlos Alberto, Kawê e Leo Passos para partir pra cima avacoelhando geral. 

Possível time na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Leandro Silva (Diego Ferreira), Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Ademir, Juninho, Alê , Felipe Augusto;
Rodolfo

América x Atlético
domingo, 16h, Arena do Coelhão
vamos vencer, Coelhão


quinta-feira, 16 de julho de 2020

Jogo-treino Atlético 3 x 2 América

"O meu América só entra em campo pra ser campeão!"

A cultura vencedora a todo momento precisa prevalecer.

Desde as categorias de base, os atletas americanos em formação devem ser acostumados a vencer e conquistar títulos em cima da dupla do rival.

Normalizar derrotas e insucessos deve ser evitado. 

Perder para um dos rivais, até em disputa de par ou impar, é bastante desagradável.

Ainda mais com pênalti inventado para o adversário.

Os critérios do funcionamento do apito são diferentes. 

Em qualquer competição contra Atlético ou Cruzeiro, em dez lances favoráveis aos dois rivais, a maioria foi e será marcada contra o América, e nos lances favoráveis ao América, a maioria deixou e deixará de ser apitada. 

Na parte tática e técnica do jogo-treino, amostras da repetição de defeitos crônicos, ocorridos desde o comando do Felipe Conceição, continuam preocupantes, principalmente na lateral direita.

Felipe Conceição, numa tentativa de aumentar o poder de marcação pelo lado direito, optou por fazer a dobra e escalou os dois jogadores pela lateral. 

Ainda assim,  dois para exercerem a função de um ficou pouco funcional. 

No jogo-treino, Leandro Silva, parecido com 2019, foi ineficiente na marcação, e improdutivo na tarefa ofensiva.

Diego Ferreira, que oscilou muito em 2019, nem apareceu.

 A melhor jogada pelo lado direito foi um cruzamento preciso do Juninho na cabeça do Rodolfo.

Contra o Villa Nova, pelo Mineiro, Juninho também acertou cruzamentos precisos. 

Talvez Juninho improvisado pela lateral seja uma alternativa de melhor aproveitamento da resistência física do voluntarioso jogador, na dupla função de defender e atacar em alta intensidade.

Ainda Ronaldo e Thalys, entre as promissoras opções. 

O encaixe na engrenagem, formada pelo Lucas Kal, Eduardo Bauerman, Zé Ricardo, mais recuado, e Alê e Juninho, mais avançados, precisa ser mais compactado ou modificado. 

Quando Zé Ricardo avança para combater ou se aproximar do Alê e Juninho para participar das jogadas ofensivas, espaços são gerados na intermediária e os zagueiros ficam expostos. 

Além desta falha na parte defensiva, Alê e Juninho, praticamente na função de meias atacantes avançados pelo centro, pelo menos um deles precisa ter mais poder de criação, finalização e decisão.

A fim de reforçar a marcação, poderá ser mais proveitoso recuar um pouco Juninho para jogar mais próximo do Zé Ricardo, e ser opção de válvula de escape, em vez de pressionar zagueiro na intermediária adversária. 

Encontrar o melhor posicionamento do Alê, que tem qualidade na bola longa, ou incentivá-lo a ser mais finalizador, é um dos desafios do Lisca e do próprio Alê. 

Leo Passos, Matheusinho e Toscano são opções de meia-atacante avançado pelo centro com características mais ofensivas e poder de criação, finalização e decisão. 

Talvez Toscano seja o mais bem preparado no momento para exercer essa função. 

Renato Marques,  sub-17 promovido ao sub-20, é alternativa de aprimoramento contínuo. 

O aproveitamento da jogada aérea ofensiva com bola parada ou rolando também precisa ser melhorado.

Nos dois primeiros tempos do jogo-treino com os considerados titulares, destaque para Sávio, na tarefa ofensiva, Zé Ricardo, no combate, Felipe Augusto e Rodolfo, pelas finalizações e gols marcados.

A utilização principalmente dos promovidos da base, no terceiro e quarto tempo, evidenciou a necessidade de serem aproveitados mais vezes durante os coletivos realizados no Lanna Drumond, para demonstrarem capacidade de disputar a titularidade. 

Carlos Alberto, talvez pela ansiedade ou falta de um lateral mais qualificado para fazer triangulações pelo lado ou preocupação excessiva em defender mais do que atacar ou outro motivo, rendeu menos do que poderia render. 

Thalys, improvisado na lateral, apareceu mais que Diego Silva.

Destaque para Sabino, com bastante potencial na posição de primeiro volante, Lucas Luan, na lateral, mas com capacidade para jogar no meio-de-campo, Toscano, pela movimentação e troca de passes, e Kawê, que partiu pra cima avacoelhando geral. 

Depois da banalização dos jogos-treino entre os rivais, foi o terceiro com a participação do América. 

Dois contra o Atlético e um contra o Cruzeiro. 

Estranhamente os três confrontos nos ct´s dos adversários e nenhum jogo-treino Atlético e Cruzeiro.