quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

América 1 x 2 Cruzeiro

Os dois erros do juiz nos primeiros quinze minutos interferiram diretamente no resultado do jogo, provocaram a expulsão do Lisca e motivaram a reação indignada dos dirigentes, jogadores e torcedores americanos, com a repetição das falhas da arbitragem, que pela quinta vez prejudicou o América neste Brasileirão. 

A marcação e conversão do pênalti favorável aos três minutos mudaria a história do jogo, com maior possiblidade de vitória dos comandados do Lisca, porque o adversário teria de avançar para buscar o empate, cederia espaços no campo defensivo e ficaria mais desgastado. 

Ainda assim, se este pênalti não fosse dado mas o inventado do Messias não tivesse sido marcado, seria a segunda possibilidade de mudança da história do jogo.

Depois deste dois erros fundamentais, houve a conivência do apito, sem a utilização de cartões amarelos, com o excesso de faltas, muitas vezes dos mesmos jogadores do adversário. 

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson e João Paulo; 
Flávio (Toscano);
Juninho (Felipe Augusto) e Alê; 
Ademr, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Cruzeiro-MG:
Fábio; 
Raúl Cáceres, Ramon, Manoel e Matheus Pereira; 
Jadsom Silva, Adriano e Filipe Machado (Jadson); 
Airton, William Pottker e Rafael Sobis (Thiago).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Gol Anderson

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Pré-jogo América x Cruzeiro

Os comandados do Lisca devem recuperar a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente. praticado na maioria dos jogos do Brasileirão e da Copa do Brasil, para vencer o rival, conquistar mais três pontos, e ficar próximo da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da Série B, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

A estratégia entre ser mais defensivo, sem a bola, ou ter mais posse de bola ofensiva vai depender das circunstâncias do jogo, mas o ideal seria encontrar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima perfeição.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, a eficiência nas finalizações precisa aumentar nas fases ofensivas de bola parada, organização e transição. 

O substituto do Zé Ricardo vai precisar ser participativo, produtivo e eficaz na bola parada, organização e recomposição defensiva,  e na etapa inicial e final da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino, sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, estariam mais bem preparados se tivessem sido mais utilizados, especialmente durante o Campeonato Mineiro.

Aliás, Sabino poderia ter jogado mais vezes na posição de primeiro volante desde o estadual de 2019, quando completou coletivos na posição de zagueiro. 

A entrada do Eduardo Bauermann na zaga e o deslocamento do Anderson para volante, com aumento da altura na bola aérea defensiva e ofensiva, poderá ser uma alternativa de escalação dos mais experientes entre os titulares ou durante o jogo. 

Ainda as possibilidades do Daniel Borges ou João Paulo para formar o trio do meio-de-campo com Alê e Juninho. 

Leo Gomes não estreou. 

Alê tem qualidade para jogar no campo ofensivo e ser mais assistente, decisivo e finalizador. 

Juninho é mais participativo nas infiltrações dentro da área para finalizar. 

O setor ofensivo, com Ademir, partindo para cima avacoelhando geral a defesa adversária, Felipe Azevedo e Rodolfo também deve ser decisivo e preciso nas finalizações. 

Leo Passos carece ser mais assistente e finalizador do que marcador. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Toscano é opção para meia atacante, preferencialmente centralizado, e de lado porque tem poder de criação, decisão e finalização com a bola parada ou rolando. 

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Sávio);
Flávio (Sabino, Daniel Borges, Anderson, João Paulo);
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Leo Passos, Toscano)

América x Cruzeiro
quarta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 

domingo, 29 de novembro de 2020

Oeste-SP 1 x 1 América-MG

O América desperdiçou mais uma grande oportunidade de vencer um adversário pouco qualificado, conquistar três pontos, ficar mais distante do quinto colocado e se aproximar da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da competição. 

Baixa intensidade e falta de qualidade na transição ofensiva,  duas finalizações desperdiçadas pelo Felipe Azevedo, erro do Matheus Cavichioli, na jogada que originou o pênalti convertido pelo adversário, pouco poder de criação e finalização, e a escalação precipitada do Zé Ricardo prejudicaram o desempenho do time americano e facilitaram o empate com o lanterna da Série B. 

Até o gol do Ademir foi provocado por uma falha do zagueiro. 

De acordo com o SofaScore, Oeste teve 44% de posse, duas finalizações no gol e 4 para fora.

Os comandados do Lisca tiveram 56% de posse, finalizaram 4 vezes no gol e 5 para fora.

João Paulo, Messias, Daniel Borges, Flávio e Anderson foram os mais participativos, o que representou muita troca de passes entre os laterais, zagueiros e o primeiro volante. 

Faltou força de ataque e eficiência nas poucas finalizações do trio de atacantes, principalmente Felipe Azevedo e Rodolfo.

Felipe Azevedo desperdiçou duas chances de gol.

Rodolfo nem finalizou.

Embora Ademir tenha feito o gol, uma assistência e uma finalização para fora, também rendeu menos do que pode render. 

Berola, Calyson, Leo Passos e Toscano nada acrescentaram.

Flávio foi o americano com o maior número de passes precisos. 

Mas a escalação do Flávio ou Sabino desde o início do jogo ou de ambos durante a partida, sem a necessidade do retorno precipitado do Zé Ricardo, poderia ter sido mais produtiva.

O ponto de equilíbrio entre a manutenção dos titulares e o revezamento deve ser encontrado. 

Com o desgaste provocado pela sequência de jogos em duas competições simultâneas, possiblidades de casos de Covid-19 e lesões, o América deveria repensar sobre a necessidade de contratar reforços prontos para disputar a titularidade, especialmente na função de meia-atacante de lado. 

O potencial de utilização e retorno do Berola, Calyson, Felipe Augusto, Guilherme e Lohan precisa ser analisado. 

Oeste: 
Caíque França; 
Matheus Rocha, Vitão, Luanderson e Caetano; 
Yuri (Lídio), Caio e Kauã Jesus (Tite, depois Bruno Alves); 
Pedrinho, Bruno Lopes (De Paula) e Fábio. 
Técnico: Roberto Cavalo. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho e Alê (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Toscano) 
Técnico: Lisca.

Gols: Ademir


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Pré-jogo Oeste-SP x América-MG

Embora Zé Ricardo esteja liberado para jogar, talvez seja interessante preservá-lo para o clássico contra o Cruzeiro, e aproveitar a oportunidade para dar um pouco mais de rodagem ao Flávio e Sabino. 

Lucas Luan poderia ser opção para poupar João Paulo ou Alê ou Juninho no decorrer do jogo. 

Flávio, Lucas Luan e Sabino são sub-21 bastante promissores, com potencial de evolução e qualidade no desarme, na marcação e no passe, merecedores de mais chances entre os titulares ou durante os jogos, 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador. 

Eduardo Bauermann também poderia jogar para recuperar o ritmo de jogo e preservar um dos dos zagueiros. 

Daniel Borges com a sequência de jogos tem total capacidade para acertar mais cruzamentos, finalizações, passes e recuperar a titularidade. 

Alê poderia ser mais ofensivo, pisar na área, a fim de aumentar as possiblidades de fazer assistências, finalizações e gols, mas é muito qualificado nos lançamentos, na marcação e na distribuição das jogadas com precisão no passe. 

O trio ofensivo formado pelo Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo precisa ter mais poder de finalização e principalmente eficiência nos chutes.

Talvez seja proveitoso utilizar Berola por um tempo maior. 

Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.  

Leo Passos deve ser mais finalizador do que marcador.

Toscano é opção para meia-centralizado ou de lado, com poder de criação, finalização e decisão. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Marcelo Cavichioli;
Daniel Borges, Messias (Eduardo Bauermann), Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Alê (Calyson, Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Leo Passos, Toscano)

Oeste x América
sexta-feira, 19h15, Arena Barueri. 
Vamos vencer, Coelhão

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

América-MG 2 x 1 Juventude-RS

Apesar de ter faltado um pouco mais de eficiência nos complementos das jogadas ofensivas, o time americano manteve a regularidade, a repetição com correção, a resistência, conquistou mais três pontos e se aproximou da Chapecoense, que lidera o Brasileirão da Série B.  

De acordo com o SofaScore, o adversário teve 54% de posse de bola, fez duas finalizações no gol e 4 para fora. 

O América, 46% de posse de bola, 5 finalizações no gol e 9 para fora.

Ainda teve mais um gol anulado do Felipe Azevedo.

O terceiro nesta série B. 

Nos jogos anteriores, foram anulados o do Ademir contra o Cuiabá e outro do Felipe Azevedo contra a Ponte Preta. 

No gol feito pelo Juventude, houve falha na recomposição e organização defensiva, com distanciamento entre Anderson e Messias, e muito espaço para Renato Cajá progredir sem marcação desde o meio-de-campo até a intermediária para finalizar. 

Mas na maior parte do jogo, prevaleceu a consistência na defesa e a organização na fase ofensiva, de recomposição e transição. 

Sabino, equivocadamente utilizado de zagueiro em 2019 quando foi promovido para o principal, demonstrou grande potencial de aproveitamento na posição de primeiro volante, com qualidade no desarme, na marcação e precisão no passe curto e longo. 

Anderson, Alê, Daniel Borges, João Paulo, Juninho, Messias e Sabino foram os maiores passadores.

No primeiro gol, Juninho repetiu o poder de infiltração na área adversária para finalizar. 

Alê, Daniel Borges e João Paulo os principais articuladores. 

Felipe Azevedo foi o mais participativo do trio ofensivo. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Berola nos minutos finais. 

Destaque para Sabino, pelo potencial de aproveitamento demonstrado, Alê e Juninho, pela participação na articulação e na marcação,  Juninho, novamente, e Rodolfo pelos gols marcados, e especialmente João Paulo pelo duplo desempenho na tarefa defensiva e ofensiva. 

América na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo; 
Sabino (Flávio);
Juninho, Alê (Calyson); 
Ademir (Léo Passos), Rodolfo (Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca. 
 
Juventude: 
Marcelo Carné; Igor, Genilson, Nery Bareiro e Hélder; 
João Paulo, Gustavo Bochecha (Carlos Eduardo) e Renato Cajá (Gabriel Terra); 
Capixaba (Rafael Grampola), Gabriel Bispo (Marciel) e Rafael Silva (Wallace Tarta). 
Técnico: Pintado. 

Gols: Juninho, Rodolfo, Renato Cajá (Juventude)



terça-feira, 24 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Juventude-RS

Embora seja possível vencer sem convencer, quanto melhor o desempenho, maiores as possibilidades de conquistar a vitória sem depender tanto do acaso.

Mesmo assim, o imprevisto favorável sempre é bem-vindo.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, o time americano está muito bem consistente e organizado na fase defensiva, inclusive na bola parada e na recomposição. 

A intensidade, produtividade e qualidade na transição ofensiva precisam ser aumentadas. 

Na organização ofensiva, o complemento das jogadas nas finalizações e nos últimos passes necessitam ser mais bem executados e o aproveitamento na bola parada ser mais eficiente.

Ademir, Daniel Borges, e Juninho deverão ser os responsáveis pela transição no lado direito, e Alé, Flávio e João Paulo no esquerdo. 

Juninho é mais infiltrador. 

Alê mais cadenciador e distribuidor das jogadas. 

Ambos necessitam ser mais finalizadores. 

Felipe Azevedo pelo lado esquerdo carece ter mais velocidade para defender e atacar, ser mais finalizador e decisivo. 

Talvez seja mais interessante utilizar Leo Passos pelo lado, porque tem mais resistência física para fazer a recomposição defensiva e a transição ofensiva. Ainda assim, Leo Passos precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Berola é opção de velocidade. 

Felipe Augusto precisa recuperar o ritmo. 

Lucas Luan e João Gabriel poderiam ser opção para executar as funções do Geovane. 

Lohan poderá ser aumentar o aproveitamento na bola aérea ofensiva.

Sabino, primeiro volante. 

Thalys deveria ser opção para a lateral-direita. 

Toscano pode jogar de meia-atacante centralizado e de lado. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo;
Flávio (Sabino);
Juninho, Alê (Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Lohan), Felipe Azevedo (Berola, Felipe Augusto, Lucas Luan, Toscano)

América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Operário-PR 0 x 1 América-MG

Vencer por diferença de um gol é goleada, num campeonato de regularidade, repetição e resistência,
com jogos seguidos em curto espaço de tempo.

O desgaste físico e cansaço mental gerado pela sequência de jogos e viagens aumentaram com a disputa simultânea da Copa do Brasil.

Na vitória sobre o Operário, pelos dados do SofaScore, o adversário teve 62% de posse de bola, fez uma finalização defendida pelo Matheus Cavichioli e 5 para fora

O América teve 38% de posse, duas finalizações no gol, 5 para fora.

Embora tenha faltado mais poder de ataque, criação, finalização e decisão, a compactação defensiva e a baixa intensidade na transição ofensiva podem ser justificadas devido ao esgotamento provocado pelos jogos seguidos da Série B e entre eles o do Internacional, na conquista da classificação para a semifinal da Copa do Brasil.

Ainda assim, o time americano venceu, conquistou três pontos e manteve a vice-liderança da Série B.

Os sub-20 Flávio e Vitão e o sub-21 Lucas Luan, mesmo sem ritmo de jogo, demonstraram potencial de aproveitamento, mas Lucas Luan poderá ser mais produtivo no meio-de-campo.

Quanto mais vezes jogarem, mais rapidamente prontos vão ficar. 

Se a postura fosse mais ofensiva, Daniel Borges e Lucas Luan poderiam ter sido mais produtivos no apoio, e Flávio, Junino e Alê mais participativos na transição. 

Faltaram opções de velocidade no ataque, porque Felipe Azevedo e Rodolfo têm baixa velocidade para contra-atacar e recompor. 

Ademir, em pouco tempo de jogo, foi mais produtivo no araque do que Felipe Azevedo. 

Felipe Augusto nada acrescentou. 

Leo Passos, outro sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, mostrou que é mais produtivo e eficiente na função de meia-atacante de lado, participativo na marcação, mas especialmente pela assistência para finalização do Rodolfo e pelo gol da vitória americana. 

Apesar de não terem sido utilizado mais vezes, principalmente no Campeonato Mineiro, destaque para a transformação do DNA formador em aproveitador, com a escalação dos pratas da casa Flávio e Vitão, ambos do Sub-20, e do Lucas Luan, sub-21, para Leo Passos, pelo oportunismo do gol, e Messias, o dono da grande área. 

Operário-PR:
Thiago Braga; 
Alex Silva (Sávio), Rafael Bonfim, Sosa e Fabiano; 
Pedro Ken, Diego Cardoso (Jorge Jiménez) e Tomas Bastos; 
Ricardo Bueno (Lucas Batatinha), Marcelo (Rafael Chorão) e Thomaz (Schumacher) 
Técnico: Matheus Costa
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, Messias, Lucas Luan (João Paulo); 
Flávio;
Juninho, Alê (Geovane);
Léo Passos (Vitão), Rodolfo (Ademir), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Cauan Almeida (auxiliar)

Gol Leo Passos



sábado, 21 de novembro de 2020

Pré-jogo Operário-PR x América-MG

Diego Ferreira, Sávio e Zé Ricardo deverão ser os desfalques do time americano na busca pela vitória sobre o Operário-PR, num campeonato de regularidade, repetição com melhoria e resistência. 

Embora Zé Ricardo seja um dos destaques da equipe no desarme, na marcação, no passe, e um dos principais articuladores do início da transição, e a base da sustentação do posicionamento dos meio-campistas no campo ofensivo, Flávio tem bastante capacidade para ser aproveitado mais vezes entre os titulares,  potencial no combate, na troca de passes e nas viradas de jogo. 

Sabino, mal utilizado no ano passado na posição de zagueiro,  também é bastante promissor na função de primeiro volante combativo, participativo na saída de bola através da distribuição das jogadas, lançamentos, e tem muita personalidade. 

Lucas Luan, que deveria ter sido mais utilizado no meio-de-campo nos tempos do sub-20 em vez de lateral-esquerdo, do mesmo modo tem potencial de evolução, com precisão no passe e na finalização. 

Vitão foi treinado para ser centroavante finalizador, dependente das assistências e cruzamentos. 

Vale a pena repetir, que Flávio e Vitão, sub-20 no primeiro passo da transição profissional, Lucas Luan e Sabino, sub-21 no segundo passo dessa transição, ainda estão em processo de aprimoramento e oscilação. 

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparados e rapidamente vão ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares da equipe principal. 

Ademir, Diego Ferreira e Geovane evoluíram muito com a sequência de jogos. 

Devido a falta de preparação nas categorias de base, Ademir, 25 anos, atrasou o processo de amadurecimento, e está no começo da maturação profissional. 

Geovane, sub-22, necessita ter mais poder de finalização e decisão, mas está superparticipativo na defesa e no ataque, se desdobrando para colaborar com João Paulo na marcação e com Felipe Azevedo no campo ofensivo. 

Diego Ferreira completou o segundo passo da transição no ano passado, deixou de ser sub-23,  começou a evoluir com a participação em jogos seguidos e conquistou titularidade.

Mas Daniel Borges tem total capacidade ser mais produtivo e eficiente na tarefa defensiva e ofensiva. 

Quando a postura do time for mais compactada no campo de defesa, haverá necessidade de ter outra opção pelo lado esquerdo sem ser Felipe Azevedo para puxar o contra-ataque. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, poderia até ser falso 9, mas necessita voltar a ser mais finalizador e decisivo.

Uma mudança posicional e funcional seria o deslocamento do Geovane para o lugar do Felipe Azevedo e a escalação do Alê ou Toscano no meio-de-campo. 

Alê precisa recuperar o ritmo de jogo, ser mais finalizador e decisivo, mas é muito qualificado no passe na bola longa e participativo na marcação. 

A produtividade do Rodolfo vai depender da aproximação dos meios-campistas e dos extremos. 

Apesar de ser muito voluntarioso, Leo Passos, sub-21, de centroavante carece ser mais finalizador do que marcador, e pelo lado ser mais assistente e agudo do que colaborador na recomposição defensiva. 

Berola e Felipe Augusto são opções de velocidade.

Toscano é opção de versatilidade em várias funções, com poder de criação, finalização e decisão. 

Eduardo Bauermann precisa jogar para recuperar ritmo de jogo. 

Poderia entrar na zaga e Anderson ser deslocado para volante, a fim de aumentar a altura na bola aérea defensiva. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Lucas Luan);
Flávio (Sabino);
Juninho (Alê), Geovane (Alê, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)


Operário-PR x América-MG
sábado, 16h30, Germano Krüger
Vamos vencer, Coelhão!