O defeito crônico dos jogadores titulares, na execução das jogadas, foi repetido pelos reservas, porque faltou transformar o controle do adversário, posse de bola e postura ofensiva em mais assistências, finalizações e principalmente gols feitos.
O jogo deveria ter sido utilizado para dar ritmo pro Leo Alaba, Person e Yago Souza serem mais criativos, pisarem mais na área e finalizarem mais, Gabriel Barros ser mais agudo e finalizador, Yarlen ser titular, testar Bigode e Mastriani juntos.
Dalbert foi um dos poucos destaques, e Val, do meio-campo para frente, praticamente foi o único que apareceu pro jogo, chamou a responsabilidade, e fez um golaço.
Elizari pouco criou e finalizou, faltou profundidade, poder ofensivo e de finalização para Segovinha e principalmente Everton, e Yago Santos desperdiçou uma grande chance de gol num cruzamento do Dalbert,
Paulo Victor tentou ser participativo, mas só recebeu um cruzamento do Val para finalização.
Embora com a necessidade de titulares pouco aproveitados na Série B, Diogo Giacomini poderia ser o técnico contra o Tombense, fora de casa, na próxima rodada da Sul-Sudeste, porque preservaria o Valentim de um desgaste desnecessário de disputar uma competição com um time reserva.
Na transformação do DNA formador em aproveitador, a cultura vitoriosa, mentalidade vencedora e paixão por vencer, perdidas desde a saída do Mairon e não efetivação do João Batista, precisam ser resgatadas.
O Sub-20, na zona do rebaixamento do Brasileiro, com dois empates e uma derrota em três jogos, e com duas derrotas em dois jogos no Mineiro, precisa ser reforçado, em vez de desfalcado.
Para vencer o Botafogo, Alé, Dalbert e Val demonstraram capacidade de aproveitamento entre os titulares durante o jogo.
Segovinha joga bola, mas está muito distante da linha de fundo para fazer cruzamentos, e da grande área adversária para finalizar.
O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Valentim será encontrar a melhor escalação, estratégia e tática para conquistar a vitória.
Leo Alaba vai precisar recuperar o ritmo de jogo.
O mais bem preparado fisicamente, taticamente e tecnicamente, entre Artur, Dalbert e Paulinho, deveria ser o lateral esquerdo para jogar dois tempos, sem necessidade de ser substituído.
Na ausência de um típico volante camisa 5, mais defensivo do que ofensivo, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, Alê, Felipe Amaral e Val são as opções de camisa 8, e o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person e Yago Souza, o camisa 10.
Deverá ser eficiente utilizar Alê, Felipe Amaral e Val, de acordo com as circunstâncias do jogo.
O trio ofensivo poderá ser formado pelo Gabriel Barros e Thauan, para serem pontas agudos, finalizadores e passadores, e Maastriani, centroavante com poder de decisão.
Ainda a possiblidade de encaixar Bigode e Mastriani, mas sem perder poder defensivo e ofensivo pelo lado sem um atacante para defender e atacar, sem Bigode embolar com Person ou Yago Souza ou o terceiro volante do meio-campo.
Vamos vencer, Coelhão!
América:
William;
Samuel, Wesley, Thallyson e Dalbert (Pedro Paranhos);
Val, Yago Santos (Gabriel da Silva), Elizari;
Segovinha (Yarlen), Paulo Victor (Jhonatan), Everton
Técnico: Valentim.
Caxias:
Busatto;
Felipe Albuquerque, Ianson, Maurício Ribeiro e Roberto;
Breno (Luis Fernando), Matheus Nunes e João Lucas (Gabriel Moraes);
Calyson (Jhonatan Ribeiro), Luis Miguel (Gaspar) e Felipe Rangel (Salatiel).
Técnico: Marcelo Cabo.
Gol: Val