quarta-feira, 22 de maio de 2024

Guarani 1 x 2 América

O desempenho melhor que o resultado, no empate com o Mirassol, quando a produtividade superou a efetividade, e o resultado melhor que o desempenho, na vitória sobre o Guarani, quando a efetividade foi maior que a produtividade, evidenciaram que o Brasileirão é uma competição de resistência, em que o time poderá jogar melhor, e deixar de vencer, e produzir menos do que pode render, mas conquistar os três pontos.

Apesar da falha do Dalberson e Ricardo Silva no gol sofrido, os comandados do Cauan voltaram a demonstrar serem bastante competitivos, bem organizados, resilientes, e principalmente com o modelo de jogo definido pelo técnico e incorporado pelos jogadores. 

Embora na padronização do modelo jogo prevaleça a construção das jogadas por meio da troca de passes desde o início da transição ofensiva, ainda falta aprimorar a saída de bola longa, utilizar mais lançamentos, e os extremos, em vez de sempre priorizarem o passe, serem mais agudos, sem receio de buscarem o drible partirem pra cima dos adversários,  a fim de acelerar as jogadas ofensivas pelos lados, aumentar a profundidade, e as assistências pelo alto e pelo chão, para serem finalizadas dentro da área adversária. 

Brenner e Vinícius aumentaram as opções entre titulares e substitutos. 

Varanda, preferencialmente de meia centralizado, e Wallinsson também serão importantes durante a temporada. 

O trio ofensivo para enfrentar e vencer o Santos poderá ser formado pelo Adyson ou Jacaré, Brenner ou Renato, Fabinho ou Felipe Azevedo ou Vinícius.

Mas talvez por terem participado da vitória sobre o Atlético, por 2 a 1, no segundo jogo da semifinal do Mineiro, seja interessante optar pelo Jacaré, Brenner e Felipe Azevedo no time titular, porque estão mais acostumados a jogar grandes decisões. 

Guarani
Vladimir;
Diogo Mateus, Douglas, Lucas Adell (Léo Santos) e Jefferson; 
Matheus Bueno, Camacho e Chay (Gustavo França); 
Luccas Paraizo (Rafael Freitas), João Victor e Reinaldo (Marlon Douglas). 
Técnico: Júnior Rocha.

América:
Dalberson; 
Mateus Henrique, Éder, Ricardo Silva e Marlon; 
Alê (Felipe Amaral), Juninho (Benítez) e Moisés, 
Adyson (Vitor Jacaré), Renato (Brenner), Fabinho (Felipe Azevedo). 
Técnico: Cauan

Gols: Fabinho; Moisés

sexta-feira, 17 de maio de 2024

América 0 x 0 Mirassol

Apesar do empate, o desempenho do Coelhão foi superior ao resultado, porque os comandados do Cauan, bem organizados taticamente, bastante competitivos e super ofensivos, mantiveram a estratégia e modelo de jogo, definidos pelo técnico e incorporado pelos jogadores, dominaram o adversário, e criaram chances para conquistar a vitória, que poderia até ter sido convincente. 

Embora tenha faltado eficiência nas finalizações, o preocupante seria se o América tivesse sido pouco produtivo, sem poder de criação e finalização. 

Enquanto o adversário finalizou 4 vezes, uma no gol, o América finalizou 25 vezes, 5 no gol, mais duas na trave.

Fabinho conquistou a titularidade pelo gol marcado contra a Chapecoense e contra o Vila Nova, mas depois da finalização na trave, numa assistência perfeita do Jacaré, caiu de rendimento. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Renato, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução, poderá aumentar o poder de decisão se jogar mais dentro da área, porque tem imposição física e capacidade de finalizar de primeira ou no máximo dominar e finalizar. 

Benítez dificilmente aumentaria a produtividade americana, mas poderia ter aumentado a efetividade nas finalizações. 

Aliás, a escalação do Benítez para enfrentar o Guarani deverá depender de o jogador também ser utilizado contra o Santos.

Varanda deveria voltar a ser relacionado, a fim de ser opção para substituir Benítez ou Moisés ou um atacante de lado.

Sem o retorno do Brenner e sem a contração do centroavante, que deverá ser feita na segunda janela, Felipe Azevedo parece ter mais capacidade de executar a função de falso 9 do que Vinícius. 

A maior utilização do Adyson será progressiva, inclusive com a possibilidade de ser o responsável pelas cobranças de falta pelo corredor central ou direito ofensivo do Coelhão. 

Os cruzamentos rasteiros deveriam ser mais utilizados. 

América
Dalberson; 
Mateus Henrique, Éder, Ricardo Silva e Marlon (Nicolas);
Alê, Juninho e Moisés (Rodriguinho); 
Jacaré (Adyson) e Renato (Vinícius), Fabinho (Felipe Azevedo)
Técnico: Cauan

Mirassol:
Alex Muralha; 
Lucas Ramon (Alex Silva), João Victor, Luiz Otávio, Warley; 
Negueba, Danielzinho, Neto Moura, Gabriel (Chico);
Dellatorre (Diego Quirino) e Fernandinho (Diego Gonçalves). 

sexta-feira, 10 de maio de 2024

América 3 x 1 Vila Nova

Embora o gol sofrido possa ser considerado mais méritos do adversário, do que falha de posicionamento defensivo, porque se fosse favorável, os jogadores americanos, o que teria batido o escanteio e o que teria feito o gol, seriam destacados, ainda assim, os comandados do Cauan, bastante competitivos, organizados e resilientes, demonstraram poder de reação, venceram por 3 a 1, e criaram chances para a vitória ter sido por uma diferença maior de gols. 

A eficiente dupla arroz com feijão, formada pela completude entre Alê e Juninho. foi recompensada pelo golaço do Juninho, infiltrando na área adversária, numa assistência primorosa do Alê. 

Destaque para Éder, Ricardo Silva, Mateus Henrique, Marlon, Alê, Juninho, e Renato entre os titulares, Adyson, Fabinho, Moisés e Wallinson, entre os substitutos, e Cauan, pela consolidação da equipe durante a competição, pelas mudanças feitas, e padronização entre titulares e substitutos. 

Jacaré também foi bastante participativo. 

O aproveitamento do Adyson entre os titulares ou mais tempo de jogo será progressivo.

Fabinho parece mais confiante, participativo e decisivo. 

Wallinsson também está se tornando uma importante peça de reposição. 

Se Marlon não tivesse saído, Gustavinho ou Rodriguinho, que precisa renovar contrato, poderia ter entrado para preservar o Alê. 

O retorno do Varanda, preferencialmente centralizado, será um reforço para as próximas rodadas, até para fazer um revezamento com Benítez. 

Brenner e Vinícius também vão aumentar as opções. 

Devido a sequência de jogos contra Mirassol, Guarani e Santos, poderá ser mais interessante promover mais mudanças entre os titulares, a fim de minimizar o desgaste e dar ritmo de jogo a um maior número de jogadores. 

Benítez poderia ser utilizado em parte do jogo contra o Mirassol, preservado contra o Guarani, e jogar contra o Santos.  

Poderá ser mais funcional Mateus Henrique receber o terceiro amarelo contra o Mirassol, Daniel Borges jogar contra o Guarani, e Mateus voltar contra o Santos. 

América
Dalberson; 
Mateus Henrique, Éder, Ricardo Silva e Marlon (Nicolas);
Alê, Juninho (Wallisson) e Benítez 
Jacaré (Adyson)m Renato Marquesm Felipe Azevedo (Fabinho)
Técnico: Cauan de Almeida.

Vila Nova:
Dênis Júnior; 
Elias, Jemmes, Ruan Santos e Roberto (Rhuan); 
Cristiano, Geovane (Estevão), Igor Henrique e Juan Christian (Apodi);
Emerson Urso (Luciano Naninho) e Henrique Almeida (Igor Torres). 
Técnico: Márcio Fernandes.

Gols: Renato, Juninho e Fabinho

segunda-feira, 6 de maio de 2024

Chapecoense 2 x 2 América

Apesar da falha na saída de bola e de reposicionamento defensivo no primeiro gol sofrido, do erro do Dalberson no segundo gol, e de o gramado encharcado ter prejudicado mais o América, porque o time americano tem a característica de construir as jogadas por meio da troca de passes desde o início da transição até o terço final no campo do adversário, os comandados do Cauan, bem organizados, comprometidos e determinados, demonstraram poder de concentração para buscar o empate, com chances de conquistar a vitória. 

Embora o desempenho do Mateus Henrique e Marlon, Juninho, principalmente Benítez, e consequentemente do Felipe Azevedo, Jacaré e Renato, pudesse ter sido melhor num gramado mais seco, destaque para a presença do Benítez, sem ter sido substituído, Alê, pela produtividade efetiva nas quatro fases do jogo, Cauan, pelas mudanças feitas no segundo tempo, Adyson, Fabinho e Moisés, que entraram durante a partida e participaram das jogadas dos dois gols do Coelhão. 

O retorno do Moisés aumentou as opções para o meio-campo, que poderá contar com Felipe Amaral, Rodriguinho, Varanda e Wallisson durante a temporada. 

Adyson demonstrou potencial para ser mais utilizado entre os titulares ou mais tempo do jogo.

Fabinho, pelo gol marcado e pela assistência no segundo gol,  poderá ter mais confiança de partir pra cima da defesa adversária.  

A habilidade do Gustavinho também deverá ser utilizada em determinados momentos do jogo, pelos lados ou centralizado. 

Ainda que Renato tenha poder de finalizar de primeira ou dominar e chutar as assistências recebidas, a entrada do Gustavinho evidenciou o número reduzido de centroavantes. 

Mesmo com Brenner, falta mais um centroavante com capacidade de fazer o pivô, tabelar com os meias e os extremos, e ser decisivo. 

A escalação para enfrentar e vencer o Vila Nova poderá depender do desgaste provocado no jogo anterior, mas talvez seja interessante manter o maior número possível do time titular utilizado contra a Chapecoense. 

Chapecoense:
Matheus Cavichioli;
Marcelinho, Doma, B. Leonardo e Mancha; 
Foguinho, Carvalheira (Marlone) e G. Augusto (Tárik); 
Thomás (Walterson), Marcinho (Maílton) e Mário Sérgio (Rômulo).
Técnico: Umberto Louzer.

América:
Dalberson; 
Mateus Henrique, Ricardo Silva, Éder, Marlon; 
Alê, Juninho (Moisés) e Benítez; 
Jacaré (Adyson), Renato (Gustavinho), Felipe Azevedo (Fabinho)
Técnico: Cauan

Gols: Fabinho e Alê

terça-feira, 30 de abril de 2024

América 2 x 0 Novorizontino

Os comandados do Cauan, bem organizados na defesa, no meio-campo e ataque, buscaram o controle do jogo, através da troca de passes, desde o início da transição ofensiva até o terço final, dominaram o adversário e conquistaram uma vitória convincente, sobre um rival qualificado. 

Apesar do desempenho do Ricardo Silva, Mateus Henrique, Marlon, Juninho, Felipe Azevedo, e Adyson, e do gol do Jacaré, destaque para a produtividade efetiva do Alê e Benítez.

Ricardo Silva, com bastante imposição física, aumentou a consistência defensiva. 

Mateus Henrique e Marlon foram muito participativos na fase defensiva e principalmente ofensiva. 

O meio-campo qualificado formado pelo Alê, Benítez e Juninho prevaleceu sobre o adversário. 

Felipe Azevedo aumentou a produtividade ofensiva pelo lado esquerdo. 

O constante esforço do Jacaré foi recompensado com um gol marcado.

Renato se destacou pelas três finalizações no gol. 

Adyson, que em vez do Nícolas deveria ter batido uma falta, e Wallinsson demonstraram que poderão ser mais utilizados, inclusive entre os titulares, durante a temporada.

Aliás, a certeza da dúvida deverá ser sobre a escalação depois do retorno do Moisés. 

Poderá ser interessante de acordo com o adversário, Moisés formar um quarteto, no meio-campo, inicialmente com Alê, Benítez e Juninho. 

Ou revezar a titularidade ou ser substituto qualificado para entrar no segundo tempo. 

Também poderia ser interessante Moisés jogar um pouco mais recuado. 

A lesão do Brenner evidenciou o número reduzido de centroavantes, só com Brenner e Renato.

Em caso de necessidade, talvez Felipe Azevedo seja solução de falso 9.

Ainda a possibilidade do Vinícius ser improvisado na posição de centroavante. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Karlos Samuel, do sub-20, demonstrou potencial de aproveitamento e aprimoramento, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução, com Kaique, do sub-17, subindo pro 20. 

Rodriguinho precisa renovar contrato para poder disputar a titularidade. 

O retorno do Varanda vai aumentar as opções de meia-centralizado ou pelos lados. 

Possivelmente o time titular será mantido contra a Chapecoense. 

América:
Dalberson; 
Mateus Henrique, Ricardo Silva, Éder, Marlon (Nicolas);
Alê, Juninho (Wallisson) e Benítez (Rodriguinho);
Felipe Azevedo (Fabinho), Jacaré (Adyson) e Renato.
Técnico: Cauan

Novorizontino
Jordi; 
Luisão, Renato Palm, César Martins e Reverson (Danilo Barcelos); 
Raul Prata (Willian Farias), Eduardo (Dantas), Geovane; 
Waguininho, Marlon (Paulo Vitor) e Lucca (Neto Pessoao).
Técnico: Eduardo Baptista

Gols: Jacaré e Alê

domingo, 21 de abril de 2024

Botafogo SP 1 x 1 América

Apesar da ausência do Marlon, Moisés, Ricardo Silva, Vinícius e Varanda, da busca pelo controle de jogo desde o início da transição ofensiva, principalmente no primeiro tempo até a saída do Alê na segunda etapa, e do gol feito pelo Renato, o América desperdiçou grande oportunidade de conquistar a vitória, mais pela improdutividade no ataque, do que pelo gol de empate sofrido nos acréscimos, porque faltou poder de criação, finalização e decisão, principalmente para os atacantes Fabinho e Jacaré.

O 1 a 0 seria mais recompensador pelo resultado fora de casa, na estreia da competição, do que pelo desempenho, especialmente ofensivo, porque foram só três finalizações no gol, duas do Renato e uma do Benítez, e quatro para fora. Muito pouco para um time com proposta ofensiva. 

Ainda assim,  depois de o volume de jogo americano ter diminuído e o do Botafogo aumentado, Pedro Barcelos, preventivamente, deveria ter entrado no lugar do Juninho, nos minutos finais, para aumentar a altura na bola alta na defesa e formar uma linha defensiva com cinco jogadores. 

Fabinho, em vez de se limitar a trocar passes, na maioria das vezes para trás ou para os lados, carece aparecer pro jogo, chamar a responsabilidade, ser mais agudo, vertical, partir pra cima da defesa adversária, vencer os duelos individuais,  ter ambição de atacante, para pelo menos tentar fazer cruzamentos precisos, finalizações e gols decisivos. 

Embora necessite ser mais regular na produtividade ofensiva, repetir o desempenho da vitória sobre o Alético, em que marcou um golaço e foi um dos destaques da partida, Jacaré, pelo menos, aparece pro jogo, parte pra cima e tenta executar as jogadas ofensivas. 

Para piorar o rendimento, Nícolas cedeu espaços na defesa e rendeu menos do que Marlon no ataque. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, dificilmente um prata da casa, com potencial de evolução, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, teria as mesmas chances seguidas se o rendimento fosse o mesmo do Fabinho, Jacaré e Nícolas.

Poderia ter sido mais interessante ter iniciado o jogo com uma formação parecida com a utilizada na vitória sobre o Atlético, por 2 a 1, com Jacaré e Felipe Azevedo, pelas pontas.

A escalação do Brenner ou Renato dependeria do mais bem preparado para fazer o pivô, a fim de tabelar com Benítez, e ter presença de área para definir as jogadas criadas, principalmente pelo Benítez, Felipe Azevedo e Jacaré, 

Durante o jogo, Adyson entraria no lugar do Felipe Azevedo no segundo tempo. 

Varanda, que tem mais potencial para jogar de meia-atacante centralizado, poderia entrar no lugar do Benítez ou do Jacaré. 

Felipe Amaral e Wallisson, que demonstrou capacidade de ser mais utilizado, entrariam no meio-campo. 

Daniel Borges, ou Rodriguinho, que precisa renovar contrato para ser mais bem aproveitado, ou Paulinho ou Yago seria opção para o lugar do Nícolas. 

Para vencer o Novorizontino dentro de casa, o ideal seria o retorno do Marlon, Moisés, Ricardo Silva e Varanda, a renovação do contrato do Rodriguinho e a estreia do Vinícius, a fim de aumentar as possibilidades entre titulares e substitutos. 

Ricardo Silva formaria dupla de zaga com Éder ou Júlio. 

Marlon seria o titular da lateral esquerda.

No 4-4-2, Alê, Juninho, Moisés e Benítez formariam o quarteto do meio-campo, com Felipe Azevedo e Brenner ou Renato na frente.

No 4-2-3-1, Alê e Moisés, na segunde linha de 2, com o deslocamento do Juninho para a ponta direita, para formar com Benítez e Felipe Azevedo, a linha de 3, mais Brenner ou Renato na função de centroavante.

No 4-3-3, a titularidade do Benítez deverá ser de acordo com o adversário.

Mais a possibilidade de aproveitar Adyson, Jacaré, Wallison, Vinícius e Varanda. 

Rodriguinho também poderia ser utilizado de meia-atacante pelo lado direito.

América: 
Dalberson; 
Mateus Henrique, Éder, Júlio e Nicolas; 
Alê (Felipe Amaral), Juninho (Rodriguinho) e Benítez (Wallisson); 
Jacaré, Renato (Brenner) e Fabinho (Felipe Azevedo). 
Técnico: Cauan 

Gol: Renato

quarta-feira, 20 de março de 2024

América 2 x 1 Atlético

A vitória sobre o Atlético foi bastante representativa, porque os comandados do Cauan, bem escalados estrategicamente, bem organizados taticamente e bem preparados mentalmente, demonstraram atitude vencedora, disposição e imposição física na disputa das jogadas, e desempenho melhor que o resultado, com a criação de chances para ter vencido até por mais de dois gols de diferença. 

Poderá ser o resgaste da construção da cultura vitoriosa, da mentalidade vencedora e da paixão por vencer desde as categorias de base até o profissional Feminino e Masculino, que elevou o patamar do Coelhão, quando permaneceu durante três anos seguidos na Série A, disputou a Libertadores e a Sul-Americana, e passou a ocupar o 10° lugar do Ranking da CBF.  

Aliás, pelo Sub-20 feminino, o América derrotou o Atlético por 1 a 0. 

Mesmos assim, times vencem jogos e equipes conquistam objetivos e títulos, ainda mais num campeonatos de longa duração, devido a necessidade de mudanças provocadas por desgaste físico, fase ruim, lesões, suspensões e transferências. 

Reforços serão necessários para o Brasileirão da Série B, a fim de conquistar o acesso para a primeira divisão, com possibilidade de disputar e conquistar o título da competição. 

Preventivamente um goleiro, porque Cássio, ainda é inexperiente, e Jori está sem ritmo de jogo. 

Um zagueiro mais rodado, porque Jhow e Talisca também são inexperientes para serem utilizados em caso de necessidade. 

Talvez um lateral esquerdo devido as lesões seguidas do Marlon e Nícolas. 

Pelo menos um atacante agudo de velocidade. Preferencialmente dois. 

Um centroavante, porque Brenner e Renato são opções reduzidas de substituição. 

O meio-campo, com a contratação do Wallison, que tem capacidade para jogar mais avançado, e a possibilidade de aproveitamento do Martínez, parece o setor mais completo da equipe. 

América:
Dalberson;
Mateus Henrique, Éder, Júlio (Pedro Barcelos) e Marlon (Nicolas); 
Alê (Benítez), Juninho (Renato Marques) e Moisés; 
Jacaré, Brenner, Felipe Azevedo (Adyson)
Técnico: Cauan

Atlético: 
Everson; Saravia, Bruno Fuchs, Jemerson e Guilherme Arana; 
Alan Franco, Battaglia (Otávio), Igor Gomes (Rubens) e Gustavo Scarpa;
Hulk e Paulinho (Edenílson)
Técnico: Luiz Felipe Scolari

segunda-feira, 11 de março de 2024

Atlético 2 x 0 América

Apesar do desfalque do Ricardo Silva, da chance desperdiçada pelo Matheusinho, de o segundo gol após a saída do Éder, de o diferencial competitivo dos comandados do Cauan ter sido a construção das jogadas por meio da troca de passes desde o início da transição, de ter finalizado mais que o adversário, de a eficiência ofensiva individual do Arana, Hulk e Paulinho ter feito a diferença no resultado, ainda assim, Benítez entre os reservas, a saída do Renato, em vez do Fabinho, ausência de um atacante com capacidade para defender e principalmente atacar pelo lado direito e de um centroavante durante o segundo tempo, pouca disposição e imposição física nas disputas das jogadas, e ineficiência nas finalizações prejudicaram o desempenho do time americano.

Diferentemente do Marlon, que defendeu mais do que atacou, porque teve de marcar e foi marcado pelo Alisson, Arana, constantemente desmarcado, atacou mais do que defendeu, porque Fabinho foi improdutivo na tarefa defensiva e principalmente ofensiva. 

Pior do que a insegurança de escalar Benítez entre os titulares, devido a condição física do jogador, é a possível opção tática de deixar Benítez entre os reservas, porque ele é mais produtivo na organização ofensiva do que na marcação. 

Benítez poderá começar o jogo, o time jogar mal, ele machucar no primeiro tempo, mas deverá ser o titular nos jogos decisivos, porque é o principal jogador da equipe, com capacidade de criação, decisão e finalização. 

Tanto é que Martínez, duas vezes, Nícolas e Ricardo Silva machucaram nos treinamentos, e Éder, durante o jogo. 

Cauan precisa encontrar uma formação entre os titulares, a fim de aproveitar o potencial ofensivo do Benítez, sem perder força de marcação.

Poderá ser mais interessante, Benítez ser o quarto jogador do meio-campo no 4-4-2, ou ser o meia-centralizado, no 4-2-3-1.

Na falta de pelo menos um atacante agudo de velocidade pelo lado, com capacidade de vencer os duelos individuais, buscar alinha de fundo, fazer cruzamentos precisos ou infiltrar pela diagonal para finalizar, talvez seja mais produtivo a utilização do Adyson ou Gustavinho ou Felipe Azevedo ou Juninho ou Rodriguinho ou Varanda pela beirada.  

Na transformação do DNA formador em aproveitador,  possivelmente Adyson estaria mais bem preparado com as mesmas chances dadas ao Fabinho e Jacaré. 

O aproveitamento do Brenner também carece ser definido. Por enquanto, foi contratado para não jogar. 

Mesmo assim, só dois centroavantes na equipe é um número bastante reduzido. 

Atlético:
Everson;
Saravia, Bruno Fuchs, Jemerson e Arana; 
Battaglia, Igor Gomes (Rubens), Gustavo Scarpa e Alisson (Alan Franco);
Paulinho (Cadu) e Hulk (Vargas). 
Técnico: Felipão.

América:
Dalberson; 
Mateus Henrique, Éder, (Pedro Barcelos) Júlio e Marlon; 
Alê, Juninho e Moisés (Rodriguinho); 
Fabinho (Jacaré), Renato(Varanda), Matheusinho (Benítez).
Técnico: Cauan de Almeida.