domingo, 31 de maio de 2026

Juventude 3 x 0 América

Falhas na formação da equipe comandada pelo Valentim, redução das opções disponíveis devido ao elevado número de lesões, e escalações equivocadas, mudanças e tentativa de o Roger utilizar um modelo de jogo de alta intensidade, incompatível com o perfil dos jogadores, influenciaram negativamente no desempenho na Série B. 

Erros do Gustavo, baixo poder de marcação dos laterais, principalmente Artur e Leo Alaba, desfalque do Ricardo Silva, e ausência de um primeiro volante, o desvalorizado cabeça de área, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, prejudicaram o setor defensivo do meio-campo para trás. 

Ausência de um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos, meio-campo formado mais por segundos volantes, com Person e Yago Souza distantes da área adversária, e pouca utilização do Alê e principalmente Bigode entre os titulares pelo Roger diminuíram o poder ofensivo, especialmente do Mastriani, que parou de fazer gols, sem assistências do Bigode, de um camisa 10, e cruzamentos da linha de fundo para serem finalizados dentro da área. 

Apesar na necessidade financeira de executar mais de um função no mesmo cargo, também faltou um diretor exclusivo para o futebol, até um gerente técnico, com experiência de vestiário, e um representante do América, com autonomia para acompanha o dia a dia do futebol. 

Ainda assim, o América poderia ter pontuado mais nesta Série B, pelo menos para ficar fora da zona do rebaixamento. 

O desafio inicial do Umberto Louzer será adaptar um modelo de jogo de acordo com o perfil dos jogadores, aumentar a consistência defensiva, depois o poder criativo e ofensivo.

A escalação do Gustavo ou William vai depender de uma avaliação mais criteriosa dos preparadores dos goleiros. 

Poderá ser mais eficiente utilizar três zagueiros ou quatro jogadores no meio-campo.

Emerson, Manoel, Ricardo Silva, Nathan e Rafa são opções para a dupla ou trio de zaga. 

Rafa poderia ser utilizado na posição de primeiro volante ou lateral direito, com função mais defensiva.

Jhoony e Dalbert deveriam ser as primeiras opções de alas ou laterais, com a improvisação em caso de necessidade do Rafa na lateral direita e do Yago Santos na ala esquerda. 

O meio-campo inicial seria formado por 3 ou 4 jogadores entre Alê, Felipe Amaral, Person, Rafa, Val e Segovinha, deslocado para o centro, com possiblidades do Otávio e Yago Souza.

Talvez Rafa, Alê, Felipe Amaral e Segovinha, mais preventivo, ou Alê, Felipe Amaral e Person ou Segovinha, mais ofensivo.

O ataque com dois ou três atacantes inicialmente entre Bigode, Mastriani e Segovinha. 

E a possibilidade de dobra pela esquerda com Artur e Dalbert.

Jhonatan deveria ser preparado para ser atacante pelo lado direito ou centroavante. 

Gabriel Barros, Everton, Thuan e Yarlen precisam ser mais assistentes e artilheiros decisivos. 

Juventude:
Jandrei; 
Gabriel Pinheiro, Messias, Marcos Paulo e Diogo Barbosa; Nathan Santos (Aderlan), Lucas Mineiro e Raí Silva (Iba Ly); 
Manuel Castro (Carlinhos), Fábio Lima (Wadson) e Alan Kardec (Alisson Safira). Técnico: Maurício Barbieri

América: 
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Rafa Barcelos e Arthur (Dalbert); 
Felipe Amaral (Otávio), Val; Elizari (Thauan);
Segovinha (Gabriel Barros), Mastriani e Everton (Bigode). 
Técnico: Roger 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

América 1 x 2 Vila Nova

Faltou transformar o volume de jogo dos primeiros 30 minutos em gols feitos, nas finalizações do Alê, Elizari, Felipe Amaral, Mastriani e Segovinha, poder de marcação pelos lados pro Artur e Leo, de finalização pro Everton, e resistência física, principalmente do Elizari, Felipe Amaral e Segovinha, o melhor do jogo, para suportar dois tempos em alta intensidade. 

Mas, apesar da limitação física, financeira, e técnica da equipe, a demora para mudar, a tentativa da manutenção da estratégia de pressão alta no segundo tempo, e as mudanças feitas pelo Roger, novamente, pioraram o desempenho, porque o Vila Nova, depois do gol do Nathan, começou a tomar conta do jogo, criou chances para empatar e até virar, e na segunda etapa, o América, mais desgastado fisicamente, perdeu poder criativo, de marcação e ofensivo, com a entrada do Gabriel Barros e Val, ambos sem ritmo de jogo, e do Jhonatan, que tem mais potencial de atacante para ser trabalhado do que camisa 10. 

Poderia ter sido mais eficiente ter utilizado uma estratégia mais equilibrada entre defender e atacar ou mais reativa no segundo tempo, com a entrada de jogadores com mais ritmo de jogo. 

No 4-3-3, Dalbert no lugar no Artur, no intervalo, Otávio, para reforçar a marcação, no lugar do Felipe Amaral, Thauan no lugar do Segovinha, Yago Souza no lugar do Elizari, e Bigode no do Everton. 

Outra possibilidade seria utilizar o 3-5-2, com Artur deslocado para zaga, Dalbert no lugar do Everton, Jhonny no do Leo Alaba, Otávio no lugar do Felipe Amaral, Yago Souza no do Elizari e Bigode no Segovinha, para formar dupla de centroavantes com Mastriani. 

Mesmo assim, vai ser preciso contratar pelo menos um lateral direito, um típico primeiro volante, para jogar na frente dos zagueiros, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols.

Também falta um diretor exclusivo do futebol para buscar a reação americana, a fim de permanecer na Série B.

América: 
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Rafa, Artur; 
Alê (Thauan), Felipe Amaral (Val) e Elizari (Jhonatan);
Segovinha (Gabriel Barros), Mastriani, Everton (Bigode)
Técnico: Roger 

Vila Nova: 
Helton Leite; 
Dudu (Nathan Camargo), Tiago Pagnussat, Anderson Jesus e Higor; 
João Vieira (Elias), Willian Maranhão e Marquinhos Gabriel (Willian Formiga); 
Ryan (Hayner), Janderson e Gustavo Puskas (André Luís). 
Técnico: Guto Ferreira

Gol: Nathan

quarta-feira, 20 de maio de 2026

São Bernardo 1 x 1 América

Ausência de um zagueiro entre os reservas, saída do Artur, Felipe Amaral e Nathan, três substituições por necessidade física, e o gol anulado do Rafa prejudicaram o melhor desempenho, principalmente no primeiro tempo, dos comandados do Roger, a força de vontade na base da superação no segundo tempo, e influenciaram no resultado, que deveria ter sido a vitória do Coelhão sobre o líder da Série B.

Gustavo, Artur, Nathan e Rafa na defesa, Felipe Amaral, depois Otávio, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, e principalmente Alê e Elizari, os mais experientes, no meio-campo, e Segovinha e Mastriani, no ataque, apareceram pro jogo e fizeram a diferença, até o esgotamento físico no segundo tempo, ainda mais com as opções reduzidas de substituição. 

Apesar de Otávio ter entrado com personalidade, em condições normais, entraria no segundo tempo, talvez no lugar do Elizari. Dalbert ou Paulinho, no lugar do Everton para fazer dobra com Artur. Thauan, no lugar do Segovinha, e Bigode no lugar do Mastriani. Ainda a opção do Yago Souza, em caso de necessidade no lugar do Alê. 

Mas a equipe deverá ficar mais encorpada para buscar a vitória sobre o Vila Nova.

Emerson, Manoel, Nathan, Rafa e Ricardo Silva vão aumentar as opções para formar dupla ou trio de zagueiros. 

Leo Alaba e Jhoony, para a lateral direita, Artur, Dalbert e Paulinho, para a esquerda. 

Alê, Elizari, Felipe Amaral, Otávio, Yago Souza e Val para o meio-campo. 

Ainda assim, Rafa poderia ser opção de primeiro volante, com foco na marcação, para vencer duelos individuais pelo alto e pelo chão. 

Bigode, Gabriel Barros, Everton, Mastriani, Segovinha e Thauan, ainda Dalbert ou Paulinho para fazer a dobra pela esquerda, opções do trio ofensivo. 

Poderá ser mais eficiente utilizar Alê, Felipe Amaral ou Otávio, Elizari, Segovinha, Mastriani e Bigode entre os titulares. 

Acredita, Coelhão! 

São Bernardo: 
Alex Alves; 
Rodrigo Ferreira, Hélder (Jemerson), Augusto e Pará; 
Marcão Silva, Romisson (Hyoran) e Dudu Miraíma; 
Echaporã (Lucas Rian), Daniel Amorim (Felipe Garcia) e Pedro Vitor (Daniel Davi)
Técnico: Ricardo Catalá.

América: Gustavo;
Léo Alaba, Nathan (Paulinho), Rafa, Artur (Dalbert);
Alê, Felipe Amaral (Otávio), Elizari; 
Segovinha (Jhonny), Mastriani e Everton (Thauan).
Técnico: Roger

Gol: Elisari

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Náutico 4 x 0 América

Embora as dificuldades financeiras para montar uma equipe competitiva com baixo orçamento sejam maiores, porque o futebol até na Série B, depois das bets e safs, ficou bastante inflacionado, ainda assim, a eliminação precoce na Copa do Brasil, planejamento equivocado na Sul-Sudeste, saída do Valentim, e queda de rendimento sob o comando do Roger evidenciaram falhas na formação da equipe, com contratados que ainda não justificaram as respectivas contratações, sem pelo menos um típico primeiro volante camisa 5, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos.

Faltou um diretor técnico exclusivo do futebol, com experiência de vestiário, para acompanhar o dia a dia no CT, viajar com a delegação, participar das entrevistas, e principalmente com capacidade de aprovar, indicar e vetar contratações sugeridas pelo Departamento de Análise e pelo Valentim, de acordo com as necessidades do time. 

Apesar do elevado número de lesionados para uma equipe, que praticamente disputou poucas competições simultâneas neste início de temporada,  o América do Valentim era o time da Série B com mais finalizações, passes certos, e entre os primeiros com mais cruzamentos.

As escolhas do Roger pioraram o rendimento, porque o time americano perdeu volume de jogo, diminuiu o número de finalizações, de grandes chances criadas e gols feitos, e principalmente o desempenho coletivo e individual dos jogadores, entre eles Mastriani, artilheiro do Coelhão na Série B, com três gols marcados em assistências do Bigode, despencou.

Faltou Roger encaixar Alê, Bigode e Mastriani, jogadores mais rodados, e os mais novos que pelo menos foram mais utilizados no Mineiro 2026, e especialmente os jogadores absorverem o modelo de jogo idealizado pelo novo técnico. 

Poderia ter sido mais interessante Rafa ter jogado de primeiro volante contra o Cianorte e o Náutico, com Alê e Felipe Amaral no meio-campo, Bigode e Mastriani no ataque. 

A busca da permanência na Série B vai depender das mudanças das novas escolhas feitas pelo Técnico, de os jogadores comprarem a ideia do treinador, ou o treinador utilizar um modelo de jogo de acordo com as características da equipe, e principalmente de reforços qualificados na segunda janela. 

América: 
Gustavo;
Nathan, Emerson (expulso), Rafa;
Jhonny (Léo Alabá), Felipe Amaral, Otávio, Yago (Alê), Paulinho;
Thauan (Artur), Bigode(Jhonatan). 
Técnico: Roger

Náutico: 
Muriel; 
Yuri Silva, Betão, Igor Fernandes, Reginaldo, 
Samuel (Auremir), Wenderson (Halan), Dodô (Júnior Todinho)
Victor Andrade (Felipe Saraiva), Vinícius, Derek (Felipe Cardoso). 
Técnico: Hélio dos Anjos


sexta-feira, 8 de maio de 2026

América 3 x 2 Cianorte

Rafa deveria ter jogado de primeiro volante, com foco na marcação, formado o meio-campo com Alê e Otávio, e o trio ofensivo ser Bigode de centroavante, Thauan e Yago Souza, pelas pontas. Faltou eficácia na bola parada ofensiva, Bigode e Mastriani formarem dupla de atacantes ou um trio ofensivo com Thauan. Mas enfrentar um adversário, em vez de só treinar, foi bastante proveitoso, porque desinibiu o Jhoony, recuperou Paulinho e Yago Souza, reutilizou Alê e Bigode, revelou Otávio, e Jhonatan demonstrou potencial de atacante finalizador. 

Para buscar a vitória sobre o Náutico, o meio-campo poderá ser Alê, Felipe Amaral, Otávio ou Yago Santos ou Yago Souza ou Segovinha, com Bigode e Mastriani no ataque. 

Otávio e Yago Santos são opções para reforçar a marcação.

Yago Souza opção de pisar na área, ser assistente, decisivo e finalizador.

Segovinha é opção de articulação pelo centro ou pelo lado no 4-3-3.

Ainda Jhonatan, Everton, Yarlen e Thauan de atacantes finalizadores. 

E as possiblidades do retorno do Artur, Ricardo Silva e Val.

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Nathan (Léo Alaba), Emerson, Rafa Barcelos (Thallyson);
Jhonny, Alê (Yago Santos), Otávio, Paulinho;
Thauan (Everton Brito), Bigode, Yago Souza (Jhonatan)
Técnico Roger

Cianorte: 
Igor Castro; 
Cristovam, Allan Bahia, Jakão e Sony Anderson;
Kaká (Ibson)(Luciano), Dener e Felipe Laurindo (Carlito); Hiaguinho, Crysthyan (Daniel) e Robson Luiz (Reifit). 
Técnico Rafael Ferro.

Gol: Yago Souza, Paulinho e Jhonatan.


segunda-feira, 4 de maio de 2026

América 1 x 2 CRB

Apesar da necessidade de reforços qualificados, de pelo menos um camisa 5 com foco na marcação, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos, que já deveriam ter sido contratados para o Mineiro e especialmente Copa do Brasil; da limitação física, devido ao elevado número de jogadores no DM, para uma equipe que disputou poucas competições simultâneas neste início de temporada, ainda assim, a aposta do Roger, em jogadores pouco rodados piorou o desempenho nesta Série B, contra a Ponte Preta e principalmente o CRB, quando foi dominado pelo adversário. 

O time ficaria mais cascudo com Alê, Felipe Amaral, Person, Bigode, Mastriani e Segovinha, porque sem um típico primeiro volante na equipe, Alê é o mais bem preparado para jogar recuado, Felipe Amaral é mais produtivo de camisa 8, Person jogaria mais avançado, pisaria mais na área para fazer assistências e finalizar, e Mastriani sem Bigode rendeu pouco e foi substituído nos três jogos sob o comando do Roger. 

Elizari, Paulo Victor, Yago Santos, Yago Souza, Yarlen e Thauan seriam opções de substituição, em caso de necessidade. 

Aliás, o amistoso contra o Ciarnote, pela Sul-Sudeste, será mais uma grande oportunidade para testar outras formações e sistemas com os jogadores do time principal. 

No 3-5-2 ou 4-3-3, o meio-campo seria Alê, Felipe Amaral e Person, ou 4-4-2, com o losango formado pelo Rafa, Alê e Felipe Amaral, e Person.

O ataque com três atacantes seria Segovinha, Mastriani e Bigode, e com dois centroavantes, Bigode e Mastriani.

Elizari, Yago Santos, Yago Souza seriam opções do meio-campo.

Thauan, Paulo Victor e Yarlen, de atacantes. 

Ainda Jhonatan, que tem mais potencial para ser aprimorado de atacante, porque finaliza bem de pé esquerdo, do que armador. 

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Emerson e Paulinho; 
Felipe Amaral (Alê), Person (Yago Souza) e Yago Santos (Jhonatan); 
Segovinha (Zizero), Mastriani (Bigode), Thauan.
Técnico Roger Silva

CRB: 
Matheus Albino; 
Hereda, Wallace, Henri e Lucas Lovat; 
Patrick de Lucca, Pedro Castro (Guilherme Estrela) e Danielzinho; 
Douglas Baggio (Thiaguinho), Mikael (Luiz Phellype) e Dadá Belmonte (Guilherme Pato). Técnico Eduardo Barroca

Gol: Emerson

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Chapecoense 2 x 1 América

Jogadores do time principal, com necessidades de aprimoramento para buscar a reação americana no Brasileirão, deveriam ter sido utilizados, porque o nível de dificuldade num jogo é maior do que num treino sem adversário. 

Paulinho e principalmente Jhonny carecem fazer mais cruzamentos precisos da linha de fundo. Emerson e Nathan terem mais poder de marcação e menos erros na saída de bola. Yago Santos ser mais finalizador e passador. Person e Yago Souza serem mais criativos, decisivos e finalizadores Rafa deveria ter sido o primeiro volante mais defensivo. Jhonatan, o ponta pelo lado direito, porque tem poder de finalização com o pé esquerdo e mais potencial de atacante do que armador. Paulo Victor ser mais artilheiro, e Everton e Yarlen mais assistentes e finalizadores. 

Destaque para o gol do Pedro Geovane e o potencial ofensivo de camisa 10 do Júlio que, sem queimar etapas, serão fundamentais para a classificação do Coelhãozinho no G8 do Brasileirão Sub-20.

Mas a reação americana na Série B vai depender dos jogadores mais rodados ou pelo menos foram mais utilizados durante o Mineiro 2026.

Sem Rafa e Ricardo Silva, os melhores zagueiros da equipe, Nathan e Emerson formariam a dupla de zaga.

Jhonny e Dalbert nas laterais, com opção da dobra pelo lado esquerdo com Paulinho e Dalbert.

Sem o típico primeiro volante na equipe, Alê, Felipe Amaral e Val, no meio-campo.

Se Val estiver no DM, Person, com opção do Yago Souza, ser o camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador

Segovinha, que carece ser mais atacante do que armador, e Thauan, o melhor atacante de lado, os pontas assistentes e finalizadores. 

Mastriani receber mais assistências e cruzamentos dentro da área.

Bigode seria opção ofensiva no lugar do Segovinha, mas para jogar mais avançado com Mastriani. 

Yarlen tem potencial para ser mais bem aproveitado. 

Ainda assim, a eficácia na bola parada ofensiva, principalmente cobrança de escanteios a meia-altura na primeira trave ou para nenhum jogador na segunda trave ou direto para fora, precisa ser maior, porque poderá ser decisiva. 

Vamos vencer, Coelhão!

Chapecoense:
Rafael Santos; 
Arno, Kauê, Vinicius e Mancha;
Miguel Stoco, David e Rubens; 
Alberto, Wemerson e João Bom 
Técnico: Celso Rodrigues

América:
William; 
Samuel, Wesley, Rafa, Luidy; 
Otávio, Júlio (Ítalo e Jhonatan; 
Pedro Geovane, Enrico (Derick), Yarlen
Técnico: Eduardo Abdo 

domingo, 26 de abril de 2026

Ponte Preta 1 x 0 América

A reação americana na Série B vai depender da maior utilização dos jogadores mais rodados e dos que jogaram bem o Mineiro 2026.  

Alê e Val são titulares, porque aparecem pro jogo, chamam a responsabilidade, qualificam a bola longa e o passe curto, e falta na equipe um típico primeiro volante camisa 5, o cabeça de área com foco na marcação, e um camisa 10, com mais poder de criação, decisão e finalização. 

Sem Val, mais uma evidência do elevado número de lesionados neste começo de temporada, o meio-campo deveria ser formado pelo Alê, Felipe Amaral e Person, a fim de  buscar qualificar a saída de bola e a construção das jogadas ofensivas, por meio da troca de passes. Ainda assim, Emerson e Rafa deveriam ter sido os zagueiros, Felipe Amaral e principalmente Person precisariam ser mais assistentes, criativos e finalizadores; Dalbert, Jhonny e Paulinho acertarem mais cruzamentos; Segovinha ser mais finalizador; Thuan, o melhor do jogo, ser mais decisivo, e Mastriani receber mais assistências para transformar em gols. 

Vale destacar que os três gols do América nesta série B feitos pelo Mastriani foram assistências do Bigode dentro da área. 

Em caso de necessidade, além do Paulinho, no lugar do Dalbert, Yago Souza entraria no lugar do Person, e Bigode, no lugar do Segovinha, para jogar avançado, próximo do Mastriani, com Thauan deslocado para o lado direito. 

Jogadores utilizados pelo Roger no empate com o Sport e na derrota para a Ponte Preta deveriam ser relacionados para enfrentar a Chapecoense, pela Sul-Sudeste.

Jhonny e Paulinho, que carecem buscar mais a linha de fundo e fazer mais cruzamentos precisos, seriam os laterais.

Nathan, que precisa melhorar o posicionamento na recomposição defensiva e evitar carrinhos desnecessários, formaria a dupla de zaga com Wesley. 

Embora Rafa, suspenso para enfrentar o CRB, seja o melhor zagueiro do time atual, voltaria a jogar de primeiro volante, no meio-campo, com Yago Santos, e Yago Souza, que carece pisar mais na área, ser mais criativo e artilheiro. 

Jhonatan, que tem potencial de atacante de lado para ser aprimorado, porque finaliza forte com o pé esquerdo, Paulo Victor, que carece fazer mais gols, e Yarlen, para partir pra cima e finalizar,  formariam o trio ofensivo. 

Everton, Elizari e Samuel e seriam opções de substituição. 

Ponte Preta:
Diogo Silva; 
Thalys (Justen), Lucas Cunha, Márcio Silva e Kevyson; 
André Lima, Murilo Cavalcante (Rodrigo Souza) e Bryan Borges; 
Luis Phelipe (Miguel), Diego Tavares (Jonathan Cafu) e William Pottker (Brandão). Técnico: Rodrigo Santana.

América: 
Gustavo; 
Jonny, Nathan, Rafa, Dalbert (Paulinho);
Felipe Amaral, Person (Yago Souza), Yago Santos (Jhonatan); 
Segovinha (Paulo Victor), Mastriani (Bigode), Thauan.
Técnico: Roger