Repetição das falhas nos duelos individuais defensivos influenciou no resultado e prejudicou o desempenho ofensivo.
Apesar da qualidade do Paulinho, a prioridade na cobrança do pênalti deveria ser do centroavante, que precisa ter ambição de artilheiro, mas o empenho do Paulo Victor foi recompensado pelo gol, e Paulinho se destacou pelos dois gols de pênalti.
Person, que sem Bigode recuado fora da área, teve mais espaço para jogar, chamou a responsabilidade e apareceu pro jogo, Segovinha e Thauan, que foram bastante ofensivos, partiram pra cima, fizeram cruzamentos e finalizaram, demonstraram potencial para serem titulares ou mais bem aproveitados na Série B.
Aliás, continua a certeza da dúvida na escalação do trio ou quarteto do meio-campo, formado pelo Felipe Amaral, mais recuado, Alê, Person e/ou Val, e Bigode e Mastriani, dupla de centroavantes, ou trio ofensivo com Segovinha e Thauan, dois atacantes de lado, e Mastriani, o centroavante artilheiro.
Dalbert poderia ser opção para fazer dobra com Paulinho pela esquerda.
Mesmo assim, ainda mais com o retorno do Ricardo Silva, Rafa, o melhor zagueiro americano nesta Série B, poderia ser utilizado de primeiro volante, mais defensivo do que ofensivo, porque falta na equipe um típico camisa 5 com foco na marcação, para combater os adversários de frente, cobrir um dos laterais e proteger os zagueiros.
Tombense:
Douglas Marques;
Kauan Diego (Diego Leandro), Donato, Breno Roma e Gustavo Xavier;
Wanderson (Matheus Chaves), Dyego e Cássio (João Vitor);
Jupi (Juanzin), Luiz Felipe (Silvano) e Cesinha.
Técnico: Cristóvão Borges
América:
William;
Léo Alaba (Samuel Alves), Wesley, Artur e Paulinho;
Yago Santos, Person e Elizari (Jhonatan);
Segovinha, Paulo Victor e Thauan (Yarlen).
Técnico: Diogo Giacomini (auxiliar)
Gols: Paulo Victor, Paulinho (2)