A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.
Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos.
Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.
Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda.
Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade.
Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan.
Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.
Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados.
Cuiabá:
Marcelo Carné;
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan.
Técnico: Eduardo Barros.
América:
Gustavo;
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy);
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito);
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.