A escalação de três zagueiros, do Jimenez, de típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, do Otávio na meia esquerda e Júlio na meia direita, em vez de ponta direita, com Bigode e Pineiro no ataque, poderia ter sido mais competitiva, porque aumentaria a consistência defensiva, com uma primeira linha de 5 defensores, três meio-campistas em vez de dois, e dois atacantes com poder de finalização e decisão.
Aliás, a péssima campanha na Série B foi consequência das escalações, estratégias e táticas equivocadas feitas pelos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Técnicos, da participação ou não dos Analistas de Mercado nas contratações, e principalmente da ausência de um diretor de futebol experiente, com histórico vencedor, que fale a língua do jogador, que tenha conhecimento de vestiário, dedicação exclusiva para acompanhar o dia-a-dia no CT, jogos da base e do feminino, que precisa ser mais valorizado.
Preferencialmente com um ex-jogador de gerente, e um americano da diretoria para monitorar de perto as metas de desempenho dos envolvidos no futebol.
A estrutura com Dower, no administrativo, e Paulo Assis. na gerência técnica do futebol, seria bastante reduzida.
Com a saída do Dower, Paulo Assis deveria ter assumido a direção administrativa, em vez de acumular funções executiva e técnica, um dirigente experiente e um gerente boleiro serem contatados para o futebol.
A consistência defensiva vai precisar ser aumentada para enfrentar o Náutico.
CRB:
Vitor Caetano;
Kevin, Lyncon, Bressan e Reverson;
Pedro Castro, Crystopher e Danielzinho;
Vinicius Nunes (João Neto), Dadá Belmonte e Mikael (Douglas Baggio) .
Técnico: Fábio Mathias.
América:
Bruno Brígido;
Alex Silva (Fábio), Ricardo Silva, Rafa (Sosa), Tobias;
Barreto, Otávio (Jimenez);
Julio (Elizari), Paulo Victor, Parede (Piñeiro), Bigode.
Técnico: Douglas Leite
Gol: Bigode