Falta de eficácia nas finalizações do Júlio, Parede, PV, Rafa e no pênalti desperdiçado pelo Bigode, e diminuição da consistência defensiva, depois da saída do Júlio e principalmente do Otávio, com Barreto avançado, sem velocidade de recomposição, e Segovinha, sem poder de marcação, improvisado no meio-campo, influenciaram diretamente no resultado.
Poderia ter sido mais bem distribuído taticamente, eficiente e equilibrado entre defender e atacar a manutenção do meio-campo ou a entrada do mais bem preparado fisicamente entre Felipe Amaral, Heitor e Jimenez no lugar do Júlio, e o trio ofensivo ter sido Segovinha, Maçola e Pineiro.
Aliás, a utilização ou tratamento do Felipe Amaral precisa ser mais bem avaliado para evitar prejudicar o rendimento do jogador.
Embora sejam bastante voluntariosos, Parede e PV deveriam treinar finalizações para o esforço ser recompensado pelos gols feitos.
Poderá ser mais competitivo utilizar Ricardo Silva, Rafa e Sosa, os 3 zagueiros, com a transformação do Fábio, que teve a boa atuação ofuscada pela derrota, e Tobias, que tem mais perfil de armador do que lateral, em alas, Jimenez ou Felipe Amaral, Otávio e Júlio no meio-campo, Bigode e Pineiro, para ter a oportunidade de ser titular, com prioridade para Maçola entre as opções do ataque.
América:
Brígido;
Fábio, Rafa, Ricardo Silva e Tobias;
Barreto (Elizari), Otávio (Jiménez), (Segovinha);
Parede (Piñeiro), Bigode (Maçola) e Paulo Victor.
Técnico: Douglas Leite
São Bernardo:
Alex Alves;
Rodrigo Ferreira, Hélder (Luizão), Jemerson e Augusto;
Mário Sérgio, Dudu Miraíma (Foguinho) e Lucas Lima;
Romisson (Fabrício Daniel), Felipe Garcia (Pedro Vitor) e Pedrinho (Daniel Davi).
Técnico: Vinícius Bergantin