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quarta-feira, 21 de outubro de 2026

América 1 x 0 Operário

O Coelhão conquistou a vitória, porque Moacir Júnior começou a simplificar a execução das jogadas, diminuiu a excessiva troca de passes, criticada pelos torcedores e valorizada pelos especialistas, entre goleiro, laterais, volantes e zagueiros, o que aumentou a consistência defensiva, e o posicionamento ficou mais bem distribuído depois das mudanças no segundo tempo, com dois volantes e um armador, dois pontas, e um centroavante com presença de área, em vez dos dois volantes e quatro atacantes embolados, sem posição fixa, que começaram o jogo. 

Ainda assim, poderia ter sido mais eficiente ter iniciado com Jimenez, Otávio e Júlio; Segovinha, Maçola, e Parede, porque Otávio é mais dinâmico que Barreto, Júlio é mais armador que Segovinha, Maçola é mais centroavante que Bigode, que está muito distante da área, Segovinha e Parede seriam pontas ofensivos, a fim de fazer assistências, finalizações e gols. 

Rafa, de lateral mais defensivo do que ofensivo, Jimenez, de volante Pit Bull na proteção dos laterais e zagueiros, e Parede, pelo poder de finalização e decisão foram os destaques do jogo.

Aliás, vale a pena destacar a versatilidade posicional do Rafa, com capacidade de jogar na lateral, zagueiro central, quarto zagueiro e primeiro volante

Se Jimenez tivesse sido escalado mais vezes pelos técnicos anteriores, o estilo Pit Bull seria bastante valorizado por grande parte da torcida, o poder de marcação do meio-campo seria aumentado e possivelmente mais pontos conquistados.

Otávio também deveria ter sido promovido antes e jogado mais vezes.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, Renan, Luca, Wysla, Isac, Gabriel Nunes, Dudu e Pepê, Rian, entre outros do sub-17, Mateus Simões, Ítalo, Kappel, Miguel, Zanon, Gabryelo, Murilo, Kauâ, Pedro Belga entre outros do sub-20, deveriam ter mais oportunidades no restante da Série B, para chegarem um pouco mais pronto para Copa São Paulo e temporada do principal em 2027. 

América:
Brígido; 
Rafa (Otávio), Ricardo Silva, Sosa, Tobias (Luidy); 
Jimenez (Felipe Amaral), Barreto;
Paulo Victor, Segovinha, Bigode (Maçola), Parede
Técnico: Moacir Júnior.

Operário-PR: 
Elias; 
Mikael Doka (João Gabriel), Joseph, José Cuenú e Gabriel Feliciano (Moraes);
Índio, Juan Zuluaga (Aylon), Vinícius Diniz, Pedro Vilhena (Dudu Mosconi) e Berto (Brenno); 
Caio Dantas 
Técnico: Alberto Valentim.

Gol: Parede

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Criciúma 1 x 0 América

Apesar de Jimenez, o melhor do time, Luidy e Rafa improvisados, e Paulo Victor ter saído no segundo tempo, as mudanças do Moacir Júnior foram insuficientes para melhorar o que precisa ser melhorado, porque Barreto continuou sem velocidade para defender e atacar, Segovinha, improvisado no meio-campo, sem poder de criação, de marcação e finalização, Paulo Victor, improvisado de ponta, sem capacidade para vencer duelos individuais, fazer assistências e gols, e Bigode, improvisado de falso 9, muito distante da grande área, sem finalizar e ser decisivo. 

Poderia ter sido pelo menos diferente, Jimenez, mais defensivo do que ofensivo, Otávio, o mais pronto do Sub-20, e Júlio, no corredor sem ser improvisado na ponta, Segovinha na ponta sem ser improvisado  no corredor, Bigode ou Maçola, de centroavante com presença de área, e Bigode ou Parede na ponta.

Ou Luidy na lateral esquerda, com Tobias, que tem mais perfil ofensivo do que defensivo e mais precisão no passe do que Segovinha, deslocado para o meio-campo com Jimenez e Otávio.

Ou até um meio-campo aleatório, com Parede na saída de bola, Paulo Victor de uma intermediária a outra, e Tobias na armação das jogadas.

Aliás, uma das grandes falhas do Departamento de Futebol, desde a precipitada saída do Valentim, foi a incapacidade de perceber o quanto antes a limitação da equipe, que deveria ter sido treinada para jogar mais recuado e explorar contra-ataques, a fim de buscar a permanência na Série B, em vez buscar o acesso, por meio de escalações, estratégias e táticas mais ofensivas do que defensivas, que aumentaram a fragilidade na defesa sem melhorar o ataque. 

Possivelmente se o América tivesse jogado mais recuado a maioria dos jogos ainda estaria disputando a permanência na Série B, porque aumentar a consistência defensiva deveria ter sido prioridade. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, Renan, Luca, Wysla, Isac, Gabriel Nunes, Dudu e Pepê do sub-17, Mateus Simões, Ítalo, Kappel, Miguel, Zanon, Gabryelo, Murilo, Gabriel Santos, Pedro Belga do sub-20, entre outros, deveriam ter mais oportunidades no restante da Série B

Criciúma: 
Airton;
Willean Lepo, Luciano Castán, César Martins e Marcelo Hermes; 
Gui Lopo (Jean Irmer), Ronald e Fellipe Mateus (Eduardo); 
Jhonata Robert (Diego Gonçalves), Waguininho (Otero) e Nicolas (Yuri Tanque). 
Técnico: Umberto Louzer

América: 
Brígido, 
Rafa, Ricardo Silva, Sosa e Tobias;
Jiménez (Otávio), Barreto, Segovinha (Júlio), 
Paulo Victor (Elizari), Bigode, Luidy(Parede)
Técnico: Moacir Júnior

domingo, 11 de outubro de 2026

América 0 x 1 Fortaleza

O desafio do Moacir Júnior será fazer diferente do que foi feito, porque as 23 derrotas, 21 gols marcados, segundo pior ataque, 53 gols sofridos, segunda pior defesa, e 4 vitórias, nos 32 jogos da Série B evidenciaram a incompetência do Departamento do Futebol na formação, gestão de vestiário, e manutenção da equipe, nas escalações, estratégias e táticas equivocadas, e principalmente a necessidade de mudanças, entre elas a contratação de um diretor técnico com dedicação exclusiva, e um gerente boleiro, ambos com históricos vencedores.

Na derrota para o Fortaleza, defeitos foram repetidos na troca de passes entre goleiro, zagueiros, laterais e volantes até entregar a bola pro adversário, continuou sem o típico primeiro volante camisa 5, menosprezado pelos especialistas, Barreto sem velocidade para defender e atacar em alta intensidade, Segovinha no meio-campo sem capacidade de acertar passes verticais para os atacantes e finalizar, Parede e Paulo Victor atacantes sem poder de finalização, e Bigode distante da área, correndo mais do que o necessário. 

Apesar das opções reduzidas, poderá ser mais competitivo utilizar três zagueiro para enfrentar o Criciúma para pelo menos tentar aumentar a consistência defensiva. 

Jimenez deveria ser escalado entre os titulares para demonstrar se foi mais um erro de contratação ou de avaliação para ser escalado.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Luca e Dudu do Sub-17, Kappel, Gabryelo e Pedro Belga do Sub-20 deveriam ser promovidos. 

América:
William; 
Fábio (Dahora), Rafa, Sosa e Tobias; 
Barreto, Otávio (Felipe Amaral);
Segovinha (Maçola), Bigode, Paulo Victor (Julio) e Parede (Luidy).
Técnico: João Bonfatti (interino)

Fortaleza:
João Ricardo; 
Maílton, Lucas Gazal, Cardona e Mucuri (Kaio Henrique); 
Lucas Sasha, Pierre e Rodriguinho (Lucas Crispim); 
Vitinho (Rodrigo Santos), Luiz Fernando (Cantillo) e Nathan Fogaça (Pedro Henrique). 
Técnico: Paulo Autuori

terça-feira, 6 de outubro de 2026

Atlético-GO 2 x 0 América

A escalação inicial, com dois jogadores no meio-campo, Felipe Amaral, vetado no aquecimento, possivelmente para jogar no sacrifício e ser substituído no segundo tempo, e Barreto, sem velocidade para defender e atacar em alta intensidade, e quatro atacantes, Parede, Paulo Victor, com baixo poder de finalização, Segovinha, com baixa eficácia nas finalizações, e Bigode, o único artilheiro escalado, evidenciou parte do excesso de erros cometidos pelo Departamento do Futebol nas 22 derrotas, 21 gols feitos, segundo pior ataque, 52 sofridos, segunda pior defesa, e 4 vitórias, nos 31 jogos da Série B. 

Embora com o elevado número de lesões para uma equipe que só disputou uma competição no segundo semestre, dispensas e suspensão do Otávio, as opções tenham ficado reduzidas,  mesmo assim, sem um  típico primeiro volante camisa 5, desvalorizado pelos especialistas, sem Otávio, poderia ter sido pelo menos um pouco mais competitivo ter utilizado Heitor,  Barreto e Júlio, ou três zagueiros, a fim de aumentar a consistência defensiva. 

Rafa, Ricardo Silva e Sosa seriam o trio de zagueiros.

Heitor, Barreto e Júlio, com opção do Tobias, o trio do meio-campo.

Aliás, Parede e Paulo Victor, mais valorizados pelos especialistas por marcarem os adversários do que serem atacantes decisivos, deveriam jogar no meio-campo.

Um trio aleatória seria formado pelo Parede, Paulo Victor, para jogar de uma intermediária a outra, e Tobias, na distribuição das jogadas. 

Segovinha e/ou Maçola, apesar de ter perdido ritmo de jogo porque foi pouco utilizado, formaria a dupla de atacantes ou um trio ofensivo com Bigode 

A utilização dos três zagueiros também poderá ser mais eficiente para enfrentar o Fortaleza, com Barreto, mais fixo de 5, Otávio e Júlio, no meio-campo, Bigode e Maçola ou Segovinha no ataque.

Uma escalação diferente seria um trio com Segovinha, Bigode e Tobias. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Luca, Isac, Gabriel Nunes, Gabriel Santos, Gabryelo, Dudu e Pedro Castro deveriam ser promovidos. 

Atlético-GO: 
Paulo Vítor; 
Ewerthon, Junior Barreto, Adriano Martins e Guilherme Lopes; 
Netinho (Cristiano), Peixoto e Marrony (Matheusinho); 
Gustavo Maia (Bruno José), Gustavo Coutinho (João Pedro) e Geovany Soares (Guilherme Marques). 
Técnico: Roger Silva

América: 
William; 
Fábio, Rafa (Tobias), Sosa e Luidy; 
Heitor (Júlio), Barreto;
Segovinha (Dahora), Parede (Ricardo Silva), Bigode (Maçola) e Paulo Victor. 
Técnico: Douglas 

sexta-feira, 2 de outubro de 2026

América 0 x 1 Juventude

As 21 derrotas em 30 jogos evidenciam erros na formação da equipe, a falha de gestão e necessidades de mudanças no Departamento de Futebol e principalmente nas escalações dos titulares, com muitas chances seguidas para quem rendeu pouco.  

Poderia pelo menos ter sido diferente escalar Jimenez, Otávio, Júlio, Segovinha, Maçola e Bigode, porque faltou um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo, Barreto nem defendeu nem atacou, Segovinha, em vez de jogar aberto pela ponta, embolou com Júlio no meio-campo, Bigode saiu muito da área e se desgastou mais do que o necessário, faltaram dois pontas ofensivos para descompactar os três zagueiros do adversário, e Paulo Victor, titular absoluto e insubstituível, sem capacidade de vencer duelos individuais pelos lados, sem eficácia nas finalizações, sem poder de decisão.  

Para piorar o que estava ruim, Otávio, um dos poucos destaques do time, foi substituído pelo Felipe Amaral, que nada acrescentou.

Aliás, Júlio e Otávio deveriam jogar dos dois tempos em vez de serem substituídos todos os jogos. 

Felipe Amaral só deveria voltar a ser escalado se estiver bem preparado fisicamente para jogar os dois tempos em alta intensidade.

Com a saída do Pineiro e Thauan, atacantes mais ofensivos que Parede e Paulo Victor e até Segovinha, as opções de escalação diminuíram.

Para enfrentar o Atlético-GO fora de casa poderá ser mais competitivo utilizar três zagueiros ou 4-3-3 com Jimenez ou Heitor no lugar do Otávio, Segovinha, Maçola e Bigode.

América:
Brígido (Gustavo); 
Fábio, Rafa, Sosa e Tobias (Luidy); 
Otávio (Felipe amaral), Barreto (Heitor), Júlio (Zizero); 
Segovinha (Maçola), Bigode e Paulo Victor. 
Técnico: Douglas

Juventude:
Jandrei; 
Rodrigo Sam, Messias (Gabriel Pinheiro) e Marcos Paulo; 
Aderlan, Lucas Mineiro (Gabriel Pires), Mandaca (MP), Raí Silva e Diogo Barbosa (Patryck Lanza); Fábio Lima (Manuel Castro) e Alan Kardec (Luís Amarilla), Patrick 
Técnico: Maurício Barbieri

segunda-feira, 21 de setembro de 2026

Vila Nova 1 x 0 América

A vigésima derrota em 29 jogos na Série B evidenciou falhas dos Analistas de Desempenho e Mercado, das Comissões Técnicas, jogadores, técnicos, e ausência de um diretor experiente com dedicação exclusiva ao futebol. 

Poderia ter sido mais bem distribuído, eficiente e equilibrado entre defender e atacar ter iniciado com Jimenez, Otávio e Júlio, Segovinha, Bigode e Maçola ou Pineiro, porque diferentemente da visão dos especialistas, Felipe Amaral, sem resistência física para jogar dois tempos em alta intensidade, rendeu menos do que poder render, Parede e Paulo Victor precisam aumentar a eficácia nas finalizações para justificar a titularidade absoluta. 

Mas apesar da necessidade de mudanças entre os titulares, o time foi mais competitivo sob o comando do Douglas, do que do Roger e principalmente Louzer.

Vale destacar, que se pelo menos o América tivesse empatado a metade dos 20 jogos que perdeu, as chances de permanecer na Série B seriam grandes.

A derrota ofuscou o desempenho do Fábio, aparentemente o melhor lateral direito nesta temporada, e o gol anulado do Segovinha invalidou a assistência do Maçola. 

Jimenez tem mais perfil de típico primeiro volante camisa 5 do que Barreto para formar o meio-campo com Otávio e Júlio ou Barreto e Otávio, com Gabryelo, Heitor e Dudu de opções.

Aliás, o promissor Otávio é o melhor jogador do meio-campo atual. 

Uma alternativa de mudança seria Luidy na lateral esquerda e Tobias na armação das jogadas. 

Parede e Paulo Victor deveriam aprimorar as finalizações para serem titulares ou serem escalados no meio-campo para atacarem espaço por meio de infiltrações, marcarem volantes e zagueiros na pressão alta e atacantes adversários na recomposição defensiva. 

Segovinha, Pineiro, Bigode, Maçola e Zizero deveriam ser as opções do trio ofensivo.

Vila Nova:
Helton Leite; 
Hayner, Jonathan, Douglas Mendes e Higor Luiz (Igor Cariús); 
Dudu, João Vieira (William Maranhão) e Marquinhos Gabriel (Rayan); 
Everton Galdino (Dodô), Janderson e André Luís (Willian Formiga). 
Técnico: Guto Ferreira   

América:
Brígido; 
Fábio, Rafa, Sosa e Tobias (Luidy); 
Otávio (Elizari), Felipe Amaral (Gimenez) e Júlio (Maçola); 
Parede (Segovinha), Bigode e Paulo Victor. 
Técnico: Douglas 

quarta-feira, 16 de setembro de 2026

América 0 x 2 São Bernardo

Falta de eficácia nas finalizações do Júlio, Parede, PV, Rafa e no pênalti desperdiçado pelo Bigode, e diminuição da consistência defensiva, depois da saída do Júlio e principalmente do Otávio, com Barreto avançado, sem velocidade de recomposição, e Segovinha, sem poder de marcação, improvisado no meio-campo, influenciaram diretamente no resultado.

Poderia ter sido mais bem distribuído taticamente, eficiente e equilibrado entre defender e atacar a manutenção do meio-campo ou a entrada do mais bem preparado fisicamente entre Felipe Amaral, Heitor e Jimenez no lugar do Barreto ou Júlio, e o trio ofensivo ter sido Segovinha, Maçola e Pineiro. 

Mas a utilização ou tratamento do Felipe Amaral precisa ser mais bem avaliado para evitar prejudicar o rendimento do jogador. 

Embora sejam bastante voluntariosos, Parede e PV deveriam treinar finalizações para o esforço ser recompensado pelos gols feitos.

Poderá ser mais competitivo utilizar Ricardo Silva, Rafa e Sosa, os 3 zagueiros, com a transformação do Fábio, que teve a boa atuação ofuscada pela derrota, e Tobias, que tem mais perfil de armador do que lateral, em alas, Jimenez ou Felipe Amaral, Otávio e Júlio no meio-campo, Bigode e Maçola ou Pineiro,  para ter a oportunidade de ser titular.

América:
Brígido;
Fábio, Rafa, Ricardo Silva e Tobias; 
Barreto (Elizari), Otávio (Jiménez), (Segovinha); 
Parede (Piñeiro), Bigode (Maçola) e Paulo Victor.
Técnico: Douglas Leite

São Bernardo: 
Alex Alves;
Rodrigo Ferreira, Hélder (Luizão), Jemerson e Augusto;
Mário Sérgio, Dudu Miraíma (Foguinho) e Lucas Lima; 
Romisson (Fabrício Daniel), Felipe Garcia (Pedro Vitor) e Pedrinho (Daniel Davi). 
Técnico: Vinícius Bergantin

sábado, 12 de setembro de 2026

América 2 x 1 Náutico

Reposicionamento bem distribuído do meio-campo, poder de criação, finalização e marcação no primeiro tempo, e consistência defensiva, concentração e determinação no segundo tempo, solidez defensiva do Rafa e Ricardo Silva, posicionamento mais fixo do Barreto, de primeiro volante mais recuado, em vez de uma intermediária a outra, Júlio pelo corredor direito, em vez de aberto pela ponta, pegada do Otávio, empenho do Fábio, Parede e PV, e qualidade técnica do Bigode e Tobias, que tem mais perfil de armador do que de lateral marcador, foram determinantes na vitória do Coelhão.

Apesar da necessidade de aprimorar as finalizações, por meio de treinos específicos, que nem Lisca aprimorou Ademir, PV retribuiu a assistência pro Parede, que também precisa ser mais decisivo, participou das jogadas dos dois gols, salvou um gol, e foi bastante comprometido na marcação.

Bigode poderia jogar mais avançado, sem recuar tanto, para evitar desgaste desnecessário, porque é mais efetivo do meio-campo para a frente, principalmente dentro da área. 

Aliás, Bigode e Mastriani, com 4 gols cada um nesta série B, deveriam ter jogado mais vezes juntos sob o comando do Roger e principalmente Louzer, porque são artilheiros decisivos. 

Poderia ter sido mais consistente ter terminado o jogo com Jimenez, Felipe Amara e Heitor no meio-campo, Segovinha ou Pineiro, Maçola e PV no ataque. 

Para vencer o São Bernardo, poderá ser mais eficiente repetir a escalação ou melhorar a distribuição ofensiva, com Parede pela esquerda, PV de centroavante e Bigode pelo corredor esquerdo ou aumentar o poder ofensivo com o mais bem preparado fisicamente entre Pineiro e Segovinha, Bigode e Parede. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, utilizar 3 zagueiros, para aumentar a consistência defensiva. 

América:
Brígido; 
Fábio, Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Tobias;
Barreto(Felipe Amaral), Otávio (Jiménez), Júlio (Segovinha); 
Paulo Victor, Bigode (Piñero), Parede (Maçola)
Técnico interino: Douglas. 

Náutico:
Muriel; 
Arnaldo (Reginaldo), Betão (Ryan), Léo Índio e Igor Fernandes; 
Samuel (Luiz Cláudio), Wenderson e Jean Carlos; Vinícuis, Derek (Junior Todinho), Kauã Maranhã (Borasi). 
Técnico Hélio dos Anjos.

Gols: Bigode e Tobias

domingo, 6 de setembro de 2026

CRB 3 x 1 América

A escalação de três zagueiros, do Jimenez, de típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, do Otávio na meia esquerda e Júlio na meia direita, em vez de ponta direita, com Bigode e Pineiro no ataque, poderia ter sido mais competitiva, porque aumentaria a consistência defensiva, com uma primeira linha de 5 defensores, três meio-campistas em vez de dois, e dois atacantes com poder de finalização e decisão.  

Aliás, a péssima campanha na Série B foi consequência das escalações, estratégias e táticas equivocadas feitas pelos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Técnicos, da participação ou não dos Analistas de Mercado nas contratações, e principalmente da ausência de um diretor de futebol experiente, com histórico vencedor, que fale a língua do jogador, que tenha conhecimento de vestiário, dedicação exclusiva para acompanhar o dia-a-dia no CT, jogos da base e do feminino, que precisa ser mais valorizado.

Preferencialmente com um ex-jogador de gerente, e um americano da diretoria para monitorar de perto as metas de desempenho dos envolvidos no futebol. 

A estrutura com Dower, no administrativo, e Paulo Assis. na gerência técnica do futebol, seria bastante reduzida. 

Com a saída do Dower, Paulo Assis deveria ter assumido a direção administrativa, em vez de acumular funções executiva e técnica,  um dirigente experiente e um gerente boleiro serem contatados para o futebol. 

A consistência defensiva vai precisar ser aumentada para enfrentar o Náutico. 

CRB:
Vitor Caetano; 
Kevin, Lyncon, Bressan e Reverson; 
Pedro Castro, Crystopher e Danielzinho; 
Vinicius Nunes (João Neto), Dadá Belmonte e Mikael (Douglas Baggio) . 
Técnico: Fábio Mathias.

América:
Bruno Brígido; 
Alex Silva (Fábio), Ricardo Silva, Rafa (Sosa), Tobias; 
Barreto, Otávio (Jimenez);
Julio (Elizari), Paulo Victor, Parede (Piñeiro), Bigode. 
Técnico: Douglas Leite

Gol: Bigode

quarta-feira, 2 de setembro de 2026

América 2 x 0 Ponte Preta

Faltou mais profundidade pelos lados para fazer cruzamentos da linha de fundo, em vez de lançamentos da intermediária para dentro da área. No primeiro tempo, a eficácia nas finalizações do Bigode, Júlio, Parede e especialmente Paulo Victor precisava ter sido maior. O meio-campo, com Barreto, Otávio e Júlio, pelo corredor direito em vez de aberto pela ponta, e o trio ofensivo, com Parede, Maçola e Bigode, ficariam mais bem distribuídos.

Destaque para Júlio, Otávio e Rafa entre os titulares, a qualidade do Pineiro e Tobias, a resiliência do Ricardo Silva, o desempenho do Bigode, e a impressão de que, com os ajustes necessários, Douglas teria organizado o time melhor que o Roger e Louzer. 

Aliás, a utilização de 3 zagueiros e 3 jogadores no meio-campo deverá ser mais competitiva para enfrentar o CRB, na casa do adversário.
 
Ainda mais que Tobias de ala, ou até de meia atacante ou armador num outro esquema, poderá ser mais produtivo e eficiente na criação das jogadas, nas finalizações e nos gols feitos. 

Barreto, Otávio e Júlio formariam o meio-campo, com opção do Jimenez para aumentar o poder de marcação. 

Bigode e Parede, que carece ser mais ofensivo e finalizador, a dupla de atacantes, com opção do Pineiro e Maçola, que precisa ter mais chances.

Apesar de todo esforço durante os jogos, de pressionar saída de bola, de atacar espaço, Paulo Victor deveria aprimorar as finalizações para ser mais artilheiro, porque fazer gols é a principal função de um centroavante. 

América:
Brígido;
Alex Silva, Ricardo Silva, Rafa, Ostchega;
Barreto (Jiménez), Otávio (Elizari);
Julio César (Ítalo), Paulo Victor (Maçola), Bigode, Parede (Piñeiro).
Técnico: Douglas 

Ponte Preta:
Vinícius Ferrari;
Júlio (Gabriel Cicala), Diego Leão, Gustavo Almeida e Matheus Souza;
Gustavo Telles, Juan Rodrigues e Ryan Andrade (Thevyn);
Nicolas Araújo (Caio Vinícius), Damião e Miguel (Caca).
Técnico: Gilson Kleina

Gols: Bigode e Pineiro

quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Sport 3 x 0 América

Apesar do pouco entrosamento devido as mudanças feitas, da ausência de um típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, dos três gols sofridos, da falta de assistências e cruzamentos para as conclusões do artilheiro Maçola, que deveria ter jogado mais de centroavante, com Parede pelo lado direito e Bigode esquerdo, ainda assim,  diferentemente do baixo poder ofensivo padrão Louzer, pelo menos os comandados do Douglas finalizaram mais que o adversário, e criaram chances de gols em duas finalizações do Parede e uma do Bigode.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promissores Heitor, Júlio, Murilo, Otávio, Rafa e ítalo demonstraram potencial de aproveitamento, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução.

Zizero, quando sair do DM, Kappel, Luca, Isaac, Luydy, Gabryelo e Dudu também poderiam ser utilizados neste restante de temporada.

Entre os contratados, Barreto, Fábio, Felipe Amaral e Tobias precisam aumentar a efetividade, a produtividade e a resistência física, para defender e atacar em alta intensidade. 

Foi o melhor jogo do Parede desde que foi contratado. 

Jimenez, de camisa 5, e Pineiro, ponta ofensivo, deveriam ter mais oportunidades entre os titulares.

Talvez Sosa ser escalado de lateral esquerdo ou volante.

Sport: 
Thiago Couto;
Claudinho (Augusto Pucci), Marcelo Ajul, Kayky Almeida e Edson Lucas; 
Willian Oliveira (Biel), Zé Gabriel e Diego Hernández (Dudu); 
Juan Alano (Carlos de Pena), Perotti e Clayson (Marlon). 
Técnico: Gilmar Dal Pozzo

América:
Bruno Brígido; 
Fábio (Murilo Povoa), Rafa Barcelos, Ricardo Silva e Ostchega; 
Felipe Amaral (Otávio), Barreto (Heitor) e Júlio; 
Guilherme Parede (Ítalo), Willian Bigode (Alex Silva), e Marcelo Maçola. 
Técnico: Douglas Leite

sábado, 22 de agosto de 2026

Novorizontino 3 x 0 América

O baixo desempenho dos jogos anteriores sob o comando do Louzer, previsivelmente, foi repetido, porque o time continuou sem consistência defensiva, o meio-campo, com um volante e Yago de falso 8, sem poder de criação, finalização e marcação, e na superação de piorar o que estava ruim, a escalação do Bigode, Mastriani e Paulo Victor, praticamente três centroavantes, evidenciou a incapacidade de criar um padrão para jogar em função do Mastriani, principal centroavante definidor da equipe, para transformar em finalizações e gols as assistências e cruzamentos recebidos.

Ainda assim, a péssima campanha, numa mistura de escolhas equivocadas e consequências, e outras falhas, refletiu a ausência de um diretor de futebol com dedicação exclusiva, sem contar um gerente com experiência vitoriosa de vestiário, demissão do Valentim, Roger e Louzer, excesso de contratações e dispensas, e elevado número de lesões para uma equipe que praticamente disputou uma competição desde a eliminação na Copa do Brasil.

Apesar de poder fazer parte da resolução, sem a responsabilidade de ser solução, a saída do Thauan deveria ter sido mais bem administrada, porque é um atacante mais agudo que Everton, Gabriel Barros e Parede, utilizados pelo Louzer.

Até a dispensa do Val e Yago Santos reduziu as opções de volantes da equipe, ainda mais com as lesões do Alê e Domingos.

Mais os empréstimos do Samuel, mais pronto que Dahora, e Jhonatan, atacante de lado, para Uberlândia. 

O promissor Yago, Sub-20 em processo de aprimoramento e oscilação, involuiu de falso 8, em vez de ser aprimorado na posição de camisa 10 ou meia-atacante de lado.

Tanto é que se Yago fosse reforçar o Sub-20, as opções de volantes seriam Gabryelo, Murilo e Otávio, e de camisa 10 Júlio e Yago, e com possibilidade do deslocamento do Yago para a ponta esquerda. 

Embora tenha falhado no segundo gol do Novorizontino, Jimenez deveria ter sido escalado mais vezes para ser o típico primeiro volante camisa 5, com foco no marcação e bola pro mato, porque é jogo de campeonato. 

O esforçado Paulo Victor deveria ser mais bem trabalhado para aumentar a eficácia nas finalizações, porque a principal função de um centroavante é fazer gols.

Parede também é bastante empenhado, mas sem poder ofensivo ou mal utilizado pelo Louzer. 

Torcer para Pineiro ser um atacante agudo, com poder de fazer assistências, finalizações e gols.

Marcelo Maçola será mais eficiente de centroavante artilheiro definidor.

Mas como no futebol o legado inexiste, os acertos são mais na base da tentativa, momento de recomeçar a reconstrução americana. 

O experiente Ricardo Drubscky poderia ser uma das opções para ser o Diretor de Futebol, com plenos poderes, e Fábio Júnior ou Milagres ou Moisés ou ex-jogador do Coelhão, opções de gerente técnico. 

Novorizontino:
Jordi; 
Madson, Patrick, Sander e Luís Oyama; Rômulo (Nicolas Careca), Robson (Carlão) e Léo Naldi (Marlon); 
Gabriel Bahia, Diego Mathias (Vinícius Paiva) e Reidiney (Juninho). 
Técnico: Enderson Moreira.

América:
Brigido; 
Luca Sosa, Manoel (Jiménez), Ricardo Silva.
Alex Silva, Yago (Piñeiro), Barreto (Felipe Amaral), Tobias;
Paulo Victor, Mastriani (Parede), Bigode (Elizari)
Técnico: Anderson Gomes

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

América 1 x 3 Athletic

O América, sob o comando do Louzer, desperdiçou tempo para fazer mudanças necessárias, porque faltou aumentar a consistência defensiva, o rendimento do Felipe Amaral, de único volante, e do Yago, de falso 8, despencou, e o time ficou sem poder de decisão, com Gabriel Barros, Everton, Parede e Paulo Victor, em vez de ter criado um padrão para jogar em função do Mastriani, centroavante definidor com histórico de artilheiro.

Mastriani fez um gol, um invalidado, e foi o único destaque do time, mas é reserva, porque no atual decadente futebol brasileiro, o centroavante é mais valorizado por pressionar a saída de bola do que ser artilheiro decisivo. 

Na inversão das prioridades das funções, o volante camisa 5 precisa entrar na área e fazer gols, e o centroavante sair da área para marcar o volante adversário. 

Para enfrentar o Novorizontino fora de casa, talvez seja mais eficiente utilizar três zagueiros, pelo menos dois volantes para aumentar a consistência defensiva,  Bigode e Mastriani, na dupla de centroavantes, para ter mais poder ofensivo.

Manoel, Ricardo Silva e Sosa, com opção do Rafa, no trio de zagueiros.

Alex Silva ou Fábio ou Parede de ala.

Tobias começar jogando. 

Jimenez, primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, Felipe Amaral, para defender, atacar e jogar os dois tempos, com Barreto, Heitor e Otávio entre os substitutos, Yago mais avançado de camisa 10, Bigode e Mastriani no ataque, com opção do Maçola e Pineiro.

Outra opção seria escalar três volantes, Jimenez, Felipe Amaral e Barreto, e três atacantes, Pineiro, Mastriani e Bigode. 

Maçola poderá ser um centroavante decisivo nesta temporada e principalmente na próxima. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Thauan é mais atacante mais agudo do que Everton, Gabriel Barros e Parede.

Yago Santos é mais camisa 8 do que Yago Souza praticamente improvisado de 8.

Yago Souza atrasou o aprimoramento de camisa 10 ou preferencialmente meia-atacante pelo lado esquerdo.

Otávio e Heitor deveriam ser mais utilizados no restante da temporada.

Apesar de a promoção do Ítalo ter sido precipitada, porque perdeu ritmo de jogo no Sub-17 e no Sub-20, ainda assim, deveria voltar a jogar pelo 17 e pelo 20, para depois ser reaproveitado no principal.


América
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Luca Sosa, Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Yago (Barreto), Rodrigo Piñeiro (Italo), Parede, Paulo Victor e Bigode (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Athletic:
Luan Polli; 
Jonathan Silva, Lucas Belezi e Jhan Pool; 
Zeca, João Miguel, Jota (Yago Santos) e Enzo (Marcelo);
Kauan Rodrigues, Carlinhos (Gustavinho) e Max. 
Técnico: Alex de Souza.

Gol: Mastriani

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Botafogo-SP 2 x 1 América

Apesar das falhas na formação da equipe, dos desfalques provocados pelo excesso de lesões, da falta de um diretor técnico, exclusivo do futebol, sem contar um gerente com conhecimento de vestiário, ainda assim, o América poderia ter pontuado mais nesta Série B, porque são poucos adversários bastante qualificados, a saída do Valentim, principal responsável pelo montagem da equipe, e as escalações do Roger e depois Umberto Louzer prejudicaram o desempenho durante a competição.

Aliás, a insistência na repetição do que não funcionou sob o comando do Louzer nos jogos anteriores continuou sem funcionar na derrota para o Botafogo-SP.

Novamente faltou escalar e treinar um meio-campo mais bem posicionado e funcional, padrão Série B, com  Jimenez, um típico primeiro volante camisa 5, com foco na marcação, Felipe Amaral, um camisa 8 para defender e atacar, e Yago um camisa 10 para atacar mais do que defender.

Jimenez foi contratado para ser reserva de um camisa 5 inexistente desde a saída do Diniz. 

O rendimento do Felipe Amaral de único volante sem posição fixa sob o comando do Louzer despencou.

Vale lembrar que, a melhor fase do Felipe Amaral foi quando formou dupla com Diniz, mais recuado, sob o comando do Valentim. 

Yago deixou de ser um camisa 10 em processo de aprimoramento e oscilação e virou um 8, distante da área, sem poder de criação, finalização e marcação.

Embora tenha feito o gol numa falha da defesa do Botafogo, Elizari, contratado há dois anos para ser o substituto do Benitez, nem deveria ter renovado contrato no fim de 2025. 

Para piorar o que é ruim, Gabriel Barros e Parede são atacantes sem poder de finalização, menos ofensivos que Thauan.

Com Bigode e Pineiro vindos do DM, a prioridade poderia ser o Parede, porque Gabriel Barros deixou a desejar desde o Campeonato Mineiro. 

Sem um meio-campo criativo e dois pontas ofensivos, o esforço do Paulo Victor foi improdutivo, porque faltou Louzer ter criado um padrão de jogo para o time jogar em função do centroavante artilheiro dentro da área, preferencialmente Mastriani.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promovidos da base deveriam ser  titulares com minutagem pelo 17 e pelo 20.

Dahora é reserva no Sub-20. 

Samuel, emprestado para o Uberlândia, foi mais muito produtivo no Sub-17 e Sub-20 do que Dahora. 

Luidy deveria ter jogado mais pelo 17 e 20 antes de ser promovido.

Itálo, no primeiro ano do Sub-17, deveria ter jogado mais pelo 17 e sido titular no 20 antes de ser promovido.

Otávio, é o mais pronto do Sub-20.

Ainda as possibilidades do Gabryelo e Enrico.

Enfim, talvez por ter sido mal assessorado, ainda mais sem um Diretor Técnico de futebol, Louzer perdeu o tempo de preparar e escalar melhor o time nos jogos comandados por ele.

Botafogo:
Victor Souza; 
Ericson, Patrick Brey, Morelli; 
Hygor, Rafael Gava, Wallace, Matheus Sales, Gabriel Inocêncio, Wesley, Zé Hugo. Técnico: Cláudio Tencati

América: 
Gustavo; 
Dahora (Bigode), Manoel, Luca Sosa e Dalbert (Tobias);
Felipe Amaral, Elizari(Person), Yago; 
Gabriel Barros (Mastriani), Paulo Victor, Parede(Piñeiro)
Técnico: Umberto Louzer. 
Gol: Elizari

terça-feira, 28 de julho de 2026

América 1 x 0 Goiás

Pênalti defendido e seis defesas feitas pelo Gustavo, supereficácia ofensiva nas duas finalizações certas, com um gol do Paulo Victor numa assistência do Mastriani, e três grandes chances do Goiás finalizadas na trave foram determinantes para o Coelhão conquistar a vitória.

Mas as possiblidades da reação na Série B vão depender da remontagem do time titular, da utilização de estratégias e táticas mais equilibradas entre defender e atacar, e principalmente do aproveitamento dos lesionados liberados pelo DM, dos pratas da casa com mais minutagem, e o desuso dos contratados pouco produtivos nesta temporada, porque a consistência defensiva, o poder de criação, finalização e decisão vão precisar ser bem maiores.

Entre as principais opções, Alex Silva, Fábio, Dalbert e Tobias nas laterais, Manoel, Rafa, Ricardo Silva e Sosa, zagueiros, Gabryelo, Jimenez, Felipe Amaral, Júlio, Murilo, Otávio, Person e Yago, no meio-campo, Segovinha, caso seja liberado pelo DM, Bigode, ìtalo, Mastriani, Parede, Paulo Victor e Pineiro, atacantes.

Mesmo assim, vai faltar um típico camisa 10, mais criativo, decisivo e ofensivo, e dois pontas agudos, com poder de fazer assistências e gols, porque o posicionamento funcional do Person e Yago, ainda mais quando jogam juntos, está mais de camisas 8, distante da área, em vez de um deles executar a função de um camisa 10, a fim de aumentar a eficácia ofensiva. 

Na ausência de um ponta esquerda agudo, Yago também poderia jogar de meia-atacante pelo lado. 

Aliás, uma das mudanças na escalação , na estratégia e na tática, para aumentar a consistência defensiva do meio-campo e o o posicionamento tático ficar mais bem distribuído, seria Jimenez, camisa 5 para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, camisa 8 para defender e atacar, e Person e Yago, camisa 10, para ser mais ofensivo, pisar mais na área, fazer assistências e gols. 

Gabryelo, Murilo e principalmente Otávio e Júlio, promissor meio-campo da base, seriam opções de substituição. 

Otávio, o mais pronto do Sub-20, poderia jogar de primeiro ou segundo volante, e Júlio de segundo volante, ou meia armador centralizado ou até pela ponta direita. 

Outra mudança na estratégia para aumentar a eficácia ofensiva seria o time jogar em função do Mastriani, artilheiro decisivo dentro da área. 

Pineiro é a esperança de atacante agudo, para partir pra cima, passar pelo adversário, fazer assistências, finalizações e gols. 

Ainda utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com dois atacantes mais artilheiros. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Manoel, Luca Sosa (Rafa) e Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Elizari (Ostchega) e Yago;
Gabriel Barros (Mastriani), Parede (Dahora) e Paulo Victor (Ítalo). 
Técnico: Umberto Louzer

Goiás: 
Thiago Rodrigues; 
Rodrigo Soares (Djalma Silva), Lucas Ribeiro, Ramon Menezes e Nicolas; 
Juninho (Esli García), Lourenço (Brayann), Filipe Machado e Lucas Lima (Anselmo Ramon); 
Jean Carlos (Gegê ) e Cadu. 
Técnico: Mozart Santos
Gol: Paulo Victor

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Avaí 2 x 1 América

 Umberto Louzer perdeu o tempo de buscar a reação americana, porque, nos oito jogos comandados por ele, insistiu num meio-campo, com baixo poder de marcação, num ataque, com baixo poder ofensivo, e em promovidos da base, com baixa minutagem no Sub-20 e até Sub-17.

A possibilidade de recuperação seria maior com a escalação do Jimenez, camisa 5, e Felipe Amaral, camisa 8, para aumentar a consistência defensiva no meio-campo, e o time jogar em função do Bigode e Masstriani, únicos atacantes da equipe com histórico de artilheiros, para aumentar a eficácia ofensiva. 

Mas três técnicos na temporada, com necessidade de um quarto, elevado número de jogadores contratados e dispensados, ainda sem um camisa 10 criativo e decisivo, e dois pontas agudos, artilheiros e assistentes, evidenciaram falhas na estrutura do futebol, que era comandada pelo Dower, Euler, Fred Cascardo e Kleberson, e passou a ser centralizada no Paulo Assis, que tem perfil mais administrativo do que técnico. 

Apesar dos desfalques e das lesões do Felipe Amaral, Domingos e Segovinha durante o jogo contra o Avaí, mais uma vez os comandados do Umberto Louzer desperdiçaram a oportunidade de conquistar a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado, a ineficiente escalação do meio-campo e ataque utilizados contra o Londrina e Ceará foi repetida, e titulares e substitutos poderiam ter sido mais bem escolhidos.

Seria mais bem distribuído ter começado com Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e Paulo Victor.

No segundo tempo, Domingos, que entrou e machucou, depois Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido, entrariam no lugar do Felipe Amaral, machucado, Elizari no lugar do Yago, Parede substituiria Segovinha, com lesão, e Gabriel Barros, em caso de necessidade e de acordo com as condições do jogo, entraria no lugar do Mastriani ou Paulo Victor.

O elevado número de lesões para uma equipe, que praticamente disputou só uma competição, e a queda de rendimento físico nos segundos tempos dos jogos, também prejudicaram o desempenho do Coelhao nesta Série B.

Avaí:
Igor Bohn; 
Wallison (Wenderson), Allyson, Jefferson e Quaresma (Sorriso); 
Zé Ricardo (Del Piage), Luiz Henrique, Daniel Penha e Jean Lucas (Léo Gamalho); Thayllon e William. 
Técnico: Allan Aal.

América:
Gustavo; 
Filipe Dahora, Luca Sosa, Manoel e Dalbert; Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Yago Souza (Gabriel de Oliveira) e Segovinha (Gabriel Domingos) (Elizari); Gabriel Barros (Luidy), Parede e Paulo Victor. 
Técnico: Umberto Louzer.
Gol: Paulo Victor

domingo, 19 de julho de 2026

América 1 x 1 Ceará

Os comandados do Umberto Louzer, mais uma vez, desperdiçaram uma grande oportunidade de ter conquistado a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado,, a ineficiente escalação e o resultado contra o Londrina foram repetidos, as mudanças demoraram a serem feitas, e poderiam ter sido melhores. 

Para piorar o que foi ruim contra o Londrina, Parede, contra o Ceará, abandonou a ponta e tentou jogar de centroavante, mas sem poder de finalização. 

Destaque para a eficácia ofensiva do Segovinha quando ocupou o espaço de atacante dentro da área, em vez de armador, improdutivo nas assistências para finalizações e gols. 

Aliás, a estratégia ofensiva deveria ser escalar dois pontas agudos e o time jogar para Mastriani, principalmente dentro da área, ser o artilheiro decisivo. 

Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e o mais ofensivo entre Gabriel Barros ou Parede formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído. 

Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação, Fellipe Amaral, camisa camisa 8 que caiu de  rendimento desgastado de único volante, para defender e atacar. Yago, camisa 10 para atacar mais do que defender, pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Segovinha de ponta ofensivo, e Parede, com função de ser assistente e finalizador, com Mastrinai de centroavante definidor, formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído.

Na ausência do Bigode, uma opção para jogar com dois centroavantes seria Mastriani e Paulo Victor, em vez de Parede e Paulo Victor. 

Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido pro principal, Domingos, Elizari, Paulo Victor, e Gabriel Barros ou Parede seriam as opções de substituição. 

Para vencer o Avaí fora de casa, poderá ser mais eficiente escalar Manoel e Sosa, na zaga, Jimenez, Felipe Amaral e Yago, no meio-campo, Segovinha, Mastriani e Piñeiro, no ataque. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva (Rafa), Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral, Yago Souza (Jiménez), Segovinha (Júlio); 
Gabriel Barros, Parede (Ítalo) e Paulo Victor (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Ceará:
Richard; 
Bryan Borges, Júlio, Éder e Sanchez; 
Richardson (Pavani), João Gabriel (Vina), Giulio e Lucas Mugni (Juan Alano);
Melk (Lodovico) e Lucca (Renzo López). 
Técnico: Daniel Paulista.

Gol: Segovinha

quarta-feira, 15 de julho de 2026

América 1 x 1 Londrina

O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.

Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo. 

Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.

Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode. 

Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.

Otávio, destaque do sub-20,  deveria ser mais bem aproveitado no principal.

Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação,  Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal. 

Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .

Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.

Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro. 

Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode). 
Técnico: Anderson Gomes.

Londrina: 
Kozlinski; 
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur); 
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego. 
Técnico: Rogério Micale.

Gol: Segovinha

sábado, 4 de julho de 2026

Cuiabá 1 x 0 América

A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.

Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos. 

Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda. 

Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade. 

Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan. 

Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.

Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados. 

Cuiabá:
Marcelo Carné; 
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan. 
Técnico: Eduardo Barros.

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito); 
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Operário 1 x 0 América

Defeitos, provocados pelas falhas na formação da equipe nesta temporada, foram repetidos.  

Laterais ineficientes na defesa e no ataque. Zagueiros desprotegidos pelo meio-campo, pouco marcador com um volante escalado. Ausência de um camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador. Atacantes de lados sem partir pra cima, vencer duelos individuais, fazer assistências e finalizar.

Ainda assim, do meio-campo para a frente, poderia pelo ter sido mais bem escalado, competitivo e equilibrado, com Jimenez, para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, para defender e atacar, e Person, para atacar mais do que defender, Bigode e Mastriani, os únicos atacantes com histórico de artilheiros, e o mais ofensivo entre Gabriel Barros e Segovinha, 

Otávio e Yago, os mais prontos do sub-20 para jogar no principal, seriam as opções para o meio-campo, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução. 

Gabriel Barros ou Segovinha, Paulo Victor, centroavante sem ser escalado pelo lado, e Everson seriam opções para o ataque.

Aliás, embora seja sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, Thauan parte mais pra cima, vence mais duelos individuais e é mais agudo, que Everton, Gabriel Barros e Segovinha.

Yago Santos também poderia ter sido utilizado nos jogos que só um volante foi escalado

O afastamento dos dois poderia ter sido mais bem trabalhado,  porque reduziu ainda mais as opções de reposição. 

Operário: 
Vagner; Mikael Doka, Miranda, Cuenú e Gabriel Feliciano (Neto Paraíba); 
Matheus Trindade, Vinicius Diniz (Caio Dantas) e Boschilia; Aylon (Moraes), Pablo (Índio) e Berto (Felipe Augusto). 
Técnico: Luizinho Lopes.

América: 
Gustavo; 
Jhonny (Léo Alaba), Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Dalbert;
Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Person (Yago) e Segovinha; 
Everton (Paulo Victor), Bigode, Gabriel Barros (Mastriani).
Técnico: Umberto Louzer.