As 21 derrotas em 30 jogos evidenciam erros na formação da equipe, a falha de gestão e necessidades de mudanças no Departamento de Futebol e principalmente nas escalações dos titulares, com muitas chances seguidas para quem rendeu pouco.
Poderia pelo menos ter sido diferente escalar Jimenez, Otávio, Júlio, Segovinha, Maçola e Bigode, porque faltou um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo, Barreto nem defendeu nem atacou, Segovinha, em vez de jogar aberto pela ponta, embolou com Júlio no meio-campo, Bigode saiu muito da área e se desgastou mais do que o necessário, faltaram dois pontas ofensivos para descompactar os três zagueiros do adversário, e Paulo Victor, titular absoluto e insubstituível, sem capacidade de vencer duelos individuais pelos lados, sem eficácia nas finalizações, sem poder de decisão.
Para piorar o que estava ruim, Otávio, um dos poucos destaques do time, foi substituído pelo Felipe Amaral, que nada acrescentou.
Aliás, Júlio e Otávio deveriam jogar dos dois tempos em vez de serem substituídos todos os jogos.
Felipe Amaral só deveria voltar a ser escalado se estiver bem preparado fisicamente para jogar os dois tempos em alta intensidade.
Com a saída do Pineiro e Thauan, atacantes mais ofensivos que Parede e Paulo Victor e até Segovinha, as opções de escalação diminuíram.
Para enfrentar o Atlético-GO fora de casa poderá ser mais competitivo utilizar três zagueiros ou 4-3-3 com Jimenez ou Heitor no lugar do Otávio, Segovinha, Maçola e Bigode.
América:
Brígido (Gustavo);
Fábio, Rafa, Sosa e Tobias (Luidy);
Otávio (Felipe amaral), Barreto (Heitor), Júlio (Zizero);
Segovinha (Maçola), Bigode e Paulo Victor.
Técnico: Douglas
Juventude:
Jandrei;
Rodrigo Sam, Messias (Gabriel Pinheiro) e Marcos Paulo;
Aderlan, Lucas Mineiro (Gabriel Pires), Mandaca (MP), Raí Silva e Diogo Barbosa (Patryck Lanza); Fábio Lima (Manuel Castro) e Alan Kardec (Luís Amarilla), Patrick
Técnico: Maurício Barbieri