sexta-feira, 13 de março de 2026

Barra-SC 0 (4) x (3) 0 América

Embora o Barra seja campeão catarinense, o América se programou para enfrentar um adversário padrão Série A, mas o Coelhão, sem poder de criação e finalização, foi eliminado por uma equipe da Série C. 

A excessiva preocupação defensiva limitou as possibilidades de vencer, porque faltou atitude vencedora; a escalação, estratégia e tática deveriam ter sido mais ofensivas, sem a necessidade de utilizar um terceiro zagueiro no lugar de um atacante, de escalar Bigode e Paulo Victor juntos, e ter sido tão inofensivo. 

Pelo menos a postura poderia ter sido mais ofensiva, com o mais agudo entre Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Thauan ou Yarlen, pela esquerda, Bigode, de centroavante, para jogar mais dentro da área, com opção do Mastriani, em caso de necessidade. 

Até a alternativa das dobras para defender e atacar pelo lados, com Leo Alaba e Maguinho, Artur e Paulinho, com Bigode de camisa 9, sem recuar para embolar com Person e Yago Souza, teria sido mais ofensiva do que dois alas e dois centroavante, longe da área e sem poder de finalização.

Alias, a efetividade ofensiva do Bigode vai depender dele jogar mais avançado, porque dentro da área tem poder de finalização e decisão. 

Dificilmente Bigode e Mastriani vão formar dupla de atacantes decisivos, porque são dois jogadores para executarem a função ofensiva de um, ambos mais eficientes nas finalizações dentro da área. 

O posicionamento funcional do meio-campo também precisa ser mais bem distribuído. Felipe Amaral e Val são mais camisa 8, Person e Yago Souza, camisa 10. 

Ainda existe a necessidade de reforços para disputar a série B. 

A improvisação do Artur na zaga evidenciou o número reduzido de zagueiros. 

Falta um típico volante camisa 5, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e combater de frente, em vez de correr atrás do adversário. 

Pelo menos um atacante de beirada com histórico de artilheiro. 

Um camisa 10, com poder de criação, preferencialmente finalizador e decisivo. 

Pra cima deles, Coelhão!  

Barra-SC
Ewerton;
Fábio, Jean Pierre, Éverton Alemão e Da Rocha;
Henrique Freitas (Matheus Barbosa), Tetê (Saymon), Cléo (Marcelinho), Gabriel Silva e Geovany (Warley); 
Renan Bernabé (Lucas Vargas). 
Técnico: Rafael Piccinin.

América:
Gustavo; 
Emerson, Rafa, Artur;
Maguinho (Léo Alaba), Felipe Amaral (Val Soares), Person, Yago (Thauan), Paulinho; 
Paulo Victor (Gabriel Barros) e Bigode (Mastriani). 
Técnico: Valentim.

sexta-feira, 6 de março de 2026

América 1 (4) x (3) 1 Tirol-CE

Valeu pela premiação de R$ 1,53 milhão, mas o resultado e principalmente o desempenho deixaram a desejar, porque o Coelhão tinha total capacidade para ter vencido com facilidade, com possibilidade de goleada, e convencido. 

Apesar do golaço do Bigode com participação do Paulo Victor, Bigode deveria ter iniciado o jogo, na posição de centroavante com presença de área, e a opção do Paulo Victor e Jhonatan, entre os substitutos, porque faltou profundidade pelos lados; Maguinho acertar mais cruzamentos; Artur ser mais ofensivo, e dois atacantes de velocidade, com pelo menos capacidade de partir pra cima, preferencialmente vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo para fazer cruzamentos ou infiltrar na diagonal e finalizar. 

A força ofensiva poderia ter sido maior, com Paulinho na lateral, Gabriel Barros, Bigode, e Thauan ou Yarlen. 

Ainda assim, houve baixo poder ofensivo nos dez jogos do Mineiro, 11 gols, um deles contra, e com exceção do Bigode, a equipe 2026 é formada mais por atacantes com potencial de evolução, do que artilheiros com histórico de decidir jogos. 

O posicionamento funcional do meio-campo para a frente, entre Felipe Amaral e Val, Val e Person, Person e Segovinha, Bigode e Person, também precisa ser mais bem definido, distribuído e melhorado, a fim de aumentar o efeito combinado das ações de cada um deles.

Se Felipe Amaral ou Val for o primeiro volante responsável pelo início da transição, também deveria ser o volante mais recuado na recomposição defensiva. 

O mais avançado entre Felipe Amaral ou Val deveria ocupar espaço no corredor oposto ao do Person. 

Bigode deveria jogar mais dentro da área e Segovinha ou outrro ponta mais avançado pelo lado, a fim de evitar ocupar o espaço do Person, na construção das jogadas. 

Entre as prioridades de reforços para o restante da temporada, um atacante de lado com poder de decisão, para disputar a titularidade, um centroavante, um típico volante camisa 5, mais focado na marcação, e mais um zagueiro. 

Em caso de necessidade mais um camisa 10.

Pra cima deles, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Emerson Santos, Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral, Val (Jhonatan) e Person (Yago); 
Segovinha (Gabriel Barros),Paulo Victor (Yarlen), Bigode
Técnico: Valentim.

Tirol
Frank; 
Zé Augusto, Jairo, Max (Dieguinho), Diguinho e Ytalo; 
Isaias (Willian), Sidney (Welton), Rafinha (Yuri Borges) e Jeffinho (Janeudo); Felipe Hulk. 
Técnico: Ailton Silva.

Gol: Bigode 

terça-feira, 3 de março de 2026

América 0 (2) x (4) 0 Atlético

No Mineiro 2026, faltou principalmente poder ofensivo, e pelo menos a opção de um típico camisa 5 para defender mais do que atacar, porque o Coelhão marcou 11 gols em 10 jogos, o quinto melhor ataque, Person e Val, com dois gols cada um, foram os artilheiros, e o tradicional primeiro volante reforçaria a marcação, sem necessidade de escalar três zagueiros, em vez de dois, e dois atacantes, em vez de três. 

Mas em compensação, apesar das limitações financeiras devido ao baixo orçamento, a construção da equipe 2026 superou expectativas, porque a força do futebol coletivo, competitivo e bastante organizado dos comandados do Valentim prevaleceu na maioria dos jogos, inclusive nos três clássicos contra o Atlético e até contra o Cruzeiro, quando sofreu dois gols em lances polêmicos. 

Ainda assim, para o restante da temporada, a equipe carece de mais um zagueiro, de um típico camisa 5 mais defensivo do que ofensivo, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e pelo menos um atacante, preferencialmente centroavante com presença de área, mais decisivo.

Um camisa 10 com poder de criação também seria bem-vindo. 

Sem as contratações pontuais, Luiz Henrique e Thalyson poderão ser opções de zagueiros, Otávio ou Rafa ser escalados de primeiro volante marcador.

Alê e Dalbert deverão ser reforços para o meio-campo e lateral esquerda.

Talvez seja possível Segovinha também ser um camisa 10, porque pareceu mais um armador pelo lado do que um atacante de profundidade. 

Para vencer o Tirol pela Copa do Brasil, Valentim deverá voltar a utilizar 3 atacantes.

Maguinho e Artur, nas laterais, Emerson e Rafa, revelação do Mineiro 2026, na dupla de zaga. 

Possivelmente o meio-campo titular será formado pelo Felipe Amaral, Val e Person, com a possibilidade de utilização do Alê, Yago Santos e Yago Souza. 

Elizari precisa justificar a renovação do contrato. 

Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Bigode ou Jhonatan ou Paulo Victor, finalizadores dentro da área, e Thauan e Yarlen, pelo lado esquerdo, deverão ser as principais opções para aumentar o poder ofensivo.

Yarlen, partindo pra cima avacoelhando geral, parece ter potencial para assumir a titularidade. 

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Nathan (Paulinho), Emerson, Rafael Barcelos (Thallyson) e Artur; 
Felipe Amaral, Val (Yarlen) e Person; 
Bigode (Yago Souza) e Paulo Victor (Gabriel Barros)
Técnico: Valentim

Atlético:
Everson; 
Preciado (Cissé), Ruan Tressoldi, Junior Alonso e Renan Lodi; 
Maycon, Alan Franco e Victor Hugo (Cassierra); Gustavo Scarpa (Alan Minda); 
Reinier (Dudu) e Hulk 
Técnico: Eduardo Domínguez.