sexta-feira, 21 de junho de 2024

Coritiba 1 x 0 América

Apesar da utilização de quatro atacantes no segundo tempo, faltou qualidade ofensiva para transformar o volume de jogo em finalizações, ainda mais contra um Coritiba retrancado, depois de ter feito o gol. 

Adyson e Fabinho foram os mais participativos entre os dois atacantes titulares e os quatro substitutos. 

Embora a padronização do modelo de jogo definido pelo Cauan e incorporado pela equipe seja um diferencial competitivo, poderá ser interessante, de acordo com o adversário, especialmente fora de casa, e as circunstâncias do jogo,  utilizar uma estratégia alternativa, com uma postura mais equilibrada entre o defender e atacar, e a exploração de jogadas em contra-ataque.

Mas se Benítez, caçado em campo pelos adversários, for vetado para enfrentar o Avaí, a manutenção de quatro jogadores no meio-campo deverá ser a melhor escolha, porque as opções do meio-campo estão mais produtivas do que as atuais para formar um trio ofensivo, ainda mais sem Varanda e Vinícius. 

Felipe Amaral ou Wallinsson formaria o meio-campo com Alê, Juninho e Moisés. 

Ainda Gustavinho e Yago. 

Brenner carece aproveitar as oportunidades, a fim de ser opção de finalização dentro da área pelo alto e pelo chão.

Jacaré precisa vencer mais duelos individuais, ser mais finalizador e decisivo. 

Renato diminuiu o número de finalizações no esquema com dois atacantes. 

Adyson e Felipe Azevedo parecem ter mais perfil para formar dupla de ataque com Fabinho, porque são mais qualificados na troca de passes fora da área, nas assistências e nas finalizações. 

Mateus Henrique, poderia ser utilizado no meio-campo ou meia-atacante pelo lado direito. 

Coritiba
Pedro Morisco; 
Natanael, Maurício Antônio, Bruno Melo e Rodrigo Gelado; 
Morelli (Sebastián Gómez), Geovane Meurer (Lucas Ronier), Vini Paulista (Matheus Bianqui) e Matheus Frizzo; 
Figueiredo (Jamerson) e Leandro Damião (Brandão). 
Técnico: Fábio Matias.

América:
Dalberson; 
Daniel Borges, Éder, Ricardo Silva e Marlon; 
Alê (Wallisson), Juninho (Jacaré), Benítez (Adyson) e Moisés; 
Fabinho (Felipe Azevedo) e Renato (Brenner). 

terça-feira, 18 de junho de 2024

América 2 x 1 CRB

O Coelhão venceu, convenceu e voltou a demonstrar potencial de aproveitamento durante a competição, porque manteve a padronização do modelo de jogo, bastante competitivo, ofensivo e organizado, o time americano dominou completamente o adversário, e o desempenho foi melhor que o resultado. 

Destaque para o quarteto do meio-campo formado pelo Alê, Juninho, Moisés, e especialmente Benítez, para o poder ofensivo do Fabinho, e para Cauan, pelas escolhas acertadas. 

Moisés, Benítez, e Fabinho participaram da jogado do gol feito pelo Juninho. Moisés e Benítez participaram da jogada do gol feito pelo Fabinho.

A mudança do posicionamento funcional feita pelo Cauan no Brasileirão aumentou a produtividade ofensiva do Fabinho, artilheiro da Série B. 

Faltou Renato receber mais assistências para serem finalizadas dentro da área e Brenner ter aproveitado a oportunidade de gol, para aumentar a confiança e o rendimento nos próximos jogos. 

Poderá ser interessante Felipe Azevedo também ser opção de segundo atacante, mais centralizado.

Ainda assim, de acordo com o adversário ou durante os jogos será possível utilizar um trio no meio-campo e um ofensivo.

Felipe Amaral e Wallinsson são as opções do meio-campo.

Adyson, Brenner, Felipe Azevedo e Jacaré, opções para o ataque. 

América:
Dalberson; 
Daniel Borges, Éder, Julio e Nicolas; 
Alê, Juninho (Felipe Amaral), Moisés (Wallisson) e Benítez (Brenner); 
Fabinho (Jacaré) e Renato (Adyson)
Técnico: Cauan 

CRB: 
Matheus Albino; 
Hereda, Gustavo Henrique, Darlisson e Jorge (Matheus Ribeiro);
Falcão, João Pedro e Gegê (Rômulo); 
Raí Anselmo Ramon (João Neto) e Léo Pereira (Getúlio)


quarta-feira, 12 de junho de 2024

América 2 x 0 Ponte Preta

No primeiro jogo depois da derrota para o Paysandu, o Coelhão foi resiliente, venceu, convenceu e demonstrou possibilidades de evolução durante a competição, porque, apesar de ter mudado a distribuição tática, com a escalação de quatro jogadores no meio-campo, manteve o padrão do modelo de jogo, definido pelo Cauan e incorporado pela equipe, dominou o adversário, e Daniel Borges,  Felipe Amaral, e Benítez, novos titulares, Juninho e Moisés, pelo dinamismo, e Fabinho, pela efetividade, foram os destaques do jogo.

Diferentemente dos jogos, em que defendeu mais do que atacou, Daniel Borges, praticamente na função de meia-atacante de lado, foi bastante produtivo no ataque, e Felipe Amaral demonstrou potencial para ser utilizado ais vezes. 

Ainda assim,  Alê, o melhor jogador da Série B pelo SofaScore, e Benítez, o líder do campeonato em assistências para gols, deverão fazer parte de um trio ou quarteto do meio-campo. 

Talvez tivesse sido mais interessante, Adyson, em vez do Gustavinho, ter entrado no lugar do Fabinho. 

Para enfrentar e vencer o CRB, Dalberson carece continuar ser menos participativo na saída de bola curta, e na bola longa fazer lançamentos em profundidade no campo do adversário, para o centroavante ou para os pontas. 

Paulinho e Yago poderão ser opções de substituição do Nícolas. 

Talvez Alê, Juninho e Benítez entre os titulares, com Felipe Amaral, Wallisson e Moisés entre os reservas, ou outra combinação entre eles. 

Embora seja bastante efetivo nos gols feitos, Fabinho, pela habilidade, intensidade e velocidade, deveria buscar vencer duelos individuais, enquanto Renato necessita entrar mais na área, a fim de ser mais decisivo nas finalizações. 

No caso de três atacantes, Adyson e Fabinho partindo para cima avacoelhando geral. 

Varanda deveria voltar a ser relacionado, porque tem potencial de aproveitamento, preferencialmente no corredor central, ou pelos lados, até para ser o segundo atacante no 4-4-2. 

América
Dalberson;
Daniel Borges, Ricardo Silva (Julio), Éder, Marlon (Nicolas); 
Felipe Amaral, Juninho, Moisés e Benítez (Felipe Azevedo); 
Fabinho (Gustavinho) e Renato (Brenner). 
Técnico: Cauan

Ponte Preta
Pedro Rocha;
Dudu Vieira (Igor Inocêncio), Joilson, Castro e Gabriel Risso;
Emerson (Dodô), Emerson Santos e Ramon (Élvis); 
Matheus Régis (Renato), Jeh e Gabriel Novaes (Guilherme Beléa). Técnico: Nelsinho Baptista.

Gols

quinta-feira, 6 de junho de 2024

Paysandu 2 x 0 América

Embora seja um campeonato de resistência, o América desperdiçou uma grande oportunidade de conquistar mais três pontos, de manter a invencibilidade na Série B, e assumir a liderança da competição, porque, principalmente no segundo tempo, sem a presença do Alê, somada ao desfalque do Mateus Henrique e Wallinson, o desempenho do Coelhão despencou. 

Ainda faltou Dalberson ser mais efetivo na saída de bola curta e nos lançamentos, Daniel Borges fazer mais ultrapassagens, para aumentar a força ofensiva com Adyson pelo lado direito, Felipe Amaral aparecer para o jogo, Fabinho e Jacaré buscarem vencer duelos individuais, Moisés jogar mais avançado, e Renato, preferencialmente dentro da área, receber mais assistências para serem finalizadas. 

Apesar da derrota, o América está a dois pontos do Goiás, o líder da Série B, manteve a padronização do modelo de jogo definido pelo Cauan e incorporado pelos jogadores, em seis dos oito jogos disputados, mais o primeiro tempo contra o Paysandu, com mais posse de bola e finalizações que os adversários.  

Mas Analistas de Desempenho, Comissão técnica e Cauan deveriam reavaliar a titularidade absoluta do Dalberson, ou redefinir as funções do goleiro, com menos participação na saída de bola curta, e na saída de bola longa todo lançamentos ser em profundidade no campo do adversário. 

Poderá ser interessante Rodriguinho, que precisa renovar contrato, ser deslocado para a lateral direita, a fim de aumentar a intensidade ofensiva com Adyson. 

Benítez poderia voltar a ser titular, para ser o meio-campista mais próximo do Brenner ou Renato. 

Talvez Felipe Azevedo recuperar a titularidade no lugar do Fabinho, que carece ser mais ofensivo e partir com a bola dominada para cima do marcador. 

Gustavinho também poderia ser aproveitado durante os jogos. 

Varanda, que tem mais qualidade que o Jacaré, deveria ser relacionado para aumentar as opções entre os substitutos, preferencialmente de meia-atacante centralizado, ou de lado. 

Aliás, 
Paysandu: 
Matheus Nogueira, Edílson, Wanderson, Lucas Maia e Kevyn;
João Vieira (Netinho), Wesley Fraga (Val Soares) e Juninho (Robinho); 
Edinho (Ruan Ribeiro), Esli García (Jean Dias) e Nicolas. 
Técnico: Hélio dos Anjos

América:
Dalberson, 
Daniel Borges, Éder, Ricardo Silva (Júlio) e Marlon; 
Alê (Felipe Amaral), Juninho e Moisés (Benítez);
Adyson (Felipe Azevedo), Renato (Brenner), Fabinho (Jacaré).