quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

América 1 x 2 Cruzeiro

Os dois erros do juiz nos primeiros quinze minutos interferiram diretamente no resultado do jogo, provocaram a expulsão do Lisca e motivaram a reação indignada dos dirigentes, jogadores e torcedores americanos, com a repetição das falhas da arbitragem, que pela quinta vez prejudicou o América neste Brasileirão. 

A marcação e conversão do pênalti favorável aos três minutos mudaria a história do jogo, com maior possiblidade de vitória dos comandados do Lisca, porque o adversário teria de avançar para buscar o empate, cederia espaços no campo defensivo e ficaria mais desgastado. 

Ainda assim, se este pênalti não fosse dado mas o inventado do Messias não tivesse sido marcado, seria a segunda possibilidade de mudança da história do jogo.

Depois deste dois erros fundamentais, houve a conivência do apito, sem a utilização de cartões amarelos, com o excesso de faltas, muitas vezes dos mesmos jogadores do adversário. 

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson e João Paulo; 
Flávio (Toscano);
Juninho (Felipe Augusto) e Alê; 
Ademr, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Cruzeiro-MG:
Fábio; 
Raúl Cáceres, Ramon, Manoel e Matheus Pereira; 
Jadsom Silva, Adriano e Filipe Machado (Jadson); 
Airton, William Pottker e Rafael Sobis (Thiago).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Gol Anderson

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Pré-jogo América x Cruzeiro

Os comandados do Lisca devem recuperar a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente. praticado na maioria dos jogos do Brasileirão e da Copa do Brasil, para vencer o rival, conquistar mais três pontos, e ficar próximo da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da Série B, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

A estratégia entre ser mais defensivo, sem a bola, ou ter mais posse de bola ofensiva vai depender das circunstâncias do jogo, mas o ideal seria encontrar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima perfeição.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, a eficiência nas finalizações precisa aumentar nas fases ofensivas de bola parada, organização e transição. 

O substituto do Zé Ricardo vai precisar ser participativo, produtivo e eficaz na bola parada, organização e recomposição defensiva,  e na etapa inicial e final da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino, sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, estariam mais bem preparados se tivessem sido mais utilizados, especialmente durante o Campeonato Mineiro.

Aliás, Sabino poderia ter jogado mais vezes na posição de primeiro volante desde o estadual de 2019, quando completou coletivos na posição de zagueiro. 

A entrada do Eduardo Bauermann na zaga e o deslocamento do Anderson para volante, com aumento da altura na bola aérea defensiva e ofensiva, poderá ser uma alternativa de escalação dos mais experientes entre os titulares ou durante o jogo. 

Ainda as possibilidades do Daniel Borges ou João Paulo para formar o trio do meio-de-campo com Alê e Juninho. 

Leo Gomes não estreou. 

Alê tem qualidade para jogar no campo ofensivo e ser mais assistente, decisivo e finalizador. 

Juninho é mais participativo nas infiltrações dentro da área para finalizar. 

O setor ofensivo, com Ademir, partindo para cima avacoelhando geral a defesa adversária, Felipe Azevedo e Rodolfo também deve ser decisivo e preciso nas finalizações. 

Leo Passos carece ser mais assistente e finalizador do que marcador. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Toscano é opção para meia atacante, preferencialmente centralizado, e de lado porque tem poder de criação, decisão e finalização com a bola parada ou rolando. 

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Sávio);
Flávio (Sabino, Daniel Borges, Anderson, João Paulo);
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Leo Passos, Toscano)

América x Cruzeiro
quarta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 

domingo, 29 de novembro de 2020

Oeste-SP 1 x 1 América-MG

O América desperdiçou mais uma grande oportunidade de vencer um adversário pouco qualificado, conquistar três pontos, ficar mais distante do quinto colocado e se aproximar da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da competição. 

Baixa intensidade e falta de qualidade na transição ofensiva,  duas finalizações desperdiçadas pelo Felipe Azevedo, erro do Matheus Cavichioli, na jogada que originou o pênalti convertido pelo adversário, pouco poder de criação e finalização, e a escalação precipitada do Zé Ricardo prejudicaram o desempenho do time americano e facilitaram o empate com o lanterna da Série B. 

Até o gol do Ademir foi provocado por uma falha do zagueiro. 

De acordo com o SofaScore, Oeste teve 44% de posse, duas finalizações no gol e 4 para fora.

Os comandados do Lisca tiveram 56% de posse, finalizaram 4 vezes no gol e 5 para fora.

João Paulo, Messias, Daniel Borges, Flávio e Anderson foram os mais participativos, o que representou muita troca de passes entre os laterais, zagueiros e o primeiro volante. 

Faltou força de ataque e eficiência nas poucas finalizações do trio de atacantes, principalmente Felipe Azevedo e Rodolfo.

Felipe Azevedo desperdiçou duas chances de gol.

Rodolfo nem finalizou.

Embora Ademir tenha feito o gol, uma assistência e uma finalização para fora, também rendeu menos do que pode render. 

Berola, Calyson, Leo Passos e Toscano nada acrescentaram.

Flávio foi o americano com o maior número de passes precisos. 

Mas a escalação do Flávio ou Sabino desde o início do jogo ou de ambos durante a partida, sem a necessidade do retorno precipitado do Zé Ricardo, poderia ter sido mais produtiva.

O ponto de equilíbrio entre a manutenção dos titulares e o revezamento deve ser encontrado. 

Com o desgaste provocado pela sequência de jogos em duas competições simultâneas, possiblidades de casos de Covid-19 e lesões, o América deveria repensar sobre a necessidade de contratar reforços prontos para disputar a titularidade, especialmente na função de meia-atacante de lado. 

O potencial de utilização e retorno do Berola, Calyson, Felipe Augusto, Guilherme e Lohan precisa ser analisado. 

Oeste: 
Caíque França; 
Matheus Rocha, Vitão, Luanderson e Caetano; 
Yuri (Lídio), Caio e Kauã Jesus (Tite, depois Bruno Alves); 
Pedrinho, Bruno Lopes (De Paula) e Fábio. 
Técnico: Roberto Cavalo. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho e Alê (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Toscano) 
Técnico: Lisca.

Gols: Ademir


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Pré-jogo Oeste-SP x América-MG

Embora Zé Ricardo esteja liberado para jogar, talvez seja interessante preservá-lo para o clássico contra o Cruzeiro, e aproveitar a oportunidade para dar um pouco mais de rodagem ao Flávio e Sabino. 

Lucas Luan poderia ser opção para poupar João Paulo ou Alê ou Juninho no decorrer do jogo. 

Flávio, Lucas Luan e Sabino são sub-21 bastante promissores, com potencial de evolução e qualidade no desarme, na marcação e no passe, merecedores de mais chances entre os titulares ou durante os jogos, 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador. 

Eduardo Bauermann também poderia jogar para recuperar o ritmo de jogo e preservar um dos dos zagueiros. 

Daniel Borges com a sequência de jogos tem total capacidade para acertar mais cruzamentos, finalizações, passes e recuperar a titularidade. 

Alê poderia ser mais ofensivo, pisar na área, a fim de aumentar as possiblidades de fazer assistências, finalizações e gols, mas é muito qualificado nos lançamentos, na marcação e na distribuição das jogadas com precisão no passe. 

O trio ofensivo formado pelo Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo precisa ter mais poder de finalização e principalmente eficiência nos chutes.

Talvez seja proveitoso utilizar Berola por um tempo maior. 

Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.  

Leo Passos deve ser mais finalizador do que marcador.

Toscano é opção para meia-centralizado ou de lado, com poder de criação, finalização e decisão. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Marcelo Cavichioli;
Daniel Borges, Messias (Eduardo Bauermann), Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Alê (Calyson, Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Leo Passos, Toscano)

Oeste x América
sexta-feira, 19h15, Arena Barueri. 
Vamos vencer, Coelhão

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

América-MG 2 x 1 Juventude-RS

Apesar de ter faltado um pouco mais de eficiência nos complementos das jogadas ofensivas, o time americano manteve a regularidade, a repetição com correção, a resistência, conquistou mais três pontos e se aproximou da Chapecoense, que lidera o Brasileirão da Série B.  

De acordo com o SofaScore, o adversário teve 54% de posse de bola, fez duas finalizações no gol e 4 para fora. 

O América, 46% de posse de bola, 5 finalizações no gol e 9 para fora.

Ainda teve mais um gol anulado do Felipe Azevedo.

O terceiro nesta série B. 

Nos jogos anteriores, foram anulados o do Ademir contra o Cuiabá e outro do Felipe Azevedo contra a Ponte Preta. 

No gol feito pelo Juventude, houve falha na recomposição e organização defensiva, com distanciamento entre Anderson e Messias, e muito espaço para Renato Cajá progredir sem marcação desde o meio-de-campo até a intermediária para finalizar. 

Mas na maior parte do jogo, prevaleceu a consistência na defesa e a organização na fase ofensiva, de recomposição e transição. 

Sabino, equivocadamente utilizado de zagueiro em 2019 quando foi promovido para o principal, demonstrou grande potencial de aproveitamento na posição de primeiro volante, com qualidade no desarme, na marcação e precisão no passe curto e longo. 

Anderson, Alê, Daniel Borges, João Paulo, Juninho, Messias e Sabino foram os maiores passadores.

No primeiro gol, Juninho repetiu o poder de infiltração na área adversária para finalizar. 

Alê, Daniel Borges e João Paulo os principais articuladores. 

Felipe Azevedo foi o mais participativo do trio ofensivo. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Berola nos minutos finais. 

Destaque para Sabino, pelo potencial de aproveitamento demonstrado, Alê e Juninho, pela participação na articulação e na marcação,  Juninho, novamente, e Rodolfo pelos gols marcados, e especialmente João Paulo pelo duplo desempenho na tarefa defensiva e ofensiva. 

América na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo; 
Sabino (Flávio);
Juninho, Alê (Calyson); 
Ademir (Léo Passos), Rodolfo (Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca. 
 
Juventude: 
Marcelo Carné; Igor, Genilson, Nery Bareiro e Hélder; 
João Paulo, Gustavo Bochecha (Carlos Eduardo) e Renato Cajá (Gabriel Terra); 
Capixaba (Rafael Grampola), Gabriel Bispo (Marciel) e Rafael Silva (Wallace Tarta). 
Técnico: Pintado. 

Gols: Juninho, Rodolfo, Renato Cajá (Juventude)



terça-feira, 24 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Juventude-RS

Embora seja possível vencer sem convencer, quanto melhor o desempenho, maiores as possibilidades de conquistar a vitória sem depender tanto do acaso.

Mesmo assim, o imprevisto favorável sempre é bem-vindo.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, o time americano está muito bem consistente e organizado na fase defensiva, inclusive na bola parada e na recomposição. 

A intensidade, produtividade e qualidade na transição ofensiva precisam ser aumentadas. 

Na organização ofensiva, o complemento das jogadas nas finalizações e nos últimos passes necessitam ser mais bem executados e o aproveitamento na bola parada ser mais eficiente.

Ademir, Daniel Borges, e Juninho deverão ser os responsáveis pela transição no lado direito, e Alé, Flávio e João Paulo no esquerdo. 

Juninho é mais infiltrador. 

Alê mais cadenciador e distribuidor das jogadas. 

Ambos necessitam ser mais finalizadores. 

Felipe Azevedo pelo lado esquerdo carece ter mais velocidade para defender e atacar, ser mais finalizador e decisivo. 

Talvez seja mais interessante utilizar Leo Passos pelo lado, porque tem mais resistência física para fazer a recomposição defensiva e a transição ofensiva. Ainda assim, Leo Passos precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Berola é opção de velocidade. 

Felipe Augusto precisa recuperar o ritmo. 

Lucas Luan e João Gabriel poderiam ser opção para executar as funções do Geovane. 

Lohan poderá ser aumentar o aproveitamento na bola aérea ofensiva.

Sabino, primeiro volante. 

Thalys deveria ser opção para a lateral-direita. 

Toscano pode jogar de meia-atacante centralizado e de lado. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo;
Flávio (Sabino);
Juninho, Alê (Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Lohan), Felipe Azevedo (Berola, Felipe Augusto, Lucas Luan, Toscano)

América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Operário-PR 0 x 1 América-MG

Vencer por diferença de um gol é goleada, num campeonato de regularidade, repetição e resistência,
com jogos seguidos em curto espaço de tempo.

O desgaste físico e cansaço mental gerado pela sequência de jogos e viagens aumentaram com a disputa simultânea da Copa do Brasil.

Na vitória sobre o Operário, pelos dados do SofaScore, o adversário teve 62% de posse de bola, fez uma finalização defendida pelo Matheus Cavichioli e 5 para fora

O América teve 38% de posse, duas finalizações no gol, 5 para fora.

Embora tenha faltado mais poder de ataque, criação, finalização e decisão, a compactação defensiva e a baixa intensidade na transição ofensiva podem ser justificadas devido ao esgotamento provocado pelos jogos seguidos da Série B e entre eles o do Internacional, na conquista da classificação para a semifinal da Copa do Brasil.

Ainda assim, o time americano venceu, conquistou três pontos e manteve a vice-liderança da Série B.

Os sub-20 Flávio e Vitão e o sub-21 Lucas Luan, mesmo sem ritmo de jogo, demonstraram potencial de aproveitamento, mas Lucas Luan poderá ser mais produtivo no meio-de-campo.

Quanto mais vezes jogarem, mais rapidamente prontos vão ficar. 

Se a postura fosse mais ofensiva, Daniel Borges e Lucas Luan poderiam ter sido mais produtivos no apoio, e Flávio, Junino e Alê mais participativos na transição. 

Faltaram opções de velocidade no ataque, porque Felipe Azevedo e Rodolfo têm baixa velocidade para contra-atacar e recompor. 

Ademir, em pouco tempo de jogo, foi mais produtivo no araque do que Felipe Azevedo. 

Felipe Augusto nada acrescentou. 

Leo Passos, outro sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, mostrou que é mais produtivo e eficiente na função de meia-atacante de lado, participativo na marcação, mas especialmente pela assistência para finalização do Rodolfo e pelo gol da vitória americana. 

Apesar de não terem sido utilizado mais vezes, principalmente no Campeonato Mineiro, destaque para a transformação do DNA formador em aproveitador, com a escalação dos pratas da casa Flávio e Vitão, ambos do Sub-20, e do Lucas Luan, sub-21, para Leo Passos, pelo oportunismo do gol, e Messias, o dono da grande área. 

Operário-PR:
Thiago Braga; 
Alex Silva (Sávio), Rafael Bonfim, Sosa e Fabiano; 
Pedro Ken, Diego Cardoso (Jorge Jiménez) e Tomas Bastos; 
Ricardo Bueno (Lucas Batatinha), Marcelo (Rafael Chorão) e Thomaz (Schumacher) 
Técnico: Matheus Costa
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, Messias, Lucas Luan (João Paulo); 
Flávio;
Juninho, Alê (Geovane);
Léo Passos (Vitão), Rodolfo (Ademir), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Cauan Almeida (auxiliar)

Gol Leo Passos



sábado, 21 de novembro de 2020

Pré-jogo Operário-PR x América-MG

Diego Ferreira, Sávio e Zé Ricardo deverão ser os desfalques do time americano na busca pela vitória sobre o Operário-PR, num campeonato de regularidade, repetição com melhoria e resistência. 

Embora Zé Ricardo seja um dos destaques da equipe no desarme, na marcação, no passe, e um dos principais articuladores do início da transição, e a base da sustentação do posicionamento dos meio-campistas no campo ofensivo, Flávio tem bastante capacidade para ser aproveitado mais vezes entre os titulares,  potencial no combate, na troca de passes e nas viradas de jogo. 

Sabino, mal utilizado no ano passado na posição de zagueiro,  também é bastante promissor na função de primeiro volante combativo, participativo na saída de bola através da distribuição das jogadas, lançamentos, e tem muita personalidade. 

Lucas Luan, que deveria ter sido mais utilizado no meio-de-campo nos tempos do sub-20 em vez de lateral-esquerdo, do mesmo modo tem potencial de evolução, com precisão no passe e na finalização. 

Vitão foi treinado para ser centroavante finalizador, dependente das assistências e cruzamentos. 

Vale a pena repetir, que Flávio e Vitão, sub-20 no primeiro passo da transição profissional, Lucas Luan e Sabino, sub-21 no segundo passo dessa transição, ainda estão em processo de aprimoramento e oscilação. 

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparados e rapidamente vão ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares da equipe principal. 

Ademir, Diego Ferreira e Geovane evoluíram muito com a sequência de jogos. 

Devido a falta de preparação nas categorias de base, Ademir, 25 anos, atrasou o processo de amadurecimento, e está no começo da maturação profissional. 

Geovane, sub-22, necessita ter mais poder de finalização e decisão, mas está superparticipativo na defesa e no ataque, se desdobrando para colaborar com João Paulo na marcação e com Felipe Azevedo no campo ofensivo. 

Diego Ferreira completou o segundo passo da transição no ano passado, deixou de ser sub-23,  começou a evoluir com a participação em jogos seguidos e conquistou titularidade.

Mas Daniel Borges tem total capacidade ser mais produtivo e eficiente na tarefa defensiva e ofensiva. 

Quando a postura do time for mais compactada no campo de defesa, haverá necessidade de ter outra opção pelo lado esquerdo sem ser Felipe Azevedo para puxar o contra-ataque. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, poderia até ser falso 9, mas necessita voltar a ser mais finalizador e decisivo.

Uma mudança posicional e funcional seria o deslocamento do Geovane para o lugar do Felipe Azevedo e a escalação do Alê ou Toscano no meio-de-campo. 

Alê precisa recuperar o ritmo de jogo, ser mais finalizador e decisivo, mas é muito qualificado no passe na bola longa e participativo na marcação. 

A produtividade do Rodolfo vai depender da aproximação dos meios-campistas e dos extremos. 

Apesar de ser muito voluntarioso, Leo Passos, sub-21, de centroavante carece ser mais finalizador do que marcador, e pelo lado ser mais assistente e agudo do que colaborador na recomposição defensiva. 

Berola e Felipe Augusto são opções de velocidade.

Toscano é opção de versatilidade em várias funções, com poder de criação, finalização e decisão. 

Eduardo Bauermann precisa jogar para recuperar ritmo de jogo. 

Poderia entrar na zaga e Anderson ser deslocado para volante, a fim de aumentar a altura na bola aérea defensiva. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Lucas Luan);
Flávio (Sabino);
Juninho (Alê), Geovane (Alê, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)


Operário-PR x América-MG
sábado, 16h30, Germano Krüger
Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 20 de novembro de 2020

América-MG (6)0×1(5) Internacional-RS - Copa do Brasil

O modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores do América, a consciência da responsabilidade individual na solidariedade do futebol coletivo, e o comprometimento com a equipe foram fundamentais na histórica classificação americana para a semifinal da Copa do Brasil. 

Ainda assim, o gol sofrido nos segundos finais, numa falta inventada pelo juiz, cobrada fora do local e na única falha do posicionamento defensivo, quase comprometeu a inédita conquista do Coelhão e o trabalho desenvolvido pela Diretoria americana, Comissão Técnica, jogadores e torcedores. 

Apesar do maior volume do jogo, com posse de bola ofensiva, o adversário acertou 3 finalizações no gol e 5 para fora, enquanto o time americano acertou dois chutes e errou 2. 

Embora a postura mais defensiva do que ofensiva, com exploração dos contra-ataques, tenha sido eficiente até os 49m40s do segundo tempo, o que garantia a vaga para a próxima fase da competição, talvez fosse mais interessante um pouco mais de ofensividade dos comandados do Lisca, na busca do gol.

Matheus Cavichioli foi pouco exigido. 

Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo mantiveram a consistência defensiva na maioria dos lances disputados. 

Flávio e Juninho participaram mais da marcação no campo de defesa do que da transição ofensiva. 

Geovane defendeu, atacou e foi o principal finalizador com dois acertos. 

Ademir, pelo lado direito, foi a única válvula de escape.

Rodolfo ficou bastante isolado. 

Faltou mais velocidade do Felipe Azevedo pelo lado esquerdo para aumentar as possiblidades de jogadas em contra-ataque. 

Mas há males que vem para o bem.

A decisão por pênaltis demonstrou poder de reação, retomada da concentração e do foco da equipe americana.

Ainda proporcionou a exibição da categoria do Sabino na cobrança convertida em gol. 

Sabino repetiu a personalidade demonstrada nos clássicos da base contra os rivas, quando se impunha sobre os adversários. 

Destaque para o futebol solidário do time, mas especialmente para individualidade qualificada do Messias. 

Aliás, Messias, o dono da grande área, faz parte da seleção dos melhores zagueiros da história do América Futebol Clube. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson, João Paulo; 
Flávio (Sabino);
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir (Daniel Borges), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca

Internacional:
Marcelo Lomba; 
Rodinei, Zé Gabriel, Víctor Cuesta e Moisés (Uendel); 
Rodrigo Dourado (Caio), Rodrigo Lindoso, Edenilson e D'Alessandro (Praxedes); 
Leandro Fernández (Yuri Alberto) e Thiago Galhardo
Técnico: Abel Braga

Leo Passos, Messias, Sabino, Toscano, João Paulo e Juninho nos pênaltis.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Internacional-RS Copa do Brasil

Os motivos para o América conquistar a vaga pra a semifinal da Copa do Brasil são maiores que os do Internacional.

Entre eles, o momento histórico dos comandados do Lisca classificarem para o G4 da competição, com possibilidades de disputar uma final inédita, recompensa financeira, repercussão na mídia e valorização profissional. 

Talvez uma mudança obrigatória seja o substituto do Zé Ricardo, um dos principais jogadores nos desarmes, na marcação, na troca de passes e no suporte da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino são opções mais convencionais de substituição. 

A escalação do Flávio ou Sabino, com pouco ritmo de jogo, e do Geovane no meio-de-campo vai representar a utilização de dois sub-23, em fase de desenvolvimento e oscilação. 

Ainda assim, Flávio e Sabino possuem qualidade nos desarmes,  no combate e na distribuição das jogadas. 

Geovane necessita ter mais poder de finalização e decisão, mas com a sequência de jogos, aumentou a produtividade na colaboração com João Paulo na tarefa defensiva e com Felipe Azevedo na ofensiva. 

Eduardo Bauermann, com deslocamento do Anderson pra volante, e Joseph seriam opções para formar uma primeira linha com cinco jogadores na compactação defensiva. 

Daniel Borges ou Alê, no lugar do Zé Ricardo, seria uma opção mais ousada para qualificar a troca de passes no campo ofensivo. 

Uma mudança opcional poderia ser a escalação do Alê no lugar do Felipe Azevedo, com o deslocamento do Geovane pro lado esquerdo, a fim de aumentar a marcação na recomposição defensiva sem perder a força de ataque na transição ofensiva.

Felipe Azevedo pelo lado carece ter mais velocidade e resistência física para exercer a dupla função defensiva-ofensiva em alta intensidade. No ataque, precisa voltar a ser mais finalizador e decisivo. Poderá ser mais produtivo de falso 9. 

Berola é opção de velocidade para o lado. 

Daniel Borges é opção para lateral e dobra. 

Leo Passos, que é mais produtivo e participativo pelo lado, precisa ser mais finalizador do que marcador de centroavante. 

Lucas Luan tem mais potencial para jogar no meio-de-campo do que na lateral-esquerda. 

Toscano é alternativa com poder de criação, finalização e decisão para preferencialmente jogar pelo centro.

Vitão é centroavante definidor, dependente da criação das jogadas para finalizar. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Geovane (Alê, Toscano);
Ademir, Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Berola, Geovane, Leo Passos, Toscano)

América x Internacional
quarta-feira, 21h30, Arena do América.
Vamos vencer, Coelhão! 



domingo, 15 de novembro de 2020

Cuiabá-MT 0 x 0 América-MG

Apesar da baixa intensidade, pouco poder de finalização e decisão, os comandados do Lisca mantiveram a organização tática, marcaram um gol anulado e permaneceram na vice-liderança da Série B.

Pelo SofaScore, o Cuiabá fez duas finalizações no gol e oito pra fora.

O time americano finalizou quatro vezes no gol e sete para fora.

Matheus Cavichioli praticou duas defesas.

Messias e Anderson garantiram a segurança defensiva. 

O lado direito, com Diego Ferreira e Ademir, foi mais participativo na transição defensiva  e ofensiva do que o lado esquerdo, com João Paulo e Felipe Azevedo.

João Paulo fez poucas ultrapassagens e Felipe Azevedo quando fez a recomposição defensiva demorou para contra-atacar.

Geovane se desdobrou para colaborar na marcação com o João Paulo e no ataque com Felipe Azevedo. 

Zé Ricardo e Juninho foram participativos no combate. 

Rodolfo não finalizou e Felipe Azevedo fez uma finalização no gol e uma pra fora. 

Ademir foi o ofensivo um pouco mais produtivo com duas finalizações certas e um gol invalidado. 

Alê, Flávio, Sávio, Toscano e Vitão pouco acrescentaram.

Vitão, sub-20 em processo de desenvolvimento e oscilação, preparado nas categorias de base para ser centroavante definidor, é dependente das assistências e cruzamentos para serem finalizados. 

A produtividade e eficiência será proporcional ao número de vezes em que jogar, especialmente quando a postura for ofensiva.

Talvez tivesse sido mais produtivo, intenso e eficiente a escalação inicial de pelo dois que entraram durante o jogo.

Sávio tem mais intensidade do que João Paulo na tarefa ofensiva.

Alê, no meio-de-campo, para aumentar o volume de jogo, com o deslocamento do Geovane para executar a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado.

Com Sávio e Geovane, o lado esquerdo ficaria mais dinâmico. 

Felipe Azevedo poderia até jogar na posição de centroavante.

Pelo menos um entre Berola, Calyson e Felipe Augusto deveria ter entrado no segundo tempo, a fim de acelerar o processo de recuperação do ritmo físico e técnico. 

Destaque para a manutenção do modelo de jogo, bem organizado na defesa, nas transições e no ataque. 

Cuiabá: 
João Carlos; Hayner, Ednei, Anderson Conceição e Romário; 
Auremir, Matheus Barbosa (Nenê Bonilha) e Elvis; 
Felipe Ferreira (Yago), Marcinho (Maxwell)  e Élton. 
Técnico: Franco Muller. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo (Sávio); 
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir, Rodolfo (Vitão) e Felipe Azevedo (Toscano). 
Cauan de Almeida

sábado, 14 de novembro de 2020

Pré-jogo Cuiabá-MT x América-MG

O nível de desgaste provocado pelos jogos seguidos em curto espaço de tempo, recuperação dos mais necessitados de rimo de jogo e baixa produtividade técnica deverão ser considerados na escolha dos titulares e substitutos. 

Talvez Felipe Azevedo, João Paulo e Rodolfo sejam os mais desgastados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Uma alternativa de mudança seria a escalação do Alê,, carente de ritmo de jogo, ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, e no ataque precisa voltar a ser mais finalizador e decisivo. 

Vale a pena repetir, que Geovane, sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, aumentou a eficiência, a produtividade e regularidade com a sequência de jogos. 

Ainda assim, Alê e Geovane carecem ser mais agudos, finalizadores e decisivos. 

Felipe Augusto também necessita jogar para recuperar o condicionamento físico e técnico. 

Sávio, opção para substituir João Paulo ou fazer a dobra pelo lado, é qualificado na bola longa e mais produtivo na tarefa ofensiva do que defensiva.

Vitão, ainda sub-20 em fase de evolução, com potencial na função de centroavante definidor, e Toscano são opções pro lugar do Rodolfo. 

Ainda Daniel Borges para a lateral e para dobra.

Os promissores Flávio e Sabino, primeiro volante estilo Dudu Pit Bull, para o meio-de-campo.

Berola é opção de velocidade e Calyson para o meio-de-campo e beirada. 

Possível time e possibilidades de mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alé, Toscano);
Ademir, Rodolfo (Vitão, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)

Cuiabá x América
sábado, 21h30, Arena Pantanal 
Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Internacional-RS 0 x 1 América-MG Copa do Brasil

Mais uma vitória do futebol coletivo, competitivo, eficiente e principalmente do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores americanos. 

O time americano repetiu a organização na defesa, nas transições defensivas e ofensivas, e no ataque. 

Segundo o SofaScore, o América teve 28% de posse de bola, finalizou duas vezes no gol e 5 pra fora. 

O Internacional teve 72% de posse, duas finalizações no gol e 7 pra fora. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, os comandados do Lisca alternaram postura defensiva e ofensiva. 

Até o gol feito pelo Rodolfo, a postura foi mais ofensiva pressionando a saída de bola do adversário. 

Depois o posicionamento ficou mais compactado na defesa. 

No segundo tempo, a postura defensiva prevaleceu. 

O adversário teve três chances de gol, entre elas uma mais evidente desperdiçada pelo Thiago Galhardo, mas Matheus Cavichioli praticamente foi pouco exigido. 

Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa, e no ataque acertou o cruzamento de manual para o gol do Rodolfo.

Messias e Anderson mantiveram a consistência defensiva pelo chão e pelo alto.

João Paulo participou mais da defesa do que apoiou.

Zé Ricardo, Juninho e Geovane foram bastante participativos na marcação. 

Geovane, livre de marcação dentro da área, deveria ter finalizado no gol em vez de ter tentado passar pro Ademir. 

Ademir rendeu menos do que pode render no campo ofensivo.

Rodolfo fez o gol da vitória e acertou uma finalização na trave.

Felipe Azevedo foi pouco produtivo no ataque e só apareceu numa finalização defendida pelo Marcelo Lomba.

Calyson, Vitão e Toscano pouco acrescentaram no campo ofensivo. 

Destaque para a força do futebol coletivo, especialmente para a participação do Diego Ferreira, Anderson e Geovane, que em tese seriam reservas, mas conquistaram a titularidade, e Rodolfo pelo gol marcado. 

Internacional:
Marcelo Lomba; 
Heitor (Nonato), Zé Gabriel, Victor Cuesta e Uendel; 
Marcos Guilherme, Edenílson, Rodrigo Lindoso (Yuri Alberto) e Patrick (Peglow (D’Alessandro)); 
Thiago Galhardo e Abel Hernadéz
Técnico: Abel Braga

América na formatação básica 4-3-3
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho e Geovane (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão, Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca



terça-feira, 10 de novembro de 2020

Pré-jogo Internacional-RS x América-MG Copa do Brasil

O modelo de jogo bastante organizado do time americano, nas organizações e transições defensivas e ofensivas, deverá ser repetido. 

Mas em algumas posições, a escalação entre titulares e substitutos durante a partida vai depender mais dos critérios físicos do que técnicos. 

Messias sentiu o esforço no jogo contra a Ponte Preta.

Se Messias precisar ser substituído, Joseph vai ter de se desdobrar no combate individual, pelo alto e pelo chão, e na cobertura do Diego Ferreira. 

O desgaste físico provocou queda de rendimento dos titulares Alê, Felipe Azevedo e Rodolfo, que estão sem condições físicas ideais para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Alê é mais experiente e qualificado que Geovane.

Geovane, atleta sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, tem potencial. 

Ambos precisam ser mais ofensivos, finalizadores e decisivos, mas são participativos no combate e possuem qualidade nos cruzamentos, e nos passes curtos e longos. 

Talvez seja mais interessante optar pelo escalação inicial do Vitão, centroavante definidor com presença de área, e Rodolfo entrar no segundo tempo. 

Toscano pode ser opção de centroavante ou meia-atacante pelo centro ou pelo lado.

Outra possibilidade seria a utilização do Alê ou Toscano, de meia-atacante centralizado, com o deslocamento do Geovane para o lugar do Felipe Azevedo.

Felipe Azevedo necessita ser mais participativo na recomposição defensiva, aumentar o número de finalizações e ser eficiente nas conclusões. 

Leo Passos, que na função de centroavante, carece ser mais finalizador do que marcador, é mais produtivo pelo lado, porque tem resistência física para defender e atacar. 

Berola, Calyson, Felipe Augusto são opções para os lados.

Daniel Borges e Sávio são alternativas de dobras pelos extremos e para as laterais. 

Possível time e mudanças na formatação básica 4-3-3:

Maurício Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias (Joseph), Anderson, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê (Geovane);
Ademir, Rodolfo ou Toscano ou Vitão, Felipe Azevedo (Geovane, Toscano)

Internacional x América
quarta-feira, 21h30, Beira Rio
Vamos vencer, Coelhão

domingo, 8 de novembro de 2020

América-MG 1 x 1 Ponte Preta-SP

Baixa intensidade devido ao desgaste provocado pelos jogos seguidos, gol anulado do Felipe Azevedo e falha no reposicionamento defensivo, um minuto depois da saída do Messias, prejudicaram o desempenho dos comandados do Lisca e facilitaram o empate do adversário. 

O ponto de equilíbrio entre revezar e utilizar mais vezes os considerados titulares precisa ser encontrado, a fim de evitar queda de rendimento na sequência das competições. 

Disputar duas competições simultâneas de alto rendimento num intervalo curto entre os jogos gerou e vai gerar esgotamento físico. 

Ainda assim, de acordo com o SofaScore, o time americano finalizou 3 vezes no gol e 7 pra fora, e o pontepretano duas no gol e 4 pra fora. 

No gol sofrido, ficou a impressão de que Matheus Cavichioli poderia ter tomado outra decisão, em vez de esperar a definição da jogada. 

Diego Ferreira e João Paulo foram mais participativos na tarefa defensiva.

Messias e Anderson mantiveram a consistência na defesa.

Até Ademir e Juninho, que são bastante dinâmicos e participativos, foram menos intensos e produtivos. 

Felipe Azevedo e Rodolfo apareceram efetivamente no ataque no lance do gol anulado do Felipe Azevedo. Ambos pareceram abaixo da forma física ideal para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Entre os substitutos, Alê e Toscano renderam menos do que podem render, mas quando entraram quem permaneceu estava mais cansado e faltaram opções mais bem preparadas fisicamente e tecnicamente. 

Entre os sub-23, em processo de aprimoramento e oscilação, Leo Passos, na posição de centroavante,  repetiu a ineficiência ofensiva, e Geovane foi participativo na marcação, na troca de passes e eficiente na finalização de cabeça. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Vitão entre os titulares ou durante a partida.

Alê e Toscano deveriam ter revezado os tempos. 

Um deles poderia ter começado no lugar do Felipe Azevedo, com deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Calysno novamente foi relacionado pra não jogar. 

Lohan precisa jogar para ganhar ritmo de jogo. 

Destaque pra Ademir, pela assistência no gol, Zé Ricardo, pela participação, e Geovane, pela precisão no passe e pelo gol marcado. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias (Joseph), Anderson, João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alê);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos); Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca.
 
Ponte Preta:
Ygor Vinhas;
Apodi, Luizão (Wellington Carvalho), Ruan Renato e Guilherme Lazaroni;
Barreto (Camilo), Dawhan, Luis Oyama (Guilherme Pato) e João Paulo (Vinícius Zanocelo); Bruno Rodrigues e Tiago Orobó. 
Técnico: Marcelo Oliveira.

Gol: Geovane


sábado, 7 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Ponte Preta-SP

As possibilidades de desempenho no segundo turno da Série B e nas quartas de final da Copa do Brasil serão proporcionais ao número de jogadores da equipe americana bem preparados fisicamente, tecnicamente e com ritmo de jogo. 

Próximo do ideal seria uma base de no mínimo 16 atletas com capacidade de disputar a titularidade, a fim de serem utilizados na maioria dos jogos. 

A repetição do time que iniciou o confronto contra o Corinthians deverá depender do melhor condicionamento físico para jogar em alta intensidade. 

Talvez João Paulo seja um dos mais desgastados. 

Sávio seria opção de substituição. 

A utilização do Alê e/ou Rodolfo entre os titulares dependerá da resistência física de ambos.

Alê entraria no lugar do Geovane.

Uma mudança funcional e posicional seria Alê ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com deslocamento do Geovane para o lado esquerdo.

Embora seja sub-23 em estágio de aprimoramento e oscilação, Geovane é canhoto, tem capacidade física para executar a dupla função-defensiva, poder de finalização, qualidade no cruzamento e no passe. 

Felipe Azevedo reduziu o poder de finalização, está sem velocidade e resistência física para defender e atacar pelo lado. Talvez avançado pelo centro seja mais produtivo e eficiente nas finalizações

Rodolfo poderia substituir Vitão.

Vitão ainda é sub-20 com bastante potencial de evolução, presença de área e definidor. 

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar e mais rápido será o desenvolvimento. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

As alternativas de centroavante seriam Leo Passos e Lohan.

Mas Leo Passos, outro sub-23 no mesmo processo de evolução e oscilação, é mais produtivo pelo lado nas transições defensivas e ofensivas. Na posição de centroavante, carece ser mais finalizador do que marcador. 

Berola, Calyson, Felipe Augusto, Lucas Luan e Sávio, na dobra, são alternativas para meia-atacante pelo lado esquerdo.

Possível time e mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Alê (Geovane, Toscano);
Ademir, Vitão (Rodolfo, Leo Passos, Lohan), Felipe Azevedo (Berola, Calyson, Felipe Augusto, Geovane, Leo Passos, Sávio, Toscano)

América x Ponte Preta
sábado, 18h30, Arena do América!
Vamos vencer, Coelhão!



quinta-feira, 5 de novembro de 2020

América-MG 1 x 1 Corinthians-SP Copa do Brasil

No empate com sabor de vitória, prevaleceu a força do futebol coletivo, consistente e eficiente dos comandados do Lisca.

Ainda assim, no primeiro tempo, o time americano desperdiçou oportunidades de gols. 

Ademir, Geovane, Juninho e Vitão foram os mais participativos nas jogadas ofensivas. 

Destaque para a participação especial do Vitão, sem ritmo de jogo, mas escalado entre os titulares

Vitão, sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, voltou a demonstrar personalidade, potencial de aproveitamento e desenvolvimento.

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparado vai ficar. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Geovane, sub-23, foi bastante participativo na transição defensiva e ofensiva, e acertou uma finalização, quando recebeu assistência de Vitão. 

O time corinthiano praticamente só incomodou numa bola rebatida.

No segundo tempo, o adversário, antes de fazer o primeiro gol, teve duas chances defendidas pelo Matheus Cavichioli.

Apesar do pênalti cometido, Anderson teve participação importante na manutenção da consistência defensiva. 

Diego Ferreira e João Paulo guardaram mais a posição e também foram participativos na tarefa ofensiva. 

Zé Ricardo e Juninho tomaram conta do meio-de-campo. 

Sob o comando do Lisca, Juninho está mais bem posicionado, mais participativo e produtivo com a bola. 

A entrada do Alê foi fundamental para aumentar o poder ofensivo pelo lado esquerdo. 

Alê iniciou jogadas de contra-ataque e fez o lançamento no lance do pênalti marcado. 

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Alê no lugar do Felipe Azevedo e o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo ou Toscano ter entrado antes. 

Felipe Azevedo pareceu mal preparado fisicamente, sem velocidade e sem arrancada. 

Ademir continuou a partir pra cima avacoelhando geral, teve duas grandes chances de gols, fez um gol em impedimento e participou do lance da penalidade marcada. 

Destaque para o modelo de jogo definido pelo Lisca e absorvido pelos jogadores, Matheus Cavichioli, Zé Ricardo, Juninho, Ademir e especialmente Messias, o dono da grande área.

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir (Daniel Borges), Vitão (Rodolfo), Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca

Corinthians:
Cássio; 
Fagner, Marllon, Gil e Lucas Piton; 
Xavier (Gabriel), Ramiro (Luan) e Ederson (Cantillo); 
Mateus Vital, Cazares (Everaldo) e Davó (Léo Natel)
Técnico: Vagner Mancini

Gol: Rodolfo


terça-feira, 3 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Corinthians-SP Copa do Brasil

Uma das vantagens competitivas do América é o modelo de jogo do definido pelo Lisca e absorvido pelos jogadores.

O time americano é bastante organizado na defesa, nas transições defensivas e ofensivas, e no ataque. 

Carece melhorar a eficiência na bola parada ofensiva, mas é consistente na defensiva.

Na Série B, empatou, perdeu e venceu jogos com postura ofensiva, buscando o controle do adversário, criando e finalizando mais.

Mas quando atacou mais do que defendeu, até nas vitórias, a eficácia nas conclusões foi baixa em relação ao alto número de finalizações feitas. 

Houve jogos do Brasileirão e no de ida contra o Corinthians pela Copa do Brasil, que prevaleceu a compactação no campo defensivo,  busca pelo contra-ataque e a supereficiência ofensiva, em que aproveitou as poucas chances de gols criadas. 

Mesmo assim, a jogada do gol do Toscano na vitória sobre o Corinthians por 1 a 0 começou com a interceptação do Juninho no campo de ataque e a participação do Berola, no terço final, partindo pra cima da defesa adversária.

A fim de minimizar a dependência da sorte, os comandados do Lisca deverão, de acordo com as circunstâncias do jogo, buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar, e preferencialmente aproveitar as oportunidades criadas. 

Para tentar reduzir a intensidade do adversário e conquistar a classificação para a próxima fase da Copa do Brasil, talvez seja mais interessante escalar jogadores mais qualificados do que intensos. 

Na lateral-direita, Diego Ferreira é mais intenso, mas Daniel Borges é mais qualificado na troca de passes e nos lançamentos. 

Messias e Anderson deverão manter a consistência defensiva pelo alto e pelo chão.

João Paulo deverá guardar a posição e avançar menos, mas tem qualidade no passe e nos cruzamentos. 

Quem jogar pelo lado esquerdo ofensivo vai precisar ser mais participativo na recomposição defensiva. 

Zé Ricardo e Alê poderão ser fundamentais na distribuição das jogadas, na marcação e nas finalizações.

Alê será mais produtivo ofensivamente se jogar mais avançado pelo centro, pisar mais na área e finalizar. 

Juninho é opção de infiltração em alta velocidade para fazer assistência ou chutar em gol. 

Ademir deverá partir pra cima avacoelhando geral a defesa adversária. 

Felipe Azevedo, que carece aumentar a eficiência nas finalizações, Rodolfo e Toscano são mais qualificados, finalizadores e decisivos na função de centroavante do que Leo Passos, que é bastante participativo na marcação, mas precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Leo Passos poderia ser utilizado pelo lado, no lugar do Felipe Azevedo, porque tem mais resistência física e velocidade para fazer a recomposição defensiva, colaborar com João Paulo na marcação,  e na transição ofensiva ainda assim buscar fazer assistências e finalizar. 

Ademir, Rodolfo e Toscano também poderão jogar juntos.

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão na bola parada e rolando. 

Berola deve ser opção de velocidade ofensiva pro segundo tempo.

Ainda as possibilidades de dobras pelos lados, com Diego e Daniel na direita, João Paulo e Sávio, na esquerda. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir,  Rodolfo (Felipe Azevedo, Leo Passos, Toscano), Leo Passos (Felipe Azevedo, Berola, Toscano)

América x Corinthians
quarta-feira, 21h30, Arena do América.
Vamos vencer, Coelhão!

domingo, 1 de novembro de 2020

Avaí-SC 1 x 0 América-MG

Apesar da escalação dos jogadores com necessidade de recuperar o ritmo de jogo e da preservação de titulares, devido ao desgaste físico provocado pelos jogos seguidos, ainda assim, o time americano manteve a organização, buscou o controle do adversário, teve proposta ofensiva, mas desperdiçou grande oportunidade de conquistar mais três pontos, num campeonato de regularidade e resistência. 

Erro na tomada de decisão e execução do Matheus Cavichioli no gol sofrido, chance perdida pelo Rodolfo e baixa produtividade ofensiva do Alê, Guilherme e principalmente Felipe Augusto prejudicaram o desempenho dos comandados do Lisca e facilitaram a derrota americana. 

Talvez tivesse sido mais interessante a utilização do Toscano, na função de meia-atacante pelo corredor direito, com Alê, pelo esquerdo e Guilherme de opção para o lugar do Toscano no segundo tempo. 

Alê é mais produtivo ofensivamente pelo lado esquerdo e principalmente avançado pelo centro, próximo ou dentro da grande área. 

Berola ou Leo Passos, Rodolfo e Felipe Augusto ou Rodolfo, Lohan ou Vitão, se tivesse sido relacionado, e Felipe Augusto poderiam ter formado o trio ofensivo titular. 

Mas sem Ademir, atualmente o principal jogador do ataque, mesmo se Leo Passos e Felipe Azevedo tivessem jogado, o poder ofensivo seria menor. 

Felipe Augusto, Guilherme e Rodolfo, aparentemente, ainda estão sem o condicionamento físico ideal para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Alê, Daniel Borges, Joseph e Sávio foram os principais passadores na bola cura e longa. 

Destaque para a participação do Toscano no primeiro tempo. 

Para o segundo turno da Série B, pelo menos um meia-atacante de lado, bem preparado fisicamente e com poder de finalização e decisão deveria ser contratado. 

Calyson parou de ser relacionado. 

Lohan e/ou Vitão poderiam ser mais utilizados na função de centroavante definidor. 

Avaí:
Lucas Frigeri; 
Felipe, Betão, Alan Costa e João Lucas (Vinícius Jaú); 
Leandrinho (Ralf), Jean Martim e Pedro Castro; 
Rômulo, Ronaldo (Zé Marcos) e Getúlio (Jonathan)
Técnico: Geninho

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Joseph, Arthur e Sávio; 
Flávio (Juninho), Alê e Guilherme (Berola);
Felipe Augusto (Ademir), Rodolfo (Leo Passos), Toscano (Lohan)
Técnico: Lisca



sexta-feira, 30 de outubro de 2020

Pré-jogo Avaí-SC x América-MG

Poderá ser uma boa oportunidade de preservar parcialmente ou totalmente os mais desgastados fisicamente, dar rodagem para os mais necessitados de ritmo de jogo e manter a  força do futebol coletivo, competitivo e eficiente.

Deverá ser mais interessante a manutenção do Messias e Anderson ou pelo menos um deles. 

Artur e Joseph seriam opções. 

Daniel Borges e Sávio, ambos qualificados na troca de passes e nos lançamentos, são opções para as laterais.

Se estiverem bem fisicamente, Zé Ricardo, Juninho e Alê deveriam formar o trio inicial de meio-campistas.

As alternativas de substituição seriam Flávio, Geovane, Guilherme, Sabino e Toscano.

Flávio, Geovane e Toscano já formaram o meio-de-campo reserva em alguns treinamentos.

Geovane carece ser mais produtivo na tarefa ofensiva, porque tem poder de criação e finalização. 

Sabino tem potencial de primeiro volante. 

Talvez seja interessante, pelo menos inicialmente, poupar Ademir e Felipe Azevedo.

Felipe Azevedo necessita voltar a ser mais finalizador e eficiente nas conclusões. 

Berola, Felipe Augusto e Rodolfo precisam recuperar o ritmo físico e técnico. 

Leo Passos é opção de meia-atacante pelo lado e também carece ser mais finalizador e eficiente do que marcador. 

Lohan poderá ser alternativa de centroavante, com presença de área, definidor pelo alto e pelo chão. 

Guilherme e Toscano, juntos ou separados, também poderão ser utilizados mais avançados.

Possível time e possibilidades de mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho (Geovane), Alê (Toscano);
Felipe Augusto (Ademir, Berola), Rodolfo (Guilherme, Lohan), Leo Passos (Felipe Augusto, Felipe Azevedo, Toscano)

Avaí x América
sábado, 19h, Ressacada. 
Vamos vencer, Coelhão! 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Corinthians-SP 0 x 1 América-MG

 Vitória do futebol coletivo, competitivo, consistente e eficiente.

O adversário teve mais posse de bola e postura ofensiva, mas praticamente foi neutralizado pela consistência defensiva americana. 

De acordo com o SofaScore, foram 14 finalizações, só 3 no gol do Matheus Cavichioli, 5 pra fora e 6 travadas. 

O América finalizou 9 vezes, duas no gol, 4 pra fora e 3 travadas. 

Sob o comando do Lisca, o time americano foi bastante organizado, superdisciplinado taticamente, sólido defensivamente e eficaz ofensivamente. 

A formatação da compactação defensiva americana ficou próxima do 5-5 com variação pra 4-1-5.

Matheus Cavichioli foi mais exigido numa finalização de longa distância. 

Diego Ferreira salvou uma grande chance, na única jogada em que o ataque corinthiano superou a defesa americana. 

Messias e Anderson formaram uma paredão quase intransponível pelo alto e pelo chão. 

João Paulo foi mais defensivo do que ofensivo. 

Zé Ricardo e Juninho foram mais participativo na marcação do que na transição ofensiva. 

Se Alê tivesse com mais ritmo de jogo, talvez fosse possível o time americano ter buscado um pouco mais o controle do adversário no segundo tempo. 

Geovane guardou mais a posição pelo corredor esquerdo e colaborou na marcação. 

Individualmente, faltou maior produtividade ofensiva do Felipe Azevedo, Leo Passos e Rodolfo.

Mas coletivamente,  o time todo foi participativo na construção da vitória americana.

Ademir foi o que mais partiu pra cima e avacoelhou geral a defesa adversária. 

Mais uma vez ficou a impressão de que Leo Passos teria sido mais produtivo pelo lado, porque tem mais resistência física e velocidade do que Felipe Azevedo para defender e atacar, mas ainda assim precisa ser mais assistente e finalizador do que marcador. 

Felipe Azevedo poderia ter jogado mas avançado pelo centro para aumentar o poder de finalização.

As mudanças feitas pelo Lisca aos 42 minutos do segundo tempo foram decisivas.

Berola, utilizado no terço final, fez assistência para Toscano, com muito oportunismo, marcar o gol da vitória.

Toscano ainda fez uma finalização defendida pelo Cassio, e foi o americano que mais finalizou no gol. 

Destaque pra Diego Ferreira, Messias e Anderson no setor defensivo, Zé Ricardo, no meio-de-campo, Ademir pela busca obstinada do gol, Berola peal assistência, Toscano pelo gol, Lisca pela estratégia utilizada, pela organização do time e pelas mudanças feitas, e especialmente Messias, o paredão da defesa americana e dono da grande área. 

Corinthians:
Cássio; 
Fagner, Marllon, Gil e Lucas Piton (Sidcley); 
Xavier e Éderson (Boselli); 
Ramiro (Léo Natel), Mateus Vital (Cantillo), Cazares (Luan), Everaldo
Técnico: Vagner Mancini

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo; 
Zé Ricardo, Juninho e Alê (Geovane); 
Ademir (Toscano), Leo Passos (Rodolfo), Felipe Azevedo (Berola)
Técnico: Lisca

Gol: Toscano




terça-feira, 27 de outubro de 2020

Pré-jogo Corinthians-SP x América-MG Copa do Brasil

Eduardo Bauermann deverá ser o único desfalque da equipe americana.

Oportunidade pra o Lisca escalar um time titular competitivo, consistente e intenso, fazer mudanças necessárias durante a partida, e manter o nível de competitividade, a consistência e intensidade nos dois tempos do confronto.

Em tese, a certeza da dúvida deveria ser em relação a escalação dos laterais e do meia-atacante de lado pela esquerda. 

Escolher entre intensidade e velocidade ou experiência mais qualificada com menos agilidade ou fazer uma combinação entre dinamismo e qualidade. 

Diego Ferreira tem intensidade, velocidade e ficou mais regular sob o comando do Lisca e com suporte do Messias, mas Daniel Borges é mais qualificado tecnicamente. 

João Paulo e Sávio são mais produtivos na tarefa ofensiva. 

Embora mais inexperiente, Sávio é mais intenso e veloz que João Paulo. 

Felipe Azevedo tem pouca resistência física e baixa velocidade na recomposição defensiva, e precisa ser mais eficiente nas conclusões, mas tem poder de finalização. 

Talvez seja mais interessante a escalação do lado esquerdo americano levar em consideração o potencial ofensivo do lado direito corinthiano.

Fazer dobra com João Paulo e Sávio ou utilizar Leo Passos pela beirada são alternativas de escalação. 

Leo Passos poderá ser mais produtivo na dupla função defensiva-ofensiva pelo lado para atacar e combater o Fagner, do que de centroavante, que precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Deverá ser mais produtivo optar pela experiência e qualidade do Alê e Rodolfo entre os titulares. 

A participação ofensiva do Alê, na criação, finalização e definição, poderá ser um diferencial competitivo. 

Berola, Flávio, Felipe Augusto, Geovane, Guilherme, Leo Passos, Lohan e Toscano deverão ser opções de mudanças.

As substituições vão depender das circunstâncias da partida. 

Geovane e Leo Passos, caso comecem no banco, e Berola e Felipe Augusto serão opções de reposição mais dinâmicas. 

Guilherme e Toscano para cadenciar o ritmo, qualificar o passe e aumentar o volume de jogo. 

Toscano com qualidade na bola parada. 

Lohan seria uma mudança para ser o centroavante referência e definidor, nos lances de bola alta e rasteira dentro da área adversária. 

Possível time na formatação básica 4-3-3

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Alê (Geovane, Guilherme, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos, Lohan), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Leo Passos)

Corinthians x América
quarta-feira, 21h30, Arena Corinthians
Vamos vencer, Coelhão! 


domingo, 25 de outubro de 2020

América-MG 2 x 1 Confiança-SE

Num campeonato de regularidade, repetição com correção, e resistência, vencer por diferença de um gol é considerado goleada. 

A vitória americana poderia ter sido mais exuberante, mas prevaleceu a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente.

O adversário só incomodou nos primeiros 10 minutos, quando criou e desperdiçou duas chances de gol, e só voltou pro jogo depois do pênalti convertido aos 35 do segundo tempo.

Talvez por ligeira imposição do adversário em busca do gol e/ou por opção americana de tentar minimizar o desgaste provocado pelos jogos seguidos,  os comandados do Lisca buscaram o equilíbrio entre defender e atacar, próximo da máxima eficiência. 

No primeiro tempo, o time americano avançou, marcou o gol e compactou as linhas no campo defensivo. 

No segundo tempo, este ciclo foi repetido. 

O jogo estava praticamente controlado até o pênalti convertido pelo adversário aos 35 minutos. 

Matheus Cavichioli fez uma defesa salvadora no início do jogo.

Diego Ferreira e João Paulo foram pouco produtivos na tarefa ofensiva.

Messias e Anderson mantiveram a consistência defensiva na maioria dos lances disputados.

Zé Ricardo, Juninho e Geovane formaram um trio de meio-campistas consistente, dinâmico e intenso.

Juninho jogou com e sem a bola. 

Aliás, sob o comando do Lisca, Juninho, em vez de só pressionar adversário no início da transição, passou a jogar mais com a bola e aumentou a produtividade nas assistências, finalizações e nos passes. 

O sub-23 Geovane, em fase de aprimoramento e oscilação, oscilou pra cima, fez o cruzamento pro gol do Anderson, e foi produtivo nos passes decisivos. 

Felipe Azevedo foi pouco produtivo e só fez uma finalização pra fora. 

Leo Passos efetivamente no ataque apareceu na cobrança bem batida de uma falta. 

Mais uma vez ficou a impressão de que Leo Passos é mais participativo e produtivo na dupla função defensiva-ofensiva pelo lado do campo, que de centroavante mais marcador do que finalizador. 

Talvez tivesse sido mais interessante, ter experimentado Lohan de centroavante entre os titulares, com o deslocamento do Leo Passos pra o lado esquerdo. 

Ademir manteve a busca incessante pelo gol e fez um de pé direito. 

Alê, Felipe Augusto e Rodolfo pouco acrescentaram.

Felipe Augusto pareceu o mais fora de forma física e técnica entre os três. 

Nos dois tempos, faltou uma opção mais produtiva, eficiente e veloz pelo lado esquerdo ofensivo e um centroavante mais finalizador e decisivo. 

Destaque para Matheus Cavichioli , Messias, Anderson, Zé Ricardo, Geovane, Juninho, e especialmente Ademir. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson, João Paulo;
 Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir (Daniel Borges), Léo Passos (Rodolfo), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca

Confiança:
Rafael Santos; 
Caíque Sá (Thiago Ennes), Luan, Matheus Mancini e Everton; 
Madison, Rafael Vila (Tiago Luis) e Guilherme Castilho (Danilo Pires); 
Reis (Ari Moura); Renan Gorne e Ítalo (Iago)
Técnico: Daniel Paulista

Gols: Anderson, Ademir

sábado, 24 de outubro de 2020

Pré-jogo América-MG x Confiança-SE

Geovane, Guilherme, João Paulo e Toscano são opções para o lugar do Alê.

Deve ser mais interessante a escalação inicial do Toscano, porque tem poder de criação, de finalização e decisão na bola parada ou rolando. 

João Paulo tem qualidade nos cruzamentos, nos lançamentos, na troca de passes, poderá colaborar na marcação pelo lado esquerdo e ser alternativa para fazer dobra com Sávio. 

Embora tenha precisão no passe e poder de conclusão, Geovane precisa ser mais produtivo e eficiente nas assistências e finalizações.

Lucas Luan poderia ser opção de meio-campista, mas foi pouco utilizado no Campeonato Mineiro. 

Guilherme carece recuperar o condicionamento físico e técnico. 

Ainda Daniel Borges, na função de meia-atacante ou de lateral durante a partida. 

Se Ademir for poupado integralmente ou parcialmente , Felipe Augusto e Lohan ou Vitão, com deslocamento do Leo Passos pra o lado, e Thalys seriam opções de substituição

Felipe Augusto também precisa recuperar o ritmo para jogar em alta intensidade.

Leo Passos poderá ser mais participativo pelo lado na dupla função defensiva-ofensiva, do que na função de centroavante, em que carece ser mais finalizador e decisivo. 

Felipe Azevedo necessita ser mais eficiente nas finalizações e participativo na recomposição defensiva pelo lado, ou inverter com Leo Passos e jogar de centroavante. 

Lohan e Vitão devem ser mais utilizados durante os jogos, a fim de aumentar o poder de definição nas bolas pelo alto e pelo chão.

Lucas Luan, Thalys e Vitão, em fase de aprimoramento e oscilação precisam jogar mais vezes, para continuar o desenvolvimento. 

Caso Zé Ricardo seja preservado entre os titulares ou durante a partida, Flávio e Sabino são bastante promissores e merecedores de mais oportunidades para otimizar o aprimoramento.

Berola, Calyson, e Guilherme devem ser mais bem aproveitados, a fim de minimizar o desgaste da equipe provocado pelos jogos seguidos em curto espaço de tempo.

Possível time na formatação básica 4-3-3

Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, Sávio;
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Toscano (João Paulo, Geovane);
Ademir (Felipe Augusto, Lohan, Vitão), Leo Passos ou Felipe Azevedo, Felipe Azevedo ou Leo Passos. 

América x Confiança
sábado, 21h, Arena do América.
Vamos vencer, Coelhão!



quarta-feira, 21 de outubro de 2020

América-MG 3 x 1 Brasil-RS

Apesar de o resultado ter sido melhor que o desempenho, o time americano manteve a regularidade, a resistência e conquistou mais três pontos.

Talvez tivesse sido mais produtivo e eficiente o retorno do Juninho no lugar do Geovane e a manutenção do Toscano no time titular. 

Com Juninho e Geovane, faltou mais qualidade na transição ofensiva, mais poder de criação e finalização. 

Geovane tentou ser mais marcador do que criador, porque o lado esquerdo com Sávio e Felipe Azevedo ficou vulnerável. 
 
Felipe Azevedo tem pouca velocidade e resistência física para defender e atacar pelo lado.

Sávio ficou mais exposto sem a constante recomposição defensiva do Felipe Azevedo, mas foi participativo no início da transição, na distribuição das jogadas e nos lançamentos. 

De acordo com o SofaScore, Sávio novamente foi o americano com mais ações, números de passes certos e acertos na bola longa. 

A melhor participação ofensiva do Geovane foi na finalização travada, que originou a jogada do primeiro gol do Ademir.

Embora seja sub-23 em fase de desenvolvimento e oscilação, e com bom índice de acerto no passe e poder de finalização, o rendimento do Geovane ainda está abaixo do desejado para justificar as oportunidades seguidas. 

Se João Gabriel ou Lucas Luan, preferencialmente no meio-de-campo, ou Vitão ou outro prata da casa tivessem 33 (número de sorte do Ronaldo Rex2),  chances, estariam mais bem preparados para disputar a titularidade. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

A entrada do João Paulo, pelo corredor esquerdo, pra formar o trio do meio-de-campo com Flávio e Juninho foi bastante interessante.

Mas na mesma mudança faltou Lohan ou Vitão no lugar do Felipe Azevedo, com Leo Passos deslocado para o lado esquerdo. 

Aliás, o sub-23 Leo Passos, em fase de evolução e irregularidade, apareceu efetivamente no ataque na jogada do pênalti, na cobrança e conversão da penalidade, e na assistência para Ademir fazer o primeiro gol. 

Na função de centroavante, Leo Passos precisa ser mais produtivo no ataque. 

Mais uma vez ficou a impressão de que seria mais proveitoso Leo Passos ser utilizado pelo lado esquerdo para defender e atacar e Felipe Azevedo jogar mais centralizado. 

Se Flávio, João Paulo e Lohan ou Vitão tivessem entrado aos 15 minutos do segundo tempo, a quarta mudança poderia ser Toscano no lugar do Leo Passos aos 30 minutos, com o João Paulo e Sávio na dobra pela esquerda. 

Com Flávio, Juninho e Sabino a postura ficou mais defensiva.

Ainda assim, num esticão do Juninho e na persistência do Ademir, o terceiro gol foi marcado quase no fim do jogo. 

Destaque para Messias e Anderson, pela segurança defensiva, e Ademir, pela busca obsessiva e incessante do gol e pelos dois gols marcados.

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira, Messias, Anderson, Sávio (Sabino); 
Zé Ricardo (Flávio), Juninho, Geovane (João Paulo); 
Ademir, Léo Passos (Felipe Augusto), Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca
 
Brasil de Pelotas:
Rafael Martins; 
Rodrigo Ferreira, Leandro Camilo, Héverton e Bruno Santos; 
Pablo Oliveira (João Ananias), Souza e Matheus Oliveira (Thalles); 
Bruno José (Jarro), Gabriel Poveda (Luiz Henrique) e Dellatorre (Danilo Gomes)
Técnico: Hemerson Maria
 
Gols Léo Passos, Ademir (2) 



segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Pré-jogo América-MG x Brasil-RS

Se Lisca mantiver a escalação inicial utilizada na vitória sobre o Botafogo por 2 a 1, ainda assim, haverá necessidade de melhorar o rendimento dos titulares e os substitutos jogarem mais tempo pra recuperar o ritmo de jogo. 

O lado esquerdo com Sávio, Geovane e Felipe Azevedo, precisa ser mais bem encaixado, a fim de aumentar a produtividade na dupla tarefa defensiva e ofensiva.

Quando Geovane recua muito para colaborar na marcação, atrasa a transição e time perde força ofensiva. 

Geovane, no campo do adversário, tem poder de finalização. 

Sávio fica comprometido no combate sem a participação do Felipe Azevedo.

Talvez seja mais interessante utilizar Leo Passos pelo lado, porque tem mais resistência física e velocidade pra defender e atacar do que o Felipe Azevedo.

Na função de centroavante, Felipe Azevedo tem mais poder de finalização do que Leo Passos, que carece ser mais finalizador e decisivo do que marcador. 

Caso Geovane e Toscano joguem mais avançados, na mesma linha dos extremos, espaços poderão ser criados nas jogadas de contra-ataque, só com Zé Ricardo na marcação. 

Entre os substitutos, Daniel Borges, Felipe Augusto, Guilherme, João Paulo deveriam jogar mais tempo, a fim de aumentar o ritmo de jogo. 

Daniel Borges e João Paulo são opções para as laterais, meio-de-campo e dobras pelos lados. 

Guilherme necessita jogar mais tempo, sem ser na posição de centroavante, para recuperar o ritmo físico e técnico. 

Felipe Augusto tem poder de finalização e também precisa recuperar o condicionamento para jogar em alta intensidade. 

Lohan ou Vitão seria opção de centroavante com presença de área para definir jogadas pelo alto e pelo chão. 

Vitão estaria mais bem preparado se tivesse jogado mais vezes desde a primeira fase do Mineiro. 

Se ficar sem jogar, vai parar de evoluir. Entre só treinar no principal e jogar na base, será melhor transitar para jogar o Brasileirão Sub-20. 

João Gabriel também deveria ter sido aproveitado no Mineiro e no Brasileirão Sub-20, em vez de ser emprestado para o Marília. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson, Sávio;
Zé Ricardo;
Toscano, Geovane;
Ademir, Leo Passos ou Felipe Azevedo, Felipe Azevedo ou Leo Passos

América x Brasil
terça-feira, 16h30, Arena Independência
Vamos vencer, Coelhão!





domingo, 18 de outubro de 2020

Botafogo-SP 1 x 2 América-MG

O time americano manteve a regularidade, a resistência e conquistou mais três pontos.

No primeiro tempo, as duas principais oportunidades foram do Botafogo, mas o erro de finalização do Wellington Tanque e a defesa salvadora do Matheus Cavichioli facilitaram a construção da vitória americana. 

Faltou maior aproximação e produtividade ofensiva principalmente do Felipe Azevedo, Geovane e Leo Passos.

Felipe Azevedo foi pouco participativo na recomposição defensiva, comprometeu a marcação feita pelo Sávio e não fez nenhuma finalização. 

Geovane, quando avançou, fez a única finalização no gol. 

Leo Passos participou mais da marcação dos zagueiros na saída de bola do que atacou. 

No segundo tempo, a busca pelo controle do jogo, a postura ofensiva e o poder de finalização aumentaram. 

Zé continuou a comandar o meio-de-campo no início da transição, na marcação e apoiou o setor ofensivo. 

Geovane mais avançado, fez duas finalizações próximas do gol. 

Toscano manteve a participação na distribuição das jogadas e fez um golaço de falta.

Ademir apareceu pro jogo, sofreu a falta cobrada pelo Toscano, e partiu pra cima da defesa adversária. 

Felipe Azevedo continuou sem finalizar, mas participou do início da jogada que originou o segundo gol.

Leo Passos executou duas jogadas de centroavante. Na primeira, finalizou de cabeça escanteio batido pelo Sávio e na segunda, acertou uma finalização, sofreu pênalti e na cobrança fez o gol. 

Na posição de centroavante, Leo Passos precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Talvez tivesse sido mais produtivo e eficiente a utilização do Leo Passos pelo lado, porque tem mais velocidade e resistência física do que o Felipe Azevedo para defender e atacar, e Felipe Azevedo tem mais poder de finalização do que o Leo Passos. 

De acordo com o SofaScore, Sávio foi o americano com mais ações, passes certos e acertos na bola longa.

Embora tenha jogado pouco tempo, a escalação do João Paulo de meia-esquerda poderá ser uma opção bastante interessante de utilização nos próximos jogos. 

Matheus Cavichioli quase vacilou quando tentou sair jogando e o pênalti do Rickson foi mais falta do adversário que do jogador americano. 

Destaque para Matheus Cavichioli, pela importante defesa no primeiro tempo, Messias e Anderson, pela segurança defensiva,  Zé Ricardo, o dono do meio-de-campo, Ademir, pela ofensividade, e para Toscano, pelo golaço de falta e pela resiliência em busca da melhoria a fim de conquistar a titularidade. 

Botafogo-SP:
Darley; 
Valdemir, Jordan, Robson (Walisson Maia) e Gilson; 
Victor Bolt (Ferreira), Elicarlos (Jeferson), Rafinha e Bady (Dodô); 
Ronald e Wellington Tanque (Judivan)
Técnico: Claudinei Oliveira 
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson, Sávio; 
Zé Ricardo;
Toscano (Rickson), Geovane (João Paulo)
Ademir (Thalys), Léo Passos (Guilherme), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca

Gols Toscano e Leo Passos

 

 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Pré-jogo Botafogo-SP x América-MG

Alê e talvez Rodolfo sejam as novidades entre os desfalques. 

Diego Ferreira, Messias, Anderson e Sávio deverão formar a primeira linha defensiva. 

Possivelmente Zé Ricardo, Geovane e Toscano serão mantidos no meio-de-campo.

Geovane precisa ser mais produtivo na dupla tarefa defensiva-ofensiva pelo corredor esquerdo. 

As opções de substituição poderiam ser Flávio, João Paulo, Lucas Luan, Rickson e Sabino.

Flávio seria para formar dupla de volantes com Zé Ricardo.

Sabino, alternativa de primeiro volante, com Zé Ricardo mais avançado. 

Rickson, para jogar pelo corredor direito. 

João Paulo e Lucas Luan, pelo esquerdo. 

Toscano na função de meia centralizado tem poder de criação, finalização e decisão. 

Guilherme seria alternativa de substituição ou até para jogarem juntos durante determinado tempo. 

Daniel Borges também poderia ser utilizado nesta posição. 

Ademir, Felipe Azevedo e Leo Passos ou Felipe Augusto deverão formar o trio ofensivo. 

Felipe Azevedo, pelo poder de finalização, jogaria mais centralizado. 

Leo Passos poderia jogar pelo lado, porque tem mais velocidade e resistência física do que Felipe Azevedo pra defender e atacar. 

Na função de centroavante, Leo Passos carece ser mais finalizador do que marcador. 

Berola, Lohan e Felipe Augusto seriam opções pro segundo tempo. 

Oportunidade para Lohan ser utilizado na função de centroavante com poder de definição na bola aérea e rasteira. 

Felipe Augusto deve ter condições físicas para jogar pelo menos um tempo em alta intensidade.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira, Messias, Anderson, Sávio;
Zé Ricardo;
Toscano, Geovane;
Ademir, Felipe Azevedo, Leo Passos

Botafogo x América
sexta-feira, 19h15, Santa Cruz
Vamos vencer, Coelhão!