segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Confiança 0 x 0 América-MG

A baixa eficiência nas finalizações, principalmente nas de fora da área e na bola parada ofensiva, foi um defeito crônico do time americano, até na fase em que quase tudo deu certo, inclusive com a presença do acaso favorável no Brasileirão e na Copa do Brasil. 

Na Série B, os comandados do Lisca foram os que mais criaram e desperdiçaram grandes chances de gol. 

De acordo com o SofaScore, marcaram 34 gols em 282 finalizações dentro da área e 6 gos em 245 finalizações fora da área. 

Embora a campanha de classificação na Série B seja considerada vitoriosa, ainda assim, faltou um centroavante artilheiro decisivo com mais presença de área. 

Leo Passos, quando utilizado na posição de centroavante, foi mais produtivo nos desarmes e duelos pelo alto e pelo chão do que pelos gols marcados com bola rolando. 

Lohan foi pouco aproveitado.

Vitão, sem ter jogado a Copa São Paulo, o Brasileirão Sub-20 no ano passado e ser pouco aproveitado no time principal,  perdeu o ritmo físico e técnico de jogo. 

É preferível jogar mais vezes pelo sub-20 a subir pro principal praticamente para só treinar ou só ser aproveitado se faltar substituto para a posição. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Nas 19 vitórias conquistadas, 16 foram por um gol de diferença e só três por 2 ou mais gols de saldo no resultado vitorioso:

- América 2 a 0 Náutico

- América 3 x 1 Brasil-RS

- América 4 x 0 Vitória

Apesar do pênalti não marcado em cima do Rodolfo, faltou poder de finalização pro time americano contra o Confiança. 

Só uma finalização no gol e quatro para fora. 

Daniel Borges, Zé Ricardo, Juninho, Alê e Sávio, participativos na transição e organização ofensiva, são pouco finalizadores. 

O trio ofensivo formado por Ademir, e especialmente Felipe Azevedo e Rodolfo, os principais artilheiros e finalizadores da equipe, diminuíram a capacidade de finalizar e consequentemente decidir jogos. 

Talvez tivesse sido mais interessante iniciar o jogo com Berola ou Geovane ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com Felipe Azevedo de opção para entrar no lugar do Rodolfo. 

Destaque para os principais pontuadores do SofaScore: Jory, Messias, Eduardo Bauermann, Sávio, Zé Ricardo, Alê e Ademir. 

Confiança:
Rafael Santos; 
Thiago Ennes, Nirley, Luan e Djalma Silva; 
Serginho, Madison (Jeferson Lima) e Guilherme Castilho (Everton Santos); 
Bruno Paraíba (Renan Gorne), Reis e Iago Santos (Caíque Sá). 
Técnico: Daniel Paulista. 
 
América:
Jori; 
Daniel Borges (Geovane), Messias, Eduardo Bauermann e Sávio; 
Zé Ricardo (Berola), Juninho e Alê (Toscano); 
Ademir, Rodolfo (Lohan), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Pré-jogo Confiança-SE x América-MG

A fim de recuperar a liderança da competição e ficar mais próximo de conquistar o inédito tricampeonato da Série B, o time americano vai precisar vencer e novamente depender de um empate ou derrota da Chapecoense. 

No modelo de jogo bem organizado pelo Lisca na fase defensiva, na recomposição, na transição e no ataque, faltou mais eficiência ofensiva dos jogadores nas finalizações. 

A ineficiência nas conclusões e os erros dos árbitros prejudicaram até a conquista antecipada do acesso para a primeira divisão e eliminação para o Palmeiras na semifinal da Copa do Brasil. 

Num campeonato de regularidade, repetição com repetição e resistência, foram muitas vitórias consideradas goleadas por um gol de diferença. 

Embora seja o nono colocado em gols marcados, o time americano é o que mais criou e desperdiçou grandes chances. 

São 41 gols marcados, 64 grandes chances criadas e 41 grandes chances perdidas. 

Ademir, com 7 gols, Rodolfo, 6,  e Felipe Azevedo, 4, são os principais artilheiros. 

O qualificado tripé de meio-de-campo formado pelo Zé Ricardo, Juninho e Alê foi pouco finalizador 

Faltou mais poder de definição para o trio ofensivo e de finalização para o trio de meio-campistas.

Aliás, depois de ter desperdiçado uma chance de gol na semifinal contra o Palmeiras, Juninho, mesmo jogando bem os jogos posteriores pela Série B, passou a ter o desempenho injustamente mais criticado pela falha de finalização no jogo da Copa do Brasil. 

Possivelmente Daniel Borges, Juninho e Ademir serão os responsáveis pela transição ofensiva no lado direito, e João Paulo, Alê e Felipe Azevedo pelo esquerdo.

Zé Ricardo será o suporte para Juninho e Alê serem mais ofensivos.

Rodolfo deveria pisar mais na área para aumentar o poder de decisão. 

Daniel Borges e João Paulo ou Sávio carecem acertar mais os cruzamentos e até finalizarem mais. 

Alê, Juninho e Zé Ricardo precisam ser mais finalizadores. 

Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo, mais eficientes nas finalizações. 

Possivelmente Berola, Geovane, Sávio e Toscano serão as primeiras opções de substituição. 

Leo Passos precisa ser mais assistente, finalizador e decisivo do que marcador. 

Geovane, mais finalizador. 

Pendurados: Diego Ferreira, Juninho, Matheus Cavichioli, Messias, Felipe Augusto, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:
Airton;
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo ou Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo e Felipe Azevedo

Confiança x América
sábado, 16h15, Estádio Batistão
Vamos vencer, Coelhão




quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Brasil-RS 0 x 0 América-MG

Na busca do título inédito do tricampeonato da Série B, o dilema sobre o empate ser um ponto a mais ou dois a menos, novamente, vai depender do resultado entre Chapecoense e Ponte Preta.

Com derrota ou empate da Chapecoense, mais uma vez, o América vai manter a liderança da competição, aproximar da conquista do título e na dependência dos próprios resultados nas duas últimas rodadas. 

No futebol, existe a fase em que quase tudo funciona, até a presença do acaso favorável, mas também existe a fase que quase nada funciona, mesmo repetindo o que vem dando certo. 

Apesar de ter produzido bem menos do que pode produzir, o time americano desperdiçou quatro oportunidades de gol com Alê, Felipe Azevedo, Lohan e Messias. 

A transição ofensiva ficou comprometida com a improvisação do Joseph na lateral direita.

João Paulo foi participativo na tarefa ofensiva, mas pouco eficiente nos cruzamentos. 

Zé Ricardo errou lançamentos que não costuma errar.

Vitão, sem ritmo de jogo porque ficou sem jogar pelo sub-20 e foi pouco utilizado no principal no ano passado, só finalizou uma vez para fora. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Entre subir para completar treino sem jogar no principal, é preferível continuar a ser aprimorado na base.

Felipe Azevedo retornou sem poder de finalização. 

Berola, Calyson e Lohan pouco acrescentaram.

Talvez tivesse sido mais interessante ter começado o jogo com Juninho improvisado na lateral direita,  em vez do Joseph, Geovane ser escalado no meio-de-campo e Toscano um pouco mais avançado.

Destaque para as participações do Ademir, Alê, Juninho e Toscano. 

Brasil-RS:  
Rafael Martins (Marcelo); Rodrigo Ferreira (Felipe Albuquerque), Heverton, Diego Ivo e Bruno Santos; Sousa e Rafael Vinícius (Bruno Matias); 
Bruno José, Matheus Oliveira (Pablo) e Matheuzinho (Matheus Mendes); 
Dellatorre. 
Técnico: Claudio Tencati. 
 
América: 
Airton; 
Joseph (Toscano), Messias, Anderson e João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Lohan); 
Ademir, Vitão (Berola), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca. 




segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Pré-jogo Brasil-RS x América-MG

Disputar a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras, depois de ter eliminado Corinthians e Internacional, foi considerado uma campanha vitoriosa.

Ainda assim, pelo futebol bem organizado apresentado pelos comandados do Lisca ficou a sensação da possibilidade da classificação para a final da competição. 

Embora todo acesso conquistado para a Série A seja valorizado, os times campeões de 1997 e 2017 foram mais destacados, entraram para história dos títulos conquistados e na galeria de pôsteres das equipes campeãs. 

A oportunidade de conquistar mais um campeonato da Série B está passando arreada, e o América tem total capacidade de aproveitá-la. 

Faltam três jogos para a comissão técnica, diretoria, jogadores e torcedores serem premiados com a conquista inédita do tricampeonato do Brasileirão. 

É preciso retomar a concentração, o foco e a determinação.

Voltar a fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e bem organizado.

O mínimo de improvisação e mudança simples entre os titulares deve ser Artur ou Joseph, improvisado, no lugar do Daniel Borges, e Lohan ou Vitão substituir Rodolfo. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Outras opções de mais mudanças nos setores poderão ser o deslocamento do Juninho para lateral, a entrada do Geovane no meio e Toscano mais adiantado, próximo do Ademir e do Felipe Azevedo no lugar do Felipe Augusto. 

Felipe Azevedo também poderá ser utilizado na função de falso 9. 

Na lateral esquerda, Sávio tem mais intensidade e velocidade na tarefa ofensiva. Poderia fazer a dobra com João Paulo, mais recuado ou trocando posições 

Alê, Geovane e Zé Ricardo precisam ser mais finalizadores.

Ademir, Felipe Azevedo e principalmente Felipe Augusto necessitam aumentar a eficiência nas finalizações. 

Berola e Carlos Alberto, caso tenha sido relacionado, são alternativas de velocidade para entrar durante o jogo ou Berola começar a partida no lugar do Felipe Augusto. 

Ronaldo deveria ter sido relacionado para ser opção de lateral direito.

Faltaram mais oportunidades para João Gabriel e Lucas Luan, no meio-de-campo. 

Pendurados: Anderson, Diego Ferreira, Juninho, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Airton;
Artur ou Joseph ou Juninho, Messias, Anderson, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo;
Juninho ou Geovane ou Toscano,  Alê;
Ademir, Vitão ou Lohan ou Toscano ou Felipe Azevedo, Felipe Azevedo ou Felipe Augusto ou Berola

Brasil x América
terça-feira, 16h, Estádio Bento Freitas
Vamos vencer, Coelhão!



domingo, 17 de janeiro de 2021

América-MG 1 x 1 Botafogo-SP

Na busca da conquista inédita do tricampeonato da Série B, o um ponto a mais ou dois a menos no empate com o Botafogo vai depender do resultado do jogo entre Vitória e Chapecoense.

Se a Chapecoense empatar ou perder, o América vai continuar na liderança, mais próximo do título e na dependência dos próprios resultados nas três últimas rodadas. 

Mas faltou qualidade ofensiva para o time americano conquistar a vitória. 

Se com Ademir, o vencer por um gol de diferença foi considerado goleada, sem Ademir, a produtividade ofensiva despencou. 

Felipe Augusto, com um gol na Série B, manteve a ineficiência nas finalizações. 

No Brasileirão, Leo Passos, com dois gols de pênalti e um com bola rolando, se destacou mais na marcação, pelos desarmes, pelos duelos ganhos no alto e no chão, do que pelas assistências , finalizações e poder de decisão. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Berola entre os titulares, porque tem mais qualidade ofensiva do que Leo Passos e características parecidas com as do Ademir. 

Neste caso, Juninho poderia ser mais participativo na recomposição defensiva do que Berola.

Devido a baixa resistência física do Berola para jogar dois tempos em alta intensidade, na segunda etapa Toscano poderia substitui-lo e revezar o posicionamento funcional com Rodolfo, e Geovane entraria no lugar do Felipe Augusto.

Vitão poderia ser opção para substituir Berola, com o deslocamento do Rodolfo para o lado e a entrada do Toscano no lugar do Felipe Augusto. 

Aliás, a formação com Toscano, Rodolfo e Geovane ou Rodolfo, Vitão e Toscano também poderia ser utilizada no início do jogo. 

Com essas possiblidades, a organização na recomposição, transição e no ataque seria mantida nos dois tempos, sem a necessidade de perder força ofensiva, com Felipe Augusto e Leo Passos escalados ao mesmo tempo, e terminar sem os dois laterais 

Apesar da necessidade de ser mais eficiente nos cruzamentos, nas finalizações e de voltar a jogar também pelo lado direito, Carlos Alberto, de acordo com as circunstâncias do jogo, poderia ser a quinta mudança porque tem potencial de partir pra cima avacoelhando geral. 

Destaque para os principais pontuadores do SofaScore: Messias, Sávio, Zé Ricardo, Juninho, Alê e Toscano.  

América:
Airton; 
Daniel Borges (Berola), Messias, Anderson e Sávio (Kawê); 
Zé Ricardo;
Juninho e Alê; 
Léo Passos (Toscano), Rodolfo (Vitão), Felipe Augusto (Geovane)
Técnico: Lisca
 
Botafogo-SP:
Igor; 
Raniele, Robson, Walisson Maia e Guilherme Romão; 
Val, Victor Bolt (Elicarlos) e Bady; 
Jeferson (Luketa), Ronald (Cássio Ortega) e Judivan (Emerson)
Técnico: Moacir Júnior

Gol: Messias



sexta-feira, 15 de janeiro de 2021

Pré-jogo América-MG x Botafogo-SP

Os comandados do Lisca vão precisar manter a regularidade, a repetição com correção e a resistência para conquistar o inédito tricampeonato da Série B.

Com exceção do Ademir, possivelmente o time que iniciou o jogo contra o Náutico deverá ser repetido. 

Apesar de pouca resistência física para jogar mais tempo em alta intensidade, talvez seja mais interessante Berola substituir Ademir, porque tem mais qualidade ofensiva do que Leo Passos. 

Leo Passos precisa ser mais passador e finalizador do que marcador, mas é bastante participativo na recomposição defensiva. 

O corredor direito seria ocupado pelo Daniel Borges, Juninho e Berola, com Juninho fazendo mais o reposicionamento no campo de defesa. 

No corredor esquerdo, João Paulo ou Sávio, Alê e Felipe Augusto. 

Alê, que deveria ser mais ofensivo para aumentar o poder de criação, finalização e decisão,  Juninho, Rodolfo, Zé Ricardo e principalmente Felipe Augusto precisam ser mais finalizadores e eficientes nas finalizações. 

Uma possibilidade de mudança é a entrada do Sávio no lugar do João Paulo ou até a formação da dobra pela esquerda. 

Em caso de necessidade de substituição do Daniel Borges, Juninho poderia ser deslocado para a lateral direita. 

Geovane e Toscano são opções para o meio-de-campo. 

Pelo menos uma mudança entre as cinco possíveis deveria ser a escalação de uma prata da casa que teve poucas oportunidades.

Gustavinho carece ser aumentar a regularidade produtiva e ser mais finalizador, mas é bastante promissor no drible, na criação e finalização.

Carlos Alberto necessita ser mais eficiente nos cruzamentos e finalizações, mas tem potencial de partir pra cima avacoelhando geral.

Vitão é centroavante definidor. 

Pendurados: Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Berola (Leo Passos), Rodolfo (Vitão), Felipe Augusto (Carlos Alberto)

América x Botafogo
sexta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão



quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

Náutico-PE 0 x 0 América-MG

Apesar de o time americano ter rendido menos do que pode render, de as melhores chances terem sido do Náutico, os comandados do Lisca conquistaram mais um ponto, mantiveram a liderança da competição e se aproximaram da conquista inédita do tricampeonato da Série B. 

Na organização defensiva, Matheus Cavichioli fez uma importante defesa numa finalização do adversário dentro da área, Messias e Anderson garantiram a segurança defensiva na maioria dos lances disputados e Zé Ricardo travou uma finalização pro gol. 

Talvez devido ao desgaste físico e mental faltou mais intensidade, produtividade e qualidade na transição ofensiva dos laterais e meio-campistas. 

Daniel Borges e João Paulo foram pouco participativos e produtivos nas ultrapassagens. 

Zé Ricardo e especialmente Juninho e Alê jogaram abaixo da capacidade ofensiva do tripé de alto rendimento do meio-de-campo. 

O baixo poder de criação resultou no baixo desempenho ofensivo, principalmente do Felipe Augusto e Rodolfo. 

Ademir foi o mais participativo do trio ofensivo. 

Lucas Luan tem bastante potencial para ser utilizado na posição de volante ou meia-atacante. 

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Geovane no lugar do Daniel Borges, com o deslocamento do Juninho para jogar com Ademir e Alê pelo corredor direito. 

Geovane jogaria pelo corredor esquerdo, com João Paulo e Felipe Augusto e depois com Lucas Luan e Berola. 

Toscano poderia entrar no lugar do Alê ou Rodolfo, ou Lohan ser opção de centroavante referência. 

Destaque para Matheus Cavichioli, pela importante defesa, Messias e Anderson, pela consistência defensiva na maioria dos lances disputados, Zé Ricardo e Ademir, pela participação. 

Náutico:
Anderson; 
Bryan, Camutanga, Rafael Ribeiro e Kevyn; 
Renan Foguinho (JhonnatanT), Rhaldney, Dadá (Jorge Henrique) e Jean Carlos (Ruy); 
Erick e Kieza
Técnico: Hélio dos Anjos

América:
Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Joseph), Messias, Anderson e João Paulo (Lucas Luan); 
Zé Ricardo, Juninho (Toscano) e Alê; 
Ademir (Léo Passos), Rodolfo, Felipe Augusto (Berola)
Técnico: Lisca



terça-feira, 12 de janeiro de 2021

Pré-jogo Náutico-PE x América-MG

Os objetivos agora são outros:

- Conquistar mais três pontos, manter a liderança da competição e se aproximar da conquista do tricampeonato da Série B. 

Possivelmente a formação inicial utilizada contra o Vitória, com exceção do Sávio, deverá ser repetida, mas a estratégia de jogo deverá depender das circunstâncias do jogo.

Mesmo assim, talvez seja mais interessante o time americano buscar o controle do adversário, com proposta ofensiva, a fim de aumentar as possibilidades de criação e aproveitamento.

Com a liberação ou veto do João Paulo, Lucas Luan poderá entrar durante a partida ou começar o jogo. 

Embora Lucas Luan tenha mais potencial para ser utilizado no meio-de-campo, poderá substituir Sávio e manter a qualidade na tarefa ofensiva através da troca de passes, lançamentos e finalizações. 

Felipe Augusto poderia ser mais participativo na recomposição pelo lado, para colaborar com Alê e João Paulo ou Lucas Luan na marcação.

A eficiência nas finalizações poderá ser maior se Ademir, Alê, Felipe Augusto e Rodolfo finalizarem mais vezes de dentro da área.

De acordo com o SofaScore, dos 40 gols marcados pelo time americano, seis foram fora da área.

Dos 7 gols marcados pelo Ademir e 6 pelo Rodolfo, 12 deles foram de dentro da área e só 1 do Ademir de fora da área. 

Berola, Geovane, Lohan e Toscano poderão ser aproveitados por um tempo maior. 

Dependendo do ritmo do jogo, a quinta substituição poderá ser um prata da casa pouco utilizado para ganhar um pouco mais de bagagem para disputar o Campeonato Mineiro.

João Gabriel deveria ter sido relacionado para ser alternativa pro meio-de-campo, porque tem poder de marcação, criação e finalização. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, Lucas Luan;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Augusto

Náutico x América
terça-feira, 19h15, Estádio dos Aflitos.
Vamos vencer, Coelhão!



segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

América-MG 4 x 0 Vitória-BA

Os comandados do Lisca mantiveram a consistência defensiva, a organização na recomposição e  transição, aumentaram o poder de finalização e eficiência nas finalizações.

Matheus Cavichioli foi mais acionado em chutes de fora da área. 

Na fase defensiva, Daniel Borges, Messias, Anderson e Sávio, com a participação do Zé Ricardo, Juninho e Alê, garantiram a solidez na marcação. 

Daniel Borges e Sávio, pelas beiradas, Zé Ricardo, pelo corredor central, direito e esquerdo, Juninho, pelo direito, Alê, pelo esquerdo, e Ademir pelo lado direito, foram os mais participativos e produtivos na transição e organização ofensivas.

Felipe Augusto fez duas finalizações no gol e uma pra fora.

Rodolfo marcou um gol na posição de centroavante. 

Ainda assim, faltou mas eficiência nas finalizações do Alê, Felipe Augusto e Rodolfo, e mais poder de finalização do Ademir, Daniel Borges, Juninho, Sávio e Zé Ricardo. 

Talvez a ineficiência nas finalizações do Alê seja devido ao desgaste provocado pela movimentação de uma intermediária a outra, para executar a dupla função defensiva e ofensiva.

Zé Ricardo tem capacidade para ser mais finalizador igual era nas categorias de base.

Berola, devido as circunstâncias do jogo, do adversário e sem a necessidade de participar da recomposição defensiva, foi supereficiente e decisivo nas duas finalizações feitas.

Gustavinho, em fase de aprimoramento e oscilação no primeiro passo da transição antes de completar 20 anos, estreou no time principal e participou da origem da jogada do segundo gol do Berola.

Apesar da necessidade de aumentar a regularidade produtiva durante maior tempo nos jogos disputados do sub-20, ser mais finalizador e decisivo, Gustavinho é bastante promissor no drible, na criação e na finalização. 

Aliás, o campeonato Mineiro de 2021 será uma grande oportunidade para transformar o DNA formador em aproveitador entre os titulares.

Sem a responsabilidade de ser solução, mas de fazer parte da solução, quanto mais vezes os pratas da casa sub-20 e sub-23 jogarem, mais rapidamente prontos vão ficar. 

Bem aproveitados no Mineiro de 2021, estarão um pouco mais prontos para compor o grupo e participar de alguns jogos no Brasileirão e Copa do Brasil.

Em 2022, uns poderão disputar a titularidade e outros serem titulares mais vezes durante a temporada. 

Em 2023 estarão praticamente prontos para serem titulares, sem a necessidade de ter feito tantas contratações e com possibilidades de retorno dentro de campo e financeiro. 

Jori é opção para o gol. 

Ronaldo deveria voltar a ter chances na lateral. 

Gustavão, Heitor, Luisão e Matheusão são opções para formar dupla de zaga em alguns jogos. 

Embora Matheusão tenha sido utilizado de meia-centralizado e volante, parece ter mais potencial de zagueiro, com qualidade na saída de bola. Pelo porte físico, se for bom finalizador pelo chão ou pelo alto, poderia até ser centroavante. 

Lucas Gabriel, João Gabriel, Lucas Luan e Thalys, têm potencial de meio-campista. 

Carlos Alberto e Kawê carecem aprimorar as finalizações, mas são opções de velocidade e talento pelos lados. 

Ainda Flávio, Sabino e Vitão. 

Na goleada sobre o Vitória, destaque novamente para o futebol coletivo, competitivo e bem organizado do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e Sávio; 
Zé Ricardo, Juninho (Gustavinho), Alê (Geovane); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Lohan), Felipe Augusto (Léo Passos)
Técnico: Lisca

Vitória:
César; 
Leandro Silva (Léo), Wallace, João Victor e Rafael Carioca (Jordy Caicedo); 
Guilherme Rend (Matheus Frizzo), Fernando Neto e Lucas Cândido (Leocovick); 
Thiago Lopes, Ewandro (Caíque Souza) e Léo Ceará
Técnico: Rodrigo Chagas

Gols: Rodolfo, Messias, Berola (2)

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Pré-jogo América-MG x Vitória-BA

Retomar a concentração, a competitividade e o foco para buscar a vitória, conquistar mais três pontos e manter a liderança a fim de conquistar o título do Brasileirão da Série B. 

Possivelmente o time titular utilizado na vitória sobre o Guarani por 1 a 0 será repetido, mas o posicionamento funcional do Alê e principalmente do Felipe Augusto poderia ser modificado para ficar semelhante ao do Ademir e Juninho pelo lado direito.

Ademir, Daniel Borges e Juninho deverão ser participativos na recomposição defensiva, e na transição e organização ofensiva pelo lado direito.

Felipe Augusto precisa ser mais produtivo e eficiente nas finalizações e deveria ser mais participativo no reposicionamento no campo de defesa, para colaborar com Sávio na marcação.

Com a participação do Felipe Augusto no combate defensivo, Alê, em vez  de recuar excessivamente para combater, poderá ser mais bem utilizado na criação das jogadas, na distribuição dos passes e nas finalizações. 

Alê, Daniel Borges, Geovane, Sávio e Zé Ricardo, bastante participativos na troca de passes curtos, cruzamentos e lançamentos, e Leo Passos e Juninho precisam ser mais finalizadores. 

Ademir e Rodolfo, respectivamente com 13 e 15 gols na temporada, poderão aumentar a artilharia se forem mais eficientes nas finalizações.

Em determinados momentos, Ademir poderia inverter o lado com Felipe Augusto, e Rodolfo ter mais presença de área para facilitar as conclusões. 

Entre as cinco possíveis mudanças durante o jogo, talvez seja mais interessante escalar pelo menos um prata da casa, a fim de ser mais bem preparado para disputar o Campeonato Mineiro de 2021. 

Matheus Santos parece ter mais potencial de zagueiro.

Lucas Luan, de meio-campista centralizado ou de lado. 

João Gabriel era um dos mais prontos do sub-20 ara jogar de volante ou meia-atacante, com qualidade na marcação, na criação e finalização. 

Gustavinho precisa aumentar a regularidade produtiva durante os 90 minutos, mas é bastante promissor no drible, na assistência e na conclusão. 

Carlos Alberto carece ser mais eficiente nos cruzamentos e finalizações, mas tem facilidade para driblar, buscar a linha de fundo, cruzar ou infiltrar na diagonal para finalizar. Pelo lado direito, poderá ser mais produtivo nos cruzamentos com o pé direito, mas precisa finalizar melhor com a esquerda. No lado esquerdo, vai precisar ser eficaz no cruzamento com a esquerda e no chute em diagonal no canto invertido do goleiro. Melhorando as finalizações, também poderá jogar pelo centro. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino e Sávio.

Possível time na formação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), Sávio;
Zé Ricardo (Sabino);
Juninho (Geovane, Toscano), Alê (João Gabriel, Gustavinho, Lucas Luan);
Ademir (Leo Passos), Rodolfo (Vitão), Felipe Augusto (Carlos Alberto, Lucas Luan)

América x Vitória
sábado, 19h, Arena do América
vamos vencer, Coelhão! 



segunda-feira, 4 de janeiro de 2021

Guarani-SP 0 x 1 América-MG

Os comandados do Lisca superaram o desgaste físico e mental, provocado pela decisão contra o Palmeiras e eliminação da Copa do Brasil, conquistaram mais uma vitória, mais três pontos e a liderança do Brasileirão. 

Apesar das três defesas salvadoras do Gabriel Mesquita, do maior volume de jogo do Guarani e da bola no travessão do Matheus Cavichioli, o time americano, mais uma vez, manteve a competitividade, a regularidade, a resistência e transformou o vencer por um gol de diferença em goleada. 

Matheus Cavichioli fez defesas nos cruzamentos.

Daniel Borges, Juninho e Ademir fizeram poucas triangulações no campo do adversário, mas foram mais participativos na tarefa defensiva.

Messias e Anderson mantiveram a segurança defensiva na maioria dos lances disputados. 

Sávio ficou sobrecarregado na marcação devido ao revezamento entre Pablo, Lucas Crispim e Matheus Souza, pelo lado direito ofensivo do Guarani, e principalmente a pouca participação do Felipe Augusto na recomposição defensiva. 

Alê foi mais participativo do que Felipe Augusto na marcação pelo corredor esquerdo. 

Talvez a produtividade americana tivesse sido maior e mais qualificada se Alê tivesse se desgastado menos na parte defensiva e fosse mais ofensivo, com Felipe Augusto recompondo mais. 

Ainda assim, Felipe Augusto foi o atacante mais acionado dentro da área e finalizou duas vezes no gol. 

Ademir se limitou a fazer uma finalização para fora. 

Rodolfo teve baixa precisão no passe, mas com oportunismo na posição de centroavante fez o gol da vitória.

Sabino poderia ter entrado no lugar do Juninho para jogar na mesma linha do Zé Flávio.

Destaque para Messias e Anderson, pela consistência da zaga, Sávio, pela participação e produtividade na tarefa ofensiva, Zé Ricardo, pelo dinamismo e qualidade técnica, Rodolfo, pelo gol e especialmente Alê. 

Alê se destacou pela assistência feita pro Rodolfo, finalizou com perigo para defesa salvadora do Gabriel Mesquista, foi o que mais desarmou, teve mais precisão no passe e venceu os duelos pelo chão e aéreos. 

Guarani:
Gabriel Mesquita; 
Cristovam (Waguininho), Walber, Didi e Bidú (Eliel); 
Bruno Silva (Arthur Rezende), Lucas Crispim e Murilo Rangel (Rickson); 
Pablo, Matheus Souza (Rafael Costa) e Renanzinho.
Técnico: Felipe Conceição
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e Sávio; 
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Toscano); 
Ademir (Léo Passos), Rodolfo (Berola), Felipe Augusto (Geovane)
Técnico: Lisca
Gol Rodolfo


sábado, 2 de janeiro de 2021

Pré-jogo Guarani-SP x América-MG

Vencer por diferença de um gol, com ou sem a presença do acaso, vai ser considerado goleada, valerá três pontos e praticamente será a confirmação do acesso para a Série A, mas as possibilidades de conquistar a vitória serão maiores se o desempenho for melhorado.

Durante o jogo o time americano deve buscar a correção dos defeitos e a repetição dos acertos do Brasileirão e da Copa do Brasil. 

A bola parada, defensiva e ofensiva, a consistência na defesa e principalmente a eficiência nas finalizações precisam ser aprimoradas. 

Daniel Borges, Anderson e Sávio, sem cometerem faltas desnecessárias, devem se impor mais fisicamente sobre os adversários na disputa pelo alto ou pelo chão. 

Se houver falhas de reposicionamento na recomposição defensiva, faltas para parar a jogada serão necessárias. 

Na organização e transição ofensiva, Daniel Borges e Sávio pelos lados, Zé Ricardo e Alê ou Geovane, pelos corredor esquerdo, deverão ser participativos e produtivos na troca de passes, na distribuição das jogadas e nos lançamentos. 

Ainda assim, Alê, Geovane e Zé Ricardo precisam ter mais poder de finalização, e Juninho deve participar mais das triangulações pelo corredor direito, com Ademir e Daniel Borges, e ser efetivo quando infiltrar para finalizar.

Poderá ser mais interessante iniciar o jogo com o trio do meio-de-campo formado pelo Zé Ricardo, Juninho e Alê. 

Sabino, Toscano e Geovane seriam opções qualificadas de reposição. 

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão. 

No ataque, Ademir, Felipe Augusto, Felipe Azevedo, Leo Passos e Rodolfo carecem acertar mais assistências, cruzamentos, finalizações e passes. 

Rodolfo, que está com dificuldades para fazer o pivô, deveria jogar mais avançado pelo centro para ser mais finalizador e decisivo. 

Felipe Augusto necessita melhorar o rendimento, mas parece estar um pouco mais bem condicionado fisicamente que Felipe Azevedo. 

Berola é alternativa de velocidade. 

Calyson carece ser mais produtivo. 

Lucas Luan poderia ser utilizado avançado pela esquerda para fazer a dobra com Sávio. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Ronaldo deveria ter oportunidades na lateral direita, porque tem bastante potencial na dupla função defensiva e especialmente ofensiva. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino e Sávio.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, Sávio;
Zé Ricardo (Sabino);
Juninho (Toscano), Alê (Geovane);
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Leo Passos)

Guarani x América
sábado, 21h, Brinco de Ouro da Princesa
Vamos vencer, Coelhão!