segunda-feira, 16 de maio de 2022

Coritiba-PR 1 x 0 América-MG

Independentemente da diferença dos critérios na aplicação dos cartões amarelos para os jogadores americanos e a preservação dos adversários em lances semelhantes, a escalação inicial e a utilização de três zagueiros foram ineficientes, porque a distribuição tática ficou bastante desequilibrada, pouco funcional e improdutiva. 

Apesar dos três zagueiros, o meio-de-campo perdeu poder de marcação só com Lucas Kal de volante.

Com Patric e Marlon, na função de alas, e sem dois atacantes velozes pelos lados faltou mais produtividade, profundidade e qualidade ofensiva.

Ainda ficou com baixo poder de finalização, com Aloísio,  fora de ritmo ideal para jogar em alta intensidade, e Pedrinho centralizados. 

Poderia ter sido mais interessante a repetição do maior número possível dos titulares escalados nas vitórias sobre o Atlético, por 2 a 1, e CSA, por 2 a 0.

O trio do meio-de-campo seria formado pelo Lucas Kal, Juninho Valoura e Índio.

Com três zagueiros, Henrique e Pedrinho seriam a dupla de atacantes. 

Mas sem os três zagueiros,  Gustavinho, Henrique Almeida e Pedrinho formariam o trio ofensivo mais bem distribuído. 

Uma possibilidade de mudança inicial ou durante o jogo para o time ficar mais agressivo seria Carlos Alberto no ataque e Gustavinho ou Índio no meio-de-campo.

Arthur e Cáceres seriam opções para as laterais.

Flávio, Rodriguinho e Zé Ricardo, para o meio-de-campo. 

Aloísio e Kawê, para o ataque. 

Mesmo assim, o time americano carece de substitutos nas funções do Alê, Junnho e Wellington Paulista. 

Contra o Tolima, uma opção de mudança tática, a fim reforçar a marcação do meio-de-campo e liberar Índio para executar a transição e organização ofensiva, poderia ser o retorno do Zé Ricardo para formar dupla de volantes com Lucas Kal. Gustavinho e Felipe Azevedo seriam os meias-atacantes pelos lados e Henrique o centroavante. 

Destaque para Conti, Éder, Índio e especialmente Jaílson. 

Coritiba: 
Muralha; 
Matheus Alexandre (Neilton), Henrique, Luciano Castán e Egídio; 
Willian Farias, Andrey, Régis e José Hugo (Fabrício);
Alef Manga (Warley) e Léo Gamalho (Clayton).
Técnico Gustavo Morínigo. 

América: 
Jailson;
Patric (Cáceres), Maidana, Conti, Eder e Marlon;
Lucas Kal, Rodriguinho (Juninho Valoura), Ínido (Arthur); 
Pedrinho (Kawê) e Aloísio (Henrique Almeida). 
Técnico: Mancini. 


quinta-feira, 12 de maio de 2022

América-MG 2 x 0 CSA-AL

Tão importante quanto a vitória, a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil e a premiação de R$ 3 milhões, foi a possibilidade de aproveitamento, entre substitutos ou até para disputar a titularidade em determinadas posições, demonstrada pelo time misto do Coelhão. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, o desempenho aprimorado dos promissores Arthur, Gustavinho, Kawê e Rodriguinho evidenciou a importância de o Campeonato Mineiro ter sido utilizado para dar rodagem para os promovidos da base. 

No processo de desenvolvimento contínuo, quanto mais vezes os pratas da casa jogarem, menor será a oscilação e mais rapidamente prontos vão ficar. 

Apesar da versatilidade, deverá ser mais interessante utilizar Arthur na lateral-direita. 

Ainda mais que na posição de meio-campista, Lucas Gabriel, nas próximas competições do Sub-20, precisa resgatar o futebol elogiado pelo Lisca, e Matheus Henrique também é bastante promissor. 

Carlos Alberto e Kawê possuem habilidade, ousadia e velocidade a fim de partir pra cima avacoelhando a defesa adversária. 

Gustavinho, que está mais participativo na fase defensiva, tem pouca profundidade para ser armador pelo lado, mas pelo centro poderá ser mais produtivo, na criação das jogadas, e eficiente , nas finalizações. 

Rodriguinho tem potencial qualitativo para jogar de uma intermediária a outra em alta intensidade. 

Entre os contratados considerados reservas, Cáceres, Conti, Índio e Henrique estão mais bem preparados fisicamente, com mais ritmo de jogo e entrosados com o restante da equipe. 

Embora menos intenso que Patric, Cáceres poderá ser opção para as duas laterais.

Foi a melhor apresentação do Conti na posição de quarto-zagueiro. 

Apesar de ser pouco participativo na recomposição defensiva e da necessidade de simplificar as jogadas, Índio é mais produtivo e efetivo na transição e organização ofensiva, porque tem poder de criação, finalização e decisão. 

O esforço do Henrique merece ser recompensado com um gol. 

Alóisío deverá começar a ser mais produtivo com uma maior sequência de jogos, a fim de manter a regularidade. 

Entre os remanescentes, Juninho Valour foi bastante participativo na distribuição das jogadas na saída de bola. 

Ainda assim, para enfrentar o Coritiba, possivelmente haverá o retorno do Patric e Éder, na defesa, Marlon vai permanecer na lateral-esquerda,  Juninho Valoura e Gustavinho formarão o meio-de-campo com Lucas Kal, e o trio ofensivo será formado pelo Matheusinho, Henrique e Pedrinho. 

Aloísio, Cáceres, Carlos Alberto, Flávio, Kawê, Índio e Rodriguinho deverão ser opções de substituição. 

Destaque para Cáceres, Maidana, Juninho Valoura, Gustavinho e especialmente Índio e Rodriguinho, pelos gols marcados. 

América:
Jailson, 
Cáceres , Maidana, Conti e Marlon; 
Lucas Kal, Juninho Valoura (Rodriguinho) e Índio (Arthur); 
Gustavinho (Kawê), Henrique (Aloísio), Felipe Azevedo (Pedrinho)
Técnico: Mancini
 
CSA:
Marcelo Carné; 
Lucas Marques, Werley, Douglas Nascimento (Igor) e Ernandes (Marcel); 
Giva (Yann Rollim), Gabriel, Felipe Augusto (Diego Renan) e Osvaldo (Luiz Henrique); 
Dalberto e Bruno Mezenga
Técnico: Mozart
 
Gol: Índio e Rodriguinho

segunda-feira, 9 de maio de 2022

Atlético-MG 1 x 2 América-MG

No clássico Mineiro da Série A, o Coelhão, avacoelhando no Brasileirão, venceu na condição de visitante, conquistou três pontos em cima do rival, e voltou a demonstrar possibilidades de evolução na sequência da temporada. 

Jaílson, um dos destaques do time americano, fez importantes defesas, mas Éverson foi mais exigido nos chutes cruzados do Cáceres e Matheusinho, na finalização frontal do Índio e principalmente na cabeçada do Henrique Almeida. 

Apesar da vitória e da colocação no G4 do Brasileirão, ainda assim, o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima eficiência precisa ser buscado, a fim de manter a eficácia ofensiva, porém aumentar a consistência defensiva, minimizar a participação do Jaílson e as chances criadas pelo adversário.

O retorno do Marlon poderá ser um facilitador na dupla função defensiva-ofensiva pelo lado esquerdo, mas o desfalque do Juninho vai dificultar para  Mancini encontrar os substitutos para as funções posicionais do Alê e Juninho.

Alê atua de uma intermediária a outra, participa das quatro fases do jogo, da bola alta defensiva e ofensiva. 

Juninho joga os dois tempos em alta intensidade, faz infiltrações pelo lado e pelo corredor central. 

Poderá ser interessante escalar Lucas Kal e Juninho Valoura ou Zé Ricardo, caso seja liberado do DM, no meio-de-campo.

Ou utilizar três zagueiros e dois volantes. 

Embora necessite aumentar a efetividade produtiva, Gustavinho, bastante participativo na defesa e no ataque, possivelmente deverá continuar entre os titulares.

Rodriguinho, que tem mais facilidade para jogar de uma intermediária a outra, poderá ser opção de substituição ou até começar jogando. 

Uma alternativa de improvisação, seria Patric no lugar do Juninho, com Arhtur ou Cáceres na lateral-direita.

Índio tem mais potencial de aproveitamento na transição e construção ofensiva.

Henrique poderá ser mais decisivo nos próximos jogos. 

Destaque para Éder e Maidana, mais entrosados com a sequência de jogos, para a estreia do Gustavinho entre os titulares, para Cáceres, Índio e Matheusinho, com mais ritmo de jogo, para a participação do Patric, Juninho e Henrique e principalmente Jaílson, pelas importantes defesas. 

Atlético: 
Everson; 
Guga, Alonso, Réver e Rubens (Calebe); 
Allan, Jair (Fábio Gomes), Zaracho (Keno) e Nacho; 
Ademir (Sávio) e Hulk. 
Técnico: Antonio Mohamed  

América: 
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo (Cáceres);
Lucas Kal, Juninho (Conti), Gustavinho (Aloísio);
Matheusinho (Pedrinho), Henrique Almeida (Índio).
Técnico: Vagner Mancini 

Gols: Maidana e Cáceres

quinta-feira, 5 de maio de 2022

América-MG 1 x 2 Atlético-MG

Apesar da derrota num confronto contra o rival pela Libertadores, das falhas nos dois gols sofridos e das chances desperdiçadas pelo adversário em jogadas de contra-ataque, o time americano, desfalcado do Alê,  Aloísio, Everaldo, Lucas Kal,  Marlon, Wellington Paulista e Zé Ricardo, demonstrou potencial de evolução, a fim de garantir a permanência na Série A do Brasileirão. 

O esquema mais bem adaptado com três zagueiros poderá diminuir a vulnerabilidade defensiva pelos lados, aumentar a força e eficiência ofensiva, com a participação dos alas, dos meios-campistas e dos dois atacantes, sem a presença de um típico centroavante. 

A utilização do terceiro zagueiro deverá ser mais interessante com a escalação do Danilo Avelar, pela esquerda, Conti ou Maidana, pela direita, e Éder mais centralizado. 

No momento, Maidana está mais regular que o Conti. 

Danilo também vai poder ser opção para a lateral-esquerda. 

Embora ineficiente com o pé esquerdo, Cáceres é opção de improvisação na lateral-esquerda.

Mas para disputar a posição de lateral-direito, Cáceres ainda precisa ser mais dinâmico, intenso e veloz, porque Patric, que é tão voluntarioso igual ao Juninho, defende e ataca em alta intensidade. 

Arthur deveria ter mais chances durante os jogos. 

No meio-de-campo, Alê continua sem um substituto para jogar de uma intermediária a outra, participar das quatro fases de jogos, e da bola alta defensiva/ofensiva. 

Juninho Valoura e o promissor Rodriguinho são os que mais se aproximam das funções executadas pelo Alê. 

Índio tem mais capacidade para ser produtivo na transição e construção ofensiva, sem participar tanto da recomposição defensiva. 

Gustavinho demonstrou potencial de aproveitamento no Brasileirão na posição de meia-centralizado ou pelo lado. 

Com o retorno de Lucas Kal, a segunda linha no esquema com três zagueiros poderá ser formada pelo Patric, Juninho, Kal, Índio ou Valoura, Cáceres ou Danilo ou João Paulo. 

Os dois atacantes poderão ser escolhidos entre Carlos Alberto, Felipe Azevedo, Matheusinho e Pedrinho, enquanto Aloísio, Paulinho e Wellington Paulista forem desfalques. 

Nos próximos dois jogos da Libertadores, Matheus Cavichioli deveria ser o titular, e alguns jogadores pouco aproveitados, principalmente os pratas da casa, pelo menos serem relacionados. 

Destaque para a competitividade dos comandados do Mancini, para a qualidade produtiva e eficiente do Éder, e para a torcida americana, que compareceu ao Independência, incentivou o tempo todo, e depois do fim do jogo, ainda bateu palmas e cantou o hino, em reconhecimento ao comprometimento dos jogadores americanos. 

Faltou Ronaldo Ferreira cantar o hino. 

América:
Jailson; 
Patric, Maidana, Eder, Conti (Gustavinho) e João Paulo (Cáceres); 
Juninho e Matheusinho; Felipe Azevedo (Juninho Valoura), Pedrinho (Carlos Alberto), Paulinho (Índio)
Técnico: Mancini
 
Atlético:
Everson; 
Mariano (Guga), Nathan Silva, Junior Alonso e Guilherme Arana;
Allan, Jair (Otávio), Matías Zaracho e Nacho Fernández (Keno); 
Vargas (Ademir) e Hulk
Técnico: Antonio 'Turco' Mohamed

Gol: Conti


domingo, 1 de maio de 2022

América-MG 1 x 0 Athletico-PR

Ainda faltou um centroavante com poder de decisão, o desfalque do Alê aumentou a carência entre os titulares do meio-de-campo, Jaílson fez três defesas salvadoras, Éder evitou o chamado gol feito, mas o resultado foi melhor que o desempenho, Cáceres, Índio e Matheusinho, respectivamente substitutos do João Paulo, Felipe Azevedo e Everaldo, demonstraram potencial de aproveitamento, e o Coelhão, avacoelhando no Brasileirão, conquistou mais três pontos. 

A distribuição tática só com Lucas Kal e Juninnho com mais capacidade de marcação no meio-de-campo continuou desequilibrada. 

Contra adversários mais rápidos e qualificados o risco será muito maior. 

Apesar da ineficiência no pé esquerdo, Cáceres, na lateral-esquerda, pareceu mais bem preparado fisicamente do que João Paulo para defender e atacar. 

Ainda assim, a escalação do meio-de-campo, sem Lucas Kal e possivelmente Alê, para enfrentar o Atlético pela Libertadores está bastante complicada.

Uma mudança simples deverá ser o retorno do Zé Ricardo entre os titulares.

Juninho Valoura é opção conservadora para formar o meio-de-campo com Zé Ricardo e Juninho.

Embora seja mais participativo na transição e construção ofensiva do que na recomposição defensiva, Índio demonstrou possibilidades de utilização evolutiva com a sequência de jogos.

Numa alteração tática, Maidana, Conti e Éder poderão formar um trio de zagueiros, com Patric e Cáceres ou João Paulo de alas, Zé Ricardo, Juninho e Índio ou Matheusinho ou Paulinho ou Valoura no meio-de-campo, mais dois atacantes. 

Na falta de um centroavante, a situação do Henrique precisa ser definida. 

Talvez seja mais interessante utilizar o Henrique durante determinados momentos do que improvisar o Paulinho. 

Felipe Azevedo talvez seja mais eficaz de centroavante do que de ponta-de-lança, enquanto Paulinho poderá render mais em outra posição e função diferentes de um falso 9. 

Outra opção é improvisar o Carlos Alberto de centroavante, para formar um ataque de velocidade com dois extremos opostos escolhidos entre Matheusinho, Paulinho e Pedrinho.

Destaque para a regularidade do Maidana, Éder, Juninho, Pedrinho e Paulinho, para evolução do Cáceres, Índio e Matheusinho, e especialmente Jaílson, pelas três defesas salvadoras. 


América:
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo (Cáceres); 
Lucas Kal, Juninho e Felipe Azevedo (Wellington Paulista) (Zé Ricardo);
Matheusinho (Conti), Paulinho Boia (Índio), Pedrinho.
Técnico: Mancini

Athletico-PR:
Bento; 
Matheus Felipe, Pedro Henrique e Fasson (Abner Vinícius); 
Orejuela (Terans), Matheus Fernandes, Léo Cittadini, Christian (Canobbio) e Cuello (Vitinho); 
Vitor Bueno e Rômulo (Victor Roque)
Técnico: Fábio Carille

Gol: Índio

sexta-feira, 29 de abril de 2022

América-MG 2 x 3 Tolima-COL

O desempenho do time americano poderia ser considerado convincente, até os 19 minutos do segundo tempo, porque dominou e criou oportunidades na primeira etapa, vencia o confronto por 1 a 0, com o gol do Pedrinho, numa jogada iniciada pelo Matheusinho e com assistência do Paulinho, que deixou o adversário no chão,  e ainda controlava o jogo. 

Embora tenha qualidade no passe, Lucas Kal,  muito avançado junto com o time no campo ofensivo, errou um lance forçado e gerou o contra-ataque para o adversário marcar o primeiro gol. 

Depois do gol de empate, o Tolima aproveitou os espaços gerados no meio-de-campo americano, com só dois jogadores na marcação e passou a ser mais agressivo. 

Mesmo assim, os comandados do Mancini, numa jogada de transição rápida,  com a participação do Patric, Pedrinho e Índio, fizeram o segundo gol aos 31 minutos da segunda etapa.

A partir desse gol de desempate, faltou equilibrar a distribuição tática, que estava só com dois jogadores no meio-de-campo e quatro no ataque, igual o segundo tempo contra o Santos, em que sofreu dois gols.

A demora em fazer uma mudança com a escalação de um zagueiro ou um volante ou até um lateral para fazer dobra pelo lado esquerdo no lugar de um atacante facilitou a marcação do segundo gol de empate do adversário aos 42 do segundo tempo.

Conti deveria ter entrado rapidamente no lugar do mais cansado entre Matheusinho e Pedrinho. 

Ou Valoura poderia ter entrado no lugar de um dos atacantes, para reforçar a marcação no meio-de-campo e qualificar a saída de bola. 

Ou Conti para reforçar a marcação pelo lado esquerdo com João Paulo. 

Ou Zé Ricardo, um dos destaques contra o Atlético, Juventude e CSA, ser escalado no sacrifício. 

As lesões do Alê e Everado evidenciaram a necessidade de fazer revezamento ou priorizar uma competição, no caso o Brasileirão, devido ao desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens seguidas e a limitação da equipe para fazer rodízio. 

Ainda existe a necessidade de o Cáceres ser mais convincente para revezar com Patric, de um lateral esquerdo mais bem condicionado fisicamente e taticamente para substituir ou disputar a titularidade com Marlon, de encontrar os substitutos para Alê e Juninho, e de um centroavante com poder de decisão para substituir Wellington Paulista.

Apesar de ter participado da jogada do segundo gol e da habilidade demonstrada, Índio necessita simplificar as jogadas, em vez de tentar enfeitar todos os lances. 

Maidana e Éder, no momento, parecem formar a melhor dupla de zagueiros.

Para compensar ou descompensar, Carlos Alberto, Everaldo, Felipe Azevedo, Paulinho, Pedrinho e Matheusinho são opções para fazer revezamento pelos extremos opostos. 

Paulinho poderá ser muito mais produtivo e eficiente em outra posição e função sem ser fixo avançado pelo centro. 

Aloísio deverá ser opção de revezamento com Wellington Paulista ou jogar pelo lado ou até de meia-centralizado. 

Na transformação do DND formador em aproveitador, Arthur, Kawê e Rodriguinho precisam ter chances no principal ou transitar para o Sub-20. Quanto mais vezes jogar, mais rapidamente prontos vão ficar.

Gustavinho carece potencializar a regularidade para ser mais produtivo e eficiente. 

Com ausência do Alê contra o Athletico-PR, talvez seja mais interessante reforçar o meio-de-campo com Zé Ricardo, Juninho e Lucas Kal ou Valoura, ou optar pela entrada do Índio, com opção do Matheusinho para jogar mais centralizado. 

América: 
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e João Paulo; 
Lucas Kal (Flávio), Juninho e Alê (Matheusinho); 
Pedrinho e Paulinho Boia (Carlos Alberto), Felipe Azevedo (Índio).
Técnico: Mancini

Tolima: 
Domínguez; 
Marulanda, Quiñones, Caicedo e Hernández; Ríos (Orozco), Rovira (Ureña) e García (Miranda); Plata, Lucumí e Ramírez (Rangel).
Técnico: Hernán Torres

Gols: Pedrinho e Índio


segunda-feira, 25 de abril de 2022

Santos-SP 3 x 0 América-MG

Apesar do possível desgaste provocado pela sequência de jogos e viagens em curto espaço de tempo, o time americano, nos três gols sofridos e nas chances criadas pelo adversário, falhou no posicionamento coletivo, individual e funcional da recomposição e organização defensiva,  teve pouca intensidade na transição ofensiva e ineficiência nas finalizações. 

Embora Pedrinho tenha aumentado a força de ataque, depois da saída do Zé Ricardo, a marcação no meio-de-campo piorou, Alê e Juninho ficaram mais sobrecarregados, e Conti e Éder mais expostos. 

Poderia ter sido mais interessante a troca do Everaldo pelo Pedrinho, com Flávio no lugar do Zé Ricardo.

Uma possibilidade de mudança no posicionamento funcional seria Danilo Avelar, no lugar do Zé Ricardo, para formar um trio de zagueiros com Conti e Éder, a fim de aumentar a consistência defensiva e a cobertura do Patric e principalmente do João Paulo.

Mas ainda faltam peças de reposição mais convincentes para disputar a titularidade ou fazer revezamento ou durante os jogos substituir Patric e Marlon, na defesa, Alê e Juninho, no meio-de-campo, e Wellington Paulista, no ataque. 

Cáceres precisa aumentar a intensidade e velocidade para substituir Patric.

No Mineiro, o promissor Arthur foi mais produtivo e eficiente que Cáceres.

Maidana parece mais pronto e regular do que Conti para formar dupla de zaga com Éder. 

João Paulo está abaixo do desejado para substituir Marlon.

O meio-de-campo continua dependente do Alê e Juninho. 

Kal é o que mais se aproxima como possível substituto. 

Juninho Valoura e Índio carecem ser mais produtivos.

O promissor Rodriguinho foi mais produtivo e eficaz que Índio e Valoura no Mineiro.

Gustavinho e Matheusinho foram pouco utilizados pelo corredor central. 

Paulinho jogou centralizado, mas sem a presença de um centroavante. 

Sem o substituto do Wellington Paulista e sem a definição do aproveitamento do Aloísio e Henrique Almeida, uma alternativa seria utilizar Carlos Alberto improvisado de centroavante, com Paulinho utilizado pelo lado. 

Em compensação, para jogar pelas beiradas existem as opções do Carlos Alberto, Felipe Azevedo, Matheusinho, Paulinho e Pedrinho. Ainda Gustavinho e Kawê, e possivelmente Aloísio, caso seja escalado pelo lado em vez de centroavante. 

Santos:
João Paulo; 
Madson, Eduardo Bauermann, Maicon e Lucas Pires;
Rodrigo Fernández, Vinícius Zanocelo (Willian Maranhão), Ângelo (Marcos Guilherme) e Marcos Leonardo (Ricardo Goulart); 
Jhojan Julio (Lucas Braga) e Léo Baptistão (Bryan Angulo). 
Técnico: Fabián Bustos

América:
Jailson;
Patric, Conti, Éder e João Paulo;
Zé Ricardo (Pedrinho), Juninho (Flávio) e Alê; 
Everaldo (Matheusinho), Paulinho Boia (Carlos Alberto).Felipe Azevedo (Índio)
Técnico: Mancini

quarta-feira, 20 de abril de 2022

CSA-AL 0 x 3 América-MG

O time americano desperdiçou chances no primeiro tempo, o adversário criou oportunidades de gol, mas no fim das contas os comandados do Mancini conquistaram uma vitória por goleada. 

Éder, mais bem adaptado ao time com a sequência de jogos,  foi produtivo na organização e recomposição defensiva, e na bola alta ofensiva. 

Com Éder de quarto-zagueiro, foi a melhor partida do Conti. 

Alê, Juninho, Patric e Zé Ricardo mantiveram a alta competitividade,  intensidade e produtividade, na defesa e no ataque.  

Everaldo, Felipe Azevedo e Paulinho foram participativos na reconstrução defensiva e organização ofensiva. 

Mas tão importante feito o desempenho e resultado foi o potencial de aproveitamento dos considerados reservas.

Zé Ricardo, nos três últimos jogos entre os titulares, demonstrou ser merecedor da titularidade. 

Kal deverá ser opção para o meio-de-campo ou quarta-zaga, em caso de necessidade.

Flávio, jogou pouco tempo, mas também poderá ser utilizado.

Apesar da improvisação do Cáceres na lateral-esquerda, talvez Danilo Avelar seja o mais credenciado para disputar a titularidade com Marlon. 

Depois do gol do Éder, ambos os técnicos fizeram mudanças ofensivas, mas o América ficou mais equilibrado para defender e atacar, e aumentou a velocidade de contra-ataque com Matheusinho,  Carlos Alberto e Pedrinho. 

O trio ofensivo do segundo tempo participou da jogada dos gols marcados pelo Matheusinho, com pré-assistência do Carlos Alberto, e do Pedrinho, em cobrança de falta sofrida pelo Carlos Alberto. 

A produtividade do Carlos Alberto, Matheusinho e Pedrinho aumentaram a possiblidade de serem escalados mais vezes, entre os titulares ou durante a partida. 

Carlos Alberto poderá ser opção de centroavante, porém tem mais potencial para ser jogador de beirada. 

Matheusinho tem a vantagem competitiva de poder ser escalado pelos lados ou centralizado.

Mesmo assim, ainda faltam substitutos com melhor rendimento pra Alê e Juninho.

Índio e Juninho Valoura precisam aumentar a produtividade. 

Arthur, Gustavão, Gustavinho, Kawê e Rodriguinnho poderão ser utilizados mais vezes durante a temporada.

Destaque para Patric, Éder, Zé Ricardo, Juninho, Alê, Paulinho, Carlos Alberto, Matheusinho e Pedrinho

CSA: 
Marcelo Carné; 
Cedric, Werley, Anderson Martins e Ernandes; Geovane (Bruno Mota), Giva Santos e Gabriel (Igor); Lucas Barcelos (Osvaldo), Didira (Felipe Augusto) e Rodrigo Rodrigues (Bruno Mezenga).
Técnico: Mozart
 
América:
Jailson; 
Patric, Conti, Éder e João Paulo (Cáceres); 
Zé Ricardo (Flávio), Juninho e Alê; 
Everaldo (Matheusinho), Paulinho Boia (Carlos Alberto), Felipe Azevedo (Pedrinho),
Técnico: Vagner Mancini

Gols: Éder, Matheusinho e Pedrinho



domingo, 17 de abril de 2022

América-MG 4 x 1 Juventude-RS

Apesar da ausência de um centroavante com poder de decisão, da queda de rendimento depois das substituições feitas e da falha de marcação no gol sofrido, o aumento da consistência defensiva, com Alê, Éder, Patric e Zé Ricardo, a participação especial do Alê, Juninho e Patric, com sustentação do Zé Ricardo, na transição ofensiva, a marcação do pênalti no Paulinho Boia e expulsão do Moccelin através do VAR, e os golaços do Felipe Azevedo e Pedrinho facilitaram a goleada americana. 

Patric, com estilo parecido ao do Juninho, é um dos principais jogadores do time pela competitividade intensidade e velocidade para defender e atacar pelo lado e fechar a marcação dentro da área, na organização defensiva. 

Maidana, de central, e Éder, no momento o único quarto-zagueiro mais experiente utilizado, são os titulares da dupla de zaga.

O retorno do Zé Ricardo aumentou a consistência defensiva e o suporte no meio-de-campo. 

Alê, Juninho e Zé Ricardo são os atuais titulares, com possibilidade do Kal entrar em qualquer posição. 

Everaldo, Pedrinho, Paulinho e Felipe Azevedo são os atacantes mais produtivos e eficientes. 

Mas times vencem jogos e equipes conquistam objetivos e títulos. 

Ainda faltam substitutos mais convincentes para disputar a titularidade ou substituir Alê, Juninho, Maidana, Marlon, Patric e Wellington Paulista. 

Cáceres, Conti, João Paulo, Juninho Valoura, Índio e Henrique carecem aumentar muito a produtividade e eficiência. 

Se Maidana for vetado contra o CSA, Conti terá a oportunidade para demonstrar potencial de aproveitamento, num possível esquema ofensivo utilizado pelo Mancini, em que espaços poderão ser gerados em jogadas de contra-ataque. 

O retorno do Matheus Cavichioli pode ser considerado um reforço para opção de substituição do Jaílson. 

Talvez Danilo Avelar e/ou Luan Patrick, apesar de ser sub-20, sejam opções para entrar e jogar na quarta-zaga e lateral-esquerda. Danilo, nas duas posições. 

Aloísio e/ou Wellington Paulista poderão aumentar a força ofensiva.

Os pratas da casa Arthur, Carlos Alberto, Gustavão, Gustavinho, Kawê, Matheusinho e Rodriguinho poderão ser mais utilizados durante a temporada. 

Destaque para a participação produtiva do Alê, Éder, Juninho, Everaldo, Paulinho, Zé Ricardo, e para os gols do Felipe Azevedo, Maidana e Pedrinho. 

América:
Jailson; 
Patric (Cáceres), Maidana (Conti), Éder, João Paulo;
Zé Ricardo, Juninho e Alê (Henrique Almeida); 
Everaldo (Índio), Paulinnho (Pedrinho), Felipe Azevedo.
Técnico: Vagner Mancini

Juventude:
César; 
Rodrigo Soares (Rômulo), Paulo Miranda, Rafael Forster e Busanello; 
Yuri, Jadson e Chico Kim (Edinho);
Capixaba (Guilherme Parede), Ricardo Bueno (Pitta), Paulinho Moccelin
Técnico: Eduardo Baptista
 
Gols: Maidana (2), Felipe Azevedo e Pedrinho 

quinta-feira, 14 de abril de 2022

Atlético-MG 1 x 1 América-MG - Copa Libertadores

Quando os dois gols irregulares do Atlético foram corretamente anulados, pareceu uma comprovação do antigo questionamento de grande parte da torcida americana, de que, sem a proteção aos rivais com maiores torcidas, o resultado em muitos clássicos teria sido diferente, com a possiblidade de ter conquistado mais vitórias e até títulos estaduais. 

Mas a validação do gol em impedimento do Ademir mudou o contexto histórico do jogo. 

Seria a primeira vitória do América sobre o Atlético, no primeiro confronto entre clubes mineiros pela Libertadores. 

Ainda assim, o fato de anularem dois gols do Atlético contra o América pode ser considerado histórico. 

Apesar de a postura defensiva utilizada ter funcionado especificamente neste jogo, em que o adversário teve mais posse de bola, criou e desperdiçou oportunidades, enquanto o time americano foi supereficiente no golaço de placa feito pelo Felipe Azevedo, possivelmente a estratégia no Brasileirão será muito mais ofensiva. 

O desafio dos comandados do Mancini será parecido com os questionamentos feitos ao time atleticano, por ter sido muito ofensivo, mas ineficiente nas finalizações e bastante exposto nas jogadas de contra-ataque.

Buscar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima eficiência, a fim de minimizar a presença do acaso, mas sem deixar de contar com o imprevisto, preferencialmente favorável. 

A ausência de um centroavante mais decisivo entre titulares e reservas, e principalmente de opções mais bem preparada fisicamente e tecnicamente para disputar a titularidade ou de reposição para entrar na quarta-zaga, lateral-esquerda e no meio-de-campo ainda são posições carentes. 

Aloísio e Wellington Paulista são esperanças de atacantes com poder de finalização e decisão. 

Talvez Luan Patrick e/ou Danilo Avelar seja solução de substituição na quarta-zaga, e Danilo na lateral-esquerda. 

Maidana e Marlon carecem isolar mais a bola pro mato, porque é jogo de campeonato, em vez de rifar no próprio campo de defesa e gerar contra-ataque. 

Índio, João Paulo e Juninho Valoura precisam melhora o desempenho para serem utilizados mais vezes. 

O promissor Rodriguinho poderá ser opção para disputar vaga com Índio e Valoura. 

Pedrinho está dentro do processo natural de sub-23 em fase de aprimoramento oscilação.

Carlos Alberto tem mais potencial para ser utilizado pelos lados.

Ainda a definição do aproveitamento do Matheusinho pelo lado ou centralizado. 

* atualização 15/4, 0h. . Definir a situação do Henrique Almeida. 

Destaque para Patric, Éder, Zé Ricardo, Juninho, Alê e especialmente Felipe Azevedo, pelo golaço.

Atlético:
Everson; 
Mariano, Nathan Silva (Junior Alonso), Diego Godín e Guilherme Arana;
Allan, Jair (Eduardo Sasha), Zaracho (Savarino) e Nacho Fernández; 
Eduardo Vargas (Ademir) e Hulk
Técnico: Antonio Mohamed.

América:
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e Marlon (João Paulo); 
Zé Ricardo (Conti, Juninho e Alê; 
Everaldo (Juninho Valoura), Felipe Azevedo (Pedrinho e Paulinho Bóia (Carlos Alberto)
Técnico: Mancini

Gol: Felipe Azevedo

segunda-feira, 11 de abril de 2022

Avaí-SC 1 x 0 América-MG

Além do acaso desfavorável dos desfalques do Carlos Alberto, Éder e Wellington Paulista, a improvisação de um quarto-zagueiro e um centroavante, nos jogos de estreias no Brasileirão e na Libertadores, representou parte das falhas na formação da equipe em 2022.  

No campeonato Mineiro, Maidana e Gustavão, e Conti e Gustavão, com Gustavão em ambas formações improvisado no lado esquerdo da zaga, evidenciou a necessidade de contratar um quarto-zagueiro qualificado para disputar a titularidade com Éder. 

As apostas feitas nas recuperações do Henrique e Rodolfo na função de centroavante durante o estadual deram errado.

Sem Wellington Paulista, lesionado, faltou um artilheiro definidor nos dois jogos disputados pelo Brasileirão e Libertadores. 

Possivelmente Carlos Alberto, improvisado, será o centroavante nos próximos jogos contra Atlético e Juventude. 

João Paulo no Mineiro rendeu menos que o Arthur, improvisado, na lateral-esquerda.

Com a expulsão do Marlon, João Paulo entrou contra o Avai e deverá ser o lateral-esquerdo contra o Juventude. 

Afim de acelerar o processo das contratações em 2022, a avaliação e tomada de decisão sobre o potencial de reaproveitamento do Leo Passos, Rodolfo e Yan Sasse poderiam ter sido feitas com mais precisão no fim de 2021, sem necessidade da reutilização em 2022. As renovações dos contratos do Juninho Valoura, 36 anos, João Paulo, 36 anos, e Felipe Azevedo, 35 anos, que elevaram a média de idade da equipe, também deveriam ter sido mais criteriosas. 

Alê, Aloísio, Cáceres, Henrique Almeida, Juninho, Patric e Wellington Paulista são jogadores com mais de 30 anos. 

Índio, que possivelmente seria o substituto do Zárate, produziu menos que Rodriguinho. 

Alê e Juninho continuaram titulares absolutos, sem a concorrência do Índio e Valoura. 

Everaldo, Matheusinho, Pedrinho e Paulinho foram menos produtivos que Ademir. 

Apesar do início das competições, da data limite de 12/4 para fechar a primeira janela das contratações e do baixo poder de negociação, devido aos altos salários pedidos, ainda falta pelo menos um quarto-zagueiro, um lateral-esquerdo, um meia-atacante, com poder de criação, finalização e decisão. Talvez até um volante.

O desafio do novo técnico será buscar durante as competições o modelo de jogo próximo do ideal, e dentro de campo os jogadores serem mais produtivos e principalmente eficientes na execução das jogadas.

Avaí:
Douglas; 
Kevin, Bressan, Arthur Chaves e Cortez; 
Raniele (Jean Cléber), Bruno Silva e Vinícius Leite (Eduardo Biasi);
Muriqui (Guilherme Bissoli), Copete (Dentinho) e Morato.
Técnico: Eduardo Barroca
 
América:
Jailson;
Patric, Conti, Maidana e Marlon;
Lucas Kal (Zé Ricardo), Juninho e Alê (Matheusinho);
Everaldo (Carlos Alberto), Pedrinho (João Paulo) e Paulinho Boia (Felipe Azevedo).
Técnico: Marquinhos Santos


quinta-feira, 7 de abril de 2022

América 0 x 2 Independiente del Valle

As grandes chances de gols desperdiçadas e a vulnerabilidade defensiva prejudicaram o desempenho do time americano.

Sem  Aloísio e Wellington Paulista, que serão desfalques nos próximos jogos, faltou um atacante com mais poder de decisão, a fim de aproveitar as oportunidades criadas pelo Patric, nos cruzamentos rasteiros,  Pedrinho, e principalmente Everaldo e Paulinho Bóia. 

Até no início da jogada do primeiro gol sofrido, faltou um atacante mais acostumado a pressionar a saída de bola do adversário, a fim de evitar ou dificultar o lançamento. 

Com ausência de um meia-atacante, com poder de criação, decisão e finalização, para substituir Zárate, os volantes Alê e Juninho tentaram ser os definidores pelo corredor central, mas desperdiçaram grandes chances de gols.

Sem a presença do Éder, único típico quarto-zagueiro mais experiente da equipe, com a improvisação do Lucas Kal de volante, a dupla de zaga estreante em jogo oficial, formada pelo Maidana e Conti, ficou bastante vulnerável, sem a proteção mais efetiva do Lucas Kal, que tem mais qualidade na saída de bola do que na recomposição e organização defensiva. 

No primeiro gol sofrido, além da falta de combate no início da jogada, faltou atenção, senso de marcação e posicionamento para os experientes Conti, Lucas Kal e Patric. 

Conti e Maidana vão disputar a posição de zagueiro central.  

Aliás, a contratação de um quarto-zagueiro, um lateral-esquerdo e um meia-atacante deverão ser prioridades para reforçar a equipe no Brasileirão e Copa do Brasil. 

Mas se por um lado a premiação colaborou para o pagamento das despesas até o fim do ano, também prejudicou as negociações com futuros contratados, porque houve aumento da pedida salarial e do valor das luvas. 

Na disputa da Libertadores, é preciso ter um espírito mais competitivo dentro de campo, mais pegador em relação aos lances disputados, com mais imposição física sobre os adversários, sem esperar a marcação de faltas devido ao simples contato. 

América:
Jailson; 
Patric,  Maidana,  Conti e Marlon; 
Lucas Kal (Juninho Valoura), Juninho e Alê (Felipe Azevedo); 
Everaldo (Índio Ramírez), Pedrinho (Matheusinho) e Paulinho Boia (Henrique Almeida).
Técnico: Marquinhos Santos
 
Independiente del Valle
 
Ramírez; Carabajal, Schunke e Segovia; Perlaza, Chávez (Caicedo), Previtali (Danny Cabezas), Faravelli e Pellerano (Solorzano); Sornoza (Gaibor) e Ayoví (Arce).
Técnico: Renato Paiva 

domingo, 27 de março de 2022

América 1 x 1 Tombense

A opção de aproveitar jogadores das categorias de base durante o Mineiro , com o principal objetivo de acelerar o processo das transições para o profissional, foi mais um tema divisor de opiniões, principalmente entre os que aprovaram a importância de utilizar o estadual para dar rodagem aos pratas da casa, até porque o América historicamente foi, ainda é e será prejudicado nesse campeonato se nada for alterado, os que mudaram de opinião de acordo com o resultado, os que consideraram a competição importante para ser disputada com o titulares, devido a histórica rivalidade local, e os que sempre discordaram e vão discordar de qualquer decisão tomada.  

Mas o saldo final pode ser ser considerado positivo em relação a potencialização dos promissores pratas da casa.

Adyson, Sub-17, Arthur, Carlos Alberto, Diogo, Júlio, Kawê, Kevyn, Lucas Gabriel, Matheus Henrique, Renato Marques e Rodriguinho, Sub-20, estão no primeiro passo da transição antes de completarem 20 anos.  

Carlos Junio, Gustavão, Gustavinho e Zé Vitor, sub-21, fazem parte do segundo passo da transição até 23 anos.

A produtividade coletiva poderia ter sido maior, caso a mescla fosse feita com mais opções entre os considerados titulares. 

Jaílson, no gol. 

Patric e/ou Marlon, nas laterais.

Conti e/ou Éder e/ou Maidana, na zaga. 

Lucas Kal e/ou Alê e/ou Juninho, no meio-de-campo. 

Everaldo e/ou Pedrinho e/ou Wellington Paulista, no ataque. 

Porém, o risco de prejudicar o desempenho dos titulares na Libertadores também seria maior. 

A decisão de priorizar a Libertadores em detrimento ao Mineiro funcionou, porque os comandados do Marquinhos Santos conquistaram duas classificações na principal competição, neste início de temporada. 

Sem a opção dos titulares para mesclar o time alternativo, faltou suporte mais bem preparado fisicamente, mentalmente e tecnicamente. 

A escolha dos reservas, até para viagens longas de ônibus, sem revezar com os considerados titulares,  pareceu uma desmotivação para disputar o Mineiro, porque a titularidade do time para jogar a Libertadores ficou definida. 

O mais preocupante em relação ao aproveitamento para as próximas competições da temporada 2022 foi a baixa produtividade na maioria dos jogos do Mineiro dos experientes Airton, Cáceres, Conti, João Paulo, Valoura, Índio, Henrique e Rodolfo.

Utilizar mais vezes um time formado por um número maior dos pratas da casa, acostumados a jogar juntos desde as categoria de base, poderia ter sido mais interessante do que mesclar com os reservas. 

A utilização dos sub-21 no profissional este ano vai depender da necessidade e da continuação do processo de aprimoramento. 

Enquanto os pratas da casa Sub-20 ficaram mais bem preparados para continuar a transição entre a base e o profissional, uns jogarem as competições da base e outros serem utilizados no profissional ainda este ano, e na aceleração da evolução contínua disputarem a titularidade no Mineiro de 2023, em que o processo de utilizar um time Sub-23 deveria ser repetido e aprimorado. 

Possivelmente um quarto-zagueiro, um meia e um centroavante serão contratados para reforçar a equipe principal para o Brasileirão, Copa do Brasil e Libertadores. 

América: 
Airton; 
Cáceres, Gustavão (Júlio César), Éder e Carlos Junio (Artur); 
Kevyn, Valoura e Gustavinho (Renato); 
Adyson (Mateus Henrique), Rodolfo, Kawê (Diogo)
Técnico: Diogo Giacomini
 
Tombense: 
Rafael Santos; 
Manoel, Jordan, Moisés e Diego Ferreira; Zé Ricardo (David), Gustavo e Jean Lucas (Alisson);
Keké (Matheus Paquetá), Everton (Gabriel Henrique) e Ciel (Mingotti).
Técnico: Hemerson Maria.

Gol: Éder 

quinta-feira, 24 de março de 2022

Tombense 3 x 1 América

Independentemente do resultado, a utilização dos promissores pratas da casa nos jogos do Mineiro, especialmente na última rodada da primeira fase,  e no Troféu Inconfidência, pode ser considerada recompensadora, porque os promovidos da base aumentaram a rodagem profissional, aceleraram o processo de aprimoramento durante as transições sub-20 e sub-23, e demonstraram potencial de aproveitamento, a fim de dar retorno dentro de campo e financeiro por meio de uma futura negociação. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, o sub-17 Adyson e os sub-20 Arthur, Carlos Alberto, Kawê e Rodriguinho, ainda no primeiro passo da transição antes de completarem 20 anos. mais os sub-21 Carlos Junio, Gustavão, Gustavinho e Zé Vitor, no segundo passo da transição entre 20 e 23 anos, fiaram mais bem preparados fisicamente, mentalmente, taticamente e tecnicamente do que estavam no fim do ano passado. 

Lamentavelmente lesões prejudicaram um maior aproveitamento e desenvolvimento do Carlos Alberto e Kawê, neste ano, e Heitor e Lucas Gabriel, em 2021 e consequentemente em 2022. 

Sem Carlos Alberto, que poderia ter ido improvisado, Goldeson, Matheusão e Vitor Roque faltou um centroavante com poder de finalização e decisão. 

Ainda assim, o sub-20 Renato poderia ter sido escalado por mais tempo. 

Em muitos jogos-treinos entre os Sub-20 contra equipes profissionais, até da segunda divisão do Mineiro, a experiência, força e resistência física dos adversários dificultam a produtividade dos pratas da casa. 

Mas vale destacar a atitude vencedora, a busca pelo controle do jogo, com posse de bola no campo do adversário,  e postura ofensiva nos dois confrontos disputados contra o Tombense. 

No primeiro jogo, oportunidades foram criadas para vencer por mais de dois gols de diferença. 

No segundo, Tombense aproveitou dois contra-ataques para fazer dois gols, quando o time americano era todo ofensivo, e uma falha na saída de bola para marcar outro. 

Enfim,  o processo de acelerar os dois primeiros passos das transições, antes dos 20 e entre 20 e 23 anos, sob o comando do técnico interino e do Sub-20, deveria ser aprimorado e repetido nos próximos estaduais. 

Na falta de um jogador da posição, completar com um novo contratado ou remanescente da equipe principal. 

O novo contratado ou remanescente com necessidade de recuperar o ritmo de jogo também seria utilizado. 

Poderia também ser uma oportunidade para apostar na contratação de jogadores pouco conhecidos para a completude do time formado pelos pratas da casa para disputar a maioria dos jogos ou totalidade do Mineiro. 

Tombense:
Felipe Garcia; 
Manoel, Buiate, Jordan (Moisés) e David; 
Zé Ricardo, Gustavo e Lucas Santos (Everton);
Paquetá (Keké), Gabriel (Rodrigo) e Mingotti (Ciel).
Técnico: Hemerson Maria.
 
América:
Airton;
Arthur, Gustavão, Zé Vitor e Carlos Junio; 
Zé Ricardo, Flávio (Mateus Henrique) e Matheusinho (Lucas Gabriel);
Adyson (Renato), Kawê, Gustavinho (Diogo).
Técnico: Diogo Giacomini 

Gol Gustavão 

domingo, 20 de março de 2022

América 1 x 0 Tombense

Na transformação do DNA formador em aproveitador, independentemente do resultado, que pode ser definido num lance ocasional, a utilização de um maior número possível de promissores pratas da casa entre os titulares, além do principal objetivo de dar rodagem para os promovidos, passou a impressão de que a produtividade do time americano no Campeonato Mineiro poderia ter sido maior com essa escalação.

Aliás, disputar a maioria dos jogos ou todo o estadual com um time sub-23, comandado pelo técnico-interino ou do Sub-20, deveria ser um valor cultural do América, clube essencialmente revelador, formador e aproveitador dos promovidos pelas categorias de base. 

Mas no fim das contas da fase de classificação do Mineiro, dos dois gols irregulares da Caldense validados contra o América, se pelo menos um deles fosse invalidado, a colocação entre os dois clubes seria invertida.  

Apesar da oscilação, da necessidade do aprimoramento na execução das jogadas, principalmente na tomada de decisão, e da possível queda de rendimento físico no segundo tempo, devido a falta de condicionamento ideal para jogar dois tempos em alta intensidade, quanto mais vezes jogarem, mais rapidamente bem preparados vão ficar. 

Entrosamento desde as categorias de base, motivacional para participar de um campeonato pelo time profissional, aumento das possibilidades de retorno dentro de campo e financeiro, numa futura negociação, sãos vantagens competitivas dos pratas da casa.

Na vitória sobre o Tombense, faltou um centroavante, mas Carlos Alberto, que pode ser improvisado nesta função, está no DM, Goldeson foi negociado para Portugal, Matheusão, com o Flamengo e Vitor Roque foi para o Cruzeiro sem a liberação do América.

Rodriguinho, muito fixo pelo lado direito, rendeu menos do que pode render quando joga pelo corredor central de uma intermediária a outra. 

Adyson é merecedor de começar um jogo. 

Na terceira e última parada para substituição, quando Matheus Henrique entrou no lugar do Arthur, poderia ter sido aproveitada para entrada do Diogo, no lugar do Matheusinho, e do Renato, no do Kawê. O trio ofensivo seria formado pelo Adyon, Renato e Diogo, que no sub-17 jogou de lateral-esquerdo. 

Willian Batista deveria ter sido participativo nos treinos e durante o jogo. 

Destaque para a utilização de 19 pratas da casa no Campeonato Mineiro, em especial para Carlos Junio, pela assistência, Gustavinho, pelo gol, e principalmente Arthur, pela participação defensiva-ofensiva

Embora seja previsível a queda de rendimento físico no segundo tempo, tanto é que já eram seis mudanças permitidas nas categorias de base, enquanto no profissional ainda eram três substituições, a busca pelo controle do jogo, com postura e posse de bola ofensiva, especialmente no primeiro tempo, também está entre os principais destaques. 

Enfrentar o Tombense pela semifinal do Troféu Inconfidência, será mais uma oportunidade para aumentar a rodagem dos pratas da casa.

Ainda assim, existe a necessidade da convocação do Henrique ou Rodolfo para jogar de centroavante. 

Ou escalar Yghor Gabriel ou Renato entre os titulares ou durante o jogo. 

América: 
Airton; 
Arthur (Matheus Henrique), Gustavo Marques, Zé Vitor e Carlos Junio; 
Zé Ricardo, Flávio e Rodriguinho (Kevyn); 
Gustavo (Adyson), Kawê e Matheusinho.
Técnico: Edison Borges (auxiliar)
 
Tombense: 
Felipe Garcia; 
Genilson, Jordan, Patrick (Moisés) e David; 
Rodrigo (Keké), Alison (Gustavo) e Lucas Santos (Jean Lucas); Gabriel, Paquetá e Mingotti (Ciel). 
Técnico: Hemerson Maria

Gol: Gustavinho

quinta-feira, 17 de março de 2022

Barcelona-EQU (4) 0x0 (5) América

Jogar a Libertadores e o Mineiro no início da temporada evidenciou a importância do estadual mais para dar rodagem pros promissores pratas da casa, e, em caso de necessidade, ritmo de jogo para novos contratados e remanescentes. 

Mas na transformação do DNA formador em aproveitador, independentemente da classificação pro G4, a prioridade na maioria dos jogos do Mineiro deveria ter sido um time formado pelo maior número possível dos promovidos das categorias de base, preferencialmente sob o comando do Diogo Giacomini e/ou Willian Batista, sem a participação efetiva do Marquinhos Santos. 

Aliás, poderia virar prática constante a utilização de um time sub-23 no Mineiro, comandado pelo técnico interino e/ou do sub-20. 

Apesar de a indefinição sobre o investidor da SAF ter atrasado a renovação do contrato do Marquinhos Santos, sob o comando dele, o América foi o oitavo colocado no Brasileirão de 2021, conquistou a vaga para disputar a Libertadores em 2022,  e a classificação nos confrontos contra o Guaraní-PAR e Barcelona-EQU. 

Ainda assim, reforços pontuais serão necessários na qualificação da equipe para disputar o Brasileirão, a Copa do Brasil e a Fase de grupos da Libertadores, caso seja possível a inscrição de novos contratados.

Inicialmente, um goleiro, devido a lesão do Jori. 

Um quarto-zagueiro, porque só Éder jogou pelo lado esquerdo, enquanto Conti e Maidana jogaram pelo lado direito. Lucas Kal foi mais utilizado na função de volante. Gustavão tem mais potencial para zagueiro central. Gabriel e Zé Vitor foram pouco utilizados. 

Um lateral-esquerdo, porque João Paulo é a única opção de substituição do Marlon. 

Um centroavante com poder de decisão para revezar com Wellington Paulista, devido ao possível desgaste provocado por jogos seguidos. 
 
Barcelona-EQU:
Burrai; 
Byron Castillo, Sosa, Rodríguez e Quiñónez; Piñatares, Leonai Souza (Molina) e Martinez; Cortez (Damián Díaz), Castillo (Preciado) e Mastriani (Garcés). 
Técnico: Jorge Célico
 
América:
 Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e Marlon; 
Lucas Kal (Índio), Juninho (Juninho Valoura), Alê (Zé Ricardo);
 Everaldo (Felipe Azevedo), e Wellington Paulista., Pedrinho (Germán Conti).
Técnico: Marquinhos Santos


domingo, 13 de março de 2022

Uberlândia 2 x 1 América

Apesar da prioridade ser a Copa Libertadores, o planejamento para disputar o campeonato Mineiro simultaneamente poderia ter sido mais bem elaborado ou modificado durante o estadual, principalmente devido a baixa produtividade dos reservas escolhidos para ser o suporte dos pratas da casa. 

A partir da queda de rendimento desses jogadores mais experientes escalados no time alternativo, faltou promover o rodízio entre eles e os considerados titulares e/ou  privilegiar mais os pratas da casa. 

Os veteranos Cáceres, Conti, João Paulo,  Juninho Valoura, Rodolfo, Henrique e Felipe Azevedo renderam menos do que deveriam render. 

As opções praticamente fixas entre os mais experientes pareceram mais desmotivadoras do que motivadoras para jogarem o Mineiro. 

Patric e Marlon poderiam ter revezado com Cáceres e João Paulo. 

Éder e Maidana, com Conti.

Lucas Kal, Juninho e Alê, com Zé Ricardo, Valoura e Índio.

Everaldo e Pedrinho, com Felipe Azevedo e Matheusinho.

Wellington Paulista, com Rodolfo e Henrique. 

A promoção dos oito pratas da casa, com idade para jogar a Copa São Paulo Sub-21 deste ano, também deveria ter sido mais bem aproveitada entre os titulares desse time alternativo. 

Quem subiu precisaria ter a prioridade de jogar mais vezes, porque deixou de disputar a copinha, o entrosamento desde as categorias de base seria uma vantagem competitiva e a motivação de participar de uma competição pelo time principal seria maior que a de um contratado ou remanescente. 

Arthur, Gustavão, de zagueiro central, Zé Vitor, Carlos Júnio, Rodriguinho, Gustavinho, Carlos Alberto, Kawê e posteriormente Adyson formariam a base do time alternativo. 

Independentemente dos resultados e de se classificar no G4, pelo menos ficariam mais rodados na transformação do DNA formador em aproveitador. 

Mas Arthur foi mais utilizado na lateral-esquerda, ponta direita e ponta esquerda em vez da lateral-direita, em que foi reserva do Cáceres, que é reserva do Patric. 

Gustavão jogou improvisado de quarto-zagueiro, enquanto os experientes Conti e Maidana só jogaram pelo lado direito da zaga. 

Zé Vitor poderia ter formado dupla de zaga com Gustavão. 

Carlos Junio nem teve oportunidades. 

Rodriguinho mereceu ser mais titular no time alternativo e como opção de substituição no time principal. 

Carlos Alberto e Kawê se lesionaram. 

Em vez de entrar com o placar adversário, era melhor Adyson começar o jogo. 

Willian Batista poderia ter sido o técnico desse time alternativo formado pelos pratas da casa. 

Aliás, disputar o campeonato Mineiro com promissores pratas da casa, inclusive sob o comando do técnico do Sub-20, deveria ser padrão americano, a fim de acelerar o aprimoramento na transição pro profissional. 

Em tempos de voos fretados, a viagem de ônibus para Uberlândia foi um retrocesso para um clube considerado um dos mais bem estruturados e organizados do futebol brasileiro. 

O dilema para buscar a vitória contra o Barcelona deverá ser repetido em relação aos extremos para começar o jogo e entrar durante a partida.

Poderá ser mais interessante optar por começar com Felipe Azevedo ou Matheusinho de um lado, e Everaldo ou Pedrinho do outro, a fim de equilibrar o poder ofensivo mais agudo nos dois tempos do confronto. 

As triangulações pelo lado direito e esquerdo deverão ser mais bem distribuídas. 

Matheusinho também poderá ser opção para jogar centralizado, com Everaldo e Pedrinho pelos extremos e Wellington Paulista mais avançado. 

Vamos vencer, Coelhão!

Uberlândia:
Roballo; 
Mineiro, Bruno Maia e Thurran; Kellyton, Luanderson, João Paulo e Maicon Souza; 
Elivelton (Reinaldo), Pará (Márcio Júnior depois Mateus Mendes) e Lucas Coelho (Paulo Renê)
Técnico: Paulo Foiani

América:
Airton; 
Cáceres, Conti, Gustavão (Arthur) e João Paulo; 
Zé Ricardo (Kawê), Juninho Valoura, Índio Ramírez (Zé Vitor);
Matheusinho (Gustavinho), Henrique Almeida (Rodolfo) e Felipe Azevedo
Técnico: Marquinhos Santos

Gol: Índio



quinta-feira, 10 de março de 2022

América-MG 0 x 0 Barcelona-EQU

Concentração da criação das jogadas mais pelo lado direito, através das triangulações do Everaldo, Juninho e Patric, do que pelo esquerdo, com Alê, Marlon e Pedrinho, com pouca aproximação, troca de passes e infiltrações pelo corredor central, ineficiência na excessiva tentativa de cruzamentos pelos altos, principalmente do Patric, nas finalizações e no aproveitamento da bola parada, e pouca imposição física do Marlon em lances mais disputados, prejudicaram o desempenho do time americano, que só acertou duas conclusões, mas pelo volume de jogo, número de cruzamentos e finalizações deveria ter acertado mais vezes e pelo menos ter feito um gol para conquistar a vitória. 

Apesar de a escalação inicial do Everaldo e Pedrinho poder aumentar a amplitude e profundidade pelos lados, ainda assim, faltariam peças de reposição agudas e de velocidade para entrar no segundo tempo, porque Felipe Azevedo é mais infiltrador pela diagonal e Matheusinho, em busca da recuperação do ritmo de jogo, é um meia-atacante distribuidor das jogadas e quebrador das linhas de marcação do adversário. 

Everaldo desperdiçou uma grande chance de finalização num contra-ataque pelo lado direito, fez uma finalização pra fora e dois cruzamentos, entre eles um certo. 

Pedrinho, sub-23 em fase de aprimoramento e oscilação, alternou bons e maus momentos, foi pouco acionado pelo lado esquerdo no primeiro tempo,  acertou 5 lançamentos, 1 cruzamento e 1 passe decisivo.

As triangulações pelo lado esquerdo com trocas de passes rasteiros entre Alê, Marlon e Pedrinho deveriam ter sido mais utilizadas. 

Poderia ter sido melhor a repetição dos extremos titulares utilizados nos dois jogos contra o Guaraní-PAR, com Felipe Azevedo, pelo lado direito, Matheusinho, no esquerdo, e Everaldo mais Pedrinho como opções bastante ofensivas de substituição. 

Ou pelo menos manter Matheusinho para começar o jogo com Everaldo ou Pedrinho. 

Embora qualificado, Índio ainda está abaixo do desejado para ser opção de substituição no meio-de-campo.

No momento, Matheusinho, centralizado, e Rodriguinho estão mais dinâmicos, participativos e  produtivos que Índio. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, um quarteto bastante ofensivo poderá ser formado durante a temporada pelo Matheusinho, centralizado, Everaldo e Pedrinho pelos extremos, e Wellington Paulista avançado. 

Destaque para Jaílson, para a dupla de zagueiros Maidana e Éder, em processo de adaptação, Patric Lucas Kal e Juninho, Alê, Everaldo, Matheusinho e Pedrinho, pela movimentação. 

América: 
Jailson; 
Patric, Maidana, Éder e Marlon; 
Lucas Kal, Juninho e Alê; 
Everaldo (Matheusinho), Wellington Paulista e Pedrinho (Felipe Azevedo) 
Técnico: Marquinhos Santos
 
Barcelona-EQU
 
Burrai; 
Velasco, Aimar, Rodríguez e Quiñónez; 
Piñatares, Leonai Souza (Cercelén) e Martínez; 
Perlaza (Penilla), Preciado (Molina) e Mastriani (Garcés).
Técnico: Jorge Célico

domingo, 6 de março de 2022

América 0 x 1 Villa Nova

Devido a prioridade para enfrentar na próxima terça-feira o Barcelona-EQU, pelo terceira fase da Copa Libertadores, competição muito mais importante que o Campeonato Mineiro, a Comissão Técnica, Diretoria e  Núcleo de Perfomance poderiam ter optado pela transformação do DNA formador em aproveitador, com a escalação inicial de um time formado por mais jogadores sub-21, a fim de de facilitar o entrosamento, porque estão acostumados a jogar juntos desde as categorias de base, aumentar a intensidade, desgastar o adversário no primeiro tempo e principalmente aproveitar o estadual para dar rodagem para os promissores pratas da casa.

Apesar dos pratas da casa estarem em fase de aprimoramento e oscilação, quando mais vezes jogar, independentemente do resultado, mais rapidamente prontos vão ficar e as possibilidades de retorno dentro de campo e financeiro, por meio de futura negociação, serão maiores

Arthur, Conti, Gustavão e João Paulo formariam o setor defensivo. 

O meio-de-campo seria formado pelo Zé Ricardo, Rodriguinho, e Gustavinho ou Matheusinho.

E o trio ofensivo com Gustavinho ou Matheusinho, Henrique ou Rodolfo, e Kawê. 

Gustavinho e Matheusinho trocariam posições e funções. 

Apesar da sequência de jogos, Matheusinho ainda precisa jogar mais vezes para acelerar a readaptação física, tática e técnica do futebol brasileiro. 

Carlos Alberto e Leo Passos foram vetados. 

Em vez de ter entrado com o placar adverso, era preferível Adyson ter iniciado o jogo com mais tempo e tranquilidade para jogar. 

Cáceres pareceu ter mais potencial defensivo do que ofensivo.

O mais preocupante é que o rendimento do João Paulo, reserva imediato do Marlon, está muito abaixo do desejado, especialmente nos cruzamentos, cobranças de faltas e escanteios. 

Carlos Junio e Vitor Hugo nem tiveram oportunidades. 

Embora bastante qualificado, Índio precisa aumentar o dinamismo e simplificar mais as jogadas. 

O público, inferior a 2.000 torcedores representou a pouca valorização do Mineiro pela torcida americana. 

América: 
Airton; 
Cáceres (Arthur), Conti, Gustavão, João Paulo; 
Zé Ricardo (Juninho Valoura), Rodriguinho e Índio(Gustavinho); 
Kawê (Henrique Almeida), Rodolfo (Adyson), Matheusinho, 
Técnico: Marquinhos Santos

Villa Nova:
Glaycon; 
Danilo Belão, Diego Landis, Kadu e Hipólito; 
Wesley, Leandro Salino (Pedro Henrique), Gustavo Crecci (Maurício Mucuri), Renan Mota (Thomazel) e Branquinho (Bruninho); Thiago Mosquito (Alessandro Vinícius). 
Técnico: Cícero Junior

A escalação inicial para enfrentar o Barcelona-EQU deverá depender do melhor condicionamento físico dos extremos para jogar mais tempo em alta intensidade.

Jaílson; 
Parci, Maidana, Éder, Marlon; 
Lucas Kal; 
Juninho, Alê;
Felipe Azevedo, Wellington Paulista, Matheusinho. 

Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 4 de março de 2022

Guaraní-PAR (4) 2x3 (5) América-MG

A goleada de 3 a 0 no segundo tempo do segundo jogo da disputa com o Guaraní-PAR, pela classificação para terceira fase da Copa Libertadores, efetivou a potencialidade demonstrada no primeiro jogo do confronto, quando o time americano perdeu, mas o resultado foi diferente do desempenho, porque buscou a vitória, criou mais chances para ter vencido, com postura e posse de bola ofensiva.  

Em três tempos dos quatro disputados nos dois jogos, a superioridade dos comandados do Marquinhos Santos prevaleceu sobre o adversário.

Aliás, a alta intensidade praticada nos dois jogos comprovou o acerto na prioridade das competições, na preparação e programação do revezamento entre titulares e reservas feita pelo Núcleo de Performance do América Futebol Clube nos jogos do Campeonato Mineiro.  

Mas a produtividade também poderia ter sido maior no primeiro tempo se o posicionamento do Felipe Azevedo e Matheusinho, utilizado na primeira partida, tivesse sido repetido.

Felipe Azevedo, Juninho e Patric seriam os responsáveis pelas triangulações pelo lado direito, com Felipe Azevedo mais aberto e avançado do que Patric, igual Everaldo jogou no segundo tempo, a fim de fazer mais cruzamentos precisos, especialmente para serem finalizados pelo Wellington Paulista. 

Alê, Marlon e Matheusinho seriam os protagonistas pelo lado esquerdo. 

Vale relembrar que, sob o comando do Lisca, Alê, Matheusinho e Sávio foram os responsáveis pela recomposição, transição e construção ofensiva pela beirada. 

Embora ainda faltem ajustes pontuais na organização e recomposição defensiva, maior eficiência nos cruzamentos e finalizações na construção ofensiva, ainda assim,  o desempenho nos dois jogos, a reação americana no segundo jogo e a classificação conquistada na disputa de pênaltis deverá aumentar a confiança da equipe para vencer o Barcelona na sequência da Libertadores, fazer uma campanha convincente no Brasileirão e Copa do Brasil, criar uma cultura vitoriosa, mentalidade vencedora e paixão por vencer desde as categorias de base. 

Destaque para a comissão técnica, diretoria, jogadores, torcedores e todos envolvidos nesta classificação histórica.

Na sequência do campeonato Mineiro, será uma grande oportunidade para transformar o DNA formador em aproveitador. 

Arthur, Gustavão, Zé Vitor, Carlos Júnio, Flávio, Rodriguinho, Gustavinho e Kawê precisam ser mais bem aproveitados nos três próximos confrontos da primeira fase. 

Em alguns jogos mesclados com Cáceres, Conti, João Paulo, Zé Ricardo, Juninho Valoura, Índio, Leo Passos, Henrique e outros jogadores menos aproveitados entre os titulares. 

Vamos vencer, Coelhão!

Guaraní-PAR:
Devis Vasquez; 
Julio González, Roberto Fernández, Marcos Cáceres e Guillermo Benítez; 
Jorge Mendoza (Ángel Benítez), Rodrigo Fernández, Walter Ortiz, Marcelo González (Wilson Ayala) e Josué Colmán (Alejandro Samudio); Fernando Fernández (Sergio Bareiro).
Técnico: Fernando Jubero
 
América:
Jailson; 
Patric, Iago Maidana, Éder e Marlon (Rodolfo); 
Lucas Kal, Juninho e Alê (Índio Ramírez); 
Matheusinho (Henrique), Wellington Paulista, Felipe Azevedo (Pedrinho).
Técnico: Marquinhos Santos

Gols Wellington Paulista (2), Pedrinho

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022

América-MG 0 x 1 Guaraní-PAR

O Coelhão perdeu, mas merecia ter vencido, porque buscou a vitória nos dois tempos do jogo.

Apesar da ausência do Alê, da ineficiência nos cruzamentos e finalizações, do excesso de tolerância do juiz com o antijogo do adversário, e da derrota, o time americano teve poder de criação, finalização e demonstrou potencial de evolução para conquistar a vitória no jogo de volta pela Libertadores, e com ajustes pontuais fazer uma boa campanha e permanecer na Série A. 

As principais jogadas ofensivas no primeiro tempo foram pela direita, com Juninho e Patric, e pela esquerda com Matheusinho e Marlon. 

No segundo tempo, o poder ofensivo aumentou com a entrada do Pedrinho pela direita, Matheusinho, centralizado, e Everaldo na esquerda. 

Pedrinho estreou bem pelo lado direito, mas depois pouco produziu pelo centro. 

A saída do Matheusinho e a entrada do Henrique e Rodolfo diminuíram o poder criativo, ofensivo e até cedeu mais espaços para o adversário. 

Na engenharia de obra pronta do pós-jogo, poderia ter sido mais interessante ter feito outras mudanças durante a partida ou desde o começo entre os titulares. 

Uma opção de mudança no segundo tempo seria a entrada do Juninho Valoura no lugar do Matheusinho, com Pedrinho, aberto pela direita,  Everado pela esquerda, ou invertidos. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, também poderia ter sido mais produtivo a entrada do Rodriguinho, no lugar do Matheusinho.

Nos dois casos, a escolha seria entre Henrique ou Rodolfo de centroavante, mas sem possibilidade de jogarem juntos. 

Embora bastante qualificado, Índio Ramirez ainda pareceu sem condicionamento físico ideal para jogar em alta intensidade e ser mais dinâmico. 

A opção preventiva seria ter começado com o experiente Juninho Valoura no lugar do Alê. 

Uma alternativa mais ousada entre os titulares poderia ter sido apostar na intensidade do Rodriguinho para substituir o Alê, com Índio de opção para o segundo tempo, ou utilizar Matheusinho centralizado e Kawê, pelo lado esquerdo.

Vale a pena repetir a dupla vantagem competitiva de utilizar o prata da casa é o retorno dentro de campo, ainda que em fase de desenvolvimento e oscilação, e o financeiro, por meio de uma futura negociação. 

Faltou mais imposição física para o Marlon em lances mais disputados e para o Éder, no início da jogada do gol sofrido, que contou com a presença do acaso no desvio da bola finalizada. 

O dinamismo do Wellington Paulista precisa ser aumentado.

A engrenagem dos cruzamentos do Patric e Marlon carece ser mais bem ajustada para os definidores dentro da área, especialmente Wellington Paulista, terem mais chances de finalizar. 

Destaque para a participação do Patric, Lucas Kal e Matheusinho, para a estreia do Pedrinho, pela beirada do campo, e especialmente para Juninho, que merecia ter marcado um gol de placa. 

América:
Jailson; 
Patric (Cáceres), Maidana, Éder e Marlon; 
Lucas Kal, Juninho, Índio Ramírez (Everaldo); 
Felipe Azevedo (Pedrinho), Wellington Paulista (Rodolfo), Matheusinho (Henrique Almeida)
Técnico: Marquinhos Santos

Guaraní-PAR: 
Devis Vasquez; 
Rodi Ferreira, Marcos Cáceres, Roberto Fernández e Guillermo Benítez; 
Marcelo González, Rodrigo Fernández, Jorge Mendoza (Sergio Bareiro) e Josue Colmán; Ariel Núñez (Alejandro Samudio) e Fernando Fernández (Ángel Benítez).
Técnico: Fernando Jubero

domingo, 20 de fevereiro de 2022

URT-MG 0 x 0 América-MG

Apesar do desempenho muito abaixo da qualidade técnica individual dos jogadores americanos, ainda assim, o rendimento do time misto do Coelhão foi melhor que o resultado, principalmente nos 20 minutos finais do segundo tempo, depois da entrada do Adyson, Flávio, Leo Passos, Rodolfo e Rodriguinho,  quando pelo menos cinco oportunidades de gol foram criadas. 

Embora ineficiente nas finalizações, Rodolfo colaborou no aumento da força ofensiva, finalizou três vezes de pé esquerdo, sofreu um pênalti não marcado e a falta cobrada pelo Rodriguinho na trave.

Mas a produtividade poderia sido maior se a escalação fosse um pouco mais bem distribuída durante os dois tempos do jogo, sem considerar a condição de experiente e novato, mas com prioridade para os mais bem preparados fisicamente,

Aliás, o dilema da escalação deve ter sido optar entre dar ritmo de jogo para os considerados mais titulares ou escalar os que estão mais bem condicionados para jogar mais tempo em alta intensidade. 

Ainda que Juninho Valoura e Índio Ramirez sejam qualificados tecnicamente, a escalação de ambos no meio-de-campo diminuiu o poder de marcação, a intensidade e velocidade. 

O trio de meio-de-campo poderia ter sido formado pelo Zé Ricardo, Rodriguinho e Índio Ramirez que, da mesma forma do Matheusinho, precisa jogar pelo menos um tempo, porque estão abaixo do condicionamento físico ideal e sem ritmo de jogo. 

Outra opção seria a escalação desde o começo de um meio-de-campo mais dinâmico, intenso e marcador  com Flávio, Zé Ricardo, mais avançado, e Rodriguinho, ou um meio-de-campo mais criativo com  Zé Ricardo, Rodriguinho e Matheusinho ou Gustavinho, que precisa renovar contrato para aumentar as possibilidades de escalação, porque a dupla vantagem competitiva de apostar no aprimoramento do prata da casa é o o retorno dentro de campo e financeiro, por meio de futura negociação. 

Arthur também poderia ter começado ou entrado durante o jogo para aumentar as possiblidades de ultrapassagens,  triangulações e mais jogadas pelo lado direito no lugar do Cáceres ou até pelo esquerdo em vez do João Paulo. 

João Paulo está com dificuldade na recomposição defensiva e ineficiente nos cruzamentos e cobranças de escanteio.

No fim das contas, Conti e Gustavão, que tem mais potencial para jogar pelo lado direito da zaga, mantiveram a consistência defensiva, Kawê, oscilou bons e maus momentos dentro da normalidade de um sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, e o meio-de-campo com Flávio, Zé Ricardo e Rodriguinho,  maios trio ofensivo com Leo Passos, Rodolfo e Adyson foi a escalação mais produtiva.

Independentemente de Conti estar suspenso contra o Guarani, o experiente zagueiro deveria ter sido utilizado contra o Atlético, devido a importância do clássico contra o rival. 

Flávio aumentou o poder de marcação, Rodriguinho o dinamismo, Leo Passos, Rodolfo e Adyson a  força ofensiva.

URT: 
Gustavo; 
Ferrugem, Breno, Yan e Jonathan Moc; Derlan, Bruninho (Iago Barbosa) e Peixoto (Evair); 
Iago Martins (Cebolinha), Nininho (Matheus Roberto) e Passira (Felipe Souza).
Técnico: Paulo Cesar Catanoce
 
América:
Jailson; 
Cáceres,  Conti, Gustavão, João Paulo; 
Zé Ricardo, Juninho Valoura (Flávio) e Índio Ramírez (Rodriguinho); 
Matheusinho (Léo Passo), Henrique Almeida (Rodolfo), Kawê (Adyson)
Técnico: Marquinhos Santos

Para enfrentar o Guarani pela Libertadores , possivelmente a escalação utilizada contra o Patrocinense será repetida, 

Jaílson;
Patric, Maidana, Éder, Marlon;
Lucas Kal;
Juninho, Alê;
Matheusinho, Wellington Paulista e Felipe Azevedo

Felipe Azevedo e Matheusinho poderão trocar os lados, e a utilização do Everaldo será de acordo com o condicionamento físico. 

Vamos vencer, Coelhão! 

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

América 2 x 0 Patrocinense

Na busca do condicionamento físico, da formação e do modelo de jogo próximos do ideal para ser mais utilizado durante a temporada, o primeiro esboço de titularidade do time americano pareceu ser bastante promissor, até com indícios de possiblidades de vencer o Guarani e conquistar a classificação para a próxima fase da Libertadores. 

Apesar da repetição de falhas na recomposição defensiva, ineficiência nos cruzamentos, nas finalizações e no último passe da construção ofensiva, ainda assim, os comandados do Marquinhos Santos buscaram o controle do jogo, com volume de jogo no campo do adversário e pressão alta na saída de bola, criaram oportunidades, aproveitaram duas e conquistaram mais três pontos.

Foram três finalizações dos adversários livres de marcação devido aos defeitos repetidos de reposicionamento defensivo. 

Além da necessidade de um melhor condicionamento físico do Felipe Azevedo, Indio e Matheusinho para jogar dois tempos em alta intensidade, Patric, Maidana, Éder, Marlon e Lucas Kal ou Zé Ricardo precisam acelerar o entrosamento na fase de recomposição e organização defensiva. 

Faltou eficiência principalmente nos cruzamentos do Patric, e nas finalizações do Alê, Felipe Azevedo, Juninho, Kawê,  Lucas Kal, Matheusinho e Wellington Paulista, mas o time teve poder de finalização. 

Poderia ter sido mais interessante a utilização do Matheusinho mais avançado e aberto pelo lado do que Patric, a fim de ter mais oportunidades de buscar a linha de fundo para fazer os cruzamentos para Wellington Paulista ou infiltrar pela diagonal para tabelar e/ou finalizar. 

Matheusinho também poderia ter jogado pelo lado esquerdo para participar das triangulações com Marlon e Alê,  e ter mais facilidade para cortar pra dentro fazer assistências e finalizar. 

Possivelmente Felipe Azevedo pela direita terá mais possibilidades de fazer cruzamentos precisos para as finalizações decisivas do Wellington Paulista. 

Destaque para Alê, Éder, Kawê, Marlon e Henrique pelo gol.

América:
Jailson; 
Patric (Cáceres), Maidana, Éder e Marlon; 
Lucas Kal, Juninho e Alê (Índio Ramírez); 
Matheusinho (Rodriguinho), Wellington Paulista (Henrique), Felipe Azevedo (Kawê)
Técnico: Marquinhos Santos
 
Patrocinense:
Jacsson; 
Douglas, Alisson Brand, João Gabriel e Samuel; 
Zé Augusto (Mateusão), Igor Maduro e Magno (Márcio Jonatan); 
Vitinho (Nando), Aslen (Luiz Thiago) e Juninho (Michel Elói).
Técnico: Max Sandro

Gols: Alê, Henrique

Para enfrentar a URT, possivelmente Airton, Arthur, Gustavão, Zé Vitor, Carlos Júnio, Flávio;
Rodriguinho, Gustavinho,  Adyson, Leo Passos, Rodolfo e Kawê terão oportunidades de jogar. 

Mais Jori, Cáceres, Conti, João Paulo, Zé Ricardo, Valoura, Índio, Everaldo e Henrique.

O que demonstra a potencialidade da equipe em fase de construção do modelo de jogo. 

Vamos vencer, Coelhão! 




domingo, 13 de fevereiro de 2022

América 0 x 2 Atlético

Desfalque de cinco atacantes, rapidez em dar cartão amarelo para um jogador do América e demora nos do Atlético, melhoria da qualidade técnica e aumento da velocidade com a entrada do Keno, e saída do Zé Ricardo depois do primeiro gol sofrido facilitaram a derrota americana diante um adversário qualificado tecnicamente. 

Ainda assim, principalmente no primeiro tempo e até os 25 minutos da segunda etapa, o confronto estava bastante equilibrado.

Embora com baixo poder de criação e finalização, mas consistente na organização e recomposição defensiva, o time americano praticamente anulou as ações ofensivas do adversário, e criou a principal oportunidade numa finalização de cabeça do Welington Paulista defendida pelo Everson.

Mas sem Carlos Alberto, Everaldo, Kawê, Felipe Azevedo e Rodolfo, as opções de atacantes ficaram reduzidas ao Adyson, Henrique e Leo Passos, e de meio-atacante ao Gustavinho e Rodriguinho, com mais potencial para jogar centralizados e mais bem preparados fisicamente que Indio Ramirez e Matheusinho. 

Diferentemente da confiança do Lisca no aprimoramento do Gustavinho e Leo Passos, Marquinhos apostou no resgate do Henrique Almeida, que neste jogo nada produziu. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador na equipe principal, a renovação dos contratos do Carlos Alberto e Gustavinho será fundamental para aumentar as possiblidades de escalação, porque a dupla vantagem competitiva de apostar nos pratas da casa em processo de e evolução e oscilação é o retorno dentro de campo sem a responsabilidade de ser solução e financeiro através de uma futura negociação. 

Estranhamente quando o América vencia o Cruzeiro por 2 a 0, Juninho Valoura, em vez do Rodriguinho, entrou no lugar do Alê. Dessa vez, com o time perdendo por 2 a 0, Rodriguinho, na típica minutagem que nem deveria ser contada como oportunidade, substituiu Alê. 

Depois da saída do Zé Ricardo, os espaços gerados entre Patric, Maidana, Éder, Marlon e Lucas Kal aumentaram, o adversário marcou o segundo gol, criou chances de ampliar e Jori fez mais duas defesas salvadoras. 

Nos dois gols sofridos,  dois adversários fiaram livres de marcação entre os zagueiros. 

Índio Ramirez e Matheusinho, ambos sem  o condicionamento físico ideal para jogar pelo menos um tempo em alta intensidade, demonstraram pela qualidade técnica potencial de aproveitamento na transição e organização ofensiva. 

Destaque para o primeiro tempo do Zé Ricardo, Juninho e Alê, e principalmente Jori, pelas quatro defesas salvadoras.

América:
Jori; 
Patric (Cáceres), Maidana, Éder e Marlon; 
Zé Ricardo (Índio Ramírez), Lucas Kal, Juninho e Alê (Rodriguinho); 
Henrique Almeida (Matheusinho) e Wellington Paulista
Técnico: Marquinhos Santos

Atlético:
Everson; 
Mariano, Nathan Silva, Godín e Guilherme Arana; Allan, Jair (Savinho), Matías Zaracho (Keno) e Nacho Fernández (Réver); Ademir (Savarino) e Hulk
Técnico: Antonio Mohamed

O jogo contra o Patrocinense deverá ser o momento de definição em relação ao goleiro, dupla de zaga, primeiro volante e atacantes de lado.

Jori está com ritmo de jogo e Jaílson ainda não estreou. 

Éder, Lucas Kal e Maidana são opções para a dupla de zaga, porque Conti está suspenso contra o Guarany.

No meio-de-campo, o momento atual do Zé Ricardo é superior ao do Lucas Kal.

Felipe Azevedo, pela direita, e Everaldo, pela esquerda, pareceram os mais bem preparados fisicamente para começar entre os titulares e formar o trio ofensivo com Wellington Paulista. 

Na ausência do Felipe Azevedo, poderá ser mais interessante utilizar um meia-atacante ou dar mais uma chance para o Henrique começar o jogo.