sexta-feira, 18 de setembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Figueirense-SC

Depois de um longo período de paralisação, o retorno do futebol durante a pandemia , além dos prováveis casos de contaminação pela Covid-19, também aumentou as possibilidades de lesões, devido aos jogos seguidos em curto espaço de tempo,

Ademir, Eduardo Bauermann, Felipe Augusto, Felipe Azevedo, Geovane,  Guilherme,  Matheusinho e Messias foram desfalques em jogos nas semifinais do Mineiro, na Copa do Brasil e Série B. 

Eduardo Bauermann e Messias dependerão dos testes de covid para o jogo de volta contra a Ponte Preta pela Copa do Brasil. 

Ademir e Geovane estão no processo da transição do DM para os treinamentos. 

Felipe Augusto continua no DM. 

Felipe Azevedo está liberado.

João Paulo está em tratamento. 

Matheusinho foi negociado com o Beitar Jerusalem Football Club.

Berola, Calyson e Guilherme estão em processo de recuperação física para jogar 45 minutos. 

Mas novos casos de contaminação, contusão, lesão, suspensão e transferência poderão acontecer.

Times vencem jogos, equipes conquistam objetivos e títulos ficará mais evidenciado. 

Os pratas da casa estariam mais bem preparados se tivessem participado do Campeonato de Aspirantes em 2019 e jogado mais vezes no Mineiro deste ano, com o mesmo direito ao erro dado para os contratados, que erram e continuam tendo oportunidades seguidas. 

Ainda assim, é possível fazer mudanças por opção, em vez de só mudar por necessidade, igual no jogo contra a Ponte Preta pela Copa do Brasil, quando jogou sem quatro titulares. 

Para enfrentar o Figueirense, Diego Ferreira e Sávio poderiam ser os laterais, mas o risco da fragilidade defensiva pelos lados seria alto. 

A produtividade do Diego Ferreira é bastante irregular. 

Sávio é mais produtivo na tarefa ofensiva. 

Diego Ferreira e Sávio deveriam diminuir os espaços na marcação. 

Talvez seja interessante, o retorno do Daniel Borges. para aumentar a consistência defensiva e produtividade ofensiva pela beirada. 

Thalys seria opção, mas Ronaldo também deveria ser. 

Artur, Joseph e Luisão são opções para zagueiro central. 

Anderson é a única opção de quarto-zagueiro. 

Na ausência do Anderson e Bauermann, faltará reserva para a quarta-zaga, a não ser que Artur jogue de quarto-zagueiro. 

Anderson e Joseph também precisam marcar os adversários mais de perto e com mais imposição física.

Flávio ou Sabino poderiam ser o primeiro volante ou formarem dupla de volantes. 

Sabino tem o estilo Dudu Pit Bull, com qualidade na marcação e na saída de bola. 

Rickson seria opção para revezar com Juninho. 

As opções de meias-atacantes de lado são Berola, Calyson, Carlos Alberto, Felipe Azevedo, Kawê, Leo Passos e Lucas Luan.

Berola e Felipe Azevedo devem ter preparado físico para 45 minutos.

Carlos Alberto e Kawê estariam mais bem preparados se tivessem jogado mais vezes, mas são opções para partir pra cima avacoelhando geral 

Guilherme, se estiver liberado pelo DM, Gustavinho, Lucas Luan e Toscano seriam opções para substituir Alê. 

Leo Passos é sub-23 de outra base em fase de aprimoramento e oscilação. 

Lucas Luan tem potencial para atuar em qualquer posição e função do meio-de-campo, mas se não jogar vai parar de evoluir.

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador. 

Falta definir  o melhor posicionamento funcional do Alê, Rodolfo e Toscano. 

Pela qualidade no passe, talvez seja mais interessante Alê jogar avançado pelo centro, em vez de recuar tanto para colaborar na marcação pelo lado esquerdo. 

Ou ser escalado de segundo volante, com a escalação de um meia-atacante. 

Toscano pelo lado tem baixa velocidade e resistência física para defender e atacar. Também deveria jogar avançado pelo centro porque tem poder de criação, decisão e finalização.

Rodolfo pelo lado fica distante da grande área, diminui a eficiência nas finalizações e se desgasta na recomposição defensiva. 

Vitão é alternativa para centroavante artilheiro definidor com presença de área. Quanto mais vezes jogar, mas bem preparado e mais gols vai marcar. 

O 4-3-3 poderia ser transformado em 4-3-1-2 em determinados momentos do jogo. 

Toscano seria o 1, Rodolfo e Vitão ou Leo Passos os dois mais avançados. 

Ou no 4-3-3, com Berola e Felipe Azevedo pelos extremos. 

Possível time na formatação 4-3-3:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Diego Ferreira), Artur (Jospeh, Luisão), Anderson, Sávio;
Flávio (Sabino);
Juninho (Rickson), Alê (Toscano, Lucas Luan); 
Leo Passos (Berola, Carlos Alberto), Rodolfo (Vitão), Toscano( Calyson, Felipe Azevedo, Kawê)

América x Figueirense
sábado, 16h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!





quinta-feira, 17 de setembro de 2020

Ponte Preta-SP 2 x 2 América-MG Copa do Brasil

Apesar dos desfalques, os comandados do Lisca foram bastante competitivos, comprometidos e resilientes.

Nos dois gols sofridos, houve falhas de marcação no início e na conclusão das jogadas. 

Anderson, Diego Ferreira e Joseph deveriam ter marcado os adversários mais de perto. 

A segurança defensiva e o rendimento ofensivo possivelmente teriam sido maiores com a presença do Daniel Borges, Eduardo Bauermann, Messias e Matheusinho. 

Mesmo assim, os jogadores americanos dominaram o adversário no primeiro tempo, mantiveram a determinação, a paciência e a persistência para buscar o resultado nos acréscimos da segunda etapa, e até poderia ter conquistado a vitória na finalização do Vitão, depois do gol de empate. 

Embora a produtividade ofensiva tenha sido baixa, a eficiência foi alta. 

Deve ter sido o maior número de gols marcados pelo América com menos finalizações feitas numa partida. 

De acordo com o SofaScore foram 4 finalizações no gol e 6 para fora. 

No primeiro gol, a presença do acaso no escorregão do Guilherme Lazaronni facilitou a assistência do Leo Passos para Toscano finalizar.

Toscano, aberto pelo lado esquerdo, substituiu Matheusinho, colaborou na marcação e foi mais ofensivo quando avançou pela diagonal. 

Leo Passos aberto pelo lado direito, Rodolfo, sem posição fixa e Alê pelo corredor esquerdo foram os mais ofensivos.

Com ausência do Matheusinho e sem Toscano ser agudo pelo lado, Alê teve poucas opções para trocar passes no campo ofensivo. 

Berola, Vitão e Felipe Azevedo entraram no segundo tempo e participaram da jogada do gol de empate. 

Vitão, sub-20, demonstrou ser merecedor de mais oportunidades para acelerar o desenvolvimento. 

Leo Passos, sub-23,  repetiu a participação defensiva e ofensiva pela beirada. 

Quanto mais vezes os sub-23 ou sub-20 ou sub-18, em processo de aprimoramento e oscilação, tiverem oportunidades programadas para jogar, mais bem preparados vão ficar para serem utilizados nas competições com jogos seguidos em curto espaço de tempo. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador, especialmente no Campeonato de Aspirantes e Mineiro para chegarem mais prontos no Brasileirão. 

Destaque para João Paulo, pela participação defensiva-ofensiva, Zé Ricardo, por ter anulado João Paulo, o principal jogador adversário, Leo Passos, pela assistência pro Toscano, Vitão pela assistência pro Felipe Azevedo e a chance de gol em pouco tempo de jogo, Felipe Azevedo e Toscano pelos gols marcados, e Lisca, pelo comando do grupo.

Ponte Preta:
Ivan;
Apodi, 
Wellington Carvalho, Alisson e Guilherme Lazaroni (Ernandes); 
Dawhan (Bruno Reis), Oyama e João Paulo (Osman); 
Moisés (Luan Dias), Bruno Rodrigues e Matheus Peixoto (Zé Roberto)
Técnico: João Brigatti

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Joseph, Anderson e João Paulo (Sávio); 
Zé Ricardo, Juninho e Alê; 
Léo Passos (Berola), Rodolfo (Vitão), Toscano (Felipe Azevedo)
Técnico: Lisca

Gols: Moisés, Matheus Peixoto (Ponte Preta); Toscano; Felipe Azevedo (América)

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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Pré-jogo Ponte Preta-SP x América-MG Copa do Brasil

Manter a segurança defensiva, sem Messias e Eduardo Bauermann, a produtividade ofensiva, sem Matheusinho, e aumentar a eficiência nas finalizações são desafios do time americano, a fim de buscar a vitória. 

Joseph e Anderson deverão formar a dupla de zaga.

Contra a URT, Anderson pareceu mais bem preparado do que Joseph. 

A escalação do Leo Passos entre os titulares ou durante a partida evidenciou a limitação física das opções de meias-atacantes de lado, e a falta de planejamento no desenvolvimento dos pratas da casa, especialmente durante o Campeonato Mineiro e sem disputar o Brasileiro de Aspirantes. 

Com ausência do Matheusinho, as possibilidades de mudanças para jogar pelo lado na dupla função defensiva-ofensiva ficaram ainda mais reduzidas. 

Vitão ou Toscano poderiam jogar pelo centro e Rodolfo ser deslocado para a beirada. 

Mas Rodolfo é mais efetivo nas finalizações quando joga na função de centroavante, além de se desgastar mais rapidamente pelo lado. 

Se Daniel Borges estiver liberado, talvez seja interessante fazer duas dobras. 

Diego Ferreira e Daniel Borges na direita; João Paulo e Sávio, na esquerda. 

Ou só um dobra pela esquerda, com a permanência do Leo Passos na direita, porque está mais bem preparado fisicamente do que Berola e Felipe Azevedo. 

Berola e Felipe Azevedo estão sem ritmo de jogo e preparo físico para jogar pelo menos 45 minutos. 

Calyson poderá ser opção para o lado esquerdo, mas está sem o condicionamento físico ideal. 

Guilherme seria alternativa para o centro, mas também está sem condições físicas ideais para jogar um tempo da partida. 

Uma mudança tática seria a escalação do Flávio e Sabino, de primeiro volante, com Juninho, na direita, Zé Ricardo, na esquerda, e Alê,  mais avançado na ponta do losango, com Leo Passos e Rodolfo na frente. 

Quando Ademir, Felipe Augusto, Geovane e Matheusinho forem liberados pelo D.M, outros casos de covid, lesões, suspensões e transferências poderão acontecer e a equipe continuar com opções reduzidas de reposição, principalmente porque existem muitos sub-23, sub-20 e sub-18 com pouca rodagem. 

Luisão, para a zaga, Flávio e Sabino para primeiro volante, Gustavinho, João Gabriel e Thalys para o meio-de-campo, Carlos Alberto, Kawê e Lucas Luan para os extremos, e Vitão centroavante artilheiro definidor, poderiam ser alternativas mais bem preparadas de substituição, mas foram mal utilizados no Campeonato Mineiro, quando deveriam ter jogado mais vezes para ficarem um pouco mais prontos pro Brasileiro. 

Em 2019 e 2020, América deixou de participar do Campeonato Sub-23 de Aspirantes, que seria fundamental no desenvolvimento dos pratas da casa e até dos contratados nesta idade. 

Guilherme Pira e Pedro foram dispensados. 

João Cubas, sub-20 contratado para treinar no principal e não jogar na base, João Gabriel, um dos mais prontos do time sub-20 e Ronaldo e Ynaiã foram emprestados. 

Até o fim ano, provavelmente outros serão emprestados e dispensados sem terem oportunidades. 

Se a desculpa do não aproveitamento for o erro de formação na base, a metodologia de desenvolvimento, do sub-15 pro sub-17 e especialmente do sub-17 pro sub-20 precisa ser modificada, para os jogadores chegarem mais bem preparados no Sub-20.

Paulo Ricardo, técnico do Sub-20, deveria ser mais valorizado. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador. 

Possível time:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Joseph. Anderson, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Leo Passos (Diego Ferreira), Rodolfo, Sávio (Vitão, Toscano)

Ponte Preta x América
quarta-feira, 19h, Moisés Lucarelli
vamos vencer, Coelhão!

quinta-feira, 10 de setembro de 2020

Paraná-PR 0 x 1 América-MG

Apesar de ter finalizado pouco, a vitória poderia ter sido mais tranquila, devido ao pênalti desperdiçado, mas num campeonato de resistência e regularidade, vencer por diferença de um gol é goleada.

Na derrota para o Sampaio Corrêa foram 15 finalizações.

Contra o Paraná o time americano finalizou 11 vezes. 

No primeiro tempo, os comandados do Lisca buscaram o controle do jogo, tiveram postura ofensiva, mas pouco finalizaram.

Diego Ferreira, Juninho e Leo Passos, mais na base da vontade do que da técnica, tentaram as jogadas ofensivas pelo lado direito. 

No lado esquerdo, João Paulo fez poucas ultrapassagens, Alê jogou mais recuado do que o necessário, e Matheusinho ficou quase sempre marcado por dois adversários e distante do Alê e Rodolfo, isolado na função de centroavante. 

O posicionamento funcional do Alê, mais recuado que Juninho, foi mais de volante do que meia-atacante avançado pelo centro.

Na segunda etapa, o avanço do Alê e o dinamismo do Rodolfo aumentaram o poder ofensivo. 

Mesmo assim, o gol da vitória foi originado em jogada de bola parada, em que Alê, no rebote da finalização do Leo Passos, fez assistência para Rodolfo finalizar no ângulo.

Depois do pênalti desperdiçado pelo Alê, o time americano perdeu ofensividade, principalmente com a saída do Matheusinho, e diminuiu o poder de marcação, com a entrada do Berola no lugar do Leo Passos. 

A escalação do sub-23 Leo Passos mais uma vez representou a limitação física dos substitutos e a falta de planejamento no desenvolvimento e aproveitamento dos pratas da casa, especialmente durante o Campeonato Mineiro. 

O sub-20 Vitão poderia ter entrado para jogar de centroavante com presença de área, mas seria mais desgastante Rodolfo jogar pelo lado na dupla função defensiva-ofensiva. 

Leo Passos, em fase de aprimoramento e oscilação, colaborou na marcação, participou da jogada do gol feito pelo Rodolfo e fez o cruzamento para Matheusinho sofrer o pênalti. 

Berola, outra vez, evidenciou a falta de ritmo de jogo e foi menos produtivo que Leo Passos na parte defensiva e ofensiva. 

Em vez de ter viajado para o Maranhão e Paraná para serem pouco utilizados, Berola e Guilherme deveriam ter permanecido em Belo Horizonte, para aproveitar melhor o tempo e acelerar o recondicionamento físico e técnico. 

A fim de tentar consertar no Brasileiro o processo evolutivo dos pratas da casa, que deveria ter sido feito no Mineiro, o sub-18 Carlos Alberto, em vez do Berola, e Lucas Luan, vem vez do Calyson, poderiam ter sido relacionados e  entrado contra o Sampaio Corrêa e Paraná, para pelo menos justificar a promoção.

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Destaque para a participação do Diego Ferreira, João Paulo e Zé Ricardo, o dono do meio-de-campo, a segurança defensiva do Messias, e o oportunismo do artilheiro Rodolfo. 

Paraná:
Alisson; 
Paulo Henrique, Salazar, Fabricio e Jean Victor; 
Jhony Douglas, Higor Meritão (Wandson), Michel (Marcelo) e Guilherme Biteco (Gabriel Pires); Andrey e Bruno Gomes
Técnico: Allan Aal

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira, Messias, Eduardo Bauermamm, João Paulo; 
Zé Ricardo, Juninho e Alê (Rickson); 
Léo Passos (Berola), Rodolfo (Toscano), Matheusinho (Calyson),
Técnico: Cauan de Almeida (auxiliar de Lisca)

Gol Rodolfo

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terça-feira, 8 de setembro de 2020

Pré-jogo Paraná-PR x América-MG

Mudanças obrigatórias devido ao desgaste físico, falta de substitutos bem preparados fisicamente para jogar em alta intensidade e ineficiência nas finalizações são defeitos crônicos do time americano, que provocam queda de rendimento, principalmente no segundo tempo. 

Alê, Daniel Borges, João Paulo, Matheusinho, Rodolfo e Toscano precisam ser substituídos durante os jogos, porque estão desgastados pela sequência de partidas em curto espaço de tempo. 

A repetida escalação do Leo Passos representa a limitação quantitativa e física dos substitutos mais experientes, e a falta de um planejamento bem elaborado no desenvolvimento e aproveitamento dos pratas da casa.

Ademir, Felipe Augusto e Felipe Azevedo estão no DM.

Embora seja sub-23 de outra base em processo de desenvolvimento para começar a ficar pronto em 2021 ou 2022, Leo Passos está mais bem preparado fisicamente do que Berola, Calyson e Guilherme para jogar mais de 45 minutos.  

Berola, Calyson e Guilherme ficaram muito tempo sem jogar e por enquanto estão sem ritmo físico e técnico para atuar mais de 30 minutos em alta intensidade. 

Faltou planejamento para transformar o DNA formador em aproveitador, especialmente no Brasileiro de Aspirantes e no Campeonato Mineiro deste ano.

Jogar na base é mais importante do que só treinar ou jogar pouco no principal. 

A maioria dos pratas da casa subiu para completar treino, provocou queda de rendimento do sub-20 nas competições disputadas sem a participação deles, e atrasaram o desenvolvimento,
porque pararam de jogar na base foram pouco aproveitados ou nem jogaram no principal. 

Quando o Coelhaõzinho disputou o Brasileiro de Aspirantes Sub-23 em 2018, equivocadamente deixou de aproveitar mais os pratas da casa da época, fez inúmeras contratações sem aproveitar nenhuma delas. 

Aliás, o número de contratados que foram dispensados aumentou muito nos últimos três anos. 

Até o site do América parou de divulgar as contratações pro sub-20. 

Em 2019. o América na contramão da propaganda do DNA formador não participou do Brasileiro de Aspirantes e vai deixar de participar em 2020. 

Este ano, Carlos Alberto, Flávio, João Gabriel, João Cubas e Vitão deixaram de disputar a Copa São Paulo e nem assim tiveram mais chances durante a primeira fase do Mineiro. 

Os mais mais prontos com 20 ou 21 anos são Felipe Clemente, Flávio, Gabriel, Guilherme Pira, João Gabriel, João Cubas, Lucas Luan, preferencialmente no meio-de-campo, Luisão, Osmar, Ronaldo, Sabino, primeiro volante, Thalys e Vitão.

Guilherme Pira, Felipe Clemente e João Cubas foram dispensados. 

Vale lembrar que Pedro foi promovido antecipadamente depois da Copa São Paulo 2019, deixou de jogar pela base e sem ter jogado pelo principal parou de evoluir e foi dispensado. 

Gabriel e Osmar permaneceram no Sub-20

João Gabriel, um dos destaques do sub-20, sem ter oportunidades no principal, foi emprestado para o Marília. 

Carlos Alberto, Gustavinho e Kawê são sub-18. 

Entre os titulares do principal, o desafio do Lisca é encontrar o melhor posicionamento funcional do Alê, os jogadores aumentarem a eficiência nas finalizações e a Diretoria contratar pelos menos um artilheiro com poder de decisão. 

Alê tem qualidade nos passes, mas jogou mais na função de volante do que meia-atacante. 

Com ausência de outro meia-atacante centralizado, Alê poderia pelo menos evitar recuar tanto pelo lado esquerdo e jogar mais avançado pelo centro, próximo do Matheusinho, Rodolfo e Toscano. 

De acordo com o SofaScore, nos oitos jogos disputados, o América é o quinto time com mais finalizações, o segundo que criou grandes oportunidades e o que mais perdeu grandes chances. 

Possíveis opções de mudanças:

Goleiro: Leo Lang
Lateral direito: Diego Ferreira
Quarto-zagueiro: Anderson
Volante: Rickson
Meia-atacante lado direito: Berola, Leo Passos
Meia-atacante centralizado: Guilherme
Meia-atacante lado esquerdo: Berola, Calyson, Leo Passos
Centroavante: Vitão 

Uma possibilidade de mudança, sem considerar a quantidade de tempo que será jogado, é a entrada do sub-20 Vitão, na função de centroavante definidor com presença de área. Mas para funcionar melhor, Alê ou Guilherme ou Toscano precisaria jogar mais próximo, com Matheusinho e Rodolfo em condições físicas favoráveis abertos pelos extremos. 

Dependendo das circunstâncias do jogo, talvez seja interessante a entrada do Guilherme no lugar do Juninho, com Alê e Zé Ricardo na dupla de volantes. 

De acordo com as condições físicas para jogar pelos menos 35 minutos, Berola e Matheusinho pelos lados, com Rodolfo centralizado.  Mesmo assim, com aproximação do Alê, Guilherme e Toscano. 

Mas se for uma substituição para jogar mais tempo pelo lado, a opção é Leo Passos. 

Possível time na formatação 4-3-3:
Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Rodolfo, Toscano, Matheusinho

Paraná x América
quarta-feira, 19h15, Vila Capanema
Vamos vencer, Coelhão!

domingo, 6 de setembro de 2020

Sampaio Corrêa-MA 1 x 0 América-MG

O América desperdiçou grande oportunidade de conquistar mais três pontos, numa competição de resistência e regularidade.

Erros na execução das jogadas, ausência de um centroavante com poder de decisão, mudanças provocadas pelo desgaste físico e falta de opções de substitutos bem preparados fisicamente e tecnicamente prejudicaram o desempenho americano. 

Houve baixa velocidade na recomposição defensiva no gol sofrido, pouca intensidade na transição ofensiva e a repetição da ineficiência nas finalizações.

Enquanto o adversário criou duas chances de gol e aproveitou uma, o time americano desperdiçou cinco. 

Matheus Cavichioli fez uma defesa salvadora, num lance em que Eduardo Baermann deixou Caio Dantas livre de marcação. 

No gol sofrido, Bauermann demorou para fazer a recomposição e deixou de interceptar o cruzamento. 

Talvez a baixa intensidade na transição ofensiva tenha sido provocada pelo desgaste físico, devido a sequência de jogos em curto espaço de tempo, a falta de opções de substitutos com ritmo de jogo para fazer revezamento, e segundo Lisca até a grama alta. 

Faltaram mais ultrapassagens do Daniel Borges e João Paulo, mais aproximação ofensiva do Alê, Matheusinho, Rodolfo e Toscano,  e faltou um centroavante artilheiro com presença de área. 

Alê, Daniel Borges e João Paulo foram os mais participativos na troca de passes.

Zé Ricardo participou na defesa e no ataque, e fez uma assistência de trivela para Rodolfo finalizar. 

Juninho fez um lançamento para Rodolfo finalizar para fora. 

Rodolfo errou passes, atrapalhou uma finalização do Alê, mas foi o que mais finalizou. 

Alê e Toscano, improvisado de falso 9, ficaram muito longe da área. 

Matheusinho fez uma assistência pro Alê, e outra pro Rodolfo. 

Alê, Daniel Borges, Matheusinho, Rodolfo e Toscano novamente foram substituições obrigatórias, provocadas pelo esgotamento físico 

Para piorar o que estava ruim, a entrada do Berola, Calyson, Guilherme, Leo Passos evidenciou a diferença física e técnica entre titulares e reservas. 

O sub-23 Leo Passos está abaixo do esperado para ter tantas oportunidades, mas faltam opções com mais rodagem e ritmo de jogo, devido as lesões do Ademir, Felipe Azevedo, Felipe Augusto e principalmente falha no planejamento de transformar o DNA formador em aproveitador, em especial, durante o Campeonato Mineiro. 

Mesmo assim, Leo Passos foi mais produtivo que Berola, Calyson e Guilherme. 

Berola, Calyson e Guilherme estão sem ritmo de jogo para jogar pelo menos 30 minutos. 

Vitão e os outros pratas da casa deveriam ter sido mais bem aproveitados durante o Campeonato Mineiro.

Pelo Sofascore, a maior pontuação do time foi do Alê, pela precisão no passe, na bola longa, nos duelos pelo chão e nos desarmes.

Alê fez 7 desarmes, Zé Ricardo 5 e Daniel Borges 4. 

Os fundamentos pontuados pelo Alê demonstram que executou mais a função de segundo volante do que meia-atacante, distante da área, sem criar e finalizar. 

Zé Ricardo foi o segundo pontuador e Daniel Borges o terceiro. 

Sampaio Correa-MA:
Gustavo; 
Luis Gustavo (Diego Tavares), Daniel Felipe, Joécio e João Victor;
André Luiz, Vinícius Kiss, Marcinho (Luan Ferreira) e Gustavo Ramos (Roney); 
Robson (Joazi) e Caio Dantas (Jackson).
Técnico: Léo Condé

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Guilherme), Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo; 
Juninho, Zé Ricardo, Alê (Calyson); 
Rodolfo (Vitão), Toscano (Léo Passos), Matheusinho (Neto Berola)
Técnico: Lisca





sexta-feira, 4 de setembro de 2020

Pré-jogo Sampaio Corrêa-MA x América-MG

O Brasileirão Série B 2020 é um nova forma de competição, depois de um longo tempo de paralisação do futebol e a retomada dos campeonatos com jogos seguidos em curto espaço de tempo. 

A possibilidade de fazer cinco mudanças durante uma partida vai beneficiar equipes mais qualificadas, com pelo menos 15 jogadores em condições de disputar a titularidade. 

Mas por enquanto, na equipe americana são poucas opções de jogadores mais bem preparados fisicamente e tecnicamente para participarem do rodízio entre os titulares e até para entrar durante os jogos. 

Vale lembrar, que o América desperdiçou a oportunidade de dar mais rodagem pros pratas da casa no Campeonato Mineiro. 

Ainda assim, segundo Lisca, haverá necessidade de revezamento de jogadores. 

Apesar do desgaste físico, talvez seja possível a manutenção dos titulares para enfrentar o Sampaio Corrêa.

Uma forma de reduzir o esforço poderia ser uma distribuição mais equilibrada e um ataque mais posicional.

Zé Ricardo seria o volante do corredor central. 

Juninho jogaria no corredor direito e Alê no esquerdo, mas sem ficarem abertos pelos lados e sem o excessivo recuo do Alê. 

Alê atuaria mais avançado, próximo ou ao lado do Toscano, a fim de ser mais criativo,  finalizador e decisivo.

Rodolfo ficaria mais aberto pela direita , Matheusinho pela esquerda e Toscano no corredor central. 

Daniel Borges participaria da triangulações com Juninho e Rodolfo pela direita.

João Paulo participaria com Alê e Matheusinho, pela esquerda. 

Uma possível mudança entre os titulares seria Vitão começar o jogo e Alê ou Toscano ser opção de qualidade para entrar no segundo tempo. 

Ou talvez Rickson começar no lugar do Juninho. 

Mas se a formação dos titulares for repetida, as opções de substituições provocadas por desgaste físico estão reduzidas. 

Se Berola, Calyson e Guilherme não tiverem condições de suportar pelo menos 30 minutos em alta intensidade, talvez fosse mais interessante ficarem treinando no Lanna Drumond, em vez de perder tempo de treinamento na ida de volta ao Maranhão para jogar poucos minutos ou nem jogar. 

Embora Leo Passos sejas sub-23 em processo de aprimoramento oscilação, carece ser mais produtivo para justificar as 20 oportunidades em 2020. 

Apesar de ter sido pouco aproveitado no Campeonato Mineiro, poderia ser uma boa oportunidade para Carlos Alberto entrar pelo lado direito, a fim de partir pra cima avacoelhando geral. 

Flávio no lugar do Zé Ricardo, Rickson no lugar do Juninho, Sávio no lugar do João Paulo, seriam outras o pções. 

Ainda Sabino e Lucas Luan para o meio-de-campo. 

João Gabriel, o mais pronto do sub-20, foi emprestado. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador. 

Possível time na formação 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Alê; 
Rodolfo, Toscano, Matheusinho

ou 
4-2-4
Juninho, Zé Ricardo;
Rodolfo, Toscano, Alê, Matheusinho


Sampaio Correa x América
sábado, 19h, Castelão 
Vamos vencer, Coelhão!



quinta-feira, 3 de setembro de 2020

América-MG 2 x 1 CSA-AL

Num campeonato de resistência e regularidade, vencer por um gol de diferença é goleada.

Ainda assim, o desempenho foi melhor que o resultado.

A proposta de jogo foi toda do América, que dominou o adversário, criou, desperdiçou e aproveitou oportunidades. 

O placar poderia ter sido mais amplo se houvesse mais eficiência nas finalizações, mais acertos nas assistências e na tomada de decisão entre finalizar e passar.

Mas pelo menos o acaso protegeu no gol contra do adversário. 

No gol sofrido, houve falha de reposicionamento. 

As principais jogadas ofensivas foram pelo lado esquerdo, com a troca de passes progressivos entre Alê, João Paulo e Matheusinho, mais as participações do Rodolfo e Toscano. 

Na falta de um centroavante com presença de área e mais poder de decisão, talvez tivesse sido mais interessante Rodolfo ter jogado mais fixo pela direita, a fim de aumentar a amplitude e ficar mais próximo do Daniel Borges, com Toscano avançado pelo centro. 

Possivelmente pelo esgotamento físico, Juninho e principalmente Zé Ricardo, um dos principais destaques do time, renderam menos do que podem render. 

Daniel Borges e João Paulo foram bastante produtivos na tarefa ofensiva. 

Embora tenha sido bastante participativo, Alê, em vez de jogar aberto pelo lado esquerda para colaborar na marcação e no ataque, pela qualidade técnica e baixa velocidade de transição ofensiva, deveria ter jogado avançado pelo corredor central e próximo do Toscano, a fim de ser mais criativo, finalizador e decisivo. 

As mudanças obrigatórias, devido ao desgaste físico provocado pela excessiva sequência de jogos em pouco tempo, evidenciaram a necessidade de ter uma base fixa de mais ou menos 15 jogadores com capacidade para disputar a titularidade. 

A entrada do Berola, Diego Ferreira e Leo Passos, e a saída do Daniel Borges, Matheusinho e Toscano demonstraram a diferença física e técnica entre titulares e reservas. 

O sub-23 Leo Passos entrou para fazer a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado direito, próximo do Diego Ferreira e Juninho. 

Vitão poderia ter entrado, mas seria preciso um outro atacante de beirada sem ser o Berola e Leo Passos para substituir Rodolfo. 

Apesar de Berola ter jogado próximo do Alê e João Paulo, mesmo assim, foi menos participativo do que Leo Passos, devido a falta de ritmo de jogo. 

O aproveitamento do Guilherme deverá ser gradativo, no máximo entre 15 a 30 minutos nos primeiros jogos. 

Destaque para Daniel Borges e João Paulo na tarefa ofensiva, Messias e Bauermann, pela segurança defensiva, as participações do Alê, Matheusinho e Rodolfo, e em especial Messias. 

De acordo com os dados da SofaScore, vale destacar Matheusinho entre os quatro meias-atacantes pelo lado esquerdo que mais pontuaram, e Messias e Rodolfo na seleção da rodada. 

América na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo; 
Juninho (Rickson), Zé Ricardo, Alê; 
Rodolfo (Guilherme), Toscano (Léo Passos), Matheusinho (Berola)
Técnico: Lisca.
 
CSA:
Bruno Grassi; 
Norberto, Alan Costa, Luciano Castán e Igor Fernandes (Rafinha); 
Richard Franco (Márcio Araújo) e Geovane; 
Nadson (Pedro Junior), Rafael Bilu (Allano) e Rodrigo Pimpão (Alecsandro); 
Michel Douglas. 
Técnico: Argel Fuchs.

Gols: Luciano Castán (contra), Rodrigo Pimpão e Messias

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terça-feira, 1 de setembro de 2020

Pré-jogo América-MG x CSA-AL

Num campeonato de resistência e regularidade, peças de reposição sempre foram fundamentais durante a competição, devido a necessidade de mudanças provocadas por baixo rendimento físico e técnico, contusões, lesões, suspensões e transferências de jogadores.

Depois da paralisação do futebol por um longo período e o reinício das competições com jogos seguidos em curto espaço de dias, a necessidade de fazer substituições passou a ser prioridade em todas as partidas disputadas.

Lisca vai precisar de um base quase fixa de mais ou menos 15 jogadores em condições de disputar a titularidade, a fim de fazer mudanças necessárias, devido ao desgaste físico, sem gerar queda de rendimento com as alterações. 

A escalação inicial e a formatação utilizadas na vitória sobre o Cruzeiro deverão ser repetidas. 

Aliás, de acordo com os dados do SofaScore, nos seis jogos disputados, os que mais acertaram passes decisivos, em ordem decrescente, foram Matheusinho, Alê, Toscano, João Paulo, Rodolfo, Zé Ricardo e Daniel Borges.

Os números evidenciam as participações dos laterais, dos dois volantes e do trio ofensivo. 

Zé Ricardo, Bauermann, Alê, João Paulo e Juninho são os principais passadores. 

Bauermann, Messias, Zé Ricardo, João Paulo e Alê acertaram mais passes no campo defensivo. 

No campo ofensivo, Zé Ricardo, Alê, João Paulo, Juninho e Matheusinho.

No terço final, Alê, Zé Ricardo, Matheusinho, Juninho e João Paulo. 

Na precisão do passe, Alê, Zé Ricardo, Bauermann, Matheusinho e Daniel Borges. 

Nas cinco maiores classificações médias entre os que mais atuararm são as do Rodolfo, Zé Ricardo, Matheusinho, Daniel Borges e Toscano. 

Talvez a ausência do Alê entre os mais bem classificados represente o excessivo recuo do jogador pelo lado esquerdo. 

Possivelmente se jogar mais pelo centro no campo ofensivo, sem posição fixa mas com o objetivo de entrar na área e ser mais finalizador ou aumentar o número de assistências para finalizações, a efetividade do Alê e do time americano vão aumentar.

Vale destacar que a presença do Toscano encorpou o trio ofensivo.

Um dos desafios do Lisca será fazer as mudanças obrigatórias durante a partida devido ao desgaste físico.

Possivelmente Alê, Daniel Borges, João Paulo, Matheusinho, Rodolfo e Toscano são os mais desgastados para jogar dois tempos em alta intensidade. 

O horário do jogo a tarde é mais uma condição adversa. 

Sem Ademir, Felipe Augusto, Felipe Azevedo e um centroavante que precisa ser contratado as opções de jogadores experientes ficaram reduzidas. 

Entre os mais experientes, Berola, Calyson e Guilherme são opções para aproveitamento gradativo, mas por enquanto escalar os dois ou três deles num mesmo jogo é arriscado. 

Diego Ferreira, 24 anos, e Sávio, 25,  são os pouco mais rodados.

Geovane, Leo Passos, Lucas Luan, Ronaldo e Sabino são sub-23, em fase de aprimoramento e oscilação. 

E os sub-20 Carlos Alberto, Flávio, Gustavinho, Kawê, Thalys e Vitão. 

Possível formatação no 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho, Alê; 
Rodolfo, Toscano, Matheusinho

América x CSA
quarta-feira, 16h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!