terça-feira, 18 de fevereiro de 2020

Coimbra 0 x 2 América

O time americano dominou o adversário, fez dois gols, criou e desperdiçou oportunidades.

Glaycon fez três defesas salvadoras e Rodolfo perdeu um pênalti.

No primeiro gol, participação do Sávio, Rodolfo e conclusão do Felipe Augusto.

No segundo gol, Ademir, Diego Ferreira e definição do Alê, com o pé esquerdo.

Intensidade na tarefa ofensiva do Diego Ferreira e Sávio, segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, dinamismo do Zé Ricardo, Juninho e Alê, e ofensividade do Ademir, Rodolfo e Felipe Augusto prevaleceram.

Zé Ricardo foi mais participativo nas jogadas ofensivas, fez assistência para Rodolfo sofrer o pênalti, e triangulou bastante com Alê e Sávio.

Juninho aumentou a produtividade, ao jogar mais recuado e fazer ultrapassagens pelo lado direito.

Alê também recuou para executar a distribuição das jogadas e mostrou categoria na finalização do gol marcado.

Ademir e Felipe Augusto foram os mais finalizadores.

Felipe Augusto demonstrou possibilidades de evolução.

Rodolfo foi mais produtivo nas assistências para gol e para finalização do que nas finalizações certas.

Ainda assim, Alê e Juninho, avançados pelo meio na função de articuladores,  carecem ser mais assistentes e finalizadores, faltou Rodolfo ter mais poder de finalização e decisão, Ademir e Felipe Augusto serem mais eficientes nas finalizações, e aproveitamento da bola aérea ofensiva.

A eficiência nas finalizações precisa ser maior porque as chances de gol serão menores contra adversários mais qualificados.

Carlos Alberto deveria ter entrado para jogar pela direita e com mais tempo para pegar na bola.

Talvez tivesse sido mais interessante, João Paulo ter entrado no lugar do Felipe Augusto e Vitão no lugar do Juninho.

Alê e Rodolfo seriam os meias mais avançados e centralizados, Carlos Alberto, Vitão e Sávio, o trio mais ofensivo.

Destaque novamente para a segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, a participação produtiva na troca de passes do Alê, Sávio e Zé Ricardo, possivelmente os principais passadores americanos, e Felipe Augusto e Alê pelos gols marcados.

Coimbra:
Glaycon;
Alex Silva, Breno, Carciano e Hipólito;
Paranhos, Thomás (Allan Dias) e Thalis;
João Vitor (Thiaguinho), Bruno Rocha (Bádio e Daniel Penha
Técnico: Diogo Giacomini

América na formação básica 4-1-2-3.
Airton;
Diego Ferreira, Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo;
Juninho (Rickson e Alê;
Ademir (Carlos Alberto), Rodolfo, Felipe Augusto;
Técnico: Lisca

Gols: Felipe Augusto, Alê

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domingo, 16 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Coimbra x América

Nas cinco primeiras rodadas do Mineiro e no jogo de estreia da Copa do Brasil, as únicas três mudanças, entre os titulares, foram obrigatórias, provocadas por contusão e lesão. 

Faltou pelo menos uma mudança entre os considerados titulares e uma entre os substitutos, a fim de aumentar as possibilidades de aproveitamento, na sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e na disputa da Série B.

Sávio aumentou a intensidade ofensiva, demonstrou capacidade para ser o titular da posição, e até jogar mais avançado, de meia-atacante de lado, numa possível dobra pela esquerda, ou meia mais centralizado.

Ademir comprovou que deveria ter sido utilizado mais vezes entre os titulares ou ter jogado mais tempo, quando entrou durante as partidas. Poderia revezar o lado e jogar pela ponta esquerda, para buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo. 


Diego Ferreira foi bastante tímido na tarefa ofensiva contra o Villa Nova, mas terá outra chance para mostrar condições para disputar a titularidade. Também precisa ter mais poder de marcação, força de ataque e resistência para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Uma alteração funcional de acordo com o posicionamento no meio-de-campo,  seria encontrar as posições ideais do Alê, Juninho e Zé Ricardo.

Alê e Juninho, os meios-campistas mais avançados na função de articuladores, carecem aumentar o poder de assistência e finalização. 

Zé Ricardo tem capacidade para jogar mais avançado, fazer assistências, finalizações e lançamentos. 

Possivelmente Juninho mais recuado e próximo do Zé Ricardo, com Alê, mas adiantado, próximo do Rodolfo. 

No setor mais ofensivo, Felipe Augusto foi participativo, mas necessita acertar mais cruzamentos e finalizações.

Rodolfo não pareceu o típico centroavante referência para fazer a parede, mas foi competitivo e dinâmico. 


Faltam opções para aproveitar os cruzamentos e lançamentos pelo alto, com a bola rolando.

Talvez seja mais interessante formar um trio ofensivo, com Ademir, pela direita, Vitão, centralizado, e Rodolfo, pela esquerda.

Thalys e Lucas Luan são opções para as laterais e para meio-de-campo. 

Luisão e João Cubas precisam de ritmo de jogo.


Flávio, Joseph e Rickson são opções de volantes. 


Carlos Alberto, drilblador agudo pela direita e finalizador quando infiltra pela diagonal, é opção de atacante pelo lado direito. 


Leo Passos, Geovani e João Gabriel, opções de meias. 


Possibilidades de mudanças na formação básica 4-1-2-3

Airton;
Diego Ferreira (Thalys), Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Juninho (Flávio, Joseph, Rickson); 
Zé Ricardo, Alê (Leo Passos, Geovane, João Gabriel)
Ademir (Carlos Alberto), Rodolfo, Felipe Augusto (Vitão)

Coimbra x América

segunda-feira, 20h30, Arena Independência
Vamos vencer, Coelhão!

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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Villa Nova 1 x 2 América

Valeu pela resistência física, pelo poder de reação, pelos três pontos e pela saudação à torcida feita pelos jogadores, sob o comando do Lisca, ao final do jogo.

Foi o típico confronto disputado no Castor Cifuentes, o Alçapão do Bonfim, com bastante dinamismo, intensidade e velocidade.

O setor defensivo americano praticamente neutralizou o ataque adversário.

Airton foi exigido nos cruzamentos.

Diego Ferreira quase fez um gol no primeiro tempo, mas foi mais defensivo do que ofensivo.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann mantiveram a segurança defensiva.

Sávio teve poder de marcação e repetiu a intensidade na tarefa ofensiva.

Zé Ricardo combateu, desarmou, finalizou e fez assistência para finalizações.

Apesar da postura ofensiva, o time americano teve baixo poder de finalização certa.

Alê e Juninho, os meio-campistas mais avançados praticamente na função de articuladores, Rodolfo e Felipe Augusto foram ineficientes nas poucas finalizações.

Juninho finalizou o lance gerador do pênalti convertido pelo Rodolfo.

Rodolfo movimentou bastante e deslocado para o lado esquerdo, participou da recomposição defensiva e fez o lançamento perfeito para o gol do Ademir.

Ademir foi o atacante com mais poder de finalização e decisão.

Flávio foi a novidade entre os substitutos.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Carlos Alberto no lugar do Ademir e do Vitão no lugar do Felipe Augusto, a fim de formar um trio ofensivo com Carlos Alberto, Vitão e Rodolfo.

Destaque mais uma vez para a segurança defensiva do Lucas Kal e Eduardo Bauermann, a movimentação e participação do Alê, novamente Sávio, Zé Ricardo e a eficiência e poder de decisão do Ademir, um dos artilheiros americanos, com três gols marcados no Mineiro,

Villa Nova:
Ricardo Vilar;
Alan Silva, Rodolfo Mol, Wellington Reis e Victor Luiz;
Augusto Recife, Renato Bruno (Leandro Brasília), Iury e Vitor Júnior;
Leandro Cearense (Paulinho) e Ruan Teles
Técnico: Mancuso

América na formação básica 4-1-4-1.
Airton;
Diego Ferreira (Joseph) Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Ademir (Flávio), Juninho, Alê, Felipe Augusto (Leo Passos);
Rodolfo
Técnico: Lisca

Gols: Vitor Júnior, Rodolfo, Ademir

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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Villa Nova x América

Mais uma oportunidade para promover mudanças opcionais, a fim de aumentar as possibilidades de aproveitamento na sequência da Copa do Brasil, do Mineiro e na disputa da Série B.

Se em cada jogo da primeira fase do Mineiro, houvesse pelo menos uma mudança entre os titulares e uma entre os substitutos durante a partida, no mínimo, seriam 22 jogadores considerados reservas utilizados nos jogos do estadual.

As mudanças provocadas pelo desfalque do Leandro Silva, João Paulo e Matheusinho serão obrigatórias.

Diego Ferreira terá chance para demonstrar capacidade de disputar a titularidade, mas também precisa melhorar o poder de marcação, a produtividade e eficiência nos cruzamentos, e a resistência física para executar a dupla função defensiva-ofensiva.

Thalys, com qualidade no drible e nos cruzamentos, é opção de substituição.

Ronaldo está no DM e Ynaiã emprestado.

Sávio, na tarefa ofensiva, demonstrou mais intensidade do que João Paulo.

Devido a vulnerabilidade defensiva dos laterais, talvez seja mais interessante baixar a marcação, com a escalação de dois volantes, em vez de usar só o Zé Ricardo mais recuado, com Juninho e Alê, avançados, na função de articuladores.

A contusão do Matheusinho colaborou com a entrada do Ademir.

Se Matheusinho tivesse condição de jogo, Ademir, por merecimento, deveria permanecer entre os titulares, porque foi mais eficiente que Felipe Augusto.

Felipe Augusto foi muito participativo, mas com mais erros do que acertos nos complementos das jogadas. Poderia fazer um revezamento de lado com Ademir, e pela direita, infiltrar na digonal e finalizar de pé  esquerdo.

No lado esquerdo, Ademir teria mais facilidade para buscar a linha de fundo e acertar o cruzamento com o pé esquerdo.

No Castor Cifuentes, possivelmente as jogadas de velocidade pelos lados,  cruzamentos e lançamentos para dentro da área e finalizações de longa distância serão exploradas pelas duas equipes.

Mas com a bola rolando, faltam opções para aproveitar de cabeça os cruzamentos pelo alto.

Alê precisa encontrar um posicionamento que facilite o rendimento dele. Parece ter mais qualidade para fazer lançamentos do que assistências verticais.

Rodolfo carece fazer o pivô, pisar mais na área para aumentar o poder de finalização e decisão.

Flávio, Geovane, João Gabriel, Joseuph, Leo Passos, Lucas Luan e Rickson são opções para o meio-de-campo.

Um deles deveria começar entre os titulares e quem for o substituto ter mais tempo de jogo.

Carlos Alberto, ponta agudo pela direita, e Vitão, centroavante definidor, são alternativas de substituição ofensiva.

Rodolfo e Vitão poderão até formar dupla de atacantes para aumentar o abafa na grande área adversária.

Possibilidades de mudanças na formação básica 4-2-3-1:
Airton (Jori)
Diego Ferreira (Thalys), Lucas Kal (Luisão), Eduardo Bauerman (João Cubas), Sávio (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Joseph) , Juninho (Flávio, Joseph, Rickson);
Ademir (Carlos Alberto), Alê (Leo Passos, Geovane), Felipe Augusto (João Gabriel, Lucas Luan);
Rodolfo (Vitão)

Villa Nova x América
quarta-feira, 19h15, Castor Cifuentes
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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Cruzeiro 1 x 1 América

O América desperdiçou uma oportunidade histórica de ter vencido um Cruzeiro bastante limitado tecnicamente.

Apesar da ausência do Matheusinho, o time americano buscou o controle do jogo, teve proposta ofensiva, mas faltou qualidade na construção das jogadas, principalmente eficiência nas finalizações, e ainda falhou no gol de empate

De acordo com o Footstats, foram 10 finalizações erradas do América e só uma certa, a do gol do Ademir.

O time cruzeirense fez 7 finalizações erradas, e as 3 certas foram de fora da área, inclusive a do gol marcado pelo Maurício, numa falha do Airton.

Embora Sávio, que estava bem na partida, tenha errado o passe pro Felipe Augusto, a falha do Airton foi maior, porque a bola era totalmente defensável e foi praticamente um gol contra do goleiro.

Mas a fragilidade defensiva dos laterais, Diego Ferreira, Leandro Silva, João Paulo e Sávio continua preocupante.

O lado direito, com Diego Ferreira e Leandro Silva, é mais crítico, porque Leandro Silva está improdutivo na tarefa defensiva e ofensiva, e Diego Ferreira, quando jogou em 2019, também deixou a desejar na dupla função, principalmente a ofensiva.

Pelo menos na esquerda, João Paulo e Sávio são mais produtivos no apoio, Embora João Paulo esteja constantemente no DM.

Sávio, que tem potencial para jogar mais avançado, foi o principal passador americano, com 63 passes certos, errou 7, fez 4 lançamentos certos, 3 errados, duas assistências para finalização.

Zé Ricardo foi o segundo americano com mais passes certos, 54, entre eles, 15 para o Alê,

Alê e Juninho, na função de articuladores próximos da intermediária adversária, foram improdutivos na criação e finalização.

Ambos não acertaram nenhuma finalização.

Alê fez uma assistência de pé esquerdo para finalização do Ademir, acertou 47 passes e errou 8.

Juninho acertou 28 passes, errou 5.

Alê pareceu ter qualidade técnica, mas pouca intensidade e baixo poder de finalização. Talvez seja mais produtivo nos lançamentos.

Rodolfo e principalmente Felipe Augusto desperdiçaram oportunidades de contra-ataque, com erros de decisão e execução.

Felipe Augusto fez uma assistência para gol, uma para finalização, três finalizações erradas, uma delas livre de marcação dentro da área, e seis cruzamentos errados.

Rodolfo, que voltou a demonstrar incapacidade para fazer o pivô e ser o centroavante referência. com aproveitamento na bola alta, fez duas assistências para finalização e três finalizações erradas.

Ademir demonstrou capacidade para ser utilizado mais vezes entre os titulares, marcou um gol, fez duas assistências para finalização, duas finalizações erradas, um cruzamento certo, três errados.

Faltou o revezamento de lado entre Ademir e Felipe Augusto, para Ademir partir pra cima do Edilson, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos com o pé esquerdo, e Felipe Augusto jogar pela direita, para infiltrar pela diagonal e finalizar de pé esquerdo.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Carlos Alberto, um dos promovidos para não jogar, ou Geovane, em vez do Rickson.

Destaque para a dupla de zagueiros formada pelo Lucas Kal e Eduardo Bauermann, que mantiveram a segurança defensiva, para os passadores Sávio e Zé Ricardo, com participação na jogada do gol marcado, e Ademir pela ofensividade e gol feito.

Cruzeiro:
Fábio;
Edílson, Cacá, Leo e João Lucas;
Filipe Machado, Jadsom (Judivan), Éverton Felipe, Maurício e Jhonata Robert (Marco Antônio); Roberson (Weliton)
Técnico: Adílson Batista

América:
Aírton;
Leandro Silva (Diego Ferreira), Lucas Kal, Eduardo Bauermann e Sávio;
Zé Ricardo;
Ademir (Rickson), Juninho, Alê, Felipe Augusto (Leo Passos);
Rodolfo
Técnico: Lisca

Gols: Ademir e Maurício

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sábado, 8 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Cruzeiro x América

O time americano deve buscar o controle do jogo, valorizar a posse de bola e ser bem distribuído taticamente, a fim de encontrar o equilíbrio entre defender e atacar em alta intensidade, e minimizar a presença do acaso.

Diego Ferreira e Leandro Silva, pela direita, e João Paulo e Sávio, pela esquerda, são mais produtivos na tarefa ofensiva.

Em 2019, com Juninho, e Maranhão, e em 2020, com Juninho e Alê, avançados, mais na função de articuladores do que volantes , Zé Ricardo e os laterais ficaram muito expostos nas jogadas de contra-ataque.

Talvez mudanças no posicionamento sejam necessárias e mais proveitosas, para equilibrar a tarefa defensiva-ofensiva.

Em vez do 4-1-4-1, bastante utilizado pelo Felipe Conceição, a variação entre o 4-2-4, o 4-3-3 e o 4-2-3-1 poderá ser mais vantajosa.

Quanto maior o repertório tático e as possibilidades de substituição durante os jogos, maior será a vantagem competitiva.

No 4-2-4, Juninho, na posição e função de volante, mais próximo do Zé Ricardo facilitaria o combate pelo centro e pelos lados.

Rodolfo, que não parece ser um centroavante referência dentro da área, jogaria quase na mesma linha do Alê e dos meias-atacantes de lado.

No 4-3-3 preventivo, Zé Ricardo, no centro, Juninho, pela direita, e Alê, na esquerda, formariam um triângulo, com o trio mais na posição e função de volantes.

No 4-2-3-1, além dos dois volantes, os meias atacantes de lado participariam da recomposição defensiva e da transição ofensiva.

Ainda assim, o desafio do time americano será enfrentar um adversário considerado bastante intenso.

Airton vai precisar transmitir segurança para o setor defensivo e em caso de necessidade fazer defesa salvadora.

Lucas Kal e Eduardo Bauermann deverão demonstrar capacidade física e técnica no combate individual, velocidade de recuperação, bom posicionamento nos cruzamentos rasteiros e impulsão nas bolas aéreas.

Zé Ricardo tem qualidade na marcação, na saída de bola, nos lançamentos e nas finalizações. Na posição de volante, poderá executar a função de distribuidor das jogadas.

Juninho deve auxiliar Zé Ricardo no combate e ainda ocupar os espaços nas jogadas de contra-ataque e nas ultrapassagens.

Alê terá de mostrar poder de criação e finalização, contra uma marcação mais intensiva.

Felipe Augusto e Rodolfo, com bastante movimentação, necessitam ter poder de finalização e decisão.

Matheusinho, bem fisicamente, poderá fazer a diferença nas assistências, criação, dribles, finalizações e gols.

Ademir tem velocidade para buscar a linha de fundo pelos lados e fazer cruzamentos aéreos ou rasteiros, e pela direita infiltrar na diagonal e finalizar.

Sem o revezamento no Mineiro, as opções de mudanças estão reduzidas.

Geovane e Leo Passos, ambos em fase de desenvolvimento e oscilação, são os que mais entraram durante os jogos.

Os pratas da casa promovidos, ainda não tiveram oportunidades.

Vale destacar que, o sub-20 americano completo teria total capacidade para vencer o sub-20 do Cruzeiro nos jogos disputados em 2019.

Possível time:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo, Juninho;
Felipe Augusto, Rodolfo, Alê, Matheusinho (Ademir)

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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020

Santos-AP 1 x 1 América-MG

Apesar do baixo desempenho, principalmente no segundo tempo, o resultado foi o suficiente para garantir a participação na segunda fase da Copa do Brasil e a premiação no valor de R$ 650 mil.

Mas a lista de relacionados evidenciou a necessidade de revezar mais durante o Mineiro, a fim de preparar melhor a equipe para disputar a Série B e a sequência da Copa do Brasil.

Times ganham jogos, inclusive com a presença do acaso.

Equipes feitas para vencer conquistam objetivos e títulos.

Geovane e Leo Passos, ambos sub-23 em fase de desenvolvimento e oscilação, foram as únicas opções ofensivas que jogaram em 2020.

Entre os pratas da casa que desfalcaram e provocaram a queda de rendimento do Sub-20 nas competições disputadas em 2019 e 2020, só Flávio e Lucas Luan foram relacionados.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares, principalmente contra equipes do interior durante o estadual.

De acordo com a narração do Ênio Lima e os comentários do Emerson Romano, o time americano sentiu a ausência do Matheusinho, mas ainda assim teve poder de criação e finalização no primeiro tempo.

No segundo tempo, a produtividade americana despencou.

Além de sofrer o empate, a primeira finalização certa foi só aos 40 minutos através do Zé Ricardo.

Romano destacou a participação do Rodolfo no primeiro tempo.

Aliás, Rodolfo fez 3 gols em 4 jogos.

Santos-AP:
Rubens Júnior;
Romano, Matheus, Júnior Gaúcho e Batata; Ramon, Victor Dourado e Denilson (Marcelinho);
Fabinho, João Pedro (Jean Marabaixo) e Luciano (Diego MacLaren)
Técnico: Edson Porto

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal, Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo,
Felipe Augusto (Lucas Luan, Juninho, Alê, Ademir (Geovane);
Rodolfo (Léo Passos)
Técnico: Lisca

Gol: Rodolfo

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quarta-feira, 5 de fevereiro de 2020

Pré-jogo Santos-AP x América-MG

O confronto contra o Santos-AP, pela Copa do Brasil, e o clássico contra o Cruzeiro, pelo Mineiro, serão os dois desafios mais importantes, neste início de temporada.

Talvez o revezamento, nos três jogos disputados pelo estadual, tivesse sido mais positivo para evitar o desgaste provocado pelos jogos seguidos e aumentar as possibilidades dos utilizados entre os titulares.

Joseph e Sávio foram escalados porque Lucas Kal e João Paulo se lesionaram.

Sávio carece melhorar o combate individual, mas aumentou a intensidade pelo lado esquerdo.

Lucas Kal e Matheusinho, devido as lesões sofridas contra o Uberlândia, são dúvidas.

Ademir no lugar do Felipe Augusto, por opção tática, ou no lugar do Matheusinho, por veto do DM, é opção de titularidade.

Se Ademir for escalado no lugar do Matheusinho, deveria revezar os lados com Felipe Augusto.

Ao jogar pela direita, Ademir tem mais facilidade para driblar pra dentro e finalizar do que buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé direito. o que aumentaria a produtividade e eficiência ofensiva.

No lado esquerdo, Ademir poderá ser mais produtivo ao utilizar a velocidade para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo.

Felipe Augusto teve boa movimentação contra o Uberlândia, mas precisa ser mais eficiente nas finalizações e assistências.

Rodolfo carece fazer mais a parede, e ter mais poder de finalização para aumentar as possibilidades de decisão.

Pelo menos a falta de revezamento colaborou na evolução do Alê.

Alê teve baixo rendimento contra Caldense e Tupynambás e foi o principal destaque contra Uberlândia.

Geovane, que marcou o gol de empate contra a Caldense, ou João Gabriel ou Lucas Luan, mais avançado, seria alternativa de reposição.

Uma possível mudança tática seria o recuo do Juninho para ficar mais próximo do Zé Ricardo e aumentar o poder de marcação nas jogadas de contra-ataque.

Flávio é opção para jogar mais recuado e formar dupla de volantes com Zé Ricardo.

Possível time na formação básica 4-1-4-1

Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal (Joseph), Eduardo Bauermann, Sávio;
Zé Ricardo;
Felipe Augusto (Ademir), Juninho (Flávio), Alê (Geovane), Matheusinho (Ademir);
Rodolfo

Santos-AP x América-MG
quarta-feira, 20h30, Zerão
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domingo, 2 de fevereiro de 2020

América 3 x 0 Uberlândia

O time americano buscou o controle do jogo, teve poder de criação, finalização e decisão.

Ainda assim,  desperdiçou oportunidades de ampliar a goleada.

Também faltou eficiência nos lances de bola parada e nas cobranças de falta pelo Felipe Augusto e Sávio.

A distribuição tática próxima do 4-1-4-1 aumentou a postura ofensiva, mas diminuiu a força defensiva, só com o Zé Ricardo na marcação, nos lances de contra-ataque.

Apesar da fragilidade ofensiva do adversário, o time do Uberlândia teve pelo menos três chances de gols.

Pelo terceiro jogo seguido do Mineiro, nenhum prata da casa, que desfalcou e prejudicou o rendimento o sub-20 nas competições do ano passado e na Copa São Paulo deste ano, foi utilizado.

A velocidade da evolução será proporcional aos jogos disputados.

É preferível jogar na base a só treinar no principal.

Quanto mais vezes jogar, mas bem preparado vai ficar.

O DNA deve ser aproveitador entre os titulares.

Airton fez duas defesas salvadoras.

Leandro Silva deveria ter buscado mais vezes a linha de fundo, mas evitou uma jogada de gol do adversário, participou da virada de jogo para Felipe Augusto, no lance do primeiro gol,  infiltrou pela diagonal e fez a assistência para Alê marcar o segundo gol.

Sávio foi mais intenso na tarefa ofensiva, fez ultrapassagens e buscou a linha de fundo, mas recebeu poucos passes do Matheusinho.

Lucas Kal, depois Joseph, e Eduardo Bauermann foram pouco exigidos no combate individual.

Juninho participou da jogada do segundo gol.

Felipe Augusto participou do primeiro gol do Alê, teve quatro chances de gols, errou três e teve um gol anulado.

Rodolfo repetiu a movimentação ofensiva, mas sem ser referência dentro da área, e pouco finalizou.

Matheusinho participou sem necessidade da recomposição defensiva próximo da grande área americana, superou com facilidade o primeiro marcador, mas na sequência das jogadas tabelou pouco com Sávio e quando infiltrou para diagonal faltou referência dentro da área e maior aproximação do Alê para trocar passes.

Leo Passos nada acrescentou.

Destaque para Ademir, Alê e Zé Ricardo

Ademir, que pelo rendimento nos dois jogos anteriores mereceria a titularidade, novamente demonstrou possibilidades de ser mais bem aproveitado. Mesmos assim, para aproveitar o espaço conquistado devido a velocidade de arranque, deveria jogar também pelo lado esquerdo, para buscar a linha de fundo e fazer o cruzamento com o pé esquerdo ou quando chegar a linha de fundo pela direita fazer o cruzamento com o pé direito.

Zé Ricardo relembrou os tempos da base, quando se destacou na armação das jogadas, pelos lançamentos precisos e assistências para gols. Faltou ser mais finalizador, mas fez assistência para o gol anulado do Felipe Augusto,  fez o lançamento em profundidade para explorar a velocidade do Ademir no terceiro e mostrou habilidade num passe de peito de pé.

Alê, que pelo baixo desempenho contra a Caldense e Tupynambás deveria ter perdido a titularidade, foi o principal destaque da partida, pelos dois gols marcados e pelos dois lançamentos feitos do campo defensivo para Matheusinho. Talvez tenha mais qualidade na construção das jogadas, quando está mais recuado, sem receber bola de costas para o adversário.

América:
Airton;
Leandro Silva, Lucas Kal (Joseph), Eduardo Bauermann e Sávio;
Zé Ricardo;
Felipe Augusto, Juninho, Alê e Matheusinho (Ademir);
Rodolfo (Léo Passos)
Técnico: Cauan de Almeida

Uberlândia:
Rafael;
Joazi, Tayron, Plínio e Fábio Alves (Cesinha);
Rogério (Jô), Leandro Salino, Luiz Alexandre (Jhulliano) e Diogo Peixoto;
Felipe Alves e Luizinho
Técnico: Cícero Júnior

Gols: Alê (2), Ademir

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