quinta-feira, 27 de agosto de 2026

Sport 3 x 0 América

Apesar do pouco entrosamento devido as mudanças feitas, da ausência de um típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, dos três gols sofridos, da falta de assistências e cruzamentos para as conclusões do artilheiro Maçola, que deveria ter jogado mais de centroavante, com Parede pelo lado direito e Bigode esquerdo, ainda assim,  diferentemente do baixo poder ofensivo padrão Louzer, pelo menos os comandados do Douglas finalizaram mais que o adversário, e criaram chances de gols em duas finalizações do Parede e uma do Bigode.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promissores Heitor, Júlio, Murilo, Otávio, Rafa e ítalo demonstraram potencial de aproveitamento, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução.

Zizero, quando sair do DM, Kappel, Luca, Isaac, Luydy, Gabryelo e Dudu também poderiam ser utilizados neste restante de temporada.

Entre os contratados, Barreto, Fábio, Felipe Amaral e Tobias precisam aumentar a efetividade, a produtividade e a resistência física, para defender e atacar em alta intensidade. 

Foi o melhor jogo do Parede desde que foi contratado. 

Jimenez, de camisa 5, e Pineiro, ponta ofensivo, deveriam ter mais oportunidades entre os titulares.

Talvez Sosa ser escalado de lateral esquerdo ou volante.

Sport: 
Thiago Couto;
Claudinho (Augusto Pucci), Marcelo Ajul, Kayky Almeida e Edson Lucas; 
Willian Oliveira (Biel), Zé Gabriel e Diego Hernández (Dudu); 
Juan Alano (Carlos de Pena), Perotti e Clayson (Marlon). 
Técnico: Gilmar Dal Pozzo

América:
Bruno Brígido; 
Fábio (Murilo Povoa), Rafa Barcelos, Ricardo Silva e Ostchega; 
Felipe Amaral (Otávio), Barreto (Heitor) e Júlio; 
Guilherme Parede (Ítalo), Willian Bigode (Alex Silva), e Marcelo Maçola. 
Técnico: Douglas Leite

sábado, 22 de agosto de 2026

Novorizontino 3 x 0 América

O baixo desempenho dos jogos anteriores sob o comando do Louzer, previsivelmente, foi repetido, porque o time continuou sem consistência defensiva, o meio-campo, com um volante e Yago de falso 8, sem poder de criação, finalização e marcação, e na superação de piorar o que estava ruim, a escalação do Bigode, Mastriani e Paulo Victor, praticamente três centroavantes, evidenciou a incapacidade de criar um padrão para jogar em função do Mastriani, principal centroavante definidor da equipe, para transformar em finalizações e gols as assistências e cruzamentos recebidos.

Ainda assim, a péssima campanha, numa mistura de escolhas equivocadas e consequências, e outras falhas, refletiu a ausência de um diretor de futebol com dedicação exclusiva, sem contar um gerente com experiência vitoriosa de vestiário, demissão do Valentim, Roger e Louzer, excesso de contratações e dispensas, e elevado número de lesões para uma equipe que praticamente disputou uma competição desde a eliminação na Copa do Brasil.

Apesar de poder fazer parte da resolução, sem a responsabilidade de ser solução, a saída do Thauan deveria ter sido mais bem administrada, porque é um atacante mais agudo que Everton, Gabriel Barros e Parede, utilizados pelo Louzer.

Até a dispensa do Val e Yago Santos reduziu as opções de volantes da equipe, ainda mais com as lesões do Alê e Domingos.

Mais os empréstimos do Samuel, mais pronto que Dahora, e Jhonatan, atacante de lado, para Uberlândia. 

O promissor Yago, Sub-20 em processo de aprimoramento e oscilação, involuiu de falso 8, em vez de ser aprimorado na posição de camisa 10 ou meia-atacante de lado.

Tanto é que se Yago fosse reforçar o Sub-20, as opções de volantes seriam Gabryelo, Murilo e Otávio, e de camisa 10 Júlio e Yago, e com possibilidade do deslocamento do Yago para a ponta esquerda. 

Embora tenha falhado no segundo gol do Novorizontino, Jimenez deveria ter sido escalado mais vezes para ser o típico primeiro volante camisa 5, com foco no marcação e bola pro mato, porque é jogo de campeonato. 

O esforçado Paulo Victor deveria ser mais bem trabalhado para aumentar a eficácia nas finalizações, porque a principal função de um centroavante é fazer gols.

Parede também é bastante empenhado, mas sem poder ofensivo ou mal utilizado pelo Louzer. 

Torcer para Pineiro ser um atacante agudo, com poder de fazer assistências, finalizações e gols.

Marcelo Maçola será mais eficiente de centroavante artilheiro definidor.

Mas como no futebol o legado inexiste, os acertos são mais na base da tentativa, momento de recomeçar a reconstrução americana. 

O experiente Ricardo Drubscky poderia ser uma das opções para ser o Diretor de Futebol, com plenos poderes, e Fábio Júnior ou Milagres ou Moisés ou ex-jogador do Coelhão, opções de gerente técnico. 

Novorizontino:
Jordi; 
Madson, Patrick, Sander e Luís Oyama; Rômulo (Nicolas Careca), Robson (Carlão) e Léo Naldi (Marlon); 
Gabriel Bahia, Diego Mathias (Vinícius Paiva) e Reidiney (Juninho). 
Técnico: Enderson Moreira.

América:
Brigido; 
Luca Sosa, Manoel (Jiménez), Ricardo Silva.
Alex Silva, Yago (Piñeiro), Barreto (Felipe Amaral), Tobias;
Paulo Victor, Mastriani (Parede), Bigode (Elizari)
Técnico: Anderson Gomes

quarta-feira, 19 de agosto de 2026

América 1 x 3 Athletic

O América, sob o comando do Louzer, desperdiçou tempo para fazer mudanças necessárias, porque faltou aumentar a consistência defensiva, o rendimento do Felipe Amaral, de único volante, e do Yago, de falso 8, despencou, e o time ficou sem poder de decisão, com Gabriel Barros, Everton, Parede e Paulo Victor, em vez de ter criado um padrão para jogar em função do Mastriani, centroavante definidor com histórico de artilheiro.

Mastriani fez um gol, um invalidado, e foi o único destaque do time, mas é reserva, porque no atual decadente futebol brasileiro, o centroavante é mais valorizado por pressionar a saída de bola do que ser artilheiro decisivo. 

Na inversão das prioridades das funções, o volante camisa 5 precisa entrar na área e fazer gols, e o centroavante sair da área para marcar o volante adversário. 

Para enfrentar o Novorizontino fora de casa, talvez seja mais eficiente utilizar três zagueiros, pelo menos dois volantes para aumentar a consistência defensiva,  Bigode e Mastriani, na dupla de centroavantes, para ter mais poder ofensivo.

Manoel, Ricardo Silva e Sosa, com opção do Rafa, no trio de zagueiros.

Alex Silva ou Fábio ou Parede de ala.

Tobias começar jogando. 

Jimenez, primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, Felipe Amaral, para defender, atacar e jogar os dois tempos, com Barreto, Heitor e Otávio entre os substitutos, Yago mais avançado de camisa 10, Bigode e Mastriani no ataque, com opção do Maçola e Pineiro.

Outra opção seria escalar três volantes, Jimenez, Felipe Amaral e Barreto, e três atacantes, Pineiro, Mastriani e Bigode. 

Maçola poderá ser um centroavante decisivo nesta temporada e principalmente na próxima. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Thauan é mais atacante mais agudo do que Everton, Gabriel Barros e Parede.

Yago Santos é mais camisa 8 do que Yago Souza praticamente improvisado de 8.

Yago Souza atrasou o aprimoramento de camisa 10 ou preferencialmente meia-atacante pelo lado esquerdo.

Otávio e Heitor deveriam ser mais utilizados no restante da temporada.

Apesar de a promoção do Ítalo ter sido precipitada, porque perdeu ritmo de jogo no Sub-17 e no Sub-20, ainda assim, deveria voltar a jogar pelo 17 e pelo 20, para depois ser reaproveitado no principal.


América
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Luca Sosa, Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Yago (Barreto), Rodrigo Piñeiro (Italo), Parede, Paulo Victor e Bigode (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Athletic:
Luan Polli; 
Jonathan Silva, Lucas Belezi e Jhan Pool; 
Zeca, João Miguel, Jota (Yago Santos) e Enzo (Marcelo);
Kauan Rodrigues, Carlinhos (Gustavinho) e Max. 
Técnico: Alex de Souza.

Gol: Mastriani

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Botafogo-SP 2 x 1 América

Apesar das falhas na formação da equipe, dos desfalques provocados pelo excesso de lesões, da falta de um diretor técnico, exclusivo do futebol, sem contar um gerente com conhecimento de vestiário, ainda assim, o América poderia ter pontuado mais nesta Série B, porque são poucos adversários bastante qualificados, a saída do Valentim, principal responsável pelo montagem da equipe, e as escalações do Roger e depois Umberto Louzer prejudicaram o desempenho durante a competição.

Aliás, a insistência na repetição do que não funcionou sob o comando do Louzer nos jogos anteriores continuou sem funcionar na derrota para o Botafogo-SP.

Novamente faltou escalar e treinar um meio-campo mais bem posicionado e funcional, padrão Série B, com  Jimenez, um típico primeiro volante camisa 5, com foco na marcação, Felipe Amaral, um camisa 8 para defender e atacar, e Yago um camisa 10 para atacar mais do que defender.

Jimenez foi contratado para ser reserva de um camisa 5 inexistente desde a saída do Diniz. 

O rendimento do Felipe Amaral de único volante sem posição fixa sob o comando do Louzer despencou.

Vale lembrar que, a melhor fase do Felipe Amaral foi quando formou dupla com Diniz, mais recuado, sob o comando do Valentim. 

Yago deixou de ser um camisa 10 em processo de aprimoramento e oscilação e virou um 8, distante da área, sem poder de criação, finalização e marcação.

Embora tenha feito o gol numa falha da defesa do Botafogo, Elizari, contratado há dois anos para ser o substituto do Benitez, nem deveria ter renovado contrato no fim de 2025. 

Para piorar o que é ruim, Gabriel Barros e Parede são atacantes sem poder de finalização, menos ofensivos que Thauan.

Com Bigode e Pineiro vindos do DM, a prioridade poderia ser o Parede, porque Gabriel Barros deixou a desejar desde o Campeonato Mineiro. 

Sem um meio-campo criativo e dois pontas ofensivos, o esforço do Paulo Victor foi improdutivo, porque faltou Louzer ter criado um padrão de jogo para o time jogar em função do centroavante artilheiro dentro da área, preferencialmente Mastriani.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promovidos da base deveriam ser  titulares com minutagem pelo 17 e pelo 20.

Dahora é reserva no Sub-20. 

Samuel, emprestado para o Uberlândia, foi mais muito produtivo no Sub-17 e Sub-20 do que Dahora. 

Luidy deveria ter jogado mais pelo 17 e 20 antes de ser promovido.

Itálo, no primeiro ano do Sub-17, deveria ter jogado mais pelo 17 e sido titular no 20 antes de ser promovido.

Otávio, é o mais pronto do Sub-20.

Ainda as possibilidades do Gabryelo e Enrico.

Enfim, talvez por ter sido mal assessorado, ainda mais sem um Diretor Técnico de futebol, Louzer perdeu o tempo de preparar e escalar melhor o time nos jogos comandados por ele.

Botafogo:
Victor Souza; 
Ericson, Patrick Brey, Morelli; 
Hygor, Rafael Gava, Wallace, Matheus Sales, Gabriel Inocêncio, Wesley, Zé Hugo. Técnico: Cláudio Tencati

América: 
Gustavo; 
Dahora (Bigode), Manoel, Luca Sosa e Dalbert (Tobias);
Felipe Amaral, Elizari(Person), Yago; 
Gabriel Barros (Mastriani), Paulo Victor, Parede(Piñeiro)
Técnico: Umberto Louzer. 
Gol: Elizari

terça-feira, 28 de julho de 2026

América 1 x 0 Goiás

Pênalti defendido e seis defesas feitas pelo Gustavo, supereficácia ofensiva nas duas finalizações certas, com um gol do Paulo Victor numa assistência do Mastriani, e três grandes chances do Goiás finalizadas na trave foram determinantes para o Coelhão conquistar a vitória.

Mas as possiblidades da reação na Série B vão depender da remontagem do time titular, da utilização de estratégias e táticas mais equilibradas entre defender e atacar, e principalmente do aproveitamento dos lesionados liberados pelo DM, dos pratas da casa com mais minutagem, e o desuso dos contratados pouco produtivos nesta temporada, porque a consistência defensiva, o poder de criação, finalização e decisão vão precisar ser bem maiores.

Entre as principais opções, Alex Silva, Fábio, Dalbert e Tobias nas laterais, Manoel, Rafa, Ricardo Silva e Sosa, zagueiros, Gabryelo, Jimenez, Felipe Amaral, Júlio, Murilo, Otávio, Person e Yago, no meio-campo, Segovinha, caso seja liberado pelo DM, Bigode, ìtalo, Mastriani, Parede, Paulo Victor e Pineiro, atacantes.

Mesmo assim, vai faltar um típico camisa 10, mais criativo, decisivo e ofensivo, e dois pontas agudos, com poder de fazer assistências e gols, porque o posicionamento funcional do Person e Yago, ainda mais quando jogam juntos, está mais de camisas 8, distante da área, em vez de um deles executar a função de um camisa 10, a fim de aumentar a eficácia ofensiva. 

Na ausência de um ponta esquerda agudo, Yago também poderia jogar de meia-atacante pelo lado. 

Aliás, uma das mudanças na escalação , na estratégia e na tática, para aumentar a consistência defensiva do meio-campo e o o posicionamento tático ficar mais bem distribuído, seria Jimenez, camisa 5 para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, camisa 8 para defender e atacar, e Person e Yago, camisa 10, para ser mais ofensivo, pisar mais na área, fazer assistências e gols. 

Gabryelo, Murilo e principalmente Otávio e Júlio, promissor meio-campo da base, seriam opções de substituição. 

Otávio, o mais pronto do Sub-20, poderia jogar de primeiro ou segundo volante, e Júlio de segundo volante, ou meia armador centralizado ou até pela ponta direita. 

Outra mudança na estratégia para aumentar a eficácia ofensiva seria o time jogar em função do Mastriani, artilheiro decisivo dentro da área. 

Pineiro é a esperança de atacante agudo, para partir pra cima, passar pelo adversário, fazer assistências, finalizações e gols. 

Ainda utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com dois atacantes mais artilheiros. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Manoel, Luca Sosa (Rafa) e Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Elizari (Ostchega) e Yago;
Gabriel Barros (Mastriani), Parede (Dahora) e Paulo Victor (Ítalo). 
Técnico: Umberto Louzer

Goiás: 
Thiago Rodrigues; 
Rodrigo Soares (Djalma Silva), Lucas Ribeiro, Ramon Menezes e Nicolas; 
Juninho (Esli García), Lourenço (Brayann), Filipe Machado e Lucas Lima (Anselmo Ramon); 
Jean Carlos (Gegê ) e Cadu. 
Técnico: Mozart Santos
Gol: Paulo Victor

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Avaí 2 x 1 América

 Umberto Louzer perdeu o tempo de buscar a reação americana, porque, nos oito jogos comandados por ele, insistiu num meio-campo, com baixo poder de marcação, num ataque, com baixo poder ofensivo, e em promovidos da base, com baixa minutagem no Sub-20 e até Sub-17.

A possibilidade de recuperação seria maior com a escalação do Jimenez, camisa 5, e Felipe Amaral, camisa 8, para aumentar a consistência defensiva no meio-campo, e o time jogar em função do Bigode e Masstriani, únicos atacantes da equipe com histórico de artilheiros, para aumentar a eficácia ofensiva. 

Mas três técnicos na temporada, com necessidade de um quarto, elevado número de jogadores contratados e dispensados, ainda sem um camisa 10 criativo e decisivo, e dois pontas agudos, artilheiros e assistentes, evidenciaram falhas na estrutura do futebol, que era comandada pelo Dower, Euler, Fred Cascardo e Kleberson, e passou a ser centralizada no Paulo Assis, que tem perfil mais administrativo do que técnico. 

Apesar dos desfalques e das lesões do Felipe Amaral, Domingos e Segovinha durante o jogo contra o Avaí, mais uma vez os comandados do Umberto Louzer desperdiçaram a oportunidade de conquistar a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado, a ineficiente escalação do meio-campo e ataque utilizados contra o Londrina e Ceará foi repetida, e titulares e substitutos poderiam ter sido mais bem escolhidos.

Seria mais bem distribuído ter começado com Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e Paulo Victor.

No segundo tempo, Domingos, que entrou e machucou, depois Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido, entrariam no lugar do Felipe Amaral, machucado, Elizari no lugar do Yago, Parede substituiria Segovinha, com lesão, e Gabriel Barros, em caso de necessidade e de acordo com as condições do jogo, entraria no lugar do Mastriani ou Paulo Victor.

O elevado número de lesões para uma equipe, que praticamente disputou só uma competição, e a queda de rendimento físico nos segundos tempos dos jogos, também prejudicaram o desempenho do Coelhao nesta Série B.

Avaí:
Igor Bohn; 
Wallison (Wenderson), Allyson, Jefferson e Quaresma (Sorriso); 
Zé Ricardo (Del Piage), Luiz Henrique, Daniel Penha e Jean Lucas (Léo Gamalho); Thayllon e William. 
Técnico: Allan Aal.

América:
Gustavo; 
Filipe Dahora, Luca Sosa, Manoel e Dalbert; Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Yago Souza (Gabriel de Oliveira) e Segovinha (Gabriel Domingos) (Elizari); Gabriel Barros (Luidy), Parede e Paulo Victor. 
Técnico: Umberto Louzer.
Gol: Paulo Victor

domingo, 19 de julho de 2026

América 1 x 1 Ceará

Os comandados do Umberto Louzer, mais uma vez, desperdiçaram uma grande oportunidade de ter conquistado a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado,, a ineficiente escalação e o resultado contra o Londrina foram repetidos, as mudanças demoraram a serem feitas, e poderiam ter sido melhores. 

Para piorar o que foi ruim contra o Londrina, Parede, contra o Ceará, abandonou a ponta e tentou jogar de centroavante, mas sem poder de finalização. 

Destaque para a eficácia ofensiva do Segovinha quando ocupou o espaço de atacante dentro da área, em vez de armador, improdutivo nas assistências para finalizações e gols. 

Aliás, a estratégia ofensiva deveria ser escalar dois pontas agudos e o time jogar para Mastriani, principalmente dentro da área, ser o artilheiro decisivo. 

Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e o mais ofensivo entre Gabriel Barros ou Parede formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído. 

Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação, Fellipe Amaral, camisa camisa 8 que caiu de  rendimento desgastado de único volante, para defender e atacar. Yago, camisa 10 para atacar mais do que defender, pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Segovinha de ponta ofensivo, e Parede, com função de ser assistente e finalizador, com Mastrinai de centroavante definidor, formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído.

Na ausência do Bigode, uma opção para jogar com dois centroavantes seria Mastriani e Paulo Victor, em vez de Parede e Paulo Victor. 

Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido pro principal, Domingos, Elizari, Paulo Victor, e Gabriel Barros ou Parede seriam as opções de substituição. 

Para vencer o Avaí fora de casa, poderá ser mais eficiente escalar Manoel e Sosa, na zaga, Jimenez, Felipe Amaral e Yago, no meio-campo, Segovinha, Mastriani e Piñeiro, no ataque. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva (Rafa), Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral, Yago Souza (Jiménez), Segovinha (Júlio); 
Gabriel Barros, Parede (Ítalo) e Paulo Victor (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Ceará:
Richard; 
Bryan Borges, Júlio, Éder e Sanchez; 
Richardson (Pavani), João Gabriel (Vina), Giulio e Lucas Mugni (Juan Alano);
Melk (Lodovico) e Lucca (Renzo López). 
Técnico: Daniel Paulista.

Gol: Segovinha

quarta-feira, 15 de julho de 2026

América 1 x 1 Londrina

O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.

Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo. 

Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.

Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode. 

Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.

Otávio, destaque do sub-20,  deveria ser mais bem aproveitado no principal.

Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação,  Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal. 

Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .

Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.

Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro. 

Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode). 
Técnico: Anderson Gomes.

Londrina: 
Kozlinski; 
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur); 
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego. 
Técnico: Rogério Micale.

Gol: Segovinha

sábado, 4 de julho de 2026

Cuiabá 1 x 0 América

A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.

Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos. 

Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda. 

Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade. 

Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan. 

Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.

Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados. 

Cuiabá:
Marcelo Carné; 
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan. 
Técnico: Eduardo Barros.

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito); 
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Operário 1 x 0 América

Defeitos, provocados pelas falhas na formação da equipe nesta temporada, foram repetidos.  

Laterais ineficientes na defesa e no ataque. Zagueiros desprotegidos pelo meio-campo, pouco marcador com um volante escalado. Ausência de um camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador. Atacantes de lados sem partir pra cima, vencer duelos individuais, fazer assistências e finalizar.

Ainda assim, do meio-campo para a frente, poderia pelo ter sido mais bem escalado, competitivo e equilibrado, com Jimenez, para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, para defender e atacar, e Person, para atacar mais do que defender, Bigode e Mastriani, os únicos atacantes com histórico de artilheiros, e o mais ofensivo entre Gabriel Barros e Segovinha, 

Otávio e Yago, os mais prontos do sub-20 para jogar no principal, seriam as opções para o meio-campo, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução. 

Gabriel Barros ou Segovinha, Paulo Victor, centroavante sem ser escalado pelo lado, e Everson seriam opções para o ataque.

Aliás, embora seja sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, Thauan parte mais pra cima, vence mais duelos individuais e é mais agudo, que Everton, Gabriel Barros e Segovinha.

Yago Santos também poderia ter sido utilizado nos jogos que só um volante foi escalado

O afastamento dos dois poderia ter sido mais bem trabalhado,  porque reduziu ainda mais as opções de reposição. 

Operário: 
Vagner; Mikael Doka, Miranda, Cuenú e Gabriel Feliciano (Neto Paraíba); 
Matheus Trindade, Vinicius Diniz (Caio Dantas) e Boschilia; Aylon (Moraes), Pablo (Índio) e Berto (Felipe Augusto). 
Técnico: Luizinho Lopes.

América: 
Gustavo; 
Jhonny (Léo Alaba), Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Dalbert;
Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Person (Yago) e Segovinha; 
Everton (Paulo Victor), Bigode, Gabriel Barros (Mastriani).
Técnico: Umberto Louzer.


quinta-feira, 25 de junho de 2026

América 0 x 1 Criciúma

Falhas de posicionamento no gol sofrido, meio-campo sem criação e marcação, os dois pontas sem fazer assistências, vencer duelos individuais e finalizar prejudicaram o desempenho. 

Para piorar o que estava ruim, o ponta direita foi jogar de ponta esquerda e depois lateral direito, o lateral direito virou lateral esquerdo, o lateral esquerdo passou para a zaga e o centroavante entrou na ponta direita e depois ponta esquerda.

Poderia ser sido mais bem distribuído entre titulares e reservas, produtivo e equilibrado no defender e atacar ter escalado Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Otávio, titular rodado no sub-20, Yago, Gabriel Barros, Paulo Victor e Everton seriam opções de reposição.  

Ainda assim, Jimenez precisaria defender mais do que atacar, Felipe Amaral defender e atacar, Person atacar mais do que defender, pisar na área e finalizar, Segovinha acertar cruzamentos e finalizações, Bigode e Mastriani serem decisivos. 

Dalbert e Jhonny precisariam aparecer pro jogo, buscar a linha de fundo e acertar cruzamentos. 

Na rodada 15 da Série B, contra  o Operário na casa do adversário, ainda falta definir um modelo de jogo de acordo com o perfil da equipe, o time titular mais competitivo, e substitutos mais eficientes. 

Poderá ser mias interessante utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com Bigode e Mastriani no ataque. 

América:
William; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel (Ítalo) e Dalbert;
Jiménez (Felipe Amaral), Person e Segovinha (Paulo Victor);
Everton, Mastriani (Bigode), Gabriel Barros (Yago)
Técnico: Umberto Louzer.

Criciúma:
Airton; 
Rodrigo, Luciano Castán, Cesar Martins (Bruno Alves) e Marcelo Hermes; 
Willean Lepo, Eduardo e Gui Lobo; 
Fellipe Mateus, Otero (Jhonata Robert), Waguininho (Cauê). 
Técnico: Eduardo Baptista.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fortaleza 0 x 3 América

Duas finalizações do Fortaleza na trave, dez defesas salvadoras do Gustavo, eficácia ofensiva, do Segovinha e Gabriel Barros nos dois primeiros gols, e na jogada do pênalti sofrido pelo Yago e convertido pelo Bigode, influenciaram diretamente na goleada do Coelhão sobre o Fortaleza, melhor mandante da Série B.

Mas Gustavo ter sido o destaque do jogo evidenciou falhas defensivas nas chances criadas e nas finalizações do adversário dentro da área, principalmente porque faltou poder de marcação no meio-campo só com um volante.  

O 4-2-3-1 ficaria mais bem distribuído, consistente na organização e recomposição defensiva, e também eficiente na construção e transição ofensiva, com a escalação do Alê e Jimenez, dois volantes, Segovinha, Person e Gabriel Barros, no complemento do meio-campo, e Mastriani de centroavante mais avançado. 

Aliás, na busca do modelo de jogo de acordo com o perfil dos jogadores, para jogar dentro e fora de casa, a fim de aumentar o entrosamento, o 4-2-3-1, com possibilidade de variar para 4-4-2, 4-3-3 e outras variações durante o jogo, poderá ser o mais equilibrado entre defender e atacar.

Jhonny demonstrou potencial para ser mais bem utilizado entre os titulares. 

Manoel e Ricardo Silva, dupla de zagueiros, e Jimenez, primeiro volante com foco na marcação, poderão formar um trio defensivo, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão.

Embora seja necessário ser mais eficiente nas finalizações, Segovinha joga bola e tem potencial para ser articulador das jogadas pelo beirada ou centralizado. 

Gabriel Barros foi mais agudo pelo lado esquerdo.

O substituto do Dalbert em caso de necessidade é mais preocupante, porque Luidy tem baix minutagem até no Sub-20. Talvez Jhonny ou Leo Alaba ou Thallyson ou Yago seja alternativa de improvisação.

Emerson e Rafa deverão ser opções de reposição para zaga.

Além do Yago, que carece pisar mais na área, ser mais finalizador e artilheiro, o retorno do Felipe Amaral vai aumentar as opções pro meio-campo.

Mesmo assim, Otávio e Rafa deveriam ser alternativas para o meio-campo. 

No ataque, Bigode, Everton e Paulo Victor, com possibilidade do Enrico ser promovido para o principal. 

Fortaleza:
João Ricardo; 
Maílton (Maurício Mucuri), Luan Freitas, Lucas Gazal e Kauã (Welliton); 
Fuentes, Lucas Sasha, Rodrigo (Lucas Emanoel); 
Luiz Fernando, Vitinho (Lucca Prior) e Lucas Crispim (Pochettino). 
Técnico: Thiago Carpini. 

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Everton (Paulo Victor), Segovinha, Jimenez (Emerson), Person (Alê), Gabriel Barros (Yago);
Mastriani (Bigode). 
Técnico: Umberto Louzer. 

Gols: Segovinha, Gabriel Barros e Bigode.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

América 1 x 2 Atlético-GO

A utilização do 3-5-2 poderá ser mais eficiente, eficaz e funcional, para o Coelhão buscar a reação americana na Série B, porque na derrota para o Atlético-GO, a repetição das falhas defensivas, ausência de um camisa 5, de um 10, e dois pontas artilheiros facilitaram a vitória do adversário.

Dalbert rendeu menos do que pode render bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. A escalação do Everton, Gabriel, Segovinha e depois Paulo Victor aumentou o número de atacantes sem costume de decidir jogos, e reduziu o poder de marcação do meio-campo, com Alê e Felipe Amaral, dois camisas 8. 

Dois zagueiros entre Emerson, Manoel e Rafa, para formar um trio defensivo com Ricardo Silva; Leo Alaba e Dalbert, alas ou na primeira linha de 5 sem a bola, Jimenez, o típico primeiro volante com foco na marcação, Alê e Felipe Amaral, num meio-campo mais consistente, Bigode e Mastriani, dupla de atacantes com histórico de artilheiros, seriam as primeiras opções para começar o jogo contra o Fortaleza. 

Person e Segovinha seriam opções para aumentar o poder ofensivo do meio-campo. 

Jhonny, Luidy, Otávio, Val, Yago Souza, Gabriel Barros e Paulo Victor entre os primeiros substitutos.

Em caso de necessidade, improvisação do Jhonny ou Thallyson ou Yago Souza na lateral esquerda. 

Acredita, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Val), Alê (Yago Souza) e Segovinha (Bigode);
Gabriel Barros (Paulo Victor), Mastriani e Éverton.
Técnico: Umberto Louzer

Atlético-GO: 
Paulo Vítor; 
Ewerthon, Tito, Júnior Barreto e Guilherme Lopes; 
Cristiano (Natã Felipe), Matheus Índio (Leandro Vilela) e Guilherme Marques (Léo Tocantins);
Marrony (Adriano Martins), Gustavo Coutinho e Geovany Soares (Bruno José). 
Técnico: Eduardo Souza

Gol: Felipe Amaral

domingo, 31 de maio de 2026

Juventude 3 x 0 América

Falhas na formação da equipe comandada pelo Valentim, redução das opções disponíveis devido ao elevado número de lesões, e escalações equivocadas, mudanças e tentativa de o Roger utilizar um modelo de jogo de alta intensidade, incompatível com o perfil dos jogadores, influenciaram negativamente no desempenho na Série B. 

Erros do Gustavo, baixo poder de marcação dos laterais, principalmente Artur e Leo Alaba, desfalque do Ricardo Silva, e ausência de um primeiro volante, o desvalorizado cabeça de área, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, prejudicaram o setor defensivo do meio-campo para trás. 

Ausência de um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos, meio-campo formado mais por segundos volantes, com Person e Yago Souza distantes da área adversária, e pouca utilização do Alê e principalmente Bigode entre os titulares pelo Roger diminuíram o poder ofensivo, especialmente do Mastriani, que parou de fazer gols, sem assistências do Bigode, de um camisa 10, e cruzamentos da linha de fundo para serem finalizados dentro da área. 

Apesar na necessidade financeira de executar mais de um função no mesmo cargo, também faltou um diretor exclusivo para o futebol, até um gerente técnico, com experiência de vestiário, e um representante do América, com autonomia para acompanha o dia a dia do futebol. 

Ainda assim, o América poderia ter pontuado mais nesta Série B, pelo menos para ficar fora da zona do rebaixamento. 

O desafio inicial do Umberto Louzer será adaptar um modelo de jogo de acordo com o perfil dos jogadores, aumentar a consistência defensiva, depois o poder criativo e ofensivo.

A escalação do Gustavo ou William vai depender de uma avaliação mais criteriosa dos preparadores dos goleiros. 

Poderá ser mais eficiente utilizar três zagueiros ou quatro jogadores no meio-campo.

Emerson, Manoel, Ricardo Silva, Nathan e Rafa são opções para a dupla ou trio de zaga. 

Rafa poderia ser utilizado na posição de primeiro volante ou lateral direito, com função mais defensiva.

Jhoony e Dalbert deveriam ser as primeiras opções de alas ou laterais, com a improvisação em caso de necessidade do Rafa na lateral direita e do Yago Santos na ala esquerda. 

O meio-campo inicial seria formado por 3 ou 4 jogadores entre Alê, Felipe Amaral, Person, Rafa, Val e Segovinha, deslocado para o centro, com possiblidades do Otávio e Yago Souza.

Talvez Rafa, Alê, Felipe Amaral e Segovinha, mais preventivo, ou Alê, Felipe Amaral e Person ou Segovinha, mais ofensivo.

O ataque com dois ou três atacantes inicialmente entre Bigode, Mastriani e Segovinha. 

E a possibilidade de dobra pela esquerda com Artur e Dalbert.

Jhonatan deveria ser preparado para ser atacante pelo lado direito ou centroavante. 

Gabriel Barros, Everton, Thuan e Yarlen precisam ser mais assistentes e artilheiros decisivos. 

Juventude:
Jandrei; 
Gabriel Pinheiro, Messias, Marcos Paulo e Diogo Barbosa; Nathan Santos (Aderlan), Lucas Mineiro e Raí Silva (Iba Ly); 
Manuel Castro (Carlinhos), Fábio Lima (Wadson) e Alan Kardec (Alisson Safira). Técnico: Maurício Barbieri

América: 
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Rafa Barcelos e Arthur (Dalbert); 
Felipe Amaral (Otávio), Val; Elizari (Thauan);
Segovinha (Gabriel Barros), Mastriani e Everton (Bigode). 
Técnico: Roger 

segunda-feira, 25 de maio de 2026

América 1 x 2 Vila Nova

Faltou transformar o volume de jogo dos primeiros 30 minutos em gols feitos, nas finalizações do Alê, Elizari, Felipe Amaral, Mastriani e Segovinha, poder de marcação pelos lados pro Artur e Leo, de finalização pro Everton, e resistência física, principalmente do Elizari, Felipe Amaral e Segovinha, o melhor do jogo, para suportar dois tempos em alta intensidade. 

Mas, apesar da limitação física, financeira, e técnica da equipe, a demora para mudar, a tentativa da manutenção da estratégia de pressão alta no segundo tempo, e as mudanças feitas pelo Roger, novamente, pioraram o desempenho, porque o Vila Nova, depois do gol do Nathan, começou a tomar conta do jogo, criou chances para empatar e até virar, e na segunda etapa, o América, mais desgastado fisicamente, perdeu poder criativo, de marcação e ofensivo, com a entrada do Gabriel Barros e Val, ambos sem ritmo de jogo, e do Jhonatan, que tem mais potencial de atacante para ser trabalhado do que camisa 10. 

Poderia ter sido mais eficiente ter utilizado uma estratégia mais equilibrada entre defender e atacar ou mais reativa no segundo tempo, com a entrada de jogadores com mais ritmo de jogo. 

No 4-3-3, Dalbert no lugar no Artur, no intervalo, Otávio, para reforçar a marcação, no lugar do Felipe Amaral, Thauan no lugar do Segovinha, Yago Souza no lugar do Elizari, e Bigode no do Everton. 

Outra possibilidade seria utilizar o 3-5-2, com Artur deslocado para zaga, Dalbert no lugar do Everton, Jhonny no do Leo Alaba, Otávio no lugar do Felipe Amaral, Yago Souza no do Elizari e Bigode no Segovinha, para formar dupla de centroavantes com Mastriani. 

Mesmo assim, vai ser preciso contratar pelo menos um lateral direito, um típico primeiro volante, para jogar na frente dos zagueiros, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols.

Também falta um diretor exclusivo do futebol para buscar a reação americana, a fim de permanecer na Série B.

América: 
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Rafa, Artur; 
Alê (Thauan), Felipe Amaral (Val) e Elizari (Jhonatan);
Segovinha (Gabriel Barros), Mastriani, Everton (Bigode)
Técnico: Roger 

Vila Nova: 
Helton Leite; 
Dudu (Nathan Camargo), Tiago Pagnussat, Anderson Jesus e Higor; 
João Vieira (Elias), Willian Maranhão e Marquinhos Gabriel (Willian Formiga); 
Ryan (Hayner), Janderson e Gustavo Puskas (André Luís). 
Técnico: Guto Ferreira

Gol: Nathan

quarta-feira, 20 de maio de 2026

São Bernardo 1 x 1 América

Ausência de um zagueiro entre os reservas, saída do Artur, Felipe Amaral e Nathan, três substituições por necessidade física, e o gol anulado do Rafa prejudicaram o melhor desempenho, principalmente no primeiro tempo, dos comandados do Roger, a força de vontade na base da superação no segundo tempo, e influenciaram no resultado, que deveria ter sido a vitória do Coelhão sobre o líder da Série B.

Gustavo, Artur, Nathan e Rafa na defesa, Felipe Amaral, depois Otávio, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, e principalmente Alê e Elizari, os mais experientes, no meio-campo, e Segovinha e Mastriani, no ataque, apareceram pro jogo e fizeram a diferença, até o esgotamento físico no segundo tempo, ainda mais com as opções reduzidas de substituição. 

Apesar de Otávio ter entrado com personalidade, em condições normais, entraria no segundo tempo, talvez no lugar do Elizari. Dalbert ou Paulinho, no lugar do Everton para fazer dobra com Artur. Thauan, no lugar do Segovinha, e Bigode no lugar do Mastriani. Ainda a opção do Yago Souza, em caso de necessidade no lugar do Alê. 

Mas a equipe deverá ficar mais encorpada para buscar a vitória sobre o Vila Nova.

Emerson, Manoel, Nathan, Rafa e Ricardo Silva vão aumentar as opções para formar dupla ou trio de zagueiros. 

Leo Alaba e Jhoony, para a lateral direita, Artur, Dalbert e Paulinho, para a esquerda. 

Alê, Elizari, Felipe Amaral, Otávio, Yago Souza e Val para o meio-campo. 

Ainda assim, Rafa poderia ser opção de primeiro volante, com foco na marcação, para vencer duelos individuais pelo alto e pelo chão. 

Bigode, Gabriel Barros, Everton, Mastriani, Segovinha e Thauan, ainda Dalbert ou Paulinho para fazer a dobra pela esquerda, opções do trio ofensivo. 

Poderá ser mais eficiente utilizar Alê, Felipe Amaral ou Otávio, Elizari, Segovinha, Mastriani e Bigode entre os titulares. 

Acredita, Coelhão! 

São Bernardo: 
Alex Alves; 
Rodrigo Ferreira, Hélder (Jemerson), Augusto e Pará; 
Marcão Silva, Romisson (Hyoran) e Dudu Miraíma; 
Echaporã (Lucas Rian), Daniel Amorim (Felipe Garcia) e Pedro Vitor (Daniel Davi)
Técnico: Ricardo Catalá.

América: Gustavo;
Léo Alaba, Nathan (Paulinho), Rafa, Artur (Dalbert);
Alê, Felipe Amaral (Otávio), Elizari; 
Segovinha (Jhonny), Mastriani e Everton (Thauan).
Técnico: Roger

Gol: Elisari

segunda-feira, 11 de maio de 2026

Náutico 4 x 0 América

Embora as dificuldades financeiras para montar uma equipe competitiva com baixo orçamento sejam maiores, porque o futebol até na Série B, depois das bets e safs, ficou bastante inflacionado, ainda assim, a eliminação precoce na Copa do Brasil, planejamento equivocado na Sul-Sudeste, saída do Valentim, e queda de rendimento sob o comando do Roger evidenciaram falhas na formação da equipe, com contratados que ainda não justificaram as respectivas contratações, sem pelo menos um típico primeiro volante camisa 5, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos.

Faltou um diretor técnico exclusivo do futebol, com experiência de vestiário, para acompanhar o dia a dia no CT, viajar com a delegação, participar das entrevistas, e principalmente com capacidade de aprovar, indicar e vetar contratações sugeridas pelo Departamento de Análise e pelo Valentim, de acordo com as necessidades do time. 

Apesar do elevado número de lesionados para uma equipe, que praticamente disputou poucas competições simultâneas neste início de temporada,  o América do Valentim era o time da Série B com mais finalizações, passes certos, e entre os primeiros com mais cruzamentos.

As escolhas do Roger pioraram o rendimento, porque o time americano perdeu volume de jogo, diminuiu o número de finalizações, de grandes chances criadas e gols feitos, e principalmente o desempenho coletivo e individual dos jogadores, entre eles Mastriani, artilheiro do Coelhão na Série B, com três gols marcados em assistências do Bigode, despencou.

Faltou Roger encaixar Alê, Bigode e Mastriani, jogadores mais rodados, e os mais novos que pelo menos foram mais utilizados no Mineiro 2026, e especialmente os jogadores absorverem o modelo de jogo idealizado pelo novo técnico. 

Poderia ter sido mais interessante Rafa ter jogado de primeiro volante contra o Cianorte e o Náutico, com Alê e Felipe Amaral no meio-campo, Bigode e Mastriani no ataque. 

A busca da permanência na Série B vai depender das mudanças das novas escolhas feitas pelo Técnico, de os jogadores comprarem a ideia do treinador, ou o treinador utilizar um modelo de jogo de acordo com as características da equipe, e principalmente de reforços qualificados na segunda janela. 

América: 
Gustavo;
Nathan, Emerson (expulso), Rafa;
Jhonny (Léo Alabá), Felipe Amaral, Otávio, Yago (Alê), Paulinho;
Thauan (Artur), Bigode(Jhonatan). 
Técnico: Roger

Náutico: 
Muriel; 
Yuri Silva, Betão, Igor Fernandes, Reginaldo, 
Samuel (Auremir), Wenderson (Halan), Dodô (Júnior Todinho)
Victor Andrade (Felipe Saraiva), Vinícius, Derek (Felipe Cardoso). 
Técnico: Hélio dos Anjos


sexta-feira, 8 de maio de 2026

América 3 x 2 Cianorte

Rafa deveria ter jogado de primeiro volante, com foco na marcação, formado o meio-campo com Alê e Otávio, e o trio ofensivo ser Bigode de centroavante, Thauan e Yago Souza, pelas pontas. Faltou eficácia na bola parada ofensiva, Bigode e Mastriani formarem dupla de atacantes ou um trio ofensivo com Thauan. Mas enfrentar um adversário, em vez de só treinar, foi bastante proveitoso, porque desinibiu o Jhoony, recuperou Paulinho e Yago Souza, reutilizou Alê e Bigode, revelou Otávio, e Jhonatan demonstrou potencial de atacante finalizador. 

Para buscar a vitória sobre o Náutico, o meio-campo poderá ser Alê, Felipe Amaral, Otávio ou Yago Santos ou Yago Souza ou Segovinha, com Bigode e Mastriani no ataque. 

Otávio e Yago Santos são opções para reforçar a marcação.

Yago Souza opção de pisar na área, ser assistente, decisivo e finalizador.

Segovinha é opção de articulação pelo centro ou pelo lado no 4-3-3.

Ainda Jhonatan, Everton, Yarlen e Thauan de atacantes finalizadores. 

E as possiblidades do retorno do Artur, Ricardo Silva e Val.

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Nathan (Léo Alaba), Emerson, Rafa Barcelos (Thallyson);
Jhonny, Alê (Yago Santos), Otávio, Paulinho;
Thauan (Everton Brito), Bigode, Yago Souza (Jhonatan)
Técnico Roger

Cianorte: 
Igor Castro; 
Cristovam, Allan Bahia, Jakão e Sony Anderson;
Kaká (Ibson)(Luciano), Dener e Felipe Laurindo (Carlito); Hiaguinho, Crysthyan (Daniel) e Robson Luiz (Reifit). 
Técnico Rafael Ferro.

Gol: Yago Souza, Paulinho e Jhonatan.


segunda-feira, 4 de maio de 2026

América 1 x 2 CRB

Apesar da necessidade de reforços qualificados, de pelo menos um camisa 5 com foco na marcação, um camisa 10 e dois pontas com histórico de assistências e gols feitos, que já deveriam ter sido contratados para o Mineiro e especialmente Copa do Brasil; da limitação física, devido ao elevado número de jogadores no DM, para uma equipe que disputou poucas competições simultâneas neste início de temporada, ainda assim, a aposta do Roger, em jogadores pouco rodados piorou o desempenho nesta Série B, contra a Ponte Preta e principalmente o CRB, quando foi dominado pelo adversário. 

O time ficaria mais cascudo com Alê, Felipe Amaral, Person, Bigode, Mastriani e Segovinha, porque sem um típico primeiro volante na equipe, Alê é o mais bem preparado para jogar recuado, Felipe Amaral é mais produtivo de camisa 8, Person jogaria mais avançado, pisaria mais na área para fazer assistências e finalizar, e Mastriani sem Bigode rendeu pouco e foi substituído nos três jogos sob o comando do Roger. 

Elizari, Paulo Victor, Yago Santos, Yago Souza, Yarlen e Thauan seriam opções de substituição, em caso de necessidade. 

Aliás, o amistoso contra o Ciarnote, pela Sul-Sudeste, será mais uma grande oportunidade para testar outras formações e sistemas com os jogadores do time principal. 

No 3-5-2 ou 4-3-3, o meio-campo seria Alê, Felipe Amaral e Person, ou 4-4-2, com o losango formado pelo Rafa, Alê e Felipe Amaral, e Person.

O ataque com três atacantes seria Segovinha, Mastriani e Bigode, e com dois centroavantes, Bigode e Mastriani.

Elizari, Yago Santos, Yago Souza seriam opções do meio-campo.

Thauan, Paulo Victor e Yarlen, de atacantes. 

Ainda Jhonatan, que tem mais potencial para ser aprimorado de atacante, porque finaliza bem de pé esquerdo, do que armador. 

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Nathan, Emerson e Paulinho; 
Felipe Amaral (Alê), Person (Yago Souza) e Yago Santos (Jhonatan); 
Segovinha (Zizero), Mastriani (Bigode), Thauan.
Técnico Roger Silva

CRB: 
Matheus Albino; 
Hereda, Wallace, Henri e Lucas Lovat; 
Patrick de Lucca, Pedro Castro (Guilherme Estrela) e Danielzinho; 
Douglas Baggio (Thiaguinho), Mikael (Luiz Phellype) e Dadá Belmonte (Guilherme Pato). Técnico Eduardo Barroca

Gol: Emerson

sexta-feira, 1 de maio de 2026

Chapecoense 2 x 1 América

Jogadores do time principal, com necessidades de aprimoramento para buscar a reação americana no Brasileirão, deveriam ter sido utilizados, porque o nível de dificuldade num jogo é maior do que num treino sem adversário. 

Paulinho e principalmente Jhonny carecem fazer mais cruzamentos precisos da linha de fundo. Emerson e Nathan terem mais poder de marcação e menos erros na saída de bola. Yago Santos ser mais finalizador e passador. Person e Yago Souza serem mais criativos, decisivos e finalizadores Rafa deveria ter sido o primeiro volante mais defensivo. Jhonatan, o ponta pelo lado direito, porque tem poder de finalização com o pé esquerdo e mais potencial de atacante do que armador. Paulo Victor ser mais artilheiro, e Everton e Yarlen mais assistentes e finalizadores. 

Destaque para o gol do Pedro Geovane e o potencial ofensivo de camisa 10 do Júlio que, sem queimar etapas, serão fundamentais para a classificação do Coelhãozinho no G8 do Brasileirão Sub-20.

Mas a reação americana na Série B vai depender dos jogadores mais rodados ou pelo menos foram mais utilizados durante o Mineiro 2026.

Sem Rafa e Ricardo Silva, os melhores zagueiros da equipe, Nathan e Emerson formariam a dupla de zaga.

Jhonny e Dalbert nas laterais, com opção da dobra pelo lado esquerdo com Paulinho e Dalbert.

Sem o típico primeiro volante na equipe, Alê, Felipe Amaral e Val, no meio-campo.

Se Val estiver no DM, Person, com opção do Yago Souza, ser o camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador

Segovinha, que carece ser mais atacante do que armador, e Thauan, o melhor atacante de lado, os pontas assistentes e finalizadores. 

Mastriani receber mais assistências e cruzamentos dentro da área.

Bigode seria opção ofensiva no lugar do Segovinha, mas para jogar mais avançado com Mastriani. 

Yarlen tem potencial para ser mais bem aproveitado. 

Ainda assim, a eficácia na bola parada ofensiva, principalmente cobrança de escanteios a meia-altura na primeira trave ou para nenhum jogador na segunda trave ou direto para fora, precisa ser maior, porque poderá ser decisiva. 

Vamos vencer, Coelhão!

Chapecoense:
Rafael Santos; 
Arno, Kauê, Vinicius e Mancha;
Miguel Stoco, David e Rubens; 
Alberto, Wemerson e João Bom 
Técnico: Celso Rodrigues

América:
William; 
Samuel, Wesley, Rafa, Luidy; 
Otávio, Júlio (Ítalo e Jhonatan; 
Pedro Geovane, Enrico (Derick), Yarlen
Técnico: Eduardo Abdo 

domingo, 26 de abril de 2026

Ponte Preta 1 x 0 América

A reação americana na Série B vai depender da maior utilização dos jogadores mais rodados e dos que jogaram bem o Mineiro 2026.  

Alê e Val são titulares, porque aparecem pro jogo, chamam a responsabilidade, qualificam a bola longa e o passe curto, e falta na equipe um típico primeiro volante camisa 5, o cabeça de área com foco na marcação, e um camisa 10, com mais poder de criação, decisão e finalização. 

Sem Val, mais uma evidência do elevado número de lesionados neste começo de temporada, o meio-campo deveria ser formado pelo Alê, Felipe Amaral e Person, a fim de  buscar qualificar a saída de bola e a construção das jogadas ofensivas, por meio da troca de passes. Ainda assim, Emerson e Rafa deveriam ter sido os zagueiros, Felipe Amaral e principalmente Person precisariam ser mais assistentes, criativos e finalizadores; Dalbert, Jhonny e Paulinho acertarem mais cruzamentos; Segovinha ser mais finalizador; Thuan, o melhor do jogo, ser mais decisivo, e Mastriani receber mais assistências para transformar em gols. 

Vale destacar que os três gols do América nesta série B feitos pelo Mastriani foram assistências do Bigode dentro da área. 

Em caso de necessidade, além do Paulinho, no lugar do Dalbert, Yago Souza entraria no lugar do Person, e Bigode, no lugar do Segovinha, para jogar avançado, próximo do Mastriani, com Thauan deslocado para o lado direito. 

Jogadores utilizados pelo Roger no empate com o Sport e na derrota para a Ponte Preta deveriam ser relacionados para enfrentar a Chapecoense, pela Sul-Sudeste.

Jhonny e Paulinho, que carecem buscar mais a linha de fundo e fazer mais cruzamentos precisos, seriam os laterais.

Nathan, que precisa melhorar o posicionamento na recomposição defensiva e evitar carrinhos desnecessários, formaria a dupla de zaga com Wesley. 

Embora Rafa, suspenso para enfrentar o CRB, seja o melhor zagueiro do time atual, voltaria a jogar de primeiro volante, no meio-campo, com Yago Santos, e Yago Souza, que carece pisar mais na área, ser mais criativo e artilheiro. 

Jhonatan, que tem potencial de atacante de lado para ser aprimorado, porque finaliza forte com o pé esquerdo, Paulo Victor, que carece fazer mais gols, e Yarlen, para partir pra cima e finalizar,  formariam o trio ofensivo. 

Everton, Elizari e Samuel e seriam opções de substituição. 

Ponte Preta:
Diogo Silva; 
Thalys (Justen), Lucas Cunha, Márcio Silva e Kevyson; 
André Lima, Murilo Cavalcante (Rodrigo Souza) e Bryan Borges; 
Luis Phelipe (Miguel), Diego Tavares (Jonathan Cafu) e William Pottker (Brandão). Técnico: Rodrigo Santana.

América: 
Gustavo; 
Jonny, Nathan, Rafa, Dalbert (Paulinho);
Felipe Amaral, Person (Yago Souza), Yago Santos (Jhonatan); 
Segovinha (Paulo Victor), Mastriani (Bigode), Thauan.
Técnico: Roger

domingo, 19 de abril de 2026

América 0 x 0 Sport

Na linguagem e visão de torcedor, o meio-campo, sem um típico primeiro volante camisa 5 na equipe, o cabeça de área, e com a necessidade de Person e Yago Souza serem camisa 10 mais artilheiros, criativos e finalizadores, deveria ter sido Alê, Felipe Amaral e Val, três camisas 8, e o trio ofensivo final formado pelo Jhonatan, camisa 7, Bigode, camisa 9, e Thauan, porque Jhonatan tem poder de finalização para ser atacante de lado e centroavante, Bigode, dentro da área, é artilheiro, assistente e finalizador, e Thauan parte pra cima avacoelhando geral. 

Faltou eficácia nas cobranças de escanteios, nos cruzamentos pelo alto, e nas finalizações. Dalbert e Jhony poderiam ter apoiado mais, buscado a linha de fundo, e principalmente feito cruzamentos precisos pelo alto para as finalizações do Mastriani.

Nathan e Rafa mantiveram a consistência defensiva, Jhonatan, Jhonny, Felipe Amaral, Thauan, e principalmente Segovinha e Val apareceram pro jogo.

Para vencer a Ponte Preta fora de casa, poderá ser mais eficiente manter a base do time, mas com o Alê, Felipe Amaral e Val, transformado em camisa 10, no meio-campo, com as opções do Yago Santos, camisa 8, e Yago Souza, camisa 10 para pisar na área, fazer assistências e finalizar. 

O trio ofensivo seria Segovinha, Mastriani, e Thaun, com mais apoio e cruzamentos pelo alto do Jhonny e do Dalbert ou Paulinho. 

As opções de substituições ofensivas seriam Jhonatan, de atacante pelo lado direito para infiltrar pela diagonal e finalizar de pé esquerdo, Bigode, de centroavante assistente, decisivo e finalizador, e Dalbert e Paulinho, na dobra pelo lado esquerdo, revezarem no atacar e defender, com Thauan deslocado para o lado direito ou substituído. 

Quando Ricardo Silva for liberado pelo DM, Rafa poderá voltar a jogar de primeiro volante, próximo dos zagueiros, com foco na marcação,  para combater os adversários de frente, sem precisar correr atrás. 

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Jhonny, Nathan, Rafam Dalbert (Paulinho); 
Felipe Amaral (Léo Alaba), Valm Yago Santos (Jhonatan); 
Segovinha (Alê), Mastriani (Paulo Victor), Thauan.
Técnico Roger

Sport:
Thiago Couto; 
Augusto Pucci (Madson), Marcelo Ajul (Habraão), Marcelo Benevenuto e Felipinho; 
Zé Gabriel, Zé Lucas (Biel) e Carlos De Pena; 
Chrystian Barletta, Iury Castilho (Marlon Douglas) e Perotti. 

quinta-feira, 16 de abril de 2026

América 2 x 1 Sampaio Corrêa

Paulinho, pelas ultrapassagens, Alê, Val e Segovinha, pela distribuição das jogadas com qualidade no passe, Yago Santos, pela dinamismo, intensidade e pelo gol, Paulo Victor, pelo gol de centroavante, e principalmente Thauan, porque foi agudo, partiu pra cima, venceu duelos individuais, fez assistências para gol, finalizações, e finalizou, foram os destaques. 

Embora Segovinha precise ser mais decisivo, e Thaun seja sub-22 em fase de aprimoramento e oscilação, ainda assim, ambos demonstraram potencial para formar o trio ofensivo titular com Mastriani, ou Dalbert fazer dobra com Paulinho, porque quando jogaram no 4-3-3, faltou poder de assistência, decisão e finalização para Bigode, fora da área sem ser centroavante, Gabriel Barros e Everton, e os dois lados ficaram sem atacantes agudos de velocidade. 

As opções do trio do meio-campo seriam Val, de primeiro volante, Alê e Felipe Amaral, ou Alê, Felipe Amaral e Person.

Mas, sem um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo, o 4-4-2 poderá ser mais equilibrado entre atacar e defender, Bigode e Mastriani, de centroavantes, poderão aumentar a força ofensiva. Alê, Felipe Amaral, Val, de primeiro volante, e Person seriam as opções para formar o losango no meio-campo, com Segovinha de opção para substituir Person, e Thauan formar dupla com Mastriani, e o 4-4-2, sem a bola, ser transformado em 4-3-3 e outras variações ofensivas com a bola. 

Independentemente da escalação, da estratégia e da tática, a bola parada defensiva e principalmente ofensiva precisa ser mais eficiente. 

América: 
Gustavo, 
Léo Alaba (Jhonny), Nathan, Rafa, Paulinho; 
Felipe Amaral (Alê), Val (Elizari) e Yago Santos; 
Segovinha (Yarlen), Paulo Victor e Thauan (Éverton). 
Técnico: Roger

Sampaio Corrêa-RJ: 
Zé Carlos;
Gregory, Daniel, Renan Diniz e Guilherme; 
Pablo (Walber), Natan (Lecaros), MT (Ewerton Potiguar) e Gustavo Nunes (Octávio); Elias (Paulo Victor) e Gabriel Agu. 
Técnico: Reinaldo

Gols: Paulo Victor, Yago Santos

terça-feira, 14 de abril de 2026

América 0 x 3 Novorizontino

Falhas defensivas individuais na maioria dos gols sofridos, e ineficácia ofensiva, para transformar bolas longas, cruzamentos, finalizações, passes certos e posse de bola, em gols feitos, prejudicaram o desempenho dos comandados do Valentim, na Copa do Brasil, Série B e Sul-Sudeste. 

O defeito da falta de eficácia ofensiva e profundidade pelos lados foi repetido contra o Novorizontino, porque Bigode, sem ser centroavante, foi ineficiente fora da área, embolou com Val, e o lado esquerdo e o direito, com Everton, ficaram sem atacantes de profundidade, com arrancada, explosão e velocidade para partir para cima, buscar a linha de fundo, fazer cruzamentos para as finalizações do Mastriani, ou infiltrar pela diagonal, finalizar e preferencialmente fazer gols.

Segovinha e Thauan poderiam ter sido mais ofensivos e agudos que Bigode e Everton, ou Dalbert ter feito a dobra com Paulinho pelo lado esquerdo, e Thauan ser opção pelo lado direito. Ainda assim, a eficácia ofensiva do Dalbert, Segovinha e Thauan nos cruzamentos, nas finalizações e nos gols feitos precisaria ser melhorada.  

Com ausência do Ricardo Silva e de um típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, outra opção seria ter escalado três zagueiros, com a transformação do Jhonny e Dalbert em alas ofensivos, e Bigode, dentro da área, e Mastriani formarem a dupla de centroavantes finalizadores, com opção do Segovinha ou Thauan ou Yarlen substituir o Bigode. 

Ainda opção de utilizar Felipe Amaral, Alê, Val e Person no meio-campo, Bigode, ou um atacante de velocidade e finalizador, e Mastriani no ataque. 

Aliás, o desafio do Roger será encontrar um padrão para jogar dentro e fora de casa, definir o melhor sistema tático, e principalmente encontrar a melhor escalação do meio-campo para a frente, porque falta um camisa 5, mais defensivo do que ofensivo, um 10 mais ofensivo, que pise mais na área, com poder de criação, finalização e gols, e dois atacantes agudos de lado, com poder de acertar cruzamentos, finalizar e fazer gols. 

Para vencer o Sampaio Correra na Sul-Sudeste, o time poderia ser formado pelo Willian, Jhonny, Nathan, Wesley e Paulinho, na defesa, Rafa, Yago Santos e Yago Souza, no meio-campo, Thauan, Jhonnatan e Yarlen, no ataque, com Leo Alaba, Val, Elizari, Everton e Paulo Victor para entrarem no segundo tempo. 

Ou até aproveitar o jogo em casa para Roger utilizar mais jogadores considerados titulares pelo Valentim. 

América:
Gustavo; 
Jhonny, Emerson (Nathan), Rafa Barcelos e Dalbert; 
Alê (Person), Felipe Amaral, Val (Segovinha),
Éverton (Thauan), Mastriani, Bigode (Yago Souza)
Técnico: Valentim

Novorizontino:
César; 
Carlinhos, Dantas (Patrick), Diego Galo, Sander; 
Matheus Bianqui, Luís Oyama, Rômulo; 
Ivan Alvariño,  Robson (Juninho) e Vinícius Paiva (Tavinho). 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Tombense 3 x 3 América

Repetição das falhas nos duelos individuais defensivos influenciou no resultado e prejudicou o desempenho ofensivo. 

Apesar da qualidade do Paulinho, a prioridade na cobrança do pênalti deveria ser do centroavante, que precisa ter ambição de artilheiro, mas o empenho do Paulo Victor foi recompensado pelo gol, e Paulinho se destacou pelos dois gols de pênalti. 

Person, que sem Bigode recuado fora da área, teve mais espaço para jogar, chamou a responsabilidade e apareceu pro jogo, Segovinha e Thauan, que foram bastante ofensivos, partiram pra cima, fizeram cruzamentos e  finalizaram, demonstraram potencial para serem titulares ou mais bem aproveitados na Série B. 

Aliás,  continua a certeza da dúvida na escalação do trio ou quarteto do meio-campo, formado pelo Felipe Amaral, mais recuado, Alê, Person e/ou Val, e Bigode e Mastriani, dupla de centroavantes, ou trio ofensivo com Segovinha e Thauan, dois atacantes de lado, e Mastriani, o centroavante artilheiro. 

Dalbert poderia ser opção para fazer dobra com Paulinho pela esquerda.

Mesmo assim, ainda mais com o retorno do Ricardo Silva, Rafa, o melhor zagueiro americano nesta Série B, poderia ser utilizado de primeiro volante, mais defensivo do que ofensivo, porque falta na equipe um típico camisa 5 com foco na marcação, para combater os adversários de frente, cobrir um dos laterais e proteger os zagueiros.

Tombense:
Douglas Marques; 
Kauan Diego (Diego Leandro), Donato, Breno Roma e Gustavo Xavier;
Wanderson (Matheus Chaves), Dyego e Cássio (João Vitor); 
Jupi (Juanzin), Luiz Felipe (Silvano) e Cesinha. 
Técnico: Cristóvão Borges

América:
William; 
Léo Alaba (Samuel Alves), Wesley, Artur e Paulinho; 
Yago Santos, Person e Elizari (Jhonatan); 
Segovinha, Paulo Victor e Thauan (Yarlen). 
Técnico: Diogo Giacomini (auxiliar)

Gols: Paulo Victor, Paulinho (2)


terça-feira, 7 de abril de 2026

Athletic 1 x 1 América

 O 3-5-2 ficaria mais bem distribuído, eficiente no ataque, e equilibrado entre defender e atacar, ainda mais sem um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo na equipe, com Val, no lugar do Gabriel Barros, e Bigode, mais avançado, formar dupla de centroavantes com Mastriani, porque Val tem poder de finalização, marcação e qualidade no passe, faltou Gabriel Barros partir pra cima, fazer assistências e, principalmente, finalizar, e Bigode, dentro da área, tem mais eficácia ofensiva, com mais chances de fazer assistências, finalizar, e ser artilheiro. Aliás, os três gols do Mastriani na Série B foram passes do Bigode. 

Outra opção, para encaixar Bigode e Mastriani na dupla de centroavantes, deveria ser o 4-4-2, com um losango no meio-campo formado pelo Felipe Amaral, volante mais recuado, Alê e Val, nos corredores opostos, e Person, camisa 10 avançado,  para pisar na área, e ser mais criativo, finalizador e decisivo. 

Rafa, poderia ser opção de primeiro volante, Yago Souza, que também carece pisar mais na área, ser mais finalizador e fazer gols, de camisa 10. 

Mas no 4-3-3, Bigode deveria ser o reserva do Mastriani, porque fora da área embola com Person ou Yago Souza ou o camisa 10 escalado, o time perde poder defensivo e ofensivo pelo lado esquerdo, sem um atacante de velocidade para defender e atacar. 

Segovinha, que precisa ser mais agudo, e Thauan, que precisa acertar mais a tomada de decisão, seriam os pontas ofensivos, para partir pra cima, fazer cruzamentos e finalizar, e Mastriani, o artilheiro decisivo dentro da área.

Dalbert demonstrou capacidade de fazer dobra pela esquerda com Artur ou Paulinho.

Yarlen poderia ser mais bem aproveitado. 

Os que não jogaram ou jogaram só um tempo deveriam ser relacionados para buscar a vitória sobre o Tombense, pela Copa Sul Sudeste, porque o América precisa voltar a vender. 

Leo Alaba, Jhonny, Nathan, Wesley, Artur, Paulinho, Otávio, Elizari, Yago Souza, Yago Santos, Gabriel Barros, Jhonatan, Paulo Victor, Everton e Yarlen deveriam ser relacionados. 

Talvez seja interessante utilizar Rafa, com opção do Otávio, de primeiro volante. 

Vamos vencer, Coelhão!

Athletic: 
Luan Polli; Diogo Batista, Gabriel Índio, Belezi e Zeca; 
Ian Luccas, Jota (Pedro Oliveira) e Kauan Rodrigues (Alexandre Pena); 
Bruninho (João Miguel), Ronaldo Tavares (Otusanya) e Ruan Assis (Gian Cabezas); 
Técnico: Alex.

América: 
Gustavo;
Nathan (Person), Rafa, Emerson;
Jhonny (Segovinha), Alê (Éverton Brito), Felipe Amaral (Val), Dalbert; 
Gabriel Barros (Elizari), Mastriani, Bigode 
Técnico: Valentim.

Gol: Mastriani

quinta-feira, 2 de abril de 2026

América 1 x 2 Botafogo

Rafa e Thauan deveriam ter sido titulares, Leo Alaba e Nathan poderiam ter jogado pela Sul-Sudeste para recuperar ritmo de jogo, falta na equipe um típico primeiro volante, com foco na marcação, mais defensivo do que ofensivo, Person e Yago Souza carecem ser mais camisa 10, jogar mais avançado, pisar mais na área, ser mais criativo, finalizador e artilheiro, Gabriel Barros precisa ser mais agudo, vencer duelos individuais, fazer cruzamentos e finalizar, Bigode deveria ser reserva do Mastriani, porque fora da área embolou com Person e foi ineficiente na criação,  dentro da área deu o passe do gol, mas desperdiçou duas grandes chances, e sem Thauan faltou um atacante para defender e atacar pelo lado esquerdo, e Dalbert e Val deveriam ter entrado no segundo tempo. 

Apesar da limitação da equipe, principalmente na criação, na eficácia ofensiva, e na tomada decisão do último passe, a escalação dos titulares e o modelo de jogo precisam ser mais acertados, definidos, e até repetidos, porque mudanças constantes prejudicam a padronização e a repetição facilita o aprimoramento na execução das jogadas. 

Para vencer o Athletic fora de casa, poderá ser mais eficiente começar a definir um time titular, com Jhonny e Dalbet nas laterais, Emerson e Rafa, na zaga, Felipe Amaral, Alê e Val, três volantes, no meio-campo, ou o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person ou Yago Souza, Segovinha, que precisa ser mais agudo, mas tem mais habilidade que Gabriel Barros, ser o atacante pelo lado direito, Mastriani, o centroavante artilheiro definidor, e Thauan, o ponta agudo pelo lado esquerdo. 

As opções de substituição no ataque ficariam mais bem distribuídas, com Gabriel Barros, Bigode, e Yarlen.

Quem não jogar ou jogar pouco tempo ser relacionado para enfrentar o Tombense fora de casa pela Copa Sul=Sudeste, a fim de aprimorar o que precisa ser melhorado para disputar a titularidade na Série B. 

América:
Gustavo; 
Léo Alaba (Jhonny), Nathan, Emerson e Paulinho;
Alê, Felipe Amaral (Yago Souza) e Person (Paulo Victor); 
Gabriel Barros (Thauan), Mastriani e Bigode (Segovinha)
Técnico: Valentim

Botafogo-SP: 
Victor Souza; 
Gabriel Inocêncio (Jonathan), Vilar, Carlos Eduardo e Patrick Brey; 
Leandro Maciel, Rafa Gava (Matheus Sales) e Morelli; 
Zé Hugo, Kelvin (Jeferson Nem) e Hygor (Luizão). 
Técnico: Cláudio Tencati

terça-feira, 31 de março de 2026

América 1 x 2 Caxias

O defeito crônico dos jogadores titulares, na execução das jogadas, foi repetido pelos reservas, porque faltou transformar o controle do adversário, posse de bola e postura ofensiva em mais assistências, finalizações e principalmente gols feitos.

O jogo deveria ter sido utilizado para dar ritmo pro Leo Alaba, Person e Yago Souza serem mais criativos, pisarem mais na área e finalizarem mais, Gabriel Barros ser mais agudo e finalizador, Yarlen ser titular, testar Bigode e Mastriani juntos. 

Dalbert foi um dos poucos destaques, e Val, do meio-campo para frente, praticamente foi o único que apareceu pro jogo, chamou a responsabilidade, e fez um golaço.

Elizari pouco criou e finalizou, faltou profundidade, poder ofensivo e de finalização para Segovinha e principalmente Everton, e Yago Santos desperdiçou uma grande chance de gol num cruzamento do Dalbert, 

Paulo Victor tentou ser participativo, mas só recebeu um cruzamento do Val para finalização. 

Embora com a necessidade de titulares pouco aproveitados na Série B, Diogo Giacomini poderia ser o técnico contra o Tombense, fora de casa, na próxima rodada da Sul-Sudeste, porque preservaria o Valentim de um desgaste desnecessário de disputar uma competição com um time reserva. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, a cultura vitoriosa, mentalidade vencedora e paixão por vencer, perdidas desde a saída do Mairon e não efetivação do João Batista, precisam ser resgatadas.

O Sub-20, na zona do rebaixamento do Brasileiro, com dois empates e uma derrota em três jogos, e com duas derrotas em dois jogos no Mineiro, precisa ser reforçado, em vez de desfalcado. 

Para vencer o Botafogo, Alé, Dalbert e Val demonstraram capacidade de aproveitamento entre os titulares durante o jogo.

Segovinha joga bola, mas está muito distante da linha de fundo para fazer cruzamentos, e da grande área adversária para finalizar. 

O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Valentim será encontrar a melhor escalação, estratégia e tática para conquistar a vitória. 

Leo Alaba vai precisar recuperar o ritmo de jogo.

O mais bem preparado fisicamente, taticamente e tecnicamente, entre Artur, Dalbert e Paulinho, deveria ser o lateral esquerdo para jogar dois tempos, sem necessidade de ser substituído. 

Na ausência de um típico volante camisa 5, mais defensivo do que ofensivo, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, Alê, Felipe Amaral e Val são as opções de camisa 8, e o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person e Yago Souza, o camisa 10. 

Deverá ser eficiente utilizar Alê, Felipe Amaral e Val, de acordo com as circunstâncias do jogo. 

O trio ofensivo poderá ser formado pelo Gabriel Barros e Thauan, para serem pontas agudos, finalizadores e passadores, e Maastriani, centroavante com poder de decisão. 

Ainda a possiblidade de encaixar Bigode e Mastriani, mas sem perder poder defensivo e ofensivo pelo lado sem um atacante para defender e atacar, sem Bigode embolar com Person ou Yago Souza ou o terceiro volante do meio-campo. 

Vamos vencer, Coelhão!

América: 
William;
Samuel, Wesley, Thallyson e Dalbert (Pedro Paranhos);
Val, Yago Santos (Gabriel da Silva), Elizari; 
Segovinha (Yarlen), Paulo Victor (Jhonatan), Everton
Técnico: Valentim.

Caxias: 
Busatto; 
Felipe Albuquerque, Ianson, Maurício Ribeiro e Roberto; 
Breno (Luis Fernando), Matheus Nunes e João Lucas (Gabriel Moraes); 
Calyson (Jhonatan Ribeiro), Luis Miguel (Gaspar) e Felipe Rangel (Salatiel). 
Técnico: Marcelo Cabo.

Gol: Val

sexta-feira, 27 de março de 2026

Novorizontino 1 x 1 América

A escalação ficaria mais bem distribuída com Alê, Val e Yago Santos, no meio-campo, Segovinha, Paulo Victor e Everton, porque poderia ser uma oportunidade para Paulo Victor transformar capacidade de ocupar espaços, empenho na marcação da saída de bola e resistência física, em finalizações e gols feitos, principais funções de um centroavante. 

Ainda assim, William fez importantes defesas, Wesley, Thallyson, Val, Yago Santos e Yarlen apareceram para o jogo, Dalbert, Segovinha e principalmente Alê, com personalidade para chamar a responsabilidade, demonstraram potencial de aproveitamento entre os considerados titulares. 

Aliás, em vez de um time alternativo, poderá ser mais funcional utilizar mais titulares contra o Caxias, a fim de preparar quem vai enfrentar, sem tempo para treinar, o Botafogo e Athletic pela Série B.

William deveria continuar no gol para pegar mais ritmo de jogo, em caso de necessidade. 

Leo Alaba e Dalbert poderiam ser as novidades nas laterais, com Emerson e Rafa na zaga. 

As certezas das dúvidas prevalecem no meio-campo e no ataque. 

Alê, Felipe Amaral e Person, opções para o trio do meio-campo, com a possibilidade de Alê e Felipe Amaral jogarem mais recuados, e Person mais avançado, para pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Na ausência de um típico camisa 5 com foco na marcação, o meio-campo também poderia ser formado pelo Alê, Felipe Amaral e Val, três volantes. 

Talvez seja possível Bigode também ser o camisa 10 avançado pelo centro. 

O trio ofensivo seria formado pelo Segovinha e Thauan, com opção do Gabriel Barros e Yarlen, atacantes agudos pelos lados, a fim de vencer duelos individuais, finalizar e fazer assistências para as conclusões do Mastriani ou do Bigode. 

Uma variação seria utilizar Alê e Felipe Amaral, dois volantes, Segovinha e Thauan mais recuados, com Bigode e Mastriani na dupla de atacantes. 

Ainda a opção de encaixar um atacante finalizador pelo lado direito, Mastriani e Bigode, mas sem perder poder ofensivo pelo lado esquerdo. 

Vamos vencer, Coelhão!

Novorizontino:
César; 
Jhilmar Lora (Castrillón), Carlinhos, Gabriel Bahia e Patrick; 
Matheus Bianqui, Hector Bianchi (Ronald Barcellos) e Juninho; 
Diego Mathias, Carlão (Jardiel) e Nicolas Careca (Miguel Contiero). 
Técnico: Enderson Moreira.

América:
William; 
Samuel, Wesley, Thallyson e Dalbert (Biel);
Alê (Pedro Paranhos), Val (Yarlen), Yago Santos, Elizari (Julio César); 
Everton (Jhonatan) Segovinha. 
Técnico: Valentim.

Gol: Segovinha

terça-feira, 24 de março de 2026

Goiás 3 x 1 América

Os dois gols sofridos em cobranças de pênaltis influenciaram no resultado e no desempenho do América, mas a escalação, estratégia e tática pareceram ser acertadas, ofensivas e com possibilidades de o Coelhão, sem os imprevistos dos pênaltis, ter vencido, ou pelo menos empatado na casa do adversário. 

Ainda assim, faltou a opção de um típico camisa 5 com foco na marcação, Artur, Gabriel Barros e Maguinho acertarem mais cruzamentos; Gabriel; Person e Yago Souza, mais assistências e finalizações, Val ter começado o jogo no lugar do Yago, que deveria disputar posição de camisa 10 com Person. 

Alê, Bigode e Segovinha demonstraram potencial de aproveitamento, Felipe Amaral foi o melhor do meio-campo; Mastriani, o centroavante artilheiro,; e Thauan, o atacante mais finalizador, ofensivo e participativo. 

Apesar da falta de um típico camisa 5 no futebol atual,  com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, a de fim de marcar o adversário de frente, em vez de correr atrás dele, o meio-campo poderia ficar mais equilibrado entre o defender e atacar com a escalação do Felipe Amaral e Val, dois camisas 8, e o mais criativo, finalizador e o que mais pisa na área adversária entre Person e Yago Souza. 

Embora mais recuado do que o necessário para um camisa 10, Person está um pouco mais produtivo que Yago Souza, que precisa ser mais camisa 10, criativo e finalizador. 

O rendimento ofensivo do Mastriani vai depender das assistências, cruzamentos e passes para serem finalizados dentro da área. 

Quanto mais assistências, cruzamentos precisos e passes foram feitos para dentro da área, maiores as chances de o Mastriani marcar gols. 

Aliás, poderá ser eficiente utilizar a Copa Sul-Sudeste para aprimorar fundamentos de cruzamentos e finalizações dos laterais e pontas durante os jogos, e dar ritmo para os que foram menos utilizados. 

Para vencer o Novorizontino, Willian, no gol, Luis Henrique, Wesley e Thallison na zaga, Leo Alaba, Dalbert e Samuel, nas laterais, Alê, Elizari, Otávio, Val e Yago Santos, no meio-campo, Jhonathan, Paulo Victor, Everton, Yarlen e Zizero, no ataque, poderão ser opções. 

Ainda as alternativas de utilizar dobras pelas laterais, Rafa de primeiro volante, Bigode de camisa 10. 

Goiás:

Tadeu;
Rodrigo Soares, Luisão, Luiz Felipe, Nicolas (Djalma Silva);
Felipe Machado, Lourenço (Juninho), Gege, Lucas Lima (Murilo Câmara); 
Anselmo Ramón (Cadu) e Jean Carlos (Baldória). 
Técnico: Daniel Paulista.

América:: 
Gustavo; 
Maguinho, Emerson. Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral (Alê), Yago Souza (Bidode), Person (Elizari); 
Gabriel Barros (Segovinha), Mastriani, Thauan
Técnico: Valentim.

Gol: Mastriani