terça-feira, 28 de julho de 2026

América 1 x 0 Goiás

Pênalti defendido e seis defesas feitas pelo Gustavo, supereficácia ofensiva nas duas finalizações certas, com um gol do Paulo Victor numa assistência do Mastriani, e três grandes chances do Goiás finalizadas na trave foram determinantes para o Coelhão conquistar a vitória.

Mas as possiblidades da reação na Série B vão depender da remontagem do time titular, da utilização de estratégias e táticas mais equilibradas entre defender e atacar, e principalmente do aproveitamento dos lesionados liberados pelo DM, dos pratas da casa com mais minutagem, e o desuso dos contratados pouco produtivos nesta temporada, porque a consistência defensiva, o poder de criação, finalização e decisão vão precisar ser bem maiores.

Entre as principais opções, Alex Silva, Fábio, Dalbert e Tobias nas laterais, Manoel, Rafa, Ricardo Silva e Sosa, zagueiros, Gabryelo, Jimenez, Felipe Amaral, Júlio, Murilo, Otávio, Person e Yago, no meio-campo, Segovinha, caso seja liberado pelo DM, Bigode, ìtalo, Mastriani, Parede, Paulo Victor e Pineiro, atacantes.

Mesmo assim, vai faltar um típico camisa 10, mais criativo, decisivo e ofensivo, e dois pontas agudos, com poder de fazer assistências e gols, porque o posicionamento funcional do Person e Yago, ainda mais quando jogam juntos, está mais de camisas 8, distante da área, em vez de um deles executar a função de um camisa 10, a fim de aumentar a eficácia ofensiva. 

Na ausência de um ponta esquerda agudo, Yago também poderia jogar de meia-atacante pelo lado. 

Aliás, uma das mudanças na escalação , na estratégia e na tática, para aumentar a consistência defensiva do meio-campo e o o posicionamento tático ficar mais bem distribuído, seria Jimenez, camisa 5 para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, camisa 8 para defender e atacar, e Person e Yago, camisa 10, para ser mais ofensivo, pisar mais na área, fazer assistências e gols. 

Gabryelo, Murilo e principalmente Otávio e Júlio, promissor meio-campo da base, seriam opções de substituição. 

Otávio, o mais pronto do Sub-20, poderia jogar de primeiro ou segundo volante, e Júlio de segundo volante, ou meia armador centralizado ou até pela ponta direita. 

Outra mudança na estratégia para aumentar a eficácia ofensiva seria o time jogar em função do Mastriani, artilheiro decisivo dentro da área. 

Pineiro é a esperança de atacante agudo, para partir pra cima, passar pelo adversário, fazer assistências, finalizações e gols. 

Ainda utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com dois atacantes mais artilheiros. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Manoel, Luca Sosa (Rafa) e Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Elizari (Ostchega) e Yago;
Gabriel Barros (Mastriani), Parede (Dahora) e Paulo Victor (Ítalo). 
Técnico: Umberto Louzer

Goiás: 
Thiago Rodrigues; 
Rodrigo Soares (Djalma Silva), Lucas Ribeiro, Ramon Menezes e Nicolas; 
Juninho (Esli García), Lourenço (Brayann), Filipe Machado e Lucas Lima (Anselmo Ramon); 
Jean Carlos (Gegê ) e Cadu. 
Técnico: Mozart Santos
Gol: Paulo Victor

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Avaí 2 x 1 América

 Umberto Louzer perdeu o tempo de buscar a reação americana, porque, nos oito jogos comandados por ele, insistiu num meio-campo, com baixo poder de marcação, num ataque, com baixo poder ofensivo, e em promovidos da base, com baixa minutagem no Sub-20 e até Sub-17.

A possibilidade de recuperação seria maior com a escalação do Jimenez, camisa 5, e Felipe Amaral, camisa 8, para aumentar a consistência defensiva no meio-campo, e o time jogar em função do Bigode e Masstriani, únicos atacantes da equipe com histórico de artilheiros, para aumentar a eficácia ofensiva. 

Mas três técnicos na temporada, com necessidade de um quarto, elevado número de jogadores contratados e dispensados, ainda sem um camisa 10 criativo e decisivo, e dois pontas agudos, artilheiros e assistentes, evidenciaram falhas na estrutura do futebol, que era comandada pelo Dower, Euler, Fred Cascardo e Kleberson, e passou a ser centralizada no Paulo Assis, que tem perfil mais administrativo do que técnico. 

Apesar dos desfalques e das lesões do Felipe Amaral, Domingos e Segovinha durante o jogo contra o Avaí, mais uma vez os comandados do Umberto Louzer desperdiçaram a oportunidade de conquistar a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado, a ineficiente escalação do meio-campo e ataque utilizados contra o Londrina e Ceará foi repetida, e titulares e substitutos poderiam ter sido mais bem escolhidos.

Seria mais bem distribuído ter começado com Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e Paulo Victor.

No segundo tempo, Domingos, que entrou e machucou, depois Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido, entrariam no lugar do Felipe Amaral, machucado, Elizari no lugar do Yago, Parede substituiria Segovinha, com lesão, e Gabriel Barros, em caso de necessidade e de acordo com as condições do jogo, entraria no lugar do Mastriani ou Paulo Victor.

O elevado número de lesões para uma equipe, que praticamente disputou só uma competição, e a queda de rendimento físico nos segundos tempos dos jogos, também prejudicaram o desempenho do Coelhao nesta Série B.

Avaí:
Igor Bohn; 
Wallison (Wenderson), Allyson, Jefferson e Quaresma (Sorriso); 
Zé Ricardo (Del Piage), Luiz Henrique, Daniel Penha e Jean Lucas (Léo Gamalho); Thayllon e William. 
Técnico: Allan Aal.

América:
Gustavo; 
Filipe Dahora, Luca Sosa, Manoel e Dalbert; Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Yago Souza (Gabriel de Oliveira) e Segovinha (Gabriel Domingos) (Elizari); Gabriel Barros (Luidy), Parede e Paulo Victor. 
Técnico: Umberto Louzer.
Gol: Paulo Victor

domingo, 19 de julho de 2026

América 1 x 1 Ceará

Os comandados do Umberto Louzer, mais uma vez, desperdiçaram uma grande oportunidade de ter conquistado a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado,, a ineficiente escalação e o resultado contra o Londrina foram repetidos, as mudanças demoraram a serem feitas, e poderiam ter sido melhores. 

Para piorar o que foi ruim contra o Londrina, Parede, contra o Ceará, abandonou a ponta e tentou jogar de centroavante, mas sem poder de finalização. 

Destaque para a eficácia ofensiva do Segovinha quando ocupou o espaço de atacante dentro da área, em vez de armador, improdutivo nas assistências para finalizações e gols. 

Aliás, a estratégia ofensiva deveria ser escalar dois pontas agudos e o time jogar para Mastriani, principalmente dentro da área, ser o artilheiro decisivo. 

Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e o mais ofensivo entre Gabriel Barros ou Parede formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído. 

Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação, Fellipe Amaral, camisa camisa 8 que caiu de  rendimento desgastado de único volante, para defender e atacar. Yago, camisa 10 para atacar mais do que defender, pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Segovinha de ponta ofensivo, e Parede, com função de ser assistente e finalizador, com Mastrinai de centroavante definidor, formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído.

Na ausência do Bigode, uma opção para jogar com dois centroavantes seria Mastriani e Paulo Victor, em vez de Parede e Paulo Victor. 

Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido pro principal, Domingos, Elizari, Paulo Victor, e Gabriel Barros ou Parede seriam as opções de substituição. 

Para vencer o Avaí fora de casa, poderá ser mais eficiente escalar Manoel e Sosa, na zaga, Jimenez, Felipe Amaral e Yago, no meio-campo, Segovinha, Mastriani e Piñeiro, no ataque. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva (Rafa), Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral, Yago Souza (Jiménez), Segovinha (Júlio); 
Gabriel Barros, Parede (Ítalo) e Paulo Victor (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Ceará:
Richard; 
Bryan Borges, Júlio, Éder e Sanchez; 
Richardson (Pavani), João Gabriel (Vina), Giulio e Lucas Mugni (Juan Alano);
Melk (Lodovico) e Lucca (Renzo López). 
Técnico: Daniel Paulista.

Gol: Segovinha

quarta-feira, 15 de julho de 2026

América 1 x 1 Londrina

O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.

Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo. 

Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.

Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode. 

Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.

Otávio, destaque do sub-20,  deveria ser mais bem aproveitado no principal.

Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação,  Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal. 

Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .

Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.

Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro. 

Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode). 
Técnico: Anderson Gomes.

Londrina: 
Kozlinski; 
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur); 
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego. 
Técnico: Rogério Micale.

Gol: Segovinha

sábado, 4 de julho de 2026

Cuiabá 1 x 0 América

A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.

Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos. 

Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda. 

Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade. 

Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan. 

Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.

Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados. 

Cuiabá:
Marcelo Carné; 
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan. 
Técnico: Eduardo Barros.

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito); 
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.