domingo, 19 de julho de 2026

América 1 x 1 Ceará

Os comandados do Umberto Louzer, mais uma vez, desperdiçaram uma grande oportunidade de ter conquistado a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado,, a ineficiente escalação e o resultado contra o Londrina foram repetidos, as mudanças demoraram a serem feitas, e poderiam ter sido melhores. 

Para piorar o que foi ruim contra o Londrina, Parede, contra o Ceará, abandonou a ponta e tentou jogar de centroavante, mas sem poder de finalização. 

Destaque para a eficácia ofensiva do Segovinha quando ocupou o espaço de atacante dentro da área, em vez de armador, improdutivo nas assistências para finalizações e gols. 

Aliás, a estratégia ofensiva deveria ser escalar dois pontas agudos e o time jogar para Mastriani, principalmente dentro da área, ser o artilheiro decisivo. 

Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e o mais ofensivo entre Gabriel Barros ou Parede formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído. 

Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação, Fellipe Amaral, camisa camisa 8 que caiu de  rendimento desgastado de único volante, para defender e atacar. Yago, camisa 10 para atacar mais do que defender, pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Segovinha de ponta ofensivo, e Parede, com função de ser assistente e finalizador, com Mastrinai de centroavante definidor, formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído.

Na ausência do Bigode, uma opção para jogar com dois centroavantes seria Mastriani e Paulo Victor, em vez de Parede e Paulo Victor. 

Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido pro principal, Domingos, Elizari, Paulo Victor, e Gabriel Barros ou Parede seriam as opções de substituição. 

Para vencer o Avaí fora de casa, poderá ser mais eficiente escalar Manoel e Sosa, na zaga, Jimenez, Felipe Amaral e Yago, no meio-campo, Segovinha, Mastriani e Piñeiro, no ataque. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva (Rafa), Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral, Yago Souza (Jiménez), Segovinha (Júlio); 
Gabriel Barros, Parede (Ítalo) e Paulo Victor (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Ceará:
Richard; 
Bryan Borges, Júlio, Éder e Sanchez; 
Richardson (Pavani), João Gabriel (Vina), Giulio e Lucas Mugni (Juan Alano);
Melk (Lodovico) e Lucca (Renzo López). 
Técnico: Daniel Paulista.

Gol: Segovinha

quarta-feira, 15 de julho de 2026

América 1 x 1 Londrina

O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.

Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo. 

Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.

Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode. 

Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.

Otávio, destaque do sub-20,  deveria ser mais bem aproveitado no principal.

Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação,  Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal. 

Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .

Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.

Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro. 

Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode). 
Técnico: Anderson Gomes.

Londrina: 
Kozlinski; 
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur); 
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego. 
Técnico: Rogério Micale.

Gol: Segovinha

sábado, 4 de julho de 2026

Cuiabá 1 x 0 América

A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.

Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos. 

Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda. 

Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade. 

Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan. 

Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.

Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados. 

Cuiabá:
Marcelo Carné; 
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan. 
Técnico: Eduardo Barros.

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito); 
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.