O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.
Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo.
Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.
Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode.
Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.
Otávio, destaque do sub-20, deveria ser mais bem aproveitado no principal.
Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação, Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal.
Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .
Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão.
Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.
Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro.
Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.
América:
Gustavo;
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert;
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode).
Técnico: Anderson Gomes.
Londrina:
Kozlinski;
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur);
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego.
Técnico: Rogério Micale.
Gol: Segovinha