segunda-feira, 29 de junho de 2026

Operário 1 x 0 América

Defeitos, provocados pelas falhas na formação da equipe nesta temporada, foram repetidos.  

Laterais ineficientes na defesa e no ataque. Zagueiros desprotegidos pelo meio-campo, pouco marcador com um volante escalado. Ausência de um camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador. Atacantes de lados sem partir pra cima, vencer duelos individuais, fazer assistências e finalizar.

Ainda assim, do meio-campo para a frente, poderia pelo ter sido mais bem escalado, competitivo e equilibrado, com Jimenez, para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, para defender e atacar, e Person, para atacar mais do que defender, Bigode e Mastriani, os únicos atacantes com histórico de artilheiros, e o mais ofensivo entre Gabriel Barros e Segovinha, 

Otávio e Yago, os mais prontos do sub-20 para jogar no principal, seriam as opções para o meio-campo, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução. 

Gabriel Barros ou Segovinha, Paulo Victor, centroavante sem ser escalado pelo lado, e Everson seriam opções para o ataque.

Aliás, embora seja sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, Thauan parte mais pra cima, vence mais duelos individuais e é mais agudo, que Everton, Gabriel Barros e Segovinha.

Yago Santos também poderia ter sido utilizado nos jogos que só um volante foi escalado

O afastamento dos dois poderia ter sido mais bem trabalhado,  porque reduziu ainda mais as opções de reposição. 

Operário: 
Vagner; Mikael Doka, Miranda, Cuenú e Gabriel Feliciano (Neto Paraíba); 
Matheus Trindade, Vinicius Diniz (Caio Dantas) e Boschilia; Aylon (Moraes), Pablo (Índio) e Berto (Felipe Augusto). 
Técnico: Luizinho Lopes.

América: 
Gustavo; 
Jhonny (Léo Alaba), Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Dalbert;
Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Person (Yago) e Segovinha; 
Everton (Paulo Victor), Bigode, Gabriel Barros (Mastriani).
Técnico: Umberto Louzer.


quinta-feira, 25 de junho de 2026

América 0 x 1 Criciúma

Falhas de posicionamento no gol sofrido, meio-campo sem criação e marcação, os dois pontas sem fazer assistências, vencer duelos individuais e finalizar prejudicaram o desempenho. 

Para piorar o que estava ruim, o ponta direita foi jogar de ponta esquerda e depois lateral direito, o lateral direito virou lateral esquerdo, o lateral esquerdo passou para a zaga e o centroavante entrou na ponta direita e depois ponta esquerda.

Poderia ser sido mais bem distribuído entre titulares e reservas, produtivo e equilibrado no defender e atacar ter escalado Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Otávio, titular rodado no sub-20, Yago, Gabriel Barros, Paulo Victor e Everton seriam opções de reposição.  

Ainda assim, Jimenez precisaria defender mais do que atacar, Felipe Amaral defender e atacar, Person atacar mais do que defender, pisar na área e finalizar, Segovinha acertar cruzamentos e finalizações, Bigode e Mastriani serem decisivos. 

Dalbert e Jhonny precisariam aparecer pro jogo, buscar a linha de fundo e acertar cruzamentos. 

Na rodada 15 da Série B, contra  o Operário na casa do adversário, ainda falta definir um modelo de jogo de acordo com o perfil da equipe, o time titular mais competitivo, e substitutos mais eficientes. 

Poderá ser mias interessante utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com Bigode e Mastriani no ataque. 

América:
William; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel (Ítalo) e Dalbert;
Jiménez (Felipe Amaral), Person e Segovinha (Paulo Victor);
Everton, Mastriani (Bigode), Gabriel Barros (Yago)
Técnico: Umberto Louzer.

Criciúma:
Airton; 
Rodrigo, Luciano Castán, Cesar Martins (Bruno Alves) e Marcelo Hermes; 
Willean Lepo, Eduardo e Gui Lobo; 
Fellipe Mateus, Otero (Jhonata Robert), Waguininho (Cauê). 
Técnico: Eduardo Baptista.

sexta-feira, 19 de junho de 2026

Fortaleza 0 x 3 América

Duas finalizações do Fortaleza na trave, dez defesas salvadoras do Gustavo, eficácia ofensiva, do Segovinha e Gabriel Barros nos dois primeiros gols, e na jogada do pênalti sofrido pelo Yago e convertido pelo Bigode, influenciaram diretamente na goleada do Coelhão sobre o Fortaleza, melhor mandante da Série B.

Mas Gustavo ter sido o destaque do jogo evidenciou falhas defensivas nas chances criadas e nas finalizações do adversário dentro da área, principalmente porque faltou poder de marcação no meio-campo só com um volante.  

O 4-2-3-1 ficaria mais bem distribuído, consistente na organização e recomposição defensiva, e também eficiente na construção e transição ofensiva, com a escalação do Alê e Jimenez, dois volantes, Segovinha, Person e Gabriel Barros, no complemento do meio-campo, e Mastriani de centroavante mais avançado. 

Aliás, na busca do modelo de jogo de acordo com o perfil dos jogadores, para jogar dentro e fora de casa, a fim de aumentar o entrosamento, o 4-2-3-1, com possibilidade de variar para 4-4-2, 4-3-3 e outras variações durante o jogo, poderá ser o mais equilibrado entre defender e atacar.

Jhonny demonstrou potencial para ser mais bem utilizado entre os titulares. 

Manoel e Ricardo Silva, dupla de zagueiros, e Jimenez, primeiro volante com foco na marcação, poderão formar um trio defensivo, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão.

Embora seja necessário ser mais eficiente nas finalizações, Segovinha joga bola e tem potencial para ser articulador das jogadas pelo beirada ou centralizado. 

Gabriel Barros foi mais agudo pelo lado esquerdo.

O substituto do Dalbert em caso de necessidade é mais preocupante, porque Luidy tem baix minutagem até no Sub-20. Talvez Jhonny ou Leo Alaba ou Thallyson ou Yago seja alternativa de improvisação.

Emerson e Rafa deverão ser opções de reposição para zaga.

Além do Yago, que carece pisar mais na área, ser mais finalizador e artilheiro, o retorno do Felipe Amaral vai aumentar as opções pro meio-campo.

Mesmo assim, Otávio e Rafa deveriam ser alternativas para o meio-campo. 

No ataque, Bigode, Everton e Paulo Victor, com possibilidade do Enrico ser promovido para o principal. 

Fortaleza:
João Ricardo; 
Maílton (Maurício Mucuri), Luan Freitas, Lucas Gazal e Kauã (Welliton); 
Fuentes, Lucas Sasha, Rodrigo (Lucas Emanoel); 
Luiz Fernando, Vitinho (Lucca Prior) e Lucas Crispim (Pochettino). 
Técnico: Thiago Carpini. 

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Everton (Paulo Victor), Segovinha, Jimenez (Emerson), Person (Alê), Gabriel Barros (Yago);
Mastriani (Bigode). 
Técnico: Umberto Louzer. 

Gols: Segovinha, Gabriel Barros e Bigode.

quinta-feira, 11 de junho de 2026

América 1 x 2 Atlético-GO

A utilização do 3-5-2 poderá ser mais eficiente, eficaz e funcional, para o Coelhão buscar a reação americana na Série B, porque na derrota para o Atlético-GO, a repetição das falhas defensivas, ausência de um camisa 5, de um 10, e dois pontas artilheiros facilitaram a vitória do adversário.

Dalbert rendeu menos do que pode render bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. A escalação do Everton, Gabriel, Segovinha e depois Paulo Victor aumentou o número de atacantes sem costume de decidir jogos, e reduziu o poder de marcação do meio-campo, com Alê e Felipe Amaral, dois camisas 8. 

Dois zagueiros entre Emerson, Manoel e Rafa, para formar um trio defensivo com Ricardo Silva; Leo Alaba e Dalbert, alas ou na primeira linha de 5 sem a bola, Jimenez, o típico primeiro volante com foco na marcação, Alê e Felipe Amaral, num meio-campo mais consistente, Bigode e Mastriani, dupla de atacantes com histórico de artilheiros, seriam as primeiras opções para começar o jogo contra o Fortaleza. 

Person e Segovinha seriam opções para aumentar o poder ofensivo do meio-campo. 

Jhonny, Luidy, Otávio, Val, Yago Souza, Gabriel Barros e Paulo Victor entre os primeiros substitutos.

Em caso de necessidade, improvisação do Jhonny ou Thallyson ou Yago Souza na lateral esquerda. 

Acredita, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Val), Alê (Yago Souza) e Segovinha (Bigode);
Gabriel Barros (Paulo Victor), Mastriani e Éverton.
Técnico: Umberto Louzer

Atlético-GO: 
Paulo Vítor; 
Ewerthon, Tito, Júnior Barreto e Guilherme Lopes; 
Cristiano (Natã Felipe), Matheus Índio (Leandro Vilela) e Guilherme Marques (Léo Tocantins);
Marrony (Adriano Martins), Gustavo Coutinho e Geovany Soares (Bruno José). 
Técnico: Eduardo Souza

Gol: Felipe Amaral