A utilização do 3-5-2 poderá ser mais eficiente, eficaz e funcional, para o Coelhão buscar a reação americana na Série B, porque na derrota para o Atlético-GO, a repetição das falhas defensivas, ausência de um camisa 5, de um 10, e dois pontas artilheiros facilitaram a vitória do adversário.
Dalbert rendeu menos do que pode render bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. A escalação do Everton, Gabriel, Segovinha e depois Paulo Victor aumentou o número de atacantes sem costume de decidir jogos, e reduziu o poder de marcação do meio-campo, com Alê e Felipe Amaral, dois camisas 8.
Dois zagueiros entre Emerson, Manoel e Rafa, para formar um trio defensivo com Ricardo Silva, Leo Alaba e Dalbert, alas ou na primeira linha de 5 sem a bola, Jimenez, o típico primeiro volante com foco na marcação, Alê e Felipe Amaral, num meio-campo mais consistente, Bigode e Mastriani, dupla de atacantes com histórico de artilheiros, seriam as primeiras opções para começar o jogo contra o Fortaleza.
Person e Segovinha seriam opções para aumentar o poder ofensivo do meio-campo.
Jhonny, Luidy, Otávio, Val, Yago Souza, Gabriel Barros e Paulo Victor entre os primeiros substitutos.
Em caso de necessidade, improvisação do Jhonny ou Thallyson ou Yago Souza na lateral esquerda.
Acredita, Coelhão!
América:
Gustavo;
Léo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Dalbert (Luidy);
Felipe Amaral (Val), Alê (Yago Souza) e Segovinha (Bigode);
Gabriel Barros (Paulo Victor), Mastriani e Éverton.
Técnico: Umberto Louzer
Atlético-GO:
Paulo Vítor;
Ewerthon, Tito, Júnior Barreto e Guilherme Lopes;
Cristiano (Natã Felipe), Matheus Índio (Leandro Vilela) e Guilherme Marques (Léo Tocantins);
Marrony (Adriano Martins), Gustavo Coutinho e Geovany Soares (Bruno José).
Técnico: Eduardo Souza
Gol: Felipe Amaral