Defeitos, provocados pelas falhas na formação da equipe nesta temporada, foram repetidos.
Laterais ineficientes na defesa e no ataque. Zagueiros desprotegidos pelo meio-campo, pouco marcador com um volante escalado. Ausência de um camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador. Atacantes de lados sem partir pra cima, vencer duelos individuais, fazer assistências e finalizar.
Ainda assim, do meio-campo para a frente, poderia pelo ter sido mais bem escalado, competitivo e equilibrado, com Jimenez, para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, para defender e atacar, e Person, para atacar mais do que defender, Bigode e Mastriani, os únicos atacantes com histórico de artilheiros, e o mais ofensivo entre Gabriel Barros e Segovinha,
Otávio e Yago, os mais prontos do sub-20 para jogar no principal, seriam as opções para o meio-campo, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução.
Gabriel Barros ou Segovinha, Paulo Victor, centroavante sem ser escalado pelo lado, e Everson seriam opções para o ataque.
Aliás, embora seja sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, Thauan parte mais pra cima, vence mais duelos individuais e é mais agudo, que Everton, Gabriel Barros e Segovinha.
Yago Santos também poderia ter sido utilizado nos jogos que só um volante foi escalado
O afastamento dos dois poderia ter sido mais bem trabalhado, porque reduziu ainda mais as opções de reposição.
Operário:
Vagner; Mikael Doka, Miranda, Cuenú e Gabriel Feliciano (Neto Paraíba);
Matheus Trindade, Vinicius Diniz (Caio Dantas) e Boschilia; Aylon (Moraes), Pablo (Índio) e Berto (Felipe Augusto).
Técnico: Luizinho Lopes.
América:
Gustavo;
Jhonny (Léo Alaba), Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Dalbert;
Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Person (Yago) e Segovinha;
Everton (Paulo Victor), Bigode, Gabriel Barros (Mastriani).
Técnico: Umberto Louzer.