terça-feira, 14 de abril de 2026

América 0 x 3 Novorizontino

Falhas defensivas individuais na maioria dos gols sofridos, e ineficácia ofensiva, para transformar bolas longas, cruzamentos, finalizações, passes certos e posse de bola, em gols feitos, prejudicaram o desempenho dos comandados do Valentim, na Copa do Brasil, Série B e Sul-Sudeste. 

O defeito da falta de eficácia ofensiva e profundidade pelos lados foi repetido contra o Novorizontino, porque Bigode, sem ser centroavante, foi ineficiente fora da área, embolou com Val, e o lado esquerdo e o direito, com Everton, ficaram sem atacantes de profundidade, com arrancada, explosão e velocidade para partir para cima, buscar a linha de fundo, fazer cruzamentos para as finalizações do Mastriani, ou infiltrar pela diagonal, finalizar e preferencialmente fazer gols.

Segovinha e Thauan poderiam ter sido mais ofensivos e agudos que Bigode e Everton, ou Dalbert ter feito a dobra com Paulinho pelo lado esquerdo, e Thauan ser opção pelo lado direito. Ainda assim, a eficácia ofensiva do Dalbert, Segovinha e Thauan nos cruzamentos, nas finalizações e nos gols feitos precisaria ser melhorada.  

Com ausência do Ricardo Silva e de um típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, outra opção seria ter escalado três zagueiros, com a transformação do Jhonny e Dalbert em alas ofensivos, e Bigode, dentro da área, e Mastriani formarem a dupla de centroavantes finalizadores, com opção do Segovinha ou Thauan ou Yarlen substituir o Bigode. 

Ainda opção de utilizar Felipe Amaral, Alê, Val e Person no meio-campo, Bigode, ou um atacante de velocidade e finalizador, e Mastriani no ataque. 

Aliás, o desafio do Roger será encontrar um padrão para jogar dentro e fora de casa, definir o melhor sistema tático, e principalmente encontrar a melhor escalação do meio-campo para a frente, porque falta um camisa 5, mais defensivo do que ofensivo, um 10 mais ofensivo, que pise mais na área, com poder de criação, finalização e gols, e dois atacantes agudos de lado, com poder de acertar cruzamentos, finalizar e fazer gols. 

Para vencer o Sampaio Correra na Sul-Sudeste, o time poderia ser formado pelo Willian, Jhonny, Nathan, Wesley e Paulinho, na defesa, Rafa, Yago Santos e Yago Souza, no meio-campo, Thauan, Jhonnatan e Yarlen, no ataque, com Leo Alaba, Val, Elizari, Everton e Paulo Victor para entrarem no segundo tempo. 

Ou até aproveitar o jogo em casa para Roger utilizar mais jogadores considerados titulares pelo Valentim. 

América:
Gustavo; 
Jhonny, Emerson (Nathan), Rafa Barcelos e Dalbert; 
Alê (Person), Felipe Amaral, Val (Segovinha),
Éverton (Thauan), Mastriani, Bigode (Yago Souza)
Técnico: Valentim

Novorizontino:
César; 
Carlinhos, Dantas (Patrick), Diego Galo, Sander; 
Matheus Bianqui, Luís Oyama, Rômulo; 
Ivan Alvariño,  Robson (Juninho) e Vinícius Paiva (Tavinho). 

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Tombense 3 x 3 América

Repetição das falhas nos duelos individuais defensivos influenciou no resultado e prejudicou o desempenho ofensivo. 

Apesar da qualidade do Paulinho, a prioridade na cobrança do pênalti deveria ser do centroavante, que precisa ter ambição de artilheiro, mas o empenho do Paulo Victor foi recompensado pelo gol, e Paulinho se destacou pelos dois gols de pênalti. 

Person, que sem Bigode recuado fora da área, teve mais espaço para jogar, chamou a responsabilidade e apareceu pro jogo, Segovinha e Thauan, que foram bastante ofensivos, partiram pra cima, fizeram cruzamentos e  finalizaram, demonstraram potencial para serem titulares ou mais bem aproveitados na Série B. 

Aliás,  continua a certeza da dúvida na escalação do trio ou quarteto do meio-campo, formado pelo Felipe Amaral, mais recuado, Alê, Person e/ou Val, e Bigode e Mastriani, dupla de centroavantes, ou trio ofensivo com Segovinha e Thauan, dois atacantes de lado, e Mastriani, o centroavante artilheiro. 

Dalbert poderia ser opção para fazer dobra com Paulinho pela esquerda.

Mesmo assim, ainda mais com o retorno do Ricardo Silva, Rafa, o melhor zagueiro americano nesta Série B, poderia ser utilizado de primeiro volante, mais defensivo do que ofensivo, porque falta na equipe um típico camisa 5 com foco na marcação, para combater os adversários de frente, cobrir um dos laterais e proteger os zagueiros.

Tombense:
Douglas Marques; 
Kauan Diego (Diego Leandro), Donato, Breno Roma e Gustavo Xavier;
Wanderson (Matheus Chaves), Dyego e Cássio (João Vitor); 
Jupi (Juanzin), Luiz Felipe (Silvano) e Cesinha. 
Técnico: Cristóvão Borges

América:
William; 
Léo Alaba (Samuel Alves), Wesley, Artur e Paulinho; 
Yago Santos, Person e Elizari (Jhonatan); 
Segovinha, Paulo Victor e Thauan (Yarlen). 
Técnico: Diogo Giacomini (auxiliar)

Gols: Paulo Victor, Paulinho (2)


terça-feira, 7 de abril de 2026

Athletic 1 x 1 América

 O 3-5-2 ficaria mais bem distribuído, eficiente no ataque, e equilibrado entre defender e atacar, ainda mais sem um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo na equipe, com Val, no lugar do Gabriel Barros, e Bigode, mais avançado, formar dupla de centroavantes com Mastriani, porque Val tem poder de finalização, marcação e qualidade no passe, faltou Gabriel Barros partir pra cima, fazer assistências e, principalmente, finalizar, e Bigode, dentro da área, tem mais eficácia ofensiva, com mais chances de fazer assistências, finalizar, e ser artilheiro. Aliás, os três gols do Mastriani na Série B foram passes do Bigode. 

Outra opção, para encaixar Bigode e Mastriani na dupla de centroavantes, deveria ser o 4-4-2, com um losango no meio-campo formado pelo Felipe Amaral, volante mais recuado, Alê e Val, nos corredores opostos, e Person, camisa 10 avançado,  para pisar na área, e ser mais criativo, finalizador e decisivo. 

Rafa, poderia ser opção de primeiro volante, Yago Souza, que também carece pisar mais na área, ser mais finalizador e fazer gols, de camisa 10. 

Mas no 4-3-3, Bigode deveria ser o reserva do Mastriani, porque fora da área embola com Person ou Yago Souza ou o camisa 10 escalado, o time perde poder defensivo e ofensivo pelo lado esquerdo, sem um atacante de velocidade para defender e atacar. 

Segovinha, que precisa ser mais agudo, e Thauan, que precisa acertar mais a tomada de decisão, seriam os pontas ofensivos, para partir pra cima, fazer cruzamentos e finalizar, e Mastriani, o artilheiro decisivo dentro da área.

Dalbert demonstrou capacidade de fazer dobra pela esquerda com Artur ou Paulinho.

Yarlen poderia ser mais bem aproveitado. 

Os que não jogaram ou jogaram só um tempo deveriam ser relacionados para buscar a vitória sobre o Tombense, pela Copa Sul Sudeste, porque o América precisa voltar a vender. 

Leo Alaba, Jhonny, Nathan, Wesley, Artur, Paulinho, Otávio, Elizari, Yago Souza, Yago Santos, Gabriel Barros, Jhonatan, Paulo Victor, Everton e Yarlen deveriam ser relacionados. 

Talvez seja interessante utilizar Rafa, com opção do Otávio, de primeiro volante. 

Vamos vencer, Coelhão!

Athletic: 
Luan Polli; Diogo Batista, Gabriel Índio, Belezi e Zeca; 
Ian Luccas, Jota (Pedro Oliveira) e Kauan Rodrigues (Alexandre Pena); 
Bruninho (João Miguel), Ronaldo Tavares (Otusanya) e Ruan Assis (Gian Cabezas); 
Técnico: Alex.

América: 
Gustavo;
Nathan (Person), Rafa, Emerson;
Jhonny (Segovinha), Alê (Éverton Brito), Felipe Amaral (Val), Dalbert; 
Gabriel Barros (Elizari), Mastriani, Bigode 
Técnico: Valentim.

Gol: Mastriani

quinta-feira, 2 de abril de 2026

América 1 x 2 Botafogo

Rafa e Thauan deveriam ter sido titulares, Leo Alaba e Nathan poderiam ter jogado pela Sul-Sudeste para recuperar ritmo de jogo, falta na equipe um típico primeiro volante, com foco na marcação, mais defensivo do que ofensivo, Person e Yago Souza carecem ser mais camisa 10, jogar mais avançado, pisar mais na área, ser mais criativo, finalizador e artilheiro, Gabriel Barros precisa ser mais agudo, vencer duelos individuais, fazer cruzamentos e finalizar, Bigode deveria ser reserva do Mastriani, porque fora da área embolou com Person e foi ineficiente na criação,  dentro da área deu o passe do gol, mas desperdiçou duas grandes chances, e sem Thauan faltou um atacante para defender e atacar pelo lado esquerdo, e Dalbert e Val deveriam ter entrado no segundo tempo. 

Apesar da limitação da equipe, principalmente na criação, na eficácia ofensiva, e na tomada decisão do último passe, a escalação dos titulares e o modelo de jogo precisam ser mais acertados, definidos, e até repetidos, porque mudanças constantes prejudicam a padronização e a repetição facilita o aprimoramento na execução das jogadas. 

Para vencer o Athletic fora de casa, poderá ser mais eficiente começar a definir um time titular, com Jhonny e Dalbet nas laterais, Emerson e Rafa, na zaga, Felipe Amaral, Alê e Val, três volantes, no meio-campo, ou o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person ou Yago Souza, Segovinha, que precisa ser mais agudo, mas tem mais habilidade que Gabriel Barros, ser o atacante pelo lado direito, Mastriani, o centroavante artilheiro definidor, e Thauan, o ponta agudo pelo lado esquerdo. 

As opções de substituição no ataque ficariam mais bem distribuídas, com Gabriel Barros, Bigode, e Yarlen.

Quem não jogar ou jogar pouco tempo ser relacionado para enfrentar o Tombense fora de casa pela Copa Sul=Sudeste, a fim de aprimorar o que precisa ser melhorado para disputar a titularidade na Série B. 

América:
Gustavo; 
Léo Alaba (Jhonny), Nathan, Emerson e Paulinho;
Alê, Felipe Amaral (Yago Souza) e Person (Paulo Victor); 
Gabriel Barros (Thauan), Mastriani e Bigode (Segovinha)
Técnico: Valentim

Botafogo-SP: 
Victor Souza; 
Gabriel Inocêncio (Jonathan), Vilar, Carlos Eduardo e Patrick Brey; 
Leandro Maciel, Rafa Gava (Matheus Sales) e Morelli; 
Zé Hugo, Kelvin (Jeferson Nem) e Hygor (Luizão). 
Técnico: Cláudio Tencati