Faltou mais profundidade pelos lados para fazer cruzamentos da linha de fundo, em vez de lançamentos da intermediária para dentro da área. No primeiro tempo, a eficácia nas finalizações do Bigode, Júlio, Parede e especialmente Paulo Victor precisava ter sido maior. O meio-campo, com Barreto, Otávio e Júlio, pelo corredor direito em vez de aberto pela ponta, e o trio ofensivo, com Parede, Maçola e Bigode, ficariam mais bem distribuídos.
Destaque para Júlio, Otávio e Rafa entre os titulares, a qualidade do Pineiro e Tobias, a resiliência do Ricardo Silva, o desempenho do Bigode, e a impressão de que, com os ajustes necessários, Douglas teria organizado o time melhor que o Roger e Louzer.
Aliás, a utilização de 3 zagueiros e 3 jogadores no meio-campo deverá ser mais competitiva para enfrentar o CRB, na casa do adversário.
Ainda mais que Tobias de ala, ou até de meia atacante ou armador num outro esquema, poderá ser mais produtivo e eficiente na criação das jogadas, nas finalizações e nos gols feitos.
Barreto, Otávio e Júlio formariam o meio-campo, com opção do Jimenez para aumentar o poder de marcação.
Bigode e Parede, que carece ser mais ofensivo e finalizador, a dupla de atacantes, com opção do Pineiro e Maçola, que precisa ter mais chances.
Apesar de todo esforço durante os jogos, de pressionar saída de bola, de atacar espaço, Paulo Victor deveria aprimorar as finalizações para ser mais artilheiro, porque fazer gols é a principal função de um centroavante.
América:
Brígido;
Alex Silva, Ricardo Silva, Rafa, Ostchega;
Barreto (Jiménez), Otávio (Elizari);
Julio César (Ítalo), Paulo Victor (Maçola), Bigode, Parede (Piñeiro).
Técnico: Douglas
Ponte Preta:
Vinícius Ferrari;
Júlio (Gabriel Cicala), Diego Leão, Gustavo Almeida e Matheus Souza;
Gustavo Telles, Juan Rodrigues e Ryan Andrade (Thevyn);
Nicolas Araújo (Caio Vinícius), Damião e Miguel (Caca).
Técnico: Gilson Kleina
Gols: Bigode e Pineiro