O Coelhão conquistou a vitória, porque Moacir Júnior começou a simplificar a execução das jogadas, diminuiu a excessiva troca de passes, criticada pelos torcedores e valorizada pelos especialistas, entre goleiro, laterais, volantes e zagueiros, o que aumentou a consistência defensiva, e o posicionamento ficou mais bem distribuído depois das mudanças no segundo tempo, com dois volantes e um armador, dois pontas, e um centroavante com presença de área, em vez dos dois volantes e quatro atacantes embolados, sem posição fixa, que começaram o jogo.
Ainda assim, poderia ter sido mais eficiente ter iniciado com Jimenez, Otávio e Júlio; Segovinha, Maçola, e Parede, porque Otávio é mais dinâmico que Barreto, Júlio é mais armador que Segovinha, Maçola é mais centroavante que Bigode, que está muito distante da área, Segovinha e Parede seriam pontas ofensivos, a fim de fazer assistências, finalizações e gols.
Rafa, de lateral mais defensivo do que ofensivo, Jimenez, de volante Pit Bull na proteção dos laterais e zagueiros, e Parede, pelo poder de finalização e decisão foram os destaques do jogo.
Aliás, vale a pena destacar a versatilidade posicional do Rafa, com capacidade de jogar na lateral, zagueiro central, quarto zagueiro e primeiro volante
Se Jimenez tivesse sido escalado mais vezes pelos técnicos anteriores, o estilo Pit Bull seria bastante valorizado por grande parte da torcida, o poder de marcação do meio-campo seria aumentado e possivelmente mais pontos conquistados.
Otávio também deveria ter sido promovido antes e jogado mais vezes.
Na transformação do DNA formador em aproveitador, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução, Renan, Luca, Wysla, Isac, Gabriel Nunes, Dudu e Pepê, Rian, entre outros do sub-17, Mateus Simões, Ítalo, Kappel, Miguel, Zanon, Gabryelo, Murilo, Kauâ, Pedro Belga entre outros do sub-20, deveriam ter mais oportunidades no restante da Série B, para chegarem um pouco mais pronto para Copa São Paulo e temporada do principal em 2027.
América:
Brígido;
Rafa (Otávio), Ricardo Silva, Sosa, Tobias (Luidy);
Jimenez (Felipe Amaral), Barreto;
Paulo Victor, Segovinha, Bigode (Maçola), Parede
Técnico: Moacir Júnior.
Operário-PR:
Elias;
Mikael Doka (João Gabriel), Joseph, José Cuenú e Gabriel Feliciano (Moraes);
Índio, Juan Zuluaga (Aylon), Vinícius Diniz, Pedro Vilhena (Dudu Mosconi) e Berto (Brenno);
Caio Dantas
Técnico: Alberto Valentim.
Gol: Parede