Apesar do pouco entrosamento devido as mudanças feitas, da ausência de um típico primeiro volante camisa 5 com foco na marcação, dos três gols sofridos, da falta de assistências e cruzamentos para as conclusões do artilheiro Maçola, que deveria ter jogado mais de centroavante, com Parede pelo lado direito e Bigode esquerdo, ainda assim, diferentemente do baixo poder ofensivo padrão Louzer, pelo menos os comandados do Douglas finalizaram mais que o adversário, e criaram chances de gols em duas finalizações do Parede e uma do Bigode.
Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promissores Heitor, Júlio, Murilo, Otávio, Rafa e ítalo demonstraram potencial de aproveitamento, sem a responsabilidade de ser solução, mas fazer parte da resolução.
Zizero, quando sair do DM, Kappel, Luca, Isaac, Luydy, Gabryelo e Dudu também poderiam ser utilizados neste restante de temporada.
Entre os contratados, Barreto, Fábio, Felipe Amaral e Tobias precisam aumentar a efetividade, a produtividade e a resistência física, para defender e atacar em alta intensidade.
Foi o melhor jogo do Parede desde que foi contratado.
Jimenez, de camisa 5, e Pineiro, ponta ofensivo, deveriam ter mais oportunidades entre os titulares.
Talvez Sosa ser escalado de lateral esquerdo ou volante.
Sport:
Thiago Couto;
Claudinho (Augusto Pucci), Marcelo Ajul, Kayky Almeida e Edson Lucas;
Willian Oliveira (Biel), Zé Gabriel e Diego Hernández (Dudu);
Juan Alano (Carlos de Pena), Perotti e Clayson (Marlon).
Técnico: Gilmar Dal Pozzo
América:
Bruno Brígido;
Fábio (Murilo Povoa), Rafa Barcelos, Ricardo Silva e Ostchega;
Felipe Amaral (Otávio), Barreto (Heitor) e Júlio;
Guilherme Parede (Ítalo), Willian Bigode (Alex Silva), e Marcelo Maçola.
Técnico: Douglas Leite