segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Botafogo-SP 2 x 1 América

Apesar das falhas na formação da equipe, dos desfalques provocados pelo excesso de lesões, da falta de um diretor técnico, exclusivo do futebol, sem contar um gerente com conhecimento de vestiário, ainda assim, o América poderia ter pontuado mais nesta Série B, porque são poucos adversários bastante qualificados, a saída do Valentim, principal responsável pelo montagem da equipe, e as escalações do Roger e depois Umberto Louzer prejudicaram o desempenho durante a competição.

Alias, a insistência na repetição do que deixou de funcionar sob o comando do Louzer nos jogos anteriores continuou sem funcionar na derrota para o Botafogo-SP.

Novamente faltou escalar e treinar um meio-campo mais bem posicionado e funcional, padrão Série B, com  Jimenez, um típico primeiro volante camisa 5, com foco na marcação, Felipe Amaral, um camisa 8 para defender e atacar, e Yago um camisa 10 para atacar mais do que defender.

Jimenez foi contratado para ser reserva de um camisa 5 inexistente desde a saída do Diniz. 

O rendimento do Felipe Amaral de um único volante sem posição fixa sob o comando do Louzer despencou.

Vale lembrar que a melhor fase do Felipe Amaral foi quando formou dupla com Diniz, mais recuado, sob o comando do Valentim. 

Yago deixou de ser um camisa 10 em processo de aprimoramento e oscilação e virou um 8, distante da área, sem poder de criação, finalização e marcação.

Embora tenha feito o gol numa falha da defesa do Botafogo, Elizari, contratado há dois anos para ser o substituto do Benitez, nem deveria ter renovado contrato no fim de 2025. 

Para piorar o que é ruim, Gabriel Barros e Parede são atacantes sem poder de finalização, menos ofensivos que Thauan.

Com Bigode e Pineiro vindos do DM, a prioridade poderia ser o Parede, porque Gabriel Barros deixou a desejar desde o Campeonato Mineiro. 

Sem um meio-campo criativo e dois pontas ofensivos, o esforço do Paulo Victor foi improdutivo, porque faltou Louzer ter criado um padrão de jogo para o time jogar em função do centroavante artilheiro dentro da área, preferencialmente Mastriani.

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os promovidos da base deveriam ser  titulares com minutagem pelo 17 e pelo 20.

Dahora é reserva no Sub-20. 

Samuel, emprestado para o Uberlândia, foi mais muito produtivo no Sub-17 e Sub-20 do que Dahora. 

Luidy deveria ter jogado mais pelo 17 e 20 antes de ser promovido.

Itálo, no primeiro ano do Sub-17, deveria ter jogado mais pelo 17 e sido titular no 20 antes de ser promovido.

Otávio, é o mais pronto do Sub-20.

Ainda as possibilidades do Gabryelo e Enrico.

Enfim, talvez por ter sido mal assessorado, ainda mais sem um Diretor Técnico de futebol, Louzer perdeu o tempo de preparar e escalar melhor o time nos jogos comandados por ele.

Botafogo:
Victor Souza; 
Ericson, Patrick Brey, Morelli; 
Hygor, Rafael Gava, Wallace, Matheus Sales, Gabriel Inocêncio, Wesley, Zé Hugo. Técnico: Cláudio Tencati

América: 
Gustavo; 
Dahora (Bigode), Manoel, Luca Sosa e Dalbert (Tobias);
Felipe Amaral, Elizari(Person), Yago; 
Gabriel Barros (Mastriani), Paulo Victor, Parede(Piñeiro)
Técnico: Umberto Louzer. 
Gol: Elizari

terça-feira, 28 de julho de 2026

América 1 x 0 Goiás

Pênalti defendido e seis defesas feitas pelo Gustavo, supereficácia ofensiva nas duas finalizações certas, com um gol do Paulo Victor numa assistência do Mastriani, e três grandes chances do Goiás finalizadas na trave foram determinantes para o Coelhão conquistar a vitória.

Mas as possiblidades da reação na Série B vão depender da remontagem do time titular, da utilização de estratégias e táticas mais equilibradas entre defender e atacar, e principalmente do aproveitamento dos lesionados liberados pelo DM, dos pratas da casa com mais minutagem, e o desuso dos contratados pouco produtivos nesta temporada, porque a consistência defensiva, o poder de criação, finalização e decisão vão precisar ser bem maiores.

Entre as principais opções, Alex Silva, Fábio, Dalbert e Tobias nas laterais, Manoel, Rafa, Ricardo Silva e Sosa, zagueiros, Gabryelo, Jimenez, Felipe Amaral, Júlio, Murilo, Otávio, Person e Yago, no meio-campo, Segovinha, caso seja liberado pelo DM, Bigode, ìtalo, Mastriani, Parede, Paulo Victor e Pineiro, atacantes.

Mesmo assim, vai faltar um típico camisa 10, mais criativo, decisivo e ofensivo, e dois pontas agudos, com poder de fazer assistências e gols, porque o posicionamento funcional do Person e Yago, ainda mais quando jogam juntos, está mais de camisas 8, distante da área, em vez de um deles executar a função de um camisa 10, a fim de aumentar a eficácia ofensiva. 

Na ausência de um ponta esquerda agudo, Yago também poderia jogar de meia-atacante pelo lado. 

Aliás, uma das mudanças na escalação , na estratégia e na tática, para aumentar a consistência defensiva do meio-campo e o o posicionamento tático ficar mais bem distribuído, seria Jimenez, camisa 5 para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, camisa 8 para defender e atacar, e Person e Yago, camisa 10, para ser mais ofensivo, pisar mais na área, fazer assistências e gols. 

Gabryelo, Murilo e principalmente Otávio e Júlio, promissor meio-campo da base, seriam opções de substituição. 

Otávio, o mais pronto do Sub-20, poderia jogar de primeiro ou segundo volante, e Júlio de segundo volante, ou meia armador centralizado ou até pela ponta direita. 

Outra mudança na estratégia para aumentar a eficácia ofensiva seria o time jogar em função do Mastriani, artilheiro decisivo dentro da área. 

Pineiro é a esperança de atacante agudo, para partir pra cima, passar pelo adversário, fazer assistências, finalizações e gols. 

Ainda utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com dois atacantes mais artilheiros. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Manoel, Luca Sosa (Rafa) e Dalbert; 
Felipe Amaral (Jiménez), Elizari (Ostchega) e Yago;
Gabriel Barros (Mastriani), Parede (Dahora) e Paulo Victor (Ítalo). 
Técnico: Umberto Louzer

Goiás: 
Thiago Rodrigues; 
Rodrigo Soares (Djalma Silva), Lucas Ribeiro, Ramon Menezes e Nicolas; 
Juninho (Esli García), Lourenço (Brayann), Filipe Machado e Lucas Lima (Anselmo Ramon); 
Jean Carlos (Gegê ) e Cadu. 
Técnico: Mozart Santos
Gol: Paulo Victor

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Avaí 2 x 1 América

 Umberto Louzer perdeu o tempo de buscar a reação americana, porque, nos oito jogos comandados por ele, insistiu num meio-campo, com baixo poder de marcação, num ataque, com baixo poder ofensivo, e em promovidos da base, com baixa minutagem no Sub-20 e até Sub-17.

A possibilidade de recuperação seria maior com a escalação do Jimenez, camisa 5, e Felipe Amaral, camisa 8, para aumentar a consistência defensiva no meio-campo, e o time jogar em função do Bigode e Masstriani, únicos atacantes da equipe com histórico de artilheiros, para aumentar a eficácia ofensiva. 

Mas três técnicos na temporada, com necessidade de um quarto, elevado número de jogadores contratados e dispensados, ainda sem um camisa 10 criativo e decisivo, e dois pontas agudos, artilheiros e assistentes, evidenciaram falhas na estrutura do futebol, que era comandada pelo Dower, Euler, Fred Cascardo e Kleberson, e passou a ser centralizada no Paulo Assis, que tem perfil mais administrativo do que técnico. 

Apesar dos desfalques e das lesões do Felipe Amaral, Domingos e Segovinha durante o jogo contra o Avaí, mais uma vez os comandados do Umberto Louzer desperdiçaram a oportunidade de conquistar a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado, a ineficiente escalação do meio-campo e ataque utilizados contra o Londrina e Ceará foi repetida, e titulares e substitutos poderiam ter sido mais bem escolhidos.

Seria mais bem distribuído ter começado com Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e Paulo Victor.

No segundo tempo, Domingos, que entrou e machucou, depois Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido, entrariam no lugar do Felipe Amaral, machucado, Elizari no lugar do Yago, Parede substituiria Segovinha, com lesão, e Gabriel Barros, em caso de necessidade e de acordo com as condições do jogo, entraria no lugar do Mastriani ou Paulo Victor.

O elevado número de lesões para uma equipe, que praticamente disputou só uma competição, e a queda de rendimento físico nos segundos tempos dos jogos, também prejudicaram o desempenho do Coelhao nesta Série B.

Avaí:
Igor Bohn; 
Wallison (Wenderson), Allyson, Jefferson e Quaresma (Sorriso); 
Zé Ricardo (Del Piage), Luiz Henrique, Daniel Penha e Jean Lucas (Léo Gamalho); Thayllon e William. 
Técnico: Allan Aal.

América:
Gustavo; 
Filipe Dahora, Luca Sosa, Manoel e Dalbert; Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Yago Souza (Gabriel de Oliveira) e Segovinha (Gabriel Domingos) (Elizari); Gabriel Barros (Luidy), Parede e Paulo Victor. 
Técnico: Umberto Louzer.
Gol: Paulo Victor

domingo, 19 de julho de 2026

América 1 x 1 Ceará

Os comandados do Umberto Louzer, mais uma vez, desperdiçaram uma grande oportunidade de ter conquistado a vitória, porque enfrentaram um adversário pouco qualificado,, a ineficiente escalação e o resultado contra o Londrina foram repetidos, as mudanças demoraram a serem feitas, e poderiam ter sido melhores. 

Para piorar o que foi ruim contra o Londrina, Parede, contra o Ceará, abandonou a ponta e tentou jogar de centroavante, mas sem poder de finalização. 

Destaque para a eficácia ofensiva do Segovinha quando ocupou o espaço de atacante dentro da área, em vez de armador, improdutivo nas assistências para finalizações e gols. 

Aliás, a estratégia ofensiva deveria ser escalar dois pontas agudos e o time jogar para Mastriani, principalmente dentro da área, ser o artilheiro decisivo. 

Jimenez, Felipe Amaral, Yago, Segovinha, Mastriani e o mais ofensivo entre Gabriel Barros ou Parede formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído. 

Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação, Fellipe Amaral, camisa camisa 8 que caiu de  rendimento desgastado de único volante, para defender e atacar. Yago, camisa 10 para atacar mais do que defender, pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Segovinha de ponta ofensivo, e Parede, com função de ser assistente e finalizador, com Mastrinai de centroavante definidor, formariam um meio-campo e ataque mais bem distribuído.

Na ausência do Bigode, uma opção para jogar com dois centroavantes seria Mastriani e Paulo Victor, em vez de Parede e Paulo Victor. 

Otávio, o mais pronto do sub-20 para ser promovido pro principal, Domingos, Elizari, Paulo Victor, e Gabriel Barros ou Parede seriam as opções de substituição. 

Para vencer o Avaí fora de casa, poderá ser mais eficiente escalar Manoel e Sosa, na zaga, Jimenez, Felipe Amaral e Yago, no meio-campo, Segovinha, Mastriani e Piñeiro, no ataque. 

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva (Rafa), Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral, Yago Souza (Jiménez), Segovinha (Júlio); 
Gabriel Barros, Parede (Ítalo) e Paulo Victor (Mastriani). 
Técnico: Umberto Louzer.

Ceará:
Richard; 
Bryan Borges, Júlio, Éder e Sanchez; 
Richardson (Pavani), João Gabriel (Vina), Giulio e Lucas Mugni (Juan Alano);
Melk (Lodovico) e Lucca (Renzo López). 
Técnico: Daniel Paulista.

Gol: Segovinha

quarta-feira, 15 de julho de 2026

América 1 x 1 Londrina

O 1 a 0 seria goleada, porque falhas no gol sofrido, de quem deveria ter marcado o adversário e do Gustavo que ficou parado na jogada, ausência de dois pontas agudos para vencerem duelos individuais, e de um centroavante definidor para jogar dentro da área, receber assistências do camisa 10, cruzamentos dos laterais e pontas, e fazer gols, prejudicaram o desempenho defensivo e ofensivo.

Mas a eficácia defensiva ofensiva poderia ter sido maior se fosse mais padrão Série B, com Jimenez, o típico camisa 5 com foco na marcação valorizado por grande parte da torcida, Felipe Amaral, para defender e atacar, Yago, para pisar na área, fazer assistências e finalizar, Segovinha e Parede, abertos pelos lados, para partir para cima, fazer cruzamentos e finalizar, e principalmente o time jogar para Mastriani, que tem histórico de artilheiro, ser o finalizador decisivo. 

Otávio, Domingos e Elizari, seriam opções para o meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor e Bigode, para o ataque.

Ainda assim, Parede teria de demonstrar mais poder de finalização que Bigode. 

Alex Silva e Dalbert fazerem mais ultrapassagens, buscarem a linha de fundo e acertarem cruzamentos.

Otávio, destaque do sub-20,  deveria ser mais bem aproveitado no principal.

Apesar do potencial de futuro aproveitamento e negociação,  Ítalo deveria ter sido titular mais vezes pelo Sub-17 e Sub-20 no Mineiro e Brasileiro, para depois ser promovido um pouco mais pronto para o principal. 

Felipe Amaral está desperdiçado de único volante no meio-campo, porque poderá render mais na posição de segundo volante, para defender e atacar. .

Domingos carece aumentar a intensidade, vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Segovinha e Yago deveriam ser mais agudos, priorizar o passe vertical, a finalização dentro e fora da área.

Por mais competitivo, dinâmico e esforçado que seja Paulo Victor, atacante, ainda mais centroavante, carece ter ambição de artilheiro. 

Gabriel Barros precisa ser mais ofensivo, partir pra cima, vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos, ou infiltrar na diagonal e finalizar.

América:
Gustavo; 
Alex Silva, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert; 
Felipe Amaral (Mastriani), Yago (Domingos) e Segovinha;
Parede (Elizari), Paulo Victor (Ítalo) e Gabriel Barros (Bigode). 
Técnico: Anderson Gomes.

Londrina: 
Kozlinski; 
Kauê Leonardo (Wallace), Yago Lincoln, Gabriel Lacerda e Heron (Artur); 
Tárik (Thalis), João Vitor e João Tavares; Paulinho Moccelin (Gilberto), Vitinho (Nino Paraíba) e Pablo Dyego. 
Técnico: Rogério Micale.

Gol: Segovinha

sábado, 4 de julho de 2026

Cuiabá 1 x 0 América

A escalação mais ofensiva feita pelo Louzer, novamente, foi ineficiente, porque o América defendeu mais do que atacou, Gustavo, Manoel e Ricardo Silva se destacaram no setor defensivo, foram 9 finalizações, só uma no gol, enquanto o adversário, mais ofensivo, finalizou 15 vezes e 6 no gol.

Do meio-campo para a frente, faltou poder de criação, finalização e marcação, porque o América começou o jogo com um camisa 8, dois camisas 10, e três atacantes, e para piorar o que estava ruim, estava com um camisa 5, um camisa 10 e quatro atacantes, quando sofreu o gol nos acréscimos. 

Poderia ser sido mais consistente, equilibrado entre defender e atacar, e eficiente no ataque ter começado com Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Rafa, Otávio e Yago deveriam ser opções de reposição para o meio-campo, com a possiblidade de Rafa também jogar de lateral direito e Yago de ponta esquerda. 

Gabriel Barros, que carece ser mais finalizador, e Paulo Victor, de centroavante, seriam opções de substituição em caso de necessidade. 

Ainda assim, faltaria um atacante mais agudo que Thauan. 

Para buscar a vitória sobre o Londrina, Luidy deveria ser o titular na lateral esquerda, o mais bem preparado fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade entre Domingos e Felipe Amaral formar o meio-campo com Jimenez e Person, no ataque Segovinha, Mastriani e Bigode.

Gabryelo, Júlio e Otávio, para o meio-campo, e Enrico, para centroavante, deveriam ser relacionados. 

Cuiabá:
Marcelo Carné; 
Vitor Mendes (Rodrigo Rodrigues), João Basso, Alan Empereur e Marlon (Eric); Raul, Calebe, Pepê (David Miguel) e Weverson (Marcos Júnior); Vinícius Peixoto (Aiyran) e Kauan Cristtyan. 
Técnico: Eduardo Barros.

América:
Gustavo; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel e Dalbert (Luidy); 
Felipe Amaral (Jiménez), Person (Paulo Victor) e Yago (Éverton Brito); 
Segovinha, Bigode (Mastriani), e Gabriel Barros.
Técnico: Umberto Louzer.

segunda-feira, 29 de junho de 2026

Operário 1 x 0 América

Defeitos, provocados pelas falhas na formação da equipe nesta temporada, foram repetidos.  

Laterais ineficientes na defesa e no ataque. Zagueiros desprotegidos pelo meio-campo, pouco marcador com um volante escalado. Ausência de um camisa 10 mais avançado, criativo e finalizador. Atacantes de lados sem partir pra cima, vencer duelos individuais, fazer assistências e finalizar.

Ainda assim, do meio-campo para a frente, poderia pelo ter sido mais bem escalado, competitivo e equilibrado, com Jimenez, para defender mais do que atacar, Felipe Amaral, para defender e atacar, e Person, para atacar mais do que defender, Bigode e Mastriani, os únicos atacantes com histórico de artilheiros, e o mais ofensivo entre Gabriel Barros e Segovinha, 

Otávio e Yago, os mais prontos do sub-20 para jogar no principal, seriam as opções para o meio-campo, sem a responsabilidade de ser a solução, mas fazer parte da resolução. 

Gabriel Barros ou Segovinha, Paulo Victor, centroavante sem ser escalado pelo lado, e Everson seriam opções para o ataque.

Aliás, embora seja sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, Thauan parte mais pra cima, vence mais duelos individuais e é mais agudo, que Everton, Gabriel Barros e Segovinha.

Yago Santos também poderia ter sido utilizado nos jogos que só um volante foi escalado

O afastamento dos dois poderia ter sido mais bem trabalhado,  porque reduziu ainda mais as opções de reposição. 

Operário: 
Vagner; Mikael Doka, Miranda, Cuenú e Gabriel Feliciano (Neto Paraíba); 
Matheus Trindade, Vinicius Diniz (Caio Dantas) e Boschilia; Aylon (Moraes), Pablo (Índio) e Berto (Felipe Augusto). 
Técnico: Luizinho Lopes.

América: 
Gustavo; 
Jhonny (Léo Alaba), Ricardo Silva, Rafa Barcelos e Dalbert;
Felipe Amaral (Jorge Jiménez), Person (Yago) e Segovinha; 
Everton (Paulo Victor), Bigode, Gabriel Barros (Mastriani).
Técnico: Umberto Louzer.


quinta-feira, 25 de junho de 2026

América 0 x 1 Criciúma

Falhas de posicionamento no gol sofrido, meio-campo sem criação e marcação, os dois pontas sem fazer assistências, vencer duelos individuais e finalizar prejudicaram o desempenho. 

Para piorar o que estava ruim, o ponta direita foi jogar de ponta esquerda e depois lateral direito, o lateral direito virou lateral esquerdo, o lateral esquerdo passou para a zaga e o centroavante entrou na ponta direita e depois ponta esquerda.

Poderia ser sido mais bem distribuído entre titulares e reservas, produtivo e equilibrado no defender e atacar ter escalado Jimenez, Felipe Amaral e Person, Segovinha, Mastriani e Bigode.

Otávio, titular rodado no sub-20, Yago, Gabriel Barros, Paulo Victor e Everton seriam opções de reposição.  

Ainda assim, Jimenez precisaria defender mais do que atacar, Felipe Amaral defender e atacar, Person atacar mais do que defender, pisar na área e finalizar, Segovinha acertar cruzamentos e finalizações, Bigode e Mastriani serem decisivos. 

Dalbert e Jhonny precisariam aparecer pro jogo, buscar a linha de fundo e acertar cruzamentos. 

Na rodada 15 da Série B, contra  o Operário na casa do adversário, ainda falta definir um modelo de jogo de acordo com o perfil da equipe, o time titular mais competitivo, e substitutos mais eficientes. 

Poderá ser mias interessante utilizar 3 zagueiros ou 4 jogadores no meio-campo, com Bigode e Mastriani no ataque. 

América:
William; 
Jhonny, Ricardo Silva, Manoel (Ítalo) e Dalbert;
Jiménez (Felipe Amaral), Person e Segovinha (Paulo Victor);
Everton, Mastriani (Bigode), Gabriel Barros (Yago)
Técnico: Umberto Louzer.

Criciúma:
Airton; 
Rodrigo, Luciano Castán, Cesar Martins (Bruno Alves) e Marcelo Hermes; 
Willean Lepo, Eduardo e Gui Lobo; 
Fellipe Mateus, Otero (Jhonata Robert), Waguininho (Cauê). 
Técnico: Eduardo Baptista.