sexta-feira, 20 de março de 2026

Pré-jogos Série B 2026

O desafio do Coelhão será encontrar o equilíbrio entre o defender e atacar, aumentar o poder criativo e principalmente ofensivo, porque a invencibilidade está na defesa, mas a possiblidade de vitória está no ataque.

A escalação mais complexa deve ser um trio ofensivo formado por um ponta agudo pela direita, Mastriani e Bigode, porque poderá perder poder defensivo e ofensivo, sem um atacante para defender e atacar pelo lado esquerdo, Bigode vai precisar evitar  embolar com Person ou Yago Souza, e ter arrancada, explosão e velocidade para ser mais eficiente fora da área.

Um trio ofensivo mais bem distribuído seria formado por dois atacantes de velocidade pelos lados, a fim de partir pra cima, finalizar e marcar gols, ou fazer assistências para as finalizações e gols do centroavante dentro da área, 

As opções deste trio ofensivo seriam o mais agudo entre Gabriel Barros e Segovinha, que deveria ser mais atacante do que armador, pela direita; Everton, Thauan e Yarlen, partindo pra cima avacoelhando geral, pela esquerda, e Bigode ou Mastriani, de centroavante. 

O meio-campo também precisa ficar mais bem distribuído, com o Felipe Amaral ou Val, o primeiro volante responsável pelo início da transição, também ser o volante mais recuado na recomposição defensiva. 

Contra adversários mais qualificados, Person disputar posição com Yago Souza. 

Ainda a alternativa de utilizar 3 volantes, Felipe Amaral, Alê e Val no meio-campo, até com Rafa de primeiro volante.

Aliás, na fase defensiva, um típico camisa 5, que poderia ser o Rafa, com poder de marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, evitaria escalar um zagueiro a mais no lugar de um atacante. 

Mas se forem utilizados três zagueiros, pelo menos um dos dois atacantes deveria ser de velocidade, para explorar jogadas de contra-ataque em profundidade. 

A possiblidade mais eficiente de escalar Bigode e Mastriani juntos poderá ser no 4-4-2, com a utilização do Yago Souza pelo lado esquerdo ou dois pontas de velocidade e resistência física para defender e atacar pelos lados, mas com dois volantes entre Alê, Felipe Amaral, Rafa e Val, ou utilizar uma ou duas dobras pelos lados, com Leo Alaba e Maguinho, pela direita, Artur e Dalbert ou Paulinho pela esquerda. 

Vamos vencer, Coelhão! 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Barra-SC 0 (4) x (3) 0 América

Embora o Barra seja campeão catarinense, o América se programou para enfrentar um adversário padrão Série A, mas o Coelhão, sem poder de criação e finalização, foi eliminado por uma equipe da Série C. 

A excessiva preocupação defensiva limitou as possibilidades de vencer, porque faltou atitude vencedora; a escalação, estratégia e tática deveriam ter sido mais ofensivas, sem a necessidade de utilizar um terceiro zagueiro no lugar de um atacante, de escalar Bigode e Paulo Victor juntos, e ter sido tão inofensivo. 

Pelo menos a postura poderia ter sido mais ofensiva, com o mais agudo entre Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Thauan ou Yarlen, pela esquerda, Bigode, de centroavante, para jogar mais dentro da área, com opção do Mastriani, em caso de necessidade. 

Até a alternativa das dobras para defender e atacar pelo lados, com Leo Alaba e Maguinho, Artur e Paulinho, com Bigode de camisa 9, sem recuar para embolar com Person e Yago Souza, teria sido mais ofensiva do que dois alas e dois centroavante, longe da área e sem poder de finalização.

Alias, a efetividade ofensiva do Bigode vai depender dele jogar mais avançado, porque dentro da área tem poder de finalização e decisão. 

Dificilmente Bigode e Mastriani vão formar dupla de atacantes decisivos, porque são dois jogadores para executarem a função ofensiva de um, ambos mais eficientes nas finalizações dentro da área. 

O posicionamento funcional do meio-campo também precisa ser mais bem distribuído. Felipe Amaral e Val são mais camisa 8, Person e Yago Souza, camisa 10. 

Ainda existe a necessidade de reforços para disputar a série B. 

A improvisação do Artur na zaga evidenciou o número reduzido de zagueiros. 

Falta um típico volante camisa 5, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e combater de frente, em vez de correr atrás do adversário. 

Pelo menos um atacante de beirada com histórico de artilheiro. 

Um camisa 10, com poder de criação, preferencialmente finalizador e decisivo. 

Pra cima deles, Coelhão!  

Barra-SC
Ewerton;
Fábio, Jean Pierre, Éverton Alemão e Da Rocha;
Henrique Freitas (Matheus Barbosa), Tetê (Saymon), Cléo (Marcelinho), Gabriel Silva e Geovany (Warley); 
Renan Bernabé (Lucas Vargas). 
Técnico: Rafael Piccinin.

América:
Gustavo; 
Emerson, Rafa, Artur;
Maguinho (Léo Alaba), Felipe Amaral (Val Soares), Person, Yago (Thauan), Paulinho; 
Paulo Victor (Gabriel Barros) e Bigode (Mastriani). 
Técnico: Valentim.

sexta-feira, 6 de março de 2026

América 1 (4) x (3) 1 Tirol-CE

Valeu pela premiação de R$ 1,53 milhão, mas o resultado e principalmente o desempenho deixaram a desejar, porque o Coelhão tinha total capacidade para ter vencido com facilidade, com possibilidade de goleada, e convencido. 

Apesar do golaço do Bigode com participação do Paulo Victor, Bigode deveria ter iniciado o jogo, na posição de centroavante com presença de área, e a opção do Paulo Victor e Jhonatan, entre os substitutos, porque faltou profundidade pelos lados; Maguinho acertar mais cruzamentos; Artur ser mais ofensivo, e dois atacantes de velocidade, com pelo menos capacidade de partir pra cima, preferencialmente vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo para fazer cruzamentos ou infiltrar na diagonal e finalizar. 

A força ofensiva poderia ter sido maior, com Paulinho na lateral, Gabriel Barros, Bigode, e Thauan ou Yarlen. 

Ainda assim, houve baixo poder ofensivo nos dez jogos do Mineiro, 11 gols, um deles contra, e com exceção do Bigode, a equipe 2026 é formada mais por atacantes com potencial de evolução, do que artilheiros com histórico de decidir jogos. 

O posicionamento funcional do meio-campo para a frente, entre Felipe Amaral e Val, Val e Person, Person e Segovinha, Bigode e Person, também precisa ser mais bem definido, distribuído e melhorado, a fim de aumentar o efeito combinado das ações de cada um deles.

Se Felipe Amaral ou Val for o primeiro volante responsável pelo início da transição, também deveria ser o volante mais recuado na recomposição defensiva. 

O mais avançado entre Felipe Amaral ou Val deveria ocupar espaço no corredor oposto ao do Person. 

Bigode deveria jogar mais dentro da área e Segovinha ou outrro ponta mais avançado pelo lado, a fim de evitar ocupar o espaço do Person, na construção das jogadas. 

Entre as prioridades de reforços para o restante da temporada, um atacante de lado com poder de decisão, para disputar a titularidade, um centroavante, um típico volante camisa 5, mais focado na marcação, e mais um zagueiro. 

Em caso de necessidade mais um camisa 10.

Pra cima deles, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Emerson Santos, Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral, Val (Jhonatan) e Person (Yago); 
Segovinha (Gabriel Barros),Paulo Victor (Yarlen), Bigode
Técnico: Valentim.

Tirol
Frank; 
Zé Augusto, Jairo, Max (Dieguinho), Diguinho e Ytalo; 
Isaias (Willian), Sidney (Welton), Rafinha (Yuri Borges) e Jeffinho (Janeudo); Felipe Hulk. 
Técnico: Ailton Silva.

Gol: Bigode 

terça-feira, 3 de março de 2026

América 0 (2) x (4) 0 Atlético

No Mineiro 2026, faltou principalmente poder ofensivo, e pelo menos a opção de um típico camisa 5 para defender mais do que atacar, porque o Coelhão marcou 11 gols em 10 jogos, o quinto melhor ataque, Person e Val, com dois gols cada um, foram os artilheiros, e o tradicional primeiro volante reforçaria a marcação, sem necessidade de escalar três zagueiros, em vez de dois, e dois atacantes, em vez de três. 

Mas em compensação, apesar das limitações financeiras devido ao baixo orçamento, a construção da equipe 2026 superou expectativas, porque a força do futebol coletivo, competitivo e bastante organizado dos comandados do Valentim prevaleceu na maioria dos jogos, inclusive nos três clássicos contra o Atlético e até contra o Cruzeiro, quando sofreu dois gols em lances polêmicos. 

Ainda assim, para o restante da temporada, a equipe carece de mais um zagueiro, de um típico camisa 5 mais defensivo do que ofensivo, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e pelo menos um atacante, preferencialmente centroavante com presença de área, mais decisivo.

Um camisa 10 com poder de criação também seria bem-vindo. 

Sem as contratações pontuais, Luiz Henrique e Thalyson poderão ser opções de zagueiros, Otávio ou Rafa ser escalados de primeiro volante marcador.

Alê e Dalbert deverão ser reforços para o meio-campo e lateral esquerda.

Talvez seja possível Segovinha também ser um camisa 10, porque pareceu mais um armador pelo lado do que um atacante de profundidade. 

Para vencer o Tirol pela Copa do Brasil, Valentim deverá voltar a utilizar 3 atacantes.

Maguinho e Artur, nas laterais, Emerson e Rafa, revelação do Mineiro 2026, na dupla de zaga. 

Possivelmente o meio-campo titular será formado pelo Felipe Amaral, Val e Person, com a possibilidade de utilização do Alê, Yago Santos e Yago Souza. 

Elizari precisa justificar a renovação do contrato. 

Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Bigode ou Jhonatan ou Paulo Victor, finalizadores dentro da área, e Thauan e Yarlen, pelo lado esquerdo, deverão ser as principais opções para aumentar o poder ofensivo.

Yarlen, partindo pra cima avacoelhando geral, parece ter potencial para assumir a titularidade. 

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Nathan (Paulinho), Emerson, Rafael Barcelos (Thallyson) e Artur; 
Felipe Amaral, Val (Yarlen) e Person; 
Bigode (Yago Souza) e Paulo Victor (Gabriel Barros)
Técnico: Valentim

Atlético:
Everson; 
Preciado (Cissé), Ruan Tressoldi, Junior Alonso e Renan Lodi; 
Maycon, Alan Franco e Victor Hugo (Cassierra); Gustavo Scarpa (Alan Minda); 
Reinier (Dudu) e Hulk 
Técnico: Eduardo Domínguez.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Atlético 1 x 1 América

O gol no começo do jogo do Paulo Victor, invalidado pelas linhas do VAR bastante ajustadas, praticamente sobrepostas, de acordo com o frame escolhido, poderia ter facilitado a proposta reativa de o Coelhão conquistar a vitória. 

Mas Valentim pode ser considerado o destaque do jogo, porque a escalação, estratégia, substituições e tática escolhidas por ele foram mais bem sucedidas do que as escolhas do adversário, mais qualificado individualmente.

Ainda assim, na suposição de que a solução não utilizada seja melhor do que a escolhida, a eficácia ofensiva poderia ter sido maior, com pelo menos um atacante de mais velocidade, o mais bem preparado fisicamente entre Thauan e Yarlen, para partir pra cima ou receber lançamentos em profundidade, e formar dupla de ataque com Bigode ou Paulo Victor.  

Enquanto Bigode e Paulo Victor são mais conclusivos, especialmente dentro da área, Jhonatan finaliza de longa, média e curta distância, Thauan e Yarlen partem pra cima avacoelhando geral. 

Everton, Gabriel Barros e Segovinha pareceram mais assistentes, construtores de jogadas, do que finalizadores decisivos. 

Para conquistar a classificação para a final do Mineiro, poderá ser mais eficiente a manutenção da primeira linha defensiva de 5 jogadores, mas com mais ultrapassagens do Maguinho, finalizações de longa distância do Felipe Amaral, Val e Person, e a escalação do Thauan e Yarlen juntos, ou um deles formar dupla de ataque com Bigode ou Paulo Victor. 

Vamos vencer, Coelhão!

Atlético
Everson; 
Natanael (Ángelo Preciado), Ruan Tressoldi, Vitor Hugo e Renan Lodi; 
Alan Franco, Maycon (Igor Gomes) e Victor Hugo (Bernard); Gustavo Scarpa, Dudu (Tomás Cuello) e Hulk. 
Técnico: Lucas Gonçalves.

América:
Gustavo; 
Maguinho, Nathan, Ricardo Silva, Emerson, Artur (Paulinho);
Felipe Amaral e Val (Yago Souza), Person;
Bigode (Thauan) e Paulo Vitor. 
Técnico: Valentim.

Gol: Yarlen

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

América 2 x 1 North

Na fase classificatória do Mineiro, faltou mais poder criativo, de finalização, e principalmente eficácia ofensiva, porque o Coelhão* foi o quinto melhor ataque, só 10 gols feitos, entre eles 1 contra, o quarto a criar e perder grandes chances, e o sexto em finalizações, nos 8 jogos disputados. 

Mas na construção da equipe 2026, os comandados do Valentim foram consistente na fase defensiva, com seis gols sofridos, bastante competitivos, buscaram o controle dos adversários do interior, e os dois clássicos foram equilibrados. 

As principais jogadas ofensivas foram as triangulações pelo lado direito, entre Leo Alaba, Person e Gustavo Barros ou Segovinha, mas perdeu profundidade com Segovinha, que pareceu mais armador pelo lado, em vez de atacante agudo, que parte pra cima, vence duelos individuais, finaliza e faz gols. 

No lado esquerdo, Arthur defendeu mais do que atacou, Paulinho atacou mais do que defendeu, Yago Souza pouco finalizou, e Thauan ficou muito isolado. 

A eficácia, eficiência e produtividade ofensiva do Person e Yago poderão ser maiores se jogarem mais avançados, pisarem mais na área, a fim de serem mais assistentes, finalizadores e fazerem gols decisivos. 

Ainda assim, nas semifinais do Mineiro e na Copa do Brasil, em vez de utilizar Person e Yago Souza, na linguagem do torcedor, dois camisas 10 sem perfil de 8, poderá ser mais bem distribuído, equilibrado e funcional escalar Felipe Amaral, embora seja mais 8 do que 5, Val, de camisa 8, e Person, totalmente 10, mais avançado. 

Yago Souza seria opção para substituir Person ou ser deslocado para a ponta esquerda.

Segovinha também poderia ser escalado mais centralizado na armação das jogadas. 

Alê seria opção para utilizar três volantes no meio-ccampo. 

Elizari ainda não justificou a renovação. 

Paulo Victor se destacou mais pelo empenho, pela movimentação, ocupação dos espaços, pelos dois pênaltis sofridos contra o North, mas centroavante carece ser mais artilheiro. 

Bigode jogou muito distante da grande área contra o North, até embolou com Person, e foi pouco efeitvo no ataque. 

Jhonathan tem potencial de centroavante finalizador, especialmente com o pé esquerdo. 

Também faltou escalar um típico camisa 5 padrão Série B, mais defensivo do que ofensivo, que poderia ter sido Otávio ou Rafa, porque o defender e atacar ficaria mais bem distribuído, sem necessidade de escalar mais um zagueiro e reduzir o número de atacantes. 

Enquanto o 3-5-2 poderá ser mais eficiente no ataque, com dois atacantes com capacidade de vencer duelos individuais, finalizadores e velozes, o 4-3-3 poderá ser mais decisivo com dois pontas agudos, e com um centroavante, com presença de área para fazer gols. 

Everton, Gabriel Barros, Segovinha, Thauan e Yarlen são opções dos pontas agudos no 4-3-3 ou dois atacantes no 3-5-2 ou 5-3-2. 

Talvez seja o momento de Yarlen ser titular, porque finaliza bem com o pé direito e esquerdo. 

Mas independentemente da estratégia de jogo, do esquema e da escalação, a competitividade americana contra o Atlético vai precisar ser maior que a do adversário, para disputar e vencer a maioria dos duelos individuais pelo alto e pelo chão. 

Vamos vencer, Coelhão!

* De acordo com o Sofascore.

América:
Gustavo; 
Léo Alaba (Maguinho), Nathan, Emerson e Paulinho; 
Felipe Amaral, Person e Yago Souza (Val); 
Segovinha (Jonathan), Thauan (Yarlen) e Willian Dubgod (Paulo Victor). 
Técnico: Valentim

North:
Yago; 
Lucas Mota (Rodrigo Fumaça), Bruno Bispo, Diego Guerra (Wallesson) e Foguinho; 
Camacho (Yuri Merlin), Ferreira (Evanderson) e Serginho; 
Rosseto e Bruno Lopes (Wandinho). 
Técnico: Kleberson Pereira

Gols: Val (2)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Cruzeiro 2 x 0 América

Dois lances polêmicos fizeram a diferença no resultado, porque Gustavo deslizou no gramado molhado, Gerson passou a bola e esperou o contato, e as câmeras do VAR deveriam ter imagens conclusivas do segundo gol. 

Apesar de serem lances duvidosos, houve falhas na recomposição defensiva nos gols sofridos e faltou transformar posse de bola em poder ofensivo, com mais finalizações certas, chances criadas e aproveitadas.

A distribuição tática ficaria mais equilibrada entre o defender e o atacar, com a escalação de dois zagueiros, um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo, e três atacantes, mas na fase ofensiva, os comandados do Valentim, independentemente do adversário e da quantidade de 2 ou 3 atacantes escalados, precisam ser mais decisivos.  

Foram só 8 gols marcados, um deles contra, em sete jogos do Mineiro. Person, 2 gols, Everton, Gabriel Barros, Nathan, Paulo Victor e Thauan, um gol cada um, são os artilheiros do time.  Destaque para Person e Thauan pelas participações nas jogadas dos gols.  

Ainda assim, Person e Yago Souza estão mais participativos pelos lados do que próximos da grande área. Ambos deveriam pisar na área e serem mais finalizadores. 

As triangulações pelo lado direito, entre Leo Alaba, Person e Gabriel Barros ou Segovinha, foram mais utilizadas do que pelo lado esquerdo, entre Artur, que fez poucas ultrapassagens, Yago Souza, na dupla função defensiva-ofensiva, distante do Thauan, que está muito isolado pelo lado. 

Yarlen deveria ser mais utilizado, porque tem facilidade para vencer duelos individuais, e finalizar com o pé direito e esquerdo.

Por mais empenhado que seja, Paulo Victor carece ser mais finalizador e principalmente eficiente nas finalizações. 
 
Bigode, na função de centroavante conclusivo dentro da área, poderá aumentar o número de gols marcados. 

Para vencer o North, deverá ser mais consistente o retorno do Ricardo Silva. 

No momento, a dupla de zaga mais eficiente parece ser Ricardo Silva e Rafa, porque Rafa tem qualidade no passe vertical e nos lançamentos. 

Emerson carece acertar mais lançamentos na saída de bola.  

Sem a renegociação do Dalbert, o momento do Paulinho, principalmente ofensivo, é melhor que do Artur. 

Maguinho deverá ser opção de substituição, até com o deslocamento do Alaba para o lado esquerdo. 

Talvez seja mais eficiente Person e Yago Souza disputarem posição de camisa 10, em vez de jogarem juntos. 

O meio-campo poderá ficar mais bem distribuído, com Felipe Amaral, Val e Person, mais avançado pelo centro. 

Otávio e Rafa seriam opções de primeiro volante. 

Possivelmente Alê seja opção para segundo volante. 

Yago Souza para substituir Person.

Inicialmente Segovinha, Bigode e Thauan formariam o trio ofensivo, com opções do Gabriel Barros, Jhonatan ou Paulo Victor, e Yarlen.

Vamos vencer, Coelhão!

Cruzeiro
Cássio;
Fagner, Fabrício, João Marcelo e Kaiki; 
Lucas Romero, Gerson (Matheus Henrique), Christian (Wanderson) e Matheus Pereira (Japa); 
Arroyo (Sinisterra) e Kaio Jorge (Néiser). 
Técnico: Tite.

América:
Gustavo; 
Nathan, Emerson, Rafa Barcelos;
Léo Alaba, Felipe Amaral, Person (Bigode) e Yago Souza (Val), Artur (Paulinho); 
Segovinha (Jhonathan) e Paulo Victor (Thauan). 
Técnico: Valentim.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

América 1 x 0 URT

A vitória seria mais convincente com o controle do adversário, volume de jogo e aumento do poder ofensivo, depois da entrada do Paulinho, transformados em mais chances criadas e pelo menos uma aproveitada.

Mesmo assim, a força ofensiva poderia ter sido maior, com mais profundidade pela direita do Leo Alaba e principalmente Segovinha, mais avançado na função de atacante assistente, finalizador e decisivo, em vez de armador pelo lado, na troca de passes com Person, e mais triangulações pela esquerda, com ultrapassagens do Artur, e Yago Souza mais próximo do Thauan, que jogou muito isolado no ataque. 

Mas tão importante quanto a campanha no Mineiro é o potencial de evolução, porque uma equipe vencedora precisa ter pelo menos 16 titulares, para fazer as cinco mudanças e manter o nível competitivo, intenso e técnico.    

Ainda falta um quinto zagueiro, preferencialmente canhoto, porque poderá haver lesões, suspensões, e o 3-5-2 precisar ser utilizado com opções reduzidas, um 5 mais recuado, com poder de marcação e imposição física para combater os adversários de frente, vencer duelos individuais pelo alto e pelo chão, um 10 com pelo menos qualidade para fazer assistências, e um 9 eficiente nas finalizações.

Luis Henrique, Thallyson, na zaga, Otávio e Rafa, de primeiro volante, Segovinha de 10, Jhonatan, Gustavo e Zizero poderão ser as primeiras alternativas de utilização. 

Yarlen poderá ser um destaque ofensivo. 

A eficácia nas finalizações do empenhado Paulo Victor, recompensado com o gol da vitória sobre a URT, poderá ser fundamental para fazer a diferença nos jogos. 

O retorno do Alê, Bigode, Dalbert e Maguinho vai reforçar a equipe, no ataque, nas laterais e no meio-campo.  

Para vencer o Cruzeiro, o Coelhão vai precisar jogar com consistência defensiva ,eficácia ofensiva, e preferencialmente o acaso favorável. 

Rafa e Emerson ou Nathan poderão formar a dupla de zaga ou um trio de zagueiros, ou até Rafa jogar de primeiro volante, na frente dos zagueiros. 

Artur carece antecipar as jogadas para evitar cartões amarelos desnecessários e buscar mais a linha de fundo. 

Paulinho é opção para aumentar o poder ofensivo. 

Felipe Amaral, Val, Otávio, Person, Yago Santos e Yago Souza são as principais opções para o meio-campo. 

Gabriel Barros, Segovinha, Yarlen, Everton e Thauan são opções de atacantes pelos lados. 

Segovinha e Yarlen poderão aumentar a força ofensiva. 

Paulo Victor e Jhonatan, as opções de centroavante. 
Vamos vencer, Coelhão!

América:

Gustavo; 
Leo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Arthur (Paulinho)
Person (Yago Santos), Felipe Amaral, Yago Souza (Val); 
Segovinha(Yarlen), Thauan (Everton) e Paulo Victor. 
Técnico: Valentim.

URT:
Ariel; 
Arlen, Evson (Leonardo Rolón), Léo Santos (Mateus Peloggia), Gabriel Augusto; 
John Mesquita (Laércio), Pedro Henrique, Cesinha, Hippólito, Bruninho (Deividi) e Gabriel Moyses (Marcelo Maçola). 
Técnico: Adilson Roque.

Gol Paulo Victor