segunda-feira, 14 de dezembro de 2020

América-MG 1 x 0 Paraná-PR

Mais uma vitória do futebol coletivo, eficiente e organizado dos comandados do Lisca.

O time americano manteve a consistência defensiva, a organização na reposição e transição, e a eficiência no ataque. 

Rodolfo teve uma grande chance, Calyson fez um gol e houve erro no impedimento do Felipe Augusto, na assistência feita para Ademir fazer o que seria o segundo gol. 

O adversário só incomodou nos minutos finais, com finalizações de longa de distância e em cobrança de escanteio.

No primeiro tempo, a construção ofensiva ocupou mais o lado esquerdo através das triangulações entre Calyson, Felipe Azevedo e João Paulo, mas faltou poder de finalização, especialmente do Felipe Azevedo.

Pelo corredor direito, Leo Gomes, talvez pela falta de entrosamento e pelo posicionamento mais avançado, foi pouco produtivo na fase ofensiva. 

Também faltou poder de finalização para Ademir, Daniel Borges e Rodolfo. 

Rodolfo foi o único que finalizou uma assistência do Ademir. 

Flávio, sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, o meio campista mais produtivo. 

No segundo tempo, Leo Gomes manteve a improdutividade ofensiva.

Calyson diminuiu a produtividade ofensiva até o momento do gol. 

Com a sequência de jogos e a confiança gerada pelo gol marcado, talvez o desempenho do Calyson seja aumentado, quando for utilizado nos próximos confrontos.

Sabino, novamente, entrou bem na função de primeiro volante, com qualidade na marcação e na saída de bola. 

Ademir só finalizou o gol invalidado na origem da jogada, mas fez o cruzamento para o gol do Calyson.

Felipe Azevedo e Rodolfo mantiveram o baixo poder de finalização. 

Joseph, Leo Passos e Sávio pouco acrescentaram. 

A produtividade do Felipe Augusto teria sido maior sem o erro do impedimento marcado.

Talvez tivesse sido mais interessante a utilização durante o jogo do Lucas Luan, avançado pelo corredor esquerdo. 

Destaque para a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente.

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Joseph);
Flávio (Sabino);
Leo Gomes (Sávio), Calyson;
Ademir, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca.
 
Paraná:
Renan; 
Paulo Henrique, Rafael Lima, Luan, Hurtado (Jean Victor); 
Karl (Caio), Jhony Douglas, Higor Meritão, Thiago Alves; 
Andrew e Andrey (Gabriel Pires). 
Técnico: Gilmar dal Pozzo.

Gol Calyson

sexta-feira, 11 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Paraná-PR

Apesar dos desfalques provocados por Covid-19, lesões e suspensões, a vantagem competitiva do América poderá ser a padronização do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores americanos. 

O time americano é muito organizado na fase e bola parada defensiva, na organização ofensiva, na recomposição e transição. 

Falta aprimorar a eficiência na finalização e na bola parada ofensiva. 

Alê, Diego Ferreira, Geovane, Guilherme, Juninho, Toscano e Zé Ricardo deverão ser desfalques. 

Ainda assim, só duas mudanças entre os titulares escalados nas vitórias sobre o CSA e Sampaio Corrêa poderão acontecer. 

Flávio, sub-20 em processo de aprimoramento e oscilação, está com mais ritmo de jogo, e deve ser mais participativo na organização e transição ofensivas. 

Pelo corredor direito, Leo Gomes, Sabino, Leo Passos e Thalys são opções. 

Leo Gomes foi contratado recentemente. 

Talvez Leo Passos seja mais produtivo neste posicionamento funcional, porque tem resistência física para defender, atacar, infiltrar e finalizar.

Sabino teria de inverter a posição e função com Flávio. 

Thalys foi pouco utilizado. 

As opções pro corredor esquerdo são Calyson, Gustavinho, João Gabriel, João Paulo e Lucas Luan. 

Embora Calyson seja indicado do Lisca, por enquanto não justificou a contratação. 

Gustavinho ainda precisa aumentar a regularidade, ser mais finalizador e decisivo, mas é sub-19 bastante promissor e talentoso no drible, na criação e na finalização. 

João Gabriel, desde o ano passado, quando se destacou na Copa São Paulo 2019, é um dos sub-20 mais bem preparados para ser aproveitado no principal.

Lucas Luan deveria ter jogado mais vezes no meio-de-campo quando pelo sub-20.

João Gabriel e Lucas são finalizadores, marcadores e passadores.

João Paulo seria a utilização da experiência no meio-de-campo para distribuir jogadas, fazer lançamentos e finalizar. 

Com João Paulo pelo meio, Sávio entraria na lateral-esquerda para exercer a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado, participar da troca de passes e da bola longa. 

A escalação do Leo Passos e Sávio seria a reutilização de titulares nesta Série B. 

Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo vão precisar ser eficientes nas finalizações. 

Felipe Azevedo e Rodolfo precisam ser mais decisivos, intensos e finalizadores. 

Berola e Felipe Augusto carecem ser mais produtivos se forem utilizados.

Em caso de necessidade, talvez seja interessante escalar Berola para jogar mais tempo durante o jogo. 

Vitão é alternativa de centroavante com presença de área e definidor. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira,  Flávio, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo e Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Flávio;
Leo Passos (Leo Gomes, Sabino, Thalys), João Paulo (Calyson, Gustavinho, João Gabriel, Lucas Luan);
Ademir, Rodolfo, Felipe Augusto

América x Paraná
sábado, 18h30, Arena do América
vamos vencer, Coelhão!


quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

América-MG 2 x 1 Sampaio Corrêa-MA

Mais uma vitória do futebol coletivo, competitivo e eficiente, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

Apesar do número baixo de finalizações, os comandados do Lisca fizeram dois gols, conquistaram mais três pontos e mantiveram a distância para a Chapecoense, a líder da Série B.

De acordo com o SofaScore, Sampaio Corrêa finalizou duas vezes no gol e 4 pra fora.

O América chutou 3 no gol e 6 pra fora. 

A organização defensiva só foi superada pelo adversário em dois lances, quando Marcinho infiltrou livre pelo lado direito da grande área e finalizou para defesa do Matheus Cavichioli, e na jogada individual do Caio Dantas, no gol marcado.

Caio Dantas é mais um exemplo da evolução do jogador com o tempo. 

Em 2014, quando era sub-21 em fase de aprimoramento e oscilação, passou pelo América despercebido. 

Aliás, o estilo centroavante definidor do Caio Dantas é muito parecido com o do Vitão, que ainda é sub-20.

Embora necessite aumentar o número de finalizações, lançamentos e passes na tarefa ofensiva, Flávio, também sub-20 em processo de desenvolvimento e variação de produtividade, foi o americano com maior número de desarmes, e duelos disputados e ganhos. 

João Paulo, Daniel Borges e Toscano foram os passadores mais participaitvos.

Daniel Borges, o que mais acertou cruzamentos. 

Calyson, Felipe Augusto e Leo Passos pouco acrescentaram.

Destaque novamente para a padronização do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores, para a coletividade, competitividade e determinação dos comandos do Lisca, para Rodolfo pela assistência, Felipe Azevedo e Toscano pelos gols marcados, e individualmente Daniel Borges, João Paulo e Toscano pela distribuição das jogadas. 

América na formatação básica 4-3-3:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo; 
Flávio;
Toscano (Leo Gomes) e Geovane (Calyson); 
Ademir (Vitão), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Cauan de Almeida (auxiliar)

Sampaio Corrêa:
Gustavo; 
Luís Gustavo, Paulo Sérgio, Daniel Felipe e Marlon (João Victor); 
Léo Costa, Vinícius Kiss (Eloir), Marcinho; 
Roney (Gustavo Ramos), Diego Tavares (Pimentinha) e Caio Dantas (Jackson)
Técnico: Leonardo Condé

Gols: Toscano e Felipe Azevedo


terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Sampaio Corrêa-MA

Repetição com correção, conquistar mais três pontos e buscar a liderança da Série B deveriam ser as metas de desempenho dos comandos do Lisca. 

Na fase defensiva, manter a produtividade qualificada na bola parada, na organização e recomposição, mas no ataque aumentar a eficiência nas finalizações, com a bola parada e rolando, e a produtividade dos substitutos. 

Os cruzamentos do Daniel Borges e João Paulo devem ser mais bem aproveitados. 

Alê poderia evitar o recuo excessivo, porque tem qualidade para ser mais ofensivo, a fim de ampliar as possibilidades de criação, finalização e gols. 

Ademir deve partir para cima avacoelhando geral, acertar cruzamentos e finalizações. 

Felipe Azevedo e Rodolfo precisam ser mais intensos, finalizadores e decisivos. 

Talvez uma mudança posicional interessante seja a utilização funcional do Geovane pelo lado esquerdo.

Geovane tem resistência física e velocidade para defender e atacar pela beirada. 

Leo Passos necessita ser mais assistente, finalizador e passador do que marcador. 

Vitão é opção de centroavante definidor. 

Sabino deveria pelo menos ser relacionado. 

Toscano também deve ser mais bem aproveitado pelo poder de finalização e versatilidade.  

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem ser mais produtivos. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Geovane, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino e Toscano

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo;
Flávio;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Berola, Geovane)

América x Sampaio Corrêa
terça-feira, 19h15, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!

domingo, 6 de dezembro de 2020

CSA-AL 0 x 1 América-MG

Apesar das grandes chances desperdiçadas, os comandados do Lisca voltaram a vencer na competição, conquistaram mais três pontos e se aproximaram da Chapecoense, a líder da Série B. 

A ineficiência nas finalizações foi repetida, mas o modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores americanos novamente prevaleceu. 

Na organização defensiva, houve só uma falha numa finalização do Rodrigo Pimpão defendida pelo Matheus Cavichioli. 

Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo sobressaíram sobre os adversários.

Pelos dados do SofaScore, a pontuação estatística do Flávio, reserva, com pouco ritmo de jogo e sub-20, ficou próxima ao do Alê e Juninho. 

Sabino deveria ter sido relacionado. 

Quanto mais vezes o prata da casa for utilizado, mas rapidamente pronto vai ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Alê, mais uma vez, foi o mais produtivo do meio-de-campo, na distribuição das jogadas, na assistência feita para Rodolfo finalizar para fora e na participação defensiva e ofensiva. 

Anderson, Alê, Felipe Azevedo e especialmente Rodolfo desperdiçaram oportunidades. 

Ainda assim, faltou mais poder de finalização e principalmente decisão para o trio ofensivo. 

Felipe Azevedo se limitou a fazer uma assistência pro Alê, uma finalização de cabeça para fora, e foi o menos participativo e produtivo entre os três atacantes. 

Embora Rodolfo tenha errado uma finalização e perdido um pênalti, procurou e apareceu para o jogo. 

Ademir demonstrou oportunismo no gol marcado e no pênalti sofrido. 

Desgaste físico, mudanças feitas e baixa produtividade dos substitutos provocaram queda de rendimento no segundo tempo. 

Calyson, Felipe Augusto e Leo Passos pouco acrescentaram. 

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Berola, Vitão e Toscano. 

Destaque para a força do futebol coletivo, competitivo e determinado, para a linha defensiva formada pelo Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo, para Flávio, sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, para Alê, participativo e produtivo na tarefa defensiva e ofensiva, e Ademir, pelo gol marcado e pelo pênalti sofrido, e especialmente para o modelo de jogo definido pelo Lisca. 

CSA-AL
Bruno Grassi; 
Diego Renan, Lucas Dias, Luciano Castán e Rafinha (Cedric); 
Marquinhos (Rodolfo Filemon), Nadson (Andrigo) e Gabriel; 
Rone (Pedro Lucas), Rodrigo Pimpão (Rafael Bilu) e Paulo Sérgio.

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo (Sávio); 
Flávio;
Juninho e Alê (Léo Gomes); 
Ademir (Leo Passos), Rodolfo (Felipe Augusto), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Gol Ademir



sábado, 5 de dezembro de 2020

Pré-jogo CSA-AL x América-MG

Recuperar a concentração, a determinação e o foco para fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente, conquistar mais três pontos e ficar próximo do primeiro colocado do Brasileirão.

No rodízio do DM, Guilherme, Lohan e Zé Ricardo permaneceram afastados, Diego Ferreira retornou ao departamento médico, Geovane e Vitão foram liberados para jogar. 

Daniel Borges é bastante participativo, produtivo e eficiente na tarefa defensiva e ofensiva.

Eduardo Bauermann é opção para recuperar ritmo de jogo e preservar Anderson ou Messias. 

Talvez o tripé inicial do meio-campo continue formado pelo Flávio, Juninho e Alê.

Flávio, sub-20, e Sabino, sub-21, são bastante promissores na organização e reposição defensiva, e na transição ofensiva. 

Alê e Toscano demonstraram no segundo tempo contra o Cruzeiro capacidade para exercer a função de volantes participativos na marcação, na troca de passes e nos lançamentos. 

Geovane seria opção para jogar no meio-de-campo ou pelo lado esquerdo no lugar do Felipe Azevedo. 

Aliás, o trio ofensivo precisa voltar a ter mais poder de finalização e decisão. 

Ademir partir pra cima avacoelhando geral, fazer assistências e acertar as finalizações. 

Felipe Azevedo e Rodolfo serem mais decisivos, intensos e finalizadores. 

Leo Passos deve ser mais assistente, finalizador e passador do que só marcador.

Vitão é opção de centroavante definidor.

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade para justificar a escalação. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo;
Flávio;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Berola, Geovane, Leo Passos)

CSA-AL x América-MG
sábado, 18h30, Rei Pelé
Vamos vencer, Coelhão! 



quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

América 1 x 2 Cruzeiro

Os dois erros do juiz nos primeiros quinze minutos interferiram diretamente no resultado do jogo, provocaram a expulsão do Lisca e motivaram a reação indignada dos dirigentes, jogadores e torcedores americanos, com a repetição das falhas da arbitragem, que pela quinta vez prejudicou o América neste Brasileirão. 

A marcação e conversão do pênalti favorável aos três minutos mudaria a história do jogo, com maior possiblidade de vitória dos comandados do Lisca, porque o adversário teria de avançar para buscar o empate, cederia espaços no campo defensivo e ficaria mais desgastado. 

Ainda assim, se este pênalti não fosse dado mas o inventado do Messias não tivesse sido marcado, seria a segunda possibilidade de mudança da história do jogo.

Depois deste dois erros fundamentais, houve a conivência do apito, sem a utilização de cartões amarelos, com o excesso de faltas, muitas vezes dos mesmos jogadores do adversário. 

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson e João Paulo; 
Flávio (Toscano);
Juninho (Felipe Augusto) e Alê; 
Ademr, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Cruzeiro-MG:
Fábio; 
Raúl Cáceres, Ramon, Manoel e Matheus Pereira; 
Jadsom Silva, Adriano e Filipe Machado (Jadson); 
Airton, William Pottker e Rafael Sobis (Thiago).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Gol Anderson

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Pré-jogo América x Cruzeiro

Os comandados do Lisca devem recuperar a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente. praticado na maioria dos jogos do Brasileirão e da Copa do Brasil, para vencer o rival, conquistar mais três pontos, e ficar próximo da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da Série B, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

A estratégia entre ser mais defensivo, sem a bola, ou ter mais posse de bola ofensiva vai depender das circunstâncias do jogo, mas o ideal seria encontrar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima perfeição.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, a eficiência nas finalizações precisa aumentar nas fases ofensivas de bola parada, organização e transição. 

O substituto do Zé Ricardo vai precisar ser participativo, produtivo e eficaz na bola parada, organização e recomposição defensiva,  e na etapa inicial e final da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino, sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, estariam mais bem preparados se tivessem sido mais utilizados, especialmente durante o Campeonato Mineiro.

Aliás, Sabino poderia ter jogado mais vezes na posição de primeiro volante desde o estadual de 2019, quando completou coletivos na posição de zagueiro. 

A entrada do Eduardo Bauermann na zaga e o deslocamento do Anderson para volante, com aumento da altura na bola aérea defensiva e ofensiva, poderá ser uma alternativa de escalação dos mais experientes entre os titulares ou durante o jogo. 

Ainda as possibilidades do Daniel Borges ou João Paulo para formar o trio do meio-de-campo com Alê e Juninho. 

Leo Gomes não estreou. 

Alê tem qualidade para jogar no campo ofensivo e ser mais assistente, decisivo e finalizador. 

Juninho é mais participativo nas infiltrações dentro da área para finalizar. 

O setor ofensivo, com Ademir, partindo para cima avacoelhando geral a defesa adversária, Felipe Azevedo e Rodolfo também deve ser decisivo e preciso nas finalizações. 

Leo Passos carece ser mais assistente e finalizador do que marcador. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Toscano é opção para meia atacante, preferencialmente centralizado, e de lado porque tem poder de criação, decisão e finalização com a bola parada ou rolando. 

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Sávio);
Flávio (Sabino, Daniel Borges, Anderson, João Paulo);
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Leo Passos, Toscano)

América x Cruzeiro
quarta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!