quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

América-MG 0 x 2 Palmeiras-SP Copa do Brasil

 O hábito da conquista precisa ser incentivado, praticado e valorizado.

A cultura vencedora deve prevalecer desde as categorias de base, principalmente nos jogos disputados contra Atlético e Cruzeiro. 

Apesar da derrota para uma equipe de alto orçamento, padrão G4 da Série A, e com mais recurso de elenco,  o time americano jogou de igual para igual no primeiro tempo e com ligeira superioridade durante 20 minutos do segundo tempo, quando criou e desperdiçou chances de gol. 

Os comandados do Lisca, com bastante competitividade, comprometimento, determinação e superação, conquistaram sete classificações sucessivas até a semifinal da competição, premiação total de R$ 17,59 milhões e espaço destacado na mídia nacional. 

Faltou até a presença do acaso favorável para chegar a final, mas nesta Copa do Brasil, o América deixou de ser figurante para se tornar protagonista.

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Toscano), Messias, Anderson, Sávio; 
Flávio (Zé Ricardo), Juninho, Alê (Calyson), Geovane (Felipe Augusto);
Ademir, Rodolfo (Vitão) 
Técnico: Lisca
 
Palmeiras:
Weverton; 
Marcos Rocha, Luan, Gustavo Gómez, Matías Viña; 
Danilo , Gabriel Menino (Patrick de Paula), Raphael Veiga (Lucas Lima); 
Willian (Gustavo Scarpa), Rony e Luiz Adriano (Mayke). 
Técnico: Abel Ferreira
 




quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Palmeiras-SP Copa do Brasil

O time americano deverá repetir com correção a estratégia utilizada no jogo de ida, a fim de buscar a vitória, a classificação e premiação para a final da Copa do Brasil.

Defender mais do que atacar, manter a consistência defensiva, explorar jogadas de contra-ataque e ser eficiente nas finalizações.

Mas em determinados momentos buscar o controle do jogo, ter postura ofensiva e pressionar a saída de bola. 

Embora Daniel Borges e Sávio sejam bastante participativos na marcação, na troca de passes e nos lançamentos, os meias-atacantes de lados vão precisar ser mais participativos na recomposição defensivo para aumentar o poder de marcação. 

Anderson precisa se impor mais fisicamente no combate individual pelo alto e pelo chão. 

Apesar da falta de ritmo de jogo, a escalação do Zé Ricardo vai depender do condicionamento físico dele para jogar em alta intensidade.

Geovane é opção para colaborar na marcação com Sávio e no ataque com Felipe Azevedo, mas Alê deve começar o jogo porque é mais experiente, tem qualidade na distribuição das jogadas, na marcação e no passe. 

Ademir, partindo pra cima avacoelhando geral a defesa adversária, fazer assistências e finalizar. 

Felipe Azevedo, que poderia ser escalado de falso centroavante, e Rodolfo precisam ser mais intensos e finalizadores. 

Vencer por diferença de um gol será goleada,, ainda assim, Ademir, Alê, Juninho, Geovane, Felipe Azevedo, Flávio, Rodolfo e Zé Ricardo necessitam ser mais eficientes nas finalizações. 

Uma possibilidade de mudança seria a utilização do Alê no corredor esquerdo e o deslocamento do Geovane para exercer a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado esquerdo. 

Ou Ademir inverter com Felipe Azevedo e jogar pela esquerda em cima do Marcos Rocha. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, Jori é opção para a decisão por pênaltis, Berola e Carlos Alberto, de velocidade pelos lados, Toscano de experiência para cadenciar o ritmo, criar e finalizar com a bola parada ou rolando, e Vitão de centroavante definidor.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, Sávio;
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho (Toscano), Alê (Geovane);
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)

América x Palmeiras
quarta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão






domingo, 27 de dezembro de 2020

América-MG 1 x 0 CRB-AL

O time americano venceu por diferença de um gol, criou, desperdiçou três chances para ampliar o placar, conquistou mais três pontos e a liderança provisória do Brasileirão.

A organização, na defesa, na reposição, na transição e no ataque, novamente prevaleceu sobre o adversário. 

O gol corretamente anulado em lance de bola parada foi a única oportunidade real do CRB.

Airton foi mais exigido nos cruzamentos pelo alto e na defesa de uma finalização de longa distância.

Felipe Augusto, Juninho e Rodolfo tiveram grandes chances de gol.

Daniel Borges e Sávio foram produtivos na tarefa defensiva e ofensiva.

Messias e Anderson mantiveram a consistência defensiva.

Flávio, Juninho e Alê formaram um tripé de meio-de-campo bastante dinâmico, participativo na marcação e no ataque.

Alê comandou o ritmo do jogo, fez assistência pro gol do Juninho e uma em que Juninho chegou atrasado para finalizar. 

Ademir rendeu menos do que pode render, fez poucas assistências e finalizações, mas participou da recomposição defensiva e transição ofensiva.

Rodolfo pouco finalizou, talvez devido ao desgaste físico desperdiçou uma chance de gol no segundo tempo, mas principalmente no primeiro tempo foi participativo na distribuição das jogadas. 

Felipe Augusto, um pouco mais bem preparado fisicamente, deu o passe pro Alê, no início da jogada do gol marcado pelo Juninho, e obrigou o goleiro adversário a fazer uma importante defesa numa finalização desviada no zagueiro.

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Berola, em vez do Leo Passos, do Vitão em vez do Calyson, e Toscano ter jogado mais tempo, com o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Lucas Luan também seria opção para jogar avançado pela beirada e fazer a dobra com Sávio. 

Do meio para a frente, o time seria Sabino, Juninho, Toscano, Berola, Vitão e Geovane. 

Destaque mais uma vez pro modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pela equipe, para Daniel Borges, Messias, Sávio, Flávio, Juninho e especialmente Alê.

América: 
Airton; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e Sávio; 
Flávio (Sabino);
Juninho e Alê (Geovane); 
Ademir (Leo Passos), Rodolfo (Toscano), Felipe Augusto (Calyson)
Técnico Lisca

CRB: 
Edson Mardden; 
Reginaldo, Gum, Ewerton Páscoa e Luiz Cláudio (Olívio); 
Claudinei e Carlos Jatobá (Hyuri); 
Pablo Dyego (Régis Tosatti), Diego Torres, Luidy (Iago) e Lucão do Break (Daniel Amorim). Técnico: Roberto Fernandes. 

Gol: Juninho 



sábado, 26 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x CRB-AL

Quando o modelo de jogo é bem definido e incorporado pelos jogadores, é possível mexer em time que está vencendo e continuar a vencer. 

Na sequência de invencibilidade na Série B, quatro vitórias e um empate, o time titular americano foi modificado nos cinco jogos.

Ainda assim, só deixou de conquistar a quinta vitória consecutiva porque o gol legítimo do Ademir foi anulado contra a Chapecoense. 

Os titulares escalados contra a Chapecoense foram repetidos no empate com o Palmeiras, pela Copa do Brasil. 

Para enfrentar o CRB, talvez seja necessário preservar, integralmente ou parcialmente, os mais desgastados fisicamente

Possivelmente Ademir, Anderson, Daniel Borges, Juninho, Messias, Rodolfo e Sávio estejam entre os mais esgotados fisicamente. 

Se a maioria dos titulares utilizados contra o Palmeiras forem mantidos, uma opção de mudança poderia ser a entrada do Eduardo Bauermann na zaga e do Alê ou Toscano no meio-de-campo e o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo ou Lucas Luan entrar para fazer a dobra com Sávio. 

Eduardo Bauermann deveria começar o jogo ou formar a dupla de zaga titular com Artur. 

Sávio tem mais qualidade na tarefa ofensiva e na defensiva necessita da colaboração do meia-atacante de lado na recomposição. 

Lucas Luan é opção para a lateral-esquerda ou volante ou meia atacante de lado ou centralizado.

Flávio tem capacidade para ser mais participativo na distribuição das jogadas. 

No meio-de-campo, Alê, Leo Gomes, Toscano são opções. 

Leo Gomes de primeiro volante. 

Alê, Geovane, Juninho, Felipe Augusto, Rodolfo e Sabino devem ser mais finalizadores e eficientes nas finalizações. 

Berola ou Leo Passos poderia substituir Ademir, mas Leo Passos deve ser mais passador e finalizador do que marcador. 

Rodolfo deveria pisar mais na área para aumentar o número de finalizações e gols marcados na Série B. 

Vitão é alternativa de centroavante definidor. 

Felipe Augusto carece ser participativo na recomposição defensiva e mais produtivo na organização e transição ofensiva. 

Apesar da falta de ritmo de jogo, os promissores Ronaldo e Thalys são alternativas para substituir Daniel Borges. 

Calyson, Carlos Alberto, Kawê e Leo Passos, para os lados.

Lohan, de centroavantes. 

Ainda Guilherme,  Gustavinho e João Gabriel. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo e Sabino.

Possível time, com a manutenção dos titulares:
Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias (Eduardo Bauermann), Anderson (Eduardo Bauermann), Sávio (Lucas Luan);
Flávio (Sabino)
Juninho (Toscano), Alê (Geovane, Toscano);
Ademir (Berola, Carlos Alberto), Rodolfo (Vitão), Felipe Augusto (Geovane, Lucas Luan)

Possibilidades de mudanças:
Airton;
Ronaldo ou Thayly, Artur, Eduardo Bauermann, Lucas Luan;
Leo Gomes;
Toscano, Alê;
Berola, Vitão, Leo Passos

América x CRB
sábado, 18h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão



sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Palmeiras-SP 1 x 1 América-MG Semifinal Copa do Brasil

Apesar dos desfalques, do gramado sintético e da qualidade do adversário, os comandados do Lisca mantiveram o futebol coletivo, competitivo e organizado.

Houve falha destacada pelo Lisca de posicionamento no gol sofrido em cobrança de lateral , vulnerabilidade defensiva e baixa produtividade ofensiva pelo lado esquerdo.

Ainda assim, o time americano superou as condições adversas, conquistou o empate fora de casa e vai jogar a decisão da semifinal da Copa do Brasil no Independência. 

Messias e Anderson foram envolvidos por dois quiques da bola na grama artificial, faltou mais imposição física do Anderson sobre o Gustavo Gómez no gol do adversário, mas a dupla de zaga manteve a consistência defensiva na maioria das jogadas. 

Sem uma maior participação do Felipe Azevedo e principalmente Felipe Augusto na recomposição defensiva, Sávio ficou muito exposto na marcação do Marcos Rocha e especialmente do Gabriel Veron.

Lucas Luan, que tem capacidade para exercer funções de meio-campista, demonstrou potencial de utilização. 

Calyson colaborou na marcação, na transição ofensiva e gerou dois cartões amarelos para os adversários. 

Talvez tivesse sido mais produtivo a entrada do Calyson ou Lucas Luan no lugar do Felipe Azevedo para exercer a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado esquerdo. 

Outra opção seria a entrada do Toscano e o deslocamento do Geovane para a ponta esquerda. 

Flávio, Juninho, Geovane, depois Sabino e Toscano, foram participativos marcação. 

Rodolfo foi mais marcador e passador do que finalizador.

Felipe Augusto foi improdutivo na tarefa defensiva e ofensiva. 

Faltou mais poder de finalização para Ademir, Geovane, Felipe Augusto e Rodolfo. 

Destaque para o modelo de jogo definido pelo Lisca, para Matheus Cavichioli, Daniel Borges, Messias e Ademir partindo pra cima avacoelhando geral. 

Palmeiras:
Weverton; 
Marcos Rocha, Emerson Santos, Gustavo Gómez e Gustavo Scarpa (Viña); 
Gabriel Menino, Zé Rafael (Luiz Adriano) e Raphael Veiga (Lucas Lima); 
Gabriel Veron (Gabriel Silva), Willian (Danilo) e Rony.
Técnico: Abel Ferreira

América: 
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e Sávio (Lucas Luan); 
Flávio (Sabino);
Juninho, Geovane (Toscano); 
Ademir (Calyson), Rodolfo, Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca.
Gol Ademir


quarta-feira, 23 de dezembro de 2020

Pré-jogo Palmeiras-SP x América-MG Semifinal Copa do Brasil

Possivelmente os comandados do Lisca vão repetir a estratégia utilizada nos jogos de ida contra o Corinthians e Internacional pela Copa do Brasil, quando o time americano defendeu mais do que atacou, manteve a consistência defensiva, alternou contra-ataques com marcação no campo do adversário, e foi supereficiente nas finalizações. 

Apesar da ausência do Alê, Diego Ferreira, João Paulo, Leo Passos e Zé Ricardo, o modelo de jogo definido pelo Lisca, bem organizado na defesa, na recomposição e transição, e no ataque, deverá ser mantido. 

Os titulares poderão ser os mesmos utilizados contra a Chapecoense. 

Daniel Borges e Sávio deverão ser conservadores nas ultrapassagens, mas deixar de participar da tarefa ofensiva, da troca de passes e dos lançamentos. 

Messias e Anderson deverão ficar mais postados na primeira linha defensiva.

Flávio tem potencial para ser mais participativo na saída de bola, acertar mais passes, lançamentos e finalizações. 

Juninho precisa ser mais eficiente nas finalizações de curta e média distância. 

Geovane tem capacidade para ser mais assistente, finalizador e decisivo. 

O ideal seria o trio ofensivo, formado pelos artilheiros s Ademir, Rodolfo e Felipe Azevedo, jogar em alta intensidade, com poder de finalização e decisão. 

Ademir partir pra cima avacoelhando geral. 

Felipe Azevedo demonstrou potencial para jogar mais centralizado, com Geovane avançando pelo lado.

De acordo com as circunstâncias do jogo, Berola, Carlos Alberto e Kawê são opções de velocidade e pressão na saída de bola. 

Lucas Luan tem potencial para jogar avançado pelo lado.

Calyson e Felipe Augusto, que parece mais bem preparado fisicamente, são alternativas para os lados.

Toscano tem capacidade para jogar em mais de uma posição, com funções diferentes, poder de criação, qualidade no passe e na finalização com bola parada ou rolando. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área.

Talvez uma mudança funcional e posicional entre os titulares ou durante a partida seja a escalação do Anderson ou Toscano de primeiro volante. 

Flávio e Sabino, sub-21 em fase de aprimoramento e oscilação, estão com pouco ritmo de jogo, mas são bastante promissores, com qualidade no passe, na marcação e no desarme. 

Anderson e Toscano são mais experientes e também qualificados na troca de passes e no combate.

A possível escalação do Anderson de volante aumentaria a altura na bola aérea defensiva e ofensiva. 

Eduardo Bauermann formaria dupla de zaga com Messias, e Daniel Borges e Sávio ficariam mais protegidos. 

A formatação tática sem a bola poderia ser até duas linha de 5, e com a bola variar entre 4-3-3 e 3-4-3.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), Sávio (Lucas Luan);
Flávio (Anderson, Sabino, Toscano);
Juninho, Geovane (Toscano)
Ademir, Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Berola, Carlos Alberto, Felipe Augusto)

Palmeiras x América
quarta-feira, 21h30, Allianz Parque
Vamos vencer, Coelhão!


segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

América-MG 2 x 2 Chapecoense-SC

Seria uma vitória incontestável, mas o erro do bandeirinha, que anulou o gol legítimo do Ademir, prejudicou o desempenho do time americano, interferiu diretamente no resultado do jogo e impediu o América de conquistar mais três pontos e a liderança do Brasileirão.

Apesar da falha posicional e individual nos dois gols sofridos, os comandados do Lisca tiveram poder de reação, buscaram o controle do jogo,  criaram e aproveitaram oportunidades para empatar duas vezes e nos minutos finais marcar o terceiro gol, que seria o da virada e vitória.

No primeiro gol sofrido, houve erros na recomposição e organização defensiva.

Juninho disputou e perdeu a posse da bola para dois adversários. Ademir, centralizado, próximo do lance, deu liberdade para Alan Ruschel avançar. Messias saiu para combater Denner e Aylon ficou desmarcado. Flávio permaneceu na marcação por setor em vez de combater individualmente. Daniel Borges saiu da marcação do Aylon para combater Alan Ruschel. Anderson ficou distante do Aylon.

Alan Ruschel, desmarcado no lado esquerdo fez o cruzamento para Aylon, livre de marcação, finalizar pro gol. 

No segundo gol sofrido, Sabino, que ainda estava fora da intensidade do jogo, ficou muito avançado e mal posicionado para receber a cobrança de lateral feita pelo Daniel Borges, e pressionado pelo adversário errou o passe e gerou contra-ataque. 

Possivelmente o bom desempenho do Sabino nos confrontos anteriores teria sido repetido se ele tivesse poucos minutos para começar a se ambientar ao ritmo do jogo. 

Daniel Borges e Sávio foram bastante participativos na tarefa defensiva e ofensiva.

Sávio fez uma assistência perfeita para gol do Felipe Azevedo. 

Geovane estava bem no jogo e poderia ter continuado. 

Juninho repetiu a participação no campo defensivo e ofensivo. 

Alê aumentou a qualidade na troca de passes e na distribuição das jogadas. 

Toscano colaborou na defesa e no ataque. 

Ademir partiu pra cima avacoelhando geral, acertou cruzamentos com o pé direito e fez o gol anulado.

Faltou mais poder de finalização pro Rodolfo, que também recebeu um passe do adversário e livre de marcação errou a finalização. 

Felipe Azevedo, praticamente na posição de centroavante ou meia-atacante centralizado, foi muito mais produtivo, finalizador e decisivo do que quando joga pelo lado. 

Felipe Augusto fez o passe para o gol do Anderson e Leo Passos para o do Ademir. 

Destaque mais uma vez para a força do futebol coletivo, competitivo e bem organizado, e especialmente Daniel Borges, Messias, Anderson, Sávio, Juninho, Alê, Toscano, Ademir e Felipe Azevedo.

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Felipe Augusto), Messias, Anderson, Sávio; 
Flávio (Alê);
Juninho, Geovane (Léo Passos); 
Ademir, Rodolfo (Sabino/Toscano) e Felipe Azevedo.
 
Chapecoense:
João Ricardo; 
Matheus, Derlan, Joilson, ; 
Willian, Ronei (Anderson Leite), Denner (Busanello); 
Mike (Bruno Silva), Aylon (Lucas Tocantins) e Anselmo Ramon.  


domingo, 20 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Chapecoense-SC

Grande oportunidade para os comandados do Lisca conquistarem mais uma vitória, mais três pontos e a liderança do Brasileirão.

No rodízio do DM, Alê e Juninho foram liberados para o jogo e talvez João Paulo esteja vetado.

Sávio, o quarto jogador americano mais bem colocado na classificação média do SofaScore, principalmente devido aos acertos nos passes e na bola longa,  poderá ser o lateral-esquerdo. 

A possível escalação do Sávio poderá qualificar a organização e transição ofensiva pelo lado esquerdo, e com Daniel Borges, pelo direito. 

Embora tenha mais potencial para jogar no meio-de-campo, pelo centro ou pelo lado, Lucas Luan também deverá ser alternativa de reposição. 

O retorno do Alê, Flávio e Juninho vai aumentar as opções de escalação entre os titulares e substitutos.  

Flávio e Sabino são promissores volantes, com potencial no desarme, na marcação, no passe e nos lançamentos.

Quanto mais vezes jogar, mas bem preparados vão ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Geovane, também sub-23, evoluiu com a sequência de jogos e demonstrou qualidade no passe, na marcação, resistência física e velocidade para defender e atacar. 

Ainda assim,  Geovane deve ser mais assistente, finalizador e eficiente nas finalizações.

Alê deveria ser mais ofensivo,  pisar mais na área e finalizar mais, mas tem poder de marcação, precisão no passe curto e nos lançamentos. 

Devido a baixa velocidade do Felipe Azevedo para fazer a recomposição defensiva e transição ofensiva, o meio-campista que for escalado pelo corredor esquerdo, Alê ou Geovane, deverá recuar para colaborar no combate com João Paulo ou Sávio, e avançar para auxiliar Felipe Azevedo no ataque. 

Uma possível alteração seria escalar Alê ou Toscano, pelo meio, e Geovane pelo lado esquerdo, porque tem velocidade e resistência física para executar a dupla função defensiva-ofensiva. 

Juninho precisa melhorar a eficiência na finalização, mas é o infiltrador na transição ofensiva. 

Toscano tem poder de criação, finalização e decisão na bola parada e rolando. 

No trio ofensivo,  Ademir, partindo pra cima avacoelhando geral, buscar a linha de fundo e fazer os cruzamentos ou infiltrar na diagonal e finalizar. 

Felipe Azevedo e Rodolfo necessitam ser mais intensos, finalizadores e eficientes nas finalizações. 

Berola é alternativa de velocidade. 

Calyson e Felipe Augusto carecem ser mais produtivos se forem utilizados. 

Leo Passos deve ser mais finalizador e passador do que marcador.

Vitão é centroavante definidor com presença de área.

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo e Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Flávio ou Sabino;
Juninho, Alê ou Geovane;
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Geovane, Lucas Luan)

América x Chapecoense
domingo, 16h, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!