Na partida de volta da semifinal do Mineiro Feminino, o controle do jogo foi do time americano.
Desde o início da partida, as americanas jogaram com proposta ofensiva, criaram oportunidades para abrir o marcador e até ampliar o placar, no primeiro tempo.
Thayane, centralizada, mas recuada, Isadora e Carol, avançadas pelos lados formaram o trio ofensivo, transformado em quarteto, com a aproximação da Aninha.
Apesar das chances criadas, principalmente pelas ponteiras Isadora e Carol, inclusive finalização na trave da Carol, o primeiro tempo terminou 1 a 0, gol da Aninha, em chute de fora da área.
Dentro da área, a tomada de decisão entre passar ou finalizar precisa ser mais eficiente.
O segundo gol americano foi praticamente uma roubada de bola da Isadora e um presente para Carol finalizar.
Depois desse gol, o domínio americano foi completo.
Beiral, avacoelhando geral, marcou o terceiro, em conclusão dentro da pequena área, e o quarto, em cobrança de pênalti sofrido pela Patrícia.
O quinto gol foi contra, após cobrança de falta da Aninha.
Aliás, uma jogadora com o poder de finalização da Aninha deveria ser essencialmente ofensiva, na função de meia-atacante centralizada, próxima da grande área, sem necessidade de recuar tanto
e desperdiçar energia na marcação, no campo de defesa americano.
O Athletic criou três situações perigosas, durante os 90 minutos. Na primeira, Dodô cabeceou antes da saída de Camila, em uma bola espirrada. Camila também defendeu uma bola rebatida com perigo dentro da área, e no segundo tempo, espalmou uma cobrança de falta em chute de longa distância.
América:
Camila;
Patrícia, Fernanda, Sandra, Daniela (Fran);
Bruna Rebelde (Duda), Nathália, Aninha;
Isadora (Lilian), Thayane (Beiral), Carol.
Técnico Victor Alberice
Gols: Aninha, Carol, Beiral (2) e gol contra.
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Marco Antônio
terça-feira, 14 de novembro de 2017
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
Pré-jogo: América-MG x Juventude
Faltam três rodadas decisivas para o Coelhão buscar o título da Série B.
Depois da conquista do acesso antecipado para a primeira divisão, manter o alto nível de concentração, o foco e a determinação são os novos desafios dos comandados do Enderson Moreira.
Desgaste mental, físico e falta de tempo para treinar também serão condições adversas na partida decisiva contra o Juventude.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni formarão a primeira linha defensiva, na recomposição.
Na saída de bola, Norberto, Messias e Rafael Lima.
As opções para formar a dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.
Juninho apareceu para o jogo contra o ABC, mas foi menos produtivo contra o Figueirense.
Zé Ricardo participa da saída de bola, com Messias e Rafael Lima, e libera Norberto para ser mais ofensivo.
A linha defensiva-ofensiva dos três meias deverá ser Felipe Amorim, Renan Oliveira e Luan.
Felipe Amorim é o mais agudo. Carece ser mais decisivo, porém não treinou devido ao desgaste físico.
Renan Oliveira está sem poder de criação, finalização e decisão. Precisa chamar mais a responsabilidade de comandar o ritmo do jogo.
Ruy é opção de substituição, mas está em processo de recuperação física.
Se Luan estiver bem condicionado fisicamente, poderá ser bastante competitivo, finalizador e decisivo.
Neto Moura na função de meia-atacante pelo lado direito, com Felipe Amorim pela esquerda, é uma das alternativas de reposição.
Outra opção é o deslocamento do Ernandes para formar dupla com Giovanni pelo lado esquerdo e a entrada de um volante.
Ainda Edno pelo lado ou de centroavante.
Apesar de Bill ser o responsável pelo primeiro combate, deveria jogar mais avançado para ter mais oportunidades de conclusão.
Rubens deve ser alternativa ofensiva.
Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Ruy, Edno), Luan (Neto Moura);
Bill
América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do Coehão
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
Depois da conquista do acesso antecipado para a primeira divisão, manter o alto nível de concentração, o foco e a determinação são os novos desafios dos comandados do Enderson Moreira.
Desgaste mental, físico e falta de tempo para treinar também serão condições adversas na partida decisiva contra o Juventude.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni formarão a primeira linha defensiva, na recomposição.
Na saída de bola, Norberto, Messias e Rafael Lima.
As opções para formar a dupla de volantes são Ernandes, Juninho e Zé Ricardo.
Juninho apareceu para o jogo contra o ABC, mas foi menos produtivo contra o Figueirense.
Zé Ricardo participa da saída de bola, com Messias e Rafael Lima, e libera Norberto para ser mais ofensivo.
A linha defensiva-ofensiva dos três meias deverá ser Felipe Amorim, Renan Oliveira e Luan.
Felipe Amorim é o mais agudo. Carece ser mais decisivo, porém não treinou devido ao desgaste físico.
Renan Oliveira está sem poder de criação, finalização e decisão. Precisa chamar mais a responsabilidade de comandar o ritmo do jogo.
Ruy é opção de substituição, mas está em processo de recuperação física.
Se Luan estiver bem condicionado fisicamente, poderá ser bastante competitivo, finalizador e decisivo.
Neto Moura na função de meia-atacante pelo lado direito, com Felipe Amorim pela esquerda, é uma das alternativas de reposição.
Outra opção é o deslocamento do Ernandes para formar dupla com Giovanni pelo lado esquerdo e a entrada de um volante.
Ainda Edno pelo lado ou de centroavante.
Apesar de Bill ser o responsável pelo primeiro combate, deveria jogar mais avançado para ter mais oportunidades de conclusão.
Rubens deve ser alternativa ofensiva.
Provável time:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Ruy, Edno), Luan (Neto Moura);
Bill
América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do Coehão
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
domingo, 12 de novembro de 2017
Figueirense 1 x 2 América-MG
A regularidade americana predominou no campeonato de resistência do Brasileirão.
O poder do futebol coletivo, competitivo e combativo do time americano foi recompensado com a confirmação antecipada do acesso para a primeira divisão e a liderança da Série B.
A definição do modelo de jogo planejado pelo Enderson Moreira foi absorvida pela equipe.
Na maioria dos jogos, prevaleceu a organização tática, a consistência defensiva e a pretensão ofensiva.
Embora cada partida seja decisiva no campeonato de pontos corridos, o jogo contra o Figueirense será o representante da conquista do acesso, por isto o resultado da campanha reflete o desempenho neste confronto e deve ser bastante valorizado.
Parabéns para todos os envolvidos pela conquista do primeiro objetivo.
A próxima meta será vencer o próximo jogo, contra o Juventude, terça-feira, na Arena do Coelhão, e ficar mais próximo da conquista do título.
O Coelhão voltou. Está se acostumando a ficar menos tempo sem disputar a Série A.
Figueirense:
Saulo;
Dudu, Ferreira (Henrique Trevisan), Naylhor e João Lucas;
Zé Antônio, Dudu Vieira, Marco Antônio (Joãozinho);
Renan Mota, Jorge Henrique, André Luís (Henan)
Técnico: Milton Cruz
América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes;
Felipe Amorim (Rubens), Renan Oliveira (Zé Ricardo) e Magrão;
Bill (Edno)
Técnico: Enderson Moreira
GOLS: Rafael Lima, Jorge Henrique e Giovanni
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Marco Antônio
O poder do futebol coletivo, competitivo e combativo do time americano foi recompensado com a confirmação antecipada do acesso para a primeira divisão e a liderança da Série B.
A definição do modelo de jogo planejado pelo Enderson Moreira foi absorvida pela equipe.
Na maioria dos jogos, prevaleceu a organização tática, a consistência defensiva e a pretensão ofensiva.
Embora cada partida seja decisiva no campeonato de pontos corridos, o jogo contra o Figueirense será o representante da conquista do acesso, por isto o resultado da campanha reflete o desempenho neste confronto e deve ser bastante valorizado.
Parabéns para todos os envolvidos pela conquista do primeiro objetivo.
A próxima meta será vencer o próximo jogo, contra o Juventude, terça-feira, na Arena do Coelhão, e ficar mais próximo da conquista do título.
O Coelhão voltou. Está se acostumando a ficar menos tempo sem disputar a Série A.
Figueirense:
Saulo;
Dudu, Ferreira (Henrique Trevisan), Naylhor e João Lucas;
Zé Antônio, Dudu Vieira, Marco Antônio (Joãozinho);
Renan Mota, Jorge Henrique, André Luís (Henan)
Técnico: Milton Cruz
América:
João Ricardo;
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Juninho, Ernandes;
Felipe Amorim (Rubens), Renan Oliveira (Zé Ricardo) e Magrão;
Bill (Edno)
Técnico: Enderson Moreira
GOLS: Rafael Lima, Jorge Henrique e Giovanni
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Marco Antônio
sexta-feira, 10 de novembro de 2017
Pré-jogo: Figueirense x América-MG
Faltam até quatro decisões para o Coelhão confirmar o acesso para a primeira divisão e brigar pelo título da série B de 2017.
A 35° final de campeonato será contra o Figueirense, na casa do adversário.
Na condição de visitante, o time americano manteve a regularidade, conquistou 28 pontos em 17 jogos, sete vitórias, sete empates e três derrotas, e também divide a liderança com o Internacional.
Dentro de casa, o América divide da terceira colocação com o Internacional e Oeste. Foram 35 pontos em 17 jogos, dez vitórias, cinco empates e duas derrotas.
Embora o empate seja um bom resultado para se aproximar da classificação para série A, vencer e convencer sempre deve ser o principal objetivo.
A força do futebol coletivo e competitivo, a manutenção da consistência da defesa menos vazada da Série B, a proposta de jogo ofensiva, com posse de bola no campo do adversário, eficiência e sorte nas finalizações foram fatores predominantes na campanha americana.
Quando a técnica e tática deixaram a desejar, prevaleceu o comprometimento, a determinação e o coração nos resultados positivos.
Com este espírito de decisão, jogadores americanos devem enfrentar o Figueirense.
Talvez seja interessante a permanência do Fernando Leal para preservar fisicamente o João Ricardo.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni formarão a primeira linha defensiva, na recomposição.
Giovanni deve buscar a linha de fundo mais vezes.
No início da transição, o trio formado pelo Norberto, Messias e Rafael Lima serão os responsáveis pela saída de bola.
Os volantes Juninho e Ernandes formarão a dupla de volantes.
Juninho precisa repetir a boa atuação contra o ABC, quando foi bastante participativo na dupla função defensiva-ofensiva e teve mais poder de finalização.
Ernandes deve continuar aumentando o número de passes certos, diminuindo o de errados e finalizando mais.
Zé Ricardo é opção para qualificar a saída de bola, liberar Norberto para ser mais ofensivo pelos lados e aumentar o número de viradas certas de jogo. Precisa ser mais finalizador igual era na base, quando exercia mais a função de segundo volante, com característica de armador.
A linha de três meias na recomposição será formada pelo Felipe Amorim, Renan Oliveira e Magrão.
Felipe Amorim, além de colaborar na marcação, é opção de contra-ataque e o ofensivo mais agudo pelos lados.
Magrão deveria ser mais ofensivo também.
Renan Oliveira precisa chamar a responsabilidade, recuperar o poder de criação, finalização e decisão. Caiu de produção na reta final do campeonato.
Bill necessita jogar mais dentro da área a fim de ter mais chances de finalização.
Edno é opção ofensiva.
Neto Moura é alternativa para a função de volante e meia-atacante pelo lado direito; David para cadenciar o ritmo do jogo.
Fernando Leal (João Ricardo);
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Juninho (Zé Ricardo), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Edno), Magrão;
Bill (Edno, Rubens)
Figueirense x América
sábado, 17h30, Orlando Sacapelli.
Vamos vencer Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
A 35° final de campeonato será contra o Figueirense, na casa do adversário.
Na condição de visitante, o time americano manteve a regularidade, conquistou 28 pontos em 17 jogos, sete vitórias, sete empates e três derrotas, e também divide a liderança com o Internacional.
Dentro de casa, o América divide da terceira colocação com o Internacional e Oeste. Foram 35 pontos em 17 jogos, dez vitórias, cinco empates e duas derrotas.
Embora o empate seja um bom resultado para se aproximar da classificação para série A, vencer e convencer sempre deve ser o principal objetivo.
A força do futebol coletivo e competitivo, a manutenção da consistência da defesa menos vazada da Série B, a proposta de jogo ofensiva, com posse de bola no campo do adversário, eficiência e sorte nas finalizações foram fatores predominantes na campanha americana.
Quando a técnica e tática deixaram a desejar, prevaleceu o comprometimento, a determinação e o coração nos resultados positivos.
Com este espírito de decisão, jogadores americanos devem enfrentar o Figueirense.
Talvez seja interessante a permanência do Fernando Leal para preservar fisicamente o João Ricardo.
Norberto, Messias, Rafael Lima e Giovanni formarão a primeira linha defensiva, na recomposição.
Giovanni deve buscar a linha de fundo mais vezes.
No início da transição, o trio formado pelo Norberto, Messias e Rafael Lima serão os responsáveis pela saída de bola.
Os volantes Juninho e Ernandes formarão a dupla de volantes.
Juninho precisa repetir a boa atuação contra o ABC, quando foi bastante participativo na dupla função defensiva-ofensiva e teve mais poder de finalização.
Ernandes deve continuar aumentando o número de passes certos, diminuindo o de errados e finalizando mais.
Zé Ricardo é opção para qualificar a saída de bola, liberar Norberto para ser mais ofensivo pelos lados e aumentar o número de viradas certas de jogo. Precisa ser mais finalizador igual era na base, quando exercia mais a função de segundo volante, com característica de armador.
A linha de três meias na recomposição será formada pelo Felipe Amorim, Renan Oliveira e Magrão.
Felipe Amorim, além de colaborar na marcação, é opção de contra-ataque e o ofensivo mais agudo pelos lados.
Magrão deveria ser mais ofensivo também.
Renan Oliveira precisa chamar a responsabilidade, recuperar o poder de criação, finalização e decisão. Caiu de produção na reta final do campeonato.
Bill necessita jogar mais dentro da área a fim de ter mais chances de finalização.
Edno é opção ofensiva.
Neto Moura é alternativa para a função de volante e meia-atacante pelo lado direito; David para cadenciar o ritmo do jogo.
Fernando Leal (João Ricardo);
Norberto, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Juninho (Zé Ricardo), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Edno), Magrão;
Bill (Edno, Rubens)
Figueirense x América
sábado, 17h30, Orlando Sacapelli.
Vamos vencer Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
quarta-feira, 8 de novembro de 2017
América-MG 2 x 0 ABC
O Coelhão avacoelhou geral no Brasileirão, conquistou mais três prontos, ficou mais próximo da confirmação do acesso para a primeira divisão e se igualou em número de pontos ao Internacional, pela disputa do título da Série B.
Com formação diferente da vitória sobre o Guarani, comprovou que em time que está vencendo também se mexe, por necessidade ou opção de melhoria.
O futebol coletivo, competitivo e combativo do time americano prevaleu sobre o ABC.
Desde o primeiro minuto do jogo, os comandados do Enderson Moreira buscaram fazer a proposta de jogo ofensivo, quando Rafael Lima lançou e Felipe Amorim cruzou rasteiro.
A saída de bola foi iniciada pelo Norberto, na direita, Roger, centralizado, e Rafael Lima na esquerda.
No início do primeiro tempo, a ofensividade foi maior pelo lado direito, com Felipe Amorim, Norberto e Ruy.
Depois da saída do Ruy, Renan Oliveira jogou mais centralizado.
O time americano ainda criou e desperdiçou oportunidades para aumentar o placar, sem deixar o adversário gostar do jogo.
Destaque para as participações do Felipe Amorim, Juninho, Magrão, Norberto e Rafael Lima, na dupla função defensiva-ofensiva.
Também para a estreia do Roger em 2017.
posse de bola: 51 x 49
finalizações certas: 4 x 1
finalizações erradas: 10 x 6
cruzamentos certos: 4 x 3
cruzamentos errados: 20 x 12
escanteios: 10 x 1
Fernando Leal: Sem trabalho
Noberto: Bastante participativo na troca de passes. Fez cruzamento preciso para o gol de cabeça do Giovanni. O americano que mais acertou passes (51).
Roger: Apesar da falta de ritmo de jogo, foi combativo e participativo na saída de bola. Acertou 31 passes e errou nenhum.
Rafael Lima: Defendeu, apoiou e foi premiado com um gol.
Giovanni: Destaque pelo gol marcado. Poderia ter sido mais ofensivo pelos lados.
Juninho e Ernandes: Participativos na defesa e no ataque. Juninho finalizou duas vezes. Ernandes aumentou o número de passes certos, 47, e diminuiu o de errados, 5.
Felipe Amorim: Colaborou na marcação e no apoio. Acertou 36 passes, errou sete. Fez três assistências para finalizações, uma finalização certa e quatro desarmes.
Bill: Muito longe da área, desperdiçou contra-ataques. Duas finalizações erradas.
Magrão: Participativo na defesa e no ataque. Três assistências para finalizações, uma para o gol do Rafael Lima, uma finalização certa, 28 passes certos, dois errados, sete desarmes.
Ruy: Buscou o jogo ofensivo, quando estava em campo.
Renan Oliveira: Poderia ter sido mais ofensivo, com mais poder de finalização.
Pará: Pouco acrescentou. Nove passes certos.
Edno: Em menos tempo de jogo, fez o mesmo número de finalizações do Bill.
Enderson Moreira: Manteve o modelo de jogo definido, buscou fazer a proposta de jogo, com posse de bola ofensiva.
América:
Fernando Leal;
Norberto, Roger, Rafael Lima e Giovanni (Pará);
Juninho, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Magrão;
Bill (Edno)
Técnico: Enderson Moreira
ABC:
Edson:
Arês, Danrlei, Tonhão e Daniel Nazaré;
Anderson Pedra (Jardel), Felipe Guedes e Erivélton (Dalberto);
Berguinho, Fessin e Matheus (Lucas Coelho)
Técnico: Ranielle Ribeiro
Gols: Giovanni e Rafael Lima
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Marco Antônio
Com formação diferente da vitória sobre o Guarani, comprovou que em time que está vencendo também se mexe, por necessidade ou opção de melhoria.
O futebol coletivo, competitivo e combativo do time americano prevaleu sobre o ABC.
Desde o primeiro minuto do jogo, os comandados do Enderson Moreira buscaram fazer a proposta de jogo ofensivo, quando Rafael Lima lançou e Felipe Amorim cruzou rasteiro.
A saída de bola foi iniciada pelo Norberto, na direita, Roger, centralizado, e Rafael Lima na esquerda.
No início do primeiro tempo, a ofensividade foi maior pelo lado direito, com Felipe Amorim, Norberto e Ruy.
Depois da saída do Ruy, Renan Oliveira jogou mais centralizado.
O time americano ainda criou e desperdiçou oportunidades para aumentar o placar, sem deixar o adversário gostar do jogo.
Destaque para as participações do Felipe Amorim, Juninho, Magrão, Norberto e Rafael Lima, na dupla função defensiva-ofensiva.
Também para a estreia do Roger em 2017.
posse de bola: 51 x 49
finalizações certas: 4 x 1
finalizações erradas: 10 x 6
cruzamentos certos: 4 x 3
cruzamentos errados: 20 x 12
escanteios: 10 x 1
Fernando Leal: Sem trabalho
Noberto: Bastante participativo na troca de passes. Fez cruzamento preciso para o gol de cabeça do Giovanni. O americano que mais acertou passes (51).
Roger: Apesar da falta de ritmo de jogo, foi combativo e participativo na saída de bola. Acertou 31 passes e errou nenhum.
Rafael Lima: Defendeu, apoiou e foi premiado com um gol.
Giovanni: Destaque pelo gol marcado. Poderia ter sido mais ofensivo pelos lados.
Juninho e Ernandes: Participativos na defesa e no ataque. Juninho finalizou duas vezes. Ernandes aumentou o número de passes certos, 47, e diminuiu o de errados, 5.
Felipe Amorim: Colaborou na marcação e no apoio. Acertou 36 passes, errou sete. Fez três assistências para finalizações, uma finalização certa e quatro desarmes.
Bill: Muito longe da área, desperdiçou contra-ataques. Duas finalizações erradas.
Magrão: Participativo na defesa e no ataque. Três assistências para finalizações, uma para o gol do Rafael Lima, uma finalização certa, 28 passes certos, dois errados, sete desarmes.
Ruy: Buscou o jogo ofensivo, quando estava em campo.
Renan Oliveira: Poderia ter sido mais ofensivo, com mais poder de finalização.
Pará: Pouco acrescentou. Nove passes certos.
Edno: Em menos tempo de jogo, fez o mesmo número de finalizações do Bill.
Enderson Moreira: Manteve o modelo de jogo definido, buscou fazer a proposta de jogo, com posse de bola ofensiva.
América:
Fernando Leal;
Norberto, Roger, Rafael Lima e Giovanni (Pará);
Juninho, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy (Renan Oliveira), Magrão;
Bill (Edno)
Técnico: Enderson Moreira
ABC:
Edson:
Arês, Danrlei, Tonhão e Daniel Nazaré;
Anderson Pedra (Jardel), Felipe Guedes e Erivélton (Dalberto);
Berguinho, Fessin e Matheus (Lucas Coelho)
Técnico: Ranielle Ribeiro
Gols: Giovanni e Rafael Lima
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Marco Antônio
terça-feira, 7 de novembro de 2017
Pré-jogo: América-MG x ABC
Faltam cinco partidas decisivas para o América buscar a confirmação para a primeira divisão e brigar pelo título da Série B.
De acordo com a combinação de resultados, talvez o acesso seja confirmado antes do fim da competição.
A partida contra o ABC, no confronto entre os decas, vai ser mais uma final de campeonato.
O time americano precisa entrar em campo com espírito de decisão, a fim de fazer prevalecer a superioridade tática e técnica, mais a força do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Manter a concentração, determinação, comprometimento, consistência defensiva, ter atitude vencedora e controlar a partida, sem deixar o adversário gostar do jogo.
A possibilidade de ser campeão é mais um fator motivacional.
Norberto, Rafael Lima, Roger e Giovanni deverão formar a primeira linha defensiva.
O desenvolvimento do Roger foi prejudicado por ele ter sido escalado aos 21 anos anos, recém promovido da base, para formar dupla de zaga com Alíson, Adalberto e Suelinton, na Série A de 2016.
Apesar da falta de ritmo, é um zagueiro bastante promissor.
Vale lembrar, que Messias ficou praticamente dois anos sem jogar e até sem treinar entre os reservas, depois de ter sido promovido ao profissional. Este ano, caso Renato Justi fosse bastante qualificado, Messias provavelmente teria continuado sem ter chances para jogar.
Grande oportunidade para Enderson Moreira voltar a escalar Zé Ricardo e Ernandes na dupla de volantes. Ambos precisam avançar para aumentar a força ofensiva e o poder de finalização.
Com a participação do Zé Ricardo na saída de bola, Norberto e Giovanni poderão ser mais ofensivos na transição.
A linha ofensiva de três meias deverá ser formada pelo Felipe Amorim, Ruy e Magrão.
Felipe Amorim e Magrão são bastante participativos na dupla função defensiva-ofensiva pelos lados, mas Felipe Amorim é mais agudo que Magrão e está merecendo ser premiado com um gol.
Ruy procura mais o jogo que Renan Oliveira.
Renan Oliveira, centralizado, com o deslocamento do Ruy para a esquerda é opção de mudança.
Edno é opção para centroavante e atacante de lado pela esquerda.
Bill, mais avançado, poderá ser mais decisivo.
Sugestão de provável time:
Fernando Leal;
Norberto, Rafael Lima, Roger, Giovanni;
Zé Ricardo, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy, Magrão;
Bill
América x ABC, confronto dos Decas.
terça-feira, 19h15, Arena do Coelhão.
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
De acordo com a combinação de resultados, talvez o acesso seja confirmado antes do fim da competição.
A partida contra o ABC, no confronto entre os decas, vai ser mais uma final de campeonato.
O time americano precisa entrar em campo com espírito de decisão, a fim de fazer prevalecer a superioridade tática e técnica, mais a força do futebol coletivo, competitivo e combativo.
Manter a concentração, determinação, comprometimento, consistência defensiva, ter atitude vencedora e controlar a partida, sem deixar o adversário gostar do jogo.
A possibilidade de ser campeão é mais um fator motivacional.
Norberto, Rafael Lima, Roger e Giovanni deverão formar a primeira linha defensiva.
O desenvolvimento do Roger foi prejudicado por ele ter sido escalado aos 21 anos anos, recém promovido da base, para formar dupla de zaga com Alíson, Adalberto e Suelinton, na Série A de 2016.
Apesar da falta de ritmo, é um zagueiro bastante promissor.
Vale lembrar, que Messias ficou praticamente dois anos sem jogar e até sem treinar entre os reservas, depois de ter sido promovido ao profissional. Este ano, caso Renato Justi fosse bastante qualificado, Messias provavelmente teria continuado sem ter chances para jogar.
Grande oportunidade para Enderson Moreira voltar a escalar Zé Ricardo e Ernandes na dupla de volantes. Ambos precisam avançar para aumentar a força ofensiva e o poder de finalização.
Com a participação do Zé Ricardo na saída de bola, Norberto e Giovanni poderão ser mais ofensivos na transição.
A linha ofensiva de três meias deverá ser formada pelo Felipe Amorim, Ruy e Magrão.
Felipe Amorim e Magrão são bastante participativos na dupla função defensiva-ofensiva pelos lados, mas Felipe Amorim é mais agudo que Magrão e está merecendo ser premiado com um gol.
Ruy procura mais o jogo que Renan Oliveira.
Renan Oliveira, centralizado, com o deslocamento do Ruy para a esquerda é opção de mudança.
Edno é opção para centroavante e atacante de lado pela esquerda.
Bill, mais avançado, poderá ser mais decisivo.
Sugestão de provável time:
Fernando Leal;
Norberto, Rafael Lima, Roger, Giovanni;
Zé Ricardo, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy, Magrão;
Bill
América x ABC, confronto dos Decas.
terça-feira, 19h15, Arena do Coelhão.
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
domingo, 5 de novembro de 2017
Guarani-SP 0 x 1 América-MG
Apesar de o desempenho ter sido abaixo do potencial dos comandados pelo Enderson Moreira, o 1 a 0 deve ser considerado goleada e valorizado pela torcida americana, porque resultado é diferente de rendimento.
Principalmente na reta final do campeonato, que é uma fase diferente da competição, é possível vencer os poucos jogos restantes, sem demonstrar rendimento tão convincente.
Nesta etapa, existem objetivos bem distintos entre os participantes e até falta de metas de alguns clubes
Logicamente, que as possibilidades de vitória e da manutenção da regularidade, num campeonato de resistência, serão maiores se jogar bem em todos as partidas.
O mais preocupante seria se no início da Série B, independentemente dos resultados, não demonstrasse potencial de evolução técnico, tático e físico.
Mas até nas cinco derrotas sofridas, os jogos foram no mínimo equilibrados, com posse de bola ofensiva, no campo do adversário.
Na vitória sobre o Guarani, houve falhas defensivas na bola alta, baixo poder de criação e finalização, faltou fazer proposta ofensiva, mas prevaleceu a competitividade do futebol coletivo americano.
Não foi o time americano que tentou administrar a partida, com valorização da posse de bola e um possível recuo para explorar os contra-ataques. Foi o adversário que se impôs ofensivamente.
Mas quando a técnica e tática não prevalecem, a superação precisa ser na base da raça, do comprometimento, do coração e da sorte.
A entrada do Ruy, no lugar do Renan Oliveira, poderia ter aumentado o poder de criação e finalização.
Destaque defensivo para Fernando Leal, Messias e Rafael Lima, e ofensivo para Felipe Amorim e Bill.
Aliás, nos três últimos gols marcados pelo América, dois contra o Boa e um contra o Guarani, Felipe Amorim participou das jogadas e Bill marcou os três gols.
Christian, pelo falta de ritmo de jogo e pela improvisação na lateral, também merece ser destacado.
posse de bola: 54 x 46
finalizações certas: 4 x 2
finalizações erradas: 9 x 4
passes certos: 355 x 204
passes errados: 55 x 50
cruzamentos certos: 8 x 3
cruzamentos errados: 24 x 9
lançamentos certos: 15 x 21
lançamentos errados: 26 x 28
escanteios: 7 x 2
Fernando Leal: Duas defesas salvadoras.
Christian e Giovanni: Defenderam mais do que atacaram.
Messias e Rafael Lima: A melhor dupla de zaga da Série manteve a segurança defensiva.
Ernandes e Neto Moura: Participativos no combate.
Felipe Amorim: Participativo no combate e destaque no ataque.
Renan Oliveira: Tentou colaborar na marcação, mas sem poder de criação e finalização.
Magrão: Mais participativo no combate do que no ataque.
Bill: Participativo, combativo e decisivo.
Zé Ricardo: Participativo na marcação e na saída de bola.
Juninho: Teve mais poder de finalização que Renan Oliveira. Finalizou duas vezes dentro da área. Uma certa e outra errada.
Willian: Participou do combate.
Enderson Moreira: O time americano não conseguiu fazer a proposta de jogo, igual na maioria dos jogos anteriores, mas teve força coletiva para conquistar os três pontos. A entrada do Ruy no lugar do Renan manteria a organização tática e poderia ter aumentado a força ofensiva.
Guarani:
Leandro Santos;
Lenon, Ewerton Páscoa, Willian Rocha e Salomão;
Baraka, Betinho (Luiz Fernando), Bruno Nazário, Fumagalli (Bruno Mendes), Richarlyson (Elias);
Caíque
Técnico: Lisca
América:
Fernando Leal;
Christian (Willian), Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Neto Moura (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Zé Ricardo) e Magrão;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
Gol: Bill
Principalmente na reta final do campeonato, que é uma fase diferente da competição, é possível vencer os poucos jogos restantes, sem demonstrar rendimento tão convincente.
Nesta etapa, existem objetivos bem distintos entre os participantes e até falta de metas de alguns clubes
Logicamente, que as possibilidades de vitória e da manutenção da regularidade, num campeonato de resistência, serão maiores se jogar bem em todos as partidas.
O mais preocupante seria se no início da Série B, independentemente dos resultados, não demonstrasse potencial de evolução técnico, tático e físico.
Mas até nas cinco derrotas sofridas, os jogos foram no mínimo equilibrados, com posse de bola ofensiva, no campo do adversário.
Na vitória sobre o Guarani, houve falhas defensivas na bola alta, baixo poder de criação e finalização, faltou fazer proposta ofensiva, mas prevaleceu a competitividade do futebol coletivo americano.
Não foi o time americano que tentou administrar a partida, com valorização da posse de bola e um possível recuo para explorar os contra-ataques. Foi o adversário que se impôs ofensivamente.
Mas quando a técnica e tática não prevalecem, a superação precisa ser na base da raça, do comprometimento, do coração e da sorte.
A entrada do Ruy, no lugar do Renan Oliveira, poderia ter aumentado o poder de criação e finalização.
Destaque defensivo para Fernando Leal, Messias e Rafael Lima, e ofensivo para Felipe Amorim e Bill.
Aliás, nos três últimos gols marcados pelo América, dois contra o Boa e um contra o Guarani, Felipe Amorim participou das jogadas e Bill marcou os três gols.
Christian, pelo falta de ritmo de jogo e pela improvisação na lateral, também merece ser destacado.
posse de bola: 54 x 46
finalizações certas: 4 x 2
finalizações erradas: 9 x 4
passes certos: 355 x 204
passes errados: 55 x 50
cruzamentos certos: 8 x 3
cruzamentos errados: 24 x 9
lançamentos certos: 15 x 21
lançamentos errados: 26 x 28
escanteios: 7 x 2
Fernando Leal: Duas defesas salvadoras.
Christian e Giovanni: Defenderam mais do que atacaram.
Messias e Rafael Lima: A melhor dupla de zaga da Série manteve a segurança defensiva.
Ernandes e Neto Moura: Participativos no combate.
Felipe Amorim: Participativo no combate e destaque no ataque.
Renan Oliveira: Tentou colaborar na marcação, mas sem poder de criação e finalização.
Magrão: Mais participativo no combate do que no ataque.
Bill: Participativo, combativo e decisivo.
Zé Ricardo: Participativo na marcação e na saída de bola.
Juninho: Teve mais poder de finalização que Renan Oliveira. Finalizou duas vezes dentro da área. Uma certa e outra errada.
Willian: Participou do combate.
Enderson Moreira: O time americano não conseguiu fazer a proposta de jogo, igual na maioria dos jogos anteriores, mas teve força coletiva para conquistar os três pontos. A entrada do Ruy no lugar do Renan manteria a organização tática e poderia ter aumentado a força ofensiva.
Guarani:
Leandro Santos;
Lenon, Ewerton Páscoa, Willian Rocha e Salomão;
Baraka, Betinho (Luiz Fernando), Bruno Nazário, Fumagalli (Bruno Mendes), Richarlyson (Elias);
Caíque
Técnico: Lisca
América:
Fernando Leal;
Christian (Willian), Messias, Rafael Lima e Giovanni;
Neto Moura (Juninho), Ernandes;
Felipe Amorim, Renan Oliveira (Zé Ricardo) e Magrão;
Bill
Técnico: Enderson Moreira
Gol: Bill
quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Pré-jogo Guarani-SP x América-MG
A força do futebol coletivo, competitivo e ofensivo deve prevalecer no próximo confronto contra o Guarani.
O time americano precisa resgatar as principais virtudes demonstradas nesta Série B:
- Consistência defensiva, inclusive na bola alta, principalmente na pequena área.
- Modelo de jogo padronizado com funções definidas.
- Dentro ou fora de casa, jogar com atitude vencedora, ter proposta ofensiva, com posse de bola no campo do adversário.
Ainda saber administrar um possível resultado positivo, sem confundir prudência com acomodação e sem deixar o adversário gostar do jogo.
Mas se a técnica e tática americanas não prevalecerem, que seja na base do coração, do comprometimento e determinação.
Faltam seis jogos decisivos para o Coelhão buscar a confirmação na primeira divisão.
Norberto, Matheusinho e Luan são os principais desfalques.. Talvez João Ricardo também.
Christian, Juninho e Zé Ricardo são opções de improvisação na lateral direita, mas não são especialistas nem marcação pelo lado nem no apoio.
Christian está sem ritmo de jogo. O ideal seria aproveitá-lo na posição de volante, durante alguns jogos anteriores.
Juninho fica muito exposto aberto pelo lado direito. Na posição de volante, fica quase sem função na saída de bola, e no apoio é pouco produtivo.
Zé Ricardo é mais produtivo na saída de bola, com Messias e Rafael Lima, e no apoio ao ataque pelo centro.
A primeira linha defensiva deve ser formada pelo Christian ou Zé Ricardo, Messias, Rafael Lima e Giovanni.
Zé Ricardo e Ernandes preferencialmente deverão formar dupla de volantes. Pelo menos um deles, ou até os dois, precisa avançar para aumentar a força ofensiva.
Felipe Amorim, Ruy e Magrão vão formar a linha ofensiva de três meias, as vezes transformados em atacantes.
Pelos lados, Felipe Amorim e Magrão vão defender e atacar.
Ruy precisa chamar a responsabilidade, ter poder de criação, finalização e decisão.
Bill, mas avançado dentro da área, poderá aproveitar os cruzamentos do Ernandes, Felipe Amorim, Giovanni e Magrão.
No lado direito, Neto Moura e Renan Oliveira são opções de mudança.
No meio centralizado, Renan Oliveira no lugar do Ruy.
No lado esquerdo, Hugo Cabral em caso de necessidade, ou Renan, caso não tenha entrado, com o deslocamento do Ruy pela esquerda.
Ainda Edno, de centroavante ou na ponta esquerda.
Sugestão de provável time:
João Ricardo ou Fernando Leal;
Christian, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy, Magrão
Bill
Guarani x América
sábado, 17h30, Brinco de Ouro da Princesa
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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Marco Antônio
O time americano precisa resgatar as principais virtudes demonstradas nesta Série B:
- Consistência defensiva, inclusive na bola alta, principalmente na pequena área.
- Modelo de jogo padronizado com funções definidas.
- Dentro ou fora de casa, jogar com atitude vencedora, ter proposta ofensiva, com posse de bola no campo do adversário.
Ainda saber administrar um possível resultado positivo, sem confundir prudência com acomodação e sem deixar o adversário gostar do jogo.
Mas se a técnica e tática americanas não prevalecerem, que seja na base do coração, do comprometimento e determinação.
Faltam seis jogos decisivos para o Coelhão buscar a confirmação na primeira divisão.
Norberto, Matheusinho e Luan são os principais desfalques.. Talvez João Ricardo também.
Christian, Juninho e Zé Ricardo são opções de improvisação na lateral direita, mas não são especialistas nem marcação pelo lado nem no apoio.
Christian está sem ritmo de jogo. O ideal seria aproveitá-lo na posição de volante, durante alguns jogos anteriores.
Juninho fica muito exposto aberto pelo lado direito. Na posição de volante, fica quase sem função na saída de bola, e no apoio é pouco produtivo.
Zé Ricardo é mais produtivo na saída de bola, com Messias e Rafael Lima, e no apoio ao ataque pelo centro.
A primeira linha defensiva deve ser formada pelo Christian ou Zé Ricardo, Messias, Rafael Lima e Giovanni.
Zé Ricardo e Ernandes preferencialmente deverão formar dupla de volantes. Pelo menos um deles, ou até os dois, precisa avançar para aumentar a força ofensiva.
Felipe Amorim, Ruy e Magrão vão formar a linha ofensiva de três meias, as vezes transformados em atacantes.
Pelos lados, Felipe Amorim e Magrão vão defender e atacar.
Ruy precisa chamar a responsabilidade, ter poder de criação, finalização e decisão.
Bill, mas avançado dentro da área, poderá aproveitar os cruzamentos do Ernandes, Felipe Amorim, Giovanni e Magrão.
No lado direito, Neto Moura e Renan Oliveira são opções de mudança.
No meio centralizado, Renan Oliveira no lugar do Ruy.
No lado esquerdo, Hugo Cabral em caso de necessidade, ou Renan, caso não tenha entrado, com o deslocamento do Ruy pela esquerda.
Ainda Edno, de centroavante ou na ponta esquerda.
Sugestão de provável time:
João Ricardo ou Fernando Leal;
Christian, Messias, Rafael Lima, Giovanni;
Zé Ricardo, Ernandes;
Felipe Amorim, Ruy, Magrão
Bill
Guarani x América
sábado, 17h30, Brinco de Ouro da Princesa
Vamos vencer, Coelhô.
Acredita, América!
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