quinta-feira, 9 de abril de 2026

Tombense 3 x 3 América

Repetição das falhas nos duelos individuais defensivos influenciou no resultado e prejudicou o desempenho ofensivo. 

Apesar da qualidade do Paulinho, a prioridade na cobrança do pênalti deveria ser do centroavante, que precisa ter ambição de artilheiro, mas o empenho do Paulo Victor foi recompensado pelo gol, e Paulinho se destacou pelos dois gols de pênalti. 

Person, que sem Bigode recuado fora da área, teve mais espaço para jogar, chamou a responsabilidade e apareceu pro jogo, Segovinha e Thauan, que foram bastante ofensivos, partiram pra cima, fizeram cruzamentos e  finalizaram, demonstraram potencial para serem titulares ou mais bem aproveitados na Série B. 

Aliás,  continua a certeza da dúvida na escalação do trio ou quarteto do meio-campo, formado pelo Felipe Amaral, mais recuado, Alê, Person e/ou Val, e Bigode e Mastriani, dupla de centroavantes, ou trio ofensivo com Segovinha e Thauan, dois atacantes de lado, e Mastriani, o centroavante artilheiro. 

Dalbert poderia ser opção para fazer dobra com Paulinho pela esquerda.

Mesmo assim, ainda mais com o retorno do Ricardo Silva, Rafa, o melhor zagueiro americano nesta Série B, poderia ser utilizado de primeiro volante, mais defensivo do que ofensivo, porque falta na equipe um típico camisa 5 com foco na marcação, para combater os adversários de frente, cobrir um dos laterais e proteger os zagueiros.

Tombense:
Douglas Marques; 
Kauan Diego (Diego Leandro), Donato, Breno Roma e Gustavo Xavier;
Wanderson (Matheus Chaves), Dyego e Cássio (João Vitor); 
Jupi (Juanzin), Luiz Felipe (Silvano) e Cesinha. 
Técnico: Cristóvão Borges

América:
William; 
Léo Alaba (Samuel Alves), Wesley, Artur e Paulinho; 
Yago Santos, Person e Elizari (Jhonatan); 
Segovinha, Paulo Victor e Thauan (Yarlen). 
Técnico: Diogo Giacomini (auxiliar)

Gols: Paulo Victor, Paulinho (2)


terça-feira, 7 de abril de 2026

Athletic 1 x 1 América

 O 3-5-2 ficaria mais bem distribuído, eficiente no ataque, e equilibrado entre defender e atacar, ainda mais sem um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo na equipe, com Val, no lugar do Gabriel Barros, e Bigode, mais avançado, formar dupla de centroavantes com Mastriani, porque Val tem poder de finalização, marcação e qualidade no passe, faltou Gabriel Barros partir pra cima, fazer assistências e, principalmente, finalizar, e Bigode, dentro da área, tem mais eficácia ofensiva, com mais chances de fazer assistências, finalizar, e ser artilheiro. Aliás, os três gols do Mastriani na Série B foram passes do Bigode. 

Outra opção, para encaixar Bigode e Mastriani na dupla de centroavantes, deveria ser o 4-4-2, com um losango no meio-campo formado pelo Felipe Amaral, volante mais recuado, Alê e Val, nos corredores opostos, e Person, camisa 10 avançado,  para pisar na área, e ser mais criativo, finalizador e decisivo. 

Rafa, poderia ser opção de primeiro volante, Yago Souza, que também carece pisar mais na área, ser mais finalizador e fazer gols, de camisa 10. 

Mas no 4-3-3, Bigode deveria ser o reserva do Mastriani, porque fora da área embola com Person ou Yago Souza ou o camisa 10 escalado, o time perde poder defensivo e ofensivo pelo lado esquerdo, sem um atacante de velocidade para defender e atacar. 

Segovinha, que precisa ser mais agudo, e Thauan, que precisa acertar mais a tomada de decisão, seriam os pontas ofensivos, para partir pra cima, fazer cruzamentos e finalizar, e Mastriani, o artilheiro decisivo dentro da área.

Dalbert demonstrou capacidade de fazer dobra pela esquerda com Artur ou Paulinho.

Yarlen poderia ser mais bem aproveitado. 

Os que não jogaram ou jogaram só um tempo deveriam ser relacionados para buscar a vitória sobre o Tombense, pela Copa Sul Sudeste, porque o América precisa voltar a vender. 

Leo Alaba, Jhonny, Nathan, Wesley, Artur, Paulinho, Otávio, Elizari, Yago Souza, Yago Santos, Gabriel Barros, Jhonatan, Paulo Victor, Everton e Yarlen deveriam ser relacionados. 

Talvez seja interessante utilizar Rafa, com opção do Otávio, de primeiro volante. 

Vamos vencer, Coelhão!

Athletic: 
Luan Polli; Diogo Batista, Gabriel Índio, Belezi e Zeca; 
Ian Luccas, Jota (Pedro Oliveira) e Kauan Rodrigues (Alexandre Pena); 
Bruninho (João Miguel), Ronaldo Tavares (Otusanya) e Ruan Assis (Gian Cabezas); 
Técnico: Alex.

América: 
Gustavo;
Nathan (Person), Rafa, Emerson;
Jhonny (Segovinha), Alê (Éverton Brito), Felipe Amaral (Val), Dalbert; 
Gabriel Barros (Elizari), Mastriani, Bigode 
Técnico: Valentim.

Gol: Mastriani

quinta-feira, 2 de abril de 2026

América 1 x 2 Botafogo

Rafa e Thauan deveriam ter sido titulares, Leo Alaba e Nathan poderiam ter jogado pela Sul-Sudeste para recuperar ritmo de jogo, falta na equipe um típico primeiro volante, com foco na marcação, mais defensivo do que ofensivo, Person e Yago Souza carecem ser mais camisa 10, jogar mais avançado, pisar mais na área, ser mais criativo, finalizador e artilheiro, Gabriel Barros precisa ser mais agudo, vencer duelos individuais, fazer cruzamentos e finalizar, Bigode deveria ser reserva do Mastriani, porque fora da área embolou com Person e foi ineficiente na criação,  dentro da área deu o passe do gol, mas desperdiçou duas grandes chances, e sem Thauan faltou um atacante para defender e atacar pelo lado esquerdo, e Dalbert e Val deveriam ter entrado no segundo tempo. 

Apesar da limitação da equipe, principalmente na criação, na eficácia ofensiva, e na tomada decisão do último passe, a escalação dos titulares e o modelo de jogo precisam ser mais acertados, definidos, e até repetidos, porque mudanças constantes prejudicam a padronização e a repetição facilita o aprimoramento na execução das jogadas. 

Para vencer o Athletic fora de casa, poderá ser mais eficiente começar a definir um time titular, com Jhonny e Dalbet nas laterais, Emerson e Rafa, na zaga, Felipe Amaral, Alê e Val, três volantes, no meio-campo, ou o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person ou Yago Souza, Segovinha, que precisa ser mais agudo, mas tem mais habilidade que Gabriel Barros, ser o atacante pelo lado direito, Mastriani, o centroavante artilheiro definidor, e Thauan, o ponta agudo pelo lado esquerdo. 

As opções de substituição no ataque ficariam mais bem distribuídas, com Gabriel Barros, Bigode, e Yarlen.

Quem não jogar ou jogar pouco tempo ser relacionado para enfrentar o Tombense fora de casa pela Copa Sul=Sudeste, a fim de aprimorar o que precisa ser melhorado para disputar a titularidade na Série B. 

América:
Gustavo; 
Léo Alaba (Jhonny), Nathan, Emerson e Paulinho;
Alê, Felipe Amaral (Yago Souza) e Person (Paulo Victor); 
Gabriel Barros (Thauan), Mastriani e Bigode (Segovinha)
Técnico: Valentim

Botafogo-SP: 
Victor Souza; 
Gabriel Inocêncio (Jonathan), Vilar, Carlos Eduardo e Patrick Brey; 
Leandro Maciel, Rafa Gava (Matheus Sales) e Morelli; 
Zé Hugo, Kelvin (Jeferson Nem) e Hygor (Luizão). 
Técnico: Cláudio Tencati

terça-feira, 31 de março de 2026

América 1 x 2 Caxias

O defeito crônico dos jogadores titulares, na execução das jogadas, foi repetido pelos reservas, porque faltou transformar o controle do adversário, posse de bola e postura ofensiva em mais assistências, finalizações e principalmente gols feitos.

O jogo deveria ter sido utilizado para dar ritmo pro Leo Alaba, Person e Yago Souza serem mais criativos, pisarem mais na área e finalizarem mais, Gabriel Barros ser mais agudo e finalizador, Yarlen ser titular, testar Bigode e Mastriani juntos. 

Dalbert foi um dos poucos destaques, e Val, do meio-campo para frente, praticamente foi o único que apareceu pro jogo, chamou a responsabilidade, e fez um golaço.

Elizari pouco criou e finalizou, faltou profundidade, poder ofensivo e de finalização para Segovinha e principalmente Everton, e Yago Santos desperdiçou uma grande chance de gol num cruzamento do Dalbert, 

Paulo Victor tentou ser participativo, mas só recebeu um cruzamento do Val para finalização. 

Embora com a necessidade de titulares pouco aproveitados na Série B, Diogo Giacomini poderia ser o técnico contra o Tombense, fora de casa, na próxima rodada da Sul-Sudeste, porque preservaria o Valentim de um desgaste desnecessário de disputar uma competição com um time reserva. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, a cultura vitoriosa, mentalidade vencedora e paixão por vencer, perdidas desde a saída do Mairon e não efetivação do João Batista, precisam ser resgatadas.

O Sub-20, na zona do rebaixamento do Brasileiro, com dois empates e uma derrota em três jogos, e com duas derrotas em dois jogos no Mineiro, precisa ser reforçado, em vez de desfalcado. 

Para vencer o Botafogo, Alé, Dalbert e Val demonstraram capacidade de aproveitamento entre os titulares durante o jogo.

Segovinha joga bola, mas está muito distante da linha de fundo para fazer cruzamentos, e da grande área adversária para finalizar. 

O desafio dos Analistas de Desempenho, Comissão Técnica e Valentim será encontrar a melhor escalação, estratégia e tática para conquistar a vitória. 

Leo Alaba vai precisar recuperar o ritmo de jogo.

O mais bem preparado fisicamente, taticamente e tecnicamente, entre Artur, Dalbert e Paulinho, deveria ser o lateral esquerdo para jogar dois tempos, sem necessidade de ser substituído. 

Na ausência de um típico volante camisa 5, mais defensivo do que ofensivo, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, Alê, Felipe Amaral e Val são as opções de camisa 8, e o mais criativo, finalizador e ofensivo entre Person e Yago Souza, o camisa 10. 

Deverá ser eficiente utilizar Alê, Felipe Amaral e Val, de acordo com as circunstâncias do jogo. 

O trio ofensivo poderá ser formado pelo Gabriel Barros e Thauan, para serem pontas agudos, finalizadores e passadores, e Maastriani, centroavante com poder de decisão. 

Ainda a possiblidade de encaixar Bigode e Mastriani, mas sem perder poder defensivo e ofensivo pelo lado sem um atacante para defender e atacar, sem Bigode embolar com Person ou Yago Souza ou o terceiro volante do meio-campo. 

Vamos vencer, Coelhão!

América: 
William;
Samuel, Wesley, Thallyson e Dalbert (Pedro Paranhos);
Val, Yago Santos (Gabriel da Silva), Elizari; 
Segovinha (Yarlen), Paulo Victor (Jhonatan), Everton
Técnico: Valentim.

Caxias: 
Busatto; 
Felipe Albuquerque, Ianson, Maurício Ribeiro e Roberto; 
Breno (Luis Fernando), Matheus Nunes e João Lucas (Gabriel Moraes); 
Calyson (Jhonatan Ribeiro), Luis Miguel (Gaspar) e Felipe Rangel (Salatiel). 
Técnico: Marcelo Cabo.

Gol: Val

sexta-feira, 27 de março de 2026

Novorizontino 1 x 1 América

A escalação ficaria mais bem distribuída com Alê, Val e Yago Santos, no meio-campo, Segovinha, Paulo Victor e Everton, porque poderia ser uma oportunidade para Paulo Victor transformar capacidade de ocupar espaços, empenho na marcação da saída de bola e resistência física, em finalizações e gols feitos, principais funções de um centroavante. 

Ainda assim, William fez importantes defesas, Wesley, Thallyson, Val, Yago Santos e Yarlen apareceram para o jogo, Dalbert, Segovinha e principalmente Alê, com personalidade para chamar a responsabilidade, demonstraram potencial de aproveitamento entre os considerados titulares. 

Aliás, em vez de um time alternativo, poderá ser mais funcional utilizar mais titulares contra o Caxias, a fim de preparar quem vai enfrentar, sem tempo para treinar, o Botafogo e Athletic pela Série B.

William deveria continuar no gol para pegar mais ritmo de jogo, em caso de necessidade. 

Leo Alaba e Dalbert poderiam ser as novidades nas laterais, com Emerson e Rafa na zaga. 

As certezas das dúvidas prevalecem no meio-campo e no ataque. 

Alê, Felipe Amaral e Person, opções para o trio do meio-campo, com a possibilidade de Alê e Felipe Amaral jogarem mais recuados, e Person mais avançado, para pisar na área, fazer assistências, finalizações e gols.  

Na ausência de um típico camisa 5 com foco na marcação, o meio-campo também poderia ser formado pelo Alê, Felipe Amaral e Val, três volantes. 

Talvez seja possível Bigode também ser o camisa 10 avançado pelo centro. 

O trio ofensivo seria formado pelo Segovinha e Thauan, com opção do Gabriel Barros e Yarlen, atacantes agudos pelos lados, a fim de vencer duelos individuais, finalizar e fazer assistências para as conclusões do Mastriani ou do Bigode. 

Uma variação seria utilizar Alê e Felipe Amaral, dois volantes, Segovinha e Thauan mais recuados, com Bigode e Mastriani na dupla de atacantes. 

Ainda a opção de encaixar um atacante finalizador pelo lado direito, Mastriani e Bigode, mas sem perder poder ofensivo pelo lado esquerdo. 

Vamos vencer, Coelhão!

Novorizontino:
César; 
Jhilmar Lora (Castrillón), Carlinhos, Gabriel Bahia e Patrick; 
Matheus Bianqui, Hector Bianchi (Ronald Barcellos) e Juninho; 
Diego Mathias, Carlão (Jardiel) e Nicolas Careca (Miguel Contiero). 
Técnico: Enderson Moreira.

América:
William; 
Samuel, Wesley, Thallyson e Dalbert (Biel);
Alê (Pedro Paranhos), Val (Yarlen), Yago Santos, Elizari (Julio César); 
Everton (Jhonatan) Segovinha. 
Técnico: Valentim.

Gol: Segovinha

terça-feira, 24 de março de 2026

Goiás 3 x 1 América

Os dois gols sofridos em cobranças de pênaltis influenciaram no resultado e no desempenho do América, mas a escalação, estratégia e tática pareceram ser acertadas, ofensivas e com possibilidades de o Coelhão, sem os imprevistos dos pênaltis, ter vencido, ou pelo menos empatado na casa do adversário. 

Ainda assim, faltou a opção de um típico camisa 5 com foco na marcação, Artur, Gabriel Barros e Maguinho acertarem mais cruzamentos; Gabriel; Person e Yago Souza, mais assistências e finalizações, Val ter começado o jogo no lugar do Yago, que deveria disputar posição de camisa 10 com Person. 

Alê, Bigode e Segovinha demonstraram potencial de aproveitamento, Felipe Amaral foi o melhor do meio-campo; Mastriani, o centroavante artilheiro,; e Thauan, o atacante mais finalizador, ofensivo e participativo. 

Apesar da falta de um típico camisa 5 no futebol atual,  com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, a de fim de marcar o adversário de frente, em vez de correr atrás dele, o meio-campo poderia ficar mais equilibrado entre o defender e atacar com a escalação do Felipe Amaral e Val, dois camisas 8, e o mais criativo, finalizador e o que mais pisa na área adversária entre Person e Yago Souza. 

Embora mais recuado do que o necessário para um camisa 10, Person está um pouco mais produtivo que Yago Souza, que precisa ser mais camisa 10, criativo e finalizador. 

O rendimento ofensivo do Mastriani vai depender das assistências, cruzamentos e passes para serem finalizados dentro da área. 

Quanto mais assistências, cruzamentos precisos e passes foram feitos para dentro da área, maiores as chances de o Mastriani marcar gols. 

Aliás, poderá ser eficiente utilizar a Copa Sul-Sudeste para aprimorar fundamentos de cruzamentos e finalizações dos laterais e pontas durante os jogos, e dar ritmo para os que foram menos utilizados. 

Para vencer o Novorizontino, Willian, no gol, Luis Henrique, Wesley e Thallison na zaga, Leo Alaba, Dalbert e Samuel, nas laterais, Alê, Elizari, Otávio, Val e Yago Santos, no meio-campo, Jhonathan, Paulo Victor, Everton, Yarlen e Zizero, no ataque, poderão ser opções. 

Ainda as alternativas de utilizar dobras pelas laterais, Rafa de primeiro volante, Bigode de camisa 10. 

Goiás:

Tadeu;
Rodrigo Soares, Luisão, Luiz Felipe, Nicolas (Djalma Silva);
Felipe Machado, Lourenço (Juninho), Gege, Lucas Lima (Murilo Câmara); 
Anselmo Ramón (Cadu) e Jean Carlos (Baldória). 
Técnico: Daniel Paulista.

América:: 
Gustavo; 
Maguinho, Emerson. Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral (Alê), Yago Souza (Bidode), Person (Elizari); 
Gabriel Barros (Segovinha), Mastriani, Thauan
Técnico: Valentim.

Gol: Mastriani


sexta-feira, 20 de março de 2026

Pré-jogos Série B 2026

O desafio do Coelhão será encontrar o equilíbrio entre o defender e atacar, aumentar o poder criativo e principalmente ofensivo, porque a invencibilidade está na defesa, mas a possiblidade de vitória está no ataque.

A escalação mais complexa deve ser um trio ofensivo formado por um ponta agudo pela direita, Mastriani e Bigode, porque poderá perder poder defensivo e ofensivo, sem um atacante para defender e atacar pelo lado esquerdo, Bigode vai precisar evitar  embolar com Person ou Yago Souza, e ter arrancada, explosão e velocidade para ser mais eficiente fora da área.

Um trio ofensivo mais bem distribuído seria formado por dois atacantes de velocidade pelos lados, a fim de partir pra cima, finalizar e marcar gols, ou fazer assistências para as finalizações e gols do centroavante dentro da área, 

As opções deste trio ofensivo seriam o mais agudo entre Gabriel Barros e Segovinha, que deveria ser mais atacante do que armador, pela direita; Everton, Thauan e Yarlen, partindo pra cima avacoelhando geral, pela esquerda, e Bigode ou Mastriani, de centroavante. 

O meio-campo também precisa ficar mais bem distribuído, com o Felipe Amaral ou Val, o primeiro volante responsável pelo início da transição, também ser o volante mais recuado na recomposição defensiva. 

Contra adversários mais qualificados, Person disputar posição com Yago Souza. 

Ainda a alternativa de utilizar 3 volantes, Felipe Amaral, Alê e Val no meio-campo, até com Rafa de primeiro volante.

Aliás, na fase defensiva, um típico camisa 5, que poderia ser o Rafa, com poder de marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, evitaria escalar um zagueiro a mais no lugar de um atacante. 

Mas se forem utilizados três zagueiros, pelo menos um dos dois atacantes deveria ser de velocidade, para explorar jogadas de contra-ataque em profundidade. 

A possiblidade mais eficiente de escalar Bigode e Mastriani juntos poderá ser no 4-4-2, com a utilização do Yago Souza pelo lado esquerdo ou dois pontas de velocidade e resistência física para defender e atacar pelos lados, mas com dois volantes entre Alê, Felipe Amaral, Rafa e Val, ou utilizar uma ou duas dobras pelos lados, com Leo Alaba e Maguinho, pela direita, Artur e Dalbert ou Paulinho pela esquerda. 

Vamos vencer, Coelhão! 

sexta-feira, 13 de março de 2026

Barra-SC 0 (4) x (3) 0 América

Embora o Barra seja campeão catarinense, o América se programou para enfrentar um adversário padrão Série A, mas o Coelhão, sem poder de criação e finalização, foi eliminado por uma equipe da Série C. 

A excessiva preocupação defensiva limitou as possibilidades de vencer, porque faltou atitude vencedora; a escalação, estratégia e tática deveriam ter sido mais ofensivas, sem a necessidade de utilizar um terceiro zagueiro no lugar de um atacante, de escalar Bigode e Paulo Victor juntos, e ter sido tão inofensivo. 

Pelo menos a postura poderia ter sido mais ofensiva, com o mais agudo entre Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Thauan ou Yarlen, pela esquerda, Bigode, de centroavante, para jogar mais dentro da área, com opção do Mastriani, em caso de necessidade. 

Até a alternativa das dobras para defender e atacar pelo lados, com Leo Alaba e Maguinho, Artur e Paulinho, com Bigode de camisa 9, sem recuar para embolar com Person e Yago Souza, teria sido mais ofensiva do que dois alas e dois centroavante, longe da área e sem poder de finalização.

Alias, a efetividade ofensiva do Bigode vai depender dele jogar mais avançado, porque dentro da área tem poder de finalização e decisão. 

Dificilmente Bigode e Mastriani vão formar dupla de atacantes decisivos, porque são dois jogadores para executarem a função ofensiva de um, ambos mais eficientes nas finalizações dentro da área. 

O posicionamento funcional do meio-campo também precisa ser mais bem distribuído. Felipe Amaral e Val são mais camisa 8, Person e Yago Souza, camisa 10. 

Ainda existe a necessidade de reforços para disputar a série B. 

A improvisação do Artur na zaga evidenciou o número reduzido de zagueiros. 

Falta um típico volante camisa 5, com foco na marcação, imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e combater de frente, em vez de correr atrás do adversário. 

Pelo menos um atacante de beirada com histórico de artilheiro. 

Um camisa 10, com poder de criação, preferencialmente finalizador e decisivo. 

Pra cima deles, Coelhão!  

Barra-SC
Ewerton;
Fábio, Jean Pierre, Éverton Alemão e Da Rocha;
Henrique Freitas (Matheus Barbosa), Tetê (Saymon), Cléo (Marcelinho), Gabriel Silva e Geovany (Warley); 
Renan Bernabé (Lucas Vargas). 
Técnico: Rafael Piccinin.

América:
Gustavo; 
Emerson, Rafa, Artur;
Maguinho (Léo Alaba), Felipe Amaral (Val Soares), Person, Yago (Thauan), Paulinho; 
Paulo Victor (Gabriel Barros) e Bigode (Mastriani). 
Técnico: Valentim.

sexta-feira, 6 de março de 2026

América 1 (4) x (3) 1 Tirol-CE

Valeu pela premiação de R$ 1,53 milhão, mas o resultado e principalmente o desempenho deixaram a desejar, porque o Coelhão tinha total capacidade para ter vencido com facilidade, com possibilidade de goleada, e convencido. 

Apesar do golaço do Bigode com participação do Paulo Victor, Bigode deveria ter iniciado o jogo, na posição de centroavante com presença de área, e a opção do Paulo Victor e Jhonatan, entre os substitutos, porque faltou profundidade pelos lados; Maguinho acertar mais cruzamentos; Artur ser mais ofensivo, e dois atacantes de velocidade, com pelo menos capacidade de partir pra cima, preferencialmente vencer duelos individuais, buscar a linha de fundo para fazer cruzamentos ou infiltrar na diagonal e finalizar. 

A força ofensiva poderia ter sido maior, com Paulinho na lateral, Gabriel Barros, Bigode, e Thauan ou Yarlen. 

Ainda assim, houve baixo poder ofensivo nos dez jogos do Mineiro, 11 gols, um deles contra, e com exceção do Bigode, a equipe 2026 é formada mais por atacantes com potencial de evolução, do que artilheiros com histórico de decidir jogos. 

O posicionamento funcional do meio-campo para a frente, entre Felipe Amaral e Val, Val e Person, Person e Segovinha, Bigode e Person, também precisa ser mais bem definido, distribuído e melhorado, a fim de aumentar o efeito combinado das ações de cada um deles.

Se Felipe Amaral ou Val for o primeiro volante responsável pelo início da transição, também deveria ser o volante mais recuado na recomposição defensiva. 

O mais avançado entre Felipe Amaral ou Val deveria ocupar espaço no corredor oposto ao do Person. 

Bigode deveria jogar mais dentro da área e Segovinha ou outrro ponta mais avançado pelo lado, a fim de evitar ocupar o espaço do Person, na construção das jogadas. 

Entre as prioridades de reforços para o restante da temporada, um atacante de lado com poder de decisão, para disputar a titularidade, um centroavante, um típico volante camisa 5, mais focado na marcação, e mais um zagueiro. 

Em caso de necessidade mais um camisa 10.

Pra cima deles, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Emerson Santos, Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral, Val (Jhonatan) e Person (Yago); 
Segovinha (Gabriel Barros),Paulo Victor (Yarlen), Bigode
Técnico: Valentim.

Tirol
Frank; 
Zé Augusto, Jairo, Max (Dieguinho), Diguinho e Ytalo; 
Isaias (Willian), Sidney (Welton), Rafinha (Yuri Borges) e Jeffinho (Janeudo); Felipe Hulk. 
Técnico: Ailton Silva.

Gol: Bigode 

terça-feira, 3 de março de 2026

América 0 (2) x (4) 0 Atlético

No Mineiro 2026, faltou principalmente poder ofensivo, e pelo menos a opção de um típico camisa 5 para defender mais do que atacar, porque o Coelhão marcou 11 gols em 10 jogos, o quinto melhor ataque, Person e Val, com dois gols cada um, foram os artilheiros, e o tradicional primeiro volante reforçaria a marcação, sem necessidade de escalar três zagueiros, em vez de dois, e dois atacantes, em vez de três. 

Mas em compensação, apesar das limitações financeiras devido ao baixo orçamento, a construção da equipe 2026 superou expectativas, porque a força do futebol coletivo, competitivo e bastante organizado dos comandados do Valentim prevaleceu na maioria dos jogos, inclusive nos três clássicos contra o Atlético e até contra o Cruzeiro, quando sofreu dois gols em lances polêmicos. 

Ainda assim, para o restante da temporada, a equipe carece de mais um zagueiro, de um típico camisa 5 mais defensivo do que ofensivo, com imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão, e pelo menos um atacante, preferencialmente centroavante com presença de área, mais decisivo.

Um camisa 10 com poder de criação também seria bem-vindo. 

Sem as contratações pontuais, Luiz Henrique e Thalyson poderão ser opções de zagueiros, Otávio ou Rafa ser escalados de primeiro volante marcador.

Alê e Dalbert deverão ser reforços para o meio-campo e lateral esquerda.

Talvez seja possível Segovinha também ser um camisa 10, porque pareceu mais um armador pelo lado do que um atacante de profundidade. 

Para vencer o Tirol pela Copa do Brasil, Valentim deverá voltar a utilizar 3 atacantes.

Maguinho e Artur, nas laterais, Emerson e Rafa, revelação do Mineiro 2026, na dupla de zaga. 

Possivelmente o meio-campo titular será formado pelo Felipe Amaral, Val e Person, com a possibilidade de utilização do Alê, Yago Santos e Yago Souza. 

Elizari precisa justificar a renovação do contrato. 

Gabriel Barros ou Segovinha, pelo lado direito, Bigode ou Jhonatan ou Paulo Victor, finalizadores dentro da área, e Thauan e Yarlen, pelo lado esquerdo, deverão ser as principais opções para aumentar o poder ofensivo.

Yarlen, partindo pra cima avacoelhando geral, parece ter potencial para assumir a titularidade. 

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Maguinho, Nathan (Paulinho), Emerson, Rafael Barcelos (Thallyson) e Artur; 
Felipe Amaral, Val (Yarlen) e Person; 
Bigode (Yago Souza) e Paulo Victor (Gabriel Barros)
Técnico: Valentim

Atlético:
Everson; 
Preciado (Cissé), Ruan Tressoldi, Junior Alonso e Renan Lodi; 
Maycon, Alan Franco e Victor Hugo (Cassierra); Gustavo Scarpa (Alan Minda); 
Reinier (Dudu) e Hulk 
Técnico: Eduardo Domínguez.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Atlético 1 x 1 América

O gol no começo do jogo do Paulo Victor, invalidado pelas linhas do VAR bastante ajustadas, praticamente sobrepostas, de acordo com o frame escolhido, poderia ter facilitado a proposta reativa de o Coelhão conquistar a vitória. 

Mas Valentim pode ser considerado o destaque do jogo, porque a escalação, estratégia, substituições e tática escolhidas por ele foram mais bem sucedidas do que as escolhas do adversário, mais qualificado individualmente.

Ainda assim, na suposição de que a solução não utilizada seja melhor do que a escolhida, a eficácia ofensiva poderia ter sido maior, com pelo menos um atacante de mais velocidade, o mais bem preparado fisicamente entre Thauan e Yarlen, para partir pra cima ou receber lançamentos em profundidade, e formar dupla de ataque com Bigode ou Paulo Victor.  

Enquanto Bigode e Paulo Victor são mais conclusivos, especialmente dentro da área, Jhonatan finaliza de longa, média e curta distância, Thauan e Yarlen partem pra cima avacoelhando geral. 

Everton, Gabriel Barros e Segovinha pareceram mais assistentes, construtores de jogadas, do que finalizadores decisivos. 

Para conquistar a classificação para a final do Mineiro, poderá ser mais eficiente a manutenção da primeira linha defensiva de 5 jogadores, mas com mais ultrapassagens do Maguinho, finalizações de longa distância do Felipe Amaral, Val e Person, e a escalação do Thauan e Yarlen juntos, ou um deles formar dupla de ataque com Bigode ou Paulo Victor. 

Vamos vencer, Coelhão!

Atlético
Everson; 
Natanael (Ángelo Preciado), Ruan Tressoldi, Vitor Hugo e Renan Lodi; 
Alan Franco, Maycon (Igor Gomes) e Victor Hugo (Bernard); Gustavo Scarpa, Dudu (Tomás Cuello) e Hulk. 
Técnico: Lucas Gonçalves.

América:
Gustavo; 
Maguinho, Nathan, Ricardo Silva, Emerson, Artur (Paulinho);
Felipe Amaral e Val (Yago Souza), Person;
Bigode (Thauan) e Paulo Vitor. 
Técnico: Valentim.

Gol: Yarlen

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

América 2 x 1 North

Na fase classificatória do Mineiro, faltou mais poder criativo, de finalização, e principalmente eficácia ofensiva, porque o Coelhão* foi o quinto melhor ataque, só 10 gols feitos, entre eles 1 contra, o quarto a criar e perder grandes chances, e o sexto em finalizações, nos 8 jogos disputados. 

Mas na construção da equipe 2026, os comandados do Valentim foram consistente na fase defensiva, com seis gols sofridos, bastante competitivos, buscaram o controle dos adversários do interior, e os dois clássicos foram equilibrados. 

As principais jogadas ofensivas foram as triangulações pelo lado direito, entre Leo Alaba, Person e Gustavo Barros ou Segovinha, mas perdeu profundidade com Segovinha, que pareceu mais armador pelo lado, em vez de atacante agudo, que parte pra cima, vence duelos individuais, finaliza e faz gols. 

No lado esquerdo, Arthur defendeu mais do que atacou, Paulinho atacou mais do que defendeu, Yago Souza pouco finalizou, e Thauan ficou muito isolado. 

A eficácia, eficiência e produtividade ofensiva do Person e Yago poderão ser maiores se jogarem mais avançados, pisarem mais na área, a fim de serem mais assistentes, finalizadores e fazerem gols decisivos. 

Ainda assim, nas semifinais do Mineiro e na Copa do Brasil, em vez de utilizar Person e Yago Souza, na linguagem do torcedor, dois camisas 10 sem perfil de 8, poderá ser mais bem distribuído, equilibrado e funcional escalar Felipe Amaral, embora seja mais 8 do que 5, Val, de camisa 8, e Person, totalmente 10, mais avançado. 

Yago Souza seria opção para substituir Person ou ser deslocado para a ponta esquerda.

Segovinha também poderia ser escalado mais centralizado na armação das jogadas. 

Alê seria opção para utilizar três volantes no meio-ccampo. 

Elizari ainda não justificou a renovação. 

Paulo Victor se destacou mais pelo empenho, pela movimentação, ocupação dos espaços, pelos dois pênaltis sofridos contra o North, mas centroavante carece ser mais artilheiro. 

Bigode jogou muito distante da grande área contra o North, até embolou com Person, e foi pouco efeitvo no ataque. 

Jhonathan tem potencial de centroavante finalizador, especialmente com o pé esquerdo. 

Também faltou escalar um típico camisa 5 padrão Série B, mais defensivo do que ofensivo, que poderia ter sido Otávio ou Rafa, porque o defender e atacar ficaria mais bem distribuído, sem necessidade de escalar mais um zagueiro e reduzir o número de atacantes. 

Enquanto o 3-5-2 poderá ser mais eficiente no ataque, com dois atacantes com capacidade de vencer duelos individuais, finalizadores e velozes, o 4-3-3 poderá ser mais decisivo com dois pontas agudos, e com um centroavante, com presença de área para fazer gols. 

Everton, Gabriel Barros, Segovinha, Thauan e Yarlen são opções dos pontas agudos no 4-3-3 ou dois atacantes no 3-5-2 ou 5-3-2. 

Talvez seja o momento de Yarlen ser titular, porque finaliza bem com o pé direito e esquerdo. 

Mas independentemente da estratégia de jogo, do esquema e da escalação, a competitividade americana contra o Atlético vai precisar ser maior que a do adversário, para disputar e vencer a maioria dos duelos individuais pelo alto e pelo chão. 

Vamos vencer, Coelhão!

* De acordo com o Sofascore.

América:
Gustavo; 
Léo Alaba (Maguinho), Nathan, Emerson e Paulinho; 
Felipe Amaral, Person e Yago Souza (Val); 
Segovinha (Jonathan), Thauan (Yarlen) e Willian Dubgod (Paulo Victor). 
Técnico: Valentim

North:
Yago; 
Lucas Mota (Rodrigo Fumaça), Bruno Bispo, Diego Guerra (Wallesson) e Foguinho; 
Camacho (Yuri Merlin), Ferreira (Evanderson) e Serginho; 
Rosseto e Bruno Lopes (Wandinho). 
Técnico: Kleberson Pereira

Gols: Val (2)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

Cruzeiro 2 x 0 América

Dois lances polêmicos fizeram a diferença no resultado, porque Gustavo deslizou no gramado molhado, Gerson passou a bola e esperou o contato, e as câmeras do VAR deveriam ter imagens conclusivas do segundo gol. 

Apesar de serem lances duvidosos, houve falhas na recomposição defensiva nos gols sofridos e faltou transformar posse de bola em poder ofensivo, com mais finalizações certas, chances criadas e aproveitadas.

A distribuição tática ficaria mais equilibrada entre o defender e o atacar, com a escalação de dois zagueiros, um primeiro volante mais defensivo do que ofensivo, e três atacantes, mas na fase ofensiva, os comandados do Valentim, independentemente do adversário e da quantidade de 2 ou 3 atacantes escalados, precisam ser mais decisivos.  

Foram só 8 gols marcados, um deles contra, em sete jogos do Mineiro. Person, 2 gols, Everton, Gabriel Barros, Nathan, Paulo Victor e Thauan, um gol cada um, são os artilheiros do time.  Destaque para Person e Thauan pelas participações nas jogadas dos gols.  

Ainda assim, Person e Yago Souza estão mais participativos pelos lados do que próximos da grande área. Ambos deveriam pisar na área e serem mais finalizadores. 

As triangulações pelo lado direito, entre Leo Alaba, Person e Gabriel Barros ou Segovinha, foram mais utilizadas do que pelo lado esquerdo, entre Artur, que fez poucas ultrapassagens, Yago Souza, na dupla função defensiva-ofensiva, distante do Thauan, que está muito isolado pelo lado. 

Yarlen deveria ser mais utilizado, porque tem facilidade para vencer duelos individuais, e finalizar com o pé direito e esquerdo.

Por mais empenhado que seja, Paulo Victor carece ser mais finalizador e principalmente eficiente nas finalizações. 
 
Bigode, na função de centroavante conclusivo dentro da área, poderá aumentar o número de gols marcados. 

Para vencer o North, deverá ser mais consistente o retorno do Ricardo Silva. 

No momento, a dupla de zaga mais eficiente parece ser Ricardo Silva e Rafa, porque Rafa tem qualidade no passe vertical e nos lançamentos. 

Emerson carece acertar mais lançamentos na saída de bola.  

Sem a renegociação do Dalbert, o momento do Paulinho, principalmente ofensivo, é melhor que do Artur. 

Maguinho deverá ser opção de substituição, até com o deslocamento do Alaba para o lado esquerdo. 

Talvez seja mais eficiente Person e Yago Souza disputarem posição de camisa 10, em vez de jogarem juntos. 

O meio-campo poderá ficar mais bem distribuído, com Felipe Amaral, Val e Person, mais avançado pelo centro. 

Otávio e Rafa seriam opções de primeiro volante. 

Possivelmente Alê seja opção para segundo volante. 

Yago Souza para substituir Person.

Inicialmente Segovinha, Bigode e Thauan formariam o trio ofensivo, com opções do Gabriel Barros, Jhonatan ou Paulo Victor, e Yarlen.

Vamos vencer, Coelhão!

Cruzeiro
Cássio;
Fagner, Fabrício, João Marcelo e Kaiki; 
Lucas Romero, Gerson (Matheus Henrique), Christian (Wanderson) e Matheus Pereira (Japa); 
Arroyo (Sinisterra) e Kaio Jorge (Néiser). 
Técnico: Tite.

América:
Gustavo; 
Nathan, Emerson, Rafa Barcelos;
Léo Alaba, Felipe Amaral, Person (Bigode) e Yago Souza (Val), Artur (Paulinho); 
Segovinha (Jhonathan) e Paulo Victor (Thauan). 
Técnico: Valentim.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

América 1 x 0 URT

A vitória seria mais convincente com o controle do adversário, volume de jogo e aumento do poder ofensivo, depois da entrada do Paulinho, transformados em mais chances criadas e pelo menos uma aproveitada.

Mesmo assim, a força ofensiva poderia ter sido maior, com mais profundidade pela direita do Leo Alaba e principalmente Segovinha, mais avançado na função de atacante assistente, finalizador e decisivo, em vez de armador pelo lado, na troca de passes com Person, e mais triangulações pela esquerda, com ultrapassagens do Artur, e Yago Souza mais próximo do Thauan, que jogou muito isolado no ataque. 

Mas tão importante quanto a campanha no Mineiro é o potencial de evolução, porque uma equipe vencedora precisa ter pelo menos 16 titulares, para fazer as cinco mudanças e manter o nível competitivo, intenso e técnico.    

Ainda falta um quinto zagueiro, preferencialmente canhoto, porque poderá haver lesões, suspensões, e o 3-5-2 precisar ser utilizado com opções reduzidas, um 5 mais recuado, com poder de marcação e imposição física para combater os adversários de frente, vencer duelos individuais pelo alto e pelo chão, um 10 com pelo menos qualidade para fazer assistências, e um 9 eficiente nas finalizações.

Luis Henrique, Thallyson, na zaga, Otávio e Rafa, de primeiro volante, Segovinha de 10, Jhonatan, Gustavo e Zizero poderão ser as primeiras alternativas de utilização. 

Yarlen poderá ser um destaque ofensivo. 

A eficácia nas finalizações do empenhado Paulo Victor, recompensado com o gol da vitória sobre a URT, poderá ser fundamental para fazer a diferença nos jogos. 

O retorno do Alê, Bigode, Dalbert e Maguinho vai reforçar a equipe, no ataque, nas laterais e no meio-campo.  

Para vencer o Cruzeiro, o Coelhão vai precisar jogar com consistência defensiva ,eficácia ofensiva, e preferencialmente o acaso favorável. 

Rafa e Emerson ou Nathan poderão formar a dupla de zaga ou um trio de zagueiros, ou até Rafa jogar de primeiro volante, na frente dos zagueiros. 

Artur carece antecipar as jogadas para evitar cartões amarelos desnecessários e buscar mais a linha de fundo. 

Paulinho é opção para aumentar o poder ofensivo. 

Felipe Amaral, Val, Otávio, Person, Yago Santos e Yago Souza são as principais opções para o meio-campo. 

Gabriel Barros, Segovinha, Yarlen, Everton e Thauan são opções de atacantes pelos lados. 

Segovinha e Yarlen poderão aumentar a força ofensiva. 

Paulo Victor e Jhonatan, as opções de centroavante. 
Vamos vencer, Coelhão!

América:

Gustavo; 
Leo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Arthur (Paulinho)
Person (Yago Santos), Felipe Amaral, Yago Souza (Val); 
Segovinha(Yarlen), Thauan (Everton) e Paulo Victor. 
Técnico: Valentim.

URT:
Ariel; 
Arlen, Evson (Leonardo Rolón), Léo Santos (Mateus Peloggia), Gabriel Augusto; 
John Mesquita (Laércio), Pedro Henrique, Cesinha, Hippólito, Bruninho (Deividi) e Gabriel Moyses (Marcelo Maçola). 
Técnico: Adilson Roque.

Gol Paulo Victor

segunda-feira, 26 de janeiro de 2026

Uberlândia 1 x 1 América

O baixo desempenho e o resultado insatisfatório refletiram o eterno dilema entre mexer no time ou repetir a escalação, ainda mais quando de acordo com a escolha feita, a vitória deixou de ser conquistada. 

Além da baixa concentração, pouca intensidade e velocidade, faltou um substituto pro Nathan no banco, um camisa 10 e um centroavante entre os reservas; efetividade na saída de bola, através da troca de passes e lançamentos; mais poder de criação e eficácia nas finalizações.

Poderia ter sido mais eficiente ter feito mudanças pontuais em cada setor, porque aumentaria o vigor físico entre os titulares e evitaria o baixo rendimento, possivelmente provocado pelo desgaste físico e mental, devido aos jogos seguidos em curto espaço de tempo no início da temporada.

Na engenharia da obra pronta e na possibilidade de a sugestão não utilizada ser mais funcional que a escalação feita, Samuel, Rafa, Otávio ou Val ou Yago Santos, Everton ou Segovinha ou Yarlen poderiam ter começado o jogo. 

Ainda assim, Nathan vetado pelo DM e só Rafa de opção para a zaga evidenciaram a necessidade de  a equipe ter um quinto zagueiro.

O meio-campo titular foi formado pelo Felipe Amaral, camisa 8, Person, totalmente 10, e Yago Souza, camisa 10, enquanto no meio-campo reserva faltou um camisa 10, porque Otávio é camisa 5 e 8, Elizari,Val, e Yago Santos são camisas 8. 

Everton, Segovinha e Yarlen, sem nenhum centroavante, foram as opções de atacantes de lados. 

Até com o retorno do Nathan, Alê, Bigode e Jhonatan, faltará um zagueiro, um camisa 5, um camisa 10 e um camisa 9 par a equipe ficar mais bem estruturada. 

Luis Henrique,  de zagueiro e volante, Thallyson, zagueiro canhoto, Kayquy Álvaro, volante com imposição física, e Gustavo, atacante pelos lados e centroavante, deveriam ser promovidos da base. 

Para vencer a URT, Rafa, no lugar do Emerson, suspenso pelo terceiro amarelo, poderá qualificar o começo da transição ofensiva, Felipe Amaral, Val, Yago Souza e Person deveriam ser as principais opções para o meio-campo, Gabriel Barros e Thauan, os titulares pelos lados, com Éverton, Segovinha e Yarlen, entre as opções.

Embora Paulo Victor seja bastante participativo, carece ser bem mais eficaz nas finalizações, porque a principal função do centroavante é fazer gols. 

Talvez Segovinha também seja utilizado no meio-campo, e Bigode e Jhonatam sejam liberados pelo DM.

Ainda Dalbert, em processo de renegociação. 

Vamos vencer, Coelhão. 

Uberlândia:
Jefferson Luís; 
Ben-Hur, Renan, Max Miller e Luís Felipe (Yuri Ferraz); 
Diego Fumaça, Parrudo (Arthur Longatto) e Ingro; 
Luiz Miguel (Jean Carlos), Léo Reis (Brayan Díaz) e Júlio Rodrigues (Robinho). 
Técnico: Lúcio Flávio.

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Ricardo Silva, Emerson, Paulinho; 
Felipe Amaral, Person (Val) e Yago Souza (Elizari); 
Gabriel Barros (Segovia), Paulo Victor (Yarlen), Thauan (Everton)
Técnico: Valentim.

Gol: Person

sexta-feira, 23 de janeiro de 2026

América 1 x 1 Atlético

Apesar de uma breve queda de rendimento ofensivo, entre a saída do Thauan e entrada do Everton e Yarlen, dois atacantes de intensidade, mobilidade e velocidade, mais dinâmicos para jogar no 3-5-2, as possiblidades de conquistar a vitória foram maiores, porque criou duas grandes chances de gols, nas finalizações do Ricardo Silva e Everton na trave, para vencer por 3 a 1, um adversário padrão Série A.

Poderia ter sido mais eficiente na saída de bola, por meio da troca de passes e lançamentos em profundidade; ter sido mais ofensivo pelo lado esquerdo, nas triangulações entre Artur, Thauan e Yago Souza; e mais decisivo nas finalizações do Everton, Paulo Victor, Person, Thauan e Yago Souza. 

Mas o time todo jogou os dois tempos em alta intensidade, bastante concentrado, determinado, empenhado e com vontade de vencer.  

É bom destacar que a cabeçada do Everton na trave, depois do rebote da finalização do Yarlen, foi com a formação de três zagueiros. 

Emerson, Ricardo Silva, Rafa, no segundo tempo, com a colaboração do Leo Alaba e Artur foram bastante eficientes nos duelos pelo alto e pelo chão.

Leo Alaba, Person e Gabriel Barros aumentaram a força ofensiva nas triangulações pelo lado direito.

Artur precisa ser mais ofensivo e principalmente melhorar o condicionamento físico e o posicionamento, a fim de antecipar as jogadas e reduzir o número de cartões amarelos. 

Embora seja necessário um camisa 5 para jogar mais recuado, Felipe Amaral, Person e Yago Souza formaram um meio-campo criativo, dinâmico e marcador.

Person chamou a responsabilidade das bolas paradas e ser o principal articulador das jogadas ofensivas.

Yago Souza também tem total capacidade de atacar profundidade, ser mais ofensivo e vertical, através de passes progressivos, ou condução da bola em direção do gol adversário ou dribles para vencer duelos individuais e até mais de um marcador. 

Paulo Victor e Thauan defenderam e atacaram, mas principalmente Paulo Victor precisa ser mais artilheiro decisivo. 

Yarlen demonstrou potencial para disputar a titularidade no ataque do Coelhão, talvez até de centroavante. 

Para vencer o Uberlândia na casa do adversário, poderá ser mais eficiente dar ritmo durante o jogo para substitutos que jogaram menos vezes. 

Paulinho vai substituir Artur. 

Samuel é opção para substituir Leo Alaba. 

Nathan e Rafa são opções de zagueiros. 

Aliás, Rafa, um dos destaques deste início de temporada, também poderia voltar a ser utilizado de  primeiro volante. 

Otávio e Val são opções para o meio-campo. 

Everton, Jhonatan e  Yarlen para o ataque. 

E a possiblidade da estreia do Segovinha. 

Poderia haver pelo menos uma novidade por setor. 

Vamos vencer, Coelhão!

América
Gustavo; 
Léo Alaba, Ricardo Silva, Emerson, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral, Person e Yago Souza (Val); 
Gabriel Barros (Évertono), Paulo Victor (Yarlen), Thauan (Rafa) 
Técnico: Valentim.

Atlético:
Everson; 
Ángelo Preciado, Vitor Hugo (Renan Lodi), Junior Alonso e Ruan Tressoldi; 
Alan Franco, Victor Hugo (Bernard), Igor Gomes e Reinier (Maycon); 
Tomás Cuello (Dudu) e Rony (Hulk). 
Técnico: Jorge Sampaoli.

Gol: Gabriel Barros

terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Itabirito 1 x 1 América

Embora as escolhas pudessem ter sido mais acertadas, ou "assertivas", como equivocadamente dizem, o rodízio, devido ao desgaste provocado por jogos seguidos e viagens no início da temporada, foi importante, porque pelo menos deu minutagem para Jhonatan, Otávio, Rafa, Samuel e Yago Santos, e ritmo de jogo para Everton, Nathan e Val.

Mas poderia ser sido mais eficiente, Felipe Amaral, Person, Paulo Victor e Thauan, em vez de entrarem no segundo tempo, terem iniciado o jogo, porque faltou um camisa 10 e um atacante de lado entre os titulares, o meio-campo titular seria formado pelo Otávio, Felipe Amaral, e Person, respectivamente camisa 5, 8 e principalmente um 10, Thauan, Paulo Victor e Everton formariam o trio ofensivo. 

Jhonatan, Val, Yago Santos e Yago Souza seriam opções entre os substitutos. 

Gustavo Henrique deveria ter preferência em relação ao Kauan Cristtyan, que tem contrato até janeiro de 2026. 

Nathan e novamente Rafa demonstraram potencial para disputar a titularidade. 

Rafa também poderá ser opção para voltar a ser utilizado de primeiro volante, porque tem qualidade na saída de bola, poder de marcação e imposição física para vencer duelos pelo alto e pelo chão. 

Otávio, na estreia no principal, e Yago Santos poderão ser utilizados mais vezes nesta temporada. 

Val vai precisar se readaptar ao ritmo dinâmico, intenso e físico do futebol brasileiro e da Série B, mas tem qualidade na função de um camisa 8, e talvez camisa 5. 

Possivelmente Elizari vai perder espaço para Otávio, Val e Yago Santos. 

Everton carece ser mais artilheiro decisivo. 

Apesar de ter sido preparado no Sub-20 na posição de armador, Jhonatam tem potencial de atacante pelo lado direito e centroavante, porque tem imposição física e finaliza bem de pé esquerdo. 

Para vencer o Atlético, a marcação deverá ser reforçada e a eficácia ofensiva aumentada. 

Poderá ser mais eficiente a utilização de um terceiro zagueiro entre Nathan e Rafa, com Felipe Amaral, Yago Souza e Person, no meio-campo, e dois atacantes de velocidade, finalizadores e artilheiros no ataque, entre Everton, Gabriel Barros e Thauan. 

Ainda a possiblidade de Rafa ou Otávio ou Val ser escalado com Felipe Amaral e Person no meio-campo, e Yago Souza  ser deslocado para a ponta esquerda, para formar o trio ofensivo, com Everton ou Gabriel ou preferencialmente Thauan, e Paulo Victor, que também carece ser mais artilheiro. 

Segovinha e Yarlen poderão ser utilizados se forem registrados no BID. 

Vamos vencer, Coelhão

Itabirito:
Vinícius Dias; 
Gleissinho (Hulk), Wallace, Felipe Camargo e Bryan; 
Serginho (Luis Campero), Ferreira, Pedro Rodrigues e Romário Simões (Guilherme Givigi); 
Ruan (Denzel Washington) e Luís Araújo (Matheus Galdino). 
Técnico: Marcelo Canharato.

América:
Gustavo; 
Samuel, Nathan, Rafa, Paulinho; 
Otávio (Felipe Amaral), Val, Elizari (Person), Yago Santos;
Everton (Kauan Cristtyan); Jhonatan Lima. 
Técnico: Valentim.

Gol: Nathan

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Democrata 0 x 1 América

Faltou eficácia nas finalizações, mas o Coelhão dominou o adversário, criou chances de vencer por goleada, e conquistou a segunda vitória consecutiva, a primeira fora de casa. 

Rafa demonstrou potencial de aproveitamento entre os zagueiros, e especialmente de voltar a ser primeiro volante, mais defensivo do que ofensivo, porque, na resenha do torcedor, Felipe e Val são mais 8 do que 5, Person é totalmente 10, Yago Souza é 10 e 11, Otávio, 5 e 8, ainda não foi escalado, e principalmente contra adversários mais ofensivos e qualificados deverá ser necessário um camisa 5 mais recuado, com poder de marcação e imposição física, para combater de frente, vencer duelos pelo chão e pelo alto.

O revezamento pelo lado esquerdo entre Yago e Thauan, com a troca de passes com Person, aumentou o poder ofensivo no primeiro tempo.

Para vencer o Itabirito, segundo jogo seguido com mando de campo do adversário e fora do horário padrão do futebol, Arthur, com dois amarelos em dois jogos e com risco de ter sido expulso contra o Democrata, vai precisar antecipar a marcação, para evitar cartão desnecessário. 

Person e Souza deverão continuar a infiltrar na área, para aumentarem as possiblidades de gols decisivos. 

A meta de desempenho dos atacantes Gabriel, Éverton e Thauan será vencer duelos individuais,  fazer assistências e serem artilheiros decisivos. 

Embora execute bem a função de pivô, Paulo Victor carece ser mais eficaz nas finalizações, para ser um dos artilheiros da temporada. 

Na transformação dos DNA formador em aproveitador, Samuel, na lateral direita, Paulinho, na esquerda, Rafa, na zaga e meio-campo, Otávio e Yago Santos, no meio-campo, e Jhonatan, atacante pelo lado direito e preferencialmente centroavante, porque finaliza forte e certeiro com o pé esquerdo, são opções para serem utilizadas. 

Entre os pratas da casa que disputaram a Copinha 2026, Luis Henrique, de zagueiro e volante, Thallyson, zagueiro canhoto, Gabryelo, volante, Júlio, que deveria ser mais ofensivo, transformado em armador ou meia-atacante de lado, Gustavo Henrique e Zizero,  atacantes 2007 pelos lados e centroavante, poderiam transitar entre a base e o principal, mais Henrique e Kayky Álvaro, volantes 2005, para serem utilizados na Copa Sul-Sudeste. 

Luis Henrique, Thallison, Kayky Álvaro e principalmente Gustavo pareceram ter mais potencial de aproveitamento na equipe principal durante a temporada. 

Vamos vencer, Coelhão. 

Democrata-GV:
Thúlio; 
Lucas Evangelista, Henrique, Rafael Klein e Bryan (Helton Martins);
Luís Henrique, Bernardo Augusto e Giovanni (Márcio Jonatan);
Marcelinho (Léo Dourado), Pedrotti (Antônio Cabral) e Bismarck (Tonhão). 
Técnico: Wladimir Araújo.

América:
Gustavo; 
Léo Alaba, Ricardo Silva, Rafa, Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral, Person (Elizari) e Yago Souza (Val Soares); 
Gabriel Barros (Jonathan), Paulo Victor, Thauan (Everton).
Técnico: Valentim

Gol:contra


terça-feira, 13 de janeiro de 2026

América 3 x 0 Athletic

A vitória do Coelhão foi convincente, porque superou as expectativas da estreia de uma equipe em processo de reconstrução, dominou e venceu por goleada um adversário que vai disputar a Série B, e principalmente demonstrou potencial de evolução nesta temporada.

Apesar de falhas coletivas na marcação e saída de bola, o setor defensivo, formado pelo Leo, Ricardo Siva, Emerson e Arthur, prevaleceu sobre os adversários. 

O meio-campo foi mais ofensivo do que defensivo, porque, na linguagem e visão do torcedor, Felipe Amaral e Val são mais 8 do que 5, Person, um dos destaques do jogo, e Yago Souza são camisas 10, e faltou um 5, mais próximo dos zagueiros. 

Gabriel Barros foi mais construtor do que finalizador, Everton se destacou pelo golaço, e Thauan, partindo pra cima avacoelhando geral, foi o destaque ofensivo. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, o meio-campo poderia ter terminado com Rafa ou Otávio, Val e Yago Santos, e o ataque com Gabriel, Jhonatan, que tem poder de finalização, e Everton. 

Aliás, para viajar de ônibus e jogar às 15h em Govenador Valadares, poderá ser mais eficiente utilizar uma equipe mesclada, com as opções do Samuel, Rafa, Paulinho, Otávio, Yago Santos, Jhonatan. 

Na possível ausência do Yago Souza, deverá ser mais eficiente utilizar Rafa ou Otávio de volante, com Felipe Amaral e Person no meio-campo. 

Vamos vencer, Coelhão!

América:
Gustavo; 
Léo, Ricardo Silva, Emerson e Artur (Paulinho); 
Felipe Amaral (Yago Santos), Person (Val) e Yago Souza (Elizari); 
Gabriel Barros, Paulo Victor, Thauan(Everton)
Técnico: Valentim.

Athletic
Glauco, 
Douglas Silva, Jhonatan Silva, Edson (Gabriel Índio) e Felipe Vieira (Enzo); 
Gian Cabezas, Leandro Alves (Cauã) e Kauan Lindes (João Bonny); 
Alessio da Cruz, Luiz Felipe e Ronaldo Tavares (Gabriel Carioca). 
Técnico: Rui Duarte.

Gols: Person, Thauan, Everton

sábado, 10 de janeiro de 2026

Pré-jogo América x Athletic

Na transformação do DNA formador em aproveitador, os pratas da casa, em vez de serem utilizados por necessidade na Copa do Brasil e Série B, deveriam ser mais escalados, por opção, no Mineiro e na Copa Sul-Sudeste.

Samuel, na lateral ou nas pontas, Rafa, zagueiro ou volante, Otávio e Yago Santos no meio-campo, Jhonatan e Yago Souza, no meio-campo ou ataque, e Thauan pelos lados.

Mas, Leo Alaba, Maguinho, Arthur e Dalbert, nas laterais, Nathan, na zaga, Alê, Elizari, Val e Person, no meio-campo, Gabriel Barros, Paulo Victor, e Everton, entre contratados e remanescentes, também vão precisar ser utilizados, a fim de aprimorar o condicionamento físico, facilitar o entrosamento e o ritmo de jogo.

O setor defensivo, possivelmente com Gustavo, Maguinho, Ricardo Silva, Emerson e Arthur, parece ser consistente, pelo alto e pelo chão, e na bola parada defensiva. 

Apesar de o meio-campo,  talvez inicialmente com Otávio, Felipe Amaral e Yago Souza, poder ser dinâmico, intenso e marcador, Person e Yago Souza vão precisar ser criativos, pisar mais na área, a fim de finalizar e marcar gols decisivos.  

Ainda Alê, que deveria ser aproveitado de segundo volante, Elizari, que precisa jogar numa posição funcional mais eficiente, Val e Yago Santos. 

O poder ofensivo vai depender da eficiência de o Gabriel Barros, Everton e Thauan, talvez Jhonatan, Samuel e Yago Souza, atacantes pelos lados, vencerem duelos individuais, acertarem cruzamentos precisos e fazerem gols decisivos.  

Bigode, Paulo Victor e Jhonatan, na função de centroavante, vão precisar transformar as assistências recebidas em gols feitos.  

Ainda assim, a bola parada ofensiva poderá decidir jogos. 

Rascunho da equipe 2026:

1 - Cassio, Gustavo, Willian
2 - Leo Alaba, Maguinho, Samuel 
3 - Emerson, Rafa, Nathan, Ricardo Silva 
6 - Arthur, Dalbert, Paulinho

5 - Elizari? Felipe Amaral, Otávio, Rafa
8 - Alê, Elizari, Felipe Amaral, Val, Yago Santos
10 - Jhonatan, Person, Yago Souza 

7 - Gabriel Barros, Jhonatan, Samuel, Thauan
9 - Bigode, Jhonatan, Paulo Victor
11- Everton, Samuel, Thauan, Yago Souza

Talvez sem Alê, Dalbert e Elizari, jogadores que sofreram lesões em 2025, sem Gabriel Barros e Leo Alaba, recém contratados, possibilidades de escalação, com manutenção dos remanescentes entre os titulares, para vencer o Athletic:

Gustavo;
Maguinho (Samuel), Ricardo Silva,  Emerson, Arthur;
Otávio (Rafa), Felipe Amaral (Val), Yago Souza (Person);
Thauan (Jhonatan), Bigode (Paulo Victor, Jhonatan), Everton (Yago Souza)

Vamos vencer, Coelhão!