sábado, 26 de agosto de 2023

América 1 x 3 Fortaleza

A espiral viciosa é formada por uma série de eventos errados geradores de outros erros, sem novas ações com capacidade de interromper os danos causados, a fim de transformar as oportunidades de mudanças em soluções. 

Embora houvesse potencial para disputar uma competição, o elenco do América foi superestimado, porque era limitado fisicamente, quantitativamente e tecnicamente para disputar as quatro competições durante a temporada: Brasileirão, Copa do Brasil, Mineiro e Sul-Americana.

A falta das contratações necessárias e do aprimoramento dos promissores jogadores da base durante o Mineiro provocou desgaste desnecessário nos titulares, sem revezamento devido as opções reduzidas de substituição, principalmente no meio-campo. 

O revezamento dos titulares, com a utilização dos pratas da casa nas competições de nível mais elevado que o do Mineiro, foi necessário para tentar minimizar o desgaste provocado nos principais jogadores pela sequência de jogos.

As repetidas mudanças dos titulares prejudicaram a formação da identidade do time.

O time indefinido, sem entrosamento e sem identidade, perdeu mais do que venceu.

As derrotas geraram a perda da confiança e a perda da confiança gerou derrotas. 

No terceiro jogo sob o comando do Bustos, a indefinição do time titular, da estratégia de jogo e da distribuição tática continuaram. 

Para continuar a fazer o que o Mancini fazia era preferível ter mantido o Mancini. 

Bustos deveria ter optado por buscar a definição dos titulares e de uma estratégia de jogo mais equilibrada entre o defender e atacar,  a fim de criar uma identidade, melhorar o entrosamento, o posicionamento e a produtividade, e aumentar a confiança. 

Poderá ser mais interessante formar a primeira linha defensiva com dois laterais e três zagueiros, uma segunda com Martínez mais três jogadores no meio-campo, e Masrtriani de centroavante. 

Ainda assim, faltaria definir os outros nove titulares além do Martínez e Mastriani. 

Pelo menos um dos goleiros precisaria voltar a fazer defesas salvadoras. 

Os laterais serem mais eficientes na defesa e no apoio. 

Encontrar a dupla ou trio de zagueiros mais consistentes nos duelos por cima e por baixo.

Meio-de-campo ter resistência física para defender e atacar em alta intensidade durante os dois tempos do jogo.

A dupla ou trio de atacantes  terem poder de finalização e decisão. 

América:
Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Éder, Burgos e Danilo Avelar (Marlon); 
Javier Méndez (Lucas Kal), Juninho e Martínez; 
Paulinho Bóia (Rodrigo Varanda), Wellington Paulista (Mastriani) e Pedrinho (Felipe Azevedo). 
Técnico: Fabián Bustos

Fortaleza:
João Ricardo;
Tinga, Titi, Brítez e Bruno Pacheco; 
Caio Alexandre (Lucas Crispim), Zé Welison e Pochettino (Pedro Augusto);
Marinho (Yago Pikachu), Lucero (Thiago Galhardo) e Guilherme (Romarinho).
Técnico: Juan Pablo Vojvoda

Gol: Mastriani 

terça-feira, 22 de agosto de 2023

Fluminense 3 x 1 América

O América continuou no círculo vicioso de perder os jogos, porque perdeu a confiança, e de perder a confiança, porque perdeu os jogos. 

Apesar de ser o segundo jogo sob o comando de Fabian Bustos, das mudanças entre os titulares, e da postura defensiva, o time americano desperdiçou pelo menos três grandes chances de gols, Felipe Azevedo marcou o primeiro gol do confronto e os defeitos defensivos foram repetidos nos três gols sofridos. 

Embora o revezamento do time titular tenha sido uma necessidade, porque o elenco era limitado para disputar três competições ao mesmo tempo, principalmente sem a preparação dos promissores pratas da casa no Mineiro e sem as contratações necessárias na primeira janela, a indefinição dos titulares provocou uma equipe desconfigurada, desentrosada, sem identidade e sem controle mental. 

Mesmo assim,  a tomada de decisão e execução das jogadas são de responsabilidade dos jogadores. 

Além da indecisão na bola alta defensiva se é do goleiro ou do lateral ou do zagueiro que deveria marcar o adversário praticamente livre para cabecear, sem pelo menos imposição física na disputa do lance, a simplicidade da bola pro mato que é jogo de campeonato, em vez da pretensão de sempre sair jogando trocando passes, teria evitado a perda da posse de bola no campo defensivo, na origem das jogadas dos três gols sofridos. 

O desafio do Bustos será definir a estratégia de jogo,  a distribuição tática e os principais titulares, com resistência física e mental para jogar dois tempos em alta intensidade, a fim de disputar o segundo turno do Brasileirão e a Sul-americana. 

Poderá ser mais interessante definir preventivamente a utilização de três zagueiros, mas sem a transformação dos laterais em alas, ou o primeiro volante ser quase um terceiro zagueiro, a fim de reforçar a consistência defensiva. com uma primeira linha defensiva sem a bola formada por 5 jogadores.

Burgos, Éder, Júlio, Maidana, Danilo Avelar e Ricardo Silva deveriam ser as opções para formar a dupla ou trio de zagueiros. 

Daniel Borges ou Marcinho, na direita.

Marlon ou Nícolas, na esquerda. 

Nícolas tem a vantagem competitiva da altura na bola alta defensiva.

Javier Mendez, Martínez e Benítez ou Matheusinho ou Varanda as primeiras opções para formar o trio do meio-campo. 

Varanda tem mais potencial para jogar centralizado.

Alê, Breno, Juninho, Lucas Kal, Mateus Henrique e Rodriguinho seriam alternativas de substituição. 

Everaldo, Felipe Azevedo, Matheusinho, Paulinho Boia e Pedrinho, as opções para formar dupla ou trio de atacantes com Mastriani. 

Outra alternativa seria Mastriani e Mikael formarem dupla de atacantes. 

Fluminense:
Fábio;
Samuel Xavier, Nino, Felipe Melo (Martinelli) e Marcelo (Diogo Barbosa);
André, Lima (John Kennedy e Ganso (Marlon); 
Arias, Keno (Lucas Fernandéz) e Cano.
Técnico: Fernando Diniz

América:
Matheus Cavichioli;
Marcinho, Maidana, Burgos e Danilo Avelar (Marlon); 
Javier Méndez (Alê), Juninho e Martinez; 
Varanda (Everaldo), Mastriani (Mikael), Felipe Azevedo (Pedrinho)
Técnico: Fabián Bustos

Gol: Felipe Azevedo

terça-feira, 15 de agosto de 2023

América 0 x 1 Goiás

O cobertor curto, de enfraquecer a defesa e fortalecer o ataque ou aumentar a força defensiva e perder poder ofensivo, precisa ser trocado pela capacidade de potencializar a organização e recomposição defensiva, a transição e construção ofensiva, com eficiência na bola parada no ataque e na defesa. 

Se o confronto contra o Goiás fosse o jogo de ida pela Copa do Brasil ou Sul-Americana, possivelmente Fabián Bustos, com mais conhecimento das duas equipes, optaria no segundo jogo por uma escalação com mais recursos ofensivos na construção das jogadas e principalmente de velocidade pelos lados, porque na derrota para um adversário pouco qualificado faltou criatividade, eficiência e profundidade para transformar o falso domínio de posse de bola em chances de gols.  

Poderia até utilizar 4 ou 5 jogadores no meio-campo, a fim de reforçar a marcação, ceder menos espaços para as jogadas de contra-ataque, mas com possibilidades para  facilitar a transição e organização das jogadas ofensivas. 

Dois jogadores entre Everaldo, Matheusinho, Pedrinho e Paulinho poderiam ser escalados no 3-5-2, 4-2-3-1, 4-4-2, 4-1-4-1, e 4-3-3, e com a mesma formação inicial variar o sistema tático durante o jogo.

Mas o desafio do Bustos, com mais opções defensivas, pro meio-campo e pro ataque, será definir um time titular para disputar o Brasileirão e Sul-Americana,  encontrar a formação próxima do ideal para defender e atacar em alta intensidade durante os dois tempos do jogo, com máxima eficiência na fase defensiva e ofensiva. 

As principais opções para enfrentar o Fluminense são Marcinho e Burgos para a defesa. 

Se Éder for vetado, Júlio e Maidana vão disputar a posição. 

Marlon e Nícolas, na esquerda. Talvez seja o momento de o Nícolas retornar.  

Lucas Kal ou Javier Mendez, o mais recuado no meio-campo. 

Alê ou Breno ou Juninho ou Rodriguinho para exercer a função de segundo volante. 

Benítez, Martínez, Mastriani e pelo menos um atacante de lado, possivelmente Pedrinho, deverão ser titulares, para facilitar a fase ofensiva, numa formação parecida com o 4-4-2 ou 4-2-3-1. 

Matheus Cavichioli; Marcinho, Burgos, Éder ou Júlio ou Maidana, Marlon ou Nícolas; Kal ou Javier, Alê ou Juninho; Matheusinho ou Pedrinho, Benítez, Martínez; Mastriani 

Mikael deveria ser a primeira alternativa de centroavante, porque tem imposição física, poder de finalização e decisão.  Poderia até formar dupla de atacantes com Mastriani. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Júlio, Éder (Maidana) e Marlon; 
Lucas Kal (Everaldo), Alê, Breno (Wellington Paulista), Rodriguinho (Pedrinho) e Martínez (Matheusinho); 
Mastriani
Técnico: Fabián Bustos 

Goiás:
Tadeu; 
Maguinho, Lucas Halter, Bruno Melo e Hugo; 
Willian Oliveira, Morelli (Luís Oyama) e Guilherme (Raphael Guzzo;
Anderson (Edu), João Magno (Matheus Babi) e Allano (Vinicius)
Técnico: Armando Evangelista

sábado, 12 de agosto de 2023

Bragantino 3 (3) x 3 (4) América

O time americano foi bastante competitivo para conquistar a classificação, determinado para buscar o empate até o último minuto do segundo tempo, e eficiente nos três gols marcados durante o jogo e nos quatro na disputa por pênaltis. 

A produtividade do Éder e Matheus Cavichioli poderá ser indicador da possibilidade de reação no Brasileirão, com o aumento da consistência defensiva.

Mas deverá ser mais interessante a definição de um time titular, para ser utilizado no Brasileirão e na Sul-Americana, porque vai aumentar o entrosamento, a produtividade e a eficiência. 

Falta definir uma distribuição tática mas eficiente, com um posicionamento mais equilibrado e funcional, de acordo com as características da equipe americana, dos jogadores disponíveis e até dos adversários, a fim de recuperar a força do futebol competitivo, coletivo e eficaz na fase defensiva e ofensiva. 

Existe a possibilidade de utilizar três zagueiros ou escalar três ou quatro jogadores no meio-campo, entre eles um volante mais bem posicionado próximo aos zagueiros, e dois atacantes.

Nesse caso, os dois atacantes poderão ser um extremo e um centroavante, ou dois centroavantes. 

Outra possibilidade é a manutenção do trio ofensivo, com dois extremos e um centroavante. 

Sem Benítez e Juninho, suspensos, e talvez sem Javier Mendez, para enfrentar o Goiás, Maidana, Éder e Júlio deverão ser as opções para dois ou três zagueiros.

Daniel Borges e Marcinho, na direita, Marlon e Nícolas, na esquerda, os laterais. 

Lucas Kal, mais recuado na função de sustentar os mais avançados e combater de frente os adversários, Alê, Breno, Martínez, Matheusinho, Rodriguinho e Varanda são opções para o meio-campo. 

Se forem três no meio, Kal, Alê e Martínez. 

Matheusinho ou Rodriguinho ou Varanda poderá ser o quarto jogador do meio-campo. .  

Everaldo, Felipe Azevedo, Matheusinho, Paulinho e Pedrinho, opções de pontas. 

Mastriani e Mikael, de centroavantes. 

Talvez Matheus Cavichioli, Daniel, Maidana, Éder, Nícolas; Kal ou Javier, Alê, Martínez; Matheusinho,  Mastriani, Paulinho ou Pedrinho, sejam a melhor formação inicial, com possibilidades de variação no 3-5-2, 4-4-2, 4-2-3-1, 4-3-3. 

Mateus Henrique é merecedor de uma nova chance, mas no meio-campo. 

Bragantino:
Cleiton; 
Aderlan, Luan Patrick, Léo Ortiz e Juninho Capixaba;
Matheus Fernandes (Jádson), Lucas Evangelista, Bruninho (Thiago Borbas), Sorisso (Talisson); 
Sasha (Matheus Gonçalves) e Vitinho (Luan Cândido)
Técnico: Pedro Caixinha

América:
Mateus Pasinato (Matheus Cavichioli);
Rodriguinho, Júlio, Éder e Marlon; Javier Méndez (Mastriani), Lucas Kal (Martínez), Juninho e Alê; 
Matheusinho (Everaldo) e Paulinho Bóia (Benítez). 
Técnico: Diogo Giacomini

Gols: Mastriani (2) e Éder

segunda-feira, 7 de agosto de 2023

Bahia 3 x 1 América

A capacidade de o Mancini provocar reação na equipe se esgotou, principalmente, porque os defeitos crônicos dos defensores na execução das jogadas superaram os acertos do ataque.

Um dos erros de avalição foi considerar o meio-campo o principal responsável pelas falhas individuais dos goleiros, laterais e zagueiros. 

Éder, Marlon e Matheus Cavichioli, considerados titulares absolutos no início da temporada, oscilaram pra baixo.

Se antes a dúvida era sobre quem formaria a dupla de zaga com Éder, a incerteza passou a ser quais seriam os dois zagueiros titulares. 

Danilo Avelar, Maidana, Ricardo Silva e Wanderson foram bastante irregulares. 

Faltou contratar desde o início do ano pelo menos um substituto qualificado pro Conti e pro Luan Patrick, e na segunda janela mais um zagueiro além do Burgos, porque para piorar o que estava ruim, Danilo e Ricardo se lesionaram.

Matheus Pasinato assumiu a titularidade, mas falhou na saída do gol e nos gols sofridos. 

Daniel Borges, Marcinho, Nino e até o promissor Arthur, na lateral direita, Marlon e Nícolas, na esquerda, também falharam na origem ou na conclusão das jogadas dos gols sofridos. 

Com a eliminação na Copa do Brasil e o confronto contra o Bragantino pela Sul-Americana ser viagem curta, talvez seja o momento de o próximo técnico aproveitar para fazer o esboço do time considerado titular.  

Cavichioli voltar a ser titular.

Daniel Borges ou Marcinho, na lateral direita, e Marlon ou Nícolas, na esquerda. 

Éder e Maidana formarem a dupla de zaga, com marcação individual e mais imposição física na disputa das jogadas?

Lucas Kal voltar a ser opção de zagueiro? 

O promissor Júlio ser escalado num fase ruim do time?

No meio-campo, inicialmente Javier Méndez, Alê ou Martínez e Benítez, suspenso pelo Brasileirão.

E o trio ofensivo, formado pelo Paulinho, Mastriani e Pedrinho. 

Bahia:
Marcos Felipe; 
Gilberto (Cicinho), Kanu, Victor Hugo e Camilo Cândido (Matheus Bahia); 
Rezende, Thaciano (Yago Felipe) e Cauly;
Rafael Ratão (Léo Cittadini), Ademir (Vitor Jacaré) e Everaldo.
Técnico: Renato Paiva.

América:
Mateus Pasinato; 
Daniel Borges (Rodriguinho), Burgos, Éder, Nícolas;
Javier Méndez (Maidana), Martínez e Juninho; 
Felipe Azevedo (Benítez), Mastriani (Paulinho Bóia), Pedrinho (Everaldo).
Técnico: Mancini.

Gol: Mastriani

sábado, 5 de agosto de 2023

América 1 x 1 Bragantino

Apesar do comprometimento, da determinação e da intensidade demonstrados pelos jogadores americanos, faltou qualidade técnica nos passes, na criação das jogadas e nas finalizações.

O gramado visivelmente irregular também dificultou o acerto no passe, prejudicou o rendimento dos dois times e provocou repetidos escorregões.

Mas a distribuição tática, a escalação inicial e mudanças durante o jogo deveriam ter sido mais funcionais, produtivas e eficientes. 

Marcinho ou Mateus Henrique, na lateral direita; Júlio e Lucas Kal, na dupla de zaga, Javier Mendez, Breno e Rodriguinho ou Varanda no meio-campo; Everaldo e Matheusinho,ou Pedrinho e Paulinho, pelos lados, e Mastriani ou Renato, de centroavante, poderiam ter sido escalados entre os titulares, com a repetição da distribuição tática 4-3-3, utilizada mais vezes, ou o 3-5-2 utilizado ter sido mais bem escalado, principalmente sem a escalação do Juninho na posição de meia-atacante aberto pelo lado direito, porque havia outras opções mais produtivas e eficientes no ataque. 

A utilização do Juninho na posição de meia-atacante pelo lado direito poderia ser mais interessante se a principal função fosse participar da recomposição e organização defensiva. 

Vale lembrar que Mateus Henrique estava numa boa fase, quando perdeu a titularidade para Marcinho contra o Athletico-PR.

Mesmo assim, se Mairon César fosse escalar o sub-21, possivelmente escalaria Mateus Henrique na lateral direita e Rodriguinho no meio-campo, ou Samuel na lateral direita, com Mateus Henrique, e Rodriguinho no meio-campo. 

Javier Mendez, Martinez e Mastriani foram os destaques.

Para enfrentar e vencer o Bahia, possivelmente Daniel Borges, Maidana, pelo lado direito, Éder e Nícolas formarão a primeira linha defensiva.

Éder e Maidana carecem marcar os adversários mais de perto, disputar as jogadas com mais imposição física e rebater a bola com mais força. 

Júlio está num momento melhor que Wanderson. 

Lucas Kal também deveria ser opção para disputar a titularidade na zaga. 

Alê, Javier Mendez, Martínez e Benítez deverão ser as primeiras opções para formar o trio do meio-campo.

Paulinho, Mastriani e Pedrinho deverão formar o trio ofensivo titular. 

Uma opção de mudança no sistema tático será reutilizar o 3-5-2, com Lucas Kal de terceiro zagueiro, Javier Méndez, Maartínez e Benítez no meio-campo, e Paulinho e Mastriani no ataque. 

América:
Mateus Pasinato; 
Lucas Kal (Mastriani), Júlio, Éder;
Rodriguinho, Breno (Martínez), Javier Méndez, Marlon (Nícolas);
Juninho, Renato (Pedrinho), Matheusinho (Varanda)
Técnico: Mancini.

Bragantino:
Cleiton; 
Andres Hurtado, Léo Ortiz, Natan (Luan Patrick), Luan Cândido (Sorriso) e Juninho Capixaba; 
Matheus Fernandes (Yani Quintero), Lucas Evangelista e Gustavinho (Bruninho);
Eduardo Sasha (Vitinho) e Thiago Borbas. 
Técnico: Pedro Caixinha.

Gol: Mastriani

terça-feira, 1 de agosto de 2023

América 1 x 4 Palmeiras

Os jogadores americanos abusaram da repetição dos erros defensivos e até ofensivo, contra um adversário bastante qualificado, super eficiente nas finalizações, acostumado a disputar e conquistar títulos.

Independentemente da escalação e de marcação ser individual, mista ou por zona, a distração, os erros individuais de posicionamento da defesa, com adversários livres na bola alta e nas finalizações dentro da área, sem pelo menos imposição física dos defensores, principalmente os zagueiros, para disputar os lances, indecisão do goleiro na saída do gol, e perder o chamado gol feito são falhas dos jogadores, na tomada de decisão e na execução das jogadas. 

Aliás, o discurso inflamado no vestiário feito pelos jogadores precisa ser colocado em prática durante os jogos. 

A equipe assumir a responsabilidade de se empenhar mais, evitar distrações, a fim de aumentar a concentração, para focar na reação americana no Brasileirão. 

Permanecer na primeira divisão será considerado um título.

Ainda assim, será preciso encontrar a dupla de zaga mais concentrada, eficiente e com mais imposição física em todo lance disputado, para ser utilizada no Brasileirão ou mudar a distribuição tática com a utilização de três zagueiros ou o volante ser praticamente um terceiro zagueiro, a fim de aumentar a consistência defensiva pelo alto e pelo chão. 

Mas para enfrentar o Bragantino pela Sul-Americana, poderá ser mais interessante utilizar um time com mais resistência física e velocidade para jogar os dois tempos em alta intensidade. 

Talvez o retorno do Matheus Cavichioli, Marcinho e Marlon nas laterais, Júlio e Éder ou Lucas Kal ou outro zagueiro, Javier Méndez, Breno e Varanda no meio-campo, Matheusinho, Renato e Everaldo no trio ofensivo. 

América:
Mateus Pasinato; 
Daniel Borges, Éder, Maidana, Nicolas; 
Alê (Breno), Martínez (Lucas Kal), Benítez (Juninho); 
Pedrinho, Mastriani (Varanda), Paulinho Boia (Matheusinho)
Técnico: Mancini.

Palmeiras:
Weverton; 
Mayke (Marcos Rocha), Gustavo Gómez, Murilo, Piquerez;
Zé Rafael (Richard Ríos), Gabriel Menino, Artur (Breno Lopes), Raphael Veiga (Luis Guilherme), Jhon Jhon; 
Rony (Flaco López). 
Técnico: Abel Ferreira.

Gol: Nícolas

segunda-feira, 24 de julho de 2023

Flamengo 1 x 1 América

Um dos objetivos da exibição dos lances de revisão do VAR, nas transmissões e nos telões dos estádios, faz parte da estratégia da CBF dar mais transparência às decisões da arbitragem. 

Mas as decisões do VAR, no pênalti deixado de ser marcado no Mastriani, no gol anulado do Varanda, analisado muito rapidamente e com pouca repetição, e até no empate do Flamengo, sem exibição de um lance duvidoso, foram bastante inconvicentes, inconclusivas e novamente desfavoráveis ao América. 

Em compensação, dentro de campo, apesar das importantes defesas do Pasinato, da falha de marcação no gol sofrido e da grande chance desperdiçada pelo Matheusinho de garantir a vitória, os comandados do Mancini demonstraram a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente, contra um adversário qualificado, o de maior orçamento do futebol brasileiro, e incentivado por mais de 65.000 torcedores presentes no Maracanã.

Embora na maioria das vezes a diferença entre o estrategista e o inventor seja o resultado, Mancini, foi o principal destaque do jogo, pela estratégia utilizada, pela escalação do time titular e pelas mudanças feitas durante a partida.

Os comandados do Mancini mantiveram a concentração, intensidade, resistência física e velocidade para defender e atacar nos dois tempos do jogo. 

Ainda assim é preciso aumentar a consistência defensiva, a fim de evitar as infiltrações dos adversários pelos lados da grande área, Matheus Pasinato melhorar a reposição de bola, com lançamentos mais longos e precisos no campo do adversário, mais as contratações de pelo menos um zagueiro, um volante e um meia-atacante centralizado para substituir Benítez, e de um centroavante. 

A contratação do meia-centralizado vai depender do aproveitamento do Matheusinho e Varanda, partindo pra cima avacoelhando geral, e a de um centroavante do aproveitamento do Mikael, mas sempre é bom ter mais opções para disputar a titularidade. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Breno, Júlio, Mateus Henrique, Renato, Rodriguinho, e Varanda, promissores pratas da casa. em fase de aprimoramento e oscilação, deverão fazer parte da resolução, mas sem a responsabilidade de ser a solução. 

Poderá ser mais interessante reutilizar os três zagueiros contra o Palmeiras com a escalação do Lucas Kal, mas com a preservação dos laterais, para formar uma linha de cinco defensores, sem a bola. 


Flamengo:
Matheus Cunha; 
Wesley, David Luiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas;
Allan, Gerson, Everton Ribeiro (Victor Hugo) e Arrascaeta; 
Bruno Henrique (Pedro) e Gabigol. 
Técnico: Jorge Sampaoli.

América:
Matheus Pasinato; 
Daniel Borges, Maidana, Éder e Nicolás;
Alê (Breno), Martínez e Benítez (Juninho); 
Paulinho Boia (Varanda), Mastriani (Matheusinho), Pedrinho (Felipe Azevedo)
Técnico: Mancini.

Gol: Felipe Azevedo