terça-feira, 10 de junho de 2014

Parabéns para o Coelhãozinho pela conquista do título da Super Copa Imef na categoria sub-14. Destaque para o goleiro Vinícius, o volante Leonardo e o técnico Fábio Brostel, considerados os melhores da competição. Segundo Lili, da Avacoelhada e da Hora do Coelho, Fábio deveria ter entrado no lugar do competente Lucas Batista, do sub-15, que foi contratado pelo Cruzeiro. Vinícius Otávio, Eduardo, Gustavo Dias, Marcus, Leonardo Carvalho, Jordan, Henrique, Gustavo, Clayvert, Rafael, Robson, Gustavo Henrique, Tomaz, Vilmar, Douglas, Victor, Matheus Rocha, Gustavo Lopes, Renan e Matheus dos Santos são os atletas campeões. Sub-10, 11 e 12 disputarão as finais no próximo fim de semana. Vale destacar o trabalho voluntário de Cristiano e outros americanos com o objetivo de atender às necessidades da base. Adesões: cristiano@jairoleos.com.br

domingo, 8 de junho de 2014

A sequência de um campeonato é composta de oportunidades e possibilidades. O América terminou a fase chamada pré-Copa entre os primeiros colocados da Série B. Até a sexta rodada, foi o time sensação da competição. Líder invicto com melhor defesa, ataque e público. Os torcedores ficaram empolgados e o Mineirão ficou pequeno para comportar a torcida americana. Nos quatro últimos jogos, o time americano caiu de produção. O Coelhão teve grandes possibilidades de disparar na liderança, aumentar a diferença para o quinto colocado, mas desperdiçou as oportunidades. Nunca se contentar até mesmo com o que vem dando certo é a essência da superação. A meta para a continuação do Brasileirão deve ser mais ambiciosa. Trabalhar a equipe a fim de brigar pelo título. Assim, as possibilidades de conquistar o acesso para a Série A serão ainda maiores.

sábado, 7 de junho de 2014

Apesar dos comentários de muitos americanos sobre a escalação de Rubens no lugar de Júnior Negão, a utilização dos jogadores promovidos da base precisa ser mais bem programada. Vale destacar que a responsabilidade maior sempre deve ser dos profissionais plenos e seniores. Os sub-23 são atletas em formação, que necessitam de aprimoramento na equipe principal. Na maioria das vezes, os juniores só entram no time devido à ausência dos considerados titulares, em alguns casos, contra adversários mais qualificados. Kaio jogou contra Cruzeiro e Atlético e não teve mais chances. Carlos Renato entrou no lugar de Gilson contra a Portuguesa. Errou menos e acertou mais que Vitor Hugo, Renato Santos, Guerreiro, Ricardinho e Júnior Negão. No mínimo, manteve o nível de Gilson, que nos últimos jogos poucas vezes participou das jogadas ofensivas.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

A melhoria sempre deve ser contínua. Em time que está vencendo também é preciso mexer, a fim de buscar a evolução. A competitividade entre os envolvidos necessita ser estimulada para evitar o comodismo. Durante o Campeonato Mineiro, Moacir Júnior falou, na “Hora do Coelho”, sobre a necessidade de contratar dois reforços para a Série B. Um meia-esquerda agudo e um atacante de velocidade. Grande parte da torcida americana incluiu na lista de reforços um zagueiro para ocupar o lugar de Lucena. As contratações ficaram dependentes das avaliações que seriam feitas até a quinta rodada do Brasileirão. Após os dez primeiros jogos e a queda brusca de rendimento nos quatro últimos, ainda existe a prioridade em qualificar a equipe. Vale lembrar que o Coelhão foi eliminado na Copa do Brasil sem ter vencido nenhum jogo dos dois disputados com o Bahia.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

O Coelhão desperdiçou outra grande oportunidade de conquistar mais três pontos, ao ser derrotado pela Portuguesa por 2 a 1. No primeiro tempo, o time americano cedeu espaços e foi dominado pelo adversário. Matheus e os erros de finalizações dos jogadores da Lusa evitaram a ampliação do resultado negativo. Caion levou ampla vantagem na disputa com Renato Santos, Vitor Hugo e Leandro Guerreiro. Apesar de a postura do América ter sido ofensiva na etapa complementar, mesmo assim, foi insuficiente para inverter o placar. Destaque para a mobilidade do Pablo, Andrei e Willians. Pelo lado negativo, além da falta de atitude vencedora nos primeiros 45 minutos, os laterais foram pouco ofensivos, e Júnior Negão, sem os cruzamentos da linha de fundo, manteve a improdutividade. Nesse esquema, deveria ter jogado sem o centroavante referência.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Lateral a fim de se destacar precisa ser ofensivo. Além de defender, fazer a ultrapassagem e cruzamentos certeiros da linha de fundo. Na maioria dos jogos, é o atleta que percorre as maiores distâncias, em média 12 km por partida. Por isso, é considerado o pulmão do time. Elsinho e Gilson receberam elogios de muitos americanos nas primeiras rodadas da Série B. Os dois laterais foram bastante participativos na transição entre defesa e ataque. Ainda assim, Elsinho deveria ter sido mais profundo, em vez de infiltrar tanto pela diagonal. Gilson participou das triangulações com Ricardinho, pelo lado esquerdo, e deu trabalho para as defesas adversárias. Talvez devido ao desgaste causado pela sequência de jogos, Elsinho e Gilson caíram de rendimento, diminuíram as subidas, aumentaram as falhas na marcação e o número de cruzamentos errados.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Na derrota para o Náutico por 3 a 1, houve erros parecidos com os cometidos contra o Atlético-GO. Elsinho e Gilson falharam na marcação, poucas vezes buscaram a linha de fundo e foram expulsos em lances que poderiam ter sido evitados. Apesar de o Gilson ter jogado recuado, Ricardinho ainda voltou para marcar e foi improdutivo no ataque. Nem Pablo nem Elsinho exploraram o lado esquerdo da defesa adversária. Mancini continuou isolado na organização das jogadas. Júnior Negão deixou a desejar nas finalizações. Para piorar o que estava ruim, até Matheus, um dos destaques da Série B, falhou. Ainda assim praticou defesas salvadoras. Em relação às mudanças feitas pelo Moacir Júnior, Pablo deveria ter permanecido, e Willians, começado a partida. Contra a Portuguesa, às 19h30, no Canindé, o time americano precisa recuperar a postura ofensiva.

domingo, 1 de junho de 2014

Time com campanha convincente, valores reduzidos dos ingressos e horários convenientes são alguns fatores que aumentam a presença do público nos estádios. O América precisa encontrar o ponto de equilíbrio no valor do bilhete para atrair mais torcedores e também sócios do Onda Verde. O Independência permite a setorização com preços diferenciados. A venda antecipada necessita ter postos mais bem localizados. Muitos torcedores reclamam da inexistência de locais no centro, na Savassi e em Contagem. O preço antecipado na Pitangui deveria ser R$ 20, e na data do jogo, R$ 30. Na Ismênia Tunis, valores populares a R$ 10 antes e R$ 20 no dia. Há ainda a parte superior e atrás do gol, locais que também podem ser usados com preços menores. Nos jogos do sub-20 no Lanna Drumond, a reclamação é sobre o não uso do campo com as cadeiras disponíveis.