quinta-feira, 19 de junho de 2014
Semelhanças entre as atuações do América e o jogo do Brasil contra o México. Ochoa lembrou as salvadoras defesas de Matheus. Daniel Alves e Marcelo avançaram, mas poucas vezes procuraram a linha de fundo e fizeram cruzamentos precisos. Com três volantes, faltou criatividade na organização das jogadas. A troca de um volante por um atacante não aumentou a qualidade na transição entre defesa e ataque. Nos esquemas atuais, parece que a escalação de dois meias de ligação está proibida. Oscar ficou isolado na articulação, igualmente Mancini e Tchô foram escalados nas partidas do Coelhão. Paulinho foi improdutivo nas infiltrações. Fred repetiu as atuações de Obina. O desempenho do centroavante depende dos lançamentos dos laterais e das assistências dos meias. Os veteranos do Coelhão, com a presença de Gutemberg e Taú, venceram o Valério por 3 a 0.
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Parcerias com clubes que vão disputar a segunda divisão do Mineiro poderão potencializar o desenvolvimento dos jogadores do sub-20. Atletas em formação precisam de desafios fora da zona de conforto para acelerar o processo de aprimoramento. A melhoria deve ser contínua até mesmo no profissional. O promovido também necessita de treinamentos diferenciados e intensivos durante a transição para a equipe principal. Hugo, Glauco, Marcelinho, Williams, Messias, Paulinho, Renato, Renatinho, Patrick, Xavier e Bruno Sávio são alguns dos atuais juniores que estão na fase de participar de competições profissionais. Assim, estarão mais bem preparados quando subirem. Da mesma forma, Bruno e João Vitor, que subiram, mas não tiveram chances entre os titulares. A torcida americana ficou triste sem a presença do sorriso marcante de Paloma.
terça-feira, 17 de junho de 2014
O Coelhãozinho conquistou os títulos do sub-10 e sub-14 e foi vice-campeão no sub-11 e sub-12 na Super Copa Imef. Dhominny, Wander, Rafael, Gabriel, Matheus, Vinícius, Rafael Drumond, Nícolas, Mateus Henrique, David, Heitor, Ygor, Márcio, Ítalo, Matheus Fernando, Igor Lourenço, João Victor, Victor Magalhães, Guilherme Cruz Oliveira e Kaique Bryan são os atletas em formação campeões pelo sub-10. Dhominny, David e o treinador Luciano Shuai foram os destaques da competição. Roberto Afonseca é o técnico do sub-12, e Fábio Brostel, o do sub-14. Embora o América seja um clube essencialmente formador e revelador, nos três últimos anos poucos jogadores tiveram oportunidades reais e programadas no time profissional. Os pratas da casa perderam espaços para um excessivo número de contratados, com salários maiores e baixa qualidade.
domingo, 15 de junho de 2014
A vitória mais convincente do América foi sobre o Joinville, por 3 a 1. Com a suspensão de Andrei, Moacir Júnior escalou dois volantes. Taticamente, o esquema ficou mais bem distribuído com a utilização do 4-2-3-1. Guerreiro jogou uma das melhores partidas com a camisa do Coelhão. Pablo teve grande eficiência na marcação. Mancini se destacou pelo gol marcado e pela participação nos gols de Obina e Vitor Hugo. Ainda assim, o time americano repetiu falhas anteriores. Novamente teve menos posse de bola que o adversário e errou muitos passes. Elsinho e Gilson avançaram poucas vezes e, consequentemente, acertaram poucos cruzamentos. Willians e Henrique também deveriam ter sido mais agressivos, e Obina, a referência dentro da área. Nas partidas posteriores, os defeitos ficaram mais evidenciados. Os erros aumentaram e os acertos diminuíram.
sábado, 14 de junho de 2014
Imagine o América na Copa por meio de comparações com o jogo entre Brasil e Croácia. Enquanto a seleção utilizou dois volantes, um meia e três atacantes, o Coelhão usou na maioria dos jogos três volantes (Guerreiro, Andrei e Pablo), um meia (Tchô ou Mancini) e dois atacantes (Ricardinho e Obina). Daniel Alves e Marcelo foram os mais exigidos na dupla função de defender e atacar. Luiz Gustavo se sobressaiu ao executar a função básica de um volante marcador. Paulinho teve pouca participação na saída de bola. Oscar e Neymar fizeram a diferença. Hulk deixou a desejar e Fred teve poucas chances de finalizar. Guerreiro precisa proteger mais os zagueiros. Elsinho, Gilson e Andrei aumentarem a velocidade de transição e reposição. Mancini e Tchô chamarem a responsabilidade. Ricardinho errar menos passes e Obina receber mais assistências.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
A fim de qualificar a equipe para a continuação da Série B, pelos menos dois reforços são prioritários. Um meia com capacidade de articular as jogadas ofensivas e um atacante de velocidade que também seja artilheiro. Apesar do Tchô e Mancini não terem formado a dupla de meias, ambos se sobressaíram mais pelos gols feitos do que pela criatividade. Embora Willians e Henrique sejam voluntariosos, faltou definir a função básica deles. São meias defensivos com objetivo de marcar os adversários ou ofensivos com a missão de partirem para cima dos oponentes e aumentar a força agressiva? Ricardinho é bastante agudo, mas erra muitos passes e finalizações. Obina só marcou três gols e saiu muito da grande área. Para jogar sem o centroavante referência talvez seja melhor Tchô ou Mancini de falso 9. Diney e Júnior Negão ainda não se destacaram.
quinta-feira, 12 de junho de 2014
Fred estava fora da lista dos escolhidos para disputar a Copa São Paulo 2003. Os dirigentes da época, que não acreditavam no potencial do jogador, foram questionados por mim, Lili, Sandro e torcedores, que confiavam na essência americana de revelar talentos. Coincidência ou não, depois das cobranças e da contusão de um dos relacionados, o jovem artilheiro foi incluído na equipe sub-20. O Coelhãozinho perdeu para o Vila Nova-GO, mas Fred entrou para a história ao marcar o gol do meio-campo. Neste confronto, Luciano, que anos depois também jogou pelo América, foi o destaque do adversário. Apesar do sucesso na Copinha, a diretoria continuou desacreditando no aproveitamento do prata da casa. A intenção era negociá-lo em definitivo com o Feyenoord. Fred só jogou no profissional do Coelhão porque recusou a transferência para Holanda.
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Darley, contratado durante o Mineiro, ainda não foi utilizado por Moacir Júnior. Na Série B, nem no banco ficou. Embora Hugo e Glauco sejam promissores atletas em formação, Igor Ryan, de 21 anos, formado na base do Cruzeiro, foi o reserva de Matheus no início do Brasileirão. Goleiro é uma posição diferenciada não apenas pelo uniforme. O tempo para atingir o auge é bem maior do que o de um jogador de linha. Além disso, só treinar não basta. Ritmo de jogo é fundamental. O amadurecimento virá com a idade e grande sequência de jogos. Por mais potencial que tenha Igor Ryan, dificilmente será aproveitado antes do término do campeonato. João Ricardo também vai ser opção. São muitos goleiros para pouca utilização. A fim de compor o grupo, Hugo e Glauco deveriam ter continuado o essencial trabalho de transição entre o sub-20 e o profissional.
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