sexta-feira, 15 de agosto de 2014
4-2-3-1 no América-MG
Segundo Tostão, o atual sistema tático, muito usado em todo o mundo, com um meia de cada lado e outro recuado, pelo centro, deixa o centroavante isolado. Se o artilheiro não se movimentar, não pega na bola, como ocorreu com Fred na Copa. No caso do América, essa falha no esquema acontece desde o ano passado, quando Bady não jogou ao lado de Rodriguinho nos jogos iniciais da Série B, e Fábio Júnior recebeu poucas assistências. Em relação ao elenco atual, é fácil constatar que Obina e Júnior Negão são jogadores de pouca mobilidade. Mancini e Tchô se destacam mais pela ofensividade do que pela criatividade. Willians, Ricardinho, Diney e Henrique não são meias-atacantes que entram na área e marcam gols. A comissão técnica deve procurar o melhor esquema de acordo com as características da equipe, em vez de tentar impor o 4-2-3-1.
quinta-feira, 14 de agosto de 2014
Avaí 2 x 0 América-MG
Falhas táticas e técnicas prevaleceram na derrota para o Avaí. Novamente faltaram qualidade e velocidade na troca de passes, eficiência na construção das jogadas e precisão nas finalizações. Willians perdeu o chamado gol feito. Mancini só fez uma assistência para Obina concluir. Apesar dos três volantes, a marcação também foi ineficiente. Além do buraco na intermediária, Thiago Santos errou o posicionamento e o tempo de bola nos gols sofridos. Fernando Leal falhou no primeiro, e Vitor Hugo, no segundo. Nos primeiros 15 minutos da segunda etapa, o Coelhão teve postura agressiva e jogou no campo do adversário. Depois da saída de Pablo e Andrei e a permanência de Thiago Santos, a distribuição tática ficou bastante confusa e o rendimento despencou. De acordo com Paulinho Criciúma, com as mudanças feitas, o América virou um aglomerado.
quarta-feira, 13 de agosto de 2014
Falhas nas transições da base e profissional do América-MG
Embora o América seja essencialmente formador de jogadores, existem falhas nas transições entre as próprias categorias e no desenvolvimento dos juniores no profissional. A base americana é literalmente dividida em Topázio (sub-10 a 14); Santa Luzia (sub-15 a 17) e Lanna Drumond (sub-20). Apesar de serem departamentos do mesmo clube, parecem empresas diferentes, incluindo a equipe principal. Atletas aprovados em uma categoria são pouco aproveitados nas seguintes. É preciso fazer um levantamento sobre a verdadeira origem dos jogadores em formação, verificar em quais categorias começaram os que chegaram ao profissional e quantos jogaram desde o Topázio, quantos entraram no infantil, no juvenil ou no júnior. Zé Marcos, artilheiro do juvenil de 2013, com 12 gols marcados, neste ano subiu para o sub-20 e saiu sem ser aproveitado.
terça-feira, 12 de agosto de 2014
Avaí x América-MG
O América precisa priorizar o toque de bola contra o Avaí. Evitar a ligação direta entre defesa e ataque a fim de qualificar a transição, por meio da troca de passes rápidos e precisos, com o objetivo de envolver o adversário e facilitar a construção das jogadas ofensivas. A dúvida sobre a utilização de Mancini e/ou Tchô continua. Embora na condição de visitante, eu optaria pela escalação dos dois meias, mas no 4-4-2, com Willians e Obina no ataque. Independentemente do jogador escalado, o posicionamento do meio de campo deve ser corrigido. Até contra o ABC, quando os dois armadores jogaram, ainda assim Tchô ficou isolado pelo centro, e Mancini, aberto pelos lados. Outra formação é a escalação de três volantes. Magrão e Júnior Lemos são as melhores opções. Renato Santos vai reforçar a zaga. Blitz do Coelhão no Asas Moto Bar, rua Jacuí, nº 3.340.
domingo, 10 de agosto de 2014
A comissão técnica do América se preocupa tanto com a forma do adversário jogar que se esqueceu de criar o próprio padrão de jogo. Insiste na tentativa de usar o 4-2-3-1, sem considerar o perfil da equipe. Prioriza os treinos de bola parada em vez de qualificar a troca de passes. Os defeitos foram repetidos e ampliados na derrota para o Icasa: Tchô ficou isolado no centro; Pablo, Gilson e Willians mais preocupados em defender do que atacar; André, Vitor Hugo e Guerreiro rifaram os lançamentos; Andrei nem marcou nem avançou; Obina só teve uma oportunidade para finalizar; Ricardinho, com muitos erros de passes e finalizações, continuou improdutivo. Se fosse prata da casa não teria as mesmas chances. Aliás, Núbio Flávio, outro campeão brasileiro sub-20 mal aproveitado no profissional, em poucos minutos produziu mais que Ricardinho.
sábado, 9 de agosto de 2014
Aproveitamento do sub-20 no América-MG
No último ano do sub-20, os atletas juniores em processo de desenvolvimento deveriam ter tratamento diferenciado. A etapa de transição para o profissional precisa ser antecipada. Para quem completar 19 anos e não puder disputar a Copa São Paulo no ano seguinte, as metas e os desafios são outros. Os jogadores já foram revelados nesta idade. Ficar mais um ano na base só vai atrasar o aprimoramento. O momento é de começar a compor a lista dos 12 relacionados nos jogos do Mineiro. Entrar nas partidas de acordo com as circunstâncias favoráveis. O estágio de refinamento tático, técnico, físico e comportamental deve continuar na equipe principal, durante o Brasileirão. Desse modo, os pratas da casa estarão mais bem-preparados quando completarem 20 anos. Ainda assim, a evolução vai depender da continuação dos treinamentos intensivos.
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Icasa x América-MG
Vamos pra cima deles, Coelhô! Ricardinho deve substituir Mancini no jogo contra o Icasa. Oportunidade para o atacante repetir as triangulações ofensivas com Gilson, pelo lado esquerdo. Apesar da velocidade, Ricardinho precisa qualificar os passes e as finalizações. Willians jogaria aberto na extrema direita. Ele e Pablo dividiriam a dupla função de atacar e defender. Com Pablo na marcação, Willians poderá evitar o desgaste provocado devido ao recuo excessivo para marcar o adversário. Tchô vai ser o único articulador centralizado. Como existem variações em todos os esquemas, Gilson, Andrei e Willians deveriam se aproximar de Tchô, a fim de facilitar a troca de passes, aumentar a rapidez na transição e a capacidade criativa. Magrão é opção de terceiro volante, e Diney, para o ataque. Blitz no Rancho Mineiro, Coração Eucarístico.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
Tchô vai ser o único meia de ligação disponível para enfrentar o Icasa, devido à suspensão de Mancini. Independentemente de utilizar só um articulador pelo centro, no esquema de Moacir Júnior, e da possibilidade de poder contar com os dois jogadores em outras partidas, ainda assim existe a necessidade de se contratar um armador. Reforçar a equipe com o típico meia de criação capaz de ser titular e chamar a responsabilidade de comandar o ritmo do jogo. Tchô e Mancini se destacaram mais pelos gols marcados do que pela organização das jogadas. Tiveram bons momentos, mas não mantiveram sequência de alto desempenho. Sem esse reforço, as soluções para aumentar a capacidade criativa são as subidas dos laterais, a aproximação do volante e a centralização do meia-atacante que joga aberto pelos lados, ou a escalação dos dois articuladores.
Assinar:
Postagens (Atom)