quinta-feira, 4 de março de 2021

Athletic 0 x 1 América-MG

Os comandados do Lisca superaram as mudanças feitas em relação ao time mesclado da primeira rodada, a falta de ritmo físico, técnico e tático, e o estado do gramado, para vencer o confronto, conquistar mais três pontos e a segunda vitória consecutiva na competição. 

Matheus Cavichioli, Thalys, Messias, Anderson, Alê, Ademir e Rodolfo foram as novidades entre os titulares. 

O time americano iniciou com cinco pratas da casa e terminou com seis. 

Quanto mais vezes os promissores atletas em processo de aprimoramento contínuo e oscilação jogarem, mais rapidamente prontos vão ficar. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Apesar da dificuldade na execução da transição e organização ofensiva,  devido a condição precária do gramado e até falta de grama, ainda assim, a organização na defesa, na recomposição, e na bola parada defensiva e ofensiva prevaleceram sobre o adversário. 

Thalys, sem fazer ultrapassagens, Gustavinho e Ademir jogaram pelo corredor direito.

Lucas Luan, mais participativo e produtivo na tarefa ofensiva, Alê e Leo Passos, pelo esquerdo.

O distanciamento do Alê e Gustavinho, posicionados em lados opostos no primeiro tempo, também dificultou a organização das jogadas ofensivas. 

Ademir, impedido pelo gramado de partir pra cima da defesa adversária avacoelhando geral, e Leo Passos foram improdutivos. 

Talvez Leo Passos aumente a produtividade se jogar mais centralizado e com a presença de um centroavante. 

Rodolfo ficou bastante isolado pelo centro e longe da área na primeira etapa. Quando entrou na área, teve poder de finalização e decisão. 

Aliás, na Série B de 2020, os sete gols marcados pelo Rodolfo foram dentro da área. 

Possivelmente se Rodolfo for transformado mais em centroavante definidor, com presença de área, aumente o número de gols marcados. 

Lucas Gabriel tem potencial para ser um meio-campista que joga com bastante intensidade de uma intermediária a outra.

Carlos Alberto deveria voltar a jogar também pelo lado direito, a fim de driblar na vertical, buscar a linha de fundo para aumentar a amplitude e fazer cruzamentos bem treinados.

Destaque para Lucas Luan e Thalys, ambos com potencial de meio-campistas na posição de laterais, e Rodolfo pelo poder de decisão. 

Athletic
Lee;
Fumaça, Danilo, Sidimar e Nathan;
Christian, Gabriel Galhardo e Ingro (Rafael Mineiro);
William Mococa (Alasson), William Júnior (João Vitor);
Loco Abreu (Igor Bádio).
Técnico: Cícero Júnior
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Thalys, Messias, Anderson, Lucas Luan (Eduardo Bauermann); 
Flávio (Zé Ricardo);
Gustavinho (Lucas Gabriel), Alê (Sabino); 
Ademir, Rodolfo, Léo Passos (Carlos Alberto)
Técnico: Lisca

Gol Rodolfo

segunda-feira, 1 de março de 2021

América-MG 1 x 0 Boa Esporte

Apesar da falta de ritmo físico, de jogo e técnico, o time mesclado do América jogou o suficiente para vencer o adversário. 

Possivelmente a produtividade seria maior se a mescla entre os pratas da casa e os titulares tivesse sido mais bem distribuída nos dois tempos do jogo. 

Mas a desistência de utilizar um time formado pelos pratas da casa entre os 23 pré-selecionados para disputar as três primeiras rodadas do Campeonato Mineiro representa a necessidade de otimizar o processo de formação, gerenciamento do aprimoramento e transição da base para o profissional, a fim de transformar o DNA formador em aproveitador entre os titulares na equipe principal. 

Na conquista do título da Série B em 2017, Messias, Matheusinho e Zé Ricardo, jogadores treinados pelo Milagres no Sub-20, foram os últimos pratas da casa titulares na maioria dos jogos disputados. 

Quanto mais bem preparado for nas categorias de base, mais rapidamente pronto vai ficar. 

Jogar na base, especialmente aprimorando o posicionamento tático funcional e principalmente a eficiência nos fundamentos do passe e da finalização, é mais importante do que subir mais para treinar do que ser utilizado nos jogos. 

Quando Vitão, treinado nas categorias de base para ser centroavante definidor dentro da área, subiu para jogar a Série B no segundo semestre de 2019 e nos jogos contra Atlético e URT pelo Mineiro de 2020, foi mais elogiado por parte da torcida, participativo e produtivo nas assistências e decisivo nos gols marcados. 

Mas sem jogar pelo sub-20 e pouco utilizado no profissional, o rendimento do Vitão caiu nos minutos em que entrou durante a Série B de 2020. 

Vitão e outros jogadores que subiram antecipadamente, mas pararam de jogar ou jogaram pouco, estariam mais bem preparados se tivessem disputado a Copa São Paulo e Brasileiro Sub-20 em 2020, e especialmente o Sub-23 em 2019 e 2020. 

É bom destacar que a promoção de muitos jogadores em 2019 provocou queda de rendimento no Sub-20 comandado pelo Paulo Ricardo no Brasileirão e no Mineiro. 

Com o time completo, o Coelhãozinho teria total capacidade para classificar entre os oito melhores clubes do Brasileirão, ter disputado e conquistado o título do Mineiro em cima do rival Atlético e garantido a vaga para a Copa do Brasil Sub-20 em 2020 e 2021. 

Entre os pratas da casa relacionados e que jogaram contra o Boa na estreia do Mineiro, o promissor Einstein, por algum motivo não divulgado, deixou de participar da pré-temporada este ano. 

Faltou Gustavão ser relacionado e Matheus Santos parece ter mais potencial de zagueiro do que volante.

João Gabriel, um dos mais prontos do sub-20, não teve oportunidade. 

O sub-17 Heitor é um promissor quarto-zagueiro com qualidade no desarme, na marcação e na saída de bola. 

Lucas Gabriel é um meio-campista bastante competitivo que joga de uma intermediária a outra.

Kawê mostrou mais potencial pelo lado esquerdo. 

Lucas Luan tem qualidade para jogar do meio para frente. 

Flávio demonstrou que deveria e deverá ser utilizado mais vezes, inclusive jogar junto com Zé Ricardo. 

Zé Ricardo tem capacidade para jogar mais avançado ou revezar o posicionamento com Flávio ou jogarem na mesma linha, com um meia centralizado mais adiantado. 

Carlos Alberto deveria voltar a jogar mais pelo lado direito, porque dribla com facilidade pela vertical para aumentar a profundidade, buscar a linha de fundo e fazer cruzamentos treinados para os finalizadores bem posicionados definirem a jogada. Dentro da fase de melhoria contínua, deve aprimorar as finalizações, especialmente com o pé esquerdo para infiltrar pela diagonal e marcar o gol. 

Gustavinho carece ter ambição de artilheiro e ser mais finalizador, mas é bastante promissor na assistência,  no drible, na distribuição das jogadas e no passe. 

Entre os contratados, Airton fez duas defesas importantes. 

Leo Gomes, improvisado na lateral, rendeu menos do que necessita render na função de primeiro volante.

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Anderson de terceiro zagueiro, com a utilização de dois alas. 

Lucas Luan poderia ter rendido mais na tarefa ofensiva de ala. 

Ricardo Silva pelo lado direito da zaga tem mais facilidade na saída de bola sem precisar fazer muitos lançamentos com o pé esquerdo.

Eduardo Bauermann manteve a segurança defensiva na maioria dos lances disputados.

João Paulo falhou na marcação do adversário no lance da bola finalizada na trave, mas fez assistência para o gol do Alê. 

Toscano jogou os dois tempos, combateu, desarmou, fez assistências e merecia ter sido premiado com um gol ao finalizar de primeira uma assistência do Rodolfo.

O voluntarioso Leo Passos precisa acertar mais cruzamentos,  passes e as conclusões das jogadas, mas foi o principal finalizador do time com pelo menos quatro finalizações, entre elas duas perigosas. Em vez  de meia-atacante de lado ou centroavante, talvez seja mais produtivo no corredor direito.  

Destaque para Alê pelo poder de decisão. 

Aliás, em 2020, faltou Alê ter sido mais finalizador e decisivo, mas foi um dos jogadores mais qualificados da equipe nos desarmes, no passe curto, longo e nas assistências.

América:
Airton; 
Leo Gomes, Ricardo Silva, Eduardo Bauermann e Lucas Luan (João Paulo); 
Flávio, Toscano e Gustavinho (Ademir); 
Léo Passos (Zé Ricardo), Vitão (Alê), Carlos Alberto (Rodolfo)
Técnico: Lisca

Boa Esporte:
Halls; 
Yuri Ferraz, Admilton, Alex Alves, Matheus Muller (Carlos Henrique); 
Escuro (Rodrigo Ancheta), Leo Coca, Dieguinho e Rafael Chaves (Nicholas); 
Jefferson e Fabinho (Diego Ceará)
Técnico: Ariel Mamede

Gol Alê




segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

América-MG 2 x 1 Avaí-SC

Apesar de os acertos durante a competição terem sido bastante superiores aos próprios erros, ainda assim, foram insuficientes para o América conquistar o tricampeonato da Série B, porque as falhas da arbitragem interferiram diretamente em todos os critérios de classificação. 

Os repetidos erros dos árbitros provocaram uma subtração no número de pontos, vitórias, gols marcados e anulados incorretamente, e aumento dos gols sofridos com os feitos pelos adversários em impedimento. 

Pênaltis legítimos deixados de ser apitados e os ilegítimos marcados e convertidos também prejudicaram a pontuação americana. 

Mesmo assim, no fim das contas, a definição entre o primeiro e segundo colocado aconteceu só aconteceu no último minuto de jogo da Chapecoense, quando dois erros seguidos dos jogadores do Confiança resultaram na marcação do pênalti convertido pelo Anselmo Ramon. 

Independentemente do prejuízo gerado por erros externos, no processo interno de melhoria contínua da  da equipe americana, na disputa da Série B e Copa do Brasil, faltaram opções ofensivas mais qualificadas fisicamente e tecnicamente, para jogar dois tempos em alta intensidade na posição de meia-centralizado, de meia-atacante de lado e centroavante. 

Na antiga numeração, faltou um camisa 10, um camisa 7 ou 11 e especialmente um camisa 9 goleador. 

O qualificado tripé de meio-de-campo formado pelo Zé Ricardo, Juninho e Alê praticamente foi composto por três volantes com baixo poder de finalização. 

Guilherme deveria ter sido opção de meia-centralizado, do ponta de lança camisa 10, mas sem ritmo físico e técnico de jogo foi pouco aproveitado. 

Depois na negociação do Matheusinho,  era preciso contratar um meia-atacante de lado mais qualificado fisicamente e tecnicamente no ataque que Berola, Calyson, Felipe Augusto, Felipe Azevedo e Leo Passos. 

Em primeiro lugar no número de grandes chances criadas e perdidas, faltou um centroavante artilheiro decisivo para ser muito mais utilizado, decisivo e produtivo que Lohan. 

Ainda assim o grande diferencial competitivo da equipe americana foi o modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores. 

A força do futebol coletivo, competitivo e bem organizado prevaleceu sobre os adversários na maioria dos jogos, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges (Toscano), Messias, Anderson e João Paulo (Berola); 
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Geovane); 
Ademir, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Sávio)
Técnico: Lisca

Avaí:
Gledson; 
Iury (Felipe Santos), Alemão, Betão e João Lucas; 
Ralf (Luan Silva), Pedro Castro e Vinícius Leite (Jonathan); 
Renatinho, Rômulo e Getúlio (Jô)
Técnico: Claudinei Oliveira

Gols: Rodolfo, Ademir



quinta-feira, 28 de janeiro de 2021

Pré-jogo América-MG x Avaí-SC

A combinação ideal será o América jogar bem, vencer, convencer, contar com a presença do acaso num empate ou derrota da Chapecoense e conquistar o tricampeonato da Série B. 

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, a consistência defensiva, inclusive na bola parada, e a recomposição estão bem organizadas e eficientes. 

Mas a transição precisa ser mais rápida, a organização ofensiva mais bem elaborada e o aproveitamento na bola parada ser mais eficiente, a fim de aumentar as possibilidades de finalizações dentro da área e o número de gols marcados. 

Possivelmente o time titular mais vezes utilizado será repetido.

Messias e Anderson formarão a dupla de zaga. 

Daniel Borges, Juninho e Ademir serão os responsáveis pelas triangulações pelo corredor direito. 

João Paulo ou Sávio, Alê e Felipe Azevedo, no esquerdo. 

Embora João Paulo seja mais experiente, Sávio tem mais intensidade na tarefa ofensiva. Futuramente, poderá ser aproveitado mais avançado. 

Zé Ricardo será o suporte para as ultrapassagens do Alê e Juninho. 

Alê, Juninho e Zé Ricardo precisam ser mais finalizadores.

Ademir, em vez de recuar tanto, deve partir pra cima avacoelhando geral, infiltrar mais vezes na área e finalizar. 

Rodolfo deveria jogar mais dentro da área para aumentar o poder de finalização e decisão.

Felipe Azevedo carece ser mais finalizador e eficiente nas finalizações. 

Berola, Felipe Augusto, Geovane, Toscano e Vitão deverão ser opções de substituição. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo

América x Avaí
sexta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 



segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Confiança 0 x 0 América-MG

A baixa eficiência nas finalizações, principalmente nas de fora da área e na bola parada ofensiva, foi um defeito crônico do time americano, até na fase em que quase tudo deu certo, inclusive com a presença do acaso favorável no Brasileirão e na Copa do Brasil. 

Na Série B, os comandados do Lisca foram os que mais criaram e desperdiçaram grandes chances de gol. 

De acordo com o SofaScore, marcaram 34 gols em 282 finalizações dentro da área e 6 gos em 245 finalizações fora da área. 

Embora a campanha de classificação na Série B seja considerada vitoriosa, ainda assim, faltou um centroavante artilheiro decisivo com mais presença de área. 

Leo Passos, quando utilizado na posição de centroavante, foi mais produtivo nos desarmes e duelos pelo alto e pelo chão do que pelos gols marcados com bola rolando. 

Lohan foi pouco aproveitado.

Vitão, sem ter jogado a Copa São Paulo, o Brasileirão Sub-20 no ano passado e ser pouco aproveitado no time principal,  perdeu o ritmo físico e técnico de jogo. 

É preferível jogar mais vezes pelo sub-20 a subir pro principal praticamente para só treinar ou só ser aproveitado se faltar substituto para a posição. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Nas 19 vitórias conquistadas, 16 foram por um gol de diferença e só três por 2 ou mais gols de saldo no resultado vitorioso:

- América 2 a 0 Náutico

- América 3 x 1 Brasil-RS

- América 4 x 0 Vitória

Apesar do pênalti não marcado em cima do Rodolfo, faltou poder de finalização pro time americano contra o Confiança. 

Só uma finalização no gol e quatro para fora. 

Daniel Borges, Zé Ricardo, Juninho, Alê e Sávio, participativos na transição e organização ofensiva, são pouco finalizadores. 

O trio ofensivo formado por Ademir, e especialmente Felipe Azevedo e Rodolfo, os principais artilheiros e finalizadores da equipe, diminuíram a capacidade de finalizar e consequentemente decidir jogos. 

Talvez tivesse sido mais interessante iniciar o jogo com Berola ou Geovane ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com Felipe Azevedo de opção para entrar no lugar do Rodolfo. 

Destaque para os principais pontuadores do SofaScore: Jory, Messias, Eduardo Bauermann, Sávio, Zé Ricardo, Alê e Ademir. 

Confiança:
Rafael Santos; 
Thiago Ennes, Nirley, Luan e Djalma Silva; 
Serginho, Madison (Jeferson Lima) e Guilherme Castilho (Everton Santos); 
Bruno Paraíba (Renan Gorne), Reis e Iago Santos (Caíque Sá). 
Técnico: Daniel Paulista. 
 
América:
Jori; 
Daniel Borges (Geovane), Messias, Eduardo Bauermann e Sávio; 
Zé Ricardo (Berola), Juninho e Alê (Toscano); 
Ademir, Rodolfo (Lohan), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca.


sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Pré-jogo Confiança-SE x América-MG

A fim de recuperar a liderança da competição e ficar mais próximo de conquistar o inédito tricampeonato da Série B, o time americano vai precisar vencer e novamente depender de um empate ou derrota da Chapecoense. 

No modelo de jogo bem organizado pelo Lisca na fase defensiva, na recomposição, na transição e no ataque, faltou mais eficiência ofensiva dos jogadores nas finalizações. 

A ineficiência nas conclusões e os erros dos árbitros prejudicaram até a conquista antecipada do acesso para a primeira divisão e eliminação para o Palmeiras na semifinal da Copa do Brasil. 

Num campeonato de regularidade, repetição com repetição e resistência, foram muitas vitórias consideradas goleadas por um gol de diferença. 

Embora seja o nono colocado em gols marcados, o time americano é o que mais criou e desperdiçou grandes chances. 

São 41 gols marcados, 64 grandes chances criadas e 41 grandes chances perdidas. 

Ademir, com 7 gols, Rodolfo, 6,  e Felipe Azevedo, 4, são os principais artilheiros. 

O qualificado tripé de meio-de-campo formado pelo Zé Ricardo, Juninho e Alê foi pouco finalizador 

Faltou mais poder de definição para o trio ofensivo e de finalização para o trio de meio-campistas.

Aliás, depois de ter desperdiçado uma chance de gol na semifinal contra o Palmeiras, Juninho, mesmo jogando bem os jogos posteriores pela Série B, passou a ter o desempenho injustamente mais criticado pela falha de finalização no jogo da Copa do Brasil. 

Possivelmente Daniel Borges, Juninho e Ademir serão os responsáveis pela transição ofensiva no lado direito, e João Paulo, Alê e Felipe Azevedo pelo esquerdo.

Zé Ricardo será o suporte para Juninho e Alê serem mais ofensivos.

Rodolfo deveria pisar mais na área para aumentar o poder de decisão. 

Daniel Borges e João Paulo ou Sávio carecem acertar mais os cruzamentos e até finalizarem mais. 

Alê, Juninho e Zé Ricardo precisam ser mais finalizadores. 

Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo, mais eficientes nas finalizações. 

Possivelmente Berola, Geovane, Sávio e Toscano serão as primeiras opções de substituição. 

Leo Passos precisa ser mais assistente, finalizador e decisivo do que marcador. 

Geovane, mais finalizador. 

Pendurados: Diego Ferreira, Juninho, Matheus Cavichioli, Messias, Felipe Augusto, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:
Airton;
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, João Paulo ou Sávio;
Zé Ricardo;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo e Felipe Azevedo

Confiança x América
sábado, 16h15, Estádio Batistão
Vamos vencer, Coelhão




quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

Brasil-RS 0 x 0 América-MG

Na busca do título inédito do tricampeonato da Série B, o dilema sobre o empate ser um ponto a mais ou dois a menos, novamente, vai depender do resultado entre Chapecoense e Ponte Preta.

Com derrota ou empate da Chapecoense, mais uma vez, o América vai manter a liderança da competição, aproximar da conquista do título e na dependência dos próprios resultados nas duas últimas rodadas. 

No futebol, existe a fase em que quase tudo funciona, até a presença do acaso favorável, mas também existe a fase que quase nada funciona, mesmo repetindo o que vem dando certo. 

Apesar de ter produzido bem menos do que pode produzir, o time americano desperdiçou quatro oportunidades de gol com Alê, Felipe Azevedo, Lohan e Messias. 

A transição ofensiva ficou comprometida com a improvisação do Joseph na lateral direita.

João Paulo foi participativo na tarefa ofensiva, mas pouco eficiente nos cruzamentos. 

Zé Ricardo errou lançamentos que não costuma errar.

Vitão, sem ritmo de jogo porque ficou sem jogar pelo sub-20 e foi pouco utilizado no principal no ano passado, só finalizou uma vez para fora. 

O DNA formador precisa ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Entre subir para completar treino sem jogar no principal, é preferível continuar a ser aprimorado na base.

Felipe Azevedo retornou sem poder de finalização. 

Berola, Calyson e Lohan pouco acrescentaram.

Talvez tivesse sido mais interessante ter começado o jogo com Juninho improvisado na lateral direita,  em vez do Joseph, Geovane ser escalado no meio-de-campo e Toscano um pouco mais avançado.

Destaque para as participações do Ademir, Alê, Juninho e Toscano. 

Brasil-RS:  
Rafael Martins (Marcelo); Rodrigo Ferreira (Felipe Albuquerque), Heverton, Diego Ivo e Bruno Santos; Sousa e Rafael Vinícius (Bruno Matias); 
Bruno José, Matheus Oliveira (Pablo) e Matheuzinho (Matheus Mendes); 
Dellatorre. 
Técnico: Claudio Tencati. 
 
América: 
Airton; 
Joseph (Toscano), Messias, Anderson e João Paulo;
Zé Ricardo;
Juninho e Alê (Lohan); 
Ademir, Vitão (Berola), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca. 




segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Pré-jogo Brasil-RS x América-MG

Disputar a semifinal da Copa do Brasil contra o Palmeiras, depois de ter eliminado Corinthians e Internacional, foi considerado uma campanha vitoriosa.

Ainda assim, pelo futebol bem organizado apresentado pelos comandados do Lisca ficou a sensação da possibilidade da classificação para a final da competição. 

Embora todo acesso conquistado para a Série A seja valorizado, os times campeões de 1997 e 2017 foram mais destacados, entraram para história dos títulos conquistados e na galeria de pôsteres das equipes campeãs. 

A oportunidade de conquistar mais um campeonato da Série B está passando arreada, e o América tem total capacidade de aproveitá-la. 

Faltam três jogos para a comissão técnica, diretoria, jogadores e torcedores serem premiados com a conquista inédita do tricampeonato do Brasileirão. 

É preciso retomar a concentração, o foco e a determinação.

Voltar a fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e bem organizado.

O mínimo de improvisação e mudança simples entre os titulares deve ser Artur ou Joseph, improvisado, no lugar do Daniel Borges, e Lohan ou Vitão substituir Rodolfo. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Outras opções de mais mudanças nos setores poderão ser o deslocamento do Juninho para lateral, a entrada do Geovane no meio e Toscano mais adiantado, próximo do Ademir e do Felipe Azevedo no lugar do Felipe Augusto. 

Felipe Azevedo também poderá ser utilizado na função de falso 9. 

Na lateral esquerda, Sávio tem mais intensidade e velocidade na tarefa ofensiva. Poderia fazer a dobra com João Paulo, mais recuado ou trocando posições 

Alê, Geovane e Zé Ricardo precisam ser mais finalizadores.

Ademir, Felipe Azevedo e principalmente Felipe Augusto necessitam aumentar a eficiência nas finalizações. 

Berola e Carlos Alberto, caso tenha sido relacionado, são alternativas de velocidade para entrar durante o jogo ou Berola começar a partida no lugar do Felipe Augusto. 

Ronaldo deveria ter sido relacionado para ser opção de lateral direito.

Faltaram mais oportunidades para João Gabriel e Lucas Luan, no meio-de-campo. 

Pendurados: Anderson, Diego Ferreira, Juninho, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Airton;
Artur ou Joseph ou Juninho, Messias, Anderson, Sávio (João Paulo);
Zé Ricardo;
Juninho ou Geovane ou Toscano,  Alê;
Ademir, Vitão ou Lohan ou Toscano ou Felipe Azevedo, Felipe Azevedo ou Felipe Augusto ou Berola

Brasil x América
terça-feira, 16h, Estádio Bento Freitas
Vamos vencer, Coelhão!