terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Sampaio Corrêa-MA

Repetição com correção, conquistar mais três pontos e buscar a liderança da Série B deveriam ser as metas de desempenho dos comandos do Lisca. 

Na fase defensiva, manter a produtividade qualificada na bola parada, na organização e recomposição, mas no ataque aumentar a eficiência nas finalizações, com a bola parada e rolando, e a produtividade dos substitutos. 

Os cruzamentos do Daniel Borges e João Paulo devem ser mais bem aproveitados. 

Alê poderia evitar o recuo excessivo, porque tem qualidade para ser mais ofensivo, a fim de ampliar as possibilidades de criação, finalização e gols. 

Ademir deve partir para cima avacoelhando geral, acertar cruzamentos e finalizações. 

Felipe Azevedo e Rodolfo precisam ser mais intensos, finalizadores e decisivos. 

Talvez uma mudança posicional interessante seja a utilização funcional do Geovane pelo lado esquerdo.

Geovane tem resistência física e velocidade para defender e atacar pela beirada. 

Leo Passos necessita ser mais assistente, finalizador e passador do que marcador. 

Vitão é opção de centroavante definidor. 

Sabino deveria pelo menos ser relacionado. 

Toscano também deve ser mais bem aproveitado pelo poder de finalização e versatilidade.  

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem ser mais produtivos. 

Pendurados: Ademir, Anderson, Daniel Borges, Diego Ferreira, Juninho, Geovane, Léo Passos, Matheus Cavichioli, Messias, Rodolfo, Sabino e Toscano

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo;
Flávio;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Berola, Geovane)

América x Sampaio Corrêa
terça-feira, 19h15, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão!

domingo, 6 de dezembro de 2020

CSA-AL 0 x 1 América-MG

Apesar das grandes chances desperdiçadas, os comandados do Lisca voltaram a vencer na competição, conquistaram mais três pontos e se aproximaram da Chapecoense, a líder da Série B. 

A ineficiência nas finalizações foi repetida, mas o modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores americanos novamente prevaleceu. 

Na organização defensiva, houve só uma falha numa finalização do Rodrigo Pimpão defendida pelo Matheus Cavichioli. 

Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo sobressaíram sobre os adversários.

Pelos dados do SofaScore, a pontuação estatística do Flávio, reserva, com pouco ritmo de jogo e sub-20, ficou próxima ao do Alê e Juninho. 

Sabino deveria ter sido relacionado. 

Quanto mais vezes o prata da casa for utilizado, mas rapidamente pronto vai ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares. 

Alê, mais uma vez, foi o mais produtivo do meio-de-campo, na distribuição das jogadas, na assistência feita para Rodolfo finalizar para fora e na participação defensiva e ofensiva. 

Anderson, Alê, Felipe Azevedo e especialmente Rodolfo desperdiçaram oportunidades. 

Ainda assim, faltou mais poder de finalização e principalmente decisão para o trio ofensivo. 

Felipe Azevedo se limitou a fazer uma assistência pro Alê, uma finalização de cabeça para fora, e foi o menos participativo e produtivo entre os três atacantes. 

Embora Rodolfo tenha errado uma finalização e perdido um pênalti, procurou e apareceu para o jogo. 

Ademir demonstrou oportunismo no gol marcado e no pênalti sofrido. 

Desgaste físico, mudanças feitas e baixa produtividade dos substitutos provocaram queda de rendimento no segundo tempo. 

Calyson, Felipe Augusto e Leo Passos pouco acrescentaram. 

Talvez tivesse sido mais interessante a entrada do Berola, Vitão e Toscano. 

Destaque para a força do futebol coletivo, competitivo e determinado, para a linha defensiva formada pelo Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo, para Flávio, sub-20 em fase de aprimoramento e oscilação, para Alê, participativo e produtivo na tarefa defensiva e ofensiva, e Ademir, pelo gol marcado e pelo pênalti sofrido, e especialmente para o modelo de jogo definido pelo Lisca. 

CSA-AL
Bruno Grassi; 
Diego Renan, Lucas Dias, Luciano Castán e Rafinha (Cedric); 
Marquinhos (Rodolfo Filemon), Nadson (Andrigo) e Gabriel; 
Rone (Pedro Lucas), Rodrigo Pimpão (Rafael Bilu) e Paulo Sérgio.

América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo (Sávio); 
Flávio;
Juninho e Alê (Léo Gomes); 
Ademir (Leo Passos), Rodolfo (Felipe Augusto), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Gol Ademir



sábado, 5 de dezembro de 2020

Pré-jogo CSA-AL x América-MG

Recuperar a concentração, a determinação e o foco para fazer prevalecer a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente, conquistar mais três pontos e ficar próximo do primeiro colocado do Brasileirão.

No rodízio do DM, Guilherme, Lohan e Zé Ricardo permaneceram afastados, Diego Ferreira retornou ao departamento médico, Geovane e Vitão foram liberados para jogar. 

Daniel Borges é bastante participativo, produtivo e eficiente na tarefa defensiva e ofensiva.

Eduardo Bauermann é opção para recuperar ritmo de jogo e preservar Anderson ou Messias. 

Talvez o tripé inicial do meio-campo continue formado pelo Flávio, Juninho e Alê.

Flávio, sub-20, e Sabino, sub-21, são bastante promissores na organização e reposição defensiva, e na transição ofensiva. 

Alê e Toscano demonstraram no segundo tempo contra o Cruzeiro capacidade para exercer a função de volantes participativos na marcação, na troca de passes e nos lançamentos. 

Geovane seria opção para jogar no meio-de-campo ou pelo lado esquerdo no lugar do Felipe Azevedo. 

Aliás, o trio ofensivo precisa voltar a ter mais poder de finalização e decisão. 

Ademir partir pra cima avacoelhando geral, fazer assistências e acertar as finalizações. 

Felipe Azevedo e Rodolfo serem mais decisivos, intensos e finalizadores. 

Leo Passos deve ser mais assistente, finalizador e passador do que só marcador.

Vitão é opção de centroavante definidor.

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade para justificar a escalação. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo;
Flávio;
Juninho, Alê;
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Berola, Geovane, Leo Passos)

CSA-AL x América-MG
sábado, 18h30, Rei Pelé
Vamos vencer, Coelhão! 



quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

América 1 x 2 Cruzeiro

Os dois erros do juiz nos primeiros quinze minutos interferiram diretamente no resultado do jogo, provocaram a expulsão do Lisca e motivaram a reação indignada dos dirigentes, jogadores e torcedores americanos, com a repetição das falhas da arbitragem, que pela quinta vez prejudicou o América neste Brasileirão. 

A marcação e conversão do pênalti favorável aos três minutos mudaria a história do jogo, com maior possiblidade de vitória dos comandados do Lisca, porque o adversário teria de avançar para buscar o empate, cederia espaços no campo defensivo e ficaria mais desgastado. 

Ainda assim, se este pênalti não fosse dado mas o inventado do Messias não tivesse sido marcado, seria a segunda possibilidade de mudança da história do jogo.

Depois deste dois erros fundamentais, houve a conivência do apito, sem a utilização de cartões amarelos, com o excesso de faltas, muitas vezes dos mesmos jogadores do adversário. 

América:
Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson e João Paulo; 
Flávio (Toscano);
Juninho (Felipe Augusto) e Alê; 
Ademr, Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Calyson)
Técnico: Lisca

Cruzeiro-MG:
Fábio; 
Raúl Cáceres, Ramon, Manoel e Matheus Pereira; 
Jadsom Silva, Adriano e Filipe Machado (Jadson); 
Airton, William Pottker e Rafael Sobis (Thiago).
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Gol Anderson

quarta-feira, 2 de dezembro de 2020

Pré-jogo América x Cruzeiro

Os comandados do Lisca devem recuperar a força do futebol coletivo, competitivo e eficiente. praticado na maioria dos jogos do Brasileirão e da Copa do Brasil, para vencer o rival, conquistar mais três pontos, e ficar próximo da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da Série B, num campeonato de regularidade, repetição com correção e resistência. 

A estratégia entre ser mais defensivo, sem a bola, ou ter mais posse de bola ofensiva vai depender das circunstâncias do jogo, mas o ideal seria encontrar o ponto de equilíbrio entre defender e atacar próximo da máxima perfeição.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, a eficiência nas finalizações precisa aumentar nas fases ofensivas de bola parada, organização e transição. 

O substituto do Zé Ricardo vai precisar ser participativo, produtivo e eficaz na bola parada, organização e recomposição defensiva,  e na etapa inicial e final da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino, sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, estariam mais bem preparados se tivessem sido mais utilizados, especialmente durante o Campeonato Mineiro.

Aliás, Sabino poderia ter jogado mais vezes na posição de primeiro volante desde o estadual de 2019, quando completou coletivos na posição de zagueiro. 

A entrada do Eduardo Bauermann na zaga e o deslocamento do Anderson para volante, com aumento da altura na bola aérea defensiva e ofensiva, poderá ser uma alternativa de escalação dos mais experientes entre os titulares ou durante o jogo. 

Ainda as possibilidades do Daniel Borges ou João Paulo para formar o trio do meio-de-campo com Alê e Juninho. 

Leo Gomes não estreou. 

Alê tem qualidade para jogar no campo ofensivo e ser mais assistente, decisivo e finalizador. 

Juninho é mais participativo nas infiltrações dentro da área para finalizar. 

O setor ofensivo, com Ademir, partindo para cima avacoelhando geral a defesa adversária, Felipe Azevedo e Rodolfo também deve ser decisivo e preciso nas finalizações. 

Leo Passos carece ser mais assistente e finalizador do que marcador. 

Vitão é centroavante definidor com presença de área. 

Toscano é opção para meia atacante, preferencialmente centralizado, e de lado porque tem poder de criação, decisão e finalização com a bola parada ou rolando. 

Berola, Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges (Diego Ferreira), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Sávio);
Flávio (Sabino, Daniel Borges, Anderson, João Paulo);
Ademir, Rodolfo, Felipe Azevedo (Leo Passos, Toscano)

América x Cruzeiro
quarta-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 

domingo, 29 de novembro de 2020

Oeste-SP 1 x 1 América-MG

O América desperdiçou mais uma grande oportunidade de vencer um adversário pouco qualificado, conquistar três pontos, ficar mais distante do quinto colocado e se aproximar da líder Chapecoense, a fim de buscar o título da competição. 

Baixa intensidade e falta de qualidade na transição ofensiva,  duas finalizações desperdiçadas pelo Felipe Azevedo, erro do Matheus Cavichioli, na jogada que originou o pênalti convertido pelo adversário, pouco poder de criação e finalização, e a escalação precipitada do Zé Ricardo prejudicaram o desempenho do time americano e facilitaram o empate com o lanterna da Série B. 

Até o gol do Ademir foi provocado por uma falha do zagueiro. 

De acordo com o SofaScore, Oeste teve 44% de posse, duas finalizações no gol e 4 para fora.

Os comandados do Lisca tiveram 56% de posse, finalizaram 4 vezes no gol e 5 para fora.

João Paulo, Messias, Daniel Borges, Flávio e Anderson foram os mais participativos, o que representou muita troca de passes entre os laterais, zagueiros e o primeiro volante. 

Faltou força de ataque e eficiência nas poucas finalizações do trio de atacantes, principalmente Felipe Azevedo e Rodolfo.

Felipe Azevedo desperdiçou duas chances de gol.

Rodolfo nem finalizou.

Embora Ademir tenha feito o gol, uma assistência e uma finalização para fora, também rendeu menos do que pode render. 

Berola, Calyson, Leo Passos e Toscano nada acrescentaram.

Flávio foi o americano com o maior número de passes precisos. 

Mas a escalação do Flávio ou Sabino desde o início do jogo ou de ambos durante a partida, sem a necessidade do retorno precipitado do Zé Ricardo, poderia ter sido mais produtiva.

O ponto de equilíbrio entre a manutenção dos titulares e o revezamento deve ser encontrado. 

Com o desgaste provocado pela sequência de jogos em duas competições simultâneas, possiblidades de casos de Covid-19 e lesões, o América deveria repensar sobre a necessidade de contratar reforços prontos para disputar a titularidade, especialmente na função de meia-atacante de lado. 

O potencial de utilização e retorno do Berola, Calyson, Felipe Augusto, Guilherme e Lohan precisa ser analisado. 

Oeste: 
Caíque França; 
Matheus Rocha, Vitão, Luanderson e Caetano; 
Yuri (Lídio), Caio e Kauã Jesus (Tite, depois Bruno Alves); 
Pedrinho, Bruno Lopes (De Paula) e Fábio. 
Técnico: Roberto Cavalo. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho e Alê (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Toscano) 
Técnico: Lisca.

Gols: Ademir


sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Pré-jogo Oeste-SP x América-MG

Embora Zé Ricardo esteja liberado para jogar, talvez seja interessante preservá-lo para o clássico contra o Cruzeiro, e aproveitar a oportunidade para dar um pouco mais de rodagem ao Flávio e Sabino. 

Lucas Luan poderia ser opção para poupar João Paulo ou Alê ou Juninho no decorrer do jogo. 

Flávio, Lucas Luan e Sabino são sub-21 bastante promissores, com potencial de evolução e qualidade no desarme, na marcação e no passe, merecedores de mais chances entre os titulares ou durante os jogos, 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador. 

Eduardo Bauermann também poderia jogar para recuperar o ritmo de jogo e preservar um dos dos zagueiros. 

Daniel Borges com a sequência de jogos tem total capacidade para acertar mais cruzamentos, finalizações, passes e recuperar a titularidade. 

Alê poderia ser mais ofensivo, pisar na área, a fim de aumentar as possiblidades de fazer assistências, finalizações e gols, mas é muito qualificado nos lançamentos, na marcação e na distribuição das jogadas com precisão no passe. 

O trio ofensivo formado pelo Ademir, Felipe Azevedo e Rodolfo precisa ter mais poder de finalização e principalmente eficiência nos chutes.

Talvez seja proveitoso utilizar Berola por um tempo maior. 

Calyson e Felipe Augusto carecem aumentar a produtividade.  

Leo Passos deve ser mais finalizador do que marcador.

Toscano é opção para meia-centralizado ou de lado, com poder de criação, finalização e decisão. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Marcelo Cavichioli;
Daniel Borges, Messias (Eduardo Bauermann), Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Alê (Calyson, Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Leo Passos, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Leo Passos, Toscano)

Oeste x América
sexta-feira, 19h15, Arena Barueri. 
Vamos vencer, Coelhão

quarta-feira, 25 de novembro de 2020

América-MG 2 x 1 Juventude-RS

Apesar de ter faltado um pouco mais de eficiência nos complementos das jogadas ofensivas, o time americano manteve a regularidade, a repetição com correção, a resistência, conquistou mais três pontos e se aproximou da Chapecoense, que lidera o Brasileirão da Série B.  

De acordo com o SofaScore, o adversário teve 54% de posse de bola, fez duas finalizações no gol e 4 para fora. 

O América, 46% de posse de bola, 5 finalizações no gol e 9 para fora.

Ainda teve mais um gol anulado do Felipe Azevedo.

O terceiro nesta série B. 

Nos jogos anteriores, foram anulados o do Ademir contra o Cuiabá e outro do Felipe Azevedo contra a Ponte Preta. 

No gol feito pelo Juventude, houve falha na recomposição e organização defensiva, com distanciamento entre Anderson e Messias, e muito espaço para Renato Cajá progredir sem marcação desde o meio-de-campo até a intermediária para finalizar. 

Mas na maior parte do jogo, prevaleceu a consistência na defesa e a organização na fase ofensiva, de recomposição e transição. 

Sabino, equivocadamente utilizado de zagueiro em 2019 quando foi promovido para o principal, demonstrou grande potencial de aproveitamento na posição de primeiro volante, com qualidade no desarme, na marcação e precisão no passe curto e longo. 

Anderson, Alê, Daniel Borges, João Paulo, Juninho, Messias e Sabino foram os maiores passadores.

No primeiro gol, Juninho repetiu o poder de infiltração na área adversária para finalizar. 

Alê, Daniel Borges e João Paulo os principais articuladores. 

Felipe Azevedo foi o mais participativo do trio ofensivo. 

Talvez tivesse sido mais interessante a escalação do Berola nos minutos finais. 

Destaque para Sabino, pelo potencial de aproveitamento demonstrado, Alê e Juninho, pela participação na articulação e na marcação,  Juninho, novamente, e Rodolfo pelos gols marcados, e especialmente João Paulo pelo duplo desempenho na tarefa defensiva e ofensiva. 

América na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo; 
Sabino (Flávio);
Juninho, Alê (Calyson); 
Ademir (Léo Passos), Rodolfo (Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Lisca. 
 
Juventude: 
Marcelo Carné; Igor, Genilson, Nery Bareiro e Hélder; 
João Paulo, Gustavo Bochecha (Carlos Eduardo) e Renato Cajá (Gabriel Terra); 
Capixaba (Rafael Grampola), Gabriel Bispo (Marciel) e Rafael Silva (Wallace Tarta). 
Técnico: Pintado. 

Gols: Juninho, Rodolfo, Renato Cajá (Juventude)