segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

Atlético 1 x 1 América

No triangular dos clássicos mineiros, o Coelhão conquistou 4 pontos em cima dos rivais Atlético e Cruzeiro, demonstrou ser uma equipe praticamente consolidada e com possibilidades de evolução durante a temporada. 

Mas o aumento da eficácia americana vai depender da transformação da produtividade dos comandados do Mancini em eficiência nas finalizações. 

O time americano, novamente, criou oportunidades para ter vencido por goleada, mas a ineficiência nas finalizações, a falta do acaso favorável numa bola desviada e as sete importantes defesas do Everson, no primeiro tempo, facilitaram o empate no clássico, ainda mais que a intensidade na primeira etapa provocou queda de desempenho no segundo tempo. 

Apesar das sete finalizações e do gol do Ricardo Silva, faltou mais participação ofensiva do Dadá Belmonte, Felipe Azevedo, Matheusinho e Nícolas nos cruzamentos e nas conclusões. 

Com ausência do Martínez, a entrada do Dadá Belmonte no lugar do Benítez para inicialmente jogar centralizado foi improdutiva. 

Poderia ter sido mais interessante Lucas Kal ter substituído Benítez, para equilibrar o meio-de-campo com Juninho e Alê. 

Posteriormente, Matheusinho ou Nícolas ser deslocado para substituir Alê ou Juninho, com  Marlon na lateral esquerda, Adyson, Henrique e Dadá Belmonte ou Luan formando o trio ofensivo. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Arthur deveria ser mais utilizado na lateral direita para facilitar a transição, Mateus Henrique, mais recuado, Breno e Rodriguinho serem opções de substituição no meio-de-campo, Renato e Luan de atacantes com poder de finalização. 

Embora sub-18, em fase de aprimoramento e oscilação, o promissor Adyson voltou a demonstrar potencial para permanecer na equipe principal, ser aproveitado mais vezes, inclusive jogar mais tempo entre os titulares. 

A sinergia entre Adyson e Arthur pelo lado direito deverá ser bastante produtiva pra enfrentar o Tombense e talvez o Tocantinópolis. 

Sem o aproveitamento do Breno, Mateus Henrique e Rodriguinho será necessário contratar pelo menos dois jogadores para substituírem Alê e Juninho, em caso de necessidade. 

Destaque para a força do futebol competitivo e coletivo dos comandados do Mancini, especialmente Nino, Ricardo Silva, Éder, Nícolas, Alê e Benítez. 

Atlético:
Everson; 
Saravia, Nathan Silva, Mauricio Lemos (Réver) e Rubens; 
Otávio, Igor Gomes (Edenilson), Hyoran (Zaracho) e Patrick (Pedrinho); 
Vargas (Paulinho) e Hulk
Técnico: Eduardo Coudet

América:
Matheus Cavichioli;
Nino Paraíba, Ricardo Silva, Éder e Nicolas; 
Alê (Arthur), Juninho e Benítez (Dadá Belmonte); 
Matheusinho (Lucas Kal), Aloísio (Henrique Almeida), Felipe Azevedo (Adyson)
Técnico: Mancini

Gol: Ricardo Silva

domingo, 19 de fevereiro de 2023

Ipatinga 1 x 1 América

O Coelhão desperdiçou uma grande oportunidade de ter vencido, até por goleada, porque faltou efetividade para transformar o poder de finalização em gols feitos. 

Mas na transformação do DNA formador em aproveitador, Mateus Henrique, que tem potencial para jogar em diferentes posições e executar variadas funções, entre elas lateral construtor, poderia ter entrado no lugar do Nino.

A sinergia entre Adyson e Mateus aumentaria a produtividade de ambos. 

Embora sub-18, no primeiro passo da transição antes de completar 20 anos, em fase de aprimoramento e oscilação, Adyson poderá ser escalado mais vezes no time principal durante a temporada.

O desenvolvimento será proporcional a minutagem utilizada. 

Quanto mais vezes jogar, mais rapidamente bem preparado vai ficar. 

De acordo com as circunstâncias da partida, inclusive no clássico contra o Atlético Adyson poderá ser utilizado.

Mas a melhor opção no processo de evolução profissional será começar entre os titulares contra o Tombense.

Rodriguinho, que deveria ter reforçado o Sub-20 na Copinha para buscar o título da competição, poderia ter jogado neste estadual. 

Ainda mais que Martínez está muito abaixo do que pode render. 

Aliás Dadá Belmonte, Martínez, Matheus Gonçalves e Mastriani carecem ser mais produtivos, regulares e eficientes. 

Poderá ser necessário reforçar a equipe com um lateral-direito, um quarto-zagueiro e dois volantes.

O centroavante titular com mais poder de decisão deverá ser por meio de um rodízio entre Aloísio, Henrique, Mikael, Mastriani e Wellington Paulista, podendo inclusive formarem dupla de atacantes. 

Marlon deverá ser mais titular do que Nícolas ou formarem dobra ou até Marlon jogar na posição de meia-atacante, avançado pelo lado direito, igual atuou neste jogo. 

Alê parece ter começado a incorporar o posicionamento funcional de um segundo volante ao do primeiro, com a continuação da participação produtiva nas quatro fases do jogo, na bola alta defensiva e ofensiva.

Matheusinho, o mais eficiente neste início de temporada, conquistou vaga entre os atacantes titulares, com possiblidades de ser escalado no meio-de-campo, em caso de necessidade. 

Em vez de um esquema com três zagueiros, poderia ser mais interessante a utilização de quatro jogadores no meio-de-campo. 

Ipatinga:
Gabriel; 
Carlos Daniel (Izael), Luanderson Moraes, Maílson e Bruno Santos; 
Luanderson Silva (Alyson Motta), Netinho e Chiquinho; Nadson (Diego Gomes), Márcio Júnior (Índio) e Danilo Mariotto (Grampola)
Técnico: Waguinho Dias

América:
Matheus Cavichioli; 
Nino Paraíba (Martínez), Wanderson, Ricardo Silva e Marlon;
Alê, Juninho e Benítez (Adyson); 
Matheusinho (Nicolas), Aloísio (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Dadá Belmonte), 
Técnico: Mancini

Gol: Matheusinho


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2023

América 2 x 1 Democrata-GV

Apesar da queda de rendimento no segundo tempo, da repetição improdutiva de improvisar um ala pela direita, da escalação do Adyson fora da posição mais acostumado a jogar na base, valeu pelos três pontos, pela produtividade eficiente do Matheusinho e do time, principalmente no primeiro tempo. 

Matheusinho demonstrou poder de criação, finalização e decisão. 

Alê e Benítez também se destacaram. 

Aliás, Alê, Juninho e Benítez formaram um trio de meio-campo bastante produtivo nos jogos do Campeonato Mineiro, mas as exibições do Matheusinho, além da titularidade avançado pelos lados, o o credenciaram para também ser utilizado no meio-de-campo, de acordo com as circunstâncias do confronto. 

Ainda assim, mesmo com o Lucas Kal, faltam substitutos pro Alê e Juninho, em caso de necessidade. 

Mas em vez da improvisação na posição de ala do Dadá Belmonte, contra o Athletic, e do Matheus Gonçalves, contra o Democrata-GV, poderia ter sido mais interessante a utilização do Mateus Henrique ou Samuel. 

Embora tenha mais potencial para jogar no meio-campo, Mateus Henrique tem capacidade para atuar em diferentes posições e desempenhar diferentes funções, entre elas, ala, lateral-direito, meio-campista e meia atacante de lado. 

Samuel também já jogou de lateral e meia-atacante de lado. 

Mesmo assim, preventivamente um lateral-direito deveria ser contratado, porque possivelmente Arthur será desfalque, devido as convocações para a Seleção Brasileira ou futura negociação. 

Danilo pareceu pedir passagem para formar dupla titular com Éder no corredor direito. 

Também seria interessante contratar mais um zagueiro, preferencialmente quarto-zagueiro, ou com facilidade para jogar pelos dois lados, para o restante da temporada. 

Mastriani, Martínez e Matheus Gonçalves carecem aumentar a produtividade e eficiência.

Marlon poderia revezar com o Nícolas nos próximos jogos do Mineiro ou formarem uma dobra pelo lado esquerdo durante determinados momentos. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Adyson poderá jogar centralizado, mas inicialmente deveria ser escalado pelo lado direito, para facilitar o processo de transição, diminuindo a oscilação e acelerando o aprimoramento. 

Breno ou Matheus Henrique ou Rodriguinho deveria entrar contra o Ipatinga. 

Um trio ofensivo com Adyson, Mikael ou Mastriani, e Dadá Belmonte poderia ser experimentado no segundo tempo. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Nino (Mateus Gonçalves), Maidana, Danilo, Nicolas; 
Alê, Juninho e Benítez (Martínez); 
Matheusinho (Adyson), Aloísio (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Ricardo Silva)
Técnico: Mancini. 

Democrata-GV: 
Glaycon; 
Lima, Rony, Gabriel Marques e Léo Carioca; Gabriel Vieira, 
Mateuzinho (Luann), Nael (Pablo), Thiaguinho (Mendonça), Brandão (Diego) e Bruninho (Luiz Fernando). 
Técnico: Paulo César Schardong. 

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2023

Athletic 1 x 1 América

Embora na maioria das vezes a diferença entre o estrategista e inventor seja o resultado, as experiências feitas contra o Athletic poderão ser importantes na otimização da equipe durante a temporada. 

Mancini escalou um time reserva sem ritmo de jogo, sem um substituto imediato do Nino e superofensivo. 

Apesar do gramado pesado, da chuva intensa, de novamente critérios do apito terem sido desfavoráveis, de um jogador a menos numa expulsão bastante duvidosa, o Coelhão superou as condições adversas,  manteve a invencibilidade e liderança no Grupo B do Campeonato Mineiro. 

Ainda assim,  devido a falta de um lateral-direito poderia ter sido mais interessante a improvisação de um zagueiro na lateral, com Dadá Belmonte na posição de atacante, num 4-3-3 mais bem distribuído, em vez de tentar utilizar três zagueiro, Dadá improvisado de ala, num confuso 3-5-2 ou algo parecido. 

Na engenharia da obra pronta do pós-jogo uma mudança também deveria ter sido feita no intervalo, para consertar a fragilidade defensiva do lado direito. 

Nino, que entrou aos 18 do segundo tempo depois da expulsão do Dadá, poderia ter entrado no início do segundo tempo, para executar a função de ala no lugar do Dadá, que estava amarelado, ou até mesmo de lateral, para Dadá, mesmo amarelado, jogar mais avançado, sem tanta necessidade de recompor para ajudar na marcação. 

Mas a não escalação do Nino nem do Thalys evidenciaram a falta de um lateral direito na equipe. 

Arthur deverá jogar mais vezes pela Seleção. 

A situação do Thalys não foi explicada. 

O multifuncional Mateus Henrique poderá ser escalado na lateral direita, mas tem mais potencial para jogar em qualquer função do meio-de-campo. 

É preferível utilizar o Samuel em caso de necessidade. 

Danilo demonstrou que poderá ser utilizado mais vezes pelo lado esquerdo da zaga. 

A escalação do Mastriani e Wellington Paulista foi prejudicada pelo estado do gramado e a utilização do Dadá Belmonte de ala, em vez de atacante mais ofensivo. 

Mikael mostrou poder de finalização. 

Além da necessidade de contratar um lateral-direito,  vai ser bastante interessante a contratação de um zagueiro, preferencialmente quarto-zagueiro ou que jogue pelos dois lados, um primeiro volante com mais poder de marcação, e um segundo volante, com qualidade no passe, nas assistências e na finalização, ainda esperar o retorno do Everaldo. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Rodriguinho e pelo menos um prata da casa promovido depois da Copinha poderiam ser utilizados contra o Democrata-GV. 

Rodriguinho entraria no segundo tempo e Adyson formaria um trio ofensivo com Aloísio e Matheusinho. 

Athletic: 
Denivys; 
Patric (Felipe Micael), Danilo Cardoso, Lucas Balardin e Vinicius Silva (Nathan);
Diego Fumaça, Rômulo e Antônio Falcão;
Welinton Torrão (Douglas Santos), Alason (Jonathan) e Sassá. 
Técnico: Roger Silva

América: 
Matheus Cavichioli; 
Ricardo Silva, Wanderson e Danilo; 
Dadá Belmonte, Lucas Kal, Matheusinho (Felipe Azevedo), Martínez (Juninho) e Marlon (Nicolas); 
Wellington Paulista (Mikael), Mastriani (Nino Paraíba) 
Técnico: Mancini

Gols: Wellington Paulista 

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2023

América 1 x 0 Cruzeiro

Vencer sempre é bom. Vencer clássico é ótimo. 

Mas apesar de mais uma vitória sobre o rival, a quinta consecutiva, o desempenho do time americano, no primeiro tempo, foi abaixo do potencial dos comandados pelo Mancini. 

Vale destacar que a diferença de critério em relação aos cartões amarelos também influenciou a produtividade do meio-de-campo americano, porque  Alê diminuiu o poder de marcação, com o cartão amarelo no início do jogo, e Benítez foi impedido de jogar, devido a sequência de faltas, sem os adversários levarem amarelos ou até vermelho. 

O gol anulado com a interferência do VAR, quando a decisão dentro de campo deveria ter prevalecido,  prejudicou as atuações do Henrique, que teria feito dois gols num clássico, do Matheusinho, pela jogada e assistência pro segundo gol do Henrique, e o resultado do confronto, que ficaria mais próximo do rendimento no segundo tempo. 

Ainda assim, existem pontos de melhoria na equipe americana. 

As lesões do Éder e Maidana evidenciaram a necessidade de contratar mais um zagueiro, preferencialmente quarto-zagueiro ou que jogue pelos dois lados, para a sequência da temporada. 

Ricardo Silva tem mais potencial para jogar de zagueiro central.

Lucas Kal poderá ser opção para zaga.

Ainda falta um primeiro volante, com poder de marcação, para ser utilizado contra um adversário mais bem qualificado e/ou quando a estratégia de jogo for mais reativa ou equilibrada entre o defender e atacar.

Numa possível ausência do Alê e Juninho, faltará um segundo volante. 

Alóiso, Henrique, Mastriani, Mikael e Wellington Paulista, de acordo com as circunstâncias do jogo, poderão até formar dupla de atacantes bastante ofensiva. 

Marlon, Dadá Belmonte e Matheusinho estão pedindo passagem para começar o jogo contra o Athletic.

Boa oportunidade para Mastriani e Wellington Paulista serem aproveitados. 

Destaque do jogo para as mudanças feitas pelo Mancini, Nino, Matheusinho e Henrique. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Cassio, Arthur, Júlio, Rafael Barcelos, Heitor, Breno, Mateus Henrique, Rodriguinho, Adyson, Renato e Luan estão no processo de evolução e oscilação, mas possuem potencial de aproveitamento para ser utilizados, preferencialmente juntos, durante o Mineiro. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Nino, Maidana (Danilo), Ricardo Silva, Nicolas; 
Alê;
Juninho, Benítez (Martinez);
Mateus Gonçalves (Matheusinho), Aloísio (Henrique), Felipe Azevedo (Dadá Belmonte).
Técnico: Mancini

Cruzeiro:
Rafael Cabral; 
William, Lucas Oliveira, Reynaldo e Marquinhos Cipriano (Rafael Bilu); 
Neto Moura (Igor Formiga), Ian Lucas e Wesley Gasolina (Ramiro); 
Nikão (Daniel Junior), Bruno Rodrigues e Wesley (Gilberto)
Técnico: Paulo Pezzolano

Gol: Henrique

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

América 2 x 1 Villa Nova

As grandes chances desperdiçadas, a falha na saída de bola e na recomposição defensiva no gol do Villa Nova prejudicaram o desempenho do Coelhão, que poderia novamente ter vencido por goleada e sem sofrer gol. 

Especialmente Martínez rendeu menos do que poderá render, mas mesmo assim, fez uma assistência precisa para Matheus Gonçalves desperdiçar uma grande oportunidade. 

Possivelmente Benitez deverá revezar com Martínez a formação do trio do meio-de-campo com Alê e Juninho, a eficiente dupla arroz com feijão.

A possiblidade de o Matheusinho jogar centralizado durante os jogos deve ser considerada. 

Uma opção mais preventiva, de acordo com o adversário e a estratégia de jogo, será Lucas Kal, Alê e Juninho.

Nino, Nicolas, Matheus Gonçalves e Felipe Azevedo precisam aumentar a eficiência ofensiva nos cruzamentos e nas finalizações. 

Felipe Azevedo ainda é mais participativo na recomposição defensiva do que Matheus Gonçalves. 

Dadá Belmonte e Matheusinho parecem pedir passagem para ser escalados entre os titulares. 

Existe até a possibilidade da escalação do Henrique ou Wellington Paulista de centroavante, e o deslocamento do Aloísio para o lado. 

O revezamento entre Marlon e Nícolas poderá ser interessante. 

Durante o Mineiro, outra dupla de zaga deverá ser testada. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, com Arthur na seleção, a improvisação do Matheus Henrique ou o aproveitamento do Samuel ou Thalys poderá fazer parte da solução para substituir Nino, em caso de necessidade. 

Breno, com mais potencial na função de segundo volante, o polivalente Matheus Henrique e Rodriguinho são opções para o meio-de-campo. 

Adyson, Renato e Luan são alternativas pro trio ofensivo. 

O promissor Lucas Gabriel sumiu. 

Destaque para Maidana, pelos duelos vencidos pelo alto, Juninho, pela assistência para o primeiro gol, Aloísio, pelos dois gols feitos e principalmente Alê, pelo conjunto da obra. 

América:
Jori;
Nino, Maidana, Éder e Nicolas (Marlon); 
Alê;
Juninho e Martinez (Lucas Kal); 
Mateus Gonçalves (Matheusinho), Aloísio (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Dadá Belmonte). 
Técnico: Mancini

Villa Nova:
Thiago Braga;
Cleiton Silva, Luizão, Renan, Thiago Balaio (Vinício);
Gabriel Santos, Jorginho, Michel (Dodô);
Daniel (Léo Reis), Wesley Hiago (Igor Oliveira) e Luan (Thomazel).
Técnico: Cícero Júnior

Gols: Aloísio (2)

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

Pouso Alegre 0 x 4 América

O Coelhão venceu fora de casa, especialmente no segundo tempo convenceu e demonstrou possibilidades entre substitutos para disputar a titularidade, no meio-de-campo e no ataque. 

Mas uma das dúvidas deverá ser a possiblidade do Benitez e Martínez jogarem juntos.

Com a manutenção do Alê e Juninho, a eficiente dupla arroz com feijão, e Benitez, o qualificado construtor das jogadas ofensivas, o posicionamento funcional do Alê ficou mais distante da grande área adversária, restrito nas duas fases defensivas (organização e recomposição), e na transição ofensiva.

Juninho se destacou na recomposição, e principalmente na transição e organização ofensiva, através das infiltrações na área do adversário. 

Benitez, no segundo tempo, foi mais participativo na construção das jogadas e decisivo na finalização. 

De acordo com o adversário, das circunstâncias e da estratégia de jogo, poderá ser formado um quarteto no meio-de-campo com Alê, Juninho, Martínez e Benitez, ou o o deslocamento do Benitez ou Martínez para o lado do campo. 

Benitez poderá ser um armador pelo lado. 

Ainda assim, falta um volante para disputar a posição com Alê e Kal, ou liberar Alê para ser mais participativo na organização das jogadas, ou ser escalado numa eventual necessidade, devido a uma possível ausência do Alê e Kal. 

Na transformação do DNA formador em aproveitador, Breno e Matheus Henrique poderão ser opções para compor o grupo. 

Ainda Matheusinho, opção para jogar centralizado ou pelo lado. 

Rodriguinho, não relacionado pra este jogo, poderia ter reforçado o Sub-20 na Copinha. 

Outra dúvida é em relação ao substituto pro Nino, caso Arthur esteja na seleção. 

Thalys também não foi relacionado. 

Embora seja mais produtivo em qualquer posição do meio-de-campo, o multifuncional Matheus Henrique poderá ser opção para a lateral direita. 

Maidana saiu na frente entre os escolhidos para formar dupla de zaga com Éder. 

Mas Danilo, Wanderson e Ricardo precisam ter oportunidades durante o Mineiro. 

Talvez a necessidade de mais um zagueiro, devido ao desgaste provocado pelo jogos seguidos, contusões e suspensões. 

A lateral esquerda com Marlon e Nicolas parece nivelada por cima, até para fazer dobra pelo lado esquerdo. 

Apesar da goleada de 4 a 0, o centroavante decisivo continua uma posição mais dúvidas do que certezas. 

Aloísio é mais atacante de lado do que centroavante.

Wellington Paulista demonstrou oportunismo no último minuto do jogo. 

Henrique e Mastriani não jogaram. 

Pelos lados, Dadá Belmonte, Felipe Azevedo, Matheus Gonçalves, Matheusinho, e possivelmente Adyson, Everaldo e Luan serão opções de escalação. 

Embora sub-18, Adyson, tem total capacidade para ser escalado durante os jogos, a fim de aumentar a minutagem no time principal. 

Destaque para o trio do meio-de-campo, principalmente Juninho, o mais produtivo e eficiente nos dois tempos do jogo. 

Pouso Alegre:
Cairo; 
Igor Carvalho (Nando), Heitor, Renato Vischi e Gabriel Carioca; 
Jean (Christian), Carlinhos e Ingro;
Minho, Michael Paulista (Marquinhos), Amarildo (Rodrigo Carioca)
Técnico: Eugênio Souza

América:
Matheus Cavichioli; 
Nino Paraíba, Maidana, Éder e Nicolas; 
Alê (Lucas Kal), Juninho e Benítez (Martínez); 
Mateus Gonçalves (Matheusinho), Aloísio (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Dadá Belmonte)
Técnico: Mancini

Gols: Juninho, Benítez, Dadá Belmonte, Wellington Paulista


segunda-feira, 14 de novembro de 2022

América 1 x 1 Atlético-GO

Embora o Brasileirão seja um campeonato de pontos corridos, em que cada um dos 38 jogos é uma decisão, a última rodada foi transformada em decisiva na classificação dos participantes da Copa Libertadores em 2023.

Mas faltou a confirmação do gol do Conti para prevalecer a criação da cultura vitoriosa, da mentalidade vencedora, e da paixão por vencer desde as categorias de base. 

Apesar dos 110 anos de resiliência, o América ainda está no início do processo de consolidação entre os principais clubes do futebol brasileiro.

Diferentemente dos anos anteriores, em que o único objetivo era permanecer ou voltar a disputar a primeira divisão, o Coelhão novamente garantiu a permanência na Série A, ficou entre os dez primeiros colocados e conquistou uma vaga para disputar a Sul-Americana.

Aliás, a vantagem competitiva poderá ser maior na Sul-Americana.

Ainda assim, reforços e renovações serão necessários para na próxima temporada conquistar o título Mineiro, fazer boa campanha na Copa do Brasil e Sul-Americana, e principalmente garantir a permanência no Brasileirão, pelo quarto ano consecutivo. 

Goleiro, laterais, quarto-zagueiro, volante, atacantes de lados e centroavante são as posições mais carentes. 

A lista de reforços será proporcional a de renovações. 

Talvez seja interessante apostar num segundo ano do Índio mais bem preparado fisicamente. 

Benitez, Conti e Everaldo poderão ser as renovações mais importantes. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Cáceres (Patric), Conti, Éder e Marlon (Danilo); 
Alê (Índio);
Juninho e Benítez; 
Everaldo, Henrique (Wellington Paulista), Felipe Azevedo (Matheusinho)
Técnico: Mancini
 
Atlético-GO:
Renan; 
Dudu (Rhaldney), Lucas Gazal, Wanderson e Jefferson; 
Marlon Freitas, Willian Maranhão e Wellington Rato (Jorginho);
Luiz Fernando (Airton), Churín (Kelvin), e Shaylon (Edson Fernando)
Técnico: Eduardo Souza

Gol: Henrique