terça-feira, 24 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Juventude-RS

Embora seja possível vencer sem convencer, quanto melhor o desempenho, maiores as possibilidades de conquistar a vitória sem depender tanto do acaso.

Mesmo assim, o imprevisto favorável sempre é bem-vindo.

No modelo de jogo definido pelo Lisca e assimilado pelos jogadores, o time americano está muito bem consistente e organizado na fase defensiva, inclusive na bola parada e na recomposição. 

A intensidade, produtividade e qualidade na transição ofensiva precisam ser aumentadas. 

Na organização ofensiva, o complemento das jogadas nas finalizações e nos últimos passes necessitam ser mais bem executados e o aproveitamento na bola parada ser mais eficiente.

Ademir, Daniel Borges, e Juninho deverão ser os responsáveis pela transição no lado direito, e Alé, Flávio e João Paulo no esquerdo. 

Juninho é mais infiltrador. 

Alê mais cadenciador e distribuidor das jogadas. 

Ambos necessitam ser mais finalizadores. 

Felipe Azevedo pelo lado esquerdo carece ter mais velocidade para defender e atacar, ser mais finalizador e decisivo. 

Talvez seja mais interessante utilizar Leo Passos pelo lado, porque tem mais resistência física para fazer a recomposição defensiva e a transição ofensiva. Ainda assim, Leo Passos precisa ser mais finalizador do que marcador. 

Berola é opção de velocidade. 

Felipe Augusto precisa recuperar o ritmo. 

Lucas Luan e João Gabriel poderiam ser opção para executar as funções do Geovane. 

Lohan poderá ser aumentar o aproveitamento na bola aérea ofensiva.

Sabino, primeiro volante. 

Thalys deveria ser opção para a lateral-direita. 

Toscano pode jogar de meia-atacante centralizado e de lado. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo;
Flávio (Sabino);
Juninho, Alê (Lucas Luan, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Lohan), Felipe Azevedo (Berola, Felipe Augusto, Lucas Luan, Toscano)

América x Juventude
terça-feira, 21h30, Arena do América
Vamos vencer, Coelhão! 


segunda-feira, 23 de novembro de 2020

Operário-PR 0 x 1 América-MG

Vencer por diferença de um gol é goleada, num campeonato de regularidade, repetição e resistência,
com jogos seguidos em curto espaço de tempo.

O desgaste físico e cansaço mental gerado pela sequência de jogos e viagens aumentaram com a disputa simultânea da Copa do Brasil.

Na vitória sobre o Operário, pelos dados do SofaScore, o adversário teve 62% de posse de bola, fez uma finalização defendida pelo Matheus Cavichioli e 5 para fora

O América teve 38% de posse, duas finalizações no gol, 5 para fora.

Embora tenha faltado mais poder de ataque, criação, finalização e decisão, a compactação defensiva e a baixa intensidade na transição ofensiva podem ser justificadas devido ao esgotamento provocado pelos jogos seguidos da Série B e entre eles o do Internacional, na conquista da classificação para a semifinal da Copa do Brasil.

Ainda assim, o time americano venceu, conquistou três pontos e manteve a vice-liderança da Série B.

Os sub-20 Flávio e Vitão e o sub-21 Lucas Luan, mesmo sem ritmo de jogo, demonstraram potencial de aproveitamento, mas Lucas Luan poderá ser mais produtivo no meio-de-campo.

Quanto mais vezes jogarem, mais rapidamente prontos vão ficar. 

Se a postura fosse mais ofensiva, Daniel Borges e Lucas Luan poderiam ter sido mais produtivos no apoio, e Flávio, Junino e Alê mais participativos na transição. 

Faltaram opções de velocidade no ataque, porque Felipe Azevedo e Rodolfo têm baixa velocidade para contra-atacar e recompor. 

Ademir, em pouco tempo de jogo, foi mais produtivo no araque do que Felipe Azevedo. 

Felipe Augusto nada acrescentou. 

Leo Passos, outro sub-21 em processo de aprimoramento e oscilação, mostrou que é mais produtivo e eficiente na função de meia-atacante de lado, participativo na marcação, mas especialmente pela assistência para finalização do Rodolfo e pelo gol da vitória americana. 

Apesar de não terem sido utilizado mais vezes, principalmente no Campeonato Mineiro, destaque para a transformação do DNA formador em aproveitador, com a escalação dos pratas da casa Flávio e Vitão, ambos do Sub-20, e do Lucas Luan, sub-21, para Leo Passos, pelo oportunismo do gol, e Messias, o dono da grande área. 

Operário-PR:
Thiago Braga; 
Alex Silva (Sávio), Rafael Bonfim, Sosa e Fabiano; 
Pedro Ken, Diego Cardoso (Jorge Jiménez) e Tomas Bastos; 
Ricardo Bueno (Lucas Batatinha), Marcelo (Rafael Chorão) e Thomaz (Schumacher) 
Técnico: Matheus Costa
 
América:
Matheus Cavichioli; 
Daniel Borges, Messias, Eduardo Bauermann, Messias, Lucas Luan (João Paulo); 
Flávio;
Juninho, Alê (Geovane);
Léo Passos (Vitão), Rodolfo (Ademir), Felipe Azevedo (Felipe Augusto)
Técnico: Cauan Almeida (auxiliar)

Gol Leo Passos



sábado, 21 de novembro de 2020

Pré-jogo Operário-PR x América-MG

Diego Ferreira, Sávio e Zé Ricardo deverão ser os desfalques do time americano na busca pela vitória sobre o Operário-PR, num campeonato de regularidade, repetição com melhoria e resistência. 

Embora Zé Ricardo seja um dos destaques da equipe no desarme, na marcação, no passe, e um dos principais articuladores do início da transição, e a base da sustentação do posicionamento dos meio-campistas no campo ofensivo, Flávio tem bastante capacidade para ser aproveitado mais vezes entre os titulares,  potencial no combate, na troca de passes e nas viradas de jogo. 

Sabino, mal utilizado no ano passado na posição de zagueiro,  também é bastante promissor na função de primeiro volante combativo, participativo na saída de bola através da distribuição das jogadas, lançamentos, e tem muita personalidade. 

Lucas Luan, que deveria ter sido mais utilizado no meio-de-campo nos tempos do sub-20 em vez de lateral-esquerdo, do mesmo modo tem potencial de evolução, com precisão no passe e na finalização. 

Vitão foi treinado para ser centroavante finalizador, dependente das assistências e cruzamentos. 

Vale a pena repetir, que Flávio e Vitão, sub-20 no primeiro passo da transição profissional, Lucas Luan e Sabino, sub-21 no segundo passo dessa transição, ainda estão em processo de aprimoramento e oscilação. 

Quanto mais vezes jogar, mais bem preparados e rapidamente vão ficar. 

O DNA formador deve ser transformado em aproveitador entre os titulares da equipe principal. 

Ademir, Diego Ferreira e Geovane evoluíram muito com a sequência de jogos. 

Devido a falta de preparação nas categorias de base, Ademir, 25 anos, atrasou o processo de amadurecimento, e está no começo da maturação profissional. 

Geovane, sub-22, necessita ter mais poder de finalização e decisão, mas está superparticipativo na defesa e no ataque, se desdobrando para colaborar com João Paulo na marcação e com Felipe Azevedo no campo ofensivo. 

Diego Ferreira completou o segundo passo da transição no ano passado, deixou de ser sub-23,  começou a evoluir com a participação em jogos seguidos e conquistou titularidade.

Mas Daniel Borges tem total capacidade ser mais produtivo e eficiente na tarefa defensiva e ofensiva. 

Quando a postura do time for mais compactada no campo de defesa, haverá necessidade de ter outra opção pelo lado esquerdo sem ser Felipe Azevedo para puxar o contra-ataque. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, poderia até ser falso 9, mas necessita voltar a ser mais finalizador e decisivo.

Uma mudança posicional e funcional seria o deslocamento do Geovane para o lugar do Felipe Azevedo e a escalação do Alê ou Toscano no meio-de-campo. 

Alê precisa recuperar o ritmo de jogo, ser mais finalizador e decisivo, mas é muito qualificado no passe na bola longa e participativo na marcação. 

A produtividade do Rodolfo vai depender da aproximação dos meios-campistas e dos extremos. 

Apesar de ser muito voluntarioso, Leo Passos, sub-21, de centroavante carece ser mais finalizador do que marcador, e pelo lado ser mais assistente e agudo do que colaborador na recomposição defensiva. 

Berola e Felipe Augusto são opções de velocidade.

Toscano é opção de versatilidade em várias funções, com poder de criação, finalização e decisão. 

Eduardo Bauermann precisa jogar para recuperar ritmo de jogo. 

Poderia entrar na zaga e Anderson ser deslocado para volante, a fim de aumentar a altura na bola aérea defensiva. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Daniel Borges, Messias, Anderson, João Paulo (Lucas Luan);
Flávio (Sabino);
Juninho (Alê), Geovane (Alê, Toscano);
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)


Operário-PR x América-MG
sábado, 16h30, Germano Krüger
Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 20 de novembro de 2020

América-MG (6)0×1(5) Internacional-RS - Copa do Brasil

O modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores do América, a consciência da responsabilidade individual na solidariedade do futebol coletivo, e o comprometimento com a equipe foram fundamentais na histórica classificação americana para a semifinal da Copa do Brasil. 

Ainda assim, o gol sofrido nos segundos finais, numa falta inventada pelo juiz, cobrada fora do local e na única falha do posicionamento defensivo, quase comprometeu a inédita conquista do Coelhão e o trabalho desenvolvido pela Diretoria americana, Comissão Técnica, jogadores e torcedores. 

Apesar do maior volume do jogo, com posse de bola ofensiva, o adversário acertou 3 finalizações no gol e 5 para fora, enquanto o time americano acertou dois chutes e errou 2. 

Embora a postura mais defensiva do que ofensiva, com exploração dos contra-ataques, tenha sido eficiente até os 49m40s do segundo tempo, o que garantia a vaga para a próxima fase da competição, talvez fosse mais interessante um pouco mais de ofensividade dos comandados do Lisca, na busca do gol.

Matheus Cavichioli foi pouco exigido. 

Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo mantiveram a consistência defensiva na maioria dos lances disputados. 

Flávio e Juninho participaram mais da marcação no campo de defesa do que da transição ofensiva. 

Geovane defendeu, atacou e foi o principal finalizador com dois acertos. 

Ademir, pelo lado direito, foi a única válvula de escape.

Rodolfo ficou bastante isolado. 

Faltou mais velocidade do Felipe Azevedo pelo lado esquerdo para aumentar as possiblidades de jogadas em contra-ataque. 

Mas há males que vem para o bem.

A decisão por pênaltis demonstrou poder de reação, retomada da concentração e do foco da equipe americana.

Ainda proporcionou a exibição da categoria do Sabino na cobrança convertida em gol. 

Sabino repetiu a personalidade demonstrada nos clássicos da base contra os rivas, quando se impunha sobre os adversários. 

Destaque para o futebol solidário do time, mas especialmente para individualidade qualificada do Messias. 

Aliás, Messias, o dono da grande área, faz parte da seleção dos melhores zagueiros da história do América Futebol Clube. 

América:
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson, João Paulo; 
Flávio (Sabino);
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir (Daniel Borges), Rodolfo (Leo Passos), Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca

Internacional:
Marcelo Lomba; 
Rodinei, Zé Gabriel, Víctor Cuesta e Moisés (Uendel); 
Rodrigo Dourado (Caio), Rodrigo Lindoso, Edenilson e D'Alessandro (Praxedes); 
Leandro Fernández (Yuri Alberto) e Thiago Galhardo
Técnico: Abel Braga

Leo Passos, Messias, Sabino, Toscano, João Paulo e Juninho nos pênaltis.

quarta-feira, 18 de novembro de 2020

Pré-jogo América-MG x Internacional-RS Copa do Brasil

Os motivos para o América conquistar a vaga pra a semifinal da Copa do Brasil são maiores que os do Internacional.

Entre eles, o momento histórico dos comandados do Lisca classificarem para o G4 da competição, com possibilidades de disputar uma final inédita, recompensa financeira, repercussão na mídia e valorização profissional. 

Talvez uma mudança obrigatória seja o substituto do Zé Ricardo, um dos principais jogadores nos desarmes, na marcação, na troca de passes e no suporte da transição ofensiva. 

Flávio e Sabino são opções mais convencionais de substituição. 

A escalação do Flávio ou Sabino, com pouco ritmo de jogo, e do Geovane no meio-de-campo vai representar a utilização de dois sub-23, em fase de desenvolvimento e oscilação. 

Ainda assim, Flávio e Sabino possuem qualidade nos desarmes,  no combate e na distribuição das jogadas. 

Geovane necessita ter mais poder de finalização e decisão, mas com a sequência de jogos, aumentou a produtividade na colaboração com João Paulo na tarefa defensiva e com Felipe Azevedo na ofensiva. 

Eduardo Bauermann, com deslocamento do Anderson pra volante, e Joseph seriam opções para formar uma primeira linha com cinco jogadores na compactação defensiva. 

Daniel Borges ou Alê, no lugar do Zé Ricardo, seria uma opção mais ousada para qualificar a troca de passes no campo ofensivo. 

Uma mudança opcional poderia ser a escalação do Alê no lugar do Felipe Azevedo, com o deslocamento do Geovane pro lado esquerdo, a fim de aumentar a marcação na recomposição defensiva sem perder a força de ataque na transição ofensiva.

Felipe Azevedo pelo lado carece ter mais velocidade e resistência física para exercer a dupla função defensiva-ofensiva em alta intensidade. No ataque, precisa voltar a ser mais finalizador e decisivo. Poderá ser mais produtivo de falso 9. 

Berola é opção de velocidade para o lado. 

Daniel Borges é opção para lateral e dobra. 

Leo Passos, que é mais produtivo e participativo pelo lado, precisa ser mais finalizador do que marcador de centroavante. 

Lucas Luan tem mais potencial para jogar no meio-de-campo do que na lateral-esquerda. 

Toscano é alternativa com poder de criação, finalização e decisão para preferencialmente jogar pelo centro.

Vitão é centroavante definidor, dependente da criação das jogadas para finalizar. 

Possível time na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson (Eduardo Bauermann), João Paulo (Lucas Luan);
Zé Ricardo (Flávio, Sabino);
Juninho, Geovane (Alê, Toscano);
Ademir, Rodolfo (Vitão), Felipe Azevedo (Berola, Geovane, Leo Passos, Toscano)

América x Internacional
quarta-feira, 21h30, Arena do América.
Vamos vencer, Coelhão! 



domingo, 15 de novembro de 2020

Cuiabá-MT 0 x 0 América-MG

Apesar da baixa intensidade, pouco poder de finalização e decisão, os comandados do Lisca mantiveram a organização tática, marcaram um gol anulado e permaneceram na vice-liderança da Série B.

Pelo SofaScore, o Cuiabá fez duas finalizações no gol e oito pra fora.

O time americano finalizou quatro vezes no gol e sete para fora.

Matheus Cavichioli praticou duas defesas.

Messias e Anderson garantiram a segurança defensiva. 

O lado direito, com Diego Ferreira e Ademir, foi mais participativo na transição defensiva  e ofensiva do que o lado esquerdo, com João Paulo e Felipe Azevedo.

João Paulo fez poucas ultrapassagens e Felipe Azevedo quando fez a recomposição defensiva demorou para contra-atacar.

Geovane se desdobrou para colaborar na marcação com o João Paulo e no ataque com Felipe Azevedo. 

Zé Ricardo e Juninho foram participativos no combate. 

Rodolfo não finalizou e Felipe Azevedo fez uma finalização no gol e uma pra fora. 

Ademir foi o ofensivo um pouco mais produtivo com duas finalizações certas e um gol invalidado. 

Alê, Flávio, Sávio, Toscano e Vitão pouco acrescentaram.

Vitão, sub-20 em processo de desenvolvimento e oscilação, preparado nas categorias de base para ser centroavante definidor, é dependente das assistências e cruzamentos para serem finalizados. 

A produtividade e eficiência será proporcional ao número de vezes em que jogar, especialmente quando a postura for ofensiva.

Talvez tivesse sido mais produtivo, intenso e eficiente a escalação inicial de pelo dois que entraram durante o jogo.

Sávio tem mais intensidade do que João Paulo na tarefa ofensiva.

Alê, no meio-de-campo, para aumentar o volume de jogo, com o deslocamento do Geovane para executar a dupla função defensiva-ofensiva pelo lado.

Com Sávio e Geovane, o lado esquerdo ficaria mais dinâmico. 

Felipe Azevedo poderia até jogar na posição de centroavante.

Pelo menos um entre Berola, Calyson e Felipe Augusto deveria ter entrado no segundo tempo, a fim de acelerar o processo de recuperação do ritmo físico e técnico. 

Destaque para a manutenção do modelo de jogo, bem organizado na defesa, nas transições e no ataque. 

Cuiabá: 
João Carlos; Hayner, Ednei, Anderson Conceição e Romário; 
Auremir, Matheus Barbosa (Nenê Bonilha) e Elvis; 
Felipe Ferreira (Yago), Marcinho (Maxwell)  e Élton. 
Técnico: Franco Muller. 

América: 
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo (Sávio); 
Zé Ricardo (Flávio);
Juninho, Geovane (Alê); 
Ademir, Rodolfo (Vitão) e Felipe Azevedo (Toscano). 
Cauan de Almeida

sábado, 14 de novembro de 2020

Pré-jogo Cuiabá-MT x América-MG

O nível de desgaste provocado pelos jogos seguidos em curto espaço de tempo, recuperação dos mais necessitados de rimo de jogo e baixa produtividade técnica deverão ser considerados na escolha dos titulares e substitutos. 

Talvez Felipe Azevedo, João Paulo e Rodolfo sejam os mais desgastados fisicamente para jogar dois tempos em alta intensidade. 

Uma alternativa de mudança seria a escalação do Alê,, carente de ritmo de jogo, ou Toscano no lugar do Felipe Azevedo, com o deslocamento do Geovane para o lado esquerdo. 

Felipe Azevedo tem baixa velocidade para defender e atacar pelo lado, e no ataque precisa voltar a ser mais finalizador e decisivo. 

Vale a pena repetir, que Geovane, sub-23 em processo de aprimoramento e oscilação, aumentou a eficiência, a produtividade e regularidade com a sequência de jogos. 

Ainda assim, Alê e Geovane carecem ser mais agudos, finalizadores e decisivos. 

Felipe Augusto também necessita jogar para recuperar o condicionamento físico e técnico. 

Sávio, opção para substituir João Paulo ou fazer a dobra pelo lado, é qualificado na bola longa e mais produtivo na tarefa ofensiva do que defensiva.

Vitão, ainda sub-20 em fase de evolução, com potencial na função de centroavante definidor, e Toscano são opções pro lugar do Rodolfo. 

Ainda Daniel Borges para a lateral e para dobra.

Os promissores Flávio e Sabino, primeiro volante estilo Dudu Pit Bull, para o meio-de-campo.

Berola é opção de velocidade e Calyson para o meio-de-campo e beirada. 

Possível time e possibilidades de mudanças na formatação básica 4-3-3:

Matheus Cavichioli;
Diego Ferreira (Daniel Borges), Messias, Anderson, João Paulo (Sávio);
Zé Ricardo;
Juninho, Geovane (Alé, Toscano);
Ademir, Rodolfo (Vitão, Toscano), Felipe Azevedo (Felipe Augusto, Geovane, Toscano)

Cuiabá x América
sábado, 21h30, Arena Pantanal 
Vamos vencer, Coelhão!



sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Internacional-RS 0 x 1 América-MG Copa do Brasil

Mais uma vitória do futebol coletivo, competitivo, eficiente e principalmente do modelo de jogo definido pelo Lisca e incorporado pelos jogadores americanos. 

O time americano repetiu a organização na defesa, nas transições defensivas e ofensivas, e no ataque. 

Segundo o SofaScore, o América teve 28% de posse de bola, finalizou duas vezes no gol e 5 pra fora. 

O Internacional teve 72% de posse, duas finalizações no gol e 7 pra fora. 

De acordo com as circunstâncias do jogo, os comandados do Lisca alternaram postura defensiva e ofensiva. 

Até o gol feito pelo Rodolfo, a postura foi mais ofensiva pressionando a saída de bola do adversário. 

Depois o posicionamento ficou mais compactado na defesa. 

No segundo tempo, a postura defensiva prevaleceu. 

O adversário teve três chances de gol, entre elas uma mais evidente desperdiçada pelo Thiago Galhardo, mas Matheus Cavichioli praticamente foi pouco exigido. 

Diego Ferreira foi bastante participativo na defesa, e no ataque acertou o cruzamento de manual para o gol do Rodolfo.

Messias e Anderson mantiveram a consistência defensiva pelo chão e pelo alto.

João Paulo participou mais da defesa do que apoiou.

Zé Ricardo, Juninho e Geovane foram bastante participativos na marcação. 

Geovane, livre de marcação dentro da área, deveria ter finalizado no gol em vez de ter tentado passar pro Ademir. 

Ademir rendeu menos do que pode render no campo ofensivo.

Rodolfo fez o gol da vitória e acertou uma finalização na trave.

Felipe Azevedo foi pouco produtivo no ataque e só apareceu numa finalização defendida pelo Marcelo Lomba.

Calyson, Vitão e Toscano pouco acrescentaram no campo ofensivo. 

Destaque para a força do futebol coletivo, especialmente para a participação do Diego Ferreira, Anderson e Geovane, que em tese seriam reservas, mas conquistaram a titularidade, e Rodolfo pelo gol marcado. 

Internacional:
Marcelo Lomba; 
Heitor (Nonato), Zé Gabriel, Victor Cuesta e Uendel; 
Marcos Guilherme, Edenílson, Rodrigo Lindoso (Yuri Alberto) e Patrick (Peglow (D’Alessandro)); 
Thiago Galhardo e Abel Hernadéz
Técnico: Abel Braga

América na formatação básica 4-3-3
Matheus Cavichioli; 
Diego Ferreira, Messias, Anderson e João Paulo; 
Zé Ricardo;
Juninho e Geovane (Calyson); 
Ademir (Berola), Rodolfo (Vitão, Felipe Azevedo (Toscano)
Técnico: Lisca